PSICOLOGIA PARA TODOS

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PREVENÇÃO E PROFILAXIA

ComentárioBiblio

“Estivemos a ver este post e a examinar os anteriores que nele foram citados. Tal como já disseram nos comentários, parece que alguns psicólogos não são bons da cabeça. Muito do que ouvimos e vemos nos vários programas da televisão, parecem-nos fantasias a mais, tal como as demonstrações da hipnoterapia que bem mostrou conhecer.
Se, por acaso, já está mais descansado, quando quiser, gostaríamos de saber mais alguma coisa sobre como evitar tantos desmandos de que vamos tendo conhecimento. Parece-nos que o mundo vai ficando cada vez mais alienado em todos os sentidos – moral, económico, político, social — e mario-70
com tendência a concentrar tudo nas mãos de uns poucos que conseguem manipular quase tudo com a ajuda de muitos que se deixam alienar.
O que é que nos diz sobre isto?
Bom fim-de-semana!
CãoPincha

Caros Senhores CãoPincha,
Li com muita atenção o vosso comentário feito no post PSICOLOGIA PARA QUE? 2 e, mesmo que não estivesse Joana-B«descansado», teria de vos dar um esclarecimento, já que se enquadra num tema que me é especialmente importante: PREVENÇÃO e PROFILAXIA mais do que PSICOTERAPIA.
Posso confessar que se a psicoterapia diminuísse, poderia afectar financeiramente uma actividade profissional que tenho exercido nos últimos 35 anos. Isto faz-me lembrar o que o meu amigo, Dr. Sampaio Ferreira, psiquiatra honesto e de muita confiança, me dizia:
“Haja saúde, mas não muita. Se não, de que é que nos iríamos viver?”  

Entre as minhas vantagens e as de milhares de pessoas que podem beneficiar com a prevenção e profilaxia, resolvo o conflito Imagina-Bescolhendo a prevenção e a profilaxia em detrimento da psicoterapia.

A propósito disto, lembro-me que um «paciente» meu escreveu no seu diário ou caderno de recordações, aquilo que Raúl Solnado dizia e ele não conseguia atingir: “Façam o favor de serem felizes”.

Antes de tudo, temos de definir aquilo que é «felicidade» ou «ser feliz», do mesmo modo como temos de saber o que é um casaco, quando o desejamos adquirir.
No minha visão do mundo e dos factos psicológicos, acho que a felicidade é, afinal, a satisfação que temos com a nossa actuação no mundo.Psicologia-B
Enquanto algumas satisfações se obtêm exclusivamente através de bens materiais, ou sensações de poder e dominação, outras baseiam-se essencialmente em bens espirituais ou, pelo menos, não-materiais.
— Madre Teresa de Calcutá foi feliz?
— Martin Luther King foi feliz?
— Tchaikowsky foi feliz?
— Lizt foi feliz?
— Einstein foi feliz?Interacção-B30
— Eça de Queiroz foi feliz?
— Guerra Junqueiro foi feliz?
— Jorge Amado foi feliz?
— Salazar foi feliz?
— Sá Carneiro foi feliz?
— Barach Obama será feliz?
— Cavaco Silva será feliz?«Educar»-B
— José Sócrates será feliz?

Tudo depende do conceito que cada um tem de felicidade como uma forma suprema de viver satisfatoriamente. O mais importante é cada um conseguir viver, de facto, satisfeito consigo próprio, com total autonomia em relação ao mundo que o rodeia e no qual se integra bem. Tem de se sentir bem consigo próprio, independentemente da sociedade e cultura em que estiver inserido, concordante ou não com a mesma, adaptando-se «satisfatoriamente» às contingências do ambiente. Posso garantir, com uma certeza muito grande que os «viciados» em bens materiais, dinheiro, poder e honrarias, estão totalmente Depress-nao-B«dependentes» do mundo que os rodeia e não de si próprios.

Talvez seja por isso que, segundo a vossa visão, não temos verdadeiros políticos com sentido de Estado mas meros viciados na detenção do poder: mandantes do povo em vez de servidores do povo.

É por isso que a «educação» ou a «formação da personalidade» tem uma extrema relevância, sendo essencial que se desenvolva no sentido da autonomia, da independência, do bom senso e da capacidade de adaptação ao meio ambiente. É assim que se processou a «inteligente» evolução das espécies. São as contingências do meio-ambiente que afectam o nosso comportamento (e não só).Psi-Bem-C

Falando em coisas mais triviais e palpáveis e começando por esta última ideia, vejamos alguns trechos do livro Como «EDUCAR» Hoje, da Hugin, que brevemente será substituído por outro (PSICOTERAPIAS BEM SUCEDIDAS – 3 «CASOS»).

