PSICOLOGIA PARA TODOS

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ENURESE 2

 À Senhora Anónima, que fez no post Encoprose 2, de 13Out10, o seguinte comentário:Difíceis-B

Visito de vez em quando este blogue e hoje vi este poste.
Estou com um pequeno problema da minha filha de 4 anos que começou a molhar a cama.
Há 2 meses nasceu um irmão que tem tido bastantes cuidados dos pais sem negligenciar a filha.
Tanto eu como o meu marido damo-nos bem mas estamos cheios de trabalho.
Haverá alguma coisa que possa fazer sem ir à consulta?molhar2
Agradeço desde já a ajuda que possa prestar.
E se necessitar duma consulta?

vou responder com o seguinte post actualizado em jan 2015:

Antes de tudo, proponho que (o casal) leiam, se ainda não o fizeram, o post Enurese, de 30Ago2008, no antigo blog PSICOLOGIA PARA TODOS.

Depois, proponho que leiam o caso da Dora, transcrito a seguir e descrito nas páginas 219 a 226 do novo livro PSICOLOGIA Psicologia-BPARA TODOS a publicar brevemente. Pode ajudar a fazer a comparação com o vosso caso, observando com cuidado os comportamentos da filha e comparando os dois casos. Além disso, ajuda a compreender o modo como se pode fazer uma reeducação, quando necessária e quase imprescindível.

“«CASOS»

DORA → Infância

Dora, de três anos de idade, era a filha mais velha dum casal, que tinha mais um rapaz recém-nascido. Habituada a que lhe Interacção-B30fizessem todas as vontades e lhe prestassem o máximo de atenção, ressentiu-se com o nascimento do irmão. Tendo começado a dormir sozinha no seu quarto há pouco mais de 6 meses, reagiu negativamente quando viu que o irmão ficava como os pais e lhe eram prestadas as mais variadas atenções.

Os pais começaram a notar que Dora voltara a molhar a cama quase todas as noites (enurese nocturna), fazia birras cada vez maiores, tentava imitar o irmão e começava a demonstrar medo (fobia) de ficar sozinha no seu quarto ao qual já estava habituada e do qual gostara muito nos últimos três meses.

Consultaram o médico de família que nada de anormal descobriu na criança. Um amigo de confiança aconselhou-os a consultarPsi-Bem-C imediatamente um psicólogo. Dizia ele que um seu vizinho tivera problemas semelhantes e se arrependera de ter consultado tardiamente o psicólogo: tinham-se passados 3 anos sobre a manifestação das primeiras dificuldades. Nessa ocasião, a maior parte dos problemas tinha sido reduzida a muito custo com alguns medicamentos e com bastante dispêndio de dinheiro, tempo e energias, embora fossem todos facilmente erradicáveis no início (M).

O psicólogo consultado pelos pais de Dora diagnosticou ini-cialmente a situação global como uma reacção ao nascimento do irmão e, além do exame de personalidade da criança, aconselhou os pais a assistirem a cursos para pais ou sessões de aconselhamento a fim de aprenderem a utilizar com a filha os procedimentos de EXTINÇÃO, REFORÇO e FACILITAÇÃO (B/109).

Não havendo, naquela ocasião, literatura adequada que pudesse ser aconselhada aos Acredita-Bpais, o psicólogo teve necessidade de prolongar as sessões semanais de aconselhamento para cerca de 2 horas, em substituição dos usuais 30 minutos de cada vez. As per-guntas dos pais voltavam a repetir-se com tonalidades ligeiramente diferentes (B/109). A solução era sempre a mesma.

Por exemplo, os pais perguntavam como evitariam que a criança chorasse de noite. A utilização da extinção, facilitação e reforço é o mais indicado. Enquanto a criança chora não lhe ligam importância (extinção); aguardam que deixe de chorar e aproveitam a oportunidade (facilitação) para fazer mimos de que ela gosta (reforço do comportamento incompatível, secundário, de razão fixa).Consegui-B

O comportamento de não-chorar é incompatível com o comportamento de chorar.
Enquanto um for reforçado, aumentando consequentemente a sua frequência e intensidade, o outro vai decrescendo até desaparecer. O «consolo» após o choro serve para reforçar e aumentar o comportamento antecedente: choro. Ralhar ou dizer-lhe para não chorar seria prestar atenção e «reforçar» a criança.

