PSICOLOGIA PARA TODOS

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AUTOTERAPIA 3

Em relação ao comentário abaixo transcrito, feito no post AUTOTERAPIA 2, posso já dizer que, foi por causa de comentários mario-70deste tipo e de vários reparos feitos verbalmente e por escrito, que comecei a pensar num novo livro “AUTO{psico}TERAPIA”, com cerca de 76 páginas, extensa bibliografia e um «manual» de procedimentos passo a passo, ordenado e preciso, para ajudar as pessoas a não se desorientarem com tudo o que ficou escrito nos livros sobre os diversos «casos» já publicados e por publicar.
Este livro contém uma primeira parte, para quem quiser fazer uma psicoterapia breve e rápida sem se importar com o futuro, uma segunda parte para quem se quiser precaver para o futuro e aprofundar a terapia, e uma terceira parte com referência a muitíssimos livros e artigos que podem ser consultados e que servirão para a aquisição de muitos conhecimentos novos e difusão da ideia de auto(psico)terapia pelos conhecidos, além de ajuda aos familiares.

Quando acabei de ler este poste, fiquei baralhada porque não soube por onde começar. É capaz de me Saude-Bexplicar?
O meu problema psicológico é muito simples, falta de auto-estima, ou será excesso? Não em sei bem.
Considero-me inteligente, mas há sempre uma insatisfação dentro
de mim que me levou desde nova a desenvolver bulimia (uma luta que ainda não consegui vencer) e ciúmes extremos de toda a gente que amo. Até mesmo daqueles de quem apenas gosto.

A minha relação com a família do meu marido é conturbada e cansativa. Estou sempre a exigir uma Psicologia-Batenção que nunca alcançarei, pois não caí nas graças da irmã dele que é unha com carne da mãe.
As minhas relações de amizade são inexistentes porque eu tentomostrar uma vida que nem por isso é a minha, porque tem sempre uns “enfeites glamorosos” que não correspondem bem à verdade (por isso tenho receio que se aproximem demais e descubram. O engraçado é que todos tentam essa aproximação. Sinto que sofro de mania da perseguição, embora controlada. Penso sempre que as pessoas pensam o pior de mim….
Acho que estou a enlouquecer e preciso controlar a minha vida novamente: (…ajude-me)

Em função deste comentário, excluindo qualquer causa fisiológica ocasionadora da bulimia, parece-me ser óbvio que nem é necessário sentar para reflectir ou para tomar nota das dificuldades.
BiblioEu faria a seguinte lista de auto-avaliação das dificuldades:Psi-Bem-C
▫ falta de auto-estima,
▫ insatisfação,
▫ necessidade de comer muito (bulimia)
▫ ciúmes,
▫ relacionamento conturbado com a família do marido,
▫ necessidade da atenção dos outros,
▫ vida de apresentação com efeitos glamorosos,Acredita-B
▫ medo de ser descoberta,
▫ mania da perseguição,
▫ medo do que os outros pensam de mim.

Apenas com a auto-avaliação desta lista de dificuldades, pode-se começar a fazer a psicoterapia (auto), sem esquecer a repetição desta auto-avaliação todas as semanas no mesmo dia.
A seguir, pode começar com a experiência e o treino do relaxamento muscular e,Consegui-B no final, se possível, recordação de factos agradáveis acontecidos durante a vida.
Depois, interessa manter um diário de anotações para registar tudo aquilo que pensar ou recordar fora do vulgar, ou o que vai acontecendo ao longo do dia e até durante a noite, nos sonhos.
A auto-análise é opcional mas ajuda muito, desde que se sigam as normas estipuladas.
Quando começar a sentir-se bem depois do relaxamento muscular, experimente pensar em coisas desagradáveis e passar rapidamente a pensar em coisas agradáveis.
Quando conseguir isso, vale a pena iniciar o relaxamento mental, o que pode acontecer quase de imediato ou ao fim de uma Imagina-Bsemana de treino do relaxamento muscular.
Antes de iniciar o relaxamento mental, pode ler o diário e tirar daí algumas ideias para pensar nelas durante esse treino.
Não esquecer que o relaxamento mental não é para atingir um ponto de chegada mas sim para deixar andar as coisas ao seu ritmo. Tudo irá acontecendo à medida que o «cérebro» for funcionando de forma consciente, objectiva e racional.
Vai assim praticar a Terapia do Equilíbrio Afectivo para passar para a Imaginação Orientada.
Muita coisa do inconsciente deverá vir ao de cima, aos poucos, para ser analisada, discutida, comparada, revista e actualizada.Maluco2
O diário de anotações deve ajudar muito e o registo das auto-avaliações também pode dar uma ajuda preciosa mostrando quais são as dificuldades em que deve «trabalhar» mais.
Se o relaxamento muscular e o mental estiverem a produzir efeito, julgo que ao fim da segunda semana, os sintomas ou dificuldades deverão começar a diminuir pelo menos um ponto.
Depois, é continuar, sem esmorecer e com perseverança, até atingir 5 ou menos (3 é o ideal) na auto-avaliação, para o que pode fazer a média de todas as dificuldades.

Foi o que todos fizeram … e ganharam com isso, não só em economia de tempo e finanças, mas ainda em estabilidade emocional, autonomia, independência e boa interacção familiar, social e profissional. Alguns deles (Júlio) (E) alcançarem Depressão-Bêxitos que nunca tinham esperado social e profissionalmente.
Posto isto, quero realçar que a leitura de muito do que fica recomendado nos posts e nos livros é extremamente importante para um bom resultado final.
Desejo que tenha boa sorte, com muito trabalho inicial, aliviado aos poucos, até atingir 5 minutos à hora de dormir. Três meses chegam.