O casamento de Nancy com o antigo Presidente dos EUA Ronald Reagan foi obra de um acaso? (pg 11):
“Todo este conjunto de circunstâncias me trouxe à memória o artigo do conceituado psicólogo social Albert Bandura, Os Encontros do Acaso e os Caminhos da Vida que, em 1983, condensei para a revista CONHECER A Difíceis-BPESSOA. É espantoso o modo como alguns comportamentos fortuitos encadeados uns nos outros, com «reforços» adequados, originam, de facto, acções anteriormente inimagináveis.
Seria pura «sorte» Nancy Davis ter casado com o ex-Presidente dos Estados Unidos da América? Ou uma das «causas» principais desse casamento teria sido a arrelia sentida por Nancy ao receber convites para reuniões de simpatizantes comunistas que a confundiram com outra pessoa de nome idêntico? Se não fosse o acaso de ter de contactar o presidente da Associação do Cinema, Ronald Reagan, para protestar contra o que a desagradava nesses convites, qual teria sido o percurso da vida destes dois protagonistas? Se um acaso semelhante tivesse ocorrido com alguém que não fosse Nancy Davis, o desfecho teria sido idêntico? Existirá, por acaso, algo de muito importante na personalidade de cada um que ajuda a percorrer um caminho de vida muito peculiar?Psicopata-B
Porém, chamamos, geralmente, «sorte» a este tipo de acontecimentos. Se o Carlos Palma tivesse tido a «sorte» de encontrar, logo de início, um psicólogo, o seu longo fadário de vários anos teria sido diferente?”

Para descrever o «caso» da Cristina, a que o livro se refere essencialmente, basta citar a página 15:
Depois dos pais da Cristina terem solicitado a minha colaboração para a apoiar, discreta e disfarçadamente fosse a que preço fosse, na resolução dos seus problemas, tive de engendrar, de imediato, uma estratégia que pudesse dar resultados positivos e palpáveis. Maluco2
O pai dela era economista e colaborava comigo em alguns projectos particulares. A mãe era docente no ensino secundário. Embora conhecesse ambos, eu não era visita de casa. Por isso, aproveitámos a execução de um projecto em que o pai dela e eu colaborávamos e «engendrámos» que teríamos de o elaborar aos fins-de-semana. Por este motivo, o pai da Cristina pediu-lhe o favor de fazer as honras da casa nos fins-de-semana em que eu lá fosse colaborar com ele e a mãe estivesse ocupada com as lides da casa. O pai era o autor principal do projecto, tinha muito trabalho a fazer com urgência e, como tinha necessidade da minha colaboração esporádica, imediata e pontual, eu iria estar com eles e tomaria as refeições em sua casa enquanto ele ia Saude-Bpreparando a parte principal. Para eu não ficar só, a Cristina podia conversar comigo, com todo o à-vontade, tanto mais que era psicólogo clínico e habituado a contactar com pessoas dos mais diversos tipos e estratos sociais. Talvez até fosse uma boa experiência para ela!
Com a adopção desta estratégia, comecei a frequentar alguns sábados ou domingos a casa onde eles passavam os fins-de-semana, nas Azenhas do Mar. Depois de me receber, o pai da Cristina trocava comigo algumas impressões sobre o projecto e ia trabalhar nele sozinho, enquanto a mulher ia para a cozinha tratar das refeições e depois arrumava a casa. A Cristina ficava comigo na sala.
Assim, logo na primeira apresentação, a minha atitude foi de distanciamento. Porém, logo no primeiro contacto, embora Acredita-Bmuito reservado, à medida que fomos conversando sobre as diversas carreiras profissionais e as tensões sentidas em cada uma delas, ao saber que era amigo do pai, psicólogo clínico e consultor de empresas, a Cristina, muito tensa, queixou-se que não conseguia dormir e tinha pesadelos constantes, além de uma incapacidade quase permanente para enfrentar as pessoas e de se relacionar com elas dum modo «normal». Dizia, muito irritada, que isso não era «normal» nem se podia admitir numa rapariga de boas famílias, com educação esmerada, financeiramente independente dos pais aos 27 anos, bem colocada na vida e com uma posição profissional invejada por muitos.”Consegui-B

E o que nos reserva a vida de todos os dias? (pág. 23):
“Através das noções adquiridas na nossa conversa depois do almoço e enquanto eu conferenciava com o pai da Cristina acerca do projecto, esta, reflectindo em tudo o que tinha ouvido, conseguiu reconhecer que qualquer de nós pode ter períodos de dificuldades que vão sendo superadas aos poucos, desde que exista para isso um treino adequado durante a formação da personalidade.
Após a conferência do projecto, tive oportunidade de me demorar mais um pouco com a Cristina depois doDepressão-B lanche. Então, expliquei-lhe que o treino de que tínhamos falado é proporcionado e facilitado pelos pais ou educadores que lidam com a criança desde a mais tenra idade.
Se a vida da criança for cheia de dificuldades, quer as que naturalmente é obrigada a enfrentar, quer as que os educadores podem artificialmente provocar e ajudar a ultrapassar, dando alguma ajuda nos casos mais difíceis, a aprendizagem da resistência à frustração faz-se com alguma facilidade. Porém, se a vida for demasiadamente facilitada, este treino não se efectua e origina uma personalidade fraca e pouco capaz de resistir às vicissitudes da vida.”

