PSICOLOGIA PARA TODOS

BLOG QUE AJUDA A COMPREENDER A MENTE E OS COMPORTAMENTOS HUMANOS. CONSULTA-O E ESCREVE-NOS, FAZ AS PERGUNTAS E OS COMENTÁRIOS QUE QUISERES E COLABORA PARA MELHORAR ESTE BLOG. «ILUMINA» O TEU PRÓPRIO CAMINHO OU O MODO COMO FAZES AS COISAS…

Archive for the month “Novembro, 2013”

PREVENÇÃO E PROFILAXIA 2

Li o seu comentário, Anónimo, ao post PSICOTERAPIA 6:Biblio

Li este artigo com bastante interesse.
Depois de meditar nele durante algum tempo, pereceu-me que o meu maior problema é a minha convivência no serviço.
Sou um quadro intermédio a trabalhar nesse serviço há mais de 15 anos.
Só durante 3 anos é que me consegui sentir bem.
Não sei porquê, mas parece que o chefe era diferente dos outros.
Além de mim, há muitos que se sentem como num quartel ou numa roça.Organizar-B
Além disso, parece que rendem menos no trabalho. Vão fazendo…
Haverá alguma coisa que eu possa fazer, pelo menos em meu benefício?
Agradeço que me dê uma resposta se for possível.”
 

O que posso responder é que não sabendo quase nada sobre o seu serviço ou interacção nele, parece-me um caso não muito diferente daquele que se passa em muitas organizações e empresas.
Por isso, apenas posso transcrever as páginas 117 a 122 do livro COMPORTAMENTO NAS ORGANIZAÇÕES (N) para lhe dar conta daquilo que acontece, mas não deveria acontecer.

ESTILOS DE GESTÃO A EVITARRespostas-B30

Uma vasta experiência na área de consultoria a centenas de gestores espalhados por dezenas de organizações estatais, industriais, educacionais, empresariais e militares, proporcionou o estudo de certos estilos de gestão que originaram demissões, perdas de produtividade, mau ambiente, punições desnecessárias e outras causas, geralmente atribuíveis, exclusivamente, a falhas na gestão.
Para evitar isto, convém não utilizar os seguintes estilos de gestão, associados em grande parte ao insucesso:

Ditador: é o Deus; tem sempre razão. Nenhuma outra opinião é válida, além da sua. É a gestão numa atmosfera de terror e vingança.

Bloqueador: bloqueia todos os subordinados não deixando fazer coisas que os possam evidenciar. Tem medo que as potencialidades dos seus subordinados possam proporcionar oportunidades que lhes ocasionem promoções, talvez a posições superiores.

Sonegador: esconde a informação e não quer que os empregadosMaluco2 tomem conhecimento dela. Gosta que dependam dele para qualquer informação. Gosta e tem necessidade de ser a fonte de conhecimento dos seus empregados.

Engraxador: chegou à actual posição «engraxando as botas» do seu superior e tem consciência disso – mas os outros também sabem. Aproveita todas as oportunidades possíveis para se acomodar e sujeitar-se aos seus superiores Para lhes prestar favores extraordinários, até é capaz de espiar os seus colegas.

Carniceiro: o seu objectivo fundamental parece ser o de cortar todos com a língua. Nunca tem coisas boas para dizer. Ao contrário, goza ao apontar os aspectos negativos do comportamento dos outros. Gosta de amesquinhar, ferir, esmagar os outros Psicopata-Bseres humanos.

Desconfiado: tem pouca confiança nos subordinados. Como consequência, faz quase tudo por si próprio. Tem o hábito infeliz de assumir demasiada responsabilidade, enquanto os seus subordinados suplicam por mais ou gozam os tempos livres exagerados resultantes da necessidade que o chefe tem de ir fazendo o trabalho de toda a gente, sem o delegar seja em quem for.

Maçador: a sua maior preocupação é ocupar-se com os subordinados, superiores, empresa – tudo – afligindo-se especialmente com o medo de ser substituído. Se não existe no momento muito mais com que se possa preocupar, tem de descobrir qualquer coisa. Até é capaz de se preocupar com os problemas dos outros.

Perturbador: fica satisfeito em deixar mal as pessoas. GozaConsegui-B especialmente quando encontra os outros a prevaricar, sejam subordinados ou colegas. A finalidade do seu comportamento é, geralmente, fazer qualquer coisa que possa para deixar ficar mal outra pessoa, de modo a que ele fique na mão de cima. Faz aos outros tudo o que puder fazer só para se realçar.

Descontente: parece que, na sua organização, não passou mais do que poucos dias satisfatórios, desde que nela ingressou. Queixa-se de tudo. Vê somente o aspecto negativo das coisas; fica entusiasmado em ver aquilo que está mal. É um eterno descontente. Contudo, raramente para.

