PSICOLOGIA PARA TODOS

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SÓ TOXICODEPENDÊNCIAS ?

Senhores CãoPincha,Biblio

Para responder ao vosso comentário, conforme prometi, tenho de vos fazer lembrar que, antes de tudo, necessitam de ver ou rever a maior parte dos nossos posts. É indispensável.

Em quase todos eles, assim como nos livros, realçamos a imprescindibilidade de salvaguardar a necessidade de evitar o reforço secundário negativo a não ser que se destine a treinar a pessoa para melhorar o seu desempenho.

Todos os vícios são constituídos do mesmo modo, incluindo o da alta competição e dos desportos radicais. Contudo, enquanto
mario-70uns são orientados racionalmente, os outros são ganhos emocionalmente para evitar ou fugir de algo indesejável, porque são situações às quais ninguém se deseja sujeitar.

Os resultados, são o álcool, o tabaco, as drogas legais, recreativas e ilegais, o nepotismo, o autoritarismo, a corrupção, a prostituição, a delinquência, as neuroses, além de outras formas de descarregar a necessidade de minimizar a ansiedade e a angústia que a pessoa sente por não conseguir aquilo que deseja, seja legal ou ilegal, benéfico ou prejudicial para o próprio ou para a sociedade.

É sempre o reforço social ou secundário negativo, geralmente aleatório, que reside na base desses comportamentos Saude-Balienantes. Por isso, é muito importante compreender bem como funciona o comportamento humano e descobrir as possibilidades de o modificar utilizando apenas a razão, o raciocínio, a compreensão, a persistência e o treino.

Não vale a pena descobrir ou engendrar justificações para os comportamentos indesejáveis depois de eles se terem instalado com foros de direito adquirido. É necessário evitar que os mesmos se instalem. E é tão fácil evitá-los logo de início desde que se saiba algo sobre a modificação do comportamento e se pratique aquilo que for necessário!Imagina-B

Para isso, segundo o nosso ponto de vista, a «educação» é muito importante. Não é uma educação formal de civilidade e etiqueta mas sim uma aprendizagem para compreender a nossa vida, treinar para ultrapassar as dificuldades e construir aquilo que muitas vezes se designa erradamente como felicidade.

Nisso, os pais podem ajudar imenso.
E, quando eles não têm tempo para despender com os filhos, enquanto o mesmo não lhes falta para o esbanjar com os amigos ou para evidenciar uma vida social e demonstrativa intensa e futil? (C)Consegui-B

A felicidade depende de nós e não apenas do mundo que nos cerca. Quando formos «interiormente» felizes, continuaremos a sê-lo, por maiores que sejam as dificuldades exteriores. Os bombistas suicidas são felizes? Qual o seu ideal? Cristo foi feliz? Hitler foi feliz? Madre Teresa de Calcutá foi feliz? O prisioneiros de guerra são felizes? Viktor Frankl foi feliz quando ajudou os prisioneiros da II Guerra Mundial a descobrirem o significado da vida de cada um?

Enquanto não conseguirmos uma paz interior que nos proporcione um significado para a nossa vida, por maiores que sejam as Psicopata-Bbenesses, traduzidas em poder, honrarias e riqueza, ficaremos sempre dependentes do mundo exterior.

Isto não quer dizer que não devamos lutar por uma vida social e material cada vez melhor, mas apenas quer significar que teremos de o fazer com calma, racionalidade e realismo. Não podemos ser utópicos mas apenas ambiciosos, tanto quanto possível, de acordo com o meio ambiente que nos envolve.

Foi assim que o Antunes, orientou a sua vida quando teve de dar apoio reeducativo à filha. A partir daí, mudou quase tudo na sua vida, mas foi depois de um mal instalado (B).

A Cidália, depois de aprender a alcoolizar-se e quase prostituir-se para reduzir o desconforto que sentia com a vida Acredita-B«mentirosa» dos pais, construiu para si uma nova visão de família em moldes completamente diferentes (C).

Quando os pais da Joana (D) compreenderam os mecanismos do funcionamento do comportamento humano «re-uniram-se» em vez de continuarem a se «des-unir», para dar à filha uma vida muito melhor do que aquela que ela teria na situação em que os pais viviam anteriormente. Também lhe proporcionaram um meio de aprender a utilizar as técnicas de modificação do comportamento para evitar muito do que se passou com ela. E, quem ficou a ganhar foi o seu novo irmão.