Em outras situações, quando a criança chorar, pode-se-lhe fazer uma pergunta e tentar obter uma resposta não relacionada com a causa do choro (reforço do comportamento incompatível – facilitação). No momento em que responde, a Maluco2criança deixa de chorar. Aproveitar esse momento para a reforçar com mimos. Utiliza-se assim a facilitação seguida do reforço. Anteriormente fora utilizada a extinção seguida de reforço. Em qualquer dos casos, está implícita a técnica do reforço do comportamento incompatível.

Os pais diziam que tinham compreendido tudo, mas a seguir perguntavam como deveriam proceder para que a filha comesse; ela não comia o suficiente às refeições. Ficavam muito admirados e quase indignados quando a resposta era: extinção, facilitação e reforço.

– Como? – interrogavam eles, quase incrédulos.Joana-B

Se a criança não come às refeições é porque não tem fome, não gosta da comida ou ainda porque obtém reforço secundário (satisfação) não comendo.

Se não tem fome, não vale a pena insistir porque cada um sabe a quantidade de alimento que mais lhe convém e, neste caso, a ingestão da comida pode ser punitiva. Se não gosta da comida e tem razão para isso, também não vale a pena punir com a insistência.

No caso de a criança conseguir vencer essa insistência apesar de tentarmos obrigá-la a Saude-Bcomer, pode aprender a manter a recusa. Se não tem razão para não gostar da comida e é necessário que se habitue a comer de tudo, a nossa insistência terá de ser tão grande que não exista aprendizagem de recusa mas sim de obediência. Caso contrário, haverá aprendizagem de «recusa», por ser reforçada com o êxito dessa sua resposta comportamental de recusa.

Se obtém reforço não comendo, quer porque a deixam ser esquisita na comida (reforço secundário negativo), quer porque gosta de contrariar os pais (reforço secundário positivo), torna-se imprescindível modificar esse comportamento para evitar a sua generalização a outras situações. O psicólogo volta a insistir na sua recomendação anterior de extinção, facilitação e reforço.

Quando a Dora não quisesse comer, não lhe ligariam importância (extinção); Psicopata-Bdesviariam a atenção fazendo perguntas relacionadas com a comida que estava na mesa e o sabor agradável daquilo que estava no seu prato (facilitação). Se, por acaso, a criança resolvesse comer um bocadinho, prestar-lhe-iam muita atenção nesse momento (reforço secundário). Repetiriam isso todas as vezes que pudesse ser, sem nunca se referirem à obrigação de ela ter de comer (reforço do comportamento incompatível).

Temos assim de novo a extinção (não ligar importância à não-comida da criança), facilitação (pergunta acerca de sabores, etc.) e reforço (atenção prestada quando a criança come). Para maximizar o objectivo pretendido, é necessário que a criança não coma, seja o que for, para além das horas das refeições.neuropsicologia-B

Para tentar resolver melhor toda a situação, os pais foram também aconselhados a deixar a Dora mais tempo no quarto deles com o irmão, encarregando-a de o vigiar (tal como a mãe fazia). Também, de vez em quando, o irmão ficaria no quarto da Dora (pedindo-lhe autorização para isso). Isto fez com que a Dora se sentisse importante (pedirem-lhe autorização para deixar o irmão no seu quarto e tomar conta dele de vez em quando, como a mãe) obtendo, com isso, ao mesmo tempo, o necessário reforço positivo.

Sempre que ela se portava bem e se mostrava amiga do irmão, os pais ou a mãe conversavam com ela e faziam-lhe notar que era a única pessoa em quem a mãe podia confiar para tomar conta do irmão (reforço secundário positivo). Faziam com que ela, «Educar»-Bmodelando-se na mãe, se sentisse responsável e importante.

