PSICOLOGIA PARA TODOS

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REEDUCAÇÃO DE DEFICIENTES 4

Agradeço a resposta que deu com o REEDUCAÇÃO DE DEFICIENTES 3, mas necessito de mais neuropsicologia-Besclarecimentos, se me puder dar.
O meu filho de 10 anos, está sempre inquieto nas aulas, dá-se pouco com os outros, tem pouco rendimento e a directora de turma aconselhou-me a fazer exames psicológicos.
Foi a uma consulta de psicologia donde o encaminharam para um centro especializado. Fez exames em vários dias. No final, o relatório disse que ele devia ser levado para uma consulta de especialidade para saber se tinha o sindroma de Asperger.
O neurologista disse que não era esse sindroma nem o da hiperactividade mas que podia ser qualquer coisa relacionada com dislexia.Psicologia-B
A psicóloga inicial disse que o assunto não era da sua competência e que devia ser tratado numa clínica para disléxicos.
O rapaz foi também sujeito ao luto do pai vivo. Ao meu actual marido ele chama pai na presença das pessoas, mas não em casa.
Não sei o que fazer porque o assunto arrasta-se desde o início do ano lectivo e estou muito longe de si.

Interacção-B30Minha senhora.
Perante este comentário seu, que transcrevi acima, também não sei o que responder porque não conheço minimamente o caso, nem fiz qualquer observação.

Se foi a uma clínica especializada e não lhe darem um relatório com os exames feitos e os resultados, acho mal mas, parece que é a moda. Se fosse comigo, gostaria de ter relatórios com resultados qualitativos e quantitativos e não exclusivamente muitas palavras que são, geralmente, impressões de quem observa.Saude-B

Não compreendi o que é e porquê o luto do pai se ele ainda está vivo. São procedimentos que desconheço. Contudo, julgo que existe uma componente de interacção familiar muito forte a influenciar tudo isto. Já tive casos desses e o remédio foi «mexer» em toda a família para a criança se «curar». Será o caso? Julgo que a senhora vai necessitar duma consulta a sério, com alguém competente para evitar demoras, deterioração da situação e futuros arrependimentos.

Além de diversos casos parecidos descritos em PSICOLOGIA PARA TODOS (F), lembrei-me da conversa que tive com o Acredita-Bmeu amigo Antunes que, por causa de depressão dele, a mulher esteve desorientada e a filha obtinha maus resultados na escola. Também ela tinha 9 anos nessa época.
A conversa tida com o Antunes, há mais de 10 anos, vai ficar transcrita das páginas 69 a 76 da IMAGINAÇÃO ORIENTADA (J):
– Então, como escolher o terapeuta ou reeducador?
– Algumas sugestões podem ajudar a efectuar a escolha mais adequada. Em qualquer terapia ou reeducação englobam-se factores relacionados com a motivação, a ética, a personalidade e os valores do indivíduo em questão. São aspectos até certo ponto íntimos do indivíduo com quem lidamos e que têm de ser respeitados. Além desse Psicopata-Brespeito pelo sujeito humano, o terapeuta ou reeducador necessita de competência técnica para poder levar a bom termo a sua função. Será, portanto, de extraordinária vantagem para o paciente, ter confiança nas capacidades do especialista ou técnico que escolher. Não é, geralmente, na primeira entrevista que essa confiança se pode criar quando a mesma não existe. Também, as atitudes quer de dúvida, quer de expectativa de solução quase milagrosa das dificuldades, são prejudiciais. O mais importante é abordar o especialista com confiança e desejo de colaborar, para que a indecisão inicial seja solucionada em comum. Contudo, uma atitude crítica pode ajudar a eliminar dúvidas e a colocar no momento oportuno perguntas pertinentes para o aprofundamento do processo terapêutico ou reeducativo. A confiança no terapeuta ou reeducador pode conseguir-se através do conhecimento do seu trabalho, do seu currículo, da sua idoneidade moral e, essencialmente, através da opinião das pessoas que Maluco2tiverem recorrido aos seus serviços.

