PSICOLOGIA PARA TODOS

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Archive for the month “Setembro, 2014”

BIBLIOTERAPIA – 4

Evidência do resultado de Ler Bons Livros por Receita

Existem provas concludentes de que a leitura de livros de autoajuda pode ajudar pessoas com dificuldades vulgares de mario-70distúrbios mentais, tais como ansiedade e depressão, podendo ser combinada com outras formas de tratamento.
Existem estudos de casos que demonstram o impacto dos livros na prescrição ou «receita individual».
Ler bem Reading Well livros sob receita ou aqueles que ajudam a melhorar o humor, tem em conta as seguintes directrizes.

Directrizes do Instituto Nacional para os Cuidados e Excelência

O National Institute for Care and Excellence (NICE) recomenda a efectivação de autoajuda com base na Terapia Cognitivo-Comportamental nas seguintes áreas:

  • Distúrbios mentais vulgares: Ver CG123 (2011)
  • Cuidados paliativos para pessoas com distúrbios mentais vulgares. Ver CMG41 (2012) (guia de implementação para CG123)
  • Depressão. Ver CG90 (2009)
  • Distúrbio de ansiedade generalizada e episódios de pânico (com ou sem agorafobia) em adultos. VerAcredita-B CG113 (2011)
  • Ansiedade: guia de autoajuda (instrumento para implementar CG113, refere-se a livros sob prescrição como um recurso credível de autoajuda). Ver CG113 (2011)
  • Distúrbios alimentares. Ver CG9 (2004)
  • Fadiga crónica com síndroma de mialgia/encefalomielite. Ver CG53 (2007)
  • Distúrbio obsessivo-compulsivo (OCD) e distúrbio de dismorfia corporal (BDD). Ver CG31 (2005)
  • Guia para distúrbio de aproximação de ansiedade social, desde Maio de 2013.

Consultar o NICE para ver os factos que apoiam as linhas de orientação publicadas.

Existem também no IAPT website os tratamentos indicados para Depressão e Ansiedade.

Selecção de estudos relevantes de autoajuda.

As evidências indicam que as obras de autoajuda, sob orientação, são mais eficientes do que a autoajuda não orientada. Imagina-BEmbora seja necessária mais investigação para a inclusão de mais livros na autoajuda, as investigações demonstram que a ideia de autoajuda não orientada é eficiente.
Embora o apoio e a orientação aumentem a eficácia da autoajuda, só os livros de autoajuda podem ser eficazes. São uma forma económica de prestar informação, sendo uma técnica utilizada pelos profissionais, que pode passar a ser um trampolim para o futuro apoio profissional.

▪ ‘A Meta-Analysis of Bibliotherapy Studies’, Marrs, R.W, Concordia University, Journal of Community Psychology, Vol 23, no 6, (1995)
Resumo: A quantidade do contacto do terapeuta durante a biblioterapia, parece não se relacionar com a eficácia, mas existem indícios de que certo tipo de problemas (perda de peso e redução de ansiedade) obtiveram melhor resultado com o aumento do contacto do terapeuta. Foi recomendada mais investigação, especialmente em relação aos livros adquiridos vulgarmente e à Joana-Banalise da personalidade e aptidão para a leitura.

▪ ‘Efficacy, Cost-Effectiveness and Acceptability of Self-Help Interventions for Anxiety Disorders: Systematic Review’, Lewis, C., Peace, J. and Bisson, J. Cardiff University, British Journal of Psychiatry Vol 200, pp15-21, (2012)
Resumo: A autoajuda para distúrbios psiquiátricos representa uma alternativa popular para as terapias psicológicas administradas pelo terapeuta, proporcionando um tratamento mais económico. Os resultados de meta-análises generalizadas, comparando a autoajuda com as listas de espera, apresentaram uma vantagem de 0.84 a favor da autoajuda. A comparação da autoajuda com tratamentos administrados pelo terapeuta, apresentou uma diferença favorável para os últimos, atingindo a vantagem de 0,43. As intervenções de autoajuda parecem ser uma forma eficaz de tratamento de indivíduos com distúrbios de pânico social.