Fraco: o seu estilo é geralmente caracterizado pela incapacidade de tomar decisões, nunca sendo capaz de as tomar, neuropsicologia-Bespecialmente quando forem difíceis. É capaz de desistir, em vez de tomar decisões que o possam tornar impopular aos olhos dos seus subordinados. Não parece ser capaz de juntar energia suficiente para tomar decisões difíceis que todos os líderes são obrigados a tomar de tempos em tempos.

Ciumento: parece ter ciúmes de tudo e de todos. Observa constantemente aquilo que tem, em comparação com os outros. Acha doloroso que os seus colegas ou até subordinados e superiores, tenham mais do que ele. Desde o tamanho do título na sua secretária à localização do gabinete, o Administrador ciumento só fica satisfeito quando sabe que os outros têm menos, muito menos do que ele. Desgosta-se de ver os outros avançar.

Inconsciente: preocupa-se com a promoção, a melhoria, o aumento de ordenado, etc. e não se incomoda em saber como é que vai conseguir isso. Tem de pisar os outros, mentir, ludibriar ou até roubar, para conseguir avançar sem se preocupar seja com quem for. A única coisa que lhe interessa é seguir em frente. Não se importa minimamente com o modo como avança e o preço a que o faz.

Geralmente, gestores e administradores que exibem permanentemente estes estilos de gestão, tentam compensarPsicopata-Bsentimentos de inferioridade, incapacidade e insegurança (G). Têm medo exagerado que os outros os magoem por falharem e parecerem maus. Parecem concentrar e convergir atenção exagerada naquilo que não fazem bem em vez de se concentrarem naquilo que fazem, conseguindo orgulhar-se disso. Parecem ter egos e sentimentos adjacentes que os susceptibilizam com facilidade e, qualquer tipo de crítica está fora de causa. Por ficarem feridos com muita facilidade e terem medo de ser substituídos, ridicularizados ou magoados de alguma forma, desenvolvem estilos de gestão que os ajudam a manterem-se protegidos: são os estilos que foram pormenorizados para ajudar os gestores a tornarem-se mais sensíveis aos seus próprios modos de gestão e aos dos outros e mudar, se possível.

CARTA DOS DIREITOSImagina-B
Como a produtividade dos EUA é extremamente prejudicada, pelos motivos apontados e, prioritariamente, por conflitos entre chefes e subordinados, três consultores de Filadélfia – Neil Miler, Lee Ginsburg e Robert O’Brien – deram-se as mãos para elaborar uma bem proporcionada «carta de direitos» dos chefes e subordinados que se menciona a seguir. 

A ORGANIZAÇÃO TEM O DIREITO DE:
1. Obter lucros razoáveis.
2. Recrutar e manter uma equipa de pessoas competentes e empenhadas.Psicologia-B
3. Estabelecer filosofias, políticas e procedimentos de gestão, assim como mecanismos de controlo que a ajudem a atingir os seus objectivos.
4. Exigir que a diversidade de procedimentos seja tomada em conta dum modo completo e atempado.
5. Avaliar o desempenho das funções, estabelecer metas razoáveis e insistir na evolução dos empregados de modo a suportarem as exigências das mudanças ambientais.
6. Recusar-se a tolerar a incapacidade ou mesmo a mediocridade.
7. Orientar o seu próprio destino dentro das normas e ética da sociedade e alterar o sentido do seu desenvolvimento.Interacção-B30

O EMPREGADO TEM O DIREITO DE:
1. Obter uma compreensão clara do seu papel, do modo como se enquadra dentro da organização e do grau da sua autoridade.
2. Participar na negociação das expectativas de desempenho das suas funções.
3. Utilizar as suas capacidades e potencial criativo.
4. Merecer respeito, confiança e crédito dos seus gestores.
5. Obter informação regular e constante, incluindo aviso atempado das mudanças que terão impacte no seu relacionamento com a organização e com o desempenho da função.Joana-B
6. Exigir reaferição (feedback) oportuno e honesto, com elogios pelo seu desempenho, partilhando o sucesso bem como o insucesso.
7. Conseguir um sistema de recompensas que reconheça, de maneira compreensiva, a realização dos objectivos.
8. Ser submetido a um programa de desenvolvimento que o prepare adequadamente para as suas funções.

Para que todos estes direitos sejam devidamente acautelados, convém que os seus intervenientes estejam cientes dos mesmos e saibam como os devem exigir e implementar. Para isso, talvez os programas de relações humanas sejam um meio de sensibilizar os dirigentes e os dirigidos.Depressão-B

Programas de Relações Humanas
Os programas de relações humanas, muito úteis para essa finalidade, não são uma novidade nas organizações. Porém, quando são postos em prática, os participantes pertencem quase sempre ao escalão da gestão. De facto, é muito raro descobrir operários que recebam treino de qualquer outra espécie que não seja o tecnicamente necessário para executar os seus trabalhos. Compreendendo que também os operários devem ter oportunidade de receber treino de relações humanas, uma pequena fábrica do sul dos Estados Unidos contratou um psicólogo para os sujeitar a um treino de dinâmica de grupo.
No planeamento gizado para 240 operários, cerca de metade da forçaAcredita-B de trabalho da fábrica, participou voluntariamente no programa de relações humanas. Foram constituídos 12 grupos, com 20 membros cada, para serem treinados durante 7 horas em dois dias.

