PSICOLOGIA PARA TODOS

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Archive for the month “Abril, 2014”

AUTOTERAPIA 9

Li os artigos sobre AUTOTERAPIA e não desgostei.

Quando vi este artigo, lembrei-me que no fb estava o teste indicado acima e como tenho algumas ideias que não me largam, poderei fazer alguma coisa por mim?
Posso ter alguma ajuda?

Para responder ao seu comentário tentei, antes de tudo, apresentar este teste de personalidade, dos olhos, mencionado no link do Facebook acima transcrito, a algumas pessoas que, depois de o responder, disseram que se reconheciam mais ou menos no mesmo.

Se, de facto, acontece o mesmo consigo, posso dizer que, com os livros:

AUTOT{psico}ERAPIA(P)
IMAGINAÇÃO ORIENTADA(J)
PSICOLOGIA PARA TODOS(F)
deve poder fazer uma modificação no seu comportamento, mais ou menos de acordo com os seus desejos, livrando-se das ideias que a perseguem, tal como o Antunes fez sozinho “ACREDITA EM TI. SÊ PERSEVERANTE!(B) e, em parte, a CidáliaEu Também CONSEGUI!” (C) e o JúlioEu Não Sou Imagina-BMALUCO!(E).

Como os livros (J) e (P) ainda não estão publicados, pode socorrer-se, pelos menos, dos diversos posts que foram publicados neste blog com os títulos de AUTOTERAPIA, PSICOTERAPIA e REFORÇO, embora haja outros que também falem sobre este assunto da modificação do comportamento realizada pelo próprio. Tem de se disponibilizar para a consulta, um por um, todos os posts e ler aquilo que mais lhe interessa e, essencialmente, praticar tudo o que se diz na AUTO{psico}TERAPIA (P).

Os outros livros aqui mencionados, foram já publicados de novo ou estão ainda na sua antiga versão publicados por outras editoras . Para isso, tem de Psicologia-Bconsultar o blog Terapia através de Livros ou o capítulo “RESUMO DE CONTEÚDO DAS OBRAS INDICADAS” situado quase no fim de todos os livros novos.
Como o que está dito no (P), foi mencionado em alguns posts e dá indicações para cada um tomar nota de tudo aquilo de que se vai recordando, assim como do que lhe vai acontecendo ou incomodando, o trabalho de cada um começa imediatamente. Depois, com os exercícios de relaxamento muscular e mental, pode começar com a Imaginação Orientada para escrutinar a sua vida, verificar se foi bem vivida e imaginar o modo como a poderia ter vivido e deve viver, modificando em muito a sua maneira de pensar e agir.

O livro (J) indica os fundamentos deste tipo de psicoterapia que é geralmente conduzido num consultório, com resultados Acredita-Bsuperiores a 86% de melhorias e resoluções, mas também existe quem tenho conduzido esse processo sozinho, só com umas leituras e conversas antecedentes, tal como fez o Antunes (B). Também é importante que saiba de que maneira funciona o comportamento humano (F), para verificar as causas e os efeitos e não as culpas e as suas consequências, como geralmente acontece.

Alterando as causas é possível modificar os efeitos e os restantes livros (B) (C) e (E) indicam o modo como cada um dos protagonistas fez isso isoladamente, por si próprio ou com alguma ajuda do psicólogo, o que, às vezes, torna-se importante no início.

Espero que estas indicações possam servir para fazer o que deseja. Mas, se necessitar de mais ajuda, é fazer outro comentário Consegui-Bmais específico.

Boa sorte e melhor trabalho. Com ou sem ajuda, o «trabalho» de cada um é extremamente importante!

Para facilitar ainda mais, atendendo aos comentários, sugestões, pedidos de esclarecimento e críticas, vai existir em 2017 um novo livro «PSICOTERAPIA… através de LIVROS…» (R) que orientará os interessados de uma maneira muito precisa, de acordo com os seus interesses e situação,  completando a colecção da Biblioterapia com 18 anidades.
Felicidades e Boa sorte.

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DEMOCRACIA / EDUCAÇÃO / PSICOLOGIA

Comentário de Anónima no post (???)

“Já li estes postes sobre Democracia, Educação e Psicologia. Acha que a democracia tem
Psicologia-B muito e ver com a educação? Como? Lembrei-me disso ontem, porque fui ao Largo do Carmo e vi a cordialidade das pessoas.”

