PSICOLOGIA PARA TODOS

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IMAGINAÇÃO ORIENTADA 2

Saude-BQuando fui ontem ao café depois do almoço, um médico conhecido, que estava sozinho, convidou-me para sentar à sua mesa, dizendo que gostaria de conversar comigo.
Era um velho médico que não acreditava nos psicólogos e afastava deles os seus consulentes até ter participado nas Jornadas de Psiquiatria S. João de Deus, realizadas em fins de Janeiro de 1979 e apoiadas pela Câmara Municipal de Sintra.
Nessas jornadas, tínhamos apresentado dois trabalhos “Terapias Preventivas” e “Reabilitação dos Deficientes”, baseados na nossa experiência de 5 anos, depois de eu ter concluído o curso de Behavior ModificationOperant Conditioning, da California State University, Sacramento, sob a orientação do Prof. Joseph Morrow e de estar a finalizar a minha prática para a obtenção do diploma em Hipnose Clínica, na modalidade Ericksoniana, da Baxter Academy.Acredita-B
A partir desse ano, o mesmo médico tinha começado a mandar os seus consulentes para o Centro de Psicologia Clínica dizendo que podiam ir com confiança.
– Vai pedir seu Irish coffee? – perguntou-me ele.
– Não – respondi – agora é só beber um cafezinho por causa das «croises».
– Abstraindo-nos dessa tristeza, gostaria de lhe dizer que li alguns
dos seus livros e agora consultei os seus artigos no blogue PSICOLOGIA PARA TODOS, especialmente os relacionados com o ENVOLVIMENTO FAMILIAR. Parece-me que enfatiza muito o papel de família e até da sociedade no Joana-Bcomportamento que cada um deve ter em particular e apenas por si.
– Se acha que nos livros, especialmente da JOANA (D), eu não consigo dar ênfase suficiente ao papel que a família e a sociedade desempenham no comportamento do indivíduo, tenho pena. Mas, por isso mesmo, estou a manter este blog para dar ajuda a pessoas que necessitam de respostas para além dos livros.
“Tento escrever livros que possam deixar as pessoas conscientes da sua situação e do ambiente em que vivem, conhecendo bem as causas que provocam os seus comportamentos, isto é os efeitos dessas causas. Podemos falhar, mas se alterarmos as causas, poderemos modificar os efeitos pretendidos, desde que tenhamos um objectivo em vista.
“Pelo conhecimento que tem de mim, já deve saber que não me interessa só apresentar problemas, mas propor soluções em linguagem simples e realista e não fantasiosa e desculpabilizadora deConsegui-B todas as «asneiras» que cometemos. Digo isto e procedo assim porque comecei a ler alguns livros de especialistas muito conhecidos e badalados na comunicação social e não concordo com a sua exposição. Também não concordo com o modo como muitas consultas são conduzidas, podendo deixar o consulente desorientado, ou até nas mãos e dependente do especialista.
“Por isso, fiz dois posts que podem dar indicações da minha maneira de pensar:

Síndrome de perseguição filial
Relaxamento 5Psicologia-B

“Mas agora, tem de me desculpar porque vou aproveitar a tarde
para dar mais um golpe de vista pelo livro “PSICOLOGIA PARA TODOS” (F) que estou a tentar finalizar. É para o mesmo poder estar disponível se houver gente interessada em algum curso ou sessão em que possa esclarecer melhor o que digo nos livros. Isso às vezes é necessário para além duma simples consulta. Muitas pessoas podem ganhar com isso e reduzir em muito o número de consultas que terão de fazer em regime particular porque não as conseguem nos serviços do Estado. Sabe disso melhor do que eu. Continua quase tudo na mesma, com outras roupagens e personagens diferentes. Não satisfazem.
“Vou comprometer-me a fazer um post, com calma, para lhe poderImagina-B dar uma resposta mais abrangente. Como já tem ido à internet, pode procurar nela dentro de dois dias um novo post RESPOSTA ou IMAGINAÇÂO ORIENTADA, como resposta à sua pergunta. Fazendo o post, sendo um tema que interessa a outras pessoas, também elas poderão ler e tirar proveito.
Até à próxima e prazer em o ter encontrado.”

Depois desta resposta e de uma boa noite de sono e de imaginação orientada, acordei hoje com a firme convicção da veracidade dos factos apresentados nos dois posts mencionados na nossa conversa de café, enquanto surgiram namario-70 minha mente várias perguntas:

– Em que estado estará aquela criança do Síndrome de perseguição filial que, com um relatório dum psicólogo, foi entregue, por ordem judicial, a um lar, com confissão religiosa diferente da dos pais e sem um contacto bm com os mesmos?
– Em que condições estará agora o Calimero, do Relaxamento 5, se o seu meio ambiente não tiver sido modificado substancialmente?

– Como ajudar essas famílias que necessitam de esclarecimentos fidedignos e consistentes, baseados em factos científicos e nãoDifíceis-B em suposições e impressões subjectivas? Um curso sobre modificação do comportamento, mesmo que conduzido à distância, não dará resultado?
– E se as pessoas necessitarem de tirar dúvidas relacionadas com factos concretos vividos no dia-a-dia, não será mais vantajoso fazê-lo em sessões em conjunto, tal como me tinha acontecido nos cursos para enfermeiros? Haverá perguntas diversas a ser esclarecidas – de alguns para todos.

