PSICOLOGIA PARA TODOS

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ACONSELHAMENTOS 10

Senhor Anónimo «MAD»,Difíceis-B

Os seus dois extensos comentários seguidos, que descrevem a sua enorme desgraça de «perda» da namorada ideal, não vão ser publicados porque ocupariam muito espaço, sem qualquer utilidade para os leitores. Mas a resposta que lhe vou dar pode servir para muitos, embora seja muito mais curta do que os seus comentários.

Diz-me que estava a pensar em formar um lar ideal com uma moça muito interessante que conheceu, de repente, há pouco mais de 6 meses quando tinha acabado o namoro com outra, de há muito tempo, e cuja mãe desejava quase ajudá-la a ter relações  consigo.mario-70

Também me diz que passou com a actual «tempos admiráveis» e que está com imensa vontade de que tudo volte a ser como «dantes»!!!   Qual dantes?
O rompimento entre os dois foi porque houve da parte dela vários comportamentos de intriga e de desconfiança, não se sabendo se poderia estar envolvido algum problema financeiro ou monetário. Houve também tentativa, da parte dela, de envolvimento de outra pessoa que não tinha coisa alguma a ver com o namoro. Houve dúvidas acerca de ela dizer que era assediada por colegas que a queriam seduzir ou violar. Houve tentativas dela para envolver outros colegas no relacionamento, incriminando sempre outras pessoas enquanto ela se Biblioapresentava como inocente.
Além de tudo, a vontade de ela querer ter relações sexuais sem preservativo, dizendo que os comprimidos que toma são seguros, pode querer dizer alguma coisa quando fica aliada à proposta para o anónimo «MAD» não tirar a licenciatura e casar antes disso? A má situação económica dos pais dela, aliada à necessidade de ela os ajudar financeiramente, quererá dizer alguma coisa?

Dum modo geral, situações como esta são muito dúbias, mas muito frequentes e exigem algum discernimento para que não se transformem num futuro pesadelo. Para isso, aconselho que consulte, antes de tudo, os posts ACONSELHAMENTOS 5, de 25 de Junho e ACONSELHAMENTOS 9, de 30 de Julho. Neles dei algumas dicas para se Psicopata-Bpoder sobreviver a casos semelhantes porque me parece que esta situação está a ser, para si, muito difícil, podendo regredir e ter um final um pouco desagradável.

Casos de rompimento de namoro são inúmeros e necessitam de algum bom senso para serem percebidos.

Qual a razão do início do namoro logo depois acabar o namoro com a outra?
Qual a razão duma intimidade tão grande como diz ter existido?
Qual a razão da necessidade de ela fazer insinuações, enviar SMS falsos e apresentar outros colegas como agressores sexuais?
Se o amor é tão grande, qual a razão de, em certas situações, a namorada não acompanhar o namorado, preferindo ficar em Joana-Bcasa dele sozinha quando todos ou outros membros iam a um velório de pessoa muito familiar?
Qual a explicação do único desaparecimento de dinheiro da casa do namorado, subitamente, depois desse velório quando a namorada podia movimentar-se na área residencial sozinha?

Aconselho nos posts anteriores a pensar bem em todas as hipóteses possíveis e muitas mais, tais como:
O namoro seria, de facto, namoro ou seria encenação?
Se havia namoro, que confiança tinham os dois um no outro?
Qual a razão de desconfianças e insinuações envolvendo terceiros?
Os assédios sexuais seriam uma realidade, uma fantasia ou um modo de querer provocar ciúmes para conseguir «agarrar» um Maluco2parceiro sexual?
Como pode funcionar um casamento iniciado em moldes semelhantes?
Num futuro muito próximo, não haveria mais «cenas» semelhantes para desespero do «MAD»?
Se, depois de todos os procedimentos adoptados, com a segurança e confiança nos comprimidos anticoncepcionais, «acontecer» uma criança, quem a vai sustentar e educar, já que o MAD diz não ter emprego fixo nem garantido, a namorada também não, e os pais de qualquer dos dois parecerem não estar dispostos a aguentar com um encargo semelhante contra a sua vontade e fora do tempo?
E, em que fica a licenciatura de que o MAD diz necessitar?Imagina-B

Por este motivo, aconselho a treinar o relaxamento, tentar entrar em imaginação orientada e pensar em tudo isto a fim de que não haja arrependimentos com a continuação dum relacionamento tão complicado como o actual e a reprodução de outro semelhante, num futuro não muito distante. A leitura dos livros com outros casos, a adopção de procedimentos neles indicados e o treino do relaxamento, podem dar uma ajuda substancial porque ninguem mais pode fazer isso por nós. Apenas os conselhos, não chegam!

