PSICOLOGIA PARA TODOS

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ENVOLVIMENTO FAMILIAR – 8

Comentário no post “AUTOTERAPIA 6”:Joana-B

“Ao consultar este blogue vi este poste que me chamou logo a atenção porque é um caso que se passa mais ou menos comigo.
Hoje fui à escola e pela primeira vez a professora teve queixas do meu filho lhe respondeu que não queria fazer um determinado trabalho.
Sei que há muita coisa errada e isso fez-me ponderar muito na educação que estou a dar ao meu filho, mas não sei bem como mudar.
Ele é geralmente bem-educado e meigo, mas está a mudar o seu comportamento aos poucos, muito porque eu Psicologia-Bnão tenho tido o pulso de ferro que deveria.
Há muita coisa que terei que mudar em mim primeiro, só assim conseguirei mudar nele depois. A minha relação com o meu filho não é diferente da maior parte das mães.
Somos unidos e ele tem muito à-vontade para me contar as suas coisas. Mas o limite do à-vontade tem que ser traçado antes que chegue ao lado do “à-vontadinha”, que roçará a falta de respeito….
Fiquei decepcionada e fez-me pensar onde estou a errar…Já li o livro da Joana, mas vou ter que o reler porque foquei-me demasiado em mim e, se calhar, negligenciei o meu bem mais precioso: o meu filho.
De qualquer forma, terei que analisar o meu comportamento com o meu filho e o mais rápido possível….
Pergunto-me se é possível mudarmos o nosso comportamento, concentrarmo-nos em nós e neles (filhos) ao meu tempo?
Queria que me enviasse os seguintes livros, juntamente com o nib para fazer a transferência:
1. Psicopata! Eu?    Psicopata-B
2. Combata ou Evite a depressão
3. Imaginação orientada
4. Neuropsicologia na reeducação e na reabilitação
Além disso, quando olhei para os tempos de escrita, relaxamento, etc. parece que existe uma discrepância entre o que diz num livro e noutros. O que é que vou fazer?
Agradeço imenso uma resposta, tanto quanto possível, rápida.
Anónima, sinónima mas diferente da comentarista anterior.

neuropsicologia-BPara responder ao seu comentário, vou tentar ser breve mas focar o assunto por partes, realçando-as antes da resposta, como se estivéssemos numa consulta, muito prolongada. Não julgo que terá a sorte de fazer isto ao vivo, numa consulta privada. É por isso que advogo, há muito tempo, a realização de sessões de esclarecimento a várias pessoas ao mesmo tempo. Compreende-se melhor, mais à vontade e mais economicamente. Se estas explicações fossem dadas em conjunto, muitas pessoas teriam colocado várias questões para ser melhor esclarecidas. Posto isto, vamos ao que interessa.

Ao consultar este blogue vi este poste que me chamou logo a atenção porque é um caso que se passa mais ou menos comigo. Acredita-B
Hoje fui à escola e pela primeira vez a professora teve queixas do meu filho lhe respondeu que não queria fazer um determinado trabalho.
O seu filho não se terá habituado (aprendido) ao responder tacitamente, com um “não“, quando a mãe tem de repetir constantemente as ordens, logo pela manhã? Logo que acorda, ele pode começar a aprender a desobedecer porque, com isso, pode ter o reforço da atenção da mãe que não teria de obedecesse. A mãe ficaria satisfeita mas não lhe diria coisa alguma (falta de gratificação, ao fazer bem alguma coisa → reforço positivo). É por este motivo que acho muito importante cada um se esforçar por compreender bem a significação do Interacção-B30«reforço», especialmente a sua qualidade, quantidade, tipo, oportunidade e rendimento obtido, além do modo de o ganhar e perder. (F). Diversos outros livros além deste, (D), dão exemplos da sua aplicação em inúmeras situações práticas do dia-a-dia. É por este motivo que as letras entre parêntesis são constantemente citadas. A BIBLIOTERAPIA é muito importante e pode ser realizada em qualquer momento e nos lugares mais impensáveis. O importante é o empenho de cada um. Antes evitar do que corrigir. Mas é apenas isto que fazemos a maior parte das vezes. Ver o post Relaxamento 5 sobre o CALIMERO.