O programa foi elaborado a partir da teoria da hierarquia das necessidades, de Maslow, que lhes foi explicada em palavras adequadas. Foi bastante interessante que estes operários conseguissem avaliar muito correcta e eficazmente os comportamentos que observavam na fábrica, ao nível da segurança e dos prejuízos. Alguns eram surpreendentemente capazes de aventar hipóteses sobre as causas prováveis desses comportamentos.
Nos resultados do fim do curso, uma sondagem catamnésica indicou que a atmosfera geral e o humor dos operários, tinha Psi-Bem-Cmelhorado. Verificava-se que os operários tratavam-se mutuamente com mais consideração, cooperavam mais entre si e havia menos conflitos com os seus supervisores. As relações com os outros níveis de gestão também tinham melhorado de forma notável. A harmonia nas relações humanas começou a transparecer na atmosfera laboral. A sondagem também demonstrou que os próprios empregados tinham achado o curso bastante benéfico.
Utilizando uma escala de avaliação de 5 pontos, em que 1 indicava discordância, desaprovação ou insatisfação total e 5, o oposto, os 240 empregados fizeram, em média, as avaliações indicadas a seguir.

● Interesse pelo material do curso → 5,0Difíceis-B
● Adequação da apresentação ao nível de compreensão → 4,8
● Apresentação do assunto do curso com clareza → 4,8
● Cordialidade e simpatia na relação com o treinador → 4,9
● Valor e interesse do curso para ser recomendado → 4,9
● Motivação do curso para melhoramento pessoal e relacionamento com os outros → 4,9

mario-70Sendo todas as avaliações feitas de forma anónima, os resultados, apresentaram concordância quase total (4,8/5,0), indicando que o curso foi considerado interessante, vantajoso e bem aceite por todos os intervenientes. Na investigação catamnésica foi especialmente notório, os empregados dizerem que o curso os ajudaria nas suas vidas pessoais fora da empresa (F/267).
Este curso também ajudou os empregados a não necessitarem de se sindicalizar, como já acontecera em circunstâncias muito semelhantes em outras situações descritas neste livro.
As observações demonstraram que um grande número de operários tentou melhorar as suas relações humanas aumentando a sua consciencialização, de modo a sentir que faziam parte cada vez mais integrante da organização, que considerava a pessoa humana o seu valor mais importante.Saude-B
Para tanto, necessitavam de conseguir progredir para tentar atingir a autorealização.”

Depois da transcrição das páginas 117 a 122, na sua situação particular, como «defesa» pessoal e para manter uma boa saúde mental, julgo que é muito importante que pratique os procedimentos apresentados no post em que fez o comentário.

Além disso, é por causa destes problemas que são muito comuns, existem os programas de Relações Humanas na empresa para ajudar quem necessita disso e para fazer cursos ou sessões de sensibilização para que todos possam interagir arvore-2da melhor maneira possível.

Já leu os comentários?

Clique em BEM-VINDOS

Ver também o post LIVROS DISPONÍVEIS

É aconselhável consultar o ÍNDICE REMISSIVO de cada livro editado em post individual.

Blogs relacionados:

TERAPIA ATRAVÉS DE LIVROS [http://livroseterapia.wordpress.com/]

PSICOLOGIA PARA TODOS (o antigo) [http://psicologiaparaque.blogspot.pt/]

Para tirar o máximo proveito deste blog, consulte primeiro o post inicial “História do nosso Blog, sempre actualizada”, de Novembro de 2009 e escolha o assunto que mais lhe interessa. Depois, leia o post escolhido com todos os comentários que são feitos. Pode ser que descubra também algum assunto acerca do qual nunca tivesse pensado.

Para saber mais sobre este blog, clique aqui

PERCEPÇÃO

Li o seu comentário seguinte, feito no post PSICOTERAPIA 6:Digitalizar0011

Gostei de ler este artigo.
Em minha casa não compreendo uma coisa.
Os pais andam sempre em guerra um com o outro.
O pai, às vezes, é violento.
A mãe também lhe responde mal.
Mas quando precisa de alguma coisa dele, fica tão mansinha que não dá para perceber.
Desde criança tenho estado baralhado.
Agora, com 18 anos, sem irmãos, não posso pedir a opinão de alguém a não ser de meus amigos que são Abade Fariapoucos.
Mas não conhecem os meus pais nem eles se portam assim em frente dos outros.
Como é que eu vou perceber isto que se passa em casa?
Se estão mal um com o outro porque não se separam?
Ambos são financeiramente independentes.
Tudo isso me custa acreditar e aceitar.
Pode dar-me alguma explicação? Joana-B
Agradeço a sua atenção.
Anónimo

O que posso responder, em primeiro lugar, é que não tenho qualquer noção acerca da vossa família.
Estive quase intimamente ligado à família da JOANA (D) e verifiquei o modo como uma vulgar simplificação e clarificação de ideias e mudança de comportamento dos pais, acompanhado da alteração do comportamento deles no «tratamento» da filha JOANA, alterou totalmente o relacionamento conjugal e familiar.mario-70
É a compreensão do funcionamento do comportamento humano e a prevenção que são necessárias.