Para facilitar ainda mais, vai existir em 2017 um novo livro «PSICOTERAPIA… através de LIVROS…» (R) que orientará os interessados de uma maneira muito precisa, de acordo com os seus interesses e situação,  completando a colecção da Biblioterapia com 18 anidades.
Felicidades e Boa sorte.

Em divulgação…

Já leu os comentários?

Clique em BEM-VINDOS

Ver também o post LIVROS DISPONÍVEIS

É aconselhável consultar o ÍNDICE REMISSIVO de cada livro editado em post individual.

Blogs relacionados:

TERAPIA ATRAVÉS DE LIVROS [http://livroseterapia.wordpress.com/]

PSICOLOGIA PARA TODOS (o antigo) [http://psicologiaparaque.blogspot.pt/]

Para tirar o máximo proveito deste blog, consulte primeiro o post inicial “História do nosso Blog, sempre actualizada”, de Novembro de 2009 e escolha o assunto que mais lhe interessa. Depois, leia o post escolhido com todos os comentários que são feitos. Pode ser que descubra também algum assunto acerca do qual nunca tivesse pensado.

Para saber mais sobre este blog, clique aqui.

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5 thoughts on “AUTOTERAPIA 3

  1. Tirei a carta de condução algo contrariada, mas numa altura em que entendi que ou era naquela, ou nunca iria ser, pois a idade ia avan-çando e a consciência dos perigos de andar na estrada também. A muito custo lá consegui, quis logo ter carro para não haver hipótese de interregno e entretanto aos poucos e para ganhar confiança, fui fazendo voltinhas pequenas… primeiro só mesmo em Algés aos fins-de-semana cedo, para ir ganhando algum “à vontade”, depois até Linda-a-Velha, Carnaxide, Oeiras, enfim, lá fui estabelecendo metas e seguindo viagem, sempre para perto e sem Auto-estradas, pois nunca ia com pressa para lado algum! O máximo que ia era até Loures e Odivelas.
    Foi numa dessas idas que um tonto resolveu passar um sinal verme-lho e atravessar-se à minha frente. Não aconteceu nada, consegui dominar o carro sem qualquer dano para mim, outros, viatura ou mesmo via, mas a partir daí passei a estar num stress aflitivo de cada vez que pensava em pegar no carro. Conclusão, com a “psicologia barata” de que não podia deixar mesmo de conduzir, lá me fui obrigando a pegar no carro… dando início ao processo tal e qual como quando tinha tirado a carta, dois anos antes. Mas se resultou ali por um ou dois meses, depressa passou e facto é que deixei mesmo de conduzir! Nunca me chateei mais que um tanto, pois a vantagem de Algés é poder deslocar-me para todo o lado de transportes públicos, mesmo que isso acarrete tempo e chatices, mas uma comodidade (para mim, claro!) de eleição. Portanto passei à frente e quase tinha encerrado o capítulo, pouco convicta por ser vencida desta maneira, mas não muito preocupada. Agora, e este o verdadeiro motivo, é que de há um tempo a esta parte, passei mesmo a ter pânico de andar de carro, ou seja, já não só de pegar no carro para conduzir, mas sim de andar de carro.
    O estranho é que nada aconteceu, qualquer indício de acidente comigo, ou que assistisse, nada mesmo… só se em sonhos e não me recordo. Não há uma “linha” uma “regra”, posso ir hoje com o condutor A no carro A e ir muito bem, mas no dia seguinte ir com o mesmo condutor A no carro B e já não ir bem… não consigo sequer olhar para a estrada, tenho de ir a olhar pela janela e tenho plena noção de que “perco anos de vida” de cada viagem. Ainda há um mês ou coisa que o valha, fui a Leiria com o meu irmão. Ele levou o carro do pai e eu não fui nem vim bem, de fugir mesmo! E no entanto estou farta de andar de carro com ele e sem quaisquer problemas!
    Conclusão, preciso de ajuda…. não sei o que possa fazer, se isto é normal, mas sei que me irrita e no fundo limita-me cada vez mais! Sempre fui tão independente, como posso estar “presa” desta manei-ra?
    Pensei em inscrever-me num programa qualquer inovador do ACP para pessoas que são traumatizadas assim como eu, mas para além de provavelmente ser muito caro, só de pensar à partida que depois, morando em Carnaxide, terei de conduzir em Lisboa (cidade), mudei logo de ideias!!! E assim, cá estou a pedir ajuda!!!
    Peço desculpa pelo discurso tão longo, mas só podia ser assim!
    Não sei se passível de “cura”, mas pelo menos a minha consciência manda-me tentar!!!
    Anónima

  2. Li neste blogue vários artigos sobre AUTOTERAPIA. É capaz de explicar melhor qual a necessidade e razão da sua utilização?

  3. Anónimo on said:

    Estou a ler os vários artigos sobre autoterapia, que me interessaram bastante, e ainda não consegui perceber bem como é que devo fazer.

    • Vou transcrever um dos capítulos do livro “Eu Não Sou MALUCO!”, relacionado com a psicoterapia do Júlio, feita à distância e quase à mesa da café, com converas e treinos incipientes. Veja o modo como ele procedeu.

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