Depois de se iniciar a psicoterapia formal, no fim das «conversas»: (pág. 81):neuropsicologia-B
Cristina foi capaz de explicar aos pais as suas dificuldades e o modo como as tinha conseguido superar, fazendo uma análise objectiva da educação recebida e das possibilidades que teria tido se a mesma tivesse sido diferente. Tal como ela queria compreender bem todos os mecanismos do comportamento humano para educar melhor os filhos, os seus pais desejavam conhecer os erros cometidos e as possíveis alternativas para evitar a repetição desnecessária de lapsos com os netos.”

Com todas estas acções, a vida da Cristina teria mudado? (pág. 89):
“Os pais da Cristina, envolvidos inesperadamente neste processo bem sucedido da reestruturação da personalidade da filha, Organizar-Bque já durava ano e meio, começaram, de muito boa vontade, a aprofundar as razões de diversos acontecimentos que tinham ocorrido nas suas vidas, tentando transpô-los para situações futuras.
Com a justificação de querer saber mais pormenores do nosso projecto que estava em vias de execução, deslocava-me mais ou menos uma vez por mês, aos fins-de-semana, a casa dos pais da Cristina. A partir desta fase, já não iria a casa deles a não ser de dois em dois meses. Assim, almoçava com eles e aproveitava o tempo até à hora do lanche para discutir variadas coisas e «arejar as ideias» com a Cristina e os pais.
Cristina continuava a namorar, havia mais de seis meses, o mesmo rapaz com quem se dava bem. Aproveitava a oportunidade para conversar, às vezes, com ela e com o namorado. Os dois discutiam muitas coisas sobre a vida e o futuro, discordando um do outro mas reencontrando ou «construindo» sempre pontos de vista comuns e conciliáveis.Respostas-B30 De cedência em cedência, chegavam a um acordo, sem qualquer deles querer impor as suas ideias.”

A minha satisfação foi imensa quando, quase no fim de todo este processo (pág. 95):
Nesse Domingo em que estávamos todos a «conversar», fiquei surpreendido e satisfeito com os pais da Cristina que, no final da sua intervenção, lhe fizeram uma pergunta de chofre:
— Depois disto tudo ainda não compreendeste que, apesar de todas as dificuldades podes tirar benefícios da situação actual?
— Como? — perguntou ela muito surpreendida.
— Com o último exemplo que acabámos de discutir — disse o pai.Adolescencia-B
— Que é que o último exemplo tem a ver com o meu presente?
De repente e sem estar à espera, o noivo interveio:
— Tu não vês que se está a pensar muito mais no futuro do que no passado? O presente é o começo do futuro. Tu já conseguiste resolver a maior parte dos teus problemas. Os teus pais têm-te ajudado imenso e todos estamos agora mais preocupados com o futuro, que exige soluções inovadoras, do que com o passado que está a ser compreendido, servindo de lição para o futuro.
Cristina manteve-se calada e pensativa durante bastante tempo a ponto de eu próprio ficar muito intrigado com a sua fisionomia que ia mudando de apreensiva para uma espécie de satisfação íntima. De repente, olhando para mim com uma Suces-esc-Baparente paz e felicidade interior, perguntou:
— Acha que me faz algum bem imaginar que grande parte dos modelos por mim copiados são o pessimismo do meu pai e as preocupações exageradas da minha mãe com as opiniões dos outros?
Apanhado de surpresa e antes que pudesse formular uma resposta coerente, os pais da Cristina entreolharam-se e responderam quase em uníssono:
— Já tínhamos pensado nisso mas esperávamos que fosses tu a falar nesta hipótese depois de a consciencializares. É por esta razão que temos imenso empenho em aprofundar ainda mais os nossos conhecimentos sobre o comportamento humano.”

Resumindo tudo isto, no caso da Cristina, a acção psicoterapêutica, disfarçada de conversa, além de muitas leituras e de treinos Apoio-Bem casa, desenvolveu-se durante um período de dois anos e meio, distribuído por:
105 sessões de psicoterapia individual nos primeiros cinco meses;
75 sessões de psicoterapia e terapia de grupo nos treze meses seguintes,
30 sessões de terapia de grupo nos doze meses posteriores.

