PSICOLOGIA PARA TODOS

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Archive for the month “Setembro, 2010”

ESTRUTURA E DESENVOLVIMENTO CEREBRAL

Em 1 de Outubro de 2008, fizemos um post no blog PSICOLOGIA PARA TODOS, intitulado A Pedagogia em Portugal,neuropsicologia-B para dar uma opinião pedida por José Carrancudo, no seu magnífico blog EDUCAÇÃO EM PORTUGAL.
Posteriormente, em 6 de Novembro, demos outra opinião no nosso blog, com um post sobre Disciplina, Stress e Aprendizagem.
Neste momento, com o intuito de preparar uma nova publicação intitulada Neuropsicologia na Reeducação, ao recompilar alguns livros editados há muitos anos, vimos dois capítulos que intitulam este post e que podem ter algum interesse para resposta que foi dada nos posts anteriores e que poderão ser uma achega para a nossa resposta no blog de José Carrancudo.
Por isso, reproduzimo-los a seguir.Saude-B

QUAL A NECESSIDADE DE REEDUCAR?
A razão óbvia e principal da necessidade de reeducar é a de proporcionar à criança o melhor desenvolvimento possível, quer a nível da persona­lidade quer a nível das funções cognitivas e psicomotoras.
A nossa sociedade ocidental faz com que estejamos em permanente «stress» a fim de conseguirmos uma vida aparentemente confortável. A «civilização» pressiona-nos para termos uma casa confortável, bons meios de transporte privado, vestuário à última moda, etc., o que nos instiga a tentar conseguir um ordenado maior, trabalhan­do cada vez mais ou exercendo uma profis­são muito especializada que até pode ser arriscada.Joana-B
Tudo isto nos provoca uma tensão quase permanente, fazendo com que não tenhamos tempo para o dedicarmos à «casa» e aos «familiares», especialmente aos mais novos que necessitam de bastante afectivi­dade, segurança, apoio, orientação e modelos de actuação.

Mui­tas vezes, ficamos «desequilibrados» sem querer e «descarregamos» as nossas frustrações naqueles que nos cercam. As respostas dos familiares pode­rão ser de compreensão, mas as mais usuais são de desorientação, sob a forma de comportamentos inade­quados. Nestes casos, a intervenção dos psicólogos é importante para restabe­lecer a homeostasia ou equilíbrio no seio familiar e na relação interpessoal.Psicopata-B
Para tanto, é necessário que os mais velhos (especialmente pais e mães) compreendam que a sua actuação pode ser a causa fundamental do comportamento inadequado dos filhos. Eliminando as causas os efeitos serão diferentes. Não existe neste caso culpa dos pais, mas sim desco­nhecimento ou incapacidade de proceder de forma diferente.

Porém, com a ajuda em acon­selhamento ou psicoterapia adequada, essa incapacidade pode ser eliminada ou reduzi­da alterando completamente a interacção familiar ou o aproveitamento esco­lar. É indispensável, portanto, que os mais ido­sos reconheçam os factos e não se conside­rem «culpados» mas sim as possíveis «cau­sas próximas» da Psicologia-Bexistência de uma situa­ção inadequada ou indesejável.

Supondo que a criança se encon­tra emocionalmente equilibrada, o insuces­so também pode «bater à porta» porque a aprendizagem não está a ser realizada de modo adequado ou porque o desenvolvimento cerebral não foi o ideal. Os exames e as avaliações psicológicas são um meio de diagnóstico ideal para estas situações. A Bateria Neuropsicológica Luria-Nebraska ou outra equivalente é um dos meios seguros para escrutinar os défices nas capacida­des cerebrais. Não são poucos os casos em que as capacidades cerebrais podem ser melhoradas com uma avaliação atempada e uma reeducação em tempo oportuno. Esta acção não se refere especificamente a crianças «deficientes». Relaciona-se também com crianças «normais» que conseguem do mesmo modo desenvolver as suas potencialidades. Uma melhor compreensão do desenvolvimento cerebral pode dar uma ideia mais clara da situação, tanto no que respeita ao ensino como à reeducação.

De acordo com as teorias mais recentes, o cérebro humano compõe-se de 3 unidades que se desenvolvem em 5 estádios.Imagina-B

A primeira unidade, constituída pelo sistema recticulado e estruturas relacionadas, desenvolve-se desde a concepção, tornando-se operativa 12 meses mais tarde (normalmente aos 3 meses de idade), no final do primeiro estádio do desenvolvimento cerebral. A sua vulnerabilidade, muito grande na fase embrionária dos primeiros meses de formação, pode provocar hiperactividade fisioló­gica não relacionada com factores emocionais e ambientais. Esta primeira unidade é representada pelo sistema recticulado, composto por diversas estruturas entrelçadas que filtram os estímulos, reduzindo ou aumentando a excitação cortical e a activa­ção comportamental. Sendo essencial para a sobrevivência, o seu funcionamento irregular pode conduzir da narco­lep­sia à insónia total.Psi-Bem-C

A segunda unidade, de recepção e integração sensorial, é responsável pelas aprendizagens e capacidades demonstradas na primeira infância e nas provas intelectuais. Divide-se em 3 áreas: primária, secundária e terciária.
A área primária, de recepção sensorial, é geneticamente determinada e corresponde a zonas para onde todos os estímulos são canalizados: auditiva, no lobo temporal, etc., sendo simétrica nos dois hemisférios cerebrais. A área visual situa-se no lobo occipital, a tactilo-cines­tésica no lobo parietal e assim por diante; a sua destruição pode provocar surdez, cegueira cortical ou paralisia. O seu desenvolvimento ocorre nos primeiros 12 meses de vida a partir da Difíceis-Bconcepção, ficando concluído, como na primeira, aos 3 meses de idade, no decurso do segundo estádio do desenvolvi­mento cerebral.
A área secundária, topograficamente correspondente à primária, é capaz de integrar a informação recebida. Os sons da área primária são transformados em fonemas, ritmos e tonalidades na área secundária. As figuras são transformadas em cores, formas, feitios e sensação de movimento. A destruição desta área impede a integração das sensações recebidas, evitando a percepção.
O hemisfério esquerdo dedica-se à análise do material verbal, enquanto o direito se ocupa com a análise das relações espaciais e estímulos musicais. O seu desenvolvimento, no terceiro estádio do desenvolvimento cerebral, iniciado no momento da concepção, vai até aos 5 anos de idade, ligando-se à dominância e à especialização cerebral. A especialização Acredita-Bcerebral nas tarefas «verbais» (hemisfério esquerdo) e «não-verbais» (hemisfério direito) verifica-se com a discriminação visual, resposta diferenciada a vozes diversas, coordenação visuo-manual, psicomotricidade, etc., a não ser que lesões muito extensas antes dos 2 anos de idade obriguem à transferência de funções de um hemisfério para o outro. As lesões mais restritas podem ocasionar défices mais profundos sem transferência de funções dum hemisfério para outro.
A área terciária medeia quase todas as capacidades consideradas como «inteligência» que é vulgarmente avaliada atreves de provas psico­lógicas como a de Wechsler. A leitura exige a integração visuo-auditiva, assim como a escrita se baseia na integração visuo-cinestésica. As capacidades gramaticais e sintácticas exigem a integração da Consegui-Babstracção, análise lógica e compreensão das preposições.
O hemisfério esquerdo dedica-se à escrita, leitura, compreensão de símbolos, processos aritméticos, reprodução de figuras complexas e pormenorizadas, enquanto o hemisfério direito se especializa na relação visuo-espacial, na espacialidade global, no cálculo aritmético e na colocação das letras, capacidades verbais espaciais, no reconhecimento facial, no reconhecimento das reacções faciais, emocionais e posturais e na análise de figuras desconhecidas e invul­gares.
Desenvolve-se a partir dos 5 anos até cerca dos 8, no quarto estádio do desenvolvimento cerebral. Algumas lesões situadas nesta área terciária da segunda unidade localizada no lobo parietal, podem não ser detectadas a não ser entre os 8 e os 12 anos de idade. As capacidades académicas de leitura, escrita, cálculo composição gramatical, sintaxe, desenho, lógica, sucess2analogia, nomeação, categorização, dimensionalidade, etc., situam-se nesta área. Quando lesionada, pode fazer crer que a criança é «normal» aos 2 anos de idade, evidenciando-se somente cerca de 6 a 8 anos mais tarde como deficiente na aprendizagem. Lesões extensas têm muitas vezes uma recuperação ou readaptação do organismo muito melhor do que as mais circunscritas.

