PSICOLOGIA PARA TODOS

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Archive for the month “Janeiro, 2014”

RESPOSTA 39

“Finalmente agora estou de descanso e à espera do resultado das cadeiras… que medo… tem sido umas semana do piorio…!
Tenho está com um problema doutor… O meu medos podes influenciar nas relações sexoais com a minha mario-70namorada?
Como ando todo stressado e tambem tivemos uns stresses das coisas mas ja está tudo bem, pode “mexer” comigo nisso?
Pode-me dar alguma ajuda?”

Em relação ao seu comentário acima, embora não saiba de quem, nem a sua idade e o curso que frequenta, posso adiantar que insisto sempre com os meus «pacientes» que leiam aquilo que aconteceu com os outros e o modo como resolveram os seus problemas (P).
AutoTerapia Para Todos é a informação sobre um novo manual que dá indicações de como cada um pode «tratar» se si próprio, ficando inserido no blog onde também estão apresentados todos os livros que podem ser úteis, mas queMaluco2 necessitam de pessoas interessadas neles. Por isso, está aberta uma inscrição à espera de ajudar a publicar o livro.
Mas, é imprescindível que cada um «trabalhe» na sua própria psicoterapia para além de ler o livro.
Geralmente, as causas das dificuldades não são exactamente aquilo que as pessoas dizem na primeira consulta e, muitas vezes, até nas seguintes, como aconteceu com o Júlio (E) e está apresentado no post PSICOTERAPIA 3.

Com a Cidália (C) e com o Antunes (B) também aconteceu o mesmo.
Às vezes, são «causas» completamente diferentes daquilo que os próprios julgam e nas quais nunca pensaram. Contudo, Consegui-Bsaber quais são as «causas» não ajuda muito se não se preparar a mente para as compreender, aguentar ou descobrir formas novas de as evitar ou reduzir adoptando comportamentos novos, com muito treino do próprio e com a «cabeça» capaz de raciocinar em vez de reagir emocionalmente.

Para isso, é necessária uma disponibilidade mental muito grande que não é proporcionada por qualquer conversa, justificação, lamentação ou medicamento. Essa disponibilidade mental é criada pelo próprio com muito treino, fácil de se fazer todas as noites, e com a evocação dos factos traumatizantes que, escritos numa espécie de diário, facilmente se recordam posteriormente para os discutir, se necessário e possível.Psi-Bem-C

É importante que as pessoas não imaginem que as dificuldades desaparecem como por milagre. Os sucessos que tivemos têm de ser recordados para adquirirmos uma nova força. Os objectivos a atingir têm de estar dimensionados com as nossas possibilidades e não ser irrealistas. Querer muitas e variadas coisas ao mesmo tempo, só se pode admitir nas mentalidades das crianças ou de quem ainda não está «maduro». A areia tem de estar dimensionada com a camioneta. Temos de ser realistas e pragmáticos reconhecendo as nossas capacidades. Por isso, o treino de cada um é importante.

É o que eu recomendo a todos os meus consulentes, alguns dos quais arranjam justificações de falta de tempo ou quaisquer Acredita-Boutras para não praticar coisa alguma, ficando satisfeitos com os primeiros «ganhos» que obtêm por terem deixado de sentir o «muito mal» que sentiam. Depois, voltam os medos e as descrenças. Aconteceu com o Júlio (E), com a Cidália (C), com a Germana (L), e até podia ter acontecido com o Antunes (B). Mas este, leu muito e discutiu comigo e treinou imenso.

As dificuldades nas relações sexuais, os medos infundados, a necessidade de comportamentos obsessivos e vários outros, podem ter origem na necessidade de redução de ansiedade que também pode paralisar a nossa acção. Se tudo isso não for reduzido com o trabalho de cada um, pode ir aumentando com o tempo e com as más experiências Saude-Bou maus resultados que se forem acumulando.

Sem se criar essa disponibilidade mental, com relaxamento muscular, quando necessário no início, pouco ou nada de útil se pode fazer numa psicoterapia séria, a não ser «conversas» que aliviam o sofrimento momentaneamente, tal como os comprimidos e enquanto durar e seu efeito.

post AUTOTERAPIA 2  dá indicações sobre o que se pode e deve fazer.

O «trabalho» de cada um é importante.Psicologia-B

Posso dizer que «stress», quase todos nós aguentamos mas, o modo aceitável ou difícil com que o encaramos e reduzimos, depende muito da nossa acção e não das nossas justificações ou conversas.
Se não fizermos o nosso trabalho de casa, pouco ou nada conseguiremos de duradouro.

É o que eu faço todas as noites há quase 35 anos, desde que comecei a preparar a minha tese sobre psicoterapia. Também é um modo de ir tendo novas ideias e propostas de solução das nossas dificuldades. Nas sessões com várias pessoas, de que tenho falado muitas vezes, poderiam ser abordados estes e outros assuntos de que muitos Imagina-Bnão têm conhecimento e são essenciais para uma boa psicoterapia e profilaxia.

O difícil é começar e, talvez seja mais custoso continuar depois de se ter atingido algumas melhores e, o pior de tudo, é conseguir ter persistência para não esmorecer e insistir nos 5 minutos do início do relaxamento, para que as dificuldades nem apareçam de novo. Depois a autohipnose ajuda muito mas, a «entrada» na mesma, depende muito de pessoa para pessoa.

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RESPOSTA 38

Em relação ao post anterior, RESPOSTA 37, uma pessoa conhecida encontrou-me ontem à noite na rua quando ia dar o meu passeio diário de quilómetro e meio e fez-me o seguinte reparo:

– Já li o seu post RESPOSTA 37, bem como a resposta imediata aoSaude-B comentário que, no post AUTOTERAPIA, do blog antigo, deu origem ao novo post. Por isso, depois do almoço e durante um pequeno descanso, tentei fazer muitas perguntas a mim próprio em relação a diversas coisas que me afligem, especialmente no momento. Não consegui ter qualquer sossego durante o resto do dia e não sei se conseguirei dormir hoje, como já aconteceu frequentemente. Pode-me dizer o que é que posso fazer mais?

