PSICOLOGIA PARA TODOS

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RESPOSTA 34

Comentário no post RESPOSTA 33:

“Consultei este blogue pela primeira vez no primeiro dia do ano porque o comentário que lhe deu origem é bastante parecido com os meus problemas.
Compreendi e tudo muito mal porque estava apresentado deConsegui-B maneira desconforme.
Por necessidade minha, voltei ontem ao mesmo e vi tudo diferente e mais perceptível.
Em vez de ser com filha, tenho um problema semelhante com familiares e no serviço.
Os meus filhos já são crescidos e não me dão problemas.
Haverá alguma coisa que possa fazer porque aquilo que diz parece muito fácil.
Na prática, é assim?
Agradeço uma resposta, se possível.
Anónimo”

Li o seu comentário e vou pensar profundamente nele, para tentar dar a “RESPOSTA 35” num post a ser elaborado com mario-70calma.
A razão dessa calma é muito simples.
Houve muitas pessoas que me disseram ser difícil fazer a autoterapia sem indicações mais precisas e concisas como, às vezes, acontece com as autoajudas que quase nunca dão resultados satisfatórios, mas deixam-nos na sua dependência e com efeitos secundários ou sintomas substitutivos que parecem diferentes mas têm a mesma origem e continuam a nossa «desgraça» com outro nome ou com outros sintomas e consequências maos inaceitáveis pelo próprio e pela sociedade.

Quando dei as boas-festas ao meu amigo Antunes, na noite de Natal, ele também concordou com essa ideia apesar de ele não ter tido necessidadeAcredita-B de ajuda suplementar.
Não te esqueças de que eu li muita coisa antes de começar a minha autoterapia (B), «conversei» contigo uma infinidade de tempo (J) e também te telefonei de vez em quando. Tu necessitas de apresentar um livro que seja conciso, preciso, orientador, minimamente explicativo, resumido e escrito em linguagem simples – foi o que le me disse.

Quanto aos seus reparos em relação ao post onde fez o comentário, fiquei aborrecido por não ter o descoberto esse comentário logo de seguida. Estava de tal maneira absorto na finalização do livro “AUTOTERAPIA (psico) PARA
TODOS”
(P) que, entre 26 e 30 de Dezembro, esqueci-me de ver os comentários.
Além disso, por causa da forte impressão que me causaram as dificuldades sofridas pela anónima, a minha pressa de «copy-paste», deu mau resultado no post, deixando-o com um péssimo aspecto, no qual reparei só depois de 1 de Janeiro. Felizmente, consegui corrigir tudo, reescrevendo o post que agora está mais perceptível.

No seu caso específico, vou meditar no assunto porque também concordo que a autoterapia não é fácil e, por isso, também estou a preparar oMaluco2 novo livro com procedimentos resumidos, bem orientados, precisos e fáceis de seguir por quem não tem tempo para mais nada a não ser tratar da sua vida profissional e familiar.
Num conjunto de 72 páginas, as primeiras 18 com as quais o leitor vai poder conseguir tratar de si de imediato, são essenciais. Continuando a ler mais 26 páginas, pode conseguir pensar no futuro e precaver-se contra os males que ainda não o atacaram. As restantes 32, são para pesquisar as origens ou descobrir novas formas de actuar e difundir as informações pelos amigos e conhecidos.

Quando diz que não é fácil fazer a autoterapia, posso concordar desde queImagina-B não se queira furtar ao treino. Por experiência própria e pelo me disse o meu amigo Antunes (B) ao telefone, o treino e a persistência são muito importantes porque ninguém mais pode fazer isso por nós.
Tanto a cabeça como o corpo são nossos.
O treino tem de ser nosso e a persistência também. Os outros podem ajudar com os seus conselhos ou encorajamentos, mas nunca nos podem substituir.
Posso garantir que sem essa persistência e treino, ficaremos sempre nas mãos dos outros, por melhores que eles sejam.

Se, em vez de psicoterapia utilizarmos drogas, podemos sentir-nos aliviados porque, ficando anestesiados, muitos dos problemas deixarão de ser percebidos. É como se fazem as intervenções cirúrgicas as quais não nos incomodam no momento mas que, posteriormente, sem o efeito do anestésico, nos deixam magoados.
Em consequência dessa anestesia, a nossa capacidade de reacção às dificuldades diminui e deixa-nos ainda mais dependentes das mesmas, que se vão acumulando até se tornarem incomportáveis.

Se forem os «aconselhamentos», podem dar algum conforto aparentePsi-Bem-C inicial, porque existe alguém que nos compreende, como poderia ter acontecido no caso do Júlio (E) se a sua psicoterapia fosse tradicional.
E quem resolve os problemas? O Januário (L) que nos diga, porque se sujeitou a tudo isso durante muitos anos e foi piorando aos poucos de tal maneira que começou a desconfiar de todos os psicólogos e psiquiatras.
Se a Cidália (C) não fugisse aos comprimidos «maravilhosos» que a mãe estava a tomar e que lhe queria impingir, provavelmente, teria voltado à sua vida anterior de alienação ao alcoolismo e às relações sexuais promíscuas, sem nunca conseguir ter uma família decente, como agora. É muito bom conhecer a experiência dela, especialmente por causa do desencorajamento inicial, muito vulgar em quase todas as pessoas.