Pareceu-me que o Antunes ficou satisfeito com os esclarecimentos que acabara de lhe dar, especialmente quando disse que uma informação aprofundada da opinião dos amigos e pacientes, pode dar uma ideia mais clara da isenção e competência com que os assuntos são conduzidos pelo terapeuta ou reeducador.
Mas, quando lhe disse que uma observação cuidada e uma avaliação posterior e permanente dos pais ou educadores são essenciais, permaneceu «meditabundo» enquanto a minha família não regressou da praia. Devia estar a pensar no assunto acerca do qual tínhamos acabado de falar.
Por isso, depois do almoço, mostrou-se curioso quando nos sentámos todos na sala de estar, a saborear um digestivo. Quis Difíceis-Bsaber acerca da possibilidade de acções psicológicas que se conseguem efectuar para evitar ou minimizar os riscos do alcoolismo, da droga, etc. e as suas perguntas não se fizeram esperar.

– Por que existe tanto ênfase na terapia familiar, quando somente uma criança ou um jovem se encontra «doente»?
– Em determinados casos, a criança pode ser um «sintoma duma doença familiar» da mesma maneira como a febre pode ser a indicação de uma infecção muito grave no aparelho digestivo, embora também se possa apresentar como indicativo duma simples constipação que desaparece em 24 horas com dois comprimidos de aspirina. No caso de infecção, a aspirina pode não ser a solução adequada e ajudar a aumentar a doença com o atraso que provoca no Psi-Bem-Creconhecimento da situação real, baixando pontualmente a febre. Se o insucesso escolar for causado por desavenças ou mal-estar na constelação familiar, o importante é alterar essa interacção de modo a que a sua mudança provoque uma melhoria no sucesso escolar. Se em substituição desta interacção nos preocuparmos somente em reeducar as capacidades deficitárias da criança, esse treino pode melhorar temporária e artificialmente o sucesso escolar, mas não vai reduzir o mal-estar sentido em consequência da má interacção familiar (F/231-237). Deste modo, a criança, em vez de reduzir a sua tensão através de respostas inadequadas conducentes ao insucesso escolar, pode procurar dar respostas alternativas que reduzam a sua frustração por não conseguir uma boa interacção familiar. Podemos ter assim respostas «deslocadas» relacionadas com o consumo de drogas, delinquência, neuroses, etc. (M), enquanto o sucesso escolar se mantém ou diminui ilusoriamente. É importante que os pais Depressão-Bcompreendam a situação e não vejam o insucesso escolar como uma consequência exclusiva de défices cognitivos ou psicomotores. Esta compreensão surge às vezes muito tardiamente quando os filhos estão irremediavelmente metidos na droga sem qualquer revés escolar anterior (F). Além da compreensão, é necessário que os pais aceitem ajuda para modificar o seu próprio comportamento em benefício duma situação que, depois de melhorada, pode trazer inúmeros benefícios (B).

– Então, achas que se deve facilitar a vida das crianças, dando-lhes todo o conforto?
– Não é bem isso. Contudo, não é especificamente a pobreza, o conforto ou a austeridade na educação ou até a complacência dos pais que provocam só por si o desequilíbrio. Todo o ser humano gosta de afecto e de segurança. Uma criançaConsegui-B que seja educada através de normas consistentes, com carinho, que sinta segurança e que consiga ter, pelo menos nos pais e na restante família, apoio suficiente para crescer, desenvolver-se saudavelmente e sentir-se envolvida no ambiente familiar, dificilmente ficará desequilibrada, mesmo que os pais sejam relativamente austeros, pobres e de condição social pouco invejável. Se assim não fosse, nunca teríamos ricos com doenças mentais nem filhos de pobres, equilibrados e instruídos. Contudo, é imprescindível que a criança aprenda a ultrapassar dificuldades para estruturar a sua personalidade de maneira adequada.
“Vou dar um exemplo muito simples para comprovar o que digo. Uma mãe vai à consulta para saber se o seu filho deverá seguir uma determinada carreira a partir do 10° ano, quando o rapaz deseja dedicar-se exclusivamente à ginástica na companhia de Organizar-Boutros amigos que se viciam na droga. Ao ouvir dizer que seria necessário estudar o caso avaliando a personalidade do filho, as suas motivações e interesses, a sua interacção com os pais e outros familiares, e as razões que o possam incentivar a ter o comportamento de desinteresse pelas aulas, a mãe mostra-se bastante frustrada e desconsolada em relação à psicologia. Neste caso, é necessário explicar-lhe que a interacção do filho com outras personalidades, só pode ser avaliada no contexto global, isto é, observando o contacto íntimo que o filho tem com o seu meio ambiente imediato.
“Tudo isto demora muito tempo, especialmente quando se torna necessário desmistificar os mecanismos de defesa que as pessoas criam e que utilizam, normalmente, com base nos preconceitos sociais e ideias preconcebidas, como acontece também no caso dos traumatismos. Muitas vezes, essas falsas ideias e preconceitos são os principais responsáveis pelaRespostas-B30 criação de situações anómalas, obrigando ao prolongamento e à multiplicação de sessões de aconselhamento que têm a finalidade de relacionar e aclarar os falsos conceitos acerca do comportamento humano. Situações destas podem redundar, muitas vezes, numa terapia menos económica do que a desejada, como acontecia com esta mãe, que se ia separar do marido. Porquê? Às vezes, até podem aumentar ou nunca ser resolvidas, como tenciono mencionar claramente num novo livro que escreverei logo que puder (M).”

