PSICOLOGIA PARA TODOS

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(???)

Comentário:
Descobri este artigo no Facebook, que relaciona a educação com a democracia.Consegui-B
Gostei do artigo mas fiquei admirado com a complicação que parece ter estabelecido, com a junção desses dois parâmetros com a auto-terapia.
Pode explicar-nos como é que isso pode ser?
Agradeço se me puder dar uma explicação.
Anónimo

Resposta:
Quando abri este blog, deparei com o seu interessante comentário e espero respondê-lo logo depois do almoço.
Entretanto, como estive a ver os noticiários da TVI e do CMtv, achei interessantes os comentários de um professor que disse ser muito importante compreender mais do que decorar a matéria, um outro em que se falou num estudo em que se comparam as democracias em Imagina-Bvários países e um terceiro sobre fobias em que se utilizam equipamentos electrónicos para criar cenários virtuais quando tudo isto pode ser feito na Imaginação devidamente Orientada sem gastar dinheiro com o equipamento. Foi o que eu fiz, ao mesmo tempo que esse psiquiatra-comentador se limitou a fazr ingerir comprimidos para reduzir fobias, dizendo-se comportamentista.
Por isso, como não posso ir almoçar à Assembleia da República, vou ingerir o meu parco almoço, fazer uma sesta e entrar e Imaginação Orientada para dar a resposta logo de seguida.
Até logo.

Nesse noticiário de hoje:
▫ O professor ou especialista Renato Paiva, autor do livro “O Sucesso na Escola” realça a necessidade dneuropsicologia-Be a criança:
– compreender mais do que decorar;
– ser ajudada a obter soluções mais do que serem-lhe apresentadas soluções;
– não sentir a escola como uma obrigação mas como um meio de aprender;
– ser dada uma perspectiva de poder gostar da escola, sem ser só para reforço imediato;
– fazer sentir que algum mau resultado pode ser reduzido verificando as causas que o provocaram;
– estimular a melhorar sempre;
– criar nela um sentido de autonomia;
– reduzir a tensão que muitas vezes se cria desnecessariamente.

Tudo isto, e muito mais, é abordado no Neuropsicologia na Reeducação e Reabilitação.Interacção-B30

▫ Um estudo feito pelo Instituto de Estudos Sociais relacionado com diversos países, afirma que os cidadãos não estão satisfeitos com a democracia e em especial em Portugal, onde a Justiça, os Governantes, o seu desempenho, a transparência e o controlo social funcionam muito mal, não havendo possibilidade de verificar o modo como a governação está a ser feita, para mais, sem quaisquer justificações nem explicações.
Trata-se do que já afirmámos antes sobre a nossa vida, neste último meio século.

▫ Um psiquiatra comportamentista apresenta uma sua paciente com um aparelho electrónico para fazer desaparecer fobias. Psicologia-BQuanto custa o aparelho, quanto tempo se gasta nesse tratamento e que resultados proporciona? Não sabemos se com a ajuda de medicamentos e se não existe substituição de sintomas! Essa entrevista mais parecia uma sessão encapotada de propaganda do que de esclarecimento.
A resposta a um tratamento de fobia não pode ser feito com qualquer aparelho, se a «cabeça» do paciente não funcionar nos devidos termos ou a mesma fôr ajudada a funcionar assim.

Passando a responder directamente ao comentário, julgo que o mesmo se está a referir à confusão que parece encontrar-se estabelecida entre:
Educação
Domocracia
Autoterapia

Por esse motivo, embora pareça haver toda a razão para a confusão à primeira vista, para mim, existe, deMaluco2 facto, uma interligação perfeita.
Contudo, como tudo parece estar desligado, vou utilizar como título deste post três interrogações interligadas (???).

Se encadearmos os factos, verificamos que desde a nascença, somos educados num determinado sentido, que pode ser democrático ou não. Depois, crescemos e, de acordo com o modo como introjectamos, percebemos ou aprendemos (apreendemos) essas noções, funcionamos de um modo democrático ou não, sentindo-nos satisfeitos connosco ou com dificuldades individuais e de interacção social.Acredita-B
Nesta interacção, se alguma coisa estiver mal e ninguém nos corrigir à força, podemos estabelecer essa correcção, até por nós próprios, através da autoterapia.
Através de grande parte dos posts anteriores (citados no post sobre DEMOCRACIA), verificamos que desde 1974, quase nunca estivemos, de facto, numa verdadeira democracia a não ser abstendo-nos ou indo deitar o voto na urna para, com a maioria da minoria dos votantes, se poder dizer que se está a governar em democracia. Ela ainda está viva?
Como nunca houve qualquer esclarecimento sério sobre o atentado ou não e dos que nele estavam «implicados» directa ou indirectamente, parece que a DEMOCRACIA foi «morrida» e enterrada com Sá Carneiro.
Agora, só nos resta a Autoterapia para sarar as mágoas sem osRespostas-B30«gadgets» milagrosos dos psiquiatras comportamentistas já que nem para comer temos dinheiro suficiente. Essa autoterapia ainda pode ser utilizada como diversão, a nosso favor, tal como o reforço do comportamento incompatível. Não necessita de dinheiro nem de equipamento mas apenas da cabeça e do treino de cada um!
Além disso, a sua prática também pode evitar muitos fenómenos muito conhecidos por  Bullying  e os seus similares, agora mais conhecidos como Praxes. Também pode evitar a desagradável Depressão Aprendida.

