PSICOLOGIA PARA TODOS

BLOG QUE AJUDA A COMPREENDER A MENTE E OS COMPORTAMENTOS HUMANOS. CONSULTA-O E ESCREVE-NOS, FAZ AS PERGUNTAS E OS COMENTÁRIOS QUE QUISERES E COLABORA PARA MELHORAR ESTE BLOG. «ILUMINA» O TEU PRÓPRIO CAMINHO OU O MODO COMO FAZES AS COISAS…

MODIFICAÇÃO DO COMPORTAMENTO 2

Nunca vi o seu blog mas uma amiga minha disse-me que dava respostas a pessoas com dificuldades psicológicas que expusessem a sua situação.Psicologia-B

Não sei se a minha dificuldade é psicológica, porque fico aflita quando vou com os meus filhos à casa de alguém.
Andam por todo o lado, mexem em tudo, interrompem as conversas e não estão quietos. Têm 6, 4 e 2 anos. Os mais velhos não deixam descansado o pequenino e tudo fica num rebuliço.
O meu marido levanta a voz, faz ameaças, diz que vai castigar e castiga de vez em quando, mas parece que nada resulta. Que os meus filhos façam isso em minha casa não me importo mas, na casa dos outros, é uma vergonha. Até parece que em casa dos outros ficam mais desorientados.
Haverá alguma coisa que eu possa fazer?Joana-B
Essa minha amiga vai fazer um comentário no último post do seu blog e prontifica-se a ir consultando o mesmo todos os dias para saber se tenho alguma resposta ou indicação para mim.
Anónima

Senhora Anónima,                                                                                

Dentro das minhas possibilidades, vou tentar dar uma resposta que talvez a possa satisfazer minimamente desde que esteja na disposição de ler bastante, entender bem a matéria e «trabalhar» sobre o assunto.Interacção-B30

Este assunto foi tratado no post Modificação do Comportamento em 26 AGO 2008, no blog PSICOLOGIA PARA TODOS.

Por isso, aconselho antes de tudo que consulte também os dois posts E SE OS MIÚDOS SE MAGOE(RE)M?, de 8Jul07 e MODELAGEM E IDENTIFICAÇÃO, de 3Set07 no blog PSY FOR ALL.

 

Depois, no blog PSICOLOGIA PARA TODOS  pode consultar o post Ausência das Mães em Casa e Obesidade (20 OUT 2009)
A seguir, neste blog, pode consultar pelo menos os posts seguintes e, em todos, ler também todos os comentários que foram feitos:Biblio

* Frustração (4Fev10)

* Punição (26Fev10)

* Reforços Positivo e Negativo (7Nov10)

* Reforço Aleatório (16Nov10)

 

No seu caso em particular, que não conheço bem, posso dizer que as crianças podem estar a necessitar de muita atenção, especialmente dos pais. Devem fazer tudo para
o conseguir. Até «pancada» serve, de vez em quando, especialmente no caso de não obterem a atenção desejada e não conseguida de outra maneira.mario-70

A modificação do comportamento é importante e faz-me lembrar os primeiros tempos que o Maurício passou com a JOANA, em 1990, nos comboios de Sintra (pags. 15-36).

A conversa do Maurício com o pai dela também foi importante para aclarar ideias sobre a constante possibilidade de modificar o comportamento, havendo uma forte contribuição dos pais para que isso acontecesse (37-50), com especial atenção para a dissonância cognitiva.  

 

A JOANA, uma criança considerada birrenta, em menos de 4 semanas começou a modificar o seu comportamento duma maneira que surpreendeu tanto o pai como a Saude-Bmãe dela. Esta mudança fez com que os pais se aproximassem em vez de se separarem como estava a acontecer.  

 

Dar ordens e o falar «para a inteligência» dos filhos, especialmente quando eles são pequenos, pode não ser aceitável. Maurício discutiu isto com a mãe da Joana. Aplicar castigos pode ser um passo para a depressão aprendida se a criança não os puder evitar. Pode provocar masoquismo. Prometer castigos que não são dados pode ser um veículo para a existência de dissonância cognitiva.

 

É necessário ver bem o que é o reforço (45-50) e como funciona. A conversa que o Maurício teve com o pai da Joana (67-74) pode ser elucidativa.

 Psicopata-B

Uma simples pasta para aguardar desenhos poderia ser mais um factor para ocasionar na Joana dissonância cognitiva ainda maior do que aquela que poderia existir com o afastamento dos pais e com os seus conceitos divergentes na educação (73-76).

 

No final, uma lista de procedimentos (93-98) elaborada pelos pais, em conjunto, fez com que a possível dissonância cognitiva fosse aliviada e eliminada em tempo oportuno. Até a Joana conseguiu aplicar pragmaticamente, nas férias, as normas de modificação do comportamento com um bebé que ela nunca antes conhecera (244-268).

 Maluco2

Para tudo isto, é necessário ter em conta:

·      «Ligação» entre pais e filhos.

·      Exemplos dados pelos pais.

·      Reforços concedidos pelos pais.

·      Afectividade a fluir entre estas duas entidades.

·      Coerência no comportamento.

·      Concordância visível entre os pais a fim de evitar dissonância cognitiva nos filhos.

O Índice Remissivo publicado no post com o nome do livro serve para adquirir as noções necessárias para a compreensão dos conceitos envolvidos na modificação doAcredita-B comportamento.

 

Muitos exemplos podem ser obtidos através dos diversos posts mencionados no post História do Nosso Blog, sempre actualizada (19Nov09).

 

Além disso, os posts no nosso anterior blog :

Desabafo (1Out08)
O Autismo Entre Nós (31Ago09)  Consegui-B

Enquanto não for publicado o livro PSICOLOGIA PARA TODOS, o JOANA,  a traquina ou simplesmente criança?” substitui-o com exemplos que servem perfeitamente para o vosso caso.

Já leu os comentários?

Ver post LIVROS DISPONÍVEIS 

É aconselhável consultar o ÍNDICE REMISSIVOarvore

de cada livro editado em post individual

Blogs anteriores:

PSY FOR ALL (desactivado) [http://www.psyforall.blog.com]

PSICOLOGIA PARA TODOS [http://psicologiaparaque.blogspot.pt/]

Para tirar o máximo proveito deste blog, consulte primeiro o post inicial“História do nosso Blog, sempre actualizada”, de Novembro de 2009 e escolha o assunto que mais lhe interessa. Depois, leia o post escolhido com todos os comentários que são feitos. Pode ser que descubra também um outro assunto acerca do qual não tivesse pensado. 

Para saber mais sobre este blog, clique aqui

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2 thoughts on “MODIFICAÇÃO DO COMPORTAMENTO 2

  1. A minha amiga esteve sempre de olho no computador e já leu o post. Eu também já li algumas coisas mas fiquei preocupada quando soube da dissonância cognitiva. Associei isso ao comportamento do meu marido. Ele também dá, de vez em quando, umas palmadas nos filhos quando eles se portam mal. Será que tudo o que fazemos, está errado? A «Júlia», que é minha amiga, diz que não. Tudo, não.

  2. Estive a consultar este blog durante o fim-de-semana e continuei. Gostei do que li. É mesmo assim.

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