O Júlio (E), que teria uma vida tão sensaborona como a de muitas outras pessoas, conseguiu, em tempo oportuno, mudar de rumo e enveredar por um caminho que o ajudou a potenciar todas as suas capacidades que nunca seriam exploradas devidamente.

O Joel (G), que necessitava de uma família que nunca teve, nem uma escola que o apoiasse, baseou toda a sua vida numa resposta violenta à frustração, por nunca conseguir ter a mínima dose de felicidade. Só quando descobriu dentro de si as «forças» que tinha escondidas, conseguiu reagir muito melhor do que outras pessoas que foram mal aconselhadas. E agora, deseja ajudar os outros.Depressão-B

A Isilda (H) deixou de ter necessidade de depender da avaliação dos outros quando descobriu que «valia» alguma coisa só por si, Será isso a tão falada auto-estima? Também a «nova paciente», com muita leitura e exercícios de relaxamento persistentes, ganhou a noção do seu valor próprio.

Tudo isto podia ter sido evitado se a «educação» dessas pessoas fosse num sentido construtivo, o que é muito difícil, para famílias que nunca ouviram falar nas noções científicas da formação e da alteração do comportamento humano para o poder tentar orientar ou modificar (F) num sentido desejado.Difíceis-B

A aprendizagem que fazemos de acordo com as nossas possibilidades, capacidades e oportunidades, é tão importante, que tanto nos pode conduzir a uma vida de bem-estar de acordo com o nosso meio ambiente, como nos pode relegar para uma vida da mais degradante miséria.

As histórias de Cristina, Germana e Januário (L) e as do Mijão,
Calimero, Perfeccionista
e
Pasteleiro (M) indicam as duas facetas das consequências dos nossos comportamentos em função da educação e dos conhecimentos adquiridos sobre o comportamento humano.Psi-Bem-C

A escolha é nossa, mesmo que no nosso meio ambiente não tenhamos tido a oportunidade de sermos «educados» duma maneira saudável.

Em vez de só juntar ou aglutinar os diversos serviços de toxicodependência para dar apoio depois do mal instalado, seria muito mais útil «instruir» o público de modo a evitar que o mal se instale. Para isso, a difusão das noções sobre o comportamento humano, sua formação e modificação ta maior importância e urgência.

Os pais da JOANA deram o exemplo disso.Joana-B

Porém, isso, exige medidas políticas e não psicológicas.
Que a CRISE actual não instigue os governantes a tomar medidas economicistas, ilusórias e contraproducentes. Os poderes públicos, em vez de diminuir o emprego e os salários deveriam pensar em instigar o pleno emprego e o bem-estar das famílias de modo a elas conseguirem passar, em condições de dignidade, muito mais tempo com os futuros cidadãos deste país.

Aqui, senhores CãoPincha, o problema é vosso. Discutam-no e intervenham o melhor que puderem, racionalmente e não
emocionalmente. Boa sorte.

Já leu os comentários?arvore-2

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Ver também o post LIVROS DISPONÍVEIS

É aconselhável consultar o ÍNDICE REMISSIVO
de cada livro editado em post individual.

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TERAPIA ATRAVÉS DE LIVROS [http://livroseterapia.wordpress.com/]

PSICOLOGIA PARA TODOS (o antigo) [http://psicologiaparaque.blogspot.pt/]

Para tirar o máximo proveito deste blog, consulte primeiro o post inicial “História do nosso Blog, sempre actualizada”, de Novembro de 2009 e escolha o assunto que mais lhe interessa. Depois, leia o post escolhido com todos os comentários que são feitos. Pode ser que descubra também algum assunto acerca do qual nunca tivesse pensado.

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2 thoughts on “SÓ TOXICODEPENDÊNCIAS ?

  1. Gostámos deste poste, mas um dos nossos companheiros deseja conseguir ter algumas ideias simples sobre a «educação» de que fala.
    Pode ajudar-nos a pensar em algumas, já que muitos dos nossos companheiros têm crianças entreos 4 e os 15 anos?

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