PSICOLOGIA PARA TODOS

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AUTOTERAPIA 10

Hoje, depois do almoço, quando fui sentar-me à mesa dum café para saborear uma bica cheia que não consigo ter em casa, uma pessoa que já conhecia há muito, aproximou-se e pediu para me fazer companhia porque tinha umas perguntas interessantes a Bibliover respondidas.
Tinha consultado bastantes vezes o meu blog  e estava admirada com a minha insistência na autoterapia. Até estava admirada que eu quisesse publicar o novo livro, que era entao o último da lista da BIBLIOTERAPIA, antes de publicar os anteriores. Também lhe fazia muita confusão como é que, só com livros se poderia fazer uma psicoterapia.
Como tinha acabado de me sentar e não tinha pressa em regressar a casa nem consultas a atender, disse-lhe para se sentar e fazer as perguntas que gostaria de ver esclarecidas.
Depois de se instalar e de pedir também uma bica para ele, começou a fazer as suas perguntas.

Respostas-B30Como é que se pode fazer uma psicoterapia com uma autoterapia?
− Embora numa psicoterapia seja o psicólogo ou psicoterapeuta a dar os conselhos e orientar tudo, é o próprio paciente que tem de seguir os conselhos dados ou fazer os exercícios necessários. É ele que tem de mudar o seu comportamento. É no seu corpo e na sua cabeça (mente) que tudo pode e deve funcionar.

E, como se pode fazer uma psicoterapia com livros?
− Todos os conselhos que o psicólogo ou psicoterapeuta der ao paciente, podem ser lidos nos livros que são especificamente elaborados para isso ou naqueles que o psicólogo também consulta para dar esses conselhos.

Qual a vantagem?
− A vantagem fundamental é uma pessoa conseguir ter sempre à mão o livro que deseja, e poder consultá-lo quando lhe aprouver ou quando mais necessitar dele. O mesmo pode não acontecer com o psicólogo ou psicoterapeuta que não deve estar disponível a qualquer hora do dia ou nos momentos mais cruciais em que o paciente necessita de ajuda. Todo dependerá muito das disponibilidades do psicólogo e do paciente e dos Consegui-Bcondicionalismos que ele tiver em relação à parte financeira. A outra vantagem é o paciente não ter de se deslocar ao consultório, com as perdas de tempo, às vezes, em momentos inconvenientes, com as viagens e esperas para ser atendido. Também pode existir a vantagem de não gastar dinheiro com consultas.

Mas, lendo o que está no livro, pode-se fazer uma psicoterapia?
− Não posso garantir que lendo o livro principal, compreendendo o significado do que está exposto, fazendo os exercícios nele mencionados, se possa fazer sempre uma psicoterapia com sucesso. Contudo, o processo psicoterapêutico pode ser iniciado ocasionando maior vantagem e rapidez do que sem esse adjuvante.

Não será melhor falar primeiro com o psicólogo?
− Não o quero contradizer, mas suponho que falando com o psicólogo, ele vai estudar o caso, verificar as «Educar»-B
dificuldades e dar alguns conselhos ou recomendar certos exercícios de relaxamento, leitura, etc. Quem terá de fazer todo este trabalho é o próprio. Ninguém mais o pode fazer por ele. Se tentar ou ensaiar fazer esse trabalho antes, pode mencionar isso na consulta e ser devidamente aconselhado a mudar de estratégia, se necessário. Além disso, pode discutir com o psicólogo algumas dificuldades encontradas nos procedimentos adoptados. O psicólogo dirá aquilo que o paciente pode fazer para minimizar essas dificuldades. Com este procedimento, irá poupar pelo menos uma consulta que deve custar mais do que o quíntuplo do livro. Além disso, deve sair da consulta mais elucidado do que se a tivesse feito sem a leitura do livro e dos ensaios dos procedimentos nele mencionados (P).