Em segundo lugar, posso dizer que, se os pais não se separaram durante 18 anos e não mostram intenções de o fazer, deve haver alguma razão que os deixa ligados um ao outro. Será a «sua» existência ou alguma afectividade que os uniu no início?

Em terceiro lugar, não sei que tipo de relacionamento eles gostam de manter. Que tipo de famílias tiveram, tanto um como outro? É necessário ter isso em consideração.Interacção-B30

Em quarto lugar, a sua percepção da situação será coincidente com a de qualquer deles?

Em quinto lugar, julgo que é muito mais importante para si é tratar da sua vida e «seguir em frente», tornando-se independente o mais depressa possível para ter a «sua vida» autónoma e independente dos pais.

A sua futura maneira de estar na vida será o mais importante.

Por isso, depois de ler a seguir a transcrição das páginas 136 a 140 do capítulo sobre Percepção, constante do livro Organizar-B“INTERACÇÃO SOCIAL” (K), faça o que ficou recomendado no post do seu comentário.

Assim, «entrando» dentro da sua mente, pode lembrar-se de muita coisa e descobrir algo de novo para a sua vida futura.

PERCEPÇÃO (pags 136 a 140) de INTERCACÇÃO SOCIAL (K)  

As últimas impressões. Se tentarmos saber aquilo que as pessoas recordam mais facilmente depois de ouvirem uma exposição, podemos verificar que as últimas recomendações são relembradas melhor do que as anteriores, embora as primeiras impressões funcionem sempre como um factor importante.Acredita-B

As ilusões, algumas das quais já vimos, dependem também, em grande parte, do estado afectivo e emocional de cada um. Por exemplo, num clima de guerra, todos os ruídos desconhecidos são suspeitos de ser produzidos pelo inimigo. Numa terra de crendices, o mais pequeno ruído provocado pelo estalar da madeira dos móveis pode ser imaginado como produzido por fantasmas ou almas de outro mundo. Até uma pessoa que ouça esses ruídos como «normais» pode achá-los suspeitos no dia em que estiver deprimida ou amedrontada com qualquer acontecimento fora do vulgar. Além disso, todos os factos agradáveis e desagradáveis associados a estes momentos anteriores, vão determinar o modo como estímulos semelhantes serão discriminados e percebidos no futuro.neuropsicologia-B

As alucinações são provocadas por perturbações nas funções cognitivas. Enquanto nas ilusões existe um objecto ou um facto que é mal percebido, nas alucinações, esse objecto ou facto não existe. É uma experiência psicológica interior que leva um indivíduo a comportar-se como se tivesse uma sensação ou percepção específica sem a existência das causas que a possam ocasionar (A).

É deste modo que se produzem as alucinações fisiológicas visuais, auditivas e cinestésicas, durante as quais até pessoas com os membros amputados podem sentir que os mesmos estão no local próprio. As alucinações oníricas produzem-se Psicopata-Bdurante o sono e provocam visões. Além disso, sabemos que inúmeras pessoas viciadas na «droga» sofrem frequentemente alucinações que também podem ser provocadas por substâncias psicodislépticas, muito conhecidas dos que as utilizam e dos que se servem delas para fins de investigação e experimentação neuropsicofisiológica.

Depois de tudo o que se disse, um exemplo muito simples e vulgar pode ajudar a compreender a importância da percepção na nossa vida do dia-a-dia. Um universitário, obrigado a «empenhar-se» na «guerra» do Ultramar tinha acabado de regressar definitivamente da sua «odisseia» e passeava alegremente com a namorada num jardim muito conhecido de Lisboa, ao lusco-fusco duma tarde de verão, fazendo projectos para o futuro.Saude-B

De repente, quando o casal, muito romanticamente, passava por um grupo de arbustos, ouviu o restolhar da folhagem. O rapaz, receoso, agarrou-se à namorada obrigando-a a agachar-se enquanto ela se deixava enlear com este gesto brusco, sorrindo de satisfação.

Estes dois comportamentos perante o mesmo estímulo auditivo seria fruto de alguma discrepância na percepção dos intervenientes ou estariam osdois, numa situação comum, a pensar no mesmo? O local era o mesmo, a vista e os sons detectados eram idênticos para ambos. Contudo, o rapaz, habituado à guerra, com todas essas recordações a fazerem parte da «sua vida» e uma atitude de prudência perante o inimigo, atribuíu a esse barulho Difíceis-Bum perigo que não existia e percebeu a situação como perigosa, obrigando-o a defender-se da mesma (A/143-155). A rapariga por sua vez, filha única de pais que se davam bem um com o outro, vivendo num ambiente de calma, estando a passear num jardim público com o namorado, em segurança e numa atitude romântica, atribuíu o barulho à vivência de outros dois namorados e percebeu a situação como se eles estivessem a envolver-se «demasiadamente» em local público.

