PSICOLOGIA PARA TODOS

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AS PRAXES

BiblioAcabei de ver na televisão uma reportagem bastante alongada de Ana Leal sobre as PRAXES relatando a tragédia do mario-70Meco.

Pensando em tudo o que vi e ouvi sobre o assunto, muitas perguntas surgiram na minha mente:

− Seria da Imaginação Orientada? (J)

− Os alunos dessas instituições escolares ou académicas estão lá para apreender ou melhorar as suas capacidades cientificas, artísticas, humanas, burocráticas, gerenciais, ou as de subordinação, dominância, conformismo, autoritarismo?Imagina-B

− As capacidades de resistência física e psicológica, de comando, de trabalho em equipa e de resistência à fadiga não são desenvolvidas e essenciais nos serviços militares e de investigação, guerrilha e espionagem?

− Qual a necessidade de todos os indivíduos implicados nesta tragédia se submeterem às praxes em que parece existir a componente da pergunta anterior?

− Se os acontecimentos foram um «desastre» imprevisto, inoportuno, não ponderado, qual a razão de se fazerem desaparecer Psicopata-Bcertos vestígios que poderiam dar indicações precisas sobre o que aconteceu?

− Se houve mais participantes, como alguns dizem que houve, qual a razão de se negar esta evidência?

− Qual a razão de se fazer uma limpeza de tudo e de alguém ir «entregar» a cada família os pertences de cada um dos participantes nesta tragédia?

− Pessoas estranhas à família estariam mais habilitadas do que os próprios familiares a reconhecer essesDepressão-B
pertences?

− Como é que duas camisas não pertencentes a qualquer dos intervenientes conhecidos foram parar à casa de uma das intervenientes?

− Qual a razão de os próprios «praxantes» não dizerem como decorreram as praxes?

− Haverá segredos a guardar?

− O que estará a ser tão subtil e acerrimamente escondido para que ninguém saiba o que se passou?

− Como é que nas instalações duma instituição de educação e ensino se podem passar acontecimentos como Interacção-B30este sem conhecimento das autoridades académicas?

− Haverá conluio entre a direcção do estabelecimento de ensino e os alunos?

− O estabelecimento de ensino estará a tentar captar as boas graças dos alunos e possíveis futuros alunos com todo este à-vontade que se nota no comportamento aparentemente «extra-curricular»?

− Se dizem que todos os intervenientes se submeteram voluntariamente às praxes, qual a necessidade dessa submissão?

− Estarão a ser voluntariamente treinados e obedecer cegamente e a mandar de forma autoritarista, Psicologia-Bmantendo todo o secretismo possível?

− Haverá alguma parecença com aquilo que às vezes parece acontecer nos partidos políticos, com todo o secretismo envolvente?

− Relativamente aos pais, se os filhos estavam metidos neste «imbróglio», eles não sabiam coisa alguma disso ou também colaboraram para que os filhos subissem na carreira?

− Teriam involuntariamente colaborado, nem que seja, sem dizer coisa alguma ou sem aprofundar o Psi-Bem-Brelacionamento dos filhos com os seus colegas?

− Se o Joel (G) fosse apanhado nesta «teia» não teria facilmente aderido ao esquema?

− Que tipo de educação, «pais» e «escola» conseguiu ter?

− Seria possível que a Cristina (L) fosse apanhada nesta teia sem, pelo menos, os pais saberem e terem dado o seu consentimento?

− A Joana (D), se os pais não concordassem, seria algum dia capaz de integrar um grupo destes?Joana-B

− E os pais não saberiam imediatamente o que se passava com ela?

A Isilda (H), provavelmente, num momento de desorientação e de frustração, talvez enveredasse por uma inclusão num grupo semelhante.

O Júlio (E) pensaria duas vezes antes de se incluir num grupo semelhante.

A Cidália (C) poderia ter momentos de fraqueza mas não enveredaria, certamente, por um caminho semelhante, apesar dos «pais» que tinha, porque os avós tinham colmatado a situação de envolvimento familiar.Maluco2

Enquanto a filha do Antunes (B), nunca se deixaria envolver numa situação dessas sem o conhecimento dos pais, o Cali (M), antes do início da sua psicoterapia, era bem capaz de se deixar enlear por uma situação temporária, só para «castigar» o pai, mas seria facilmente detectado  passado algum tempo.  

Todas estas reflexões passaram pela minha cabeça logo de seguida à apresentação da aludida reportagem fazendo-me pensar firmemente na necessidade de uma «educação» adequada e um envolvimento muito grande e sincero dos pais com os filhos, num clima democrático, ajudando-os a programar o futuro, controlando o presente e aprendendo com o passado.Difíceis-B

Infelizmente, os que «desapareceram» não conseguirão aprender com o passado nem controlar o presente e muito menos programar o futuro que ficará a cargo dos pais para carpir as mágoas de não terem tido uma aproximação e um envolvimento maior com os filhos.

Ser-nos-a possível algum dia conseguir alertar pelo menos os mais novos para essa necessidade de aproximação e envolvimento que se deve processar desde a mais tenra idade?

Acredita-BConsegui-Bneuropsicologia-B
Esperemos para ver e é por isso que nos interessa manter este blog.

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2 thoughts on “AS PRAXES

  1. Franklin dos Snjos on said:

    Estive a ler este artigo de que gostei muito.
    Espero que os pais leiam para não se esquecerem de manter um bom contacto com os filhos.
    Até o fim da adolescência é que isso seria muito bom.

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