– Existe recuperação para os toxicodependentes?
– Supõe-se que sim, desde que se detectem as causas e se modifique o ambiente em que se iniciou o «vício». Porém, é extraordinariamente difícil alterar o meio ambiente, sendo ainda mais difícil fazer a análise retrospectiva para Bibliodetectar o momento e as causas da apetência para a droga, a qual se pode imbricar tanto na composição genética como na formação da personalidade, ou ainda nas condicionantes do ambiente familiar e social. Não se pode passar uma esponja e fazer desaparecer os traços deixados por uma vivência de vários anos em que se foram formando conceitos, preconceitos, hábitos, etc. e se aprendeu a reagir de uma maneira peculiar aos estímulos que o meio ambiente proporciona (F/122). É muito mais difícil aprender uma língua estrangeira em adulto do que em criança e muitas pessoas até não conseguem perder o sotaque peculiar da sua língua natal. Se uma coisa tão simples está arreigada deste modo nos nossos hábitos, como poderemos perder, com facilidade, hábitos muito mais marcantes? É por isso que se insiste tanto na importância da «educação» a ser dada nos primeiros anos da vida do indivíduo.Joana-B

– O que são sessões de aconselhamento e para que servem?
– O aconselhamento, que depende essencialmente do tempo e dos meios dispendidos para o efeito, serve-se de suportes verbais, audiovisuais, psicodramáticos ou quaisquer outros para consciencializar o interessado, ajudando-o a analisar e a compreender a situação e a desencadear acções que contrariem as dificuldades sentidas ou que ajudem a melhorar o comportamento que não é considerado totalmente satisfatório. O aconselhamento efectua-se com a plena consciência do interessado e sem relaxamento, como pode acontecer também numa psicoterapia. Estas sessões servem geralmente para responder a dúvidas que as pessoas possuem em relação à carreira escolar «Educar»-Bou profissional, educação dos filhos, gestão de empresas, relacionamento social, etc. Infelizmente, algumas pessoas imaginam que podem expor um caso minuciosamente sob o ponto de vista do próprio e obter uma resposta imediata em relação à correcção ou incorrecção do seu comportamento. Quando a pergunta se refere ao comportamento do próprio, com dúvidas em relação à escolha da carreira ou outro facto objectivo não relacionado com a interacção humana, a resposta pode não ser difícil nem demorada embora, tenha de ser dada, muitas vezes, em mais do que uma sessão, para o bom acompanhamento da situação. Contudo, se o aconselhamento se referir ao comportamento que é necessário ter com outras pessoas (pais, filhos, empregados, amigos, etc.), a necessidade de conhecer mais profundamente as diversas personalidades envolvidas nesse contexto, bem como muitas outras que podem influenciar a situação em si, faz com que a resposta seja demorada, podendo até Depress-nao-Bexigir, como já disse, a realização de várias sessões com todos os intervenientes na situação, que deve ser estudada minuciosamente.