A terceira unidade é também composta por três áreas: primária, secundária e terciária.
A área primária relaciona-se com o impulso eferente do cérebro, enviando os comandos necessários para que os músculos executem determinadas tarefas. O seu de­senvolvimento, realizado no segundo está­dio, fica concluído ao fim de 3 meses de idade ou 12 meses a partir da concepção, em conjunção com o desenvolvimento da primeira apoio2unidade. Os reflexos de Moro, preensão, choro, etc., são indícios da conclusão deste estádio, podendo os défices pré ou peri-natais ser total ou parcialmente compensados com o treino de estratégias adequadas.
A área secundária é responsável pela organização e sequenciação dos actos motores em interligação com a primeira área desta unidade e as primeiras duas áreas da segunda unidade. Para tanto, 20 por cento das células da área primária motora são sensitivas ou sensoriais e 20 por cento da área primária táctil possui células motoras, desenvolvendo-se em para­lelo e em interacção a nível comportamental. O seu desenvolvimento no decurso do terceiro estádio, estende-se até aos 5 anos de idade, ligando-se aos conceitos do desenvolvimento e especialização cerebral como no caso da área secundária da segunda unidade. A plasticidade do cérebro pode reduzir os défices com reed2facilidade em casos de lesões extensas, especialmente quando existe treino, mesmo que involuntá­rio. A «anormalidade», muitas vezes, só se verifica na idade escolar, entre os 8 e os 12 anos.
A área terciária identifica-se com os lobos pré-frontais e desenvolve-se no decurso do quinto estádio que se inicia por volta dos 10 a 12 anos e continua pela década dos vinte. Engloba as funções mais elevadas do cérebro dos mamíferos, tais como planeamento, decisão, avaliação, continuidade temporal, controlo pulsional e emocional, concentração da atenção, flexibilidade, criatividade, juízo moral, etc. Recebe informações da área terciária da segunda unidade, bem como da primeira. A possibilidade de obtenção de gratificação a longo prazo e o controlo das pulsões sem imposição exterior ligam-se ao desenvolvimento desta área que, quando operativa, se sobrepõe à primeira unidade Depressão-Bpara moldar a excitação ao nível do consciente. Os distúrbios do comporta­mento podem ter origem na falta do desen­volvi­mento desta área ou na sua lesão.

O desenvolvimento adequado de todas estas estruturas exige estimulação própria do meio ambiente no momento preciso, sob pena de se comprometerem determinadas funções que não tiveram oportunidade de se exercitar convenientemente. As crianças selvagens são um exemplo concreto da necessidade de estimulação adequada para a linguagem falada que é a nossa base de comunicação. A facilidade ou dificuldade na aprendizagem de uma língua estrangeira e até o sotaque típico de uma região são exemplos flagrantes da necessidade de estimulação, modelagem e treino da fluência verbal e escrita.Educar-B

Nestes termos, tanto a leitura como a escrita e a psicomotricidade necessitam do bom desenvolvimento e desempenho das capacidades da área secundária que exigem uma modelagem e um treino adequados.

— Como se poderá conseguir este desiderato se não houver modelos e treino suficientes acompanhados de boa memória e repetição dos exercícios?
— Como será possível com PCC&I conseguir a modelagem, a memorização e o treino que são necessários para um bom desempenho?Adolescencia-B

Até os animais que não são criados com os seus semelhantes adquirem através dos modelos daqueles com quem convivem e imitam, bem como do treino que executam e memorizam, os comportamentos que melhoram o seu desempenho de acordo com a espécie com que convivem, automatizando-se tudo num hábito que facilita comportamentos futuros.

Portanto, para nós, o M&I é importante porque os modelos, os treinos e o reforço obtido no fim de cada acção, são os ingredientes principais para uma aprendizagem profícua, quer da linguagem falada quer de comportamentos mais complicados em que a moldagem também pode ter lugar.compr-C

Basta apenas utilizar os exemplos comuns do dia-a-dia:
— Como se treinam os atletas?
— Qual o desenvolvimento das nossas capacidades inatas sem qualquer tipo de treino?  Não estiolam e morrem?
— Se o Selvagem de Aveiron vivesse sempre em «terra civilizada» não teria desenvolvido a sua capacidade de linguagem?
— Se os autistas fossem devidamente treinados não ultrapassariam algumas das suas dificuldades?Biblio

Exigir e esperar o desenvolvimento das capacidades ou potencialidades através da «criatividade», sem qualquer treino, parece ser uma utopia.

Espero que tenha dado alguma achega à pergunta que há muito tempo me foi feita por José Carrancudo que assinou no seu blog o post Erros Conceptuais da Escola.

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de cada livro editado em post individual

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Para tirar o máximo proveito deste blog, consulte primeiro o post inicial “História do nosso Blog, sempre actualizada”, de Novembro de 2009 e escolha o assunto que mais lhe interessa. Depois, leia o post escolhido com todos os comentários que são feitos. Pode ser que descubra também algum assunto acerca do qual nunca tivesse pensado. 

