PSICOLOGIA PARA TODOS

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REFORÇO DO COMPORTAMENTO INCOMPATÍVEL 6

Comentário:Biblio

Gostei de ler este artigo e diversos outros. Nesta época, eu estou sem tempo e com ligeiras preocupações quanto ao futuro.
São preocupações de emprego e de dinheiro.
Tudo isto  me deixa perturbada.
Haverá alguma coisa que possa fazer por mim própria?

Anónima

Para responder imediatamente à sua pergunta, tenho de lhe dizer que faça o possível para praticar muito daquilo que se diz mario-70nos diversos posts sobre PSICOTERAPIA e AUTOTERAPIA  e que será resumido e publicado, quando possível no novo livro AUTO{psico}TERAPIA (P), estando bem explicado , com os resultados obtidos no livro IMAGINAÇÃO ORIENTADA (J).
Além disso, o Júlio (E), com conversas de café e algum treino, quase à vista de todos, «aprendeu» a utilizar a autohipnose e a servir-se do reforço do comportamento incompatível para diminuir e resolver as suas dificuldades, descritas no livro “Eu Não Sou MALUCO!“.

Entretanto, eu tenho de me entreter (reforço do comportamento incompatível, para mim) tenho de me entreter a reorganizar calmamente o livro INTERACÇÃO SOCIAL (K) que espero publicar logo que Psi-Bem-Bpossível. Contudo, para dar resposta mais concreta a este comentário feito no último post PSICOLOGIA PARA QUÊ? 3, além dos diversos exemplos dados nos 5 posts anteriores sobre REFORÇO DO COMPORTAMENTO INCOMPATÍVEL,
Reforço do Comportamento Incompatível (20 Ago 2008)
Reforço do Comportamento Incompatível 2 (17 Fev 2011)
Reforço do Comportamento Incompatível 3 (23 Mai 2011)
Reforço do Comportamento Incompatível 4 (6 Jul 2013)
Reforço do Comportamento Incompatível 5 (18 Set 2013)
que podem e devem ser consultados, vamos transcrever as páginas 95 a 102 do livro PSICOLOGIA PARA TODOS (F) que Psicologia-Btrata da técnica da REFORÇO DO COMPORTAMENTO INCOMPATÍVEL, simples, económica, eficaz e sem efeitos colatarais ou secundários

“Uma outra técnica eficaz, económica e uma das melhores é a de aprendizagem com desaprendizagem, isto é, a de reforçar todos os comportamentos que sejam incompatíveis com aquele que se deseja eliminar. É essencialmente uma técnica para a eliminação fácil e pouco complicada de um comportamento que se deseja reduzir. Enquanto se deseja a desaprendizagem de um comportamento inadequado, fomenta-se a aprendizagem de quaisquer outros, adequados e incompatíveis com o primeiro.Stress-B

A própria incompatibilidade ou dificuldade de existência simultânea do comportamento que se deseja eliminar com qualquer outro que se fomenta, faz com que o primeiro desapareça porque os dois não podem coexistir ou acontecer em simultâneo.