Passados os primeiros momentos de expectativa, agarradinhos um ao outro e com a extinçao do barulho, os dois foram tentar descobrir, discretamente, do que se tratava. Surpreenderam-se porém, quando viram sair dos arbustos uma ninhada de cãezinhos que brincavam uns com os outros.Psicologia-B

Nenhum dos dois tinha percebido a situação real e cada um, com as suas atitudes formadas de acordo com as suas vivências passadas, tinha atribuído à mesma situação significações muito diferentes, percebendo-as de uma maneira diversa.

Depois clarificar esta situação com uma compreensão do que se passava, pode perguntar-se se o rapaz teria tido a mesma percepção dessa situação se não tivesse estado envolvido na «Guerra do Ultramar» (G) e tivesse continuado apenas os estudos universitários e o namoro, nesta pacata terrinha à beira-mar plantada!Interacção-B30

Também ela, se vivesse uma vida diferente e atribulada, numa família instável, teria tido a mesma percepção da situação? (C)

Assim, em muitas das outras situações do nosso-dia-a-dia:

– Como poderão os pais compreender os filhos ao interpretar os seus silêncios, obstinações, falsas afirmações e desculpas?Depressão-B
– Como poderão os gestores lidar com os seus subordinados que não se sentem satisfeitos com a gestão?
– Que segurança podem ter os governantes em relação às medidas adoptadas e à população que governam se não conseguirem perceber se estão a ser apoiados pela mesma ou se as suas medidas estão a ser conformisticamente aceites em virtude de terem sido eleitos por «descuido, engano, desleixo, interesse ou conformismo» dos eleitores?
– Em que medida estarão os professores cientes da vontade e motivação dos seus alunos em aprender uma matéria nova e difícil?

Também em psicoterapia, os psicólogos têm de ter em conta as vivênciasConsegui-B dos seus apoiados ou consulentes. Verificou-se claramente no caso da Cidália (C), que uma percepção específica do comportamento de seus pais, em confronto com a educação recebida dos seus avós maternos, ajudou a que ela se «desorientasse» a ponto de se alcoolizar e prostituir e se «re-orientasse» depois.

No caso do Joel (G), os seus sentimentos de inferioridade e os ciúmes sentidos em relação à namorada, devido a uma falsa percepção da situação, obrigaram-no a sentir-se frustrado e enveredar por agressões violentas que deram origem a uma terceira tentativa de homicídio da namorada.

E o Júlio (E) teria tido as suas dificuldades se percebesse a razão da sua permanência em Lisboa na época dos estudos secundários?

Muitos são os casos em que uma falsa percepção conduz a comportamentosMaluco2 inesperados, inoportunos e violentos. São pontos em que temos de pensar para lidar com os que constituem o nosso mundo. Por este motivo, as considerações feitas são uma base de reflexão que é introduzida neste capítulo tão importante.

Depois da leitura desta transcrição destinada a responder ao seu comentário, se me permite faço-lhe uma recomendação.

Veja se consegue fazer o que ficou dito no post que comentou e que consta do novo livro à espera de publicação.

Imagina-BFaço-lhe esta recomendação porque o Joel muito insistiu comigo para que me preocupasse não só com a psicoterapia como com a prevenção ou profilaxia que deveria ter sido feita com ele e com a qual ninguém se preocupou nem ele conseguiu que se fizesse depois do seu «azar» descrito no livro.

Desejo-lhe um bom treino e exercício de relaxamento e Imaginação Orientada para conseguir «perceber» tudo muito bem acerca da vida dos pais e descobrir a «sua via». Não «gasta» mais do que 5 minutos à hora de dormir ao fim do primeiro mês, além do tempo necessário para escrever e ler tanto as suas memórias como os livros sobre comportamento e psicoterapia. Se, apesar de tudo ainda tiver dificuldades, pode continuar com os comentários ou procurar a ajuda de um especiaslista competente e de confiança. É bom não deixar para amanã o que deve fazer hoje. Pode  Bibliotarde demais!

Bons estudos também para singrar no futuro de forma mais adequada e para ter uma família mais adequada do que a dos seus pais.

Já leu os comentários?

Clique em BEM-VINDOS

Ver também o post LIVROS DISPONÍVEISarvore-2

É aconselhável consultar o ÍNDICE REMISSIVO de cada livro editado em post individual.

Blogs relacionados:

TERAPIA ATRAVÉS DE LIVROS [http://livroseterapia.wordpress.com/]

PSICOLOGIA PARA TODOS (o antigo) [http://psicologiaparaque.blogspot.pt/]

Para tirar o máximo proveito deste blog, consulte primeiro o post inicial “História do nosso Blog, sempre actualizada”, de Novembro de 2009 e escolha o assunto que mais lhe interessa. Depois, leia o post escolhido com todos os comentários que são feitos. Pode ser que descubra também algum assunto acerca do qual nunca tivesse pensado.