“CONFLITOS e DESUMANIZAÇÃO”

“Li este post e os anteriores e parece-me que as soluções propostas são desumanizadas e traumatizantes.Biblio
Isto pode ser prejudicial para alguns. Também sou psicóloga mas não me quero identificar para não ferir susceptibilidades.
Até qualquer dia.”
Anónima.

Acabei de ler o seu comentário acima transcrito feito no post ENCOPROSE, de 4 de Setembro próximo passado. Acho que merece um post com o título “CONFLITOS e DESUMANIZAÇÃO” que vou redigir em seguida para lhe dar a minha versão dos factos.
Cumprimentos,
Mário de Noronha              

 Senhora ANÓNIMA, pretensa colega de profissão:

O seu comentário a dizer que as soluções que dei são desumanizadas, faz-me lembrar situações em que tem de haver uma decisão.
— Ao ver uma pessoa à beira dum precipício pronta para o suicídio, vou evitá-lo mesmo que tenha de partir um braço à «pretendente» ou vou deixar que ela se suicide para, «humanizadamente», não lhe partir o braço?Interacção-B30
Segundo consta da psicologia social, tenho de optar por uma solução num conflito de dupla aproximação-afastamento.

Se evito o suicídio, salvo uma vida mas parto o braço que se poderá recompor com alguma dificuldade, de seguida.
Se não partir o braço humanizadamente, ajudo a perder uma vida que poderia ser profícua tanto para o próprio como para os outros.Psicologia-B
E como ficará o braço depois da queda?
O que faço?

Para saber a razão da minha opção e das soluções propostas, aconselho que leia com atenção o capítulo “Aprender a resolver conflitos” (págs. 87 a 92) do livro JOANA. Tive essa discussão com o pai dela.

O que proponho nas soluções que apresentei, é que não se aumente o traumatismo da criança em não conseguir evacuar regularmente, até com medicamentos, dando-lhe, ao mesmo tempo, a satisfação de obter com esse Psicopata-Bcomportamento o carinho dos pais depois de ela ter demonstrado, à saciedade, a sua incapacidade. O importante, é deslocar esse carinho e muito mais, para depois de ter feito um esforço, com sucesso, para conseguir evacuar.

Provavelmente, nesse momento, os pais ficam aliviados mas não demonstram o seu carinho como o fazem quando a criança se queixa e se lamenta.
O que aconselho é retirar o carinho dado e não a ajuda, depois do insucesso e exagerá-lo logo depois do primeiro mais pequeno sucesso. De certeza que houve oportunidades para isso.
Aconselho mais que esse carinho não cesse depois da primeira vitória da criança, como aconteceu com uma que Maluco2apoiei (com flooding). Às vezes parece que os pais só se preocupam com os filhos quando eles estão doentes mas não se preocuparem com eles quando estão bons.

Qual a melhor solução para os filhos do que a de ficarem doentes para obter a atenção dos pais?
É bom e indispensável que os pais «metam a mão na consciência» e compreendam ou «sintam» se os filhos necessitam de maior atenção deles. Às vezes, é só isso que falta e que, passados uns anos, ajuda os filhos a terem de ir a um psicólogo porque tem más notas, andam em más companhias, metem-se na droga ou «arranjam» um namoro precipitado, com todas as consequências possíveis.

Será desumano deslocar o carinho e dá-lo abundantemente depois da acção B, em vez de o proporcionar depois de uma acção Acredita-BA, que é prejudicial para a pessoa visada?

Será desumano salvar uma vida partindo um braço em vez de não a salvar, só para não partir um braço naquele momento?

Quem se lembra de considerar desumano haver nos restaurantes um pré-pagamento em vez de se pagar depois do consumo? No pré-pagamento, as pessoas podem não consumir mais, mas no pós-consumo podem lembrar-se de consumir algum doce ou guloseima inicialmente não prevista.

Pretensa colega, não sei há quantos anos exerce a clínica, mas eu estou desde 1975 metido nisso «até ao pescoço», tendo Difíceis-Bcomeçado por vários hospitais onde tínhamos de trabalhar voluntaria e gratuitamente sem qualquer recompensa. São apenas 40 anos de prática que não me desviaram do pensamento inicial desde que fiz a especialização em Modificação do Comportamento. E tenho muita pena que a mesma não se tenha utilizado com os autistas (ver o post sobre AUTISTAS, 31Ago09).

No livro Eu Também CONSEGUI! bem como no blog, vai encontrar várias intervenções sobre o tema deste post. Pode ler o testemunho da Cidália que muito vacilou entre continuar ou não com a sua psicoterapia, eventualmente iniciada com um grande «empurrão» do seu «tio». E qual foi o resultado?
Boa sorte e até qualquer dia.
Mário de Noronha.

 

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LIVROS DISPONÍVEIS – antigos

Quase todos os livros mencionados nos posts deste blog PSICOLOGIA PARA TODOS e nas suas versões anteriores (do BiblioBlogger e Blog.com), têm uma tiragem muito limitada e não devem estar à venda nas livrarias. Para os adquirir em Portugal através dos serviços dos CTT, sem pagamento de portes, basta encomendá-los com um comentário nos posts ou contactando o e-mail mariodenoronha@gmail.com.

A moderação de comentários também tem esta finalidade.

Escolha ao seu gosto os livros desejados entre os que se apresentam, neste post. Para enviar os livros para o estrangeiro, é necessário acrescentar 20€ ao preço total dos livros para portes de correio. A forma de pagamento, será combinada através do e-mail acima indicado, a fim de ser feita a transferência através de NIB internacional. Tem diversas outras informações sobre BIBLIOTERAPIA no blog TERAPIA ATRAVÉS DE LIVROS.

Contudo, para substituir os que ainda não foram publicados, existem versões antigas de alguns, predecessoras das actuais, marcadas com as respectivas letras, que também pode encomendar  directamente ou solicitar o seu envio às respectivas editoras:

«Educar»-B

 

Como «EDUCAR» Hoje  (L)

Hugin

 

 

Depress-nao-B

 

DEPRESSÃO? Não Obrigado!  (H)

Hugin

 

 

*****************************************

teoria2

 

COMO MODIFICAR O COMPORTAMENTO  1 – teoria (F)

Plátano Editora

 

pratica2

 

COMO MODIFICAR O COMPORTAMENTO  2 – prática (F)

Plátano Editora

 

 

tecnicas1COMO MODIFICAR O COMPORTAMENTO  3 – técnicas (F)

Plátano Editora

 

 

casos2

 

COMO MODIFICAR O COMPORTAMENTO  4 – «casos» (F)

Plátano Editora

 

previsão2

COMO MODIFICAR O COMPORTAMENTO  5 – previsão (F)

Plátano Editora

 

 

 

sucess2

SUCESSO ESCOLAR (I)

Plátano Editora

 

 apoio2

 