Esta técnica é muito vantajosa nas aulas, na educação, na reeducação e até na psicoterapia, o que podemos verificar através dos exemplos que se seguem (P).
O Paulo sofria de paralisia cerebral e era uma criança de 8 anos com imensas dificuldades motoras. Havia necessidade de lhe proporcionar mais firmeza de movimentos, o que só se conseguiria com bastante treino. Paulo gostava imenso da sua educadora e ficava satisfeito quando ela o elogiava. Isto significava que o Interacção-B30elogio dela lhe proporcionava reforço. Utilizando isto como arma principal, o psicólogo combinou com a educadora efectuar os treinos necessários utilizando a atenção da educadora como como reforço do Paulo.
Quando tinha de empilhar cubos, uns sobre os outros, o Paulo não conseguia evitar que a sua mão «vagueasse» pelos mesmos porque não tinha controlo nos movimentos. Era este descontrolo que, apesar de fisiológico e difícil de reduzir com medicação, se desejava reduzir ou eliminar através do controlo comportamental. Durante todo tempo que a mão estava descontrolada, os cubos «passeavam» por cima do tampo da mesa. Por mais que se lhe dissesse que não deixasse «vaguear» a mão pelo tampo da mesa, não havia possibilidade de a parar. Contudo, o Paulo conseguia pegar num cubo e colocá-lo num determinado lugar. Como isto era incompatível com o descontrolo da mão, o Digitalizar0011psicólogo combinou com a educadora que ela o deveria reforçar sempre que ele deixasse a mão quieta, a pousasse na mesa ou fizesse o mais pequeno gesto de tentar agarrar um cubo. Nestes momentos, o descontrolo da mão diminuía.
A técnica do reforço do comportamento incompatível fez com que, aos poucos, o Paulo conseguisse não deixar a mão descontrolada. Embora esta técnica acabe aqui, ela pode ser conjugada vantajosamente com outras, como por exemplo, a da moldagem. Com muita dificuldade inicial mas também com muita persistência, o reforço dado só quando havia o controlo da mão, foi fazendo com que a motricidade manual do Paulo ficasse controlada. Levou muito tempo, mas o Paulo conseguiu reduzir e sua dificuldade inicial. Embora a reeducação, que até podia ser fisioterapia, tivesse demorado muito tempo, foi o único processo que se mostrou eficaz fazendo com que a criança conseguisse empilhar 4 cubos ao fim de 6 meses de treino com sessões de 40 minutos, duas vezes por semana.
O Joãozinho, filho de pais pobres e de fracos recursos financeiros estava habituado à linguagem maisAbade Faria grosseira. Todos os palavrões eram mais do que usuais. No 6º ano, a professora começou por o repreender quando ele dizia “Oiça lá”, “Ó minha”, “Ó senhora”. Conversando com ele em particular e verificando que as repreensões não davam resultado e que, às vezes, pareciam proporcionar ao rapaz um certo «gozo» por ela lhe ligar especial importância, a professora resolveu utilizar o reforço do comportamento incompatível prestando-lhe atenção imediata logo que ele não a tratasse como antigamente. Eram «ignoradas» todas as verbalizações que ele estava habituado a utilizar anteriormente, com frequência.
Esta técnica foi utilizada apenas durante 5 semanas, ao fim das quais a professora teve a possibilidade de começar a utilizar a técnica da moldagem para o habituar ao tratamento de “Srª professora”. Depois desta fase, houve a possibilidade de generalizar a sua aprendizagem para outros comportamentos essenciais neuropsicologia-Bnuma aula, os quais nunca tinham sido alterados. O reforço da atenção da professora surtiu efeito depois da utilização do reforço do comportamento incompatível para eliminar os comportamentos indesejáveis do aluno.
Glória era uma criança de 8 anos que não estudava nem se alimentava devidamente. Quando os pais a obrigavam a estudar ou a comer, recusava, ficava tensa e tinha crises de choro, vómitos e subida de temperatura.
Em primeiro lugar, os pais tinham de começar a reconhecer quando é que ela iria ficar tensa. Em seguida, deviam desviar a conversa para um assunto que a deixasse bem-disposta. Por exemplo, à hora do almoço, a Glória não queria comer a sopa. A mãe não lhe dava a comida e ia perguntar ao pai, de maneira que a Glória ouvisse a conversa, a que horas iam sair, na parte da tarde, para lanchar ou comer um gelado de que ela gostava.
Se a Glória soubesse que o gelado lhe fazia mal em jejum ou quando estava à fome e não era aconselhável Joana-Blogo depois do almoço, teria de tomar uma decisão rápida acerca da refeição do momento. A Glória deveria saber antecipadamente, através dos pais, que o passeio programado poderia ser cancelado por causa dela, por não poder comer o gelado sem se alimentar minimamente ao almoço. Terminada a conversa com o pai, a mãe deixaria de lhe dar a sopa ou qualquer outro alimento enquanto a Glória não tivesse a iniciativa de o pedir. A ingestão do gelado seria assim apresentada como boa, mas incompatível com a não-ingestão de alimentos a tempo e horas.