■ Sei que há muita coisa errada e isso fez-me ponderar muito na educação que estou a dar ao meu filho, mas não sei bem como mudar. Depressão-B
Ele é geralmente bem-educado e meigo, mas está a mudar o seu comportamento aos poucos, muito porque eu não tenho tido o pulso de ferro que deveria.
Se sabe que há muita coisa errada, tem de reduzi-la, modificá-la ou eliminá-la. Para mudar, tem de compreender como funciona o comportamento humano. O PSICOLOGIA PARA TODOS (F) servirá para isso. Mas enquanto não é publicado, completamente reformulado e melhorado, tem os 5 volumes de “Como Modificar o Comportamento” da Plátano, ou o “A Psicologia no Dia-a-Dia”, da Clássica.
O seu filho pode ser meigo e bem-educado, mas também deve ser bem-aprendido. O que tem de ser alterado é a actuação do Saude-B«ensinador». Alterando essa actuação, sem ser com pulso de ferro, mas com a manipulação dos «reforços», pode-se modificar muita coisa como se modificou na Joana. O pai dela, ou a mãe, podiam ter pulso de ferro quando não deviam, mas o finalista de psicologia apenas não deixava que ela conseguisse portar-se mal: evitava isso com as suas «malandrices». Os braços por cima dos ombros, as conversas para desviar a atenção serviam para isso.

■ Há muita coisa que terei que mudar em mim primeiro, só assim conseguirei mudar nele depois. A minha relação com o meu filho não éConsegui-B diferente da maior parte das mães.
Somos unidos e ele tem muito à-vontade para me contar as suas coisas. Mas o limite do à-vontade tem que ser traçado antes que chegue ao lado do “à-vontadinha”, que roçará a falta de respeito….
É muito bom que ele tenha à-vontade para contar todas as coisas, mas é necessário também verificar, sub-repticiamente e sem dar nas vistas, se são verdades ou fantasias.
O facto de a relação ser, aparentemente, igual à de todas as mães, não significa muito, porque é necessário tomar em conta o modo como cada
um (filho) apreende, compreende e interioriza mesma.
O à-vontade ou o à-vontadinha, depende muito da cultura em que estamos inseridos. O que mais interessa é saber o que nós a queremos, de facto, conscientemente e porque assim o desejamos e não porque os outros também fazem. Cada um tem de ter o seu próprio modelo.

Fiquei decepcionada e fez-me pensar onde estou a errar… Já li o livro daPsi-Bem-C Joana, mas vou ter que o reler porque foquei-me demasiado em mim e, se calhar, negligenciei o meu bem mais precioso: o meu filho.
De qualquer forma, terei que analisar o meu comportamento com o meu filho e o mais rápido possível….
Pergunto-me se é possível mudarmos o nosso comportamento, concentrarmo-nos em nós e neles (filhos) ao meu tempo?
O livro da JOANA (D), cuja edição do CPC, já está esgotada, foi remodelado com base nos 4 livros da Plátano:
Como Compreender as Crianças
Adolescência – Idade Crítica?
Preparação para a MaternidadeImagina-B
Como Educar as Crianças
Baseia-se essencialmente no desenvolvimento humano da nascença aos 16 anos e na modificação do comportamento que se pode fazer para uma boa educação ou estruturação da personalidade, que é o alicerce fundamental de qualquer ser humano que se deseja desenvolver adequadamente. Sem entrar muito em pormenores técnicos que são dados em (F), explica o modo como a modificação do comportamento foi aplicada na prática. O livro tem de ser lido com cuidado e devagar, apreendendo todos os exemplos e casos que foram explicados em mais de 10 anos de consultas com inúmeras famílias. É por isso que eu tinha a ambição de fazer uma espécie de seminários com os pais para eles poderem agir com «cabeça» e não com o «coração» e, muito menos de acordo com Difíceis-Ba moda, para não se arrependerem alguns anos mais tarde. Mas, a minha prática clínica não deu para isso e a publicação dos livros remodelados ao meu gosto também não ajudou ainda.
Todo o nosso comportamento vai influenciar directamente os filhos e o restante meio ambiente, alterando directamente muita coisa com os modelos oferecidos, os reforços disponibilizados de forma adequada e em tempo oportuno e as moldagens que são efectuadas, juntamente com a identificação proporcionada pelos pais.