Então, lendo e fazendo alguns exercícios mencionados no livro, é possível fazer a psicoterapia!Depressão-B
− Não quero afirmar que seja sempre possível. Eu experimentei isso e deu resultado em relação à neurose depressiva muito grave. Não tive quem me ajudasse a não ser «enfrascando-me» em medicamentos receitados pelos psiquiatras. Quando, um dia, até me vi atrapalhado a conduzir o automóvel, resolvi deixar de lado os medicamentos, ler muito sobre psicanálise, relaxamento, modificação do comportamento, reestruturação cognitiva e diversos outros assuntos abordados em livros e artigos e consegui «engendrar» este tipo de psicoterapia que deu o resultado que está a verificar, apesar de eu ser uma pessoa facilmente irritável e já com uma colite crónica por causa das dificuldades psicológicas sofridas anteriormente. (J)

Parece que constata isso com uma certa mágoa!Psicologia-B
− Por causa do que disse e do que eu tive de sofrer durante vários anos, custa-me ver pessoas conhecidas a andar por aí, balofas, apáticas e inexpressivas com uma dose cada vez maior dos medicamentos que tomam. Fiquei uma vez chocado com isso, e Psicoterapia / Medicação (6 Abr 14) foi o post que fiz depois de ter encontrado numa farmácia uma pessoa conhecida que não via há algum tempo e que não consegui reconhecer, tal era a alteração nas suas feições. Só o seu sorriso me alertou para o seu reconhecimento depois de ela me ter cumprimentado.
Peter Breggin é um dos psiquiatras americanos que mais se insurge contra os exageros na medicação. Contudo, os grandes laboratórios têm de rendibilizar a sua «mercadoria» e fazem tudo para o conseguir, com anúncios muito apelativos e «glamorosos» em todos os meios de comunicação social, anunciando curas milagrosas, até com a participação e conivência de muitos médicos.

E com a utilização de equipamentos novos que são anunciados por alguns psiquiatras não se pode fazer a psicoterapia mais rapidamente e melhor?neuropsicologia-B
− A utilização de equipamentos electrónicos nunca pode substituir a mente do indivíduo e não ser que a mesma seja afectada pelos medicamentos ou pelos próprios equipamentos electrónicos, até com choques eléctricos, como no caso da “Laranja Mecânica”, de Siodmak. Caso contrário, se são as ideias que têm de ser alteradas, só a mente de cada um é que pode intervir no assunto, muitas vezes, sugestionada pela existência e «miraculosidade» desses equipamentos ou medicamentos. Isso até se consegue fazer com a utilização dos placebos que são uns fármacos inertes que nenhum efeito produzem.

É por isso que parece não gostar de psiquiatras!
− Não sou contra os psiquiatras, mas sim contra todos aqueles que alienem as pessoas com medicamentos Difíceis-Bquando eles não são precisos e até quando podem ser prejudiciais. Já citei Peter Breggin e dei-me muitíssimo bem com Sampaio Ferreira. Contudo, tive casos em que fui forçado a deixar de realizar uma psicoterapia porque o paciente era acompanhado pelo psiquiatra e queria «à força» que ele aumentasse a dose do medicamento em vez de a diminuir (C) (M). Também soube de casos que pioraram com isso a ponto de estarem propensos ao suicídio e ao homicídio, além de outros que se suicidaram sem ninguém atribuir esse facto às drogas que estavam a tomar (N). E não sou só eu que tem essa ideia. Vários dos meus pacientes preocupam-se com isso.

Conforme está a dizer e a experiência que demonstra ter, parece que o relaxamento é importante!Psi-Bem-C
− Acho que o relaxamento é importante. Mas, atenção! Eu falo essencialmente no relaxamento mental para poder fazer funcionar a «cabeça» ou a «mente» da pessoa nas devidas condições. É aí que residem todos os problemas. O corpo funciona sob o comando da mente (A) e todas as investigações feitas em neuropsicologia e neurofisiologia indicam isso. Também demonstram que a alteração das ideias, emoções, afectos e sentimentos dependem em muito do funcionamento da mente. Se nós a pudermos controlar, o desequilíbrio será mínimo ou facilmente reconquistado. Se cada um não a puder controlar, os outros só o conseguirão com a força do medicamento ou da electrónica. O importante é cada um aprender a controlar a sua mente no sentido desejado.