Quando existem conflitos deste tipo, as crianças resolvem-nos pensando nas vantagens que vão ter como contrapartida dos sacrifícios que lhes são exigidos (K). Às vezes, é necessário «realçar» a necessidade da boa escolha como aconteceu com a Glória. Sem forçar a criança, a alimentação foi assim mais facilmente ingerida do que obrigando-a a tomar a sopa e o resto da comida, com ralhos, reprimendas e vómitos à mistura.
Um outro «caso» pode ser ainda mais elucidativo porque envolve uma «doença incurável». Filomena era Depressão-Buma senhora de 50 anos, muitíssimo divertida e a principal animadora de todas as festas em que participava. Os seus amigos disputavam-lhe a companhia, deliciando-  -se com as histórias e anedotas que ela contava, com gosto e entusiasmo. Pouco antes do seu 51º aniversário começou a ter dores horríveis no estômago. Foi ao médico que a mandou fazer, de imediato, exames complementares de diagnóstico que indicaram neoplasia maligna no estômago, sem possibilidades de intervenção cirúrgica ou quimioterapia satisfatória. O prognóstico foi de mais 3 a 6 meses de vida. A única solução era obter algum alívio medicamentoso para as dores e apoio psicológico, se possível.
Perante esta situação extrema, o psicólogo verificou que a única solução possível era o reforço do comportamento incompatível. Aconselhá-la a conformar-se com a doença ou a pedir a Deus que a ajudasse no seu sofrimento seria de pouca utilidade. Fazer com que ela racionalizasse que todos iremos morrer um dia e que tinha chegado o seu momento de deixar este mundo, também era pouco estimulante e a aceitaçãoSaude-B
desta ideia demoraria muito tempo.
Contudo, fazendo um historial do seu passado, a senhora tinha tido uma vida cheia de amigos, além de três filhos já casados com quem se dava muito bem e que viviam a sua vida confortavelmente. Ela tinha sido positivamente reforçada por tudo isto.
O psicólogo formulou a hipótese de que a Filomena não podia estar a pensar na sua doença enquanto estivesse a recordar esses momentos agradáveis do passado. Tinha de utilizar o reforço do comportamento incompatível, tanto mais que ele próprio estava habilitado a utilizar a técnica da hipnose e a paciente tinha tempo mais do que suficiente para praticar o relaxamento e a autohipnose em casa.
Marcou duas sessões por semana e tentou treiná-la, imediatamente a relaxar-se para conseguir minimizar as dores. Treinou-a a Acredita-Binduzir o estado de autohipnose (E) (J) e deu-lhe uma sugestão pós-hipnótica neste sentido. Começou por a ajudar a entrar em regressão, recordando os momentos agradáveis da sua vida.
Eram as festas, o convívio com os amigos, o nascimento dos filhos, os estudos deles e os seus namoros e casamentos, os netos, a convivência com o marido, etc. Tudo servia para ser realçado nas sessões que fazia e nas quais o psicoterapeuta dava a sugestão pós-hipnótica de que estas cenas seriam recordadas logo que iniciasse o relaxamento em casa.
Ao fim de um mês, a Filomena entrava no consultório a sorrir, saía bem-disposta, acordava entusiasmada mas ficava um pouco triste durante o dia quando as pessoas amigas a tentavam «consolar» falando-lhe na doença que o psicólogo «ignorava» completamente como se não tivesse qualquer importância ou a desconhecesse de todo.Imagina-B
Por recomendação expressa do psicólogo, a família utilizava este procedimento e tentava afastar a Filomena dos amigos que lhe recordavam a doença a cada passo. Filomena ainda viveu quatro meses com menos angústia do que teria se fosse «consolada» como quase toda a gente costuma fazer. É pena que nem todos conheçam como utilizar esta técnica tão simples quanto eficaz, inócua e segura.
Neste caso, não era necessária qualquer sugestão pós-hipnótica, mas sim, apenas o não afloramento dos «consolos» e «conversas racionais» das pessoas e, às vezes, «caritativas», acerca da doença. Falar em tudo menos na «doença», seria uma boa ajuda que os amigos e conhecidos lhe poderiam dar.
Vamos transcrever também o relato da Cidália, a «paciente» do livro Eu também CONSEGUI!, que tentou fazer uma psicoterapia com muito empenhamento seu e pouca ajuda do psicólogo (C/123).
“Na noite seguinte, lembrei-me da minha própria vida que mais parecia uma empresa por falir mas que Consegui-Bjá tinha retomado o rumo devido. Durante o dia tinha lido alguns exemplos do reforço do comportamento incompatível (F). Lembrei-me do Sr. Antunes e do psicólogo que me indicavam o caminho a seguir e insistiam na minha colaboração e prática do relaxamento sem nunca me desculpabilizar ou deixar arranjar justificações para os meus insucessos. Em todas as situações de fracasso, eu tinha de descobrir aquilo que tinha corrido mal para enveredar por um caminho novo e mais certo do que aquele que percorrera. Eles falavam-me só naquilo que eu, de facto, deveria fazer para enveredar por um caminho correcto e mais «sorridente». Enquanto falavam nisso, eu não podia pensar nos meus insucessos. Quando lhes ia contar um insucesso, mudavam a conversa para aquilo que eu deveria fazer. Como não podia pensar nas duas coisas ao mesmo tempo, só Psicoterapia-Bconseguia pensar naquilo que eles diziam que devia fazer. Lembrei-me de conversas que tinha tido com o Sr. Antunes e quis verificar a veracidade do que estava a pensar.
 *****