Dora começou a reagir mal logo no início, chorando muito mais. Os pais tiveram de compreender que isso era a sequência natural num procedimento de extinção em que o pico de extinção antecede a redução dos comportamentos indesejados. Foi necessário que os pais compreendessem isso e mantivessem consistentemente o não-reforço do comportamento de choro da Dora.

Como, passadas duas semanas, verificaram que a criança se ia modificando um pouco, a 4ª sessão de aconselhamento permitiu uma compreensão melhor da problemática. O psicólogo aconselhou os pais a pedirem ajuda à Dora sempre que tratassem do bebé. Pouco a pouco, a Dora foi-se comportando melhor. A partir da 6ª semana, os pais começaram a Depress-nao-Bter sessões de aconselhamento bissemanais, de 1 hora, em vez das 2 horas semanais. A partir da 8ª semana, somente uma sessão mensal de 30 minutos foi o suficiente.

Ao fim de 7 meses, o problema das birras e da cama molhada estava completamente resolvido e o irmão dormia no quarto da Dora, que brincava com ele, ajudando a mãe em tudo o que fosse necessário. Todas estas noções podiam ter sido dadas em conjunto! (B/109)

Aos 7 anos de idade, quando a Dora começou a ir para a escola, verificou-se que o seu nível intelectual era baixo. Embora a passagem da 1ª para a 2ª classe, naquele tempo, fosse automática, ficou decidido educá-la no ano seguinte numa escola especial.stress2

Tendo acompanhado a criança no ensino da 1ª classe, embora sem rendimento escolar aceitável, a mãe descobriu que, logo no primeiro mês de frequência da escola especial, Dora fazia diversos tiques (modelagem?). Quanto ao aproveitamento, nada melhorara nos primeiros dois meses. A mãe afligiu-se com a situação.

Na mesma classe da Dora estavam outras crianças mais velhas, de nível intelectual muito inferior e vários anos de frequência na mesma escola. Os diversos tiques que fazia, de vez em quando, eram bater repetidamente com a mão na mesa, abanar a cabeça horizontalmente, dar estalos com a língua, rir sem motivo, etc. Dora imitava os outros por serem mais velhos, apoio2«mais sabidos» e por exercerem nela um certo impacte (modelagem e identificação).

Ao fim de 4 meses, a mãe resolveu transferir a filha dessa escola e dar-lhe apoio individualizado. Tendo bastante sorte com a professora que a aceitou na sua escola e com uma especialista que a apoiou na reeducação e na orientação dos procedimentos a executar em casa, a mãe da Dora constatou que a criança se desenvolvia muito mais do que nos 4 meses antecedentes. Pensou então que, se a criança aprendera a fazer disparates na escola especial através da modelagem, também deveria ser capaz de aprender outras coisas pelo mesmo processo. Além disso, Dora já demonstrara que reagia bem à extinção, reforço e facilitação. Por isso, quis fazer os possíveis para ajudar a filha a desenvolver ao máximo as suas capacidades.

Através duma aprendizagem árdua, a mãe conseguiu que a psicóloga do apoio psicopedagógico lhe desse ajuda na orientação dos trabalhos a serem feitos em casa: a Depressão-Bmãe deveria reforçar (incen-tivar com elogios, afagos, etc.) todos os comportamentos não-este-reotipados (que não fossem tiques) da Dora, não prestando atenção aos restantes (extinção). Enquanto naquele tempo não havia literatura que se pudesse recomendar à mãe, que teve de se socorrer de apontamentos policopiados, enquanto, este livro serve agora perfeitamente para reduzir o número de consultas de aconselhamento.

Qualquer comportamento estereotipado era completamente ignorado. Quando a Dora fazia qualquer tique, a mãe não ligava importância. Aproveitava o momento da sua interrupção para ficar à sua frente apresentando um comportamento diferente (modelagem) e adequado, reforçando-a (elogiando-a) imediatamente quando ela o imitava.reed2

Quando chegou o momento de ajudar a filha a utilizar o lápis, a mãe empregou três técnicas: modelagem, facilitação e reforço. Mostrou à filha como se segurava um lápis e como se riscava o papel com traços horizontais (apresentação do modelo). Depois, pegando na mão da filha (facilitação física), ajudou-a a traçar as primeiras linhas. Em seguida, ao mais pequeno traço bem feito elogiou-a (reforço); de vez em quando, deu-lhe algumas guloseimas ou coisas de que ela gostava, associando-as à execução dos trabalhos (reforço primário de razão variável) (I).

