PSICOLOGIA PARA TODOS

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DEMOCRACIA / EDUCAÇÃO / PSICOLOGIA – 3

A partir do link de vídeo, partilhado no Facebook por David Martins, e que já comentei, comecei a pensar no assunto sob um Biblioponto de vista psicológico.

A conclusão a que cheguei é que é um vídeo bem montado para uma experiência de Psicologia Social ou Investigação Jornalística, como aconteceu com Badaró, no Brasil, nos meados do século passado, ou com “Os Apanhados”, nas últimas décadas, na nossa televisão.

Sob um ponto de vista humano, negar a comida a uma pessoa carenciada, de camisola alaranjada, não foi muito bom, mas o gesto de dois jovens darem o lanche ao mendigo ou o mendigo dar a comida ao carenciado foi mais humanitário.Psicologia-B
Contudo, se analisarmos esses comportamentos à luz da psicologia, podemos inferir que se o carenciado obtiver sempre comida quando a pedir, pode ganhar com isso reforço positivo e fazer uma aprendizagem de que para obter comida basta pedi-la. Não é necessário trabalhar!
O gesto do mendigo foi muito simpático mas, com a sua satisfação, também pode fazer com que o carenciado «aprenda» a pedir comida aos mais desfavorecidos ou mendigos, porque são mais acessíveis do que os outros.
Os jovens, também podem aprender a fazer caridade sem imaginar que podem criar comportamentos de dependência dos mendigos.Acredita-B
Se em vez de o carenciado pedir comida e o mendigo ficar à espera de que alguém lhe ofereça o lanche, os dois aprendessem a «trabalhar» e a ganhar o seu sustento através da retribuição do seu trabalho? O que faltará aos dois para conseguirem esta finalidade que me parece ser a mais razoável e lógica?
Todos nós podemos ter dificuldades de vez em quando e temos o direito de pedir ajuda assim como os outros também têm a obrigação de nos ajudar. Mas, ajudar permanentemente, ficando uns a aguentar o «peso» dos outros? Não será exagero? Para que uns não fiquem demasiadamente onerados e os outros não se estejam a lastimar com as dificuldades, a própria sociedade tem de criar mecanismos capazes de atingir essa finalidade. Os poderes Saude-Bpolíticos servem ou devem servir para isso. É por isso que eles têm as chaves nas suas mãos, mas necessitam também de quem os ajude a orientar a sua acção num sentido construtivo e adequado. Pelo menos, numa democracia verdadeira isso deve acontecer. Para isso, todas as pessoas devem ser educadas no bom sentido.
Orientando-nos agora para o Psicologia e para os apoios de que as pessoas necessitam, mas não conseguem obter, julgo que pelo menos na Saúde Mental muito há a fazer para tornar as pessoas mais independentes e equilibradas do que conseguem ser com o nosso sistema em que se verifica que existem falhas na comparticipação dos medicamentos, falta de psiquiatras para atender os doentes e receitar os medicamentos e quase ausência de psicólogos para ajudar numa psicoterapia.mario-70
Fazendo uma comparação entre a quimioterapia e a psicoterapia, já se verificou que temos muito mais vantagens na psicoterapia do que na medicação.
Além disso, quer numa psicoterapia, quer numa medicação, o paciente pode ficar dependente da droga ou do psicoterapeuta e não prescindir do seu apoio em quaisquer circunstâncias.
E se conseguíssemos fazer com que, sem qualquer ajuda ou com um apoio mínimo, cada um pudesse ser
capaz de se equilibrar ou reequilibrar psicologicamente? Será isso possível? Na minha opinião e experiência de mais de 35 anos, isto não só é possível como já houve provas suficientes de que isso é totalmente viável (B) (C) (E) (G) (H) Maluco2(J) (L) mesmo em casos de pouca colaboração do paciente (M). Para isso, uma educação num sentido apropriado, ou uma aprendizagem adequada, com a colaboração do próprio, bem como do ambiente circundante pode ser totalmente vantajosa.

É neste sentido que, além deste blog, destinado a dar respostas a várias pessoas interessadas nas nossas ideias, estamos a apresentar uma colecção no blog de divulgação, o TERAPIA ATRAVÉS DE LIVROS, destinada a preparar os livros necessários para que cada um se possa precaver dos «males da mente», fazendo  poucos exercícios, quase à hora de dormir, os quais no fim do primeiro mês não demoram mais do que 5 a 10 minutos e ajudam a manter um padrão de vida relativamente saudável.Difíceis-B
Para começar, além dos exercícios a praticar em casa, o livro AUTO{psico}TERAPIA pode ser o começo de uma vida nova e diferente desde que as pessoas estejam interessadas em manter uma boa saúde mental e se disponham a pedir os esclarecimentos que sempre são necessários em situações novas, desta natureza.
Tudo isso torna-se fácil se houver pessoas interessadas e disponíveis para receber os esclarecimentos necessários para o início de todo este processo. Seria como ajudar tanto o carenciado, como o mendigo a aprenderem a trabalhar e a conseguirem trabalho para ganharem o suficiente a fim de se tornarem autosuficientes e não dependentes dos outros ou de quem se disponha a fazer caridade.Consegui-B

É como ensinar a pescar em vez de dar um peixe para matar a fome do momento.
Num sentido democrático, temos de enveredar por este tipo de aprendizagem utilizando todos os meios que a psicologia nos proporciona. Além disso, numa boa governação, a redução das diferenças entre os quase nada têm e os que vão tendo cada vez mais, deve ser reduzida ao máximo para que todos os bens que TODOS possuem na terra sejam equitativamente distribuídos e usufruídos de acordo com a contribuição de cada um.

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3 thoughts on “DEMOCRACIA / EDUCAÇÃO / PSICOLOGIA – 3

  1. Mário de Noronha (do facebook) on said:

  2. Mário de Noronha (do facebook) on said:

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  3. Mário de Noronha on said:

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