PSICOLOGIA PARA TODOS

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PSICOTERAPIA 3

Um Anónimo, em 26 de Janeiro de 2013, disse:Biblio

Como diz que gosta que façam comentários e que não enviem e-mails para que tudo possa ser consultado por muita gente, faço este comentário que não tem a ver com o artigo onde o faço.
Consultando este blogue e os artigos relacionados, vi o resumo do livro EU NÃO SOU MALUCO e pareceu-me bastante improvável o Júlio conseguir ter um êxito bastante grande sem posterior apoio psicológico.
Pode-me explicar como foi?

Perante o comentário acima transcrito, vou tentar responder, ao correr da pena, a razão porque enveredei pela TERAPIA DO Auterapia-B30EQUILÍBRIO AFECTIVO e pela psicoterapia da IMAGINAÇÃO ORIENTADA (J) que mantenho há mais 20 anos, com resultados bastante positivos.

É bom ler ou reler, em primeiro lugar, o outro post sobre Psicoterapia.

Depois, tenho de esclarecer que o Júlio, passados mais de 20 anos sobre a psicoterapia descrita no «seu» livro (E), feita da maneira pouco ortodoxa, tal como ficou descrita, por absoluta necessidade e para benefício do próprio, garantiu-me que nunca mais consultou qualquer psicólogo.

Para mim, o que se passou com ele, tem uma explicação muito simples e elementar.Maluco2
■ A psicoterapia que eu oriento, não é propriamente «feita» como se executa tradicionalmente: o psicólogo ouve, discute, dá conselhos, ajuda a relaxar ou faz entrar em hipnose. No meu caso, ela é feita pelo próprio porque só ele tem acesso à sua «cabeça» onde tudo está guardado e onde são coordenadas as ordens para acções futuras.
■ Eu, apenas ajudo o «paciente» a orientar a sua acção, recordar o que se passou, estabelecer ligações entre todos os factos passados, presentes e futuros, compreender a necessidade e a adequabilidade duma determinada actuação e estabelecer um plano de acção para sua orientação futura, de maneira autónoma, nem que, para isso Acredita-Btenho sido necessária a minha ajuda.
■ Para isso, é necessário que o próprio esteja interessado em mudar a sua actuação, reconhecendo que o comportamento do momento não é o mais adequado. Não basta dizer. É necessário sentir. Por isso, tem de ser ele a dizer o que não está bem e em que sentido deseja inflectir. Tudo isto aconteceu, como Júlio (E).
■ Depois, é necessária prática suficiente para entrar em relaxamento
mental
e em imaginação orientada. Quem pode praticar tudo isso senão o próprio, embora esteja sujeito a muitos momentos de desânimo e frustração por julgar que não está a atingir os objectivos pretendidos? É absolutamente «normal» ou usual em quase todos. Senão, a Cidália (C) que o diga o que o Antunes (B) pode confirmar.Consegui-B
■ A prática inicial mínima foi atingida com o Júlio em algumas sessões efectuadas logo, no hospital onde ele estava internado. Para o encorajamento necessário para a prática inicial do relaxamento, as conversas no café foram suficientes por causa da forte motivação do Júlio. Para a imaginação orientada, as conversas no café também ajudaram até ele conseguir «tirar da cabeça as teias de aranha que o faziam sentir-se ter sido abandonado pelos pais em Lisboa quando ainda era muito novo e tinha de estudar fora da terra».
■ Depois, a sua firme determinação de prosseguir os estudos, além da aprendizagem feita e discutida nas conversas de que era necessário aproveitar todas as oportunidades, fizeram com que o bom resultado obtido, logo que regressou a casa, o incitassem a prosseguir como desejava. O reforço positivo secundário aleatório alcançado na Psi-Bem-Cfabriqueta onde trabalhava, ajudaram imenso.
■ Foi como se a bateria do carro estivesse muito fraca e descarregada e, uma vez empurrado o carro, durante uma longa viagem, começasse a recarregar com o alternador existente, para nunca mais ocasionar dificuldades porque o carro ficou sempre a trabalhar regularmente.
■ Se assim não fosse, ele estaria na minha dependência para a mais pequena contrariedade que fosse surgindo. Também poderia depender dos meus conselhos para iniciar uma acção nova, não imaginada anteriormente. Do modo como se procedeu, ele apreendeu a pensar por si, a colocar os prós e os contras, a ensaiar medidas alternativas e a resolver sem depender de outros, tal como aconteceu também com o Joel (G).Psicopata-B

É a autonomia que anseio que os pacientes atinjam, não necessitando de mais conselhos pela vida fora. Amizades sim, dependência para conselhos, não.

Esse incentivo e os resultados obtidos, deixaram-no na senda do progresso.
Se assim não fosse, poderia ficar na minha dependência ou de qualquer outro especialista, tal como uma pessoa fica na dependência dos medicamentos que eu detesto, até por experiência própria, há dezenas de anos.

Tudo isto, talvez seja mau para os especialistas, como disse o Júlio na página 102 do «seu» livro (E), mas é, seguramente, bom Depressão-Bpara o próprio.

A vontade foi de cada um, assim como toda a prática mantida durante anos. Não é o psicoterapêuta o actor principal, mas é o principal impulsionador a ajudar o próprio ou o «paciente» que o «atura» durante toda a psicoterapia.

Para facilitar tudo e tornar a psicoterapia muito mais económica do que agora acontece, a aprendizagem e a prática do relaxamento  pode ser conseguida em grupos de 20 pessoas, ou menos, num espaço de alguns meses. Se houver uma firme vontade do próprio e colaboração para ler, escrever e praticar esse relaxamento à noite, à hora de Difíceis-Bdormir, a psicoterapia total pode ficar no décimo do preço que custaria se o paciente fosse atendido exclusivamente num consultório. Nesse grupo pode fazer os exercícios práticos e ser atendido  individualmente em relação aos seus problemas e orientações pessoais. Assim, a psicoterapia ficaria num quarto do preço que custaria se fosse apenas individual.

Já leu os comentários?

Clique em BEM-VINDOS

Ver também o post LIVROS DISPONÍVEISarvore

É aconselhável consultar o ÍNDICE REMISSIVO de cada livro editado em post individual.

Blogs relacionados:

TERAPIA ATRAVÉS DE LIVROS [http://livroseterapia.wordpress.com/]

PSICOLOGIA PARA TODOS (o antigo) [http://psicologiaparaque.blogspot.pt/]

Para tirar o máximo proveito deste blog, consulte primeiro o post inicial “História do nosso Blog, sempre actualizada”, de Novembro de 2009 e escolha o assunto que mais lhe interessa. Depois, leia o post escolhido com todos os comentários que são feitos. Pode ser que descubra também algum assunto acerca do qual nunca tivesse pensado.

Para saber mais sobre este blog, clique aqui.

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2 thoughts on “PSICOTERAPIA 3

  1. Acostumbro cada noche buscar webs para pasar un buen rato leyendo y de esta forma he encontrado vuetro post. La verdad me ha gustado el post y pienso volver para seguir pasando buenos ratos.

  2. Gostei da resposta dada ao meu comentário em Conformismo. Muito obrigado

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