Para saber mais sobre este blog, clique aqui

PSICOTERAPIA 6

Ao comentário seguinte feito no post AUTOTERAPIA 6:Abade Faria

Acabei de ler no facebook, uma postagem sobre o seu novo livro de autoterapia.
Já tinha lido os artigos anteriores inseridos neste blogue.
Mesmo depois de ler o seu novo artigo em resposta ao comentário de “
Anónima, sinónima mas diferente da comentarista anterior”, continuo a não conseguir fazer o que diz nesse poste.
Parece-me um desperdício de tempo e uma confusão que não cabe na minha cabeça.
Quer-me explicar melhor tudo isto relacionado com a autoterapia?

dei inicialmente e seguinte resposta:
 
“Vou tentar rever de novo o “Autoterapia” e, quando puder, vou dar, com calma, uma resposta em novo post
mario-70intitulado PSICOTERAPIA, porque a autoterapia, como disse, não é muito fácil, embora possível.”

Agora, para responder ao mesmo comentário com calma, concordando, em parte, que a autoterapia é muito difícil, vou tentar dar uma ideia das razões para que o interessado mantenha os procedimentos indicados, mesmo no caso de ter um ligeiro apoio psicoterapêutico.

Já tive a ocasião de explicar tudo isso, detalhadamente, nos vários livros, incluindo os momentos de desencorajamento e Acredita-Btentativas de desistência. Contudo, como é difícil e moroso ler todos esses livros para se tirarem as conclusões e os ensinamentos necessários para uma boa psicoterapia ou até autoterapia, vou tentar explicar melhor, quase ponto por ponto.

A autoterapia não é fácil e até eu (J) como o meu amigo Antunes (B) tivemos necessidade de informações iniciais adicionais para além de imenso treino.
O Antunes conversou comigo muitas horas e leu muito (B) (J).
Eu só tive a possibilidade de ler e experimentar em mim e ir treinando até atingir o objectivo. Entre 1973 e 1974, não tive quem me pudesse ajudar a sair da depressão ansiosa reactiva grave, com colite crónica de que estava a sofrer, a não ser com Imagina-Bos comprimidos que o psiquiatra me receitava, dizendo apenas que eu deveria ter conflitos com o meu pai.

Deixei de tomar esses comprimidos depois duma péssima experiência em que me senti extremamente mal. A partir daí, quando estava a tirar o curso de Psicologia, no ISPA, comecei a «tratar de mim» autonomamente depois de ler muito e de ter assistido aos seminários com Victor Meyer, do Hospital de Middlesex, de Londres.

Mas, falando na autoterapia, possível mas difícil, posso dizer que os procedimentos são os mesmos que se utilizam numa psicoterapia com pouca ajuda do psicoterapeuta (C) (E). Além de ser muito mais rápida eConsegui-B económica, serve como profilaxia para futuras eventualidades em que estaremos sempre envolvidos. Por isso, continuo a gastar 3 minutos todos os dias quando vou para a cama para iniciar o processo que se vai desenvolvendo automaticamente durante o sono. Se não conciliar sono, vou utilizando ostensivamente a imaginação orientada para pensar no que melhor poderei fazer no futuro.

É também deste modo que penso nas respostas a dar e arquitecto os livros que vou escrevendo e, às vezes, remodelando.

Antes de tudo, este tipo de psicoterapia (J) começou com a Terapia doPsicopata-B Equilíbrio Afectivo  (TEA) em que era necessário contrapor às dificuldades sentidas, uma lufada de ar fresco com as boas memórias e coisas agradáveis que vinham acontecendo e continuavam a existir na nossa vida. Depois, foi sendo desenvolvida com a Imaginação Orientada (IO) que, se não for monitorizada pelo psicoterapeuta, pode tentar ser «engendrada» pelo próprio. Os condicionamentos, com qualquer música do agrado, ajudam ainda mais, juntamente com a autohipnose.

Necessita de muita prática, bom senso, treino, leituras, autoavaliações e um pouco de relaxamento mental, se possível, com autohipnose.

Registo de Autoavaliações
Começando pela anotação das autoavaliações, se temos problemas, interessa saber quais são e qual a sua gravidade e evolução. Se dissermos que nos sentimos mal, na globalidade, quais os sintomas dessa globalidade? AtéDifíceis-B os médicos desejam saber os sintomas das nossas dificuldades, bem como a sua gravidade: sentimos dor aonde e com que intensidade? Temos muita ou pouca febre? A dor é permanente ou temporária? Qual a razão da manutenção eventual do mapa de tensão arterial?
Por isso, torna-se necessário fazer uma lista das dificuldades que nos preocupam e que nos deixam no estado de desconforto em que nos encontramos. Que melhor método, senão fazer a anotação de cada uma dessas dificuldades e a sua avaliação num determinado momento, através duma escala pré-estabelecida e repetir essa avaliação todas as semanas, para saber se melhoramos ou pioramos? Fazer essa lista inicial com uma autoavaliação e manter a mesma todas as semanas, pode dar-nos a indicação da melhoria ou agravamento da situação. É por isso que também medimos Joana-Ba febre várias vezes ao dia. Além disso, não olhar para as avaliações anteriores quando fazemos a avaliação semanal, ajuda a
não enviesar a avaliação do momento, a qual nos pode ajudar a orientar a terapia no futuro.