A minha resposta, foi mais ou menos a seguinte:

– Vá para a cama a pensar nos seus problemas e não fuja deles. Se necessário, tente começar pelo relaxamento muscular para mario-70depois desviar a atenção para o relaxamento mental e orientar os seus pensamentos no sentido dos problemas que está a enfrentar. Não fuja deles e procure descobrir soluções com toda a teimosia. Não se deixe vencer a não ser pelo sono. Leia todos os posts sobre PSICOTERAPIA e AUTOTERAPIA, os comentários feitos e as respostas dadas. Até pode ser que me lembre de qualquer coisa mais e, neste caso, darei uma nova RESPOSTA neste blog logo que puder.
Depois desta informação, lembrei-me de eu próprio pensar nas dificuldades apresentadas pela pessoa minha conhecida e numa sessão de imaginação orientada, lembrei-me de fazer este post para continuar a resposta dada.Imagina-B

– Vai verificar que, se não descobrir alguma solução nova, há-de sentir um cansaço muito grande e ficar farto de pensar no mesmo. Apesar de tudo, não desista e tente sempre descobrir algo de novo. Pode também lembrar-se das dificuldades passadas anteriormente e do modo como foram superadas.

“Se não conseguir resolver ou, pelo menos, descobrir uma possível solução, continue a insistir no que está a pensar. Lembre-se dos filmes com o MacGyver e, agora, até pode ver a série “Investigação Criminal Los Psicopata-BAngeles” em que entra a Daniela Ruah.
https://psicologiaparaque.wordpress.com/2012/10/21/criancas-e-televisao-1/

“Esses filmes e muitos outros não servem apenas para «dar maus exemplos». Existem muitos bons exemplos que se podem extrair de qualquer deles. É por isso que a nossa percepção tem de funcionar em boas condições. É também por isso que os pais devem discutir os filmes com os filhos, sem emoção mas com razão, para os ajudar a encará-los numa perspectiva adequada.

“Repare que os actores não desistem. São teimosos que se fartam até conseguirem encontrar uma solução mínima desejável ou, pelo menos,Acredita-B possível.
“Só assim conseguiremos ficar cansados de pensar e imaginar, e até pode ser que à falta de outra solução, o sono nos dê algum descanso. Julgo que é o que muita gente terá de fazer nos tempos actuais, em que todos os dias nos deparamos com surpresas desagradáveis mas que têm de ser superadas. Não falo só em dificuldades psicológicas mas sim materiais e bem reais que temos de superar, embora com muito sacrifício e perdas consideráveis

“Isto é uma espécie de técnica de saciação ou flooding (F), em que os medos ou as dificuldades são vencidos pelo cansaço. OPsicologia-B importante é cada um não descobrir uma fuga para escapar aos mesmos, mas o modo de os superar. Por isso, vale a pena recordar sempre os triunfos anteriores. Além de ser motivantes, podem proporcionar-nos autoreforço com as conquistas já alcançadas, talvez nunca antes imaginadas.

“É como dizia o outro «É a vida» mas, está mais bem colocado do que todos nós. Nós temos de tratar da nossa vida mas, vamos conservá-la com as menores perdas possíveis.

Lembrei-me também de muita coisa mais e, especialmente, do meu amigo Júlio (E) que me dizia:
«Quem não tem cão caça com gato» e «A fome e o frio põem a lebre ao caminho»Depressão-B

Uma das vezes, quando ele não conseguia dormir nem relaxar e tinha insónias, fazendo tudo para as reduzir, com medo de não ter um dia seguinte melhor, lembrei-me do médico (H) que tinha sido operado e que se habituara a tomar hipnóticos para dormir e já não conseguia prescindir deles. Quando se lembrou de os deixar à cabeceira da cama para os tomar quando necessário, foi conseguindo dormir menos intranquilo, até ter sonos mais reparadores sem a ajuda dos medicamentos. A nossa ansiedade de querer dormir deixa-nos despertos mas, durante o resto do tempo, «cochilamos» um pouco de modo a preencher muitas necessidades de sono e não termos, como é vulgar, ter um sono seguido como é natural, com alguns momentos de interrupção absolutamente Maluco2«normais».

Na ocasião, em relação aos pensamentos desagradáveis que não saiam da cabeça do Júlio tive de dizer em relação aos mesmos:
– «Se não os consegues combater, junta-te a eles».
O Júlio só começou a tomar mais consciência das suas dificuldades e do modo de as ultrapassar, quando o seu amigo RUI lhe disse:

Aprende a enfrentar as coisas pá. Só assim vais conseguir vencer!Consegui-B
E o Júlio, depois de várias experiência fracassadas de querer ver-se livre dos seus pensamentos desagradáveis, verificou que, como a Cidália (C), não podia fugir da sombra, nem do touro. Tinha de enfrentar qualquer deles. Por isso, tornando-se necessária muita prática, que foi mantida em casa e quase «conversada» à mesa dum remoto café, o Júlio convenceu-se que:
Se a lebre se perder, encontrará o caminho de acordo com a fome que sentir”.

E foi isso que me deu imensa satisfação no reencontro que tive com ele, 20 anos depois.

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RESPOSTA 37

COMENTÁRIO de Anónimo no post sobre AUTOTERAPIA, do antigo blog PSICOLOGIA PARA TODOS:mario-70

“Gostei da publicaçao! Mas queria saber o seguinte: em questao de relacionamento como fasso para nao ter pensamentos negativos “sera que minha mulher nao gosta de mim” ou ” sera q ela me trai” ou ate mesmo ” pq ela fica estranha sem eu fazer nada” enfim varios pensamentos!”