Em política, ficamos alienados nos jogos partidários em que os seus mentores se quiseram evidenciar e tirar proveito da situação, o que se nota imediatamente nas benesses com que todos se alimentaram, e de queDepressão-B continuam a beneficiar.
Que educação lhes foi dada nos momentos anteriores?
Come e cala?
Faz o que eu digo e não faças o que eu faço?
Decora as matérias da minha sebenta e «debita-a» nas provas, se possível com a citação das páginas?
Não olhes para cima porque tens um boné com uma pala?
Em que ficou a compreensão e a criatividade?
Que exemplos vivos estamos a ter a partir dos nossos familiares?Organizar-B
Que exemplos nos dão os governantes?
Que interesses estão a ser cozinhados nos diversos partidos?
Seremos todos uns «paus-mandados» ceguinhos e sem bengala?
Não sabemos há muito, através da «aprendizagem social», de Bandura, que os modelos e o reforço vicariante a eles adstrito funcionam como forma de aprendizagem muito poderosa quando as mentes são (pouco) educadas e se encontram em desequilibrio?

O professor que ouvi hoje (18 de Março de 2014) de manhã (08.00-09.00) na TVI, bastante jovem, sensibilizou-me muito porque realçou nos alunos a componente de compreender, mais do que decorar e recitar o que os livros dizem. A Difíceis-Baprendizagem é activa! Não necessita de cenários virtuais milagrosos mas sim da «boa» «cabeça» do próprio! Isto quer dizer que tem de ser bem educada!
O que é feito do nosso ensino/aprendizagem?
Como são treinados e tratados os nossos professores?

Se nós desejamos a democracia (D):
– Sabemos o seu real significado e o modo como nos devemos comportar, especialmente com os Joana-Boutros?
– Temos consideração pelos outros?
– Respeitamos o nosso semelhante?
– Somos capazes de compreender os seus pontos de vista ou, pelo menos, ouvi-los e deixá-los falar?
– O que aconteceu agora com o manifesto dos políticos de vários quadrantes que quiseram expressar a sua opinião, não coincidente com a do Governo?
– Até o manda-chuva principal exonerou dois dos seus conselheiros!
– Os outros querem consenso ou conformismo?
– Sentimo-nos bem com este estado de coisas?

Se quisermos mudar alguma coisa, temos de começar por nós próprios. Temos de nos sentir de bem connosco em primeiro Psicopata-Blugar e depois, de bem com o resto do mundo, sem o querermos alienar à nossa idiossincrasia. Podemos imaginar que estamos certos, podemos tentar levar os outros a pensar como nós, mas não podemos obriga-los a cumprir à força aquilo que nós queremos e, muito menos, exigir que adiram às nossas ideias quando são contrárias às deles.

Por isso, como podemos ter aprendido aquilo que não é muito coincidente com o que os outros pensam, temos de voltar a educar a nossa maneira de ser para funcionarmos democraticamente.
Em vez de utilizar «capacetes» electrónicos caros, muito difíceis de adquirir nos tempos actuais devido à crise, podemos começar com a autoterapia que não dá despesas, nem financeiras nem em tempos de treino.Saude-B
É o tal capacete que resolve o problema, ou é a «cabeça» de cada um que é influenciada pelo capacete do mesmo modo como uma imagem, uma lembrança ou uma palavra, a podem influenciar?

Para isso, é muito importante relembrarmos tudo o que nos aconteceu e vai acontecendo, tomarmos nota de tudo o que nos parece bem ou mal (diário de anotações), saber quais são as nossas dificuldades em cada momento (autoavaliação), treinar o suficiente (relaxamento muscular e instantâneo) para conseguirmos entrar em relaxamento mental e conseguirmos, através da imaginação orientada rever toda a nossa educação anterior e a nossa interacção neste mundo (autoanálise), verificar aquilo que podemos mudar em nós próprios mario-70
e até nos outros, através da compreensão do funcionamento do comportamento (F) (K), além de ir fazendo planos num sentido positivo e do agrado da maioria (J). Para complemento, as provas de autoconhecimento ajudam a avaliarmo-nos para nossa orientação futura.

É disso que trata a AUTOTERAPIA (psico) PARA TODOS (P) os que desejarem tratar de si próprios e ajudar os outros a
mudar de atitude e de comportamento, sem muita publicidade nem despesa, mas com um trabalho sério e produtivo.

Suponho que consegui estabelecer a interligação mínima entre a educação, a democracia e a autoterapia.

