PSICOLOGIA PARA TODOS

BLOG QUE AJUDA A COMPREENDER A MENTE E OS COMPORTAMENTOS HUMANOS. CONSULTA-O E ESCREVE-NOS, FAZ AS PERGUNTAS E OS COMENTÁRIOS QUE QUISERES E COLABORA PARA MELHORAR ESTE BLOG. «ILUMINA» O TEU PRÓPRIO CAMINHO OU O MODO COMO FAZES AS COISAS…

Archive for the month “Outubro, 2010”

PSICOLOGIA PARA QUÊ?

Há dias, um velho conhecido, do tempo em que eu mantinha no Jornal de Queluz, em 1980, um espaço intitulado PsicologiaBiblio para quê? com informações para os leitores, perguntou-me porque razão não continuava com essa actividade, agora que deveria ter muito mais experiência do que nos primeiros tempos de clínica.
Respondi-lhe que, além de ter colaborado com outros jornais e revistas como CONHECER A PESSOA, do Centro de Psicologia Clínica e o TIL, de Portimão, estava a manter este blog com informações para quem quisesse colaborar, dando sugestões ou pedindo opiniões, apenas com um comentário em qualquer dos posts.
Além disso, estava a tentar difundir as informações através de alguns livros que vamos refundir e publicar logo que haja oportunidade e capacidade financeira.
Já que a Psicologia é tão útil e está mal difundida e compreendida, porque não tentas qualquer outro tipo de informação para aqueles que necessitam dela? – foi a pergunta quase final.mario-70
Esta pergunta deu-me a oportunidade de pensar em elaborar este post, a ser melhorado logo que possível, para explicar com maior precisão aquilo que os psicólogos podem fazer.

Quando uma pessoa tem problemas psicológicos, pode ir imediatamente ao psicólogo ou, na impossibilidade, pode tentar compreender a sua situação através de algumas leituras e aquisição de novos conhecimentos.
* Se nunca consultou um psicólogo, tente saber, em primeiro lugar, se tem carteira profissional.
* Procure avaliar a sua capacidade ou bom nome através de informações de pessoas conhecidas que já o consultaram.
* Quando se sentir confiante, siga as suas orientações e instruções.Psicologia-B
* Na primeira consulta, não o assoberbe com informações que podem não interessar no momento. Também não deixe de responder às suas perguntas com toda a sinceridade. É preferível dizer que não responde à pergunta em vez de «mentir» ou tentar distorcer a verdade. O psicólogo saberá lidar com a situação.
* Em caso de psicoterapia, esteja disponível para fazer alguns exer-cícios que, por vezes, são indispensáveis e aumentam a rapidez de recuperação, tornando-a mais eficaz e duradoura. Podem demorar apenas 5 minutos no momento de ir dormir (ver no meu anterior blog PSICOLOGIA PARA TODOS o post Profilaxia e Psicoterapia na Depressão, de 6Jun09). O que se passar depois desses 5 minutos não interessa, a não ser para o psicólogo ter conhecimento disso.
* Antes de ir para a consulta, pode experimentar fazer os exercícios indicados no post acima mencionado. Ficará mais apto a Interacção-B30responder às perguntas do psicólogo.
* Tente escolher e ler alguns livros que indicam aquilo que outras pessoas com problemas semelhantes fizeram e os resultados que conseguiram obter (ver post Livros Disponíveis, de 15Set10). A leitura dos livros com as experiências dos outros, pode ajudar a fazer uma psicoterapia eficaz, que ajude na prevenção e profilaxia no futuro, sem perder tempo nem dinheiro.
* Consulte os posts que mais interessam neste e nos outros dois blogs anteriores, escolhendo-os através do post História do Nosso Blog, sempre actualizada, de Novembro de 2009, deste blog.
* Comente qualquer post e peça informações.Joana-B
A moderação dos comentários foi introduzida por este motivo: alerta atempadamente o autor do blog para a notícia ou pedido de informação.

Com estas informações, parece-me que se está a tentar ajudar as pessoas que necessitam de aconselhamento psicológico, tornndo-o mais acessível, económico e eficaz.

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MODELAGEM E IDENTIFICAÇÃO 2

Senhor Anónimo.Biblio
Como prometi na minha resposta rápida ao seu comentário:
“Conheço uma família em que um rapaz tem medos semelhantes aos descritos neste poste mas o pai também os tem e tenta não os aparentar. Como se resolve o problema?”
vou elaborar este post para poder dar uma informação minimamente adequada, como se o caso se passasse com o rapaz do post MEDO

Antes de tudo, talvez valha a pena que consulte vários posts deste blog e, especialmente, o MODELAGEM E IDENTIFICAÇÃO, de 3Set07, do blog PSY FOR ALL (infelizmente, desactivado), o primeiro dos três blogs por mim mario-70mantidos. O segundo foi o PSICOLOGIA PARA TODOS (ainda na versão Blogspot) e o terceiro, aqui continuado, teve início com o post HISTÓRIA DO NOSSO BLOG sempre actualizada. Consultando-o, pode desde logo tentar orientar-se pela lista total dos posts que foram publicados nos três blogs.

Os processos de modelagem e de identificação são muito importantes em grande parte dos nossos comportamentos, especialmente durante a formação da personalidade. Os filhos são geralmente modelados pelos comportamentos dos pais e, às vezes, chega-se a dizer que é hereditário porque os comportamentos de ambos quase se confundem. O que de facto acontece, é os modelos estarem sempre disponíveis e os filhos tentarem identificar-se com os progenitores, geralmente, com os do mesmo sexo. Muitas vezes, um outro factor que fica Joana-Bassociado é o reforço obtido a partir dos comentários de que os filhos se parecem muito com os pais, ocasionando a moldagem. Ficam os pais reforçados porque têm os filhos parecidos consigo e os filhos entusiasmam-se porque «mantém as tradições da família».
Se os comportamentos forem bons e aceitáveis, pode ser vantajoso. E se forem maus e negativos ou neuróticos? E no caso do nosso rapaz, o que poderia acontecer se os medos continuassem a existir?

Muitos desses medos, embora adquiridos por modelagem e identificação, fazem-se sentir quase inconscientemente ficando fora do controlo, pelo que não se consegue dominá-los sem ajuda. Por este motivo, quem estiver a fazer a psicoterapia, tem de ajudar a dominar esses medos. Que melhor método do que o relaxamento com a visualização e Saude-Bevocação dos medos e a aprendizagem para os dominar?