Para responder ao seu comentário e para dizer que esta ideia não é só minha, mas é partilhada por muita gente, vou transcrever apenas as páginas 289 a 292 do livro PSICOLOGIA PARA TODOS (F)

NA CIDADE DE MOURA
Factos
A personagem principal desta história é uma adolescente «fina» ou «bem», que se dirige a uma caixa MULTIBANCO situada na avenida principal da cidade, junto dos serviços judiciais.Imagina-B
Um carro utilitário azul-escuro, ao descer a avenida em direcção ao centro comercial, estacionou no meio da
mesma e saiu dele uma adolescente que se dirigiu para o passeio oposto onde se encontrava o MULTIBANCO. No carro, ficou outra jovem que seguia no veículo. A adolescente parou em frente da caixa para conversar com outras meninas que já a tinham utilizado. Depois, chegou um velho que, com o cartão na mão, ficou à espera atrás dela.
Entretanto, na avenida, quatro carros que seguiam em sentido oposto ao do carro utilitário ficaram impedidos de continuar a marcha para dar passagem a alguns carros que se iam acumulando atrás do veículo mal estacionado. Terminada a conversa, a adolescente, serena e indiferente a tudo, utilizou a caixa do MULTIBANCO com muita calma e sorriu para o Acredita-Bvelho, atrás de si, que a fulminou com um olhar carrancudo. Depois, o velho olhou para os automobilistas «pacientes» e para o carro azul-escuro, impassível e indevidamente estacionado no meio da avenida, à  espera da adolescente que nunca mais saía de junto do MULTIBANCO.
O mais interessante é que nenhum automobilista buzinou ou se insurgiu contra esta situação que durou mais de três minutos. Quando a menina «bem» deixou o MULTIBANCO e foi para o carro, a situação rapidamente se normalizou porque o carro utilitário seguiu em frente.
Eu estava atrás do velho que, ao olhar para mim, compreendeu que era forasteiro e desabafou:
– Que falta de delicadeza e de respeito pelos outros! Mesmo no Alentejo onde existe tempo para tudo é demais impedir o trânsito durante 3 minutos para uma menina «bem» não ter de andar muito!
Sorri para ele e tentei «meter conversa» convidando-o para tomar um cafezinho comigo.neuropsicologia-B
Análise
O comportamento da adolescente saíu positivamente reforçado porque conseguiu tratar dos seus assuntos sem ter de se deslocar a pé cerca de 15 metros caso tivesse estacionado o carro em local apropriado. O seu EGO também saiu reforçado porque depois de todas as indelicadezas cometidas nada de mal lhe aconteceu, nem houve qualquer reacção adversa dos automobilistas. O olhar carrancudo do velho pode não ter funcionado como punição ou desaprovação porque ela o dev ter desvalorizado ou ignorado, se é que não serviu de reforço positivo por ela se ter «sentido» numa posição de dominância. A passageira do veículo pode ter obtido reforço vicariante através da participação no acontecimento bem como do reforço positivo secundário consequente.
Discussão
Quando fomos para o café, o velho quis certificar-se de que eu não era da cidade e que eu era psicóloho. Continuando a conversa perguntei-lhe o que estava a pensar quando olhou para a adolescente de uma maneira tão carrancuda:Consegui-B
– Vossemecê reparou? – perguntou ele e continuou – Estive a dizer para os meus botões “Se te levantassem esse amostra de saia e te dessem umas fortes palmadas no rabo não seria má ideia!”.
– Acha assim tão mau o comportamento dela? – perguntei.
– Vossemecê já reparou que toda a gente quer vantagens para si, mas que só alguns dos mais «espertos» ou mais bem colocados na vida conseguem esses privilégios enquanto os restantes não saem da «cepa torta»?
– Porque é que os outros não fazem o mesmo? – perguntei.
– Vossemecê já viu o que seria se todos começassem a barafustar naquela avenida? Que falta de civismo!
– Julgo que não existe solução mais adequada do que cada um lutar pelos seus direitos – disse-lhe.
Profilaxia
– Saiba vossemecê que há. É a educação num sentido democrático. Tanto quanto sei, o «25 de Abril» foi feito nesse Bibliosentido. Eu não permitia que os meus filhos fizessem o que a moçoila e a passageira do veículo fizeram. Tenho cinco filhos, todos bem colocados na vida, infelizmente em Lisboa e no Porto. Agora, esta «patifa» bem merecia um par de açoites, mas quem lhos desse tinha de se haver com os seus paizinhos.
– Porquê? – perguntei.
– Acha que as coisas mudaram muito nos últimos 25 anos? As moscas sim.
– Porque é que diz isso com uma certa mágoa?
– Não é mágoa, mas sim raiva – respondeu-me. – A gente fez tudo para conseguir um mundo melhor para os nossos filhos e quase tudo ficou por fazer porque a cada passo surgem novos personagens que querem tomar conta do mundo só para si e em desfavor dos outros. Sabe que vi um agente da autoridade no fundo da avenida? Acha que ele não fez os possíveis para não «ver» os acontecimentos?
– Acha que sim? Porquê?
– Que pressões não sofreria da parte dos paizinhos dela e dos amigos? Seria capaz de resistir? Eu sei disso
Joana-B porque fui funcionário público mais de 30 anos e senti na pele muita coisa que não gostava que os meus filhos sentissem. Por isso aderi a um ideal que também me traiu, mas não estou arrependido. Se todos os pais educassem os filhos numa perspectiva mais democrática, nem os professores das escolas, nem a PSP, a GNR ou os automobilistas mais sensatos teriam tantos «amargos de boca» como agora.
Quando ouvi isto, convenci-me que ainda existe muita gente de bom senso e que eu não estou muito longe do ideal de muitos.
Despedi-me para ir tratar dos meus assuntos no Tribunal.
Previsão
Com este tipo de comportamentos tanto da adolescente como da passageira do veículo ou dos automobilistas que não têm o mais pequeno respeito pelos outros automobilistas e peões, prejudicados comDepressão-B a má condução, o que é muito frequente, é provável que os engarrafamentos de trânsito e os atropelamentos sejam muitos.
A generalização destes comportamentos, com a supervalorização do EGO conseguida pela adolescente e observada por outros intervenientes, que podem ter obtido reforço vicariante, pode dar origem a situações muito difíceis de controlar.
A transferência da aprendizagem pode fazer com que o desrespeito pelas filas de espera, a exigência de privilégios, o estacionamento indevido, as ultrapassagens perigosas, o excesso de velocidade, etc., sejam exigidos por uma certa gama de pessoas, apoiadas na aceitação tácita de umas, na passividade de outras e na falicitação social das congéneres ou comparsas. Porém, quando estes comportamentos de privilégio forem exagerados pode estalar uma Psicopata-B«revolução» que, na generalidade, tem consequências funestas.
Chegar ao ponto de se necessitar de TOLERÂNCIA ZERO – SEGURANÇA MÁXIMA, só depois dos inúmeros acidentes mortais ocorridos na IP-5 é triste mas necessário.
Contudo, se se continuarem a permitir comportamentos como os descritos neste caso em que parece que «só o crime compensa», provavelmente, a TOLERÂNCIA ZERO – SEGURANÇA MÁXIMA, ou slogans congéneres, não serão suficientes!”