Quando me lembro do caso da Joana (D), vejo o muito que se pode fazerJoana com uma educação (não estou a falar em civismo ou civilidade) devidamente orientada para uma vida futura muito satisfatória.
Lembro-me perfeitamente do Júlio (E) que me disse “quem não tem cão caça com gato” e enveredou pela psicoterapia com gosto, utilizando os meios de que dispunha no momento, mas não sem desconfiar do psicólogo no decurso da psicoterapia, que até foi meio conduzida num café e com «conversas».

Para poder escrever este post, também fiz o que recomendo aos outros: Relaxamento mental e Imaginação orientada.
Como estou a falar por experiência própria, tendo resolvido o meu problema há mais de 35 anos, continuo a fazer o Depressão-Brelaxamento mental, todas as noites, gastando a exorbitância de 3 minutos quando me vou deitar. Depois, o problema não é meu. O cérebro vai trabalhando em «searching», tal como o computador. Pode ser que resolva alguma coisa… Depois, quando acordo, fico à espera dos resultados.
Se ainda não estiver a dormir, como aconteceu desta vez, lembro-me do problema entre mãos que neste caso, foi o seu comentário. Depois, fico à espera da solução colocando inúmeras hipóteses. Às tantas, já cansado de pensar, vou dormindo sem ser no sono “REM” (H).

Desta vez, quando acordei pensei que poderia falar na minha experiência e na dos que estão mencionados nos diversos livros já publicados e outros que estão à espera de publicação quando houver algumas inscrições para a sua aquisição.Psi-Bem-C
A leitura das experiências dos outros pode orientar-nos confortável e economicamente para resolver o nosso problema. Não é assim que se faz na moda? E, o que são a modelagem, a identificação e o reforço vicariante em psicologia (F)?

Por isso, os livros que estão já à espera das inscrições são:
AUTO{psico}TERAPIA (P)
Eu Não Sou MALUCO! (E)
Imaginação Orientada (J)
Psicopata! EU? (G)Saude-B
Psicologia para todos (F)
Basta comunicar para <mariodenoronha@gmail.com>

Os outros irão sendo publicados logo que possível, para as pessoas que não tem outra ajuda a não ser a dos medicamentos, conseguidos muito esporadicamente e às vezes com gastos cada vez maiores nestes tempos de crise.
Como não desejo entregar os livros às editoras e livreiros que me deixaram más recordações, prefiro seguir este método que é mais seguro, tanto para o contexto e apresentação do próprio livro, como para o leitor que pode comodamente adquiri-los pela Difíceis-Binternet e CTT.

Para a apresentação e divulgação do conteúdo dos livros tenho o blog e espero que haja pessoas interessadas que promovam reuniões em que essa divulgação possa ser feita com a sua apresentação e treino inicial do relaxamento muscular e mental recomendados, mas pouco entendidos pelos leitores do blog (B/117…) com a CORRIGENDA.

Resumindo aquilo que lhe pode ser útil, posso dizer que vale a pena consultar este blog e ir descobrindo pelo menos todos os posts relacionados com autoterapia, psicoterapia, reforço, envolvimento familiar, resposta e outros que possam agradar ou descobrir quando entrar no post “História do nosso blogOrganizar-B
Só com essa leitura pode ficar sensibilizado enquanto não conseguir adquirir os livros mencionados ou não tiver um acompanhamento face a face, com alguém competente e de confiança. Foi por isso, que falei nas dependências que se criam sem querer e sem saber.

É bom ter em consideração que sem nós estarmos nas devidas condições «psicológicas» não poderemos «tratar» dos outros. Da mesma maneira como os instrumentos de trabalho de alguns são uma enxada ou um machado, que tem de estar em boas condições, tal como o seu utilizador, para obter bons resultados, nós temos de nos socorrer das nossas palavras e acções, com um corpo e mente que devem estar em tão boas condições como a enxada ou o machado.neuropsicologia-B
Caso contrário, o trabalho a ser feito pode ficar completamente deturpado. Trate primeiro do seu corpo e mente e queira depois alterar o seu meio ambiente através das técnicas possíveis em psicologia ou modificação do comportamento (F).

Mais uma vez reitero aqui que estas linhas só me foram possíveis depois de uma sessão de relaxamento mental e imaginação orientada para deixar a cabeça pensar e orientar-se como acho que deve ser.

Boa sorte no que fizer e, se quiser, faça mais comentários e envie-me as suas impressões sobre os livros, quando os tiver lido.

Já leu os comentários?arvore

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Ver também o postLIVROS DISPONÍVEIS

É aconselhável consultar o ÍNDICE REMISSIVO de cada livro editado em post individual.

Blogs relacionados:

TERAPIA ATRAVÉS DE LIVROS [http://livroseterapia.wordpress.com/]

PSICOLOGIA PARA TODOS (o antigo) [http://psicologiaparaque.blogspot.pt/]

Para tirar o máximo proveito deste blog, consulte primeiro o post inicial “História do nosso Blog, sempre actualizada”, de Novembro de 2009 e escolha o assunto que mais lhe interessa. Depois, leia o post escolhido com todos os comentários que são feitos. Pode ser que descubra também algum assunto acerca do qual nunca tivesse pensado.

Para saber mais sobre este blog, clique aqui.

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2 thoughts on “RESPOSTA 34

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