Embora já tenha dado uma resposta muito sucinta a este comentário, gostaria de a aclarar com este post, que pode servir a mais gente.Psicologia-B

Quando me diz que não deseja ter pensamentos negativos, refere-se a pensamentos de que a sua mulher lhe é fiel mesmo que esteja a trair?
Qual a vantagem?
Ser traído e imaginar que não, com «pensamentos positivos»?
Qual a razão de estar a supor que a sua mulher o trai ou pode trair?
Qual a razão de imaginar que a sua mulher não gosta de si?
Qual a razão de ter imaginado que gostava de si quando pensou em casarConsegui-B com ela?
Será que da sua parte não mudou coisa alguma desde que se casou?
Será que a sua mulher fica estranha, de facto, ou o senhor julga que ela fica estranha?
Qual a razão de sua mulher ficar estranha, desde quando e em que circunstâncias?
Porque não conversa com ela para aclarar a situação?
Tem medo de quê? Não é necessário que exista sinceridade entre o casal?
Muitas pessoas, na situação actual, podem estar preocupadas com muita coisa e, especialmente, com a «crise» e a «austeridade». Não estou aInteracção-B30 apresentar uma justificação ou uma desculpa, mas sim uma possível causa de comportamentos fora do vulgar.

O mais importante, é falar no assunto e aclarar a situação.
Não vale a pena fazer atribuições (K) só porque nos parece alguma coisa que pode não ser aquilo que nos parece (C).
Ficamos a magicar no assunto, tal como ficou o Joel (G) e arrependeu-se mais tarde.
Imaginando que o seu casamento foi «verdadeiro» – supondo que os dois gostavam um do outro – o melhor conselho que lhe Psicopata-Bposso dar, sem ter de ir a consultas que podem ser dispendiosas, é aprender a fazer relaxamento mental, tentar conversar com ela e compreender a situação para resolver o que for possível.
Isto, geralmente, é feito em consultório, com especialistas competente, mas para quem não disponha dessa facilidade, pode tentar fazer as coisas por si próprio lendo bastante a praticando o relaxamento.

Arranje tempo para consultar o blog antigo e este, ler alguns livros, especialmente o da JOANA (D) cujos pais estavam para se separar por causa da educação dela, afinal, passaram a ter outro filho de comum acordo e são felizes.
É por este motivo que estou a manter este blog e a tentar publicar os livros.Joana-B
É para tentar ajudar as pessoas à distância, quando elas não têm possibilidades de obter as consultas adequadas.

Para isso, as pessoas têm de me informar que estão interessadas no livro, o
primeiro dos quais será o da AUTOTERAPIA (P), que até tem vários posts com esse nome e também com o de PSICOTERAPIA.

Já leu os comentários?Imagina-B

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RESPOSTA 36

“Caro Dr. Noronha,
Como hoje as notícias foram quase todas sobre partidos políticos e futebol, desliguei a TV e dediquei-me a este artigo eRespostas-B30 ao seu blogue.
Gostei desta resposta e ao consultar outros artigos, pareceu-me que senti da sua parte uma certa acrimónia e desconfiança em relação aos diagnósticos que quase todos os profissionais gostam de fazer.
Já sabe quem sou e digo-lhe que vou ler mais alguns artigos para confirmar as minhas ideias.
Estarei errado em relação ao que disse?”

Anónimo

Caro amigo,
Li o seu comentário feito ontem na RESPOSTA 35, mas quis passar a noite a meditar no assunto a fim de poder dar uma Saude-Bresposta coerente.
Não tenho qualquer desconfiança em relação aos diagnósticos, nem sinto qualquer acrimónia em relação aos mesmos. Eles são necessários para se reconhecer e limitar, tanto quanto possível, as dificuldades sentidas pelas pessoas e propor as melhores terapias e soluções possíveis.

Contudo, a minha preocupação principal é que seja feito um diagnóstico correcto e corrigido em tempo oportuno e não um diagnóstico apressado, utilizando-o para tentar uma solução errada, especialmente quando não se altera o mesmo logo que se verifica que houve alguma incorrecção.

O caso do Joel (G) é um exemplo típico do que estou a dizer. Depois doPsicopata-B triste episódio com a noiva, o seu diagnóstico como psicopata só serviu para lhe receitarem medicamentos e afastarem dele a única pessoa que lhe queria bem. Só teve apoio psicoterapêutico porque eu me ofereci para isso. Caso contrário, talvez continuasse e perpetuar o seu comportamento, relacionado com os sentimentos de inferioridade, de que sofria com abundância. Sem esse apoio psicoterapêutico, provavelmente, as suas futuras reacções a esses sentimentos poderiam ser violentas e contra muitas outras pessoas ou coisas. Ela estava filiado num partido político muito aguerrido e era quem mais se evidenciava. «Finou-se» a querer que pelo menos os outros tivessem o apoio que ele gostaria de ter tido, sem diagnósticos errados e tratamentos espúrios.Acredita-B

Também, quando um diagnóstico serve para rotular uma pessoa e, através dos sintomas que lhe estão associados, dar uma medicação sem proporcionar qualquer outro apoio, parece-me uma solução inadequada. Quem ajudou o Antunes (B) quando ele ficou com a depressão grave? Alguém se preocupou em saber qual poderia ser a sua origem e recomendar-lhe uma psicoterapia adequada? Se não tivesse apoio, o que seria dele e da família? De que serviu o diagnóstico?

No caso da Cidália (C), não foi o psiquiatra que fez o diagnóstico e a medicou, sendo quase contra a psicoterapia? Se não fosse Consegui-Bela própria e reagir contra isso, o esquema vulgarmente adoptado do diagnóstico e da medicação consequente a que a sua mãe se sujeitava, não teria funcionado em pleno? E ela não seria empurrada para uma vida de descalabro pessoal e conjugal, com repercussão na sua futura família, para mais, com o exemplo que os pais lhe estavam a dar?
E de que «enfermidades» sofreriam os seus filhos criados em ambiente inadequado?

Em relação a depressões, sei por experiência própria quanto me custou livrar-me dos medicamentos que eram receitados, sem ninguém querer saber quais as origens da mesma (J). Afinal, o meio ambiente, é um aliado Imagina-Bprecioso para estes casos. O caso do suicídio de A, descrito em “Comportamento nas Organizações” (N) é o exemplo do desfecho dum diagnóstico que pode estar correcto mas que não proporciona ou até cerceia os meios adequados para resolver a situação eficaz e economicamente, prejudicando também a produtividade.