Isso não se consegue com o relaxamento vulgar ou com o ioga?Organizar-B
− Esse relaxamento, o corporal, pode-se conseguir temporariamente com bons banhos, massagens, ginástica, ou outros meios físicos. Contudo, o relaxamento mental de que eu falo, só se consegue atingir com exercícios de relaxamento muscular e posterior concentração ou através das práticas de ioga, meditação etc. Porém, a imaginação orientada (J) é o essencial para que a pessoa consiga entrar dentro da sua mente onde estão guardadas todas recordações que incomodam, para as reviver, compreender, verificar se havia outra solução e aprender com os erros cometidos, para engendrar a partir daí um novo comportamento melhor do que a anterior. Isso só se consegue com um bom relaxamento mental e uma disponibilidade total para imaginar o que se poderia ter feito ou o que se pode vir a fazer utilizando a técnica da Terapia do Equilíbrio Afectivo defendida por mim na minha tese de 1980, tendo obtido sucesso , com mais de 86% de melhoria e resolução.

E a hipnoterapia não é um método mais rápido e seguro?Saude-C
− De facto, não existe uma hipnoterapia mas sim a hipnose clínica utilizada na terapia tal como se utiliza um medicamento ou um instrumento cirúrgico. Se for o chamado «hipnoterapeuta» a manipular a situação, é imprescindível que o paciente «aceite a sugestão». Caso contrário, nada se consegue fazer. Se o tal «hipnoterapeuta» nada souber quanto aos problemas da psicodinâmica e da psicopatologia pode ocasionar danos irreparáveis. Falo isso nos meus livros, com exemplos concretos e relatos de alguns médicos. A mente do paciente é o «material» mais importante com que se deve trabalhar. Por isso, se ele seguir os conselhos do psicólogo, pode melhorar, mas ficará dependente dele para qualquer eventualidade. Se o psicólogo ajudar o paciente a encontrar a «sua» solução a partir das suas vivências e dos meios disponíveis, ele será no futuro o dono do seu destino e o principal promotor do seu bem-estar.

E como é que isso é possível?Joana-B
−  Antes de tudo, tenho falado muito na «educação» que é uma ajuda à formação e estruturação da personalidade conseguida num ambiente familiar estável e coerente, com exemplos dados pelos progenitores, que farão a moldagem dos comportamentos dentro do possível. Se seguir a história da Joana (D) vê que, além da descrição ficcionada do caso dela, aproveita-se a oportunidade para dar respostas a muitas das preocupações que devem existir na «educação» de todas as crianças para que não se desequilibrem e que possam ter uma vida saudável. Não acredito que a Joana não tenha dificuldades como todos nós e que não as possa superar por si própria com extrema rapidez e sem «dores de cabeça».

Como é que isso se pode processar?
− Antes de tudo, os pais têm de conhecer o funcionamento do comportamento humano (F) individualmenteInteracção-B30 e em interacção familiar e social (K). Sabendo isso, eles tem de apresentar os modelos e fazer funcionar o reforço vicariante e essencialmente, o reforço do comportamento incompatível em casos de maior dificuldade. Surge depois a necessidade de seguir normas e valores que se deseja que os filhos tenham na vida, sem dissonância cognitiva. A identificação dos filhos com os pais é um dado a ter em consideração. De vez em quando, os pais também têm de ajudar os filhos a ultrapassar dificuldades, nem que sejam artificialmente criadas como balão de ensaio, apoiando-os nas boas decisões a tomar (D).