Julgo que o MAD, antes de se «enamorar» de «olhos fechados» tem de saber conseguir descobrir com quem está a lidar para Consegui-Bevitar situações como a actual que se tornam irreconciliáveis no futuro prejudicando o bom desenvolvimento duma criança que se deseja saudável.

Além do mais, só bens materiais não chegam, porque os bens psicológicos ou «espirituais» são os mais importantes numa sociedade saudável.

Senhor anónimo, que julgo, neste caso, «MAD» não significar «maluco». O Júlio disse-me isso, em tom solene, no início da sua primeira consulta, há mais de 30 anos. Descubra o percurso da vida dele. Também se sentia «abandonado» pelos pais (E). Relaxe-se e veja o que descobre dentro de si e do relacionamento que teve neste último namoro. Saude-BNão dê passos errados. O bom senso tem de prevalecer. Faça também ginástica que o pode ajudar a atingir o relaxamento desejado. Dedique-se ao emprego para o poder «agarrar» com mais força. Agora que me disse ter diminuído os seus medos andando também de avião, pode pensar em vôos mais altos.

A leitura dos casos de outras pessoas pode ajudar a pensar nos nossos, descobrindo que não somos os únicos a ter problemas. Temos de ser menos «ingénuos e imaturos» para conseguir ultrapassar os nossos problemas com êxito. A auto-análise ajuda!

Um namoro seguro, qualquer que seja, é o que não nos «deslumbra» de repente, mas que se vai «sedimentando» com calma, Psi-Bem-Ccom o tempo, com a convivência e com a aceitação das diferenças que sempre existirão entre duas pessoas.
Já ouviu dizer que somos todos iguais e todos diferentes?
Boa sorte.

Já leu os comentários?

Clique em BEM-VINDOS

Ver também o post LIVROS DISPONÍVEIS

É aconselhável consultar o ÍNDICE REMISSIVOarvore-2

de cada livro editado em post individual.

Blogs relacionados:

TERAPIA ATRAVÉS DE LIVROS [http://livroseterapia.wordpress.com/]

PSICOLOGIA PARA TODOS (o antigo) [http://psicologiaparaque.blogspot.pt/]

Para tirar o máximo proveito deste blog, consulte primeiro o post inicial “História do nosso Blog, sempre actualizada”, de Novembro de 2009 e escolha o assunto que mais lhe interessa. Depois, leia o post escolhido com todos os comentários que são feitos. Pode ser que descubra também algum assunto acerca do qual nunca tivesse pensado.

Para saber mais sobre este blog, clique aqui.

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4 thoughts on “ACONSELHAMENTOS 10

  1. Anónimos (dois casais) on said:

    Começamos pelos ACONSELHAMENTOS e continuamos por vários outros artigos de que estamos a gostar imenso.
    Vamos aproveitar as noites para praticar o relaxamento de que tanto fala.

  2. Anónimos (dois casais) on said:

    Dr. Noronha,

    Bom Dia.
    Durante as férias que estamos a acabar de passar, estivemos a consultar nos nossos portáteis, o seu blogue, especialmente os artigos que dizem respeito aos “ACONSELHAMENTOS”, “ENVOLVIMENTO FAMILIAR” e “REFORÇO”. Gostámos imenso.
    Abordando esse assunto com um nosso amigo comum, soubemos que o pai dele foi seu paciente há várias décadas quando ainda tinha consultório na Infante Santo, em Lisboa.
    Deu-nos muito boas referências e falou-nos em pequenos livros da Plátano que agora estão transformados em JOANA…
    Conseguimos ir a uma biblioteca Municipal que emprestou esse livro para lermos em casa. Lendo cada um uma parte, o que nos fez confusão, é o facto de o quase psicólogo dizer à Joana que o pai dela podia não estar a elogiar os seus bons comportamentos e corrigir sempre os maus porque estaria satisfeito com os comportamentos dela.
    Se o psicólogo elogiava os bons comportamentos dela e não a repreendia quando fazia algo de mal, qual a razão de o pai também não os elogiar e só castigar? Esta explicação fez-nos muita confusão porque o psicólogo se portava de outra maneira. O pai não deveria fazer o mesmo? Gostaríamos de obter uma explicação para isso.
    Agradecemos imenso uma resposta da maneira como todos os esclarecimentos que tem dado no seu blogue, especialmente porque somos jovens e quase em lua-de-mel, à espera de filhos.
    Nenhum de nós deseja que qualquer dos filhos tenha de enfrentar as dificuldades passadas pela JOANA.
    Não é assim que prefere? Prevenção e profilaxia?
    Mais uma vez, agradecidos por tudo.

    Anónimos (dois casais)

    • Agradeço o vosso elogio e interesse no blog e espero que tirem bom proveito de todos os posts, difundindo-o pelos amigos, conhecidos e necessitados.
      As nossas explicações serão dadas no próximo post.
      Mário de Noronha

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