Conversar acerca dos mesmos arranjando justificações de que os mesmos são admissíveis e aconselhando a que o próprio os domine ou não lhes ligue importância, de nada vale. Esses medos não surgem porque a pessoa quer ou porque não os deseja dominar: sente e não consegue evitar a sua influência. É pior ainda se quem fizer a psicoterapia estiver a «justificar» esses medos dizendo que houve uma modelagem ou identificação. O mais importante, é ajudar a pessoa a relaxar-se e a dominar o medo evocando-o ao nível da consciência a fim de evitar uma resposta instantânea que não passa pelo córtex frontal (ver SAÚDE MENTAL sem psicopatologia, A/149).Consegui-B

Depois desta aprendizagem, é útil que o rapaz compreenda o modo como as modelagens e as identificações podem influenciar a vida duma pessoa de forma não consciente. A Cidália, protagonista de Eu Também CONSEGUI! (C) compreendeu isso só depois de chegar a meio da sua psicoterapia.

Nestas condições, depois de se fazer uma dessensibilização conveniente, é bom que se aflorem ao nível da consciência as causas desses medos, para evitar outros no futuro. Assim, o rapaz poderá ficar imune àqueles que, por acaso, possam ter origem pelo mesmo processo.

Também seria mais útil e ainda mais eficaz, que se desse ao pai uma ajuda semelhante para reduzir os seus medos. A futura Psicologia-Bmodelagem poderia ajudar o filho ainda mais. Mas, nem sempre se consegue ter a sorte de lidar com pais como nos casos apresentados em PSICOLOGIA PARA TODOS  (F/193…)
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MEDO, TERROR, DESMAIO

Encontrei-me com um velho conhecido, assistente social, que me disse ter reparado, por acaso, no meu blog quando estava a Biblio«passear» na internet a fim de poder aconselhar uma pessoa amiga que tinha um filho com algumas dificuldades.
Explicou-me que o rapaz está a frequentar o ano de transição para a Faculdade a fim de poder entrar num curso de informática e que tem dificuldade em viajar de comboio e de estar longe de casa. Sente-se aflito, fica cheio de medo e quase desmaia. Os pais têm-se sacrificado para o ir buscar, de repente durante o dia, para o transportar de Lisboa para Cascais, visto que ele sente terror em viajar de comboio naquelas circunstâncias.

Esse meu amigo disse-me que viu também os comentários aos meus posts:
FOME OU MENTIRA?mario-70
ENCOPROSE 2
CONFLITOS e DESUMANIZAÇÃO
ENCOPROSE
e que, em função disso, chegou ao
REFORÇO DO COMPORTAMENTO INCOMPATÍVEL, de Agosto de 2008, do meu blog anterior PSICOLOGIA PARA TODOS.

Em contacto com psicólogos que trabalham com ele, que aconselharam que esse rapaz fosse acarinhado e ajudado a ultrapassar Acredita-Bas dificuldades, não sabe que conselhos deve dar aos pais. O rapaz foi apoiado em Psicologia nos últimos dois anos em consultas quase semanais e as dificuldades, embora tivessem diminuído ligeiramente no início, estão agora a aumentar de forma assustadora. Agora, até tem dificuldade em estar numa sala de aula. Disse-me também que ficou confuso com o comentário que uma psicóloga fez no post ENCOPROSE, o qual me deu ocasião para o post “CONFLITOS E DESUMANIZAÇÃO”.

Esta última informação deu origem ao seguinte diálogo entre nós:

— Se eu puder dar algum apoio a essa pessoa amiga, como devo proceder? Os pais estarão a fazer bem em ir buscar o filho a Psicopata-BLisboa quando ele telefona e diz que se sente mal nas aulas?
— Antes de tudo, julgo que os pais já o levaram ao médico a verificaram se existe algum problema orgânico.

— Já sabem que o problema é psicológico e o próprio médico aconselhou-os a procurar um psicólogo. Esteve lá dois anos e piorou.
— Mesmo que não esteja dentro do assunto, posso dizer que é provável que o rapaz necessite de fazer uma dessensiblização em relação aos seus medos e ansiedades. Julgo que é essencialmente um problema de ansiedade despertada por qualquer estímulo que desconheço e, provavelmente, do qual o próprio não tem consciência. Não deve ser tarefa fácil mas, enquanto o psicólogo estiver a fazer uma dessensibilização, que não é qualquer Maluco2aconselhamento, é imprescindível que o rapaz experimente até que ponto pode chegar o seu medo e os danos que pode causar. Se os pais forem buscá-lo à escola logo que ele telefona, é provável que a ansiedade que ele sente vá baixando com os procedimentos, tanto dele como dos pais.
Futuramente, basta ele telefonar aos pais para o problema ficar resolvido. É uma aprendizagem com reforço social negativo aleatório ou de razão variável. É o mais alienante e o que ocasiona os vícios. É por isso que se recomenda aos alcoólicos que nunca tomem bebidas alcoólicas depois do fim do seu tratamento.
O problema dele será resolvido aos poucos quando ele conseguir descobrir dentro de si (nas suas memórias) qual o estímulo que lhe provoca ansiedade. Não é fácil chegar lá, nem se pode deixar de o ter em conta, como dizia um Psicologia-Bpsiquiatra orientador do meu estágio em terapia do comportamento.
O pior que os pais podem fazer, enquanto não se chegar ao ponto de finalizar a dessensibilização, é ajudá-lo a fugir duma situação desagradável. Assim, estarão a ajudá-lo a aumentar o seu medo e ansiedade. Já experimentaram durante dois anos. Não é o suficiente? O resultado final pode ser a sua futura alienação a ansiolíticos e outras drogas, quando a situação se tornar insuportável.
Os pais, por sua vez, enquanto ele estiver a experimentar uma nova forma terapêutica, podem tentar não lhe dar o apoio para «fugir» duma situação desagradável para ele. Podem utilizar o reforço do comportamento incompatível, desviando a conversa dele, ao telefone, para assuntos relacionados com os estudos e as aulas, fazendo Interacção-B30perguntas tais como:
— Sim. Estás na escola? Já lá vamos.
— De que lado ficas à espera?
— A que horas é o intervalo?
— Qual a matéria que estás a dar?
— Não é importante?