Isso também acontece frequentemente nas dificuldades escolares em que
se fazem exames espúrios, diagnósticos quase tirados a papel químico e terapias sem qualquer fundamento porque se tentam reduzir todos os sintomas que estão associados a esse diagnóstico, às vezes, com medicamentos que podem prejudicar toda uma situação e deixar a criança ainda pior do que está. Não poderia isto acontecer com a filha do Antunes (B) se ela fosse «tratada» tradicionalmente em psicoterapia, psicopedagogia ou reeducação?neuropsicologia-B

Lembro-me de muitas mais casos, alguns deles descritos em Neuropsicologia na Reeducação e Reabilitação” (I), especialmente quando nos tratamentos e terapias utilizadas não são medidos os ganhos ou as perdas que a criança vai tendo.

Parece que ninguém se preocupa com as causas ou sintomas e dificuldades que dão origem a uma determinada situação de descompensação psicológica. Quem diria que um afastamento da família, dos 10 aos 16 anos, para estudar, apesar de bem alojado em casa do primo e padrinho, iria provocar as dificuldades de que o Júlio (E) sofria?Maluco2
Um tempinho longe da família para poder estudar provoca problemas tão graves – perguntarão alguns.
O problema não é o facto em si, mas o contexto em que o mesmo acontece afectando uma determinada pessoa num certo momento da sua vida: é a sua percepção que funciona. É geralmente isso que quase nunca é tomado em conta quando se faz o tal diagnóstico.

Estou mais preocupado com isso e, especialmente, com aqueles que quase idolatram o diagnóstico.
Foi por isso e para elucidar os alunos de psicopatologia do ISMAT que fiz os posts relacionados com «arregaçar as Depressão-Bmangas» e outros, com a designação de Diagnóstico.

Espero que esta resposta satisfaça a sua curiosidade evidenciada no comentário.

É por este motivo que estou interessado em difundir estes conhecimentos, especialmente em sessões em que muitos possam discutir livremente e apreender as noções que são necessárias para manter uma boa saúde
mental e convivência social.

Nos tempos em que parece estarmos a sofrer apenas de futebolite e de partidatite política aguda, uma lufada de ar fresco em Psicologia-Brelação à nossa vida futura e a dos nossos é muito importante para conseguirmos ter um clima democrático e saudável. É com o doce embalo destas duas «doenças» que ficamos com o reforço do comportamento incompatível  para não pensarmos em mais nada do que nos deveria ser essencial: o nosso futuro político.

Nos tempos em que ninguém nos está a ajudar nisso e até, pelo contrário,
deteriora o ensino, a saúde e a economia, porque não seremos nós a reagir enquanto ainda é tempo? Essa reacção só pode ser adequada, económica e eficaz se tivermos a «cabeça» e a «saúde» no lugar.

Já leu os comentários?arvore

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RESPOSTA 35

“Prezado Dr. Noronha,Acredita-B
Depois da nossa conversa telefónica no seguimento da confusão do livro de capa amarela em vez da capa azul clara da 1ª edição do Acredita em ti. Sê Perseverante!”, ganhei o livro de capa verde de que gostei imenso.
É impressionante saber o modo como cada um, tal como a Cidália, pode fazer muito por si próprio, evitando cair nos mesmos erros no futuro!
Continue com a sua atividade de dar aos outros o conhecimento dos seus métodos.
Gostaria de saber quais as reais vantagens de se fazer isso, especialmente como no caso do Antunes. Desculpe não ter feito este comentário ontem,Consegui-B porque fiquei a ver a reportagem sobre as clínicas privadas, a SANFIL, de Coimbra.
Senti-me tão desgosto com as «vigarices» que se fazem até na saúde e fui-me deitar amargurado com o país em que estamos viver. Bem hajam os que sofrem.
Como me disse que gostaria mais de dar uma resposta que servisse mais pessoas, fico à espera de ver o seu blogue dentro de dias.
Obrigado pela simpatia e pela compreensão.”

Face ao comentário acima transcrito e da sua apetência para ver aSaude-B reportagem de ontem à noite, que também «mexeu» comigo, posso esclarecer que o Amaral Dias, psiquiatra, convidou-me, num congresso, realizado em Coimbra, a trabalhar e a colaborar com ele. Declinei o convite porque não o conhecia e porque estava a colaborar com Sampaio Ferreira que é um psiquiatra de toda a confiança. Não haverá, por acaso, uma clínica de desintoxicação a funcionar sob a direcção de Amaral Dias ou com a sua colaboração?

Falando no resto, embora não concorde com as políticas financeiras do ex-Ministro Gaspar e da sua «digníssima» sucessora, bem como da orientação que a governação está a ter, posso abordar o caso do Antunes (B) em duas vertentes, especialmente a económica e da saúde mental.mario-70

▫ Se o Antunes continuasse com a depressão, qual a falta de produtividade
que proporcionaria na empresa em que estava a trabalhar? Isso não seria uma perda para a produtividade nacional?

▫ Se houvesse necessidade de «tratar» da sua depressão de forma usual, quais seriam os gastos com as consultas e os medicamentos em que existe a comparticipação do Estado? Não somos todos nós que pagamos os impostos?Depressão-B

▫ Se a filha do Antunes fosse apoiada tradicionalmente nas dificuldades escolares, quais seriam os gastos com a reeducação e com os exames necessários de vez em quando? Tudo isso teria de ser comparticipado pelo Estado, com diagnósticos pomposos e reeducações prolongadas. Tenho aqui posts dedicados aos «Diagnósticos» e «arregaçar as mangas» elaborados especialmente para dar respostas aos meus alunos da Psicopatologia no ISMAT. Com a orientação de ensino que estavam a ter, sem possibilidade de nós o alterarmos, o que lhes interessava era aprender a fazer diagnósticos. E os tratamentos quem o faz, quando, como e com que resultados?Psi-Bem-C

▫ Se a filha do Antunes fosse ajudada de forma tradicional, quais seriam os seus «ganhos» e a influência dos mesmos na sua vida académica futura, bem como na saúde mental dela e dos pais? E, muitas vezes, os resultados apresentados são mais do que duvidosos!
Contudo, se o Antunes não tivesse as noções mínimas de reeducação que foi adquirindo com as suas leituras, tudo poderia ter outros resultados. Por isso, enquanto não consigo publicar os livros, vou fazendos estes posts que interessam aos reeducadores.