Pouco a pouco, Dora conseguiu manejar o lápis sozinha, com uma certa segurança e traçar as primeiras linhas horizontais quase rectilíneas. Foi imediatamente reforçada pela mãe com muito entu-siasmo (elogios, afagos, guloseimas) associando-os à sucess2boa execução dos trabalhos. A mãe, à vista da filha, preparou um bolo de que ela gostava muito (antecipação do reforço). Fez-lhe lembrar a todo o momento que conseguira fazer as linhas muito direitinhas (reforço diferido). Assim, valia a pena continuar e fazer círculos (antecipação de comportamentos adequados futuros). Ela iria conseguir fazer melhor do que anteriormente! A motivação assim instigada ou «impingida» pela mãe, tornava-se bastante importante para a futura aprendizagem da Dora.

Abre-se aqui um parêntesis para salientar a necessidade de aproveitar ao máximo todas as oportunidades. A mãe poderia ter preparado o bolo noutra ocasião menos propícia ou não o associar aos triunfos da Dora. Teria assim perdido uma óptima oportunidade de reforçar a criança. É o que acontece, muitas vezes, com os factos do dia-a-dia. Em vez de serem deliberadamente associados a comportamentos adequados, ficam inadvertida e involuntariamente ligados aos Organizar-Bcomportamentos inadequados que ficam reforçados, aumentando, no futuro, a probabilidade da ocorrência destes.

Por sua vez, durante as sessões de reeducação, Dora fez inicialmente tudo para ser notada. Uma vez apareceu com um colar novo e mostrou-o à terapeuta, logo à entrada, dizendo: – olha o meu novo colar – e, como continuasse a querer falar em detrimento da reeducação, a terapeuta disse-lhe: – que colar tão bonito (amostra de reforço)! Vamos despachar rapidamente e bem os nossos trabalhos para podermos falar no teu colar – (indicação ou facilitação do comportamento necessário para a obtenção do reforço) e iniciou a reeducação sem voltar a ligar importância ao colar (extinção do comportamento inadequado de falar no colar durante a reeducação). Dora insistiu, mas o silêncio e a «ignorância» do facto pela terapeuta fizeram com que esse comportamento da Dora se extinguisse.

Cerca de 2 minutos antes de terminar a reeducação, a terapeuta elogiou o colar e Respostas-B30perguntou quem lho dera. Dora explicou e disse aquilo que queria e foi-se embora satisfeita com o reforço (atenção) recebido depois de ter feito, com cuidado, os trabalhos da reeducação. Assim, o reforço ficou ligado (associado) a um comportamento correcto em vez de ficar associado à interrupção ou falha na reeducação.

Aprendendo na escola regular, com o apoio da especialista de reeducação e a colaboração da mãe, a criança progrediu nos últimos meses do ano lectivo muito mais do que no ano anterior. Obteve assim a recuperação do ano e conseguiu continuar nos três anos seguintes com sucesso, sempre com o apoio permanente da reeducação (I). Dora foi incitada a dar apoio ao irmão que iniciava a sua vida escolar. Isto fê-la sentir-se uma pessoa muito importante porque era capaz de dar ajuda aos mais novos; mas o mais importante ainda foi a aprendizagem escolar que a Imagina-Bprópria Dora efectuou enquanto ensinava ao irmão as primeiras letras.

Sempre que possível, a mãe utilizava a modelagem, ensinando o rapaz enquanto a filha assistia. A filha, identificando-se com a mãe, melhorava de dia para dia na sua relação fraterna. A mãe reforçava-a sempre que via o mais pequeno esboço de melhoria no bom comportamento. O pai tinha o cuidado de não discutir com a mãe, em presença dos filhos, quaisquer assuntos controversos relacionados com a instrução e a educação (evitar dissonância cognitiva), deixando a cargo dela tudo o que se referisse à escola e ao comportamento.