APOIO PSICOPEDAGÓGICO (I)

Plátano Editora

 

 

 reed2

REEDUCAR COMO? (I)

Plátano Editora

 

pqsp2

PSICOLOGIA PARA QUÊ? (J)

Plátano Editora

 

 

stress2

«STRESS»? REDUZA-O JÁ! (L)

Plátano Editora

 

 

psicoterapia2

PSICOTERAPIA PARA QUÊ? (L)

Plátano Editora

 

 

 molhar2

«MOLHAR» A CAMA NÃO INTERESSA (M)

Plátano Editora

 

 

 homem2

O HOMEM EM SOCIEDADE -aspectos psicossociológicos (K)

Plátano Editora

 

confl2

 

DO CONFLITO À GESTÃO E À DECISÃO NEGOCIADA (K)

Plátano Editora

 *****************************

Marketing2

 

Marketing e Venda (N)

Clássica Editora

 

 

 

 

Humanismo2

 

Humanismo na Gestão – eficiência e produtividade (N)

Clássica Editora

 

 

 

 

Falhas2

 

Falhas Organizacionais (N)

Clássica Editora

 

 

 

 

Sindicalismo2

 

Sindicalismo Que Futuro? (N)

Clássica Editora

 

 

*****************************************

Além deste livros existe uma colecão de BIBLIOTERAPIA composta por 18 volumes completamente reorganizados e actualizados, apresentados na gravura em baixo.

Para os adquirir em território nacional, sem pagamento de portes, basta encomendá-los através dum e-mail para mariodenoronha@gmail.com escolhendo-os nos posts que se apresentam a seguir ou através do post LIVROS DISPONÍVEIS 2.  Quaisquer outras informações podem ser dadas pessoalmente contactando 219 211 182.

Fora de Portugal, a forma de pagamento será por envio de cheque em euros (€) ou uma muito fácil transferência bancária pela WESTERN UNION (UNICÂMBIO) ou combinada através do e-mail indicado para contacto, devendo ser  acrescentados ao valor total dos livros encomendados (mais ou menos 20€) para os portes de encomenda por via aérea, registada.

Especialmente aos muitos brasileiros que pedem informações sobre a aquisição de livros, posso dizer que não enviem cheque em moeda brasileira mas que façam uma transferência de dinheiro através da WESTERN UNION(UNICÂMBIO), que pode ser contactado através de Banco do Brasil, da Bradesco e das empresas Riachuelo e Gazine.

arvore

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Ver também outro post de LIVROS DISPONÍVEIS – 2

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TERAPIA ATRAVÉS DE LIVROS [http://livroseterapia.wordpress.com/]

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JOANA a traquina ou simplesmente criança? – índice remissivo – glossário

ÍNDICE REMISSIVO – GLOSSÁRIO 

Alfabético dos conceitos, exemplificados,
da modificação do comportamento
contidos neste livro.

Conceito / explicação com exemplo? (número das páginas)

Aculturação / Influência das culturas e sub-culturas nos preconceitos (155-158)
Adolescência / Seus problemas explicados ao bancário, amigo do pai da Joana (175-180)
Contingências / Substituição, no comboio, da minha pessoa pela idosa que alterou a resposta da Joana (100)
Contingências / Erros dos pais – comportamentos inadequados e extemporâneos (259-266)
Desenvolvimento / Entre os 7 e os 9 meses de idade (L. R. Ferguson) (286)
Desenvolvimento humano / Generalidades sobre o desenvolvimento psicológico (163-168)
Desvios comportamentais / Conversa sobre desvios comportmentais com a mãe da Joana (225)
Dissonância cognitiva / Explicação técnica, com exemplos (43-44)
Efeito de Zeigarnick / Reatamento, pelo engenheiro, da conversa do dia anterior (58-59)
Extinção / Colega do infantário da Joana e eu, quando pequeno (24-25)
Extinção / Exemplos para o pai da Joana (56-58)
Facilitação social / Trabalho da Joana com o bebé na piscina, na modelagem, moldagem, etc.(247-248)
Feedback / explicação ao engenheiro (77-78)
Furtos afectivos / História da Marília filha da amiga da mãe da Joana (109-111)Psicologia-B
«Educação» errada / Inoportunidade e inadequação dos reforçadores (217-220)
Interacção familiar / Explicação da sua necessidade ao pai da Joana (89-92)
Interacção familiar-educação / Necessidade para modelagem e identificação (284-286)
Lista de procedimentos / Observação e registo (96-97
Modelagam e identificação / Explicação dos parâmetros no caso da Joana (122-124)
Modelagem / Criança pequena a tentar imitar-me com espirro (255-256)
Modelagem abstracta / Joana e o modelo do rapazinho da praia do ano anterior (32-35)Interacção-B30
Modelagem-Identificação / Pai da Joana a falar de si quando criança, quase a elogiar isso, em presença de filha (16-18)
Modificação do comportamento / Adequação e oportunidade das acções – exemplo das contingências com uma bebé prima da Joana (218-220)
Modificação do comportamento / Resultado da acção do bancário com o filho transviado (ver D/175-180) (249-252)
Moldagem / Experiência feita pelos alunos com um professor, explicada ao pai da Joana (51-55)Imagina-B
Moldagem / Exemplo da mendiga no Parque Eduardo VII (125-127)
Motivações gerais / Explicação dada à mãe da Joana (291-296)
Nível intelectual / Diferença entre a posição ordinal dos filhos – investigação de 1976, nos EUA (Weinberg e outros) (232)
Pico de extinção / Conversa com a senhora idosa (59-60)
Previsão / Previsão do comportamento de Joana conforme o meio ambiente (20)
Psicanálise-modificação do comportamento / Exemplificação da diferença entre pensamentos psicanalítico e Maluco2comportamentista (129-132)
RCI / Bloco de papel apresentado à Joana no comboio (19)
Reforço / Explicações pormenorizadas, com exemplos, para o pai da Joana (67-74)
Teimosia / Aprender a teimosia por culpa dos mais velhos (47-50)

GLOSSÁRIO constante das páginas 293 a 298 do livro

Este Glossário, consultado desde o início, pode ajudar o leitor a interpretar e a compreender mais fácil e adequadamente, sob um ponto de vista científico, os termos e, em especial, os conceitos técnicos da ciência e modificação do comportamento (Psicologia).

APRENDIZAGEM – Incorporação de observações e experiências novas para a modificação permanente do indivíduo sob o ponto de vista das ideias e do comportamento. Todas as vivências do indivíduo são uma fonte permanente de aprendizagem.

APRENDIZAGEM POR IDENTIFICAÇÃOVer Identificação.

APRENDIZAGEM POR MODELOVer Modelagem.

APRENDIZAGEM POR OBSERVAÇÃOVer Modelagem.