Infelizmente, parece verificar-se, já em 2015, que até na governação e na alta finança tudo tende para uma sociedade cada vez mais «corrupta», «desigualitária» e «egoísta».

Que «educação» vamos dar aos futuros cidadãos deste país?

Depois desta transcrição, imagino que muita gente pode compreender a razão porqueSaude-B condeno a abstenção.
Não necessitamos de votar em qualquer partido para lhe dar dinheiro. Necessitamos, pelo menos de dizer «democraticamente» que não concordamos com nenhum. Neste momento, não temos outras armas.  Caso contrário, estamos a entregar a decisão total e tacitamente aceite nas mãos dos poucos votantes que fazem a maioria da minoria do POVO.
Não estamos em TIMOR, onde a votação favorável à independência foi de 87,5%, mas a participação foi de 89% da população apesar das ameaças e ataques dos integracionistas. 

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PSICOLOGIA PARA TODOS (o antigo)

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PSICOTERAPIA / MEIO AMBIENTE

PSICOTERAPIA 5(comentário) de uma anónima:Biblio

“Consultando bastantes artigos deste blogue sobre Autoterapia, Psicoterapia, Envolvimento Familiar e vários outros, parece que liga muita importância ao ambiente familiar quando só uma pessoa se encontra descompensada.
Eu não sou psicóloga mas ando por aí perto no meu Trabalho de Assistente Social, dando apoio a muitos que necessitam da minha ajuda.
Pode-me explicar qual a razão de valorizar tanto a família?
Desde já agradeço a resposta.”

Para poder responder ao comentário, vou apenas transcrever as páginas 203 a 209 do livro PSICOLOGIA PARA TODOS (F) em que se apresenta o modo como determinados problemas, que parecem exclusivos duma Psicologia-Bpessoa, estão interligados a outros factores, comportamentos, situações ou pessoas. Por isso, a interacção familiar é muito importante e determinante dum bom equilíbrio psicológico.

“O «caso» dos MENDES é um exemplo disso.
João, filho do casal Mendes, foi à consulta de psicologia porque sofria de enurese nocturna. Como se pode ver na descrição deste «caso», parecia à primeira vista que este era o único mal. Porém, com o passar do tempo descobriu-se que tanto o pai como a mãe tinham dificuldades bem maiores e que, sem querer e sem se aperceberem disso, influenciavam negativamente o filho, que «respondia» a essa estimulação nociva com a enurese nocturna. Durante o dia, tudo funcionava normalmente e a retenção da urina era perfeita. Por isso, havia que tratar da criança em Joana-Bprimeiro lugar.
Feitos os exames psicológicos no início da psicoterapia, foi necessário que os pais preenchessem um gráfico semelhante ao do capítulo da Enurese apresentado anteriormente. Só as perguntas eram diferentes.
No caso do João, pediu-se ao pai que fizesse registos semanais individuais nas seguintes perguntas:
▫ Bebeu líquidos depois das 18 horas?
▫ Tinha a cama seca à meia-noite?
▫ Tinha a cama seca às 4 da madrugada?
▫ Acordou, de manhã com a cama seca?Difíceis-B
▫ Foi sempre elogiado?