Então, qual a sugestão que pode fazer para uma psicoterapia boa e económica?
− O que posso dizer, não só em caso de psicoterapia mas ainda em caso de melhoria de desempenho, é ser muito importante a
mario-70pessoa experimentar fazer aquilo que está apresentado no livro “AUTO{psico}TERAPIA (P). A partir daí e da experiência vivida, pode socorrer-se de outros livros ou dirigir-se imediatamente ao psicólogo se tiver alguns dificuldades, dúvidas ou desejar clarificar alguma coisa que não tenha percebido ou com a qual não concorde. Os exemplos de muitos dos que passaram por este tipo de psicoterapia pode ajudar a compreendê-la melhor e a obter o encorajamento necessário. Se cada um não se tentar precaver o mais cedo possível, pode ter de passar a vida numa constante desilusão e desespero, com todos os danos secundários que os medicamentos produzem  numa tentativa de «cura» rápida mas temporária. Repare que hoje em dia nas sociedades chamadas «civilizadas», em vez de caminharmos para a senda de equidade , de democracia e de progresso para TODOS, estamos a ouvir constantemente notícias sobre o aumento de insucessos escolares, bullyings, desentendimentos Imagina-Bfamiliares, violência conjugal, crimes, violações, assassínios, manifestações, nepotismos, corrupções, delinquência, droga , depressões, VIH e muita coisa mais. Que «educação» tiveram os intervenientes e os actores de tudo isto?  Viveram ou terão com alguma vez uma calma e «paz» interior? Aparecem, de vez em quando, psicólogos e psiquiatras a explicar, em linguagem, mais ou menos sofisticada, todos estes fenómenos. Há alguém que se tenha preocupado em fazer a profilaxia e prevenção? A começar pelos governantes? Prevenir é sempre melhor do que remediar!
Se não necessitar disso e desejar saber os fundamentos da psicoterapia, pode consultar o livro
IMAGINAÇÃO ORIENTADA(J) para verificar os vários casos em que se utilizou esta metodologia e os resultados obtidos com a “terapia do equilíbrio afectivo“.
Contudo, se desejar conduzir uma autoterapia, mesmo que seja só no sentido de melhorar o desempenho pessoal, é bom que conheça os mecanismos do comportamento humano através do livro “PSICOLOGIA PARA TODOS(F).
Como também qualquer de nós lida com o meio ambiente circundante, pode consultar o livro “INTERACÇÃO SOCIAL(K) para saber aquilo com que pode contar para se controlar ou interagir na sociedade em que vive e verificar como é que ela Acredita-Bfunciona.
Desejando fazer uma autoterapia, que não é fácil mas foi conseguida pelo Antunes (B), pode ler esse caso em “ACREDITA EM TI. SÊ PERSEVERANTE!” Contudo, ele teve alguma horas de conversa com um psicólogo e a necessidade dessa autoterapia foi desencadeada pelo insucesso escolar da filha que não obtinha do pai a atenção necessária devido às suas dificuldades «armazenadas» há muito na sua cabeça.
Se achar que depois dos ensaios iniciais não conseguirá realizar uma psicoterapia sem consultas, o exemplo de Cidália (C) descrito em “Eu Também CONSEGUI!” pode ser elucidativo porque ela, depois de se habituar aos medicamentos, também ficou desencorajada algumas vezes e foi «tentada» pela mãe com os seus «comprimidos milagrosos». E ainda bem que não cedeu, porque a sua vida e a dos seus é maravilhosa.
Também para descobrir que a força de vontade de cada um é importante, basta ler “Eu Não Sou MALUCO!”, que é o caso do Maluco2Júlio (E). Com duas curtas sessões de relaxamento num hospital e cerca de 60 sessões de duas horas de conversa e ensaio de autohipnose em mesa de café, conseguiu «pôr em ordem», no decurso de 8 semanas, as suas ideias de que tinha sido «abandonado» pelos pais, entre os 10 e os 16 anos quando, de facto, tinha-se alojado em Lisboa em casa de tio-padrinho para poder estudar aquilo que não poderia fazer na sua terra natal. Hoje é empresário de sucesso.
Como as dificuldades psicológicas da maior parte da população se situam na esfera da depressão, lendo os casos da Isilda e da «nova paciente» no livro “COMBATA OU EVITE A DEPRESSÃO(H), pode-se verificar o modo como uma psicoterapia rápida, com os exercícios de relaxamento necessários, deu resultados bastante consideráveis evitando o recurso a drogas ou à sua continuação desnecessária.
Contudo, muitas vezes, depois do mal instalado, procura-se reduzi-lo só com drogas e com rótulos que Psicopata-Bdeixam a pessoa com «má fama» e com a vida destroçada. É o caso do «psicopata!» Joel que, depois de ter feito o disparate de tentar estrangular a noiva, de ter melhorado completamente e de ter sido separado da sua «eleita», começou a compreender a sua vida na infância. Só tinha como amigo um cão quase abandonado, que funcionava mais como o seu único familiar na «boa» escola «interna» em que foi educado por decisão judicial, depois de ter sido afastado dos pais. Por isso, antes de morrer, Joel quis que eu incluísse no «seu» livro (G) “Psicopata! Eu?“uma lista de procedimentos que não existia no tempo em que dela precisou. Queria ajudar os outros a prevenirem-se em vez de apenas procurarem uma ajuda depois do desequilíbrio, que «pode dar para o torto».
Quando o Joel leu os originais da história da “JOANA, a traquina ou simplesmente criança?(D), também se lamentouDepress-nao-B por não ter tido uma família que o educasse devidamente e lhe proporcionasse o afecto , o amparo e a orientação de que necessitava.
Quem quiser ler um pouco mais sobre a psicopatologia e as dificuldades originadas pelas doenças mentais, pode utilizar o livro “SAÚDE MENTAL, sem psicopatologia(A).

Vou sair daqui bastante elucidado. Mas, não seria bom publicar tudo isso numa boa editora?
− Estive envolvido com editoras, distribuidoras e livreiros e a única coisa que aprendi é que a «mercadoria» tem de ser vendida bem e com lucro. Para isso, qualquer que seja a sua qualidade, tem de dar lucro. Muitas vezes, o trabalho do autor é menosprezado ou deturpado e não tem qualquer retorno. O que interessa é impingir os livros ao público. Por isso, torna-se necessário fazer publicidade e obter lucros. O meu propósito baseia-se agora, essencialmente, em pqsp2preparar livros que me parecem importantes e vantajosos para o público. Por isso, só o público poderá dizer aquilo que lhe interessa. Não estou interessado em «impingir» mas sim «informar» para que cada um possa consciencializar-se e adquirir o livro que lhe interessa. Para isso, estou a informar e mantenho os dois blogs, o Terapia através de Livros, com a colecção de 16 livros que estou a preparar e a rever constantemente, além do Psicologia para Todos, que serve para dar respostas a muitas pessoas que me fazem perguntas, como o senhor acabou de fazer hoje.

Depois deste tempo todo que estivemos a conversar, isto é, a esclarecer as minhas dúvidas, parece que saio daqui mais elucidado e com vontade de que tenha sucesso como me pareceu ter tido, há muitos anos, no Centro de Psicologia stress2Clínica, aqui bem perto, na Praceta Projectada à Rua dos Lírios.
− Isso foi na década de 80 do século passsado, mas comecei a minha actividade meia dúzia de anos antes na Avª Infante Santo, no Centro Médico de Diagnóstico, em Lisboa. Depois, fui diversificando para docência e consultoria. Agora, além de consultas muito esporádicas de casos difíceis, estou a dedicar-me mais à colecção destes 16 livros, que estou a preparar, com toda a experiência que tive em mais de 35 anos de clínica em mais de 5000 casos. Oxalá que tenha sorte, porque estou à espera que as pessoas se inscrevam para a aquisição do livro “AUTO{psico}TERAPIA(P) a fim de o poder mandar finalizar e imprimir em tiragem muito reduzida. Só o mandarei imprimir se houver interesse do público. Para isso, também estou a dar esta informação ao público, embora esteja a trabalhar num consultório, com mais especialidades, junto do Centro de Saúde de Mem Martins, com o telefone 219 266 320.psicoterapia2

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