BEHAVIORISMO – Comportamentismo ou Condutismo. Escola de Psicologia iniciada em 1908 por Watson que, afastando-se dos conceitos da época, determinou como objecto da psicologia os factos observáveis e não os fenómenos da consciência e, como método, a observação, a experimentação e o registo, utilizados nas ciências naturais.

CONFLITO – Situação a que um organismo fica sujeito quando tem de escolher entre duas ideias, intenções, interesses ou respostas incompatíveis, inacumuláveis ou antagónicas: Vou ou não vou? Aceito ou rejeito? Viajo de autocarro ou de comboio?

DANOS COLATERAIS Ver Efeitos secundários.

DISSONÂNCIA COGNITIVA – Situação de estar perante duas «verdades», factos, cognições ou peças de conhecimento que não são coerentes nem concordantes mas que podem parecer como tal. Por exemplo, ouvir uma pessoa dizer que roubar é mau e vê-la roubar como se esse acto fosse louvável.

EFEITO DE ZEIGARNIK – Recordação maior de tarefas inacabadas – por razões plausíveis (falta de tempo, necessidade de interrupção, etc.) – do que de tarefas concluídas, provavelmente devido à frustração provocada pela sua não-conclusão: modo como termina cada episódio duma telenovela

EFEITOS SECUNDÁRIOS (Danos colaterais) – Efeitos que são provocados por determinados medicamentos ou actos terapêuticos, como pode acontecer com as técnicas de saciação, punição ou condicionamento aversivo, deficientemente planeadas e mal conduzidas.

ESTÍMULO – Qualquer coisa que provoca reacção sensorial ou de ideias: visual, auditiva, táctil, gustativa, olfactiva ou ideativa. Uma pintura, uma música, uma superfície molhada, seca, quente, fria, ou até palavras, são estímulos captados pelos nossos sentidos e percebidos pelo cérebro.

EXTINÇÃO – Finalização duma resposta aprendida através da omissão ou eliminação do estímulo incondicional no condicionamento clássico ou do reforço, no condicionamento operante.

FACILITAÇÃO – Sinais, indícios ou apoios que ajudam a desencadear um determinado comportamento ou ideia que, de outra maneira, não seria iniciada com a mesma prontidão.

FEEDBACK” – Reaferição ou retroacção: percepção do resultado duma acção, com a finalidade de introduzir as correcções ime-diatas necessárias, para se conseguir o objectivo desejado ou planea-do.

FRUSTRAÇÃO – Incapacidade de execução duma acção motivada ou de obtenção duma finalidade devido a um obstáculo, actuação defeituosa ou falsa expectativa.

IDENTIFICAÇÃO – Aprendizagem por identificação. É a realização de acções ou imaginação de que as mesmas se realizam de acordo com um modelo com quem se processa essa identificação. Embora algumas vezes o comportamento não seja semelhante ao do modelo, aquilo que tem mais relevância neste tipo de aprendizagem é a suposição do aprendiz de que está a ser igual ao modelo, podendo até julgar-se o próprio.

IMAGINAÇÃO ORIENTADA (IO) – Técnica de psicoterapia utilizada com relaxamento mental e, se possível, hipnose, para analisar objectiva e racionalmente os factos passados, verificar se poderiam ter sido diferentes e utilizar essa aprendizagem para planear futuros comportamentos mais satisfatórios e muito mais vantajosos (J).

LOBO FRONTAL – Parte frontal superior dos dois hemisférios cerebrais, situada adiante do sulco central, relacionada em grande parte com o raciocínio, abstracção, planeamento, decisão, avaliação, controlo das pulsões e emoções, concentração da atenção, flexibilidade, criatividade, juízo moral, ética e outros processos mentais superiores que se desenvolvem geralmente entre os 8 e os 20/25 anos de idade, dependendo muito do meio ambiente.

MODELAGEM – Aprendizagem social, por modelo ou observação. É a aprendizagem através da imitação dos comportamentos ou reacções observadas num modelo. Os modelos são pessoas ou coisas que exercem um certo impacto no aprendiz. A TV, o Teatro, a Empresa, a vida pública, os grupos de referência e especialmente os familiares e superiores, proporcionam quase todos os modelos a imitar.

MOLDAGEM – Técnica de condicionamento em que, à medida que as respostas mais simples são aprendidas, deixam de ser sucessivamente reforçadas para se reforçarem unicamente as mais complicadas até se obter o comportamento complexo final.

PERSONALIDADE – Conjunto de características e tendências estáveis (pensamentos, sentimentos, acções) que determinam as semelhanças e as diferenças de comportamento psicológico dos indivíduos ao longo do tempo. Além das necessidades biológicas e tendências hereditárias, as pressões sociais, as contingências ambientais e situacionais, determinam em grande parte os traços de personalidade.

PUNIÇÃO – Estímulo nocivo, geralmente aplicado em psicologia experimental e comparada (na experimentação com animais), com a finalidade de evitar o comportamento indesejável. Com o evitamento ou eliminação da punição obtém-se o reforço negativo.

REFORÇO – Satisfação obtida com uma gratificação ou com a eliminação duma punição. O reforço aumenta a probabilidade de ocorrência da resposta ou comportamento que o antecede. Pode ser primário ou secundário; positivo ou negativo; de intervalo fixo ou variável; de razão fixa ou variável; imediato ou diferido; vicariante e aleatório.

REFORÇO ALEATÓRIO – Reforço obtido em quantidade, qualidade, dimensão e temporalidade variáveis, em consequência de um número imprevisível de acções ou comportamentos.

REFORÇO DE COMPORTAMENTO INCOMPATÍVEL – Reforço de todos e quaisquer comportamentos que são incompatíveis com aquele que se deseja eliminar. É uma óptima alternativa da técnica de extinção. Se desejarmos eliminar o hábito de roer as unhas, vamos reforçar todos os comportamentos de não aproximar as mãos da boca, como por exemplo, trabalhar com plasticina, escrever, cumprimentar as pessoas, meter as mãos nos bolsos. Têm de ser comportamentos que só se executam sem poder roer as unhas (TEA) (J).

REFORÇO DE RAZÃO FIXA – Reforço obtido no final de cada acção ou grupo de acções pré-determinadas.

REFORÇO DE RAZÃO VARIÁVEL – Reforço obtido no final de um número imprevisível de acções ou comportamentos.

REFORÇO DE TEMPO OU INTERVALO FIXO – Reforço obtido com base numa periodicidade pré-estabelecida.

REFORÇO DE TEMPO OU INTERVALO VARIAVEL – Reforço obtido com base numa periodicidade indeterminada e imprevisível.

REFORÇO DIFERIDO – Reforço que não é obtido de imediato, mas sim ao fim de algum tempo, tal como acontece com os juros do capital investido a prazo.