Esta redução nas perguntas em relação à situação de outra criança descrita no capítulo da ENURESE, deve-se à diferença entre os casos. Com os Mendes, o psicólogo tinha quase a certeza absoluta de que as causas da enurese se situavam nos progenitores e havia que relacionar diversos resultados à medida que os problemas principais iam sendo resolvidos. Assim, o mapa que os pais tinham de preencher era o seguinte:

Perguntas e responder Dias da semana
Sab Dom
Bebeu muitos líquidos depois das 18 horas?
Tinha a cama seca à meio-noite?
Tinha a cama seca às 4 da madrugada?
Acordou de manhã com a cama seca?
Foi sempre elogiado?
Media arredondada

Este mapa foi preenchido durante cerca de 17 semanas. Todavia, logo na terceira semana começou-se aDepressão-B notar uma diferença grande nas dificuldades do João. Em vez de «molhar» a cama 15 vezes por semana como na primeira, o comportamento ficou reduzido para 13 vezes. Chegara o momento de entusiasmar a mãe a iniciar a sua própria psicoterapia já que assim, podia ajudar melhor o filho.
Logo que a mãe começou a sua psicoterapia, o psicólogo quis que ela fizesse também um gráfico de autoavaliação dos seus sintomas, como tinha acontecido com a Isilda (H). Nestas circunstâncias, era necessário discriminar, com a colaboração da própria, quais as dificuldades que sentia, ajudando-a a ter a noção da sua intensidade. Por esta razão, ao dar-lhe conhecimento da escala de avaliação de 11 pontos já descrita, ela começou a autoavaliar-se semanalmente num mapa com a seguinte configuração, em que cada linha ficou reservada para um tipo de dificuldade por ela verbalizado:

Sónia (mãe do João) Semanas
Problemas 10ª
Ansiedade
Pessimismo
Conformismo
Desentendimento c/marido
Dificuldades c/alunos
Preocupações c/filho
Necessidade de apoio da filha
Medo de ser franca e aberta
Medo de ser desapoiada pelo marido
Média (arredondada)

Todas estas dificuldades foram discriminadas pelo psicólogo em colaboração com a mãe, logo no início da psicoterapia, Psicopata-Bdevendo ela autoavaliá-las todas as semanas para ter a noção da evolução que ia sofrendo. Utilizando impressos independentes para cada semana, ela fazia a autoavaliação antes de ir para a psicoterapia, sem ver o resultado das anteriores. Antes de iniciar a psicoterapia, o psicólogo pedia-lhe que lançasse o resultado no mapa em que constavam as avaliações de todas as semanas. Assim, ela conseguia ver a evolução sofrida. Com isto, o psicólogo queria dar-lhe o reforço necessário para beneficiar dos resultados psicoterapêuticos.

Embora estes resultados não fossem de grande necessidade para o psicólogo poder visualizar o progresso feito pela paciente, a autoavaliação feita pela própria e o seu registo no mapa correspondente, dava-lhe uma capacidade de visualização destes resultados bastante óbvios para a indicação da sua melhoria. Sónia, a mãe do João, conseguiu verificar que não era o psicólogo que a achava melhor mas que ela própria dizia aquilo que sentia do mesmo modo como afirmara anteriormente, sentir-se mal com a situação que estava a viver.

O resultado obtido ao longo das primeiras dez semanas foi o seguinte:

Sónia (mãe do João) Semanas
Problemas 10ª
Ansiedade 10 10 9 8 7 7 6 5 4 3
Pessimismo 10 10 9 8 7 7 6 5 4 3
Conformismo 10 9 9 8 7 7 6 5 4 3
Desentendimento c/marido 8 8 8 8 8 8 8 8 8 8
Dificuldades c/alunos 10 9 9 8 8 7 6 5 5 4
Preocupações c/filho 10 10 9 8 7 6 6 5 3 3
Necessidade de apoio da filha 10 10 9 8 7 6 6 5 4 3
Medo de ser franca e aberta 9 9 8 7 6 5 5 5 4 3
Medo de desapoio do marido 10 9 8 7 6 5 5 5 4 3
Média (arredondada) 9 9 8 7 7 6 6 5 4 3

Se este mapa fosse preenchido pelo psicólogo ou pelo próprio paciente durante as sessões de psicoterapia, o Consegui-Bnúmero destas seria muito maior. Por isso, um livro como este, com as instruções necessárias, dá bastante apoio aos que desejam fazer uma psicoterapia rápida, económica e proveitosa. Consegue-se observar claramente neste mapa que em 10 semanas de psicoterapia, a média dos sintomas que a afligiam baixou de 9 para 3. Contudo, olhando para o mapa com mais cuidado, verifica-se que se manteve inalterado o problema dos desentendimentos com o marido.