Relaxamento Muscular
Grande parte das vezes, é necessário, porque as dificuldades deixam-nos incapazes de relaxarmos, não fisicamente mas mentalmente, além de que o relaxamento físico ajuda-nos a conseguir mais facilmente o relaxamento mental, indispensável para a psicoterapia. É só praticá-lo enquanto não se conseguir entrar em relaxamento mental, logo de início. A prática inicial, se necessária, pode demorar 3 a 4 semanas, para ir diminuindo, aos poucos, o tempo Psicologia-Binicial. Pode ser efectuado em qualquer local, sendo preferível a cama.

Relaxamento Instantâneo
Muitas vezes, sentimo-nos desconfortáveis por causa dos nossos problemas, mesmo que sejam esporádicos e pontuais. Por isso, para quem está a começar a praticar o relaxamento muscular, deitado, vale a pena fazer o mesmo em qualquer outra posição para o utilizar em momentos de aflição e desconforto que possam acontecer em vários momentos da nossa vida. É uma espécie de comprimido de efeito rápido mas pouco duradouro. Esse «tapa furos» tenta minimizar os problemas do momento, especialmente enquanto se está a progredir na psicoterapia.

Diário de AnotaçõesSaude-B
Os acontecimentos do dia-a-dia ou as recordações do passado provocam geralmente em nós o desconforto psicológico que sentimos e que, muitas vezes, transformamos em males fisiológicos. Eu lembro-me das minhas diarreias e da colite de que sofri durante muito tempo por causa das arrelias que passava no meu local de trabalho. Os meus problemas psicológicos estavam a ser transformados em disfunções fisiológicas: a tal psicossomática. Naquela época, ninguém me ajudou a fazer o relaxamento e a única coisa de que «beneficiei(?)» foram os comprimidos receitados pelos médicos de clínica geral e de psiquiatra e que me iriam deixar alienado para sempre (A). Presentemente, apesar de todos esses males se terem transformado em úlceras, não tomo comprimidos para as diarreias que já não tenho, apesar das dificuldades na vida que acontecem com neuropsicologia-Btodos.
O diário de anotações, registando muitas recordações do passado e do presente, ajuda a dirigir a Imaginação Orientada para pontos essenciais que nos preocupam e que nos deixam desconfortáveis, os quais, tanto podem ser medos ou obsessões como factos associados a acontecimentos desagradáveis anteriores que, por condicionamento, despertam outros medos, cada vez maiores. É um auxiliar precioso para a terapia.

Autoanálise
Esta autoanálise, é opcional e, da maneira como se deve fazer, pode ajudar a complementar, a longo prazo, o diário de anotações. Muita coisaMaluco2 que estava «mal enterrada» vem ao de cima e pode ser vista à luz da razão, sem emoção e dissociada duma consequente percepção enganosa que se lhe associou. Quanto a mim, experimentei a autoanálise que Freud e outros psicanalistas também fizeram e cheguei à conclusão de que a falta de ajuda do meu pai para eu tirar o curso de Direito no momento adequado, tinha sido um dos meus grandes traumas. Posteriormente, três recusas e, quase impedimento da Força Aérea para eu continuar o curso de Direito, que tinha iniciado em 1958, tinham sido outro traumatismo ainda maior do que o primeiro. Depois de me consciencializar disso, o meu empenhamento para ultrapassar a frustração foi «enterrar-me» completamente na psicologia, desenvolvendo a psicoterapia, com uma forma de a concretizar rápida e eficazmente, até pelo próprio. Presentemente, não utilizo a autoanálise, embora durante o primeiro ano me tenha consumido, cerca de 5 minutos todos os dias, com muitas vantagens.

Relaxamento mentalDIA-A-DIA-C
Este relaxamento é essencial para se conseguir uma capacidade bastante grande de pensar na nossa vida e de a tentar analisar e compreender de forma racional, sem emoções nem percepções muito falsas ou irrealistas.
Tentamos ver objectivamente os factos e descobrir as suas causas e consequências ou efeitos. Podemos depois analisar cada situação e descobrir se a mesma seria possível se o nosso comportamento anterior (causa) fosse diferente. Se a causa fosse outra, que consequências teríamos? Seriam do nosso agrado ou não? Poderíamos ter modificado toda a situação? Em que sentido? Com que custos? Tudo isto só pode passar pela nossa cabeça a que ninguém mais tem acesso sem o nosso consentimento explícito ou tácito. Até os psicoterapeutas tem de se basear naquilo que os pacientes dizem, se não conseguirem também inferir qualquer outra coisa, com um grande risco de que essa inferência não esteja correcta. Mas tuso isso exige muita humildade, objectividade e realismo para reconhecer os erros que, muitas vezes, são confundidos com culpas quando, de facto, são causas.  Interacção-B30