Reeducação de deficientes
Psicologia para Todos (1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8, 9 e 10)

▫ Se, por causa de todas essas dificuldades – da filha e do marido – a mãe também tivesse necessidade de intervenção psiquiátrica, quais seriam os gastos com as consultas e com os medicamentos? E como estaria ela na vida conjugal e social?

▫ No meio deste panorama, depois de todos estes gastos, suportados emImagina-B parte pelo erário público, qual seria a vida familiar destes três «desgraçados» que não teriam um apoio suplementar ou profiláctico muito fácil de se fazer, pelo menos em parte, desde que cada um conheça algumas normas que pode seguir e exercícios que consegue facilmente praticar para manter uma saúde mental minimamente aceitável?

▫ Quando é que as instâncias governamentais enveredarão por essa faceta que é bastante simples, económica e proveitosa? Também, não é pagando misérias que vão ter serviços de qualidade. Vão ter, certamente, serviços aldrabados como acontecia com os «exames psicológicos completos» que se faziam … ou se fazem ainda?

Julgo que tanto as estruturas autárquicas como as governamentais podemMaluco2 promover sessões que possam ajudar a resolver ou minimizar muitos problemas que se vão avolumando e tornando a nossa vida cada vez mais desagradável e miserável. A droga legal ou a medicamentação, com todas as suas implicações financeiras funciona como uma muleta que vai alienando as pessoas para as deixar na sua dependência.

Às vezes, também não é só o governo mas os cidadãos que, apesar de terem provas do que se pode fazer em sentido contrário, remam num sentido errado. Até nas chamadas universidades sénior se poderiam fazerPsi-Bem-C sessões de esclarecimento, convidando os juniores e participar nelas.

Por mim, estou ligeiramente cansado de apresentar provas do que se pode fazer, com bastante êxito. Contudo, não perdi completamente as esperanças e vou lutando tanto quanto me é possível.

Surgiu primeiro a oportunidade de se falar no autismo, que tem neste blog, mais dois posts além deste.

Demonstrou-se também o que se pode fazer economicamente com crianças «chamadas deficientes» e educadas durante anos em belíssimas escolas especiais, sem quaisquer resultados satisfatórios.

Este caso foi apresentado nas “Primeres Jornades D´Estudi”, emneuropsicologia-B Barcelona, com o título Integración y Condicionamiento Operante e, posteriormente, no World Congress on Future Special Education, na Escócia, sob o título Training of the family for Operant Contitioning, os dois eventos, no segundo e terceiro trimestres de 1978.

Também, uma experiência de integração de cinco crianças deficientes no ensino normal, com o título Integration or Special Schools? já tinha sido apresentada, em Março de 1976, no “International Cerebral Palsy Society”, em Oxford.

Seguidamente, em meados de 1978, foi apresentada no World Congress on Future Special Education, na Escócia, sob o título Organizar-BFamily Involvement Makes Education More Economic.

Com todas estas experiências acumuladas, logo depois, foi proposta uma experiência de um ano em que os pais dessas 10 crianças também ficassem envolvidos na educação e reabilitação de crianças com dificuldades.

Depois de se termos tido o trabalho de obter um pequeno subsídio da Fundação Calouste Gulbenkian, foram os pais que não ajudaram a concretizar este «sonho» porque acharam que qualquer intervenção deveria ser restrita aos especialistas.

Nunca quiseram compreender que filhos são deles e que a melhoria deles se irá reflectir nas suas próprias Interacção-B30vidas e nos futuros de todos.

Caro amigo. Não sei se consegui dar uma resposta no mínimo coerente e elucidativa relacionada com o seu comentário. Mas, tentei.

O mais importante é que tudo o que se passa na saúde mental, na reeducação e no ensino, deixa-me cada vez mais desorientado. E, só a imaginação orientada, quase todas as noites, me ajuda a manter a calma e vigor necessários para tratar dos dois blogs que vou mantendo e da reorganização de todos os livros que vou fazendo aos poucos, mas com persistência.Psicologia-B

Gostava de os poder difundir pela população que os queira aceitar como bons. As normas comportamentais são simples e fáceis de aplicar para termos uma sociedade mais justa, equitativa e «democrática». Já experimentei dar noções de psicologia e de modificação do comportamento, com exemplos práticos e actuações, nos cursos para enfermeiros no Hospital de Vila Franca de Xira, em 1976, «enfrentando» enfermeiros da minha idade ou talvez mais velhos. Acerca de tudo isso, além dos 10 links  mencionados acima, temos a Resposta 17. 

E, a propósito, quando hoje fui ao banco para fazer uma transferência para a Plátano, uma senhora bem vestida, Difíceis-Bpresumivelmente «bem colocada na vida», que estava a utilizar a caixa multibanco ao lado, quis passar à minha frente dizendo que se esquecera de efectuar uma operação. Quando lhe disse que não iria demorar muito, também respondeu que ela iria ser rápida tanto mais que o filho estava à espera no carro. Deixei-a passar à minha frente respondendo que era por causa dos estacionamentos que não andava de carro. Era para não passar à frente dos outros. Mas disse isso com cara muito séria.
Haverá pessoas que podem imaginar que fui indelicado.

Mas, a indelicadeza não terá começado com ela que quis passar à frente dos outros numa fila?
Não seria uma pessoa habituada a isso, com todo o aspecto que apresentava?

Sem me interessar qualquer faceta moral, o meu objectivo, com a maneira de ser adoptada foi o de evitar ou minimizar no futuro a indelicadeza de passar à frente dos outros. O meu comportamento pode ter-lhePsicopata-B provocado punição que, acontecendo mais vezes, terá a tendência de reduzir o comportamento de passar à frente, obtendo, com isso, reforço negativo.

Se ela conseguisse concretizar o seu comportamento de passar à frente sem receio de punição, poderia obter reforço positivo ajudando a que esse comportamento se consolidasse no futuro.