Queria que me enviasse os seguintes livros, juntamente com o nib para fazer a transferência:
1. Psicopata! Eu?
2. Combata ou Evite a depressãoOrganizar-B
3. Imaginação orientada
4. Neuropsicologia na reeducação e na reabilitação
Quanto a esta parte do comentário posso deduzir que não leu ou não consultou o blog da biblioterapia, onde está apresentado o e-mail por via do qual poderá ser fornecido o nib, e ficou facultada a informação de que os livros depois do (D) só serão publicados quando possível. Isto quer dizer que enquanto não tiver um público de 80 pedidos, não os poderei publicar. A maior parte deles, pode ficar pronta dentro de um mês, a partir desses pedidos. Caso contrário, os interessados poderão recorrer às versões antigas, tais como:

Depressão? Não Obrigado!, da Hugin (H)Respostas-B30
▫ Para que serve a Psicologia? (primeira parte) (J)
Sucesso Escolar / Apoio Psicopedagógico / Reeducar Como? (I)
Por isso, tem de prestar muita atenção às letras (entre parêntesis) para saber quais são as versões anteriores que foram modificadas em grande parte.
Posso também dizer, quando tive a oportunidade de conversar, no livro Como «EDUCAR» Hoje, da Hugin, com o meu amigo Das Neves, que me sinto muito frustrado porque não consigo levar o meu projecto avante por falta de dinheiro e de promoção adequada. E ele compreendeu.

Além disso, quando olhei para os tempos de escrita, relaxamento, etc., parece que existe uma discrepância entre o que diz num livro e noutros. O que é que vou fazer?
Como me dizia o Júlio (E),quem não tem cão caça com gato”.Maluco2
Dou-lhe toda a razão porque temos de deitar mão àquilo que temos. O importante é começar, nem que seja com 5 minutos de escrita e treino de relaxamento à hora de dormir. Desde que uma pessoa comece com o treino, aprende a ter mais calma e ver melhor as coisas sob o ponto de vista dos outros. Lembrarmo-nos das coisas boas que nos aconteceram ajuda a «levantar o ânimo» e a ter mais calma e confiança em nós. Depois, vem a leitura dos livros, com cuidado, o que ajuda imenso a compreender o que se passa com os outros.
Por isso, estou a continuar a modificar e a rever os livros, pelo menos em manuscrito, ou «computador escrito», para os ter prontos se qualquer dia houver oportunidade de os publicar. E, para isso, basta arranjar 80 pessoas que os mario-70queiram adquirir. É só paginar, elaborar melhor o desenho da capa para os publicar e um mês depois.

Entretanto, o Maluco (E) e o Autoterapia (P) estão prontos da minha parte.

Espero que me deseje boa-sorte na publicação dos livros como eu desejo, essencialmente, na educação do seu filho.

Já leu os comentários?

Clique em BEM-VINDOSBiblio

Ver também o post LIVROS DISPONÍVEIS

É aconselhável consultar o ÍNDICE REMISSIVO de cada livro editado em post individual.

Blogs relacionados:

TERAPIA ATRAVÉS DE LIVROS [http://livroseterapia.wordpress.com/]

PSICOLOGIA PARA TODOS (o antigo) [http://psicologiaparaque.blogspot.pt/]arvore-2

Para tirar o máximo proveito deste blog, consulte primeiro o post inicial “História do nosso Blog, sempre actualizada”, de Novembro de 2009 e escolha o assunto que mais lhe interessa. Depois, leia o post escolhido com todos os comentários que são feitos. Pode ser que descubra também algum assunto acerca do qual nunca tivesse pensado.

Para saber mais sobre este blog, clique aqui

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6 thoughts on “ENVOLVIMENTO FAMILIAR – 8

  1. Ao ler este artigo, tanto quanto aos tempos dos diversos exercícios, o momento, a sequência e a temporalidade necessária, fiquei também confuso quanto à aquisição dos livros. Pode dar-me uma ideia de como e quando os poderei adquirir com facilidade?

    • Logo que possa, irei dar resposta com um novo post intitulado LIVROS DISPONÍVEIS, porque a leitura, que pode ser realizada em qualquer local ou momento, é muito importante para todo este processo de profilaxia e prevenção em saúde mental.

  2. Estou com problemas com a minha filha de 2 anos. É muito pequena para ser educada com rigor. Teima com muita coisa. Não consigo contrariá-la nem um pouco e ela faz o que quer. Falo com ela muito bem mas não dá resultado. Não sei o que devo fazer. Estou ligeiramente desorientada. É capaz de me ajudar?

  3. Já li este artigo e o anterior.
    Também tenho pouco tempo disponível.
    Mas acha que a convivência com os filhos é tão importante?
    Posso ter mais alguns esclarecimentos?

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