Este facto foi discutido com a Sónia e o psicólogo comprometeu-se a fazer psicoterapia com o marido, por acaso, na semana anterior àquela em que o marido mostrou desejos de fazer o exame de personalidade. O que se teria passado entre os cônjuges? O psicólogo chegou a colocar a hipótese de ter sido mais uma recusa da mulher em ter relações sexuais depois do insucesso do marido com a rapariga do café. Seria? Quereria ele «testar» a sua masculinidade? (Ver a seguir os «casos»).

Independentemente de quaisquer especulações psicanalíticas ou divinatórias, o que importava naquele Maluco2momento era realçar que a Sónia se sentia muito melhor do que anteriormente, dava as aulas com gosto, entendia-se bem com os filhos, não tinha receios da enurese do filho, mas não conseguia entender-se com o marido como ela desejava, o que era traduzido por um abaixamento de 3 pontos na sua avaliação geral. Esta passava de 9 para 6, na 7ª semana, enquanto as dificuldades de entendimento com o marido se mantinham em 8. Ela achava que o envolvimento dele na vida conjugal era fraco e pouco satisfatório. Por isso, quando soube que o psicólogo ia fazer psicoterapia com o marido ficou extremamente satisfeita. Tal como acontecera com ela, também ele iria beneficiar e talvez o relacionamento conjugal e familiar fosse melhorando com o tempo e com a colaboração dos dois.

Gilberto (pai do João) Semanas
Ansiedade 10ª
Excitação
Incapacidade de conversa c/mulher
Incapacidade de diálogo c/filhos
Necessidade de amigos desportistas
Preocupações c/filho
Medo de descontrolo pessoal
Necessidade de estruturar tudo bem
Média (arredondada)                    

Na psicoterapia com o pai do João, como o psicólogo tinha a certeza de que a dificuldade sexual de que ele neuropsicologia-Bse queixara era um sintoma sem importância, discriminou com a sua ajuda os outros sintomas de que ele se queixava. Assim, além da dificuldade sexual, não mencionada propositadamente na lista, o psicólogo quis que, durante as primeiras dez semanas, o Gilberto fizesse a autoavaliação dos itens antes mencionados.

Tal como tinha acontecido com a Sónia, Gilberto foi encoraja-do a autoavaliar-se e a registar em folha separada, todas as sema-nas, o resultado que era transferido para o seu mapa antes de iniciar a psicoterapia. Nem a Sónia nem o Gilberto conheciam os itens rela-cionados com um e com o outro. Contudo, faziam os registos que cada um apontava no seu próprio mapa.

Do mesmo modo como se tinha feito com a mulher, O Gilberto conseguiu visualizar os resultados das autoavaliações, registadas por ele próprio no mapa e verificou que a média dos sintomas descritos inicialmente tinha passado de 9 para 2 em dez semanas de psicoterapia. O mapa final do Gilberto ficou com o seguinte aspecto.

Gilberto (pai do João) Semanas
10ª
Ansiedade 9 9 9 8 7 6 5 4 3 2
Excitação 10 9 9 7 6 6 5 3 3 3
Incapacidade de conversa c/mulher 9 8 8 7 6 5 5 3 2 2
Incapacidade de diálogo c/filhos 9 8 7 7 5 5 4 3 2 2
Necessidade de amigos desportistas 10 8 6 6 3 3 4 4 3 3
Preocupações c/filho 10 7 7 4 3 3 3 3 2 2
Medo de descontrolo pessoal 10 9 8 6 3 3 3 3 2 2
Necessidade de estruturar tudo bem 10 8 6 6 4 4 4 3 2 2
Média (arredondada) 9 8 7 6 4 4 4 3 2 2

No caso que acabámos de ver, haveria qualquer coisa de es-pecial que ligasse o Gilberto aos desportistas eImagina-B ao desporto? Ele con-fessou que lhe fazia muita falta deixar de praticar desporto, ao menos uma vez por semana. Era uma prática que lhe era habitual há mais de uma dezena de anos e abandoná-la, de repente, fazia-lhe muita dife-rença. Por isso, surgiu a ideia de ele falar com a mulher e com os fi-lhos para combinar tudo o que poderiam resolver familiarmente sobre o assunto.
Como a capacidade de diálogo do Gilberto com a mulher e os filhos tinha aumentado em 7 pontos, isto é, em cerca de 70 por cento, este foi motivado a «conversar» com todos para estabelecer «um acordo». Com esta conversa, ficou resolvido que praticaria o desporto nos fins-de-semana enquanto a mulher e os filhos davam um passeio de que gostavam (ver a seguir os «casos»).
É bom recordar que este caso complicado começou por uma simples enurese que, se fosse resolvida sem Psi-Bem-Bqualquer apoio familiar podia obrigar a criança a ter outros comportamentos inadequados em substituição da enurese. Além disso, o equilíbrio familiar continuaria a ser muito instável e precário, com fortes possibilidades de se romper ao menor contratempo.”

