PSICOLOGIA PARA TODOS

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RISCO DE SUICÍDIO 4

Srª Anónima,Depressão-B

Antes de tudo, vou transcrever a seguir o seu comentário para que também os outros possam aproveitar:

Estou numa depressão profunda depois de perder o meu emprego e não conseguir qualquer apoio.
O meu marido afastou-se por causa do emprego, levou a filha com ele e eu fiquei sozinha em casa dos meus pais, completamente destroçada.
Já fiz psicoterapia em tempos mas agora só estou a ser medicada e apetece-me pôr fim a tudo istomario-70
Por isso, li os três artigos relacionados com o “Risco de Suicídio”, de 10, 16 e 17 de Maio de 2011.
O que poderei fazer para não ter um fim triste, já que não posso ir a algum psicólogo?
Se me puder dar uma ajuda… obrigada.

Depois, conforme prometi na minha resposta ao comentário, vou alinhavar este post para lhe dar a resposta possível, sem saber bem a sua história pessoal e actual, sem quaisquer dados concretos sobre a sua personalidade, meio ambiente e desconhecendo totalmente o seu caso.Biblio
Se já consultou os posts mencionados no seu comentário, posso acrescentar que encontrei a mãe dessa especialista que me disse estar agora a ser ameaçada pela filha de que a iria matar. Também me disse que diagnosticaram na filha uma psicose bipolar benigna que actualmente podem cognominar de “soft”.
Tentei sossegá-la dizendo que, como a filha estava a ser acompanhada pelos médicos e também psiquiatras, ficava bem entregue e devidamente apoiada.
Entretanto, lembrei-me que essa especialista, quando estava a fazer psicoterapia e tinha melhorado substancialmente, ficou «nervosa» na véspera do exame de bioquímica e a mãe obrigou-a a consultar o psiquiatra, sem dizer coisa alguma ao psicólogo que a apoiava.Saude-B
O psiquiatra aumentou-lhe a dose de medicamentos. O exame da especialidade, em vez de correr bem, ajudou que baixasse a nota que tinha sido mantida durante o tempo de investigação.
Quando esta especialista recorreu, normalmente, aos serviços do psicólogo, todo o tratamento feito até ao momento, tinha feito «marcha atrás». Vendo-a bastante desorientada e confusa e sabendo o que tinha acontecido, o psicólogo aconselhou-a a não continuar a psicoterapia consigo, se seguisse as indicações desse psiquiatra.
Caso quisesse continuar com os medicamentos, o psiquiatra teria psicólogos que colaborassem com ele, se necessário. E, a Acredita-Bpartir daí, o psicólogo desligou-se do caso, que teria tido um final diferente se a psicoterapia fosse seguida devidamente, como no caso da Cidália.
O psicólogo sabia que a mãe dela, educada num colégio interno religioso, habituada a uma vida muito regrada, acreditava só em medicamentos (marido farmacêutico, já falecido) e não achava que a psicoterapia em si, desse qualquer resultado. Por isso, obrigava a filha a ir ao psiquiatra. Além disso, achava que a filha devia ter uma nota boa, tal como o pai desejaria. O resultado foi um desastre, provavelmente, com uma grande frustração para a nova especialista.
Os irmãos dela pouco se davam com a mãe e mantinham as suas famílias longe desse ambiente muito restritivo. A filha, não Consegui-Bconseguia ter uma convivência social aceitável extra-familiar nem amigos com quem pudesse conviver. Sentindo-se «enclausurada» na família (só mãe) e frustrada com isso, por não poder satisfazer as ambições da mãe, provavelmente, tinha tido pouco antes um desastre de automóvel, sem qualquer razão aparente.
Nestas condições, a melhor psicoterapia a fazer com essa especialista era ajudá-la a tornar-se autónoma e independente da mãe. A sua última vontade de «matar a mãe» não seria o reflexo da incapacidade de atingir esse desejo?
Todos os factos e acontecimentos, especialmente os traumatizantes e recalcados, podem ser recordados, sentidos e visualizados, imaginando novas formas de actuação, só através do relaxamento e da imaginação orientada que foi Maluco2praticada pela Cidália (C), com apoio parcial do psicoterapeuta, pelo Júlio (E), quase à mesa de um café, pelo Joel (G), pela Germana, pelo Januário (L) e por muitos outros como o Antunes (B), que resolveu o seu caso e o da filha por si próprio.

Por este motivo, tendo tempo disponível, só posso aconselhar a senhora que leia os livros mencionados depois de consultar todos os posts sobre auto-ajuda, auto-psicoterapia, psicoterapia, dissonância cognitiva, frustração, etc. que poderão ajudar a compreender o que os outros fizeram para resolver as suas situações.
Tem dois blogs ao seu dispor: o PSICOLOGIA PARA TODOS e o TERAPIA ATRAVÉS DE LIVROS.Psicopata-B
No seu caso, a utilização do reforço do comportamento incompatível é óptimo. Interessa também compreender os mecanismos de reforço, dissonância cognitiva e outros que são explicados devidamente em PSICOLOGIA PARA TODOS (F). Além disso, o SAÚDE MENTAL… (A), tem capítulos relacionados com os malefícios ocasionados pelas drogas psiquiátricas tomadas indiscriminada e desnecessariamente.
Depois de se inteirar de tudo isto, pode tentar fazer a psicoterapia por si própria . Contudo, lembre-se que quanto mais cedo iniciar este trabalho, melhor para si. Caso contrário, talvez dentro de algum tempo lhe tenham de diagnosticar alguma doença incapacitante.
Os medicamentos tomados durante muito tempo, só a podem alienar.

Boa sorte.arvore-2

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É aconselhável consultar o ÍNDICE REMISSIVO
de cada livro editado em post individual

Blogs relacionados:

TERAPIA ATRAVÉS DE LIVROS [http://livroseterapia.wordpress.com/]

PSICOLOGIA PARA TODOS (o antigo) [http://psicologiaparaque.blogspot.pt/]

Para tirar o máximo proveito deste blog, consulte primeiro o post inicial “HISTÓRIA DO NOSSO BLOG – sempre actualizada”, de Novembro de 2009 e escolha o assunto que mais lhe interessa. Depois, leia o post escolhido com todos os comentários que são feitos. Pode ser que descubra também algum assunto acerca do qual nunca tivesse pensado.

Para saber mais sobre este blog, clique aqui

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3 thoughts on “RISCO DE SUICÍDIO 4

  1. Li este artigo e outros relacionados com psicoterapia de auto-ajuda e acho que o CD é importante.

    • Já dei, recentemente, respostas a estas dúvidas. Consulte-as, se assim o desejar. Contudo, vou transcrever um post antigo, feito de propósito, para dar resposta aos meus antigos alunos do ISMAT quando desejavam power-points para estudar a matéria que estava em livros.
      Fornecer-lhes power-points deixá-los-ia tão limitados na aprendizagem como dar CD a quem está a fazer psicoterapia. Limita-o, deixando na dependência, tal como os comprimidos para dormir, ter energia, reduzir a ansiedade, etc. São sucedâneos desnecessários e contraproducentes para uma vida saudável.

  2. Estive a consultar «academia.edu» e quando entrei no facebook, vi este interessante artigo parecendo que não gosta de misturar medicamentos com psicoterapia.
    Qual é a razão fundamental para essa desconfiança e essa tentativa de não conjugar as duas coisas?

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