“Quando falei no sábado com o Sr. Antunes, logo de manhã, para lhe dizer que me sentia «um pouco em baixo» por causa do trabalho que estava a fazer sobre os gestores e que me apetecia tomar uns comprimidos, pareceu-me que ele tinha ficado muito preocupado porque vociferou:
– Estás maluca?
A seguir deu-me uma curta «seca» acerca dos malefícios da «droga». Foi como se tivesse levado um Maluco2«murro na boca do estômago e um forte pontapé no rabo» contra o que nada pude fazer, mas que me estancou e projectou para caminho diverso daquele que eu estava a enfrentar. Mas depois, «vendo-me prostrada no chão e no sentido que ele desejava» deixou-me falar, ficando completamente em silêncio durante todo o tempo, sem interromper uma única vez. Quando lhe perguntei se me estava a ouvir, respondeu com algumas perguntas que me foi fazendo sobre o mestrado e não sobre as minhas «desgraças». As perguntas exigiam de mim respostas concretas e circunscritas às mesmas, sem divagações:
– Já te aproveitaste de todas as fontes possíveis?
– Consultaste a INTERNET?
– Fizeste todas as entrevistas necessárias?
– Quando é que tens de entregar o trabalho?
– Estás a descansar o suficiente?
Quando eu me «desviava» um pouco da resposta concreta ou «entrava» em qualquer justificação, ele Psicopata-Binterrompia com uma pergunta que me exigia resposta imediata e diferente da «conversa» que eu gostaria de ter e acerca da qual não tinha obtido uma resposta concreta mas sim um alheamento total. Por fim, recomendou que não me esquecesse de continuar a fazer o relaxamento e praticar a imaginação orientada sem qualquer outra «variante».
Agradeci-lhe a boa vontade de me «aturar» e disse que seguiria os seus conselhos. Pediu-me, insistentemente, que lhe telefonasse no dia seguinte”.
Neste caso, as perguntas do Sr. Antunes foram os reforçadores do comportamento incompatível.
***

Nesta técnica, podemos enquadrar também com perfeição aquilo que se passou connosco e que foi Respostas-B30mencionado nas páginas 18 e 54 deste livro.
Ao ouvirmos as anedotas dos alentejanos, contadas com prazer pelo inconfundível Armandinho que também nos deliciou sempre com as suas músicas para dançar, não conseguíamos pensar nas agruras de vida que sempre nos acompanham. Era um bálsamo para os dissabores.

Com este reforço secundário negativo, não nos restava outra hipótese senão, além de ficarmos viciados no «Armandinho», o mesmo funcionar como reforço do comportamento incompatível fazendo esquecer as agruras de outras lembranças do dia-a-dia e das dificuldades no planeamento e edição dos livros, agora todos reformulados  na BIBLIOTERAPIA.Organizar-B

Esta técnica é uma das melhores, sem efeitos coletarais ou secundários e fácil de aplicar como se vê nos posts sobre REFORÇO DO COMPORTAMENTO INCOMPATÍVEL nos blogs PSICOLOGIA PARA TODOS: o antigo e o actual (que é este).

Este tipo de psicoterapia é baseada também na técnica de INIBIÇÃO RECÍPROCA (Wolpe, 1952 e 1958) em que o favorecimento duma resposta comportamental antagónica daquela que se deseja eliminar, acaba por eliminar esta, se a primeira for consistentemente favorecida e aumentada.
A técnica de IMPEDIMENTO DE RESPOSTA (Response Prevention) é quase semelhante porque tenta evitar uma resposta que Difíceis-B
não interessa ou é indesejável, sem se utilizar a punição.
Será necessário ir a consultas de psicologia, em casos pontuais, com despesas inerentes e de transporte, além de desperdício de tempo, só para saber o que se deve fazer, quando a leitura de todos estes casos,  com exemplos comuns do dia-a-dia, em um ou mais livros nos pode ajudar e resolver a situação ou precaver-nos dela?”

Quando é que as pessoas ou as entidades comunitárias ou oficiais se preocuparão em difundir estes conhecimentos para que a nossa saúde física, mental e de interacção social possa ser substancialmente melhorada?
Se não forem as entidades oficiais a pensarem nisso, teremos de ser nós a exigir que isso aconteça, quanto mais não seja para a salvaguarda das gerações futuras e duma verdadeira democracia.

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TERAPIA ATRAVÉS DE LIVROS

PSICOLOGIA PARA TODOS (o antigo)

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2 thoughts on “REFORÇO DO COMPORTAMENTO INCOMPATÍVEL 6

  1. Anónima on said:

    Obrigada pela resposta dada com este artigo.
    Eu vou tentar utilizar esta técnica nos grupos com que vou ter de estar a trabalhar.
    Também já comecei há muito tempo a fazer o relaxamento indicado em outros artigos lendo muitos dos indicados.
    Há alguma coisa mais que eu possa saber sobre os grupos?
    Anónima.

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