Repara que a pouco e pouco, as perguntas foram-se afastando do assunto da ansiedade. Estas perguntas de diversão são necessárias.Consegui-B
Isso aconteceu com a Cidália (C/124) (livro Eu Também CONSEGUI!) quando ela telefonou ao Antunes a dizer que estava tão «em baixo» que iria tomar os comprimidos da mãe. Se o Antunes não lhe tivesse «dado uma curta seca» que a obrigou a desistir e não lhe tivesse feito de imediato as perguntas de diversão que ocuparam o tempo do telefonema, o que seria do tratamento que ela já estava a fazer quase por si própria?
E em que estado de espírito ficaria Filomena (livro PSICOLOGIA PARA TODOS) nos seus últimos dias de vida com um cancro terminal (F/98) se não fosse o reforço do comportamento incompatível? Provavelmente, passaria os seus últimos dias de vida «mergulhada na tristeza da sua doença» com as conversas «caritativas» e de consolação de todos os seus amigos. Alguma das conversas desses amigos reduzir-lhe-ia o cancro ou o desconforto Joana-Bprovocado pelo mesmo? Do modo como se procedeu, ele foi recordando e revivendo até com o apoio dos familiares, muitas das alegrais que tinha vivido na sua juventude.
São soluções que têm de ser adoptadas com criatividade e estão ao alcance de todos. Neste caso, os pais fazem parte do ambiente em que o rapaz está envolvido. Se não houver a colaboração deles, o caso pode arrastar-se por tempo quase indefinido. E, neste caso, pode o rapaz ficar ainda pior do que nos dois anos anteriores.
Se estiver a fazer uma dessensibilização adequada, pode demorar muito tempo até que se chegue a descobrir às «causas» que lhe provocam ansiedade, sem ele a desencadear conscientemente. Dar conselhos e mostrar que se tem pena dele, não é o caminho certo. Pode aumentar a sua angústia que não é provocada nem controlada por vontade própria. O importante é ele aprender a minimizá-la ou eliminá-la. É imprescindível treinar e conseguir. Exige tempo e muita prática da Psi-Bem-Csua parte, tanto quanto a paciência e a ajuda eficaz dos familiares.

— E se ele se sentir mal e, de facto, desmaiar na aula?
— O que acontece aos que desmaiam nas aulas sem terem os problemas do rapaz? São levados para as urgências e seguem-se os procedimentos adequados. Acontece a muita gente e o rapaz também pode «aprender» até que ponto pode sair prejudicado ou beneficiado com uma nova experiência. Se estiver a ser acompanhado pelo psicólogo, ele dirá o que fazer no momento. São acidentes naturais. Ajudar a fugir dum cenário hipotético gerador de ansiedade, pode ocasionar aprendizagem de fuga. A que preço? Até quando?
Mas, julgo que o mais importante é os pais não entrarem em pânico, nem ligarem muita importância às desditas do filho. Não estou a dizer que as devem desprezar ou menosprezar. Devem ouvir calmamente sem ligar muita importância, não aprofundar Difíceis-Ba conversa e fazer perguntas completamente diversas que despertem a atenção para factos mais importantes ou mais interessantes, como as perguntas que delineei acima. Têm de manter este procedimento pelo menos durante seis meses.
E quem me diz que não são os pais os mais necessitados de acompanhamento psicológico? Olha que o Antunes (B) (ver o livro ACREDITA EM TI. SÊ PERSEVERANTE!) reconheceu isso pouco depois de ter começado a dar apoio reeducativo à filha.
Sendo a filha a ponta do iceberg, o problema era ele próprio!

Com estas explicações, o meu amigo comprometeu-se a ler rapidamente os livros necessários para os poder aconselhar aos pais do rapaz e tentar promover a sua colaboração para a resolução deste caso. Quando me disse que gostaria de ler os livros arvoredisponíveis tive de o informar que, por enquanto, JOANA a traquina ou simplesmente criança? (D) é o substituto natural de PSICOLOGIA PARA TODOS (F) a ser publicado dentro de algum tempo. 

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FOME OU MENTIRA?

Senhores CãoPincha, Vi o vosso comentário a seguir transcrito:

“Já que se fala na estrutura e desenvolvimento cerebral, em que estádio estaremos nós agora em comparação com os suecos ou outros países nórdicos? A vida política deles está apresentada num video do You TUBEA transparência do Parlamento da Suécia”.

Será diferente da transparência «amplamente demonstrada» pelos políticos portugueses de todos os partidos? O que dirá um psicólogo que já falou em psicologia social?

Como é um assunto bastante relacionado com a situação política e governativa actual e embora me preocupe também com ela Interacção-B30como cidadão, este não é o local mais adequado para discutir o assunto. Contudo, como psicólogo posso fazer algumas considerações sobre toda a situação em termos de psicologia social.

Antes de tudo, parece-me que quase todos concordamos com a insatisfação geral sentida pela grande maioria da população. Está bem patente nas atitudes e comportamentos de quase todos os que vemos andar nas ruas deste País. Ninguém se conforma com a situação a que o país chegou, por culpa dos que governam e que a atribuem à crise financeira mundial.

Ontem, um amigo meu, médico especialista aposentado há 10 anos, com quem não me encontrava há muitos anos, desabafou Psicologia-Bcomigo: — Tu já viste ao que chegou este País? Andávamos nós a queixar-nos de Salazar. Andei eu a dar tirinhos no Quartel de Beja para ver se alguma coisa mudava. É verdade que mudaram as moscas. E o resto? Estamos a ficar cada vez pior e a aumentar os vigaristas que tomam conta da governação. Não há vergonha. Agora, seria necessária uma metralhadora, em vez de espingarda, para varrer todos aqueles que nos prejudicam.

Ao despedir-se de mim, recomendou que fosse ao GOOGLE e You TUBE para ver A transparência no Parlamento da Suécia. É o mesmo de que os CãoPincha falam no comentário acima transcrito. O que lá vi e ouvi, quase de relance, deixou-me ligeiramente preocupado em relação aos desmandos que se verificam cá e que se vão descobrindo dia após Saude-Bdia.

Suponho que estamos a ficar cada vez mais assoberbados com encargos de diversa ordem, incluindo o aumento do custo de vida, enquanto as receitas diminuem e não deixam espaço de manobra para uma existência decente. A nossa motivação principal, isto é, de todo o ser animal e, especialmente do ser humano, é conseguir viver o melhor possível. A partir das necessidades básicas de comida, bebida, sono, a nossa segurança é a seguinte.  O resto, conforto, etc. fica para depois.

Falando na hierarquia das necessidades, quando em relação à segurança e especialmente à subsistência (necessidades básicas) chegamos ao limite da impossibilidade de a obter, não podendo conseguir fugir desta situação, o sujeito entra em Depressão-Bfrustração e procura dar uma resposta, escolhendo uma de várias hipóteses. Entre estas hipóteses existe a possibilidade de se deixar sucumbir perante os acontecimentos, isto é, entrar em depressão.