A criança ganhou cada vez mais autoconfiança e foi melhorando na sua actuação que tinha de ser orientada no sentido prático,Saude-Bvisto não possuir capacidades suficientes para um curso técnico ou superior, em que o raciocínio e a abstracção são necessárias.

A actuação da mãe exigiu bastante calma, segurança, auto-controlo e conhecimentos técnicos o que, com sessões de treino e psicoterapia adequada não foi difícil atingir. Houve necessidade que a mãe praticasse sistematicamente o relaxamento (J) (P) (Q) e, inicialmente, o psicólogo teve de a dessensibilizar em relação a diversos preconceitos, enquanto a sensibilizava a formas de actuação diferentes daquelas a que estivera habituada.

Se não fosse uma actuação deste tipo, a Dora poderia baixar de rendimento na Bibliocompanhia de outras crianças mais deficientes, (efeito de grupo, facilitação social, modelagem e reforço) não recuperando, no futuro, do atraso em que se encontrava.

Se, em vez de obter as noções de modificação do comportamento mais tarde, os pais tivessem feito, no início, leituras adequadas para compreender as leis do comportamento, os 45 periodos de psicoterapia utilizados com os pais não passariam de 20, poupando também a despesa com 25 sessões terapêuticas.

As sessões de esclarecimento e sensibilização em conjunto podem muito bem facilitar este tipo de interacção para a difusão de conhecimentos (B/109) (Q). Assim, todos podem utilizar a mesma linguagem e conceitos do psicólogo e os livros que terão de Stress-Bler não custam mais do que duas sessões de psicoterapia!

O tempo para a leitura e compreensão da matéria é que pode ser bastante grande, mas vale a pena!

************

Estes relatos são longos, repetitivos e, às vezes, podem ser aborrecedores. Mas, tornam-se necessários para se compreender bem a necessidade de aproveitar as oportunidades que, quando mal utilizadas, podem ocasionar resultados contrários aos desejados. Em psicologia e, especialmente, em psicoterapia, temos de aproveitar esses momentos.

Os pais talvez possam tirar daí algumas ilações aplicando os conhecimentos de modificação do comportamento que também Psicoterapia-Bpodem ser adquiridos com a leitura de JOANA a traquina ou simplesmente criança? (D)

A sua aplicação não deve ser muito difícil, desde que os dois progenitores se empenhem neste caso. Além disso, também têm outro livro “«Molhar» a Cama Não interessa”, da Plátano, que vai ser incluído brevemente em PSICOTERAPIAS BEM SUCEDIDAS – 3 casos (L) a ser editado pelo Centro de Psicologia Clínica.

Se, mesmo assim, não conseguirem resolver a situação com a ajuda do post,   dos livros e do empenhamento dos próprios, podem consultar o post MEU PERFIL, de 10 de Dezembro de 2010. Vão encontrar lá os elementos e contactos necessários para marcar a consulta, se for comigo e se assim o desejarem.

Boa Sorte.

Em divulgação…arvore

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Ver também os posts anteriores sobre BIBLIOTERAPIA

É aconselhável consultar o ÍNDICE REMISSIVO de cada livro editado em post  individual.

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TERAPIA ATRAVÉS DE LIVROS para a Biblioterapia

PSICOLOGIA PARA TODOS (o antigo)

Para tirar o máximo proveito deste blog, consulte primeiro o post inicial “História do nosso Blog, sempre actualizada”, de Novembro de 2009 e escolha o assunto que mais lhe interessa. Depois, leia o post escolhido com todos os comentários que são feitos. Pode ser que descubra também algum assunto acerca do qual nunca tivesse pensado.

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One thought on “ENURESE 2

  1. Vamos tentar fazer tudo o que recomendou e comprar o livro “Molhar a Cama Não Interessa”, da Plátano, através da Internet.
    Obrigado por tudo e pela rapidez da resposta.

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