Mas, peço desculpas se não me fiz entender porque,Psi-Bem-C
embora tenha assumido quase uma posição política não partidária,  tudo isto tem muito a ver com a psicologia e especialmente com a psicologia social.

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Blogs relacionados:

TERAPIA ATRAVÉS DE LIVROS [http://livroseterapia.wordpress.com/]

PSICOLOGIA PARA TODOS (o antigo) [http://psicologiaparaque.blogspot.pt/]

Para tirar o máximo proveito deste blog, consulte primeiro o post inicial “História do nosso Blog, sempre actualizada”, de Novembro de 2009 e escolha o assunto que mais lhe interessa. Depois, leia o post escolhido com todos os comentários que são feitos. Pode ser que descubra também algum assunto acerca do qual nunca tivesse pensado.

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6 thoughts on “(???)

  1. Anónimo on said:

    Já que não temos dinheiro para adquirir aparelhómetros electrónicos que nos possam mudar a cabeça para aguentar a desgraça que estamos a sofrer, parece que é melhor seguir os passos necessários para a autoterapia.
    Pelo menos assim ficamos com alguma distracção para não pensarmos sempre na nossa desgraça que nos pode deitar abaixo antes de tempo ou deixar inutilizados.
    Obrigado por este blogue onde podemos descobrir algumas coisas que nos interessam.
    Esperemos que esse livro consiga ser publicado dentro em breve.

  2. Anónimo on said:

    Sr. Doutor Noronha
    Vou fazer este comentário por várias razões:
    ♦ é público e não privado como um mail;
    ♦ refere-se a este blogue;
    ♦ este blogue ajudou-me muito nos últimos meses;
    ♦ os últimos artigos são muito interessantes;
    ♦ a sua divulgação no facebook é importante;
    ♦ este artigo despertou muito a minha curiosidade porque o seu título tem três interrogações encaixadas entre parêntesis.

    Antes de tudo, tenho que dizer que sou jovem e estava a completar um curso superior.
    Trabalhava numa cidade onde também vivia com uma jovem com quem iria casar.
    Há mais de dois anos, com o despedimento e o desemprego, tive de acolher-me em casa dos meus pais numa localidade próxima.
    Sem poder continuar os estudos, estou constantemente na internet à procura de emprego que não encontro.
    Posso afirmar que comecei com a internet porque já estava habituado ao computador e porque me é mais económico não ter de me deslocar gastando com as viagens o dinheiro que já não tenho.
    Os pais têm o telefone pago ao mês, com internet, por causa de qualquer eventualidade.
    Por tudo isso, agarrei-me à internet e entrei sem querer no facebook. Foi por estar desempregado, à procura de emprego que não consigo encontrar.
    É exactamente o contrário do que disse aquela Isabel Jonet. Por acaso, ela não será Choné ou Xoné?
    Também foi por causa das viagens no facebook que consegui descobrir as suas intervenções que me agradarem e conduziram ao seu blogue que aprecio imenso.
    Foram especialmente as últimas intervenções acerca da psiquiatria, das drogas e da psicoterapia que me incitaram a fazer este comentário.
    Quero-lhe dizer que não consegui compreender muito bem aquilo que o Professor Breggin fala nos seus vídeos, mas parece que está mais ou menos na sua linha.
    Posso garantir que os seus artigos foram muito importantes para mim porque pratiquei alguma coisa do que diz.
    Pratiquei muita coisa apresentada anteriormente, mas o artigo sobre PSICOTERAPIA 6 agradou-me mais ainda.
    Senti bastantes melhoras, especialmente no que toca ao desassossego que uma pessoa sente quando vê a sua vida, com pouco mais de 20 anos, completamente destroçada e quase sem futuro.
    Sou filho único e os meus pais já são idosos. Tinham uma pensão razoável que os deixava viver com sossego fora da cidade.
    Agora, com os cortes nas pensões e a terem de aguentar com o sustento de um filho que já devia estar a trabalhar, sentem-se aflitos e angustiados.
    Não se sentirão também falidos ou falhados? Não lhes pergunto.
    Qualquer dia, tenho de fazer com que os meus pais também pratiquem muito daquilo que tenho lido nos seus artigos.
    Estou muito longe de si para poder falar pessoalmente qualquer dia.
    Gostava de adquirir os seus livros e até conhecer o Júlio (E), porque deve viver perto de mim, mas não tenho quaisquer possibilidades financeiras para isso.
    Desculpe toda esta conversa, mas tinha de lhe agradecer e pedir que continue com o seu magnífico blogue.
    Cumprimentos,
    Anónimo

  3. Mário de Noronha on said:

    Vou ver se consigo ouvir os vídeos do professor Peter Breggin e fazer um resumo do que ele diz, logo que puder, e apresentar tudo num novo post dedicado a PSICOTERAPIA / MEDICAÇÃO.

  4. Anónima on said:

    Já li estes postes sobre Democracia, Educação e Psicologia. Acha que a democracia tem muito e ver com a educação? Como? Lembrei-me disso ontem, porque fui ao Largo do Carmo e vi a cordialidade das pessoas.

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