Julgo que o aumento desta «doença», amplamente divulgado há pouco, já era de prever. O mal é a depressão ser tão grande que a pessoa possa entrar em depressão aprendida e «não reagir», passando a ser um fardo para a sociedade, quer em apoio quer em medicamentos… Outra hipótese é o «deslocamento» que, na impossibilidade de agredir o «inimigo», leva o indivíduo a lesar outros que não são os causadores directos do seu desconforto ou sofrimento. São respostas deslocadas.

Neste aspecto, pode-se prever um aumento de roubos, assaltos, etc. Para os evitar, contrariar ou reduzir, torna-se necessário Respostas-B30que existam forças de contenção ou de ataque. Na situação actual, haverá forças suficientemente motivadas e equipadas para executar esta tarefa? Ouvindo os noticiários, parece que os meios governamentais estão mais preocupados em equipar bem os gabinetes e transportes dos dirigentes do que os meios operacionais destinados a estas forças. Além disso, enquanto os vencimentos dos dirigentes são avultados, os dos funcionários operacionais são considerados muito baixos.

Ainda outra hipótese é arranjar justificações para aceitar a situação como boa e inevitável. É o que os governantes estão a utilizar e o que aconteceu ao longo de muitos anos. Aconteceu nos tempos iniciais de Salazar assim como nos últimos 30 anos. Andámos sempre à espera de melhores dias até que deparamos com a situação do Acredita-Bmomento, inesperada e inaceitável para os muitos dos que sentem aumentada a desigualdade entres as diversas classes sociais.

Já que não existe a possibilidade de apresentar, ver ou sentir esta situação actual como prenúncio de um futuro melhor e muito mais promissor, resta ainda uma outra hipótese: a de atacar o «inimigo». Na conjuntura actual, o «inimigo» está perfeitamente identificado: os políticos e os governantes. Os seus discursos e acções parecem estar em contradição provocando no POVO um efeito de dissonância cognitiva (K). Como não é fácil investir contra os governantes, os descontentes têm de resolver o conflito (ataco ou não, a que custo?) ponderando todas as hipóteses de vantagem e desvantagem da acção a desencadear.Consegui-B

Escrutinadas todas estas vantagens e desvantagens, se e quando a situação chegar ao limite máximo do intolerável, pode surgir uma acção, à medida que a base dos descontentes for engrossando. Já aconteceu. Porém, como se verificou ao fim de alguns anos que não deu o resultado esperado e desejado, pode ser que as pessoas se desencorajem de entrar noutra «aventura» semelhante.

Porém, essa revolta ou «revolução» deveu-se mais a um descontentamento militar do que a um genuíno levantamento popular. Com a falta de cultura política que existia no país, a governação orientada por diversas ideologias e partidarismos políticos deu mau resultado. Poucos desses políticos se preocuparam com as necessidades e anseios do POVO. E Organizar-Bquem morreu ter-se-ia preocupado? Como agora o descontentamento popular parece ser maior do que algum descontentamento militar que também possa existir, «a panela pode entrar em ebulição e a tampa pode saltar».

Uma multidão constituída por pessoas famintas, desesperadas e desorientadas, pode ser encaminhada duma determinada maneira e num determinado sentido, por indivíduos que a queiram explorar em seu proveito. Isso pode dar origem a consequências pouco previsíveis. Indivíduos desses não devem faltar no País e muito menos em cada um dos partidos que se dizem democráticos. Conseguir o apoio de uma multidão que vai engrossando cada vez mais, dia após dia, não deve ser difícil. É bom que tudo isto seja tido em conta e em devido tempo.Psicopata-B

Se os pais da JOANA não tivessem tido juízo em tempo oportuno, o que seria daquela pobre rapariga que não tinha solicitado a ninguém a sua vinda a este mundo? Foram vários conflitos que os pais da Joana tiveram de resolver. Houve cedências de parte a parte e uma acção concertada pelo bem da criança. Se isso não acontecesse, o que seria dela quando entrasse na adolescência e atingisse a maioridade? Casos desses já foram relatados (Cidália) (C) e continuarão a ser em PSICOLOGIA PARA TODOS (F).

O que fazem os partidos a não ser combaterem-se uns aos outros sem dar ao POVO a satisfação de saber a verdade dos factos? Que exemplos de honestidade, poupança e sentido de estado dão os dirigentes políticos? São combustíveis eJoana-B rastilhos a mais para provocar uma explosão. É o que se pode prever em psicologia social a não ser que as pessoas, já suficientemente «martirizadas» entrem em «depressão aprendida» e não reajam dando aos políticos o benefício da dúvida ou da indiferença. É um conflito que o POVO irá resolvendo, apesar da dissonância cognitiva em que possa estar envolvido: “morrer com fome ou com mentiras?”                                                                                                                                            
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ENCOPROSE 2

Exmª Srª Anónima, amiga da «Júlia»Biblio
Acabei de receber a sua longa carta que, conforme seu desejo, com a cosmética julgada essencial, vai ser transformada em novo post que possa servir outras pessoas.

“Já o conheço há longa data desde que tive de ir à sua consulta na Infante Santo (Centro Médico de Diagnóstico), Lisboa. Aí, ouvi muito boas referências a seu respeito. A minha única filha tinha dificuldades escolares. Depois de ficar devidamente esclarecida em relação ao assunto e com a indicação da bibliografia adequada, os técnicos locais conseguiram dar-lhe apoio durante algum tempo enquanto o meu marido esteve vivo. Quando, passado pouco tempo, o meu marido morreu, Imagina-Bcomo vivíamos muito longe de Lisboa ou de qualquer cidade, o apoio foi suspenso e a minha filha começou a trabalhar numa mercearia.

Ela casou-se ainda nova e pouco preparada para esta nova fase da vida. Agora, parece que às vezes surgem dificuldades entre o casal. A filha está muito tempo na mercearia e o marido é pouco caseiro. Sempre os ajudei porque ganham pouco e como agora consegui um bom emprego na hotelaria, no Algarve, deixei o casal na casa da família e mudei de residência.

Este ano, por causa dessas dificuldades, o casal resolveu passar alguns dias no Algarve, «aliviando-se» do Difíceis-Bfilho ao meu cuidado.

Depois de estar cerca de uma semana com o meu neto de quase 6 anos, verifiquei que ele se queixava muito de dor de barriga e que não evacuava. Fui ao médico que me aconselhou que lhe dessem muita água a beber, laxativos, clisteres e que usasse também supositórios. Nada disso deu resultado durante cinco dias. Com as dores que ele dizia sentir e que o faziam chorar, a falta de evacuação, deixou-me com a cabeça às voltas.

A «Júlia» e eu falávamos, de vez em quando, de modo a que o neto ouvisse, no benefício de beber água Psicologia-Bquando estávamos com dor de barriga. Isso até nos ajudava a ir para a casa de banho e deixar de sentir dores.

Comecei a observar bem o comportamento do neto e verifiquei que ele se afligia com a minha ausência durante o meu trabalho ficando a cargo da «Júlia». Também se afligia e ficava inquieto e irrequieto enquanto a mãe não lhe telefonava todas as noites. Como a «Júlia» tinha em seu poder muitos livros da sua autoria, resolvi começar eu própria tentar resolver o assunto quando ela me disse que tinha acabado de ver no seu blogue, em princípios de Setembro, um post sobre ENCOPROSEPsicopata-B

No meu dia de folga, dei clister ao meu neto logo de manhã. Depois do almoço apliquei um supositório. Dei-lhe um laxativo e verifiquei que não evacuava. Ao jantar, insisti que comesse bastante um prato que tinha preparado e de que ele gostava muito. Quando começou a queixar-se de dor de barriga, recomendei que bebesse bastante água que também nos alivia as dores. Depois de beber água, disse-lhe que não fazia mal sentar-se na sanita para eu lhe fazer umas massagens no lado direito do estômago. Isso aliviava as dores. Com menos dores, até poderia atender melhor o telefonema da mãe. Maluco2

Enquanto fazia as massagens, sem nunca falar nas suas dores ou dificuldades, ia conversando com ele acerca das suas brincadeiras e dos divertimentos de que a mãe podia estar a gozar. Com a distracção assim ocasionada, começou a dejectar com dificuldades até terminar quase com uma diarreia.

Felicitei-o pelo acontecimento e telefonei imediatamente à «Júlia» a contar a «proeza» do meu neto e a convidá-la para irmos a um café depois do telefonema da minha filha. neuropsicologia-B

Quando a «Júlia» chegou, deixei os dois na sala e levei o telefone para o quarto dizendo que tinha de falar para o hotel onde trabalhava. Pedi ao chefe que me dispensasse do serviço nos dois ou três dias seguintes porque me sentia muito engripada e não queria transmitir o vírus aos clientes.

Logo que a minha filha telefonou, contei-lhe rapidamente o facto e disse-lhe que tinham de ter muito cuidado com a quantidade e qualidade de atenção que dispensavam ao filho. Depois, enquanto ia para a Acredita-Bsala com o telefone na mão, fui contando, de novo à minha filha, muito entusiasticamente, o sucesso que o neto tinha obtido e que devia também ser comemorado com o pai.

Felizmente, tanto a minha filha como o marido falaram com o meu neto, felicitando-o pelo facto de ter sido capaz de ir à casa de banho sem ajuda.

Logo depois do telefonema, fomos tomar uma bebida e o neto ficou a comer um gelado de que sempre gostou. Estávamos todos a falar dos benefícios de beber bastante água e de ir à casa de banho para aliviar as dores de barriga ou até nunca as sentir. Continuei assim nos três dias seguintes, «engripada», Consegui-Bfazendo companhia ao neto até os pais regressarem.

Tive de avisar imediatamente a minha filha de que tanto ela como o marido necessitavam de prestar mais atenção ao filho, especialmente enquanto as relações entre os pais não se consolidassem.

Ela compreendeu e informou-me que agora as coisas deveriam ficar melhor entre os dois porque, nos últimos dias tinham discutido amigavelmente o assunto e descoberto os malefícios que poderiam provocar no filho. A encoprose dele tinha sido apenas um aviso de possíveis males futuros. Psi-Bem-C

Agora que li o seu novo post CONFLITOS e DESUMANIZAÇÃO, resolvi escrever esta carta que pode ser utilizada como entender. Aquilo que eu digo sobre este assunto, pode ajudar outras pessoas que, como nós, não temos à mão outros remédios a não ser clisteres, supositórios, laxativos e água. Convencemo-nos que não há mais nada a fazer!

O funcionamento dele na escola e o relacionamento melhoraram muito em comparação com os últimos Joana-Bmeses do ano anterior.                                                                         
…                                                                                          
Boa sorte  para todos.                                                                                                                                                   

Da minha parte, devo apenas recomendar que, se necessário, além da  informação nos posts, seja consultado o livro JOANA a traquina ou simplesmente criança?  enquanto não for publicado o PSICOLOGIA PARA TODOS.

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Para tirar o máximo proveito deste blog, consulte primeiro o post inicial “História do nosso Blog, sempre actualizada”, de Novembro de 2009 e escolha o assunto que mais lhe interessa. Depois, leia o post escolhido com todos os comentários que são feitos. Pode ser que descubra também algum assunto acerca do qual nunca tivesse pensado.

CONTEÚDO DAS OBRAS

Este post, preparado por sugestão da última comentadora do post LIVROS DISPONÍVEIS, é dedicado à explicação resumidaBiblio do conteúdo das nossas obras que compõem a colecção dos 17 livros da BIBLIOTERPIA (Q).
Enquanto algumas foram indicadas nos posts,
Algumas das obras ainda não foram publicadas, mas à medida que o forem, serão mencionadas no post LIVROS DISPONÍVEIS, de 15 de Setembro de 2010, assim como na página de Biblioterapia no facebook.
Recomenda-se, por isso, que o leitor consulte as diversas publicações que o ajudarão a compreender melhor e a aplicar com precisão os conceitos apresentados, eventualmente utilizadas nos «casos» e nas «situações» mencionadas.

Em cada situação, quando se faz, por exemplo, menção a (E/32) fica automaticamente dito que vale a pena consultar a página 32 do livro Eu Não Sou MALUCO! indicado a seguir com a letra (E).

SAÚDE MENTAL, sem psicopatologia (A)Saude-B 
(Calçada das Letras, ISBN 978-989-95728-0-5)
A boa saúde mental é importante. Porém, a fim de a promover e preservar, é necessário conhecê-la e avaliar os perigos que enfrenta. Saber o que é a psicopatologia ou a «doença mental», descobrir as suas origens, causas, modos de reconhecer e diagnosticar e formas de a combater ou evitar, é o objectivo deste livro escrito numa linguagem muito simples. Destina-se a todos e especialmente aos que não teriam estes conhecimentos de outro modo, para se precaverem dum mal que pode ser evitado ou combatido se for prematuramente reconhecido.

ACREDITA EM TI. SÊ PERSEVERANTE! (2ª ed.) (B)Acredita-B
(Desequilíbrio psicológico? A autoterapia possível!)
(Centro de Psicologia Clínica, ISBN 978-972-725-029-5)
«Caso» do Antunes:
Antunes, funcionário muito competente numa instituição financeira, casado, com bom relacionamento conjugal, pai de uma filha, via-se a braços com o insucesso escolar dela, sem saber o que fazer.
O diferendo entre ele e a mulher (consulta de neurologia ou psicologia para a filha?), deixava-a permanentemente ansiosa, enquanto ele entrou em depressão, foi medicado, mas não continuou com a medicação por se sentir ainda pior quando a tomava.
Porém, um esclarecimento adequado, o «trabalho» dele com a filha para a ajudar nas tarefas escolares, a leitura de alguns livros e a prática de relaxamento e imaginação orientada, deram resultados mais do que satisfatórios fazendo com que até a harmonia e as relações conjugais melhorassem surpreendentemente e ele conseguisse arquitectar um plano de profilaxia para toda a família.
Quem «ganhou» com tudo isto foi ele, além da filha e da mulher. Enquanto fazia a sua profilaxia e a da sua própria família, o seu rendimento profissional melhorou, foi promovido e a vida começou a ter contornos mais agradáveis do que anteriormente.

Eu Também CONSEGUI! (C)Consegui-B
(Psicoterapia expedita e eficaz)
(Centro de Psicologia Clínica ISBN 978-972-725-028-8)
«Caso» da Cidália:
Relato da psicoterapia de uma profissional de Comunicação Social, com instrução superior e um bom nível intelectual e profissional. Foi-lhe dada uma ajuda mínima pelo psicólogo, mas existiu muito treino e força de vontade da interessada, que conseguiu deixar de se alcoolizar e de ter relações sexuais promíscuas.
No final da psicoterapia, durante a qual relembrou a vida social e sexual promíscua, inadmissível e incongruente dos pais, a Cidália não só conseguiu dar um novo rumo à sua vida académica e profissional, como se preparou para a constituição duma família com bases de sólido equilíbrio afectivo e emocional.

JOANA, a traquina ou simplesmente criança? (D)Joana-B
(Centro de Psicologia Clínica, ISBN 978-972-725-030-1)
Relato do caso de numa família em que «Joana», a principal protagonista, vivia apenas com o pai porque a mãe, desgostosa com o tipo de educação que ele pretendia dar à filha, se tinha afastado do marido sob o «pretexto» (só para a filha) de ter sido transferida para uma localidade distante. Está ficcionada com respostas dadas durante mais de dez anos de consultas a atender crianças e seus pais.
Trata da modificação do comportamento, educação e desenvolvimento da criança entre os 6 e os 18 anos.
Um transporte público tão comum como o comboio, serviu de palco de actuação para a modificação de comportamento realizada com uma criança de 7 anos de idade. Com a aprendizagem dessas técnicas, feita tanto pelo pai como pela filha, por modelagem e moldagem, um casal em vias de «des-união» deu os primeiros passos para a sua «re-união» e aumento da família.
A estratégia utilizada pelo quase psicólogo que estava a aprender a utilizar as técnicas de modificação do comportamento e que se tornou amigo da família, mostra o modo como até as crianças podem aprender a utilizar essas técnicas na vida prática do dia-a-dia.

Eu Não Sou MALUCO! (E)Maluco2
(Centro de Psicologia Clínica ISBN 978-972-725-031-8)
«Caso» do Júlio:
Relato da psicoterapia feita quase à distância com um treino inicial mínimo e muita explicação dada em mesa de café mas muita prática do próprio que se sentia frustrado por não ter conseguido estudar em tempo oportuno. Todo este trabalho do próprio redundou numa melhoria da sua situação laboral e no prosseguimento de estudos conduzindo o protagonista a uma posição profissional, social e económica invejável.

PSICOLOGIA PARA TODOS (F)Psicologia-B
(Centro de Psicologia Clínica, ISBN 978-972-725-…-.)
Noções básicas da ciência do comportamento englobando teoria, técnicas, prática, descrição de casos e previsão. Apresenta-se aqui a utilização dos conhecimentos da psicologia na vida prática e no bem-estar pessoal.
Se não encontrar este livro, pode utilizar, em sua substituição, os 5 volumes de COMO MODIFICAR O COMPORTAMENTO – teoria, prática, técnicas, «casos», previsão (Plátano Editora) ou
A PSICOLOGIA NO DIA-A-DIA (O USO SOCIAL DA PSICOLOGIA) (Clássica Editora)

PSICOPATA! Eu? (G)Psicopata-B
(Centro de Psicologia Clínica, ISBN 978-972-725-…-.)
«Caso» do Joel:
Filho de pais separados, foi educado por uma avó que o internou num colégio donde saía só nas férias. Não tinha amigos a não ser um cão que brincava com ele no pátio de recreio do internato. Começando a namorar uma rapariga «adoptada» que vivia no apartamento fronteiro ao da avó, tentou matá-la por três vezes por se sentir rejeitado e traído.
Passado algum tempo, depois de ter sido diagnosticado provisoriamente por um psiquiatra como Psicopata e de ter conseguido montar uma pequena actividade empresarial, encontrou o psicólogo que o ajudara inicialmente e perguntou-lhe, muito admirado:
– Psicopata. Eu?
E tinha toda a razão.

COMBATA A DEPRESSÃO POR SI PRÓPRIO (H)Depressão-B
(Centro de Psicologia Clínica, ISBN 978-972-725-…-.)
«Casos» da Isilda e da «nova paciente»:
A Isilda tentou suicidar-se por «males de amor» com comprimidos utilizados pela mãe, quando o namorado a trocou por outra.
Foi apoiada regularmente em ambiente hospitalar durante alguns meses. Contudo, só com o seu forte empenho em praticar em casa os exercícios de relaxamento que lhe eram recomendados, «mandou às malvas» a ideia de suicídio logo que conseguiu ter um namorado «de confiança» para constituir família.
A «nova paciente», com um nível académico muito avançado, casada, com um filho, tinha dificuldades no relacionamento conjugal.
Apesar de estar numa fase avançada de pós-doutoramento, sentia imensas dificuldades tanto na preparação da matéria como na docência.
Diagnosticada também como depressiva, sob uma forte medicação, leu a experiência da Isilda e, não podendo fazer no consultório, na totalidade, mais do que três curtos períodos entre consultas e relaxamento, foi praticando em casa os exercícios aprendidos até conseguir prescindir completamente dos medicamentos, resolver as dificuldades com o ex-marido, melhorar na esfera académico-profissional e preocupar-se com a profilaxia a fazer com o seu único filho.
Se a psicoterapia desta «nova paciente» fosse realizada individualmente apenas no consultório, ter-se-iam efectuado cerca de 30 a 40 períodos. Na situação real, com a boa compreensão e colaboração da paciente, ela despendeu o tempo de pelo menos 500 períodos de treino em casa, acrescidos de 3 períodos no consultório para atingir um resultado surpreendente.
Se não encontrar este livro pode utilizar
DEPRESSÃO? Não Obrigado! (HUGIN, ISBN 972-8310-64-5).

NEUROPSICOLOGIA NA REEDUCAÇÃO E REABILITAÇÃO (I)neuropsicologia-B
(Centro de Psicologia Clínica, ISBN 978-972-725-…-.)
Mais de 45 anos de prática na reeducação e integração de crianças deficientes estão descritos neste livro que tenta demonstrar como se podem utilizar as «ferramentas» baseadas na neuropsicologia que, mesmo sem esta designação, foi sempre utilizada para uma reeducação e integração eficaz das crianças com dificuldades.
Se não encontrar este livro, pode utilizar, em sua substituição:
SUCESSO ESCOLAR (Plátano, 2ª ed., ISBN 972-707-052-3)
APOIO PSICOPEDAGÓGICO (Plátano, ISBN 972-707-078-7)
REEDUCAR COMO? (Plátano, ISBN 972-770-208-2)

IMAGINAÇÃO ORIENTADA (J)Imagina-B
(Centro de Psicologia Clínica, ISBN 978-972-725-???-?)
Apresentação, em diálogo, dos fundamentos da prática psicoterapêutica utilizada durante mais de 35 anos. Em quase todos os «casos» apresentados, foram utilizadas as técnicas de terapia do equilíbrio afectivo e da imaginação orientada.
A descrição dos seus fundamentos, evolução, modos de actuação e resultados conseguidos, utilizando o formato de um diálogo com um amigo, destina-se a ser percebida por todos os que não têm uma formação específica em psicoterapia ou mesmo em psicologia. É fundamental que todos compreendam a razão de determinados treinos e pressupostos utilizados numa psicoterapia que pode ser muito fácil e vantajosa para o próprio, servindo também de profilaxia.
O livro também dá respostas às variadas situações de consultas de psicologia, exames de nível intelectual, personalidade, psicopatologia, neuropsicologia, selecção profissional e vocacional, apoios psicopedagógico e psicoterapêutico, psicanálise, modificação do comportamento, logoterapia, hipnose, imaginação orientada, utilização da psicologia na política, empresas, promoção e publicidade.
Esclarecem-se assim muitos dos actos praticados em Psicologia e que são mal interpretados ou desconhecidos do público em geral, desfazendo-se confusões muito comuns na nossa sociedade.
Assim, a partir duma longa conversa com um psicólogo amigo e de muitas leituras, o Antunes conseguiu dar novo rumo à sua vida apoiando a filha na reeducação e ensaiando consigo a autoterapia (B) (P).
Enquanto não encontrar este livro, pode utilizar, em sua substituição:
PARA QUE SERVE A PSICOLOGIA? (PLÁTANO, ISBN 972-770-303-8) que se refere apenas à última parte aqui mencionada.

INTERACÇÃO SOCIAL (K)Interacção-B30
(Centro de Psicologia Clínica, ISBN 978-972-725-…-.)
Noções básicas da Psicologia Social com a descrição dos fenómenos psicológicos e de interacção em grupos e em sociedade
Enquanto este livro não por publicado, existe o recurso a:
O HOMEM EM SOCIEDADE – Aspectos Psicossociológicos
(PLÁTANO, ISBN 972-707-372-7).
DO CONFLITO À GESTÃO E À DECISÃO NEGOCIADA
(PLÁTANO, ISBN 972-707-331-X).
INTERACÇÃO HUMANA (HOMEM SOCIEDADE, ORGANIZAÇÃO) (apontamentos do Centro de Psicologia Clínica)

PSICOTERAPIAS BEM SUCEDIDAS – 3 «casos» (L)Psi-Bem-C    
(Centro de Psicologia Clínica, ISBN 978-972-725-…-.)
É um livro que descreve as psicoterapias realizadas em 4 «casos» satisfatoriamente resolvidos.
O primeiro, é o «Caso» da Cristina:
A Cristina, com curso superior e uma boa profissão, filha única de pais relativamente «bem instalados na vida», tinha dificuldade em lidar com outras pessoas. Isto repercutia-se negativamente na sua carreira profissional e no relacionamento social com colegas e clientes, apesar de ela não assumir que tinha essas dificuldades.
O tempo utilizado na sua psicoterapia (dissimuladamente, em casa dela), foi de 210 horas (que seriam 420 períodos se fossem no consultório). O resultado foi muito encorajador e serviu como profilaxia para o futuro.
Se a psicoterapia individual fosse realizada apenas no consultório, com pleno consentimento, compreensão e colaboração da paciente, o número de períodos não excederia 100, em vez dos 420 períodos realizados em sua casa.
Houve necessidade de que ela praticasse o relaxamento em casa e isto deu-lhe capacidade de profilaxia e prevenção não só em relação ao casamento mas ainda em relação à educação dos futuros filhos.
O segundo, é o «Caso» da Germana:
Empregada de escritório, solteira, estava «amigada» com «tal», um indivíduo casado que a tratava com pouca deferência e de quem ela não conseguia «livrar-se» por sua própria incapacidade.
A psicoterapia foi efectuada individualmente no consultório. Para que surtisse um resultado satisfatório e duradouro, houve necessidade de fazer 44 períodos que foram acrescidos de cerca de 500 períodos de treino em casa. Se houvesse uma melhor compreensão e uma maior colaboração inicial, o número de períodos no consultório poderia ter baixado de 44 para 35. Se porventura, não houvesse treino em casa, o número de períodos no consultório seria, seguramente, superior a 100, em vez de 44.
A Germana teve de interromper a psicoterapia antes de a finalizar, por motivos de força maior, mas esses motivos foram muito bons e válidos!
O resultado foi ela deixar o «tal» e casar com outra pessoa, também com dificuldades emocionais, a quem ela conseguiu ajudar imenso na sua recuperação.
O terceiro, é o «Caso» do Januário:
O actual marido da Germana, de quem tem dois filhos, esteve muitos anos com desequilíbrios emocionais muito acentuados e sujeitou-se à quimioterapia, psicoterapia e psicanálise, ficando desiludido com toda essa experiência e com os péssimos resultados atingidos.
Sem saber mais nada a não ser as vantagens do relaxamento explicadas pela Germana, fez o equivalente a cerca de 1500 períodos de treino em casa.
Depois, mesmo sem uma compreensão adequada das causas do desequilíbrio psicológico, bastaram apenas 20 períodos no consultório, acrescidos de 30 fora do mesmo, em conversa de café, para atingir um resultado óptimo e duradouro.
Enquanto não encontrar este livro, pode utilizar, em sua substituição:
SUCESSO NA VIDA! Por que Não?
(PLÁTANO, ISBN 972-770-223-6) (Como «EDUCAR» Hoje, da Hugin).
STRESS? Reduza-o já!
(PLÁTANO, ISBN 972-707-284-4).
PSICOTERAPIA Para Quê?
(PLÁTANO, ISBN 972-707-301-8).