Enfim, se quisermos uma sociedade mais equitativa, democrática e justa, temos de compreender que os outros também têm os seus direitos que não podem ser «atropelados» ao nosso gosto e quando nos convém como muitas vezes estamos habituados a ver e a sentir na nossa sociedade actual, a começar pelos governantes. A minha proposta sincera é: “Ajudem-me a ajudararvore

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IMAGINAÇÃO ORIENTADA 2

Saude-BQuando fui ontem ao café depois do almoço, um médico conhecido, que estava sozinho, convidou-me para sentar à sua mesa, dizendo que gostaria de conversar comigo.
Era um velho médico que não acreditava nos psicólogos e afastava deles os seus consulentes até ter participado nas Jornadas de Psiquiatria S. João de Deus, realizadas em fins de Janeiro de 1979 e apoiadas pela Câmara Municipal de Sintra.
Nessas jornadas, tínhamos apresentado dois trabalhos “Terapias Preventivas” e “Reabilitação dos Deficientes”, baseados na nossa experiência de 5 anos, depois de eu ter concluído o curso de Behavior ModificationOperant Conditioning, da California State University, Sacramento, sob a orientação do Prof. Joseph Morrow e de estar a finalizar a minha prática para a obtenção do diploma em Hipnose Clínica, na modalidade Ericksoniana, da Baxter Academy.Acredita-B
A partir desse ano, o mesmo médico tinha começado a mandar os seus consulentes para o Centro de Psicologia Clínica dizendo que podiam ir com confiança.
– Vai pedir seu Irish coffee? – perguntou-me ele.
– Não – respondi – agora é só beber um cafezinho por causa das «croises».
– Abstraindo-nos dessa tristeza, gostaria de lhe dizer que li alguns
dos seus livros e agora consultei os seus artigos no blogue PSICOLOGIA PARA TODOS, especialmente os relacionados com o ENVOLVIMENTO FAMILIAR. Parece-me que enfatiza muito o papel de família e até da sociedade no Joana-Bcomportamento que cada um deve ter em particular e apenas por si.
– Se acha que nos livros, especialmente da JOANA (D), eu não consigo dar ênfase suficiente ao papel que a família e a sociedade desempenham no comportamento do indivíduo, tenho pena. Mas, por isso mesmo, estou a manter este blog para dar ajuda a pessoas que necessitam de respostas para além dos livros.
“Tento escrever livros que possam deixar as pessoas conscientes da sua situação e do ambiente em que vivem, conhecendo bem as causas que provocam os seus comportamentos, isto é os efeitos dessas causas. Podemos falhar, mas se alterarmos as causas, poderemos modificar os efeitos pretendidos, desde que tenhamos um objectivo em vista.
“Pelo conhecimento que tem de mim, já deve saber que não me interessa só apresentar problemas, mas propor soluções em linguagem simples e realista e não fantasiosa e desculpabilizadora deConsegui-B todas as «asneiras» que cometemos. Digo isto e procedo assim porque comecei a ler alguns livros de especialistas muito conhecidos e badalados na comunicação social e não concordo com a sua exposição. Também não concordo com o modo como muitas consultas são conduzidas, podendo deixar o consulente desorientado, ou até nas mãos e dependente do especialista.
“Por isso, fiz dois posts que podem dar indicações da minha maneira de pensar:

Síndrome de perseguição filial
Relaxamento 5Psicologia-B

“Mas agora, tem de me desculpar porque vou aproveitar a tarde
para dar mais um golpe de vista pelo livro “PSICOLOGIA PARA TODOS” (F) que estou a tentar finalizar. É para o mesmo poder estar disponível se houver gente interessada em algum curso ou sessão em que possa esclarecer melhor o que digo nos livros. Isso às vezes é necessário para além duma simples consulta. Muitas pessoas podem ganhar com isso e reduzir em muito o número de consultas que terão de fazer em regime particular porque não as conseguem nos serviços do Estado. Sabe disso melhor do que eu. Continua quase tudo na mesma, com outras roupagens e personagens diferentes. Não satisfazem.
“Vou comprometer-me a fazer um post, com calma, para lhe poderImagina-B dar uma resposta mais abrangente. Como já tem ido à internet, pode procurar nela dentro de dois dias um novo post RESPOSTA ou IMAGINAÇÂO ORIENTADA, como resposta à sua pergunta. Fazendo o post, sendo um tema que interessa a outras pessoas, também elas poderão ler e tirar proveito.
Até à próxima e prazer em o ter encontrado.”

Depois desta resposta e de uma boa noite de sono e de imaginação orientada, acordei hoje com a firme convicção da veracidade dos factos apresentados nos dois posts mencionados na nossa conversa de café, enquanto surgiram namario-70 minha mente várias perguntas:

– Em que estado estará aquela criança do Síndrome de perseguição filial que, com um relatório dum psicólogo, foi entregue, por ordem judicial, a um lar, com confissão religiosa diferente da dos pais e sem um contacto bm com os mesmos?
– Em que condições estará agora o Calimero, do Relaxamento 5, se o seu meio ambiente não tiver sido modificado substancialmente?

– Como ajudar essas famílias que necessitam de esclarecimentos fidedignos e consistentes, baseados em factos científicos e nãoDifíceis-B em suposições e impressões subjectivas? Um curso sobre modificação do comportamento, mesmo que conduzido à distância, não dará resultado?
– E se as pessoas necessitarem de tirar dúvidas relacionadas com factos concretos vividos no dia-a-dia, não será mais vantajoso fazê-lo em sessões em conjunto, tal como me tinha acontecido nos cursos para enfermeiros? Haverá perguntas diversas a ser esclarecidas – de alguns para todos.

– Quantas vezes não me aconteceu alguém conhecido fazer-me uma pergunta, como por exemplo:
O meu neto consegue estar melhor comigo do que com os pais dele. A minha filha fica aflita. O que devemos fazer?”, obtendo da minha parte a resposta:Psicopata-B
Se já tem o livro da JOANA (D), qual a razão de vocês não lerem o mesmo para tirar algumas dúvidas?”, ficando depois a saber que esse meu conhecido tinha chegado a casa e entregue esse livro ao neto, para ele ler…!!!