– Existe qualquer outra alternativa?
– A resposta já foi dada anteriormente, mas vou sintetizá-la melhor. Para uma pessoa que ignora quase tudo acerca do comportamento, da psicologia, da psicoterapia ou da psicopedagogia, é conveniente frequentar sessões que se destinam aos pais, educadores, professores, terapeutas e efectuar muitas leituras destinadas a apreender os conhecimentos necessários acerca do modo como o comportamento se forma, se mantém ou se elimina. Os cursos são mais económicos do que as consultas e os livros, muito mais. A etapa seguinte é procurar fazer ou treinarHumanismo-B aquilo que interessa. Em caso de dificuldade, dúvida ou impossibilidade de aplicar alguns dos conselhos ou de utilizar o material ou equipamento disponível, podem realizar-se sessões de grupo nas quais, mais economicamente do que numa consulta isolada, se podem fazer treinos ou adquirir novos conhecimentos (B/117-129). Em último lugar, existe a consulta isolada, que é, geralmente, paga em função do tempo dispendido. Contudo, para poupar muitas consultas, nada melhor do que ler muitos livros sérios para esclarecer certas dúvidas, eliminar preconceitos ou ideias preconcebidas e conhecer uma linguagem que é muito usada no aconselhamento psicológico.

– Existem quaisquer outros meios de divulgação da informação? Falhas2
– As sessões de sensibilização destinam-se à divulgação de informações diversas que podem ajudar a formar conceitos correctos, desmistificar determinados preconceitos e clarificar situações que, de outro modo, conduzem a ideias absurdas acerca da vida, da sua especificidade e das naturais dificuldades que todo o ser humano tem de enfrentar ao longo da sua existência.
“Quando se efectuam em grupo, com meios áudio-visuais, são um meio complementar económico para tentar equilibrar a personalidade e as relações interpessoais ou ajudar os próprios ou seus familiares e facilitar a reabilitação (B/117-124).
“Através destas sessões, cada um pode aprender a avaliar os seus problemas, a evitá-los em tempo oportuno ou a aprender a dar apoio psicoterapêutico ou psicopedagógico aos seus familiares, o que, às vezes, é necessário, mas difícil de se obter fora do Marketing2ambiente familiar.
“Os pais podem assistir a sessões de sensibilização em que lhes são dadas noções que vão funcionar como incentivo para uma melhor actuação futura e uma maior capacidade de compreensão e apoio dos educandos.
“Estas sessões são uma maneira muito eficaz, expedita, económica e prática de cada um aprender a comportar-se de um modo adequado. Não servem, geralmente, para ajudar os outros. Porém, numa discussão, uma pessoa mais esclarecida pode ajudar outras, que ainda não são conhecedoras das informações correctas.
“Além de tudo isto, também as publicações são outro meio de divulgar noções de psicologia e facilitar às pessoas interessadas o acesso a conhecimentos especializados, o que, de outra forma, seria difícil. O resumo ou a descrição sintética do modo como algumas pessoas melhoraram ou resolveram as suas dificuldades, ajuda outras a compreender o modo Sindicalismo2como poderão vir a actuar. Cada um pode tentar fazer uma autoterapia através de técnicas que já foram utilizadas e estão descritas de uma forma simples (B) (C) (E) (L) (M).
“Também, através da leitura desses livros, as pessoas podem conseguir compreender os mecanismos do comportamento, efectuar uma acção profiláctica ou tentar ajudar os filhos ou pessoas conhecidas a resolver as suas dificuldades, quer comportamentais quer escolares, especialmente quando, por razões de localização, falta de tempo, escassez de recursos financeiros ou indisponibilidade de técnicos, não conseguem obter o apoio directo de um técnico especializado (E) (F) (G) (K) (H) (I) (L) (M).”

– Então, há possibilidade de fazer uma autoterapia sem a orientação ou apoio permanente do psicólogo ou psicoterapeuta?stress2
– Acho que sim e até julgo ser uma ideia louvável. Existem publicações que ajudam a realizar autoterapias e brevemente irei publicar uma sobre este tema. Contudo, o mais importante é o trabalho, o empenho e a perseverança de cada um. Na futura edição do livro DEPRESSÃO? NÃO, OBRIGADO! (H) teremos o exemplo de uma «nova paciente» que leu especialmente as histórias da Isilda e da Cristina (L) e conseguiu resolver o seu problema muito a contento.