Por isso, nunca se esqueça que o meio ambiente é muito im-portante e que nós somos o meio ambiente dos outros de mesma maneira domo os outros formam o nosso,

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PSICOTERAPIA / MEDICAÇÃO

Comentário no post (???):mario-70

“Sr. Doutor Noronha
Vou fazer este comentário por várias razões:
♦ é público e não privado como um mail;
♦ refere-se a este blogue;
♦ este blogue ajudou-me muito nos últimos meses;
♦ os últimos artigos são muito interessantes;
♦ a sua divulgação no facebook é importante;
♦ este artigo despertou muito a minha curiosidade porque o seu título tem três interrogações encaixadas entre parêntesis.

Antes de tudo, tenho que dizer que sou jovem e estava a completar um curso superior.
Trabalhava numa cidade onde também vivia com uma jovem com quem iria casar.Joana-B
Há mais de dois anos, com o despedimento e o desemprego, tive de acolher-me em casa dos meus pais numa localidade próxima.
Sem poder continuar os estudos, estou constantemente na internet à procura de emprego que não encontro.
Posso afirmar que comecei com a internet porque já estava habituado ao computador e porque me é mais económico não ter de me deslocar gastando com as viagens o dinheiro que já não tenho.
Os pais têm o telefone pago ao mês, com internet, por causa de qualquer eventualidade.
Por tudo isso, agarrei-me à internet e entrei sem querer no facebook. Foi por estar desempregado, à procura de emprego que não consigo encontrar.
É exactamente o contrário do que disse aquela Isabel Jonet. Por acaso, ela não será Choné ou Xoné?Interacção-B30
Também foi por causa das viagens no facebook que consegui descobrir as suas intervenções que me agradarem e conduziram ao seu blogue que aprecio imenso.
Foram especialmente as últimas intervenções acerca da psiquiatria, das drogas e da psicoterapia que me incitaram a fazer este comentário.
Quero-lhe dizer que não consegui compreender muito bem aquilo que o Professor Breggin fala nos seus vídeos, mas parece que está mais ou menos na sua linha.
Posso garantir que os seus artigos foram muito importantes para mim porque pratiquei alguma coisa do que diz.
Pratiquei muita coisa apresentada anteriormente, mas o artigo sobre PSICOTERAPIA 6 agradou-me mais ainda.
Senti bastantes melhoras, especialmente no que toca ao desassossego que uma pessoa sente quando vê a neuropsicologia-Bsua vida, com pouco mais de 20 anos, completamente destroçada e quase sem futuro.
Sou filho único e os meus pais já são idosos. Tinham uma pensão razoável que os deixava viver com sossego fora da cidade.
Agora, com os cortes nas pensões e a terem de aguentar com o sustento de um filho que já devia estar a trabalhar, sentem-se aflitos e angustiados.
Não se sentirão também falidos ou falhados? Não lhes pergunto.
Qualquer dia, tenho de fazer com que os meus pais também pratiquem muito daquilo que tenho lido nos seus artigos.Psi-Bem-C
Estou muito longe de si para poder falar pessoalmente qualquer dia.
Gostava de adquirir os seus livros e até conhecer o Júlio (E), porque deve viver perto de mim, mas não
tenho quaisquer possibilidades financeiras para isso.

Desculpe toda esta conversa, mas tinha de lhe agradecer e pedir que continue com o seu magnífico blogue.
Cumprimentos,
Anónimo”