REFORÇO IMEDIATO – Reforço que é obtido imediatamente depois de executar uma acção ou um comportamento.

REFORÇO NEGATIVO – Satisfação obtida com a retirada ou eliminação duma punição que provoca respostas de fuga ou evitamento dessas estimulações nocivas. É precursor do vício.

REFORÇO POSITIVO – Satisfação provocada por uma gratificação ou com a obtenção duma situação desejada.

REFORÇO PRIMÁRIO – Reforço obtido com a satisfação das pulsões ou necessidades básicas, tais como alimento, sono, etc.

REFORÇO SECUNDÁRIO OU SOCIAL – Reforço obtido com a satisfação das necessidades secundárias ou sociais (aprendidas), tais como simpatia, honras, prestígio, afagos, dinheiro, bens materiais, etc.

REFORÇO VICARIANTE (vigarista?) – Reforço obtido através do bom desempenho do modelo com quem uma pessoa se está a identificar ou modelar, como no cinema, nas telenovelas, na moda, etc. É o reforço obtido na aprendizagem social (Albert Bandura)

“STRESS” – Tensão nervosa. Vocábulo inglês significando estimulação que provoca tensão permanente nas capacidades fisiológicas ou psicológicas dum organismo animal (estresse).

TERAPIA DO EQULÍBRIO AFECTIVO (TEA) – Terapia psicológica em que são essencialmente valorizadas as recordações ou factos positivos ou agradáveis para se contraporem aos negativos, ultrapassando-os com a prática mantida através de (IO). Tese defendida em 1980, 10 anos antes da técnica de Psicologia Positiva (J).

VÍCIO – Hábito de execução de comportamentos ou de consumo compulsivo e exagerado de determinadas substâncias, difícil de extinguir, provocado geralmente através do reforço secundário ou social negativo de razão variável ou aleatório. A sua eliminação abrupta, nos casos de compostos químicos (álcool, droga, etc.) pode originar reacções de ressaca ou alterações orgânicas psicofisiológicas ou comportamentais substitutivas. No caso dos jogos, etc., pode conduzir a descompensações familiares, sociais, económicas ou quaisquer outras. Nos casos de psicoterapias mal conduzidas, pode ocasionar desequilíbrios psicológicos diferentes ou maiores do que aqueles que se estiver a reduzir ou eliminar, podendo alguns medicamentos ocasionar «habituação» desnecessária.

Este índice foi preparado devido a algumas incompreensões verificadas em quem consulta este blog.

Estes conceitos e exemplos, essenciais para dar apoio aos que não têm outras ajudas ou desejam funcionar autonomamente no domínio da psicoterapia, psicopedagogia, interacção social ou desenvolvimento pessoal, relacionam-se com o livro indicado no post JOANA, a traquina ou simplesmente criança?  
e a colecção dos 18 livros da BIBLIOTERAPIA foi preparada para cada um poder decidir aquilo que mais lhe convier.

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de cada livro editado em post individual

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Para tirar o máximo proveito deste blog, consulte primeiro o post inicial “História do nosso Blog, sempre actualizada”, de Novembro de 2009 e escolha o assunto que mais lhe interessa. Depois, leia o post escolhido com todos os comentários que são feitos. Pode ser que descubra também algum assunto acerca do qual nunca tivesse pensado.

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MEDOS INFUNDADOS

“A minha única filha de 13 anos, que tem tido um percurso regular nos estudos, começou agora a ter medo Saude-Bde dormir no seu quarto quando antigamente sempre se habituou a dormir de luz apagada. Também diz que tem medo de fazer cambalhotas na ginástica porque pela primeira vez teve um ligeiro desaire.
Agora, vem dormir no quarto dos pais acordando de madrugada e, desde que começou a ver a Lua Vermelha, não quer dormir no quarto dela e dorme na minha cama obrigando, assim, o pai a dormir no quarto dela. Não sei o que devo fazer, mas se me puder dar uma ajuda, agradeço.
Anónima”Imagina-B

Minha senhora,
Este caso parece-me bastante complicado e julgo que deve exigir uma entrevista grande e aprofundada isoladamente com a adolescente e também com os pais.
• Que tipo de personalidade tem a adolescente?
• Quando começou a ter os primeiros medos?
• Como reagiram os pais (admoestações, ralhos, simpatia, desculpabilizações ou qualquer outra coisa)?mario-70
• Que tipo de personalidade têm os pais, especialmente a mãe?
• Quais são os familiares que têm medos parecidos?
• Como reagiram os pais desses familiares?
• Em que tipo de sociedade vive a rapariga (com preconceitos, ideias pré-concebidas acerca de demónios, fantasmas)?
• Quais são as situações «normais» em que ela não tem medo?
• Quais são as coisas de que ela gosta?Biblio
• Qual a história passada da rapariga?
• Qual a história passada dos pais?

Enquanto não se conseguirem aprofundar pelo menos estes pontos, partindo do princípio que isso não será possível tão cedo e percebendo que os medos dela começaram desde que está a ver a Lua Vermelha, o mais que posso aconselhar é utilizar com ela o reforço quando não demonstra medo e reforço do comportamento incompatível para evitar ou reduzir o visiona-mento desse filme.
Quando, um dia, vi o filme durante uns minutos, pareceu-me estapafúrdio e pouco real mas parecido com aqueles que se Acredita-Bexibem agora como filmes de terror ou suspense. Os americanos têm muitos desses filmes para quem gosta deles. Não somos obrigados a visioná-los se não o desejarmos, a não ser que possamos admitir que, para nós é um vício estar a olhar para a televisão. Um filme desses pode despertar sentimentos, recordações, traumatismos que, em circunstâncias diferentes, não seriam relembrados. Gerir depois essas relembranças pode ser difícil para uma pessoa que tem uma personalidade pouco estruturada e ainda não perfeitamente equilibrada. Na adolescência, isso é admissível. Por isso, compete aos pais dar o apoio necessário quando os filhos apresentam comportamentos adequados e tentar, tanto quanto possível, «ignorar» os inadequados, mas sempre de olho nos mesmos.Consegui-B

Atenção:
Não basta ficarmos satisfeitos quando eles se portam bem e ralhar quando eles se portam mal.
É necessário elogiá-los muito quando se portam bem e «tentar não ligar importância» quando isso não acontece.
Infelizmente, fazemos o contrário, deixando a interacção com os pais associada a comportamentos inadequados.

Conheci uma criança que, sem razão plausível, tinha más notas nos estudos, para que os pais a castigassem e «pregassem Maluco2sermões». Era a única maneira de obter dos pais a atenção que, para ela, era o seu reforço. Revertendo o comportamento dos pais, a melhoria das notas foi possível, mas durou pouco porque os pais não mudaram consistentemente o seu comporta-mento neste sentido, apesar da lição que tinham começado a aprender.