Imaginação Orientada
A Imaginação Orientada baseia-se em muito do que se disse anteriormente, porque se tenta «vasculhar» o passado, muitas vezes, com a ajuda do diário de anotações e da autoanálise. Além de utilizar a imagética do passado, às vezes com a ajuda da autohipnose, vai também colocar muitas imagens do futuro para «elaborar» comportamentos que se baseiem nas análises das experiências do passado, devidamente escrutinadas, avaliadas e compreendidas racionalmente. É um trabalho a ser apoiado, em muito pelo psicoterapeuta (E), embora cada um também possa fazer esse trabalho sozinho, como já aconteceu. E, se for impossível iniciá-lo autonomamenteDepressão-B logo de início, depois de algum tempo de psicoterapia, pode tornar-se uma rotina para um desempenho pessoal cada vez melhor e mais profícuo.
Temos, pelo menos, os exemplos da Cidália (C), do Júlio (E), da «nova paciente» (H), da Cristina, do Januário (L) e do Mijão (M). Para isso, foi necessário que todos eles lessem bastante, compreendessem bem todos os mecanismos envolvidos e treinassem com tenacidade e persistência aquilo que foi necessário e que não consome mais do que dezenas de minutos antes de dormir nos primeiros tempos e cerca de 3 minutos nos tempos seguintes.
Também, para que tudo isso aconteça com celeridade, certeza e eficácia, assim como para saber qual o modo de «programar» a Psi-Bem-BImaginação Orientada, é fundamental que as pessoas tenham conhecimentos sólidos de como o comportamento funciona. Por isso, é essencial saber quais os fundamentos da sua origem, manutenção, aumento, diminuição ou eliminação (F) (K). É para isso que se mencionam os livros recomendados. Também é importante ter uma boa noção de como funciona esta psicoterapia, porque grande parte do «trabalho» pode e deve ser feito pelo próprio, com pouca ajuda do psicoterapeuta (J).

De modo algum podemos chegar ao pé dum psicoterapeuta e quase «passar-lhe» uma procuração para nos deixar a funcionar bem. Tudo se passa na nossa cabeça e com o nosso corpo. Por isso, a nossa cabeça tem de pensar e o corpo tem de reagir, treinando devidamente, para que a terapia funcione a nossa boa disposição passe a fazer parte da vida.  É um trabalho tão unipessoal e intransmissível  como comer ou fazer as nossas necessidades. Ninguém as pode fazer Respostas-B30por nós.  É precisamente o que o medicamento não faz, deixando-nos, algum tanto despreocupados enquanto actua. É um mau sol, de pouco dura e, se durar muito tempo, torna-se alienante. Psicoterapias só com conselhos, sem cada um alterar as suas cognições, emoções e comportamentos, não existem.

Estas noções, para facilitar a vida de muita gente, também podem ser dadas em grupos em que ninguém tem de falar sobre os seus problemas, mas pode apresentar todas as dúvidas que tiver. Em vez de ser uma consulta para cada interveniente, é uma consulta para todos, com a possibilidade de se esclarecerem dúvidas de que muitos dos intervenientes nunca se lembrariam.
A continuação da AutoTerapia, tal como aconteceu com muitos dos que foram descritos nos vários «casos» mencionados em livros separados, pode ser conduzida por cada um, que assim, pode ter no futuro, um plano de BiblioPrevenção e Profilaxia útil no momento, e que também pode proporcionar maior desempenho a longo prazo (B) (C) (E) (L).

A extensa bibliografia, destina-se unicamente a quem deseje aprofundar os seus conhecimentos sobre este assunto.

Não seguir um método tão simples e não consumidor de tempo, especialmente para quem tenha problemas psicológicos ou dificuldades de desempenho, pode exigir inúmeras idas às consultas em momentos de maior preocupação para obter apenas um alívio temporário, pouco eficaz e muito demorado.

Já pode ler agora o post seguinte:arvore-2
https://psicologiaparaque.wordpress.com/2014/04/06/psicoterapia-medicacao/

Já leu os comentários?

Clique em BEM-VINDOS

Ver também o post LIVROS DISPONÍVEIS

É aconselhável consultar o ÍNDICE REMISSIVO.

TERAPIA ATRAVÉS DE LIVROS [http://livroseterapia.wordpress.com/]

PSICOLOGIA PARA TODOS (o antigo) [http://psicologiaparaque.blogspot.pt/]

Para tirar o máximo proveito deste blog, consulte primeiro o post inicial “História do nosso Blog, sempre actualizada”, de Novembro de 2009 e escolha o assunto que mais lhe interessa. Depois, leia o post escolhido com todos os comentários que são feitos. Pode ser que descubra também algum assunto acerca do qual nunca tivesse pensado.

Para saber mais sobre este blog, clique aqui

Post Navigation

%d bloggers like this: