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DISSONÂNCIA COGNITIVA

 ComentárioJoana

“Sabendo que tínhamos adquirido e estávamos a ler “JOANA a traquina ou simplesmente criança?”, duas pessoas do nosso grupo quiseram que lhes explicássemos melhor os conceitos de extinção e de dissonância cognitiva e, se possível, a sua aplicação na vida prática.
CãoPincha

Em função deste comentário, foram dadas algumas explicações relacionadas com a extinção.
Vamos tratar agora da dissonância cognitiva.

Continuamos a presumir que além do Índice Remissivo, os comentadores já leram de novo, depois do post anterior, grande parte do livro “JOANA a traquina ou simplesmente criança?”

Tratando agora da dissonância cognitiva, podemos dizer que ela é produzida pela existência ou aparecimento de duas ideias antagónicas dadas como certas. Não existe o confronto de uma com a outra, mas sim a afirmação de que essas ideias ou factos Psicologia-Bantagónicos são igualmente verdadeiros.
Como é que podemos admitir que duas verdades antagónicas estejam certas ao mesmo tempo? É uma incongruência. Um comboio não pode ter uma velocidade de 100 e 60 quilómetros ao mesmo tempo. Pode ter antes ou depois mas nunca ao mesmo tempo. Se nos disserem que tem essas duas velocidades em simultânio ficamos desorientados.

Com que coerência podemos admitir, por exemplo, que um objecto esteja totalmente por cima da água e, ao mesmo tempo, por baixo da água? Se for um barco, pode estar parte em baixo e parte em cima, mas se for um outro objecto, ou flutua ou se afunda. Quando dizemos que esse objecto se afunda e também flutua, estamos a criar uma dissonância Interacção-B30cognitiva. A pessoa que ouve isso já não sabe em que verdade deve acreditar.
Isto acontece frequentemente com determinados conceitos que os pais exprimem e são contraditórios. Em quem ou em que conceitos devem acreditar os filhos, que colocam os pais em posição de igualdade? Acreditam no pai ou na mãe? Não ficarão desorientados se acreditarem nos dois progenitores da mesma maneira?
Às vezes, por uma questão de «economia» ou salvaguarda do equilíbrio pessoal, não será melhor acreditar num deles e desacreditar o outro a fim de não se entrar em dissonância cognitiva? Deste modo, podem também não acreditar em nenhum deles e construir uma «verdade» sua, às vezes, completamente diferente da realidade. E que lógica e coerência irão utilizar no futuro? Será alguma paralógica própria do esquizofrénico? Se forem crianças com a personalidade ainda não estruturada, que tipo de personalidade irão desenvolver?Consegui-B

Em “JOANA a traquina ou simplesmente criança?” há um capítulo dedicado a este tema (43-50) e se lermos o livro com cuidado, descobrimos que existem várias ocasiões em que se verificam situações de dissonância cognitiva.
Por exemplo, a educação de permissividade do pai e a de exagerada restrição da mãe, é um facto a ter em consideração para a educação duma criança de 6 ou 7 anos. Devia seguir os conselhos do pai ou da mãe? Ainda bem que estavam separados e assim, podia satisfazer os dois estando, em cada momento, longe de um dos progenitores.
O episódio da pasta para guardar os desenhos que ia fazendo, com entusiasmo. é muito elucidativo (31). Porém, a situação ficou resolvida satisfatoriamente depois da intervenção do pai que se baseou nas aprendizagens efectuadas na companhia do Maurício. Ver livro JOANA a traquina ou simplesmente criança? (75), (80), (83), (88-89).

Se entrarmos em dissonância cognitiva e em conflito com notícias do tipo apresentado no video acima, como é que Maluco2poderemos confiar nos nossos políticos e governantes sem entrarmos em frustração, depressão e ansiedade exagerada acerca do futuro e da governação?

Já leu os comentários?

Ver post LIVROS DISPONÍVEIS

É aconselhável consultar o ÍNDICE REMISSIVO
de cada livro editado em post individualarvore

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Para tirar o máximo proveito deste blog, consulte primeiro o post inicial “História do nosso Blog, sempre actualizada”, de Novembro de 2009 e escolha o assunto que mais lhe interessa. Depois, leia o post escolhido com todos os comentários que são feitos. Pode ser que descubra também algum assunto acerca do qual nunca tivesse pensado.

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One thought on “DISSONÂNCIA COGNITIVA

  1. CãoPincha on said:

    Agradecemos as respostas dadas nos últimos dois posts dedicados um à extinção e o outro à dissonância cognitiva.
    Quanto à extinção, conseguimos compreende-la melhor depois de relermos o livro.
    Quanto à dissonância cognitiva, já sabemos que os pais da Joana não deviam evidenciar as suas divergências na educação em presença da filha.
    Será possível evitar isso? Ou, pelo menos reduzir? É o que muitos de nós estamos a querer saber.
    CãoPincha

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