Por isso, posso aconselhar que leiam o livro da JOANA e tentem entender bem os fundamentos da modificação do comportamento, na prática que foi ensaiada com uma criança e seus pais. Assim, os pais devem tentar utilizar o reforço, o reforço do comportamento incompatível e a facilitação durante pelo menos um mês para verificarem se existe qualquer mudança no comportamento da filha. Explicações, justificações, ameaças, Psicopata-Bpromessas, não devem dar qualquer resultado desejável e mais duradouro do que a associação entre o comportamento desejado e o reforço subsequente.
Seria também óptimo consultar este blog especialmente o post ENCOPROSE, de 4 de Setembro corrente.

Boa sorte e até breve.

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DESORIENTAÇÃO

Vou tentar dar uma resposta possível para um caso complicado que não é fácil ser apoiado à distância e, por isso, transcrevo aBiblio seguir o comentário feito no post Ajuda a uma Nova Professora, de 11 de Agosto deste ano.

“Quando li este poste gostei da ajuda dada a uma professora. No meu caso, será possível obter alguma?
Tenho 18 anos, acabei o 12º ano com 11 valores e não sei o que fazer. Os meus pais, com mais de 50 anos, dão-se muito mal e o mal-estar é muito visível, embora não se agridam à minha vista. Aparentemente muito civilizados, não se suportam nem se separam. Tudo isto faz-me supor que se suportam mutuamente por minha causa. A situação financeira dos pais não é má mas, se houver uma separação, com quem fico eu? Fazem-me as vontades quase todas menos a de se mario-70
darem bem, de facto, um com o outro. Já nem consigo pensar no caminho que devo seguir no futuro. A minha situação em casa dos pais é cómoda mas desagradável. Não posso continuar assim. Não consigo optar por qualquer curso sem a concordância dos pais. Se tiver algum namoro o que será? Não sei o que fazer.
Chame-me Anónima A.”

Minha cara menina,

Tenho imensa pena que os seus pais se dêem tão mal que a deixem desorientada. Pequenas discussões, arrufos e Imagina-Bdesentendimentos são absolutamente vulgares e frequentes, embora agressões maiores sejam raras.

O seu caso faz-me lembrar imediatamente o da Cidália (Eu Também CONSEGUI!), por motivos diferentes. Mas, o que me preocupa mais são várias coisas:
* falta de apoio que sente da parte dos pais em conjunto;
* dificuldade em ter a ideia de um percurso de vida aceitável e desejado;
* possibilidade de entrar em conflito por não poder dar uma resposta adequada à sua situação;
* possível má resposta a dar em caso da frustração, por não conseguir atingir um modo de vida satisfatório.Consegui-B

Se não tiver qualquer apoio psicológico como aconteceu inicialmente com a Cristina (Como «Educar» Hoje), porque não se sentia «maluca», pode criar desequilíbrios na personalidade e no seu regular funcionamento, ocasionando aquilo que se chamará uma neurose ou qualquer outra coisa semelhante, se não for pior. Depende das circunstâncias e dos especialistas.

Além disso, em caso de apoio directo, suponho que os seus pais terão de concordar com a ideia e, possivelmente, poderão evitar isso para «não se lhes descobrir a careca».Maluco2

Se não houver esse apoio necessário, porque julgo que a sua personalidade não está ainda bem estruturada e equilibrada, embora lúcida, o melhor que tem a fazer é socorrer-se de si própria e de alguns amigos sinceros e verdadeiros que a ajudem, sem falsa pena e com toda a objectividade possível. Tem de descobrir um caminho como se estivesse num labirinto. Nele, todos os nossos sentidos deverão estar no alerta máximo. É difícil, mas não impossível. Para o conseguir tem de fazer relaxamento. Leia o que aconteceu à Cidália.

Também ela andou «perdida» durante os primeiros tempos até que começou a fazer relaxamento e a tentar reviver os seus Depressão-Bprimeiros bons tempos, que também todos nós temos mas esquecemo-nos deles. Como estarão a passar o seu tempo os mineiros soterrados na mina, no Chile?

Se alguns desses mineiros conseguissem, durante os seus momentos de não fazer coisa alguma, entrar em relaxamento e relembrar o seu comportamento passado para descobrir se o poderiam ter orientado de outro modo, talvez até pudessem planear um futuro melhor no sentido de maior vigilância, detecção de pontos fracos, melhoria de comunicações ou vigilância mais apertada. Seria possível, seria exequível? Talvez sim, talvez não, mas não é descabido utilizar o tempo em reforço do comportamento incompatível desviando a atenção para factos diferentes da «prisão» à qual estão confinados. Dos males o menor e que o Diabo o venha escolher!Acredita-B

Concretamente no seu caso, julgo que tem de compreender que a sua vida terá de ser autónoma e sem apoio dos pais. De que modo se vai auto-sustentar? Que curso vai tirar ou que profissão vai exercer? Este exercício pode ser melhor executado se conversar com os tais amigos e idealizar situações com a observação feita durante o dia e as recordações daquilo que vê nas variadas profissões.

Falei na Cidália e na Cristina. Acha que esta teria a vida que começou posteriormente se não tentasse por si própria entrar em relaxamento apesar de ter uns pais que quase a adoravam mas que nunca a tinham ajudado a ultrapassar frustrações?Joana-B

A Joana (JOANA a traquina ou simplesmente criança?) foi treinada para isso logo de início. Teve a coincidência de ser filha de pais «des-unidos» por causa da sua educação mas que, por sorte, ficaram «re-unidos» devido a umas quantas situações fortuitas que se foram sucedendo. Contudo, eles compreenderam a situação e ajudaram a que a Joana até conseguisse ter um irmão com quem iria treinar a arte de bem educar.

Portanto, lendo com atenção as vidas e as peripécias destas pessoas, é capaz de tentar entrar em relaxamento como fez o Tiago e continuar como a Cristina e, especialmente como a Cidália, para conseguir imaginar a vida real e possível Psicologia-Bque vai desejar ter no futuro? Parece que já descobriu que o comportamento dos seus pais não é o ideal. Vai tentar imitá-los ou esse comportamento vai servir como um exemplo a não seguir ou adoptar? Vou alertá-la quanto a um casamento precipitado ou inadequado, bem possível como uma resposta à frustração que está a sentir. Pode também arranjar algum «amigo bem-intencionado» que posa aproveitar-se da situação da sua desorientação.

Cuidado! Relaxe-se. Veja bem nas páginas 149-155 de Saúde Mental sem Psicopatologia o que pode acontecer se dermos constantemente respostas precipitadas. Consulte também o post História do nosso blog – sempre Saude-Bactualizada (17Nov09) e descubra aqueles que mais a possam interessar e que dão respostas a outras pessoas em dificuldades.
Pense bem em tudo, medite e, se necessitar de mais algum apoio, faça comentários.