Senhor Anónimo,
Transcrevendo na íntegra o seu comentário, interessa-me, em primeiro lugar, agradecê-lo e desejar ao seuOrganizar-B
autor, jovem ou não, que se vá aguentando nas contrariedades com firmeza até conseguir aquilo a que tem direito: um lugar para trabalhar, constituir família e viver decentemente neste jardim à beira-mar plantado que esperou mais do que meio século pela democracia, a qual também não chegou devidamente a partir de 2 de Maio de 1974.
Não existe qualquer «droga» que o possa ajudar. Talvez até o prejudique ainda mais do que está agora, com a «austeridade» que nos é imposta com muita desigualdade social. Digo isto em nome da psicologia social e não da política.
Fico imensamente satisfeito que o blog, ou pelo menos alguns dos seus posts, o tenham ajudado a manter uma mente saudável.Maluco2
Se conseguiu manter-se longe dos medicamentos psiquiátricos, aconselho-o a continuar assim ou a inverter o caminho como eu o fiz há quase 40 anos.
Quanto ao Júlio, talvez nunca o encontre ou não o possa reconhecer mesmo estando à sua frente, porque está suficientemente descaracterizado, a não ser que ele próprio se denuncie.
Em relação à saúde mental em geral e quanto às pessoas que, por estarem empregadas, como diz a Isabel…, não têm tempo de estar na internet e necessitam de apoio psicológico, estou muito interessado em publicar os dois primeiros livros que estão quase prontos:
AUTO{psico}TERAPIA (P)Psicologia-B
IMAGINAÇÃO ORIENTADA (J)
Para isso, necessito de inscrições para a sua aquisição porque não tenho disponibilidade financeira para os publicar, nem distribuidoras e livrarias para os vender. Tem de ser tudo directo, sem mais gastos.
Quanto aos problemas da psicopatologia e psicoterapia, a minha linha é muito semelhante à do Prof. Breggin mas baseia-se mais na Terapia do Equilíbrio Afectivo, Imaginação Orientada, auto-hipnose, reestruturação cognitiva e Logoterapia, tudo bem encaixado na modificação do comportamento (F).
Porém, isso exige muita colaboração, treino e empenhamento do próprio que, muitas vezes, pode conseguir realizar toda a Imagina-Bacção por si próprio como aconteceu comigo e com o meu amigo e antigo colega Antunes (B) e, em parte, com o Júlio (E).
Contudo, como diz que não compreendeu muito bem o video do Professor Breggin que funciona quase na mesma linha de dar prioridade à psicoterapia em relação ao medicamento, que pode prejudicar e alienar, vou ver se consigo resumir o seu pensamento depois de ter ouvido as gravações em vídeo.

Embora este assunto também tenha sido largamente tratado em 5 capítulos no SAÚDE MENTAL sem psicopatologia” (A) vou tentar resumir o que diz o Professor Peter Breggin, MD, Psychiatrist, nos seus vídeos cujo link é Peter Breggin.

Quando alguém consulta um médico ou um psiquiatra porque se sente tenso ou deprimido, ouve dizer que o Saude-Bdesequilíbrio bioquímico do seu cérebro tem de ser corrigido com medicamentos. Contudo, não existe evidência de que a ansiedade, a depressão ou até a esquizofrenia sejam ocasionadas por esse desequilíbrio.
O importante é que as mentes brilhantes da farmacêutica Eli Lilly fabricaram essa ideia antes do FDA (Food and Drug Agency) dos EUA aprovar o prozac, enviando os seus médicos e consultores, muito bem pagos, propalar que a depressão era causada por um desequilíbrio, bioquímico, em especial no funcionamento do neurotransmissor serotonina.
Eli Lilly já sabia que a serotonina não ia ser aumentada com o prozac. Por isso, argumentou que o prozac ia evitar o bloqueio da serotonina e fazê-la passar nas sinapses mantendo o influxo nervoso.Difíceis-B
Porém, quando o cérebro, através da acção do prozac recebe esta informação ou acção, deixa de fabricar a serotonina tornando-a escassa com incapacidade de transmissão.

Todos temos problemas emocionais e, por isso, o cérebro de qualquer nós não tem nada de errado. Quando qualquer dia as contingências da vida desencadearem as emoções, não são as drogas que as poderão controlar. As drogas entram no cérebro e modificam-no, o que pode acontecer também com a nicotina e o álcool.

Aquilo que se passou com ele (Peter Breggin) uma vez, foi sentir-se deprimido sem saber porquê. Costumava beber muitoConsegui-B
café porque tinha o seu consultório contíguo à residência. Dias depois, quando se sentiu melhor, ouviu a sua mulher pedir-lhe desculpas por se ter enganado nos últimos dois dias e de ter introduzido, em vez de café, saquetas de chá na cafeteira. Se a diferença entre chá e café provoca essa diferença, o que não acontecerá com as outras drogas psiquiátricas?

Se existir desequilíbrio bioquímico no cérebro é, seguramente, ocasionado pelas drogas. As drogas psiquiátricas risperdal, hadol e outras, foram estudadas provocando o desequilíbrio bioquímico nos cérebros dos ratinhos, cobaias das experiências. É esse o desequilíbrio psiquiátrico que a substância ocasiona.

Os lobos frontais dos humanos são aquilo que os torna pessoas humanas e mais civilizadas do que os restantes animais. Todas as drogas psiquiátricas perturbam o seu funcionamento. Se bebermos algumas Acredita-Bcervejas no fim da noite, pode ser que nos sintamos relaxados e que nos deixem dormir por algumas horas. Isto acontece porque o cérebro fica anestesiado. Não melhora o seu funcionamento mas pode prejudicá-lo. Seria possível atender um paciente com essas cervejas ou álcool na estômago?