– Também, lembrando-me do rapaz que, há pouco tempo, pensava esfaquear gente na escola secundária “Stuart de Carvalhais” de Massamá, tive  em consideração que o ambiente familiar pode ser uma incubadora de dificuldades, como muitas vezes acontece para um «desfecho» desagradável e, para mais, evitável.Maluco2

Risco de Suicídio

Risco de Suicídio 2

Risco de Suicídio 3

Risco de Suicídio 4

Risco de Suicídio 5Interacção-B30

Para que isto aconteça, é necessário que as pessoas que formam um determinado ambiente – causas – tenham uma finalidade – objectivo – e saibam como, porque e quando as devem modificar para obter os – efeitos – pretendidos.
Isso só se pode atingir desde que se conheçam as leis do comportamento humano para serem aplicadas devidamente.
Se não houver estas noções, as simples respostas dadas nas muitas «consultas» que se fazem, podem ter efeitos desagradáveis se os conselhos não forem seguidas à risca. Mas, como nos livros dos quais falei e dos conselhos dados em revistas que não leio, quem pode prever de antemão tudo o que pode vir a acontecer? São as contingências que não conseguimos prever.
O livro da JOANA (D), especialmente nas páginas 106 e 130, está repleto de exemplos de conselhos que podem «dar para o torto» se não observarmos devidamente todas as circunstâncias em que os mesmos devem ser utilizados.
Muitas vezes, apenas umas simples palavras ditas dumaDepressão-B determinada maneira, evitam frustrações e traumatismos que podem criar muitas dissonâncias cognitivas e percepções erradas, funcionando como recalcamentos que originam comportamentos desagradéveis, tanto para o próprio como para o meio ambiente. São, geralmente, as neuroses.

Efeitos Colaterais

Dissonância Cognitiva

PercepçãoOrganizar-B

Depois desta longa exposição, com inúmeros links que obrigarão o médico, meu velho conhecido, a passar muito tempo ao computador, tembrei-me de chamar “IMAGINAÇÃO ORIENTADA 2” a este post, já o outro sobre o modo como conduzo a psicoterapia, que tem sido vantajosa para muitos, tinha o mesmo nome.

Espero que ele não se aborreça de ler tudo o que eu não lhe poderia dizer á mesa do café, não só por não ter tempo disponível, mas ainda por não dispor de elementos fundamentais sobre os posts agora apresentados.

Além disso, a imaginação orientada ajuda muito. É o que eu façoneuropsicologia-B sempre que tenho de conduzir uma psicoterapia, isto é, ajudar a pessoa a encontrar o seu rumo certo. Mas, para isso, tembém o seu meio ambiente tem de se modificar a fim de que ele não tenha de «remar contra a maré», especialmente quando pais «entregam» os filhos ao psicólogo para que este os «modifique» à vontade deles.
A colaboração do próprio é extrememente importante e não pode ser imposta seja por quem for.

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RESPOSTA 34

Comentário no post RESPOSTA 33:

“Consultei este blogue pela primeira vez no primeiro dia do ano porque o comentário que lhe deu origem é bastante parecido com os meus problemas.
Compreendi e tudo muito mal porque estava apresentado deConsegui-B maneira desconforme.
Por necessidade minha, voltei ontem ao mesmo e vi tudo diferente e mais perceptível.
Em vez de ser com filha, tenho um problema semelhante com familiares e no serviço.
Os meus filhos já são crescidos e não me dão problemas.
Haverá alguma coisa que possa fazer porque aquilo que diz parece muito fácil.
Na prática, é assim?
Agradeço uma resposta, se possível.
Anónimo”

Li o seu comentário e vou pensar profundamente nele, para tentar dar a “RESPOSTA 35” num post a ser elaborado com mario-70calma.
A razão dessa calma é muito simples.
Houve muitas pessoas que me disseram ser difícil fazer a autoterapia sem indicações mais precisas e concisas como, às vezes, acontece com as autoajudas que quase nunca dão resultados satisfatórios, mas deixam-nos na sua dependência e com efeitos secundários ou sintomas substitutivos que parecem diferentes mas têm a mesma origem e continuam a nossa «desgraça» com outro nome ou com outros sintomas e consequências maos inaceitáveis pelo próprio e pela sociedade.

Quando dei as boas-festas ao meu amigo Antunes, na noite de Natal, ele também concordou com essa ideia apesar de ele não ter tido necessidadeAcredita-B de ajuda suplementar.
Não te esqueças de que eu li muita coisa antes de começar a minha autoterapia (B), «conversei» contigo uma infinidade de tempo (J) e também te telefonei de vez em quando. Tu necessitas de apresentar um livro que seja conciso, preciso, orientador, minimamente explicativo, resumido e escrito em linguagem simples – foi o que le me disse.

Quanto aos seus reparos em relação ao post onde fez o comentário, fiquei aborrecido por não ter o descoberto esse comentário logo de seguida. Estava de tal maneira absorto na finalização do livro “AUTOTERAPIA (psico) PARA
TODOS”
(P) que, entre 26 e 30 de Dezembro, esqueci-me de ver os comentários.
Além disso, por causa da forte impressão que me causaram as dificuldades sofridas pela anónima, a minha pressa de «copy-paste», deu mau resultado no post, deixando-o com um péssimo aspecto, no qual reparei só depois de 1 de Janeiro. Felizmente, consegui corrigir tudo, reescrevendo o post que agora está mais perceptível.

No seu caso específico, vou meditar no assunto porque também concordo que a autoterapia não é fácil e, por isso, também estou a preparar oMaluco2 novo livro com procedimentos resumidos, bem orientados, precisos e fáceis de seguir por quem não tem tempo para mais nada a não ser tratar da sua vida profissional e familiar.
Num conjunto de 72 páginas, as primeiras 18 com as quais o leitor vai poder conseguir tratar de si de imediato, são essenciais. Continuando a ler mais 26 páginas, pode conseguir pensar no futuro e precaver-se contra os males que ainda não o atacaram. As restantes 32, são para pesquisar as origens ou descobrir novas formas de actuar e difundir as informações pelos amigos e conhecidos.