– Há, de facto, vantagem em realizar uma autoterapia?
– Na minha opinião, até acho que é uma maneira de gastar menos tempo e dinheiro e obter maiores benefícios. Além disso, é também um método de socorro permanente à disposição do próprio, sem quaisquer condicionalismos ou psicoterapia2despesas. Também, a leitura de assuntos relacionados com o comportamento humano e o seu estudo deixam-nos mais preparados para a nossa interacção do dia-a-dia, quer no emprego, quer no seio familiar ou até entre amigos. Tudo isto está amplamente explanado e discutido nos livros que descrevem as terapias com a Isilda, Cristina, Germana e Januário (H) (L).

Neste caso, qual a razão por que as pessoas não aderem a este modo de resolver os seus problemas?
– Para mim, a razão é muito simples. As pessoas têm de ler e apreender algumas coisas sobre o comportamento e a sua modificação e executar os exercícios mínimos que são necessários para conseguir modificar o comportamento. Do mesmo modo como muitas pessoas se desculpam com os preços das consultas particulares, muitos dizem apoio2que os livros são caros. Contudo, essas mesmas pessoas não se importam de pagar bilhetes caríssimos para assistir aos jogos de futebol e aos «concertos» que abundam cada vez mais neste país. Além disso, também muitos dizem que não têm tempo para ler os livros quando esse tempo lhes sobra para passar as tardes nos cafés e as noites nas discotecas. Se quisermos acrescentar a tudo isto a ideia que temos, de que os cuidados com a saúde devem competir exclusivamente ao Estado e aos técnicos respectivos, estamos a esquecer que o corpo e a mente são nossos e que o maior benefício da boa saúde é para cada um. Para completar o «ramalhete», não podemos esquecer os muitos comodistas que consultam um especialista para lhe dizer quase literalmente, de forma tácita: “tome conta de mim que eu fico a ver o que vai fazendo” e talvez até lhes apetecesse acrescentar: “e vou tomando nota de tudo para criticar aquilo que achar mal.”sucess2
“Porém, esquecem-se que os problemas psicológicos se situam na mente de cada um e que, por melhor que seja o terapeuta, sem esse «cada um» «trabalhar» eficazmente, não há terapia que chegue a bom termo! (M).”

Já leu os comentários?

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Ver também o post LIVROS DISPONÍVEISarvore-2

É aconselhável consultar o ÍNDICE REMISSIVO de cada livro editado em post individual.

Blogs relacionados:

TERAPIA ATRAVÉS DE LIVROS [http://livroseterapia.wordpress.com/]

PSICOLOGIA PARA TODOS (o antigo) [http://psicologiaparaque.blogspot.pt/]

Para tirar o máximo proveito deste blog, consulte primeiro o post inicial “História do nosso Blog, sempre actualizada”, de Novembro de 2009 e escolha o assunto que mais lhe interessa. Depois, leia o post escolhido com todos os comentários que são feitos. Pode ser que descubra também algum assunto acerca do qual nunca tivesse pensado.

Para saber mais sobre este blog, clique aqui.

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2 thoughts on “REEDUCAÇÃO DE DEFICIENTES 4

  1. Anónima, amiga de uma sua conhecida on said:

    Fico cada vez mais baralhada com o que está a acontecer. Se calhar, vou tentar ir a uma consulta com mais alguém, já estou muito longe de si.

  2. A propósito deste artigo, da reeducação deficientes e das actuais crise e austeridade que não deixam dinheiro nem para o essencial, goataria de saber se existe alguma solução para as crianças mais carenciadas.
    A mãe duma criança que é conhecida do nosso grupo necessita de reeducação para a sua filha de 8 anos. Está desempregada, não consegue arranjar emprego e o dinheiro que o marido ainda ganha não chega para as despesas usuais.
    A escola não dá qualquer apoio a não ser a crianças em grupos que não apresentam qualquer melhora.
    O que se poderá fazer? Se puder dar alguma ideia, agradecemos sinceramente.

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