‘Guided and Unguided Self-Help for Social Anxiety Disorder: Randomised Control Trial’, Furmark, T. et al, The British Psicologia-BJournal of Psychiatry, Vol 195, pp. 440-447 (2009)
Resumo: A autoajuda não orientada através da biblioterapia pode ocasionar melhoras em indivíduos com distúrbios de ansiedade social.

 ‘Guided and Unguided Self-Help for Binge Eating’, Loeb, K.L., Terence Wilson,G., Gilbert, J.S., Labouvie, E. in Behaviour Research and Therapy, Vol 38, Issue 3,pp. 259-272 (March 2000)
Resumo: Este estudo compara a eficácia da utilização, orientada ou não pelo terapeuta, do manual de autoajuda cognitivo-comportamental em casos alimentação compulsiva (Fairburn, C.G. (1995) ‘Overcoming Binge Eating’). Os resultados indicam que as duas condições apresentam formas viáveis de tratamento de alimentação compulsiva, ou da sua redução e dos sintomas associados.

 ▪ ‘Self-help Interventions for Anxiety Disorder: An Overview’, Cuijpers, P.,Schuurmans, J., Current Psychiatry Reports, 2007, Interacção-B30vol 9, pp.284-290
Resumo: Não foram encontradas diferenças nos efeitos entre estudos que proporcionaram apoio profissional ou paraprofessional, em relação com autoajuda; o mesmo aconteceu nos estudos em que foi utilizado material escrito, comparado com estudos em que foram utilizados materias informatizados ou audio/vídeo.

‘Guided Self-Help Cognitive Behavioural Therapy for Depression in Primary Care: A Randomised Control Trial’, C. Williams, P Wilson, J Morrison, A McMahon, A. Walker, L Allen, A McConnachie, Y This trial compared Overcoming Depression: A Five Areas Approach book plus 3-4 short face to face support appointments with treatment as usual. The findings were that guided self-help is substantially more effective than treatment as usual. McNeill, L Tansey, PLOS One (January 2013)
Resumo: O acesso à terapia cognitivo-comportamental para depressões é limitado. Uma das soluções é utilizar os livros de autoajuda. Este livro foi comparado comOvercoming Depression: A Five Areas Approach book plus 3-4 short face to face support appointments with treatment as usual”. Os resultados Saude-Bindicaram que a autoajuda orientada é substancialmente mais eficaz do que o tratamento vulgar.

Impact of support on the effectiveness of written cognitive behavioural self-help: A systematic review and meta-analysis of randomised control trials, P Farrand, J Woodford, Clinical Psychology Review 33 (2013), pp. 182-5.
Resumo: A conclusão principal deste estudo é haver necessidade de maior investigação direccionada para o exame das relações, tipos e modalidades do apoio ao tratamento cognitivo comportamental (TCC) e eficácia da autoajuda. Em relação à implementação, vale a pena um apoio acautelado de intervenções escritas de autoajuda (TCC) na orientação dos serviços de saúde mental.

▪ ‘Self-Help Treatment of Chronic Fatigue in the Community: A Randomised Control Trial’, T Chalder, P. Wallace, S Wessely, British Journal of Health Psychology, vol 2, pp. 189-197 (1997)
Resumo: A entrega de um livro de autoajuda e a informação específica no decurso duma consulta com uma Consegui-Benfermeira investigadora, foi mais eficaz do que um não tratamento, para diminuir a fadiga numa desorientação psicológica. Os médicos de clínica geral devem ser encorajados a utilizar literatura no atendimento de pacientes com fadiga crónica.

 Cognitive Behaviour Therapy for Low Self-Esteem: A Preliminary Randomised Control Trial in a Primary Care Setting, P. Waite, F McManus, R. Shafran, Journal of Behaviour Therapy and Experimental Psychiatry, vol 43, issue 4, pp. 1049-1057 (2012)
Resumo: Este artigo apresenta uma tentativa de controlo aleatório de terapia cognitivo-comportamental para baixa autoestima utilizando o conceito conceptualização e de tratamento de transdiagnóstico de Melanie Fennell para casos de baixa autoestima. Descobertas preliminares sugerem que uma TCC bem orientada e curta, pode ser eficaz no tratamento de baixa autoestima e sintomas associados num grupo clinicamente representativo de indivíduos com distúrbios diversos e co-mórbidos.