Qualquer substância psicotrópica, tal como nicotinaálcool, marijuana, prozac, ritalin, aderall, lítio ou outras, prejudicam as funções cerebrais. Os sedativos influenciam o lobo frontal reduzindo a capacidade de sentir, amar, pensar, sofrer, etc. Sentimos menos dor porque estamos anestesiados o que impede o normal funcionamento do cérebro.Biblio
As benzodiazepinas como xanax, klonopin, aderall, ativan, valium, álcool, bloqueiam o sistema cerebral gaba e, em excesso, podem provocar anestesia. Reduzem temporariamente a ansiedade, mas influenciam as funções cardíaca e mnésica.
Risperdal, zyprexa, thorazin e outros antipsicóticos bloqueiam o caminho específico da dopamina para o lobo frontal provocando apatia. As alucinações não diminuem mas tornam-nos menos sensíveis. É uma apatia generalizada equivalente ao procedimento cirúrgico de interromper essa via de comunicação.
A ritalin suprime os comportamentos espontâneos de amor, satisfação, ódio, etc. actuando nos gânglios basais que aumentam os comportamentos compulsivos.

Quando o paciente diz que depois de tomar prozac se sente melhor do que nunca, o seu comportamento não melhorou mas tornou-se apenas mais eufórico. Isto não quer dizer que se tenha tornado mais carinhoso, compreensivo, tolerante, sociável, responsável, compreensivo, mas sim impulsivo.
Muitas vezes as pessoas que têm a aparência de estar bastante tristes, desanimadas, doentes, consultam Respostas-B30
um psiquiatra e dizem-lhe que necessitam de droga e que se sentem melhor só com a medicação. As crianças que tomam ritalin são, às vezes, acompanhadas por mães que estão sujeitas às drogas psiquiátricas aparentando estar amorfas, desinibidas, com um vazio no olhar o no sorriso.

Todas as drogas de apoio ou manutenção, ajudam-nos a não percebermos a diminuição da capacidade de avaliação, além de outros efeitos prejudiciais que provocam.
Também, quando as pessoas se sentem zangadas e irritadas, dizem que a culpa é dos outros e não das drogas que estão a tomar, além de que os médicos culpam a doença, sem se preocuparem com os efeitos que são ocasionados pelas drogas.

Breggin conta a sua experiência pessoal quando aos 18 anos teve contacto com doentes mentais. Sofriam dePsicopata-B euforias e comportamentos desviados, com roubos, etc., ocasionados pelos antidepressivos como a benzodiazepina e xanax, o que até pode ajudar a cometer actos contra a ética e a moral.
Sendo voluntário num hospital, juntamente com uma dúzia de colegas, começaram por manter um bom contacto com os doentes e a ajudá-los em vários trabalhos até que a medicação foi diminuída e tiveram alta, após a qual só 2 ou 3 regressaram por reincidência. Depois, quando os doentes foram tratados longe do hospital em casas geridas por assistentes sociais, com um mínimo de medicação, as coisas mudaram muito.

Quando existem casos de alucinações visuais e auditivas, ilusões, etc., existe muitas vezes uma clivagem na Depressão-Bligação social, falta de compreensão ou desequilíbrio familiar. Nestes casos, toda a família tem de estar envolvida. Também toda a comunidade tem de se juntar para exigir um serviço de qualidade.
Os suicídios dão-se muitas vezes por causa desta falta de ligação familiar.

Isso fez-me lembrar os dois casos típicos que tive em 1976: a Isilda (H) e o Joel (G).

Link original para a série de vídeos de Peter Breggin.

Outro link que também pode ser muito importante.

Tenho imensa pena que o meu contacto com a «doença mental» só tenha começado apenas aos 40 anos.
Embora tenha ideias muito semelhantes quanto à doença mental, a estratégia que estou a seguir é ligeiramente diferente e está bem expressa nos livros com a técnica (P), com a teoria (J) e com os casos que estão a ser apresentados nos diversos livros
publicados e por publicar
(B) (C) (D) (E) (G) (H) (L) (M), tudo isto suportado pela modificação do comportamento (F) (K). A Biblioterapia (Q) pode ser utilizada com muita economia, comodidade, vantagem e facilidade, atè à noite, à hora de dormir, despendendo apenas alguns minutos. O importante é saber como.

Este post, devido aos vários comentários, críticas e sugestões, que muito agradecemos, vai ser actualizado com a informação de que em 17 de Setembro de 2017 será apresentado na Feira de Saúde Mental – Bem Estar, em Sintra, na Avª Miguel Bombarda, loja 34, frente à estação da CP, um novo livro «PSICOTERAPIA… através de LIVROS…» (R) essencialmente destinado a orientar as pessoas interessadas na leitura indispensável para cada situação de Psicoterapia, Psicopedagogia, melhoria de Interacção Social e Desenvolvimento Pessoal.

Só a leitura pode ajudar a orientar qualquer destas acções psicológicas, nem que seja complementada, eventualmente, com algumas palestras para grupos de 30/50 pessoas ou algum apoio esporádico individualizado, para tornar tudo mais económico, cómodo e eficaz, promovendo uma prevenção e profilaxia contra os desequilíbrios psicológicos.

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