PSICOTERAPIAS DIFÍCEIS  (M)  Difíceis-B  
(Centro de Psicologia Clínica, ISBN 978-972-725-…-.)
Caso do «Mijão»
Um empresário de sucesso emigrado para a Venezuela ainda «molhava a cama» aos 25 anos de idade, depois de casado e com filhos. Envergonhado e sem outro recurso senão aguentar a situação, foi-se desenvencilhando até conseguir que um psicólogo o ajudasse a reduzir a sua «dificuldade» paulatinamente e com muita perseverança, socorrendo-se de muitos exemplos de outras pessoas mais jovens e com a prática que era necessária da sua parte. As técnicas de modificação do comportamento deste caso, foram utilizadas posteriormente com uma criança conhecida dum seu amigo de infância. De extrema utilidade e de fácil aplicação, são um dos meios psicoterapêuticos de maior divulgação nos Estados Unidos da América e nos países de expressão anglófona.
Caso do «Calimero»
Caso da «Perfeccionista»
Caso do «Pasteleiro»
Enquanto não encontrar este livro, pode utilizar, em sua substituição:
MOLHAR A CAMA NÃO INTERESSA!
(PLÁTANO, ISBN 972-707-311-5).

COMPORTAMENTO NAS ORGANIZAÇÕES (N)Organizar-B
(Centro de Psicologia Clínica, ISBN 978-972-725-…-.)
A utilização dos conhecimentos da Psicologia Social é extremamente necessária tanto na interacção social como no comportamento organizacional. É o que se vai discutir ao longo das páginas deste livro que trata das falhas organizacionais e dos mecanismos apropriados para que numa empresa se possam utilizar os conheci-mentos da Psicologia para o bem-estar de todos, complementado pela alta produtividade dos seus membros.
No funcionamento do marketing e da venda, também se torna importante utilizar os mecanismos de interacção e «influência».
Todo o «produto» destina-se a ser consumido e, para tal, deve ser apresentado ao consumidor com o realce de todas as suas virtua-lidades. Se o vendedor ajudar o comprador a escolher bem o produto que mais lhe interessa, não será este um modo de «fidelizar» a clien-tela?
Por fim, o sindicalismo, bem constituído, alargado a todos os trabalhadores e a defender os seus direitos e regalias em conjugação com o patronato, deve ser um dos meios de defender e ajudar a apoiar uma classe que é de extrema importância tanto para o bem-estar social como material no mundo actual.
Enquanto não encontrar este livro, pode utilizar, em sua substituição:
FALHAS ORGANIZACIONAIS (Clássica Editora, ISBN 972-561-261-2).
HUMANISMO NA GESTÃO – Eficiência e Produtividade
(Clássica Editora, ISBN 972-561-235-3).
MARKETING E VENDA (Clássica Editora, ISBN: 972-561-271-5 )
SINDICALISMO. Que Futuro? (Clássica Editora, ISBN: 972-561-240-X )

RESPOSTAS sobre PSICOLOGIA (O)Respostas-B30
(Centro de Psicologia Clínica, ISBN 978-972-725-???-?)
Conjunto de respostas dadas verbalmente ou por escrito, como num consultório ou em conversa informal, para esclarecer pessoas interessadas em saber algo sobre fenómenos e dificuldades psicológicas, psicopatológicas, défices, reeducação, psicopedagogia e psicoterapia.

AUTO{psico}TERAPIA (P)
(Centro de Psicologia Clínica, ISBN 978-972-725-032-5)
Manual explicativo, resumido, conciso e ordenando com os procedimentos necessários para que cada um faça a sua mario-70psicoterapia de forma autónoma ou com pouca intervenção do psicólogo.
Destina-se a resolver alguns problemas psicológicos orientando os passos necessários para uma recuperação ou remissão total.
Está seccionado em três partes.
rólogo
1ª parte       Registo de Autoavaliações
Relaxamento Muscular
Relaxamento Instantâneo
Diário de Anotações
Autoanálise
Relaxamento mental
Imaginação Orientada
2ª parte       Continuação da AutoTerapia
E no futuro?
Prevenção e Profilaxia
3ª parte       Provas de Autoconhecimento
Resumo do Conteúdo das Obras Indicadas
Bibliografia

A primeira parte, que termina no capítulo “Imaginação Orientada”, destina-se essencialmente a quem deseja tentar resolver rapidamente o seu problema sem se importar com uma recaída futura.
A segunda parte, a iniciar no capítulo “Continuação da AutoTerapia”, é dedicada aos que desejam resultados sólidos e duradouros e querem ficar prevenidos pensando no futuro.
A terceira parte, a começar no Resumo do Conteúdo das Obras Indicadas, fica reservada a quem pretende ajudar-se a si próprio, além de proporcionar um bom ambiente à sua volta, difundindo os novos conhecimentos adquiridos, bem como as experiências vividas.
Por fim, as Anotações relembram sequencialmente tudo o que é necessário para uma boa recuperação e divulgação desta técnica.
Embora grande parte da matéria contida neste livro tenha sido quase toda explanada resumidamente em várias publicações, a sua conglomeração neste livro, destina-se a coordenar, ordenar e resumir o essencial numa psicoterapia orientada por cada um.

Todas estas publicações podem ser adquiridas
contra reembolso através dos CTT, mediante envio de pedidosarvore
para o e-mail: mariodenoronha@gmail.com
ou solicitadas através de comentário, com endereço, neste blog
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É aconselhável consultar o ÍNDICE REMISSIVO
de cada livro editado em post individual

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