– Quantas vezes não me aconteceu alguém conhecido fazer-me uma pergunta, como por exemplo:
O meu neto consegue estar melhor comigo do que com os pais dele. A minha filha fica aflita. O que devemos fazer?”, obtendo da minha parte a resposta:Psicopata-B
Se já tem o livro da JOANA (D), qual a razão de vocês não lerem o mesmo para tirar algumas dúvidas?”, ficando depois a saber que esse meu conhecido tinha chegado a casa e entregue esse livro ao neto, para ele ler…!!!

– Também, lembrando-me do rapaz que, há pouco tempo, pensava esfaquear gente na escola secundária “Stuart de Carvalhais” de Massamá, tive  em consideração que o ambiente familiar pode ser uma incubadora de dificuldades, como muitas vezes acontece para um «desfecho» desagradável e, para mais, evitável.Maluco2

Risco de Suicídio

Risco de Suicídio 2

Risco de Suicídio 3

Risco de Suicídio 4

Risco de Suicídio 5Interacção-B30

Para que isto aconteça, é necessário que as pessoas que formam um determinado ambiente – causas – tenham uma finalidade – objectivo – e saibam como, porque e quando as devem modificar para obter os – efeitos – pretendidos.
Isso só se pode atingir desde que se conheçam as leis do comportamento humano para serem aplicadas devidamente.
Se não houver estas noções, as simples respostas dadas nas muitas «consultas» que se fazem, podem ter efeitos desagradáveis se os conselhos não forem seguidas à risca. Mas, como nos livros dos quais falei e dos conselhos dados em revistas que não leio, quem pode prever de antemão tudo o que pode vir a acontecer? São as contingências que não conseguimos prever.
O livro da JOANA (D), especialmente nas páginas 106 e 130, está repleto de exemplos de conselhos que podem «dar para o torto» se não observarmos devidamente todas as circunstâncias em que os mesmos devem ser utilizados.
Muitas vezes, apenas umas simples palavras ditas dumaDepressão-B determinada maneira, evitam frustrações e traumatismos que podem criar muitas dissonâncias cognitivas e percepções erradas, funcionando como recalcamentos que originam comportamentos desagradéveis, tanto para o próprio como para o meio ambiente. São, geralmente, as neuroses.

Efeitos Colaterais

Dissonância Cognitiva

PercepçãoOrganizar-B

Depois desta longa exposição, com inúmeros links que obrigarão o médico, meu velho conhecido, a passar muito tempo ao computador, tembrei-me de chamar “IMAGINAÇÃO ORIENTADA 2” a este post, já o outro sobre o modo como conduzo a psicoterapia, que tem sido vantajosa para muitos, tinha o mesmo nome.

Espero que ele não se aborreça de ler tudo o que eu não lhe poderia dizer á mesa do café, não só por não ter tempo disponível, mas ainda por não dispor de elementos fundamentais sobre os posts agora apresentados.

Além disso, a imaginação orientada ajuda muito. É o que eu façoneuropsicologia-B sempre que tenho de conduzir uma psicoterapia, isto é, ajudar a pessoa a encontrar o seu rumo certo. Mas, para isso, tembém o seu meio ambiente tem de se modificar a fim de que ele não tenha de «remar contra a maré», especialmente quando pais «entregam» os filhos ao psicólogo para que este os «modifique» à vontade deles.
A colaboração do próprio é extrememente importante e não pode ser imposta seja por quem for.

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Ver também o post LIVROS DISPONÍVEIS

É aconselhável consultar o ÍNDICE REMISSIVO de cada livro editado em post individual.

Blogs relacionados:

TERAPIA ATRAVÉS DE LIVROS [http://livroseterapia.wordpress.com/]

PSICOLOGIA PARA TODOS (o antigo) [http://psicologiaparaque.blogspot.pt/]

Para tirar o máximo proveito deste blog, consulte primeiro o post inicial “História do nosso Blog, sempre actualizada”, de Novembro de 2009 e escolha o assunto que mais lhe interessa. Depois, leia o post escolhido com todos os comentários que são feitos. Pode ser que descubra também algum assunto acerca do qual nunca tivesse pensado.

Para saber mais sobre este blog, clique aqui.

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2 thoughts on “IMAGINAÇÃO ORIENTADA 2

  1. Prezado Dr. Noronha,
    Depois da nossa conversa telefónica no seguimento da confusão do livro de capa amarela em vez da capa azul clara da 1ª edicão do “Acredita em ti. Sê Perseverante!” ganhei o livro de capa verde de que gostei imenso.
    É impressionante saber o modo como cada um, tal como a Cidália, pode fazer muito por si próprio e evitar cair nos mesmos erros no futuro!
    Continue com a sua actividade de dar aos outros o conhecimento dos seus métodos.
    Gostaria de saber quais as reais vantagens de se fazer isso, especialmente como no caso do Antunes. Desculpe não ter feito este comentário ontem, porque fiquei a ver a reportagem sobre as clínicas privadas, a SANFIL, de Coimbra.
    Senti-me tão desgosto com as «vigarices» que se fazem até na saúde e fui-me deitar amargurado com o país em que estamos viver. Bem hajam os que temos de sofrer.
    Como me disse que gostaria mais de dar uma resposta que servisse mais pessoas, fico à espera de ver o seu blogue dentre de dias.
    Obrigado pela simpatia e pela compreensão.

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