Não sei onde reside, mas esses livros que recomendei, ofereci-os à Biblioteca do ISMAT e à Biblioteca da Câmara Municipal de Lagos.
Espero conseguir ter conhecimento das melhoras da sua situação, como já tem acontecido com algumas pessoas.arvore

Boa sorte, menina Anónima A.

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ENCOPROSE

Comentário feito no post DIFICULDADES COM OS FILHOS, de 9 de Maio de 2010.Joana-B

“Estive a consultar o antigo jornal TIL, de Portimão, que já não existe, e gostei dos aconselhamentos dados às pessoas que apresentaram as suas dificuldades. Contudo, não consegui encontrar lá respostas às minhas necessidades. Uma das alunas do ISMAT aconselhou-me a fazer um comentário em qualquer poste do seu blogue que estive agora a consultar. Nele, não consegui uma resposta totalmente satisfatória para o meu caso.
A minha filha de 3 anos e meio, que teve sempre um percurso regular nos hábitos higiénicos, começou, de repente, há cerca de 4 meses, a deixar de fazer cocó durante dias e a exigir a colocação de fraldas recusando Psicologia-Bsentar-se na sanita.
Ela tem uma irmã 2 anos mais nova de quem sempre mostrou gostar muito até há cerca de 6 meses. A pequenina, ainda usa fraldas. Nós tentamos amimar a mais velha e convencê-la a sentar-se na sanita, sem resultado. O mais que podemos fazer, é ficar com ela na casa-de-banho e convencê-la a fazer cocó, quando chora muito e diz que dói a barriga. Depois de lá ficar muito tempo sem resultado, utilizamos a fralda para ela poder evacuar raramente, quando quiser.
Apesar de todos os conselhos que lhe damos e dos mimos que fazemos, ela exige a fralda, queixa-se Interacção-B30constantemente de dor de barriga e mostra não gostar da irmã. Já consultamos médicos que nos dizem não haver qualquer dificuldade orgânica. Aconselham supositórios e clisteres que produzem cada vez menos resultado.
Poderei ter alguma ajuda?
Maria”

D. Maria,

Em resposta rápida, posso dizer que o diagnóstico pode ser o de encoprose.Saude-B
— Mas, de que serve o diagnóstico se não arregaçarmos as mangas para trabalhar com a criança a fim de lhe aliviar o sofrimento de ter de conter as fezes com dor de barriga?
— Qual o tratamento?
— Quem o prescreve, quem o executa e como?

Em primeiro lugar, lendo o seu comentário transcrito acima, posso dizer que julgo que o comportamento de amimar e ligar importância à criança quando não faz cocó na sanita, pode ser o reforço que ela deseja sentir e que, Difíceis-Bprovavelmente, não obtém em circunstâncias diferentes. Conversar e tentar fazer entender não chega. É necessário que ela sinta. A utilização de fraldas também pode ser um modo de se sentir parecida com a «usurpadora» que lhe tirou a primazia. Não interessa a verdade, os sentimentos dos mais velhos e a nossa racionalização. O importante é aquilo que a criança sente.
— Então, o que fazer?
— Recolocar esses reforços para depois de ela fazer cocó na sanita.
— Como?

Se não houver uma clínica especializada para tratamento deste tipo de dificuldades psicológicas como em alguns países, cada Psicopata-Bpsicólogo ou cada um tem de deitar mãos à obra antes que seja tarde e a situação de encoprose se «enraíze» criando dificuldades ainda maiores para a saúde da criança.

De imediato, como primeira hipótese de trabalho, posso dizer que todo e qualquer mimo, conversa de compreensão da situação, afagos, etc. deve ser eliminada logo depois e em associação com a situação de «não cocó na sanita». Mesmo que a criança chore e diga que dói a barriga, o melhor é tratá-la com «urbanidade» e não com afecto. Tratá-la como se fosse uma pessoa estranha que se dedica só à melhoria na doença e não com afecto exagerado. Isso implica deitá-la na cama, colocar-lhe um supositório, fazer massagens na barriga ou dar algum clister antes de ela se sentar na sanita e fazer cocó. Nada de comoções, mimos ou desculpabilizações. Se Depressão-Btem dor de barriga é porque está cheia e com gases. Os mesmos têm de ser eliminados o mais rapidamente possível.

Se fizer cocó, por acaso, deve-lhe ser prestada toda a atenção possível, mesmo em detrimento da irmã ou com a sua colaboração, demonstrando à mais velha que ela é importante para os pais. Neste caso, deve-lhe ser colocada imediatamente uma fralda como precaução e recompensa por ter feito o cocó na sanita como os mais velhos. Para esta alteração do momento do reforço, os pais não irão despender mais tempo e energia do que com o seu comportamento anterior «inadequado» de ansiedade e de pena.

Se isso não acontecer e enquanto durar, a atenção que lhe é prestada deve ser diminuída para surgir abruptamente quando a Imagina-Bcriança for capaz de ir à sanita. Com supositórios, massagens e clisteres não deve demorar muito tempo.

Além disso, quando houver queixas da criança de que dói a barriga, os mais velhos têm de se limitar a tratar dela e a não responder directamente às suas queixas. Devem falar de qualquer outra coisa para fazer ver que o melhor remédio para as dores é a sanita.

Estamos a utilizar aqui as técnicas de reforço, de incentivo para um comportamento saudável, de facilitação (física)  e de reforço do comportamento incompatível.

Consolidada esta situação e depois de verificar que não necessita de fraldas, podem os pais conversar com ela durante um mêsmario-70
para lhe fazer ver que não necessita das mesmas. Quando a hostilidade com a irmã diminuir com a ajuda dos pais, estes podem utilizar a criança como uma sua auxiliar para sentir que «toma conta» da irmã, mesmo que não faça coisa alguma nesse sentido.

Interessa sobremaneira que a criança tenha comportamentos adequados e não apenas a informação de que compreendeu o afecto dos pais por ela. Nesta idade, a sua capacidade de abstracção não chega para essa compreensão.

Enquanto não for publicado PSICOLOGIA PARA TODOS, o livro JOANA a traquina ou simplesmente criança?, Acredita-Bdepois de fazer mais do que uma leitura, serve para compreender bem esta situação. Por ser muito arriscada para quem não está completamente familiarizado com as técnicas e não têm condições ideais para a utilizar, deixo de mencionar a técnica de saciação (flooding ou implosive therapy) que foi por mim utilizada uma vez.

No caso de ser bem aplicada a formulação que indiquei, espero que dentro de dois meses a situação esteja resolvida promovendo um melhor relacionamento familiar.

É importante compreender a função e os efeitos do reforço bem como o momento em que o mesmo deve ser «manipulado» num sentido terapêutico.arvore

Boa sorte.

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