Grande foi o meu espanto quando cerca de seis meses depois do seu casamento, a Cristina, já com uma «barriga» bastante avantajada, apareceu inesperadamente no meu consultório, acompanhada do marido, só para falar comigo caso eu tivesse disponibilidade para isso.
Fiquei muito intrigado, mas como estava à espera de acabar as consultas dentro de 20 minutos pedi que aguardassem na sala reed2de espera.
Quando entraram no meu gabinete de consultas, ficaram muito admirados com o seu aspecto, nada diferente de qualquer escritório. Porém, tinha também um maple que podia ser bastante inclinado para trás.
— É aqui que as pessoas fazem relaxamento? – perguntou o marido da Cristina.
— Afinal não é um gabinete de consulta muito constrangedor como eu julgava – exclamou a Cristina e acrescentou. – Nós viemos aqui só por curiosidade, para o cumprimentar, informar que o «rebento» vai nascer dentro de 3 meses e mostrar-lhe um «resumo» que fizemos das noções adquiridas através das nossas longas conversas. Também já lemos e relemos várias vezes os seus textos de apoio. Agora, gostaríamos de ter a sua opinião sobre tudo isto.psicoterapia2
Entregou-me um dossier com algumas folha de tamanho A-4. Agradeci a amabilidade e fiquei com a cópia desse resumo que tinha sido essencialmente feito pelo marido da Cristina que desejava que o filho fosse uma pessoa altamente motivada para o sucesso. A vida dele não tinha sido fácil e muito tivera de lutar para conseguir um bom posto de trabalho numa firma de electrodomésticos. A vida da Cristina, não fora muito melhor porque, embora mais instruída, «claudicara» na esfera íntima e pessoal. Ambos queriam que pelo menos o filho começasse por ter uma «boa educação» para vencer na vida, quer no domínio pessoal, quer no aspecto profissional e, acima de tudo, pretendiam que ele se sentisse bem consigo próprio. Por isso, tinham feito um resumo do modo como o deveriam ajudar a estruturar a personalidade.stress2

É verdade que, com esta acção eu ganhei 210 sessões de psicoterapia quando a Cristina poderia ter gasto apenas 100 sessões, desde que fosse ao meu consultório, sem o preconceito de que só os malucos vão consultar os psicólogos. Mas mais satisfação me daria que ela não tivesse os problemas depois de adulta, instruída e bem colocada profissionalmente. Mas a minha verdadeira satisfação chegou no momento em que tanto os pais como o seu namorado conseguiram apreender as verdadeiras noções da modificação do comportamento para as utilizar no futuro, como profilaxia e prevençãoarvore
 
Já leu os comentários?

Ver post LIVROS DISPONÍVEIS 

É aconselhável consultar o ÍNDICE REMISSIVO
de cada livro editado em post individual

Blogs anteriores:

PSY FOR ALL (desactivado) [http://www.psyforall.blog.com]

PSICOLOGIA PARA TODOS [http://psicologiaparaque.blogspot.pt/]

Para tirar o máximo proveito deste blog, consulte primeiro o post inicial “História do nosso Blog, sempre actualizada”, de Novembro de 2009 e escolha o assunto que mais lhe interessa. Depois, leia o post escolhido com todos os comentários que são feitos. Pode ser que descubra também um outro assunto acerca do qual não tivesse pensado. 

Para saber mais sobre este blog, clique aqui

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3 thoughts on “PREVENÇÃO E PROFILAXIA

  1. CãoPincha on said:

    Estivemos (especialmente os nossos companheiros) a ler com atenção este post que nos pareceu muito importante, interessante e de louvar.
    Também o «arregaçar as mangas», depois de todos os outros sobre DIANGÓSTICO, pareceu-nos apropriado para a situação que estamos a viver apertando o cinto.
    Continue assim que vai bem e tem todo o nosso apoio.
    CãoPincha

  2. Estou a sentir-me muito só, desanimado e bastante deprimido nesta quadra do ano em que todos têm uma família e algum aconchego.
    Os meus pais já morreram há um ano e desde então tenho-me sentido afastado do mundo.
    Ganho pouco mas chega para me manter com um mínimo de dignidade. Às vezes tenho tido ideias de suicídio e, por isso, um colega de serviço aconselhou-me que lesse o livro “Depressão? Não Obrigado!” Mesmo assim não me sinto igual à rapariga porque não tenho pais que me controlem nem sou rejeitado por qualquer mulher.
    Recomendaram-me este blogue onde não encontrei algum poste dedicado à depressão mas sim à prevenção e profilaxia, o que me animou um bocado.
    Poderei ter alguma ajuda?
    Pode chamar-me António.

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