Quando diz que não é fácil fazer a autoterapia, posso concordar desde queImagina-B não se queira furtar ao treino. Por experiência própria e pelo me disse o meu amigo Antunes (B) ao telefone, o treino e a persistência são muito importantes porque ninguém mais pode fazer isso por nós.
Tanto a cabeça como o corpo são nossos.
O treino tem de ser nosso e a persistência também. Os outros podem ajudar com os seus conselhos ou encorajamentos, mas nunca nos podem substituir.
Posso garantir que sem essa persistência e treino, ficaremos sempre nas mãos dos outros, por melhores que eles sejam.

Se, em vez de psicoterapia utilizarmos drogas, podemos sentir-nos aliviados porque, ficando anestesiados, muitos dos problemas deixarão de ser percebidos. É como se fazem as intervenções cirúrgicas as quais não nos incomodam no momento mas que, posteriormente, sem o efeito do anestésico, nos deixam magoados.
Em consequência dessa anestesia, a nossa capacidade de reacção às dificuldades diminui e deixa-nos ainda mais dependentes das mesmas, que se vão acumulando até se tornarem incomportáveis.

Se forem os «aconselhamentos», podem dar algum conforto aparentePsi-Bem-C inicial, porque existe alguém que nos compreende, como poderia ter acontecido no caso do Júlio (E) se a sua psicoterapia fosse tradicional.
E quem resolve os problemas? O Januário (L) que nos diga, porque se sujeitou a tudo isso durante muitos anos e foi piorando aos poucos de tal maneira que começou a desconfiar de todos os psicólogos e psiquiatras.
Se a Cidália (C) não fugisse aos comprimidos «maravilhosos» que a mãe estava a tomar e que lhe queria impingir, provavelmente, teria voltado à sua vida anterior de alienação ao alcoolismo e às relações sexuais promíscuas, sem nunca conseguir ter uma família decente, como agora. É muito bom conhecer a experiência dela, especialmente por causa do desencorajamento inicial, muito vulgar em quase todas as pessoas.

Quando me lembro do caso da Joana (D), vejo o muito que se pode fazerJoana com uma educação (não estou a falar em civismo ou civilidade) devidamente orientada para uma vida futura muito satisfatória.
Lembro-me perfeitamente do Júlio (E) que me disse “quem não tem cão caça com gato” e enveredou pela psicoterapia com gosto, utilizando os meios de que dispunha no momento, mas não sem desconfiar do psicólogo no decurso da psicoterapia, que até foi meio conduzida num café e com «conversas».

Para poder escrever este post, também fiz o que recomendo aos outros: Relaxamento mental e Imaginação orientada.
Como estou a falar por experiência própria, tendo resolvido o meu problema há mais de 35 anos, continuo a fazer o Depressão-Brelaxamento mental, todas as noites, gastando a exorbitância de 3 minutos quando me vou deitar. Depois, o problema não é meu. O cérebro vai trabalhando em «searching», tal como o computador. Pode ser que resolva alguma coisa… Depois, quando acordo, fico à espera dos resultados.
Se ainda não estiver a dormir, como aconteceu desta vez, lembro-me do problema entre mãos que neste caso, foi o seu comentário. Depois, fico à espera da solução colocando inúmeras hipóteses. Às tantas, já cansado de pensar, vou dormindo sem ser no sono “REM” (H).

Desta vez, quando acordei pensei que poderia falar na minha experiência e na dos que estão mencionados nos diversos livros já publicados e outros que estão à espera de publicação quando houver algumas inscrições para a sua aquisição.Psi-Bem-C
A leitura das experiências dos outros pode orientar-nos confortável e economicamente para resolver o nosso problema. Não é assim que se faz na moda? E, o que são a modelagem, a identificação e o reforço vicariante em psicologia (F)?

Por isso, os livros que estão já à espera das inscrições são:
AUTO{psico}TERAPIA (P)
Eu Não Sou MALUCO! (E)
Imaginação Orientada (J)
Psicopata! EU? (G)Saude-B
Psicologia para todos (F)
Basta comunicar para <mariodenoronha@gmail.com>

Os outros irão sendo publicados logo que possível, para as pessoas que não tem outra ajuda a não ser a dos medicamentos, conseguidos muito esporadicamente e às vezes com gastos cada vez maiores nestes tempos de crise.
Como não desejo entregar os livros às editoras e livreiros que me deixaram más recordações, prefiro seguir este método que é mais seguro, tanto para o contexto e apresentação do próprio livro, como para o leitor que pode comodamente adquiri-los pela Difíceis-Binternet e CTT.

Para a apresentação e divulgação do conteúdo dos livros tenho o blog e espero que haja pessoas interessadas que promovam reuniões em que essa divulgação possa ser feita com a sua apresentação e treino inicial do relaxamento muscular e mental recomendados, mas pouco entendidos pelos leitores do blog (B/117…) com a CORRIGENDA.

Resumindo aquilo que lhe pode ser útil, posso dizer que vale a pena consultar este blog e ir descobrindo pelo menos todos os posts relacionados com autoterapia, psicoterapia, reforço, envolvimento familiar, resposta e outros que possam agradar ou descobrir quando entrar no post “História do nosso blogOrganizar-B
Só com essa leitura pode ficar sensibilizado enquanto não conseguir adquirir os livros mencionados ou não tiver um acompanhamento face a face, com alguém competente e de confiança. Foi por isso, que falei nas dependências que se criam sem querer e sem saber.

É bom ter em consideração que sem nós estarmos nas devidas condições «psicológicas» não poderemos «tratar» dos outros. Da mesma maneira como os instrumentos de trabalho de alguns são uma enxada ou um machado, que tem de estar em boas condições, tal como o seu utilizador, para obter bons resultados, nós temos de nos socorrer das nossas palavras e acções, com um corpo e mente que devem estar em tão boas condições como a enxada ou o machado.neuropsicologia-B
Caso contrário, o trabalho a ser feito pode ficar completamente deturpado. Trate primeiro do seu corpo e mente e queira depois alterar o seu meio ambiente através das técnicas possíveis em psicologia ou modificação do comportamento (F).

Mais uma vez reitero aqui que estas linhas só me foram possíveis depois de uma sessão de relaxamento mental e imaginação orientada para deixar a cabeça pensar e orientar-se como acho que deve ser.

Boa sorte no que fizer e, se quiser, faça mais comentários e envie-me as suas impressões sobre os livros, quando os tiver lido.

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