Modelo de livros sob prescrição (por receita)

Existe evidência de que a ideia de que o conceito de Livros por Receita (prescrição) é um método eficaz de Maluco2proporcionar leitura de autoajuda.

▪ “Bibliotherapy as a Means of Delivering Psychological Therapy”, Neil Frude,Clinical Psychology, vol 39, pp. 8-10 (2004)
Resumo: Existe evidência de que a utilização de biblioterapia, utilizando livros de alta qualidade, englobada nos Livros por Receita, é eficaz. O resultado de diversos estudos demonstrou efeitos terapêuticos que foram bastante económicos.

▪ “An Evaluation of Books on Prescription Wales”, All Wales Alliance (2006)
Resumo: Nos primeiros nove meses da modalidade de Livros Galeses por Receita (Welsh Books on Prescription) foram requisitadas 15,326 obras em 15 Bibliotecas. Os títulos solicitados mais frequentemente, relacionaram-se com o tratamento da depressão. A avaliação identificou a necessidade de maior padronização da área de apresentação de dados, necessidade de aumentar o conhecimento deste Psicopata-Bmodelo entre os potenciais utentes e investigação para avaliar melhor o seu impacto.

▪ ‘Evidence Review of BOP and Creative Bibliotherapy Projects in Libraries’,Journal of Psychiatric and Mental Health Nursing, D Chamberlain, vol 15 (2008)
Resumo: Esta revisão sistemática apresenta a evidência que apoia a utilização da biblioterapia no tratamento de distúrbios mentais, especificamente, a ansiedade e a depressão, com total participação das pessoas.
Esta recensão analisa o modelo local de BOP (Livros por receita) e sugere que as intervenções foram económicas, obtiveram uma resposta positiva dos pacientes, melhoraram a autogestão e redundaram num melhor relacionamento paciente – médico. Identificou o impacto do paciente como a lacuna principal na evidência base e necessidade de melhor avaliação.

Leitura criativa

 Ler novelas e poesia pode reduzir a tensão e melhorar o humor.

‘Galaxy Commissioned Stress Research’, Mindlab International, Sussex University (2009)Depressão-B
Resumo: Comparando com outras formas de relaxamento, a leitura demonstrou ser 68% melhor na redução dos níveis de tensão «stress» do que a música, 100% mais eficaz do que beber uma chávena de chá, 300% melhor do que ir dar um passeio e 700% melhor do que jogos no vídeo. A leitura de apenas 6 minutos é suficiente para reduzir o nível de «stress» em 60%, baixando o batimento cardíaco, descongestionando a tensão muscular e alterando o estado de espírito.

 ▪ ‘The Future of Reading: A Public Value Project’, Arts Council England (2009)
Resumo: As pessoas compreendem que a leitura traz benefícios – atribuem-lhe valor. Proporciona relaxamento, estimulação, conhecimento e autodesenvolvimento, novas perspectivas para a vida e inspiração. As bibliotecas são um local chave para as fontes de leitura, embora alguns leitores tenham uma imagem desfocada dum serviço de leitura duma biblioteca moderna.

▪ ‘Short- and Long-Term Effects of a Novel on Connectivity in the Brain’, Gregory S. Berns, Kristina Blaine, Michael J. Prietula and Brandon E. Pye, Brain Connectivity, V3, N6, 2013
Resumo: Esta investigação tenta descobrir se e leitura de novelas e romances ocasiona mudanças Psi-Bem-Csignificativas, sua ligação ao estado de repouso do cérebro e a duração da sua persistência. Nos dias depois da leitura, verificou-se um aumento centrado nas conexões neoronais e na circunvolução esquerda angular/supramarginal e na circunvolução posterior temporal direita.
Estas conexões correspondem às regiões previamente associadas com a conversa racional, com compreensão de histórias; as mudanças apresentaram o desaparecimento num lapso de tempo rápido depois do fim da novela ou romance. As alterações a longo prazo na ligação verificaram-se no córtex somatosensorial bilateral, sugerindo ser o mecanismo potencial de “semântica incorporada”.

▪ ‘Reading Literary Fiction Improves Theory of Mind’, David Cromer Kidd, Emmanuelle Castano, Science, 18 Oct 2013, v 342, N 6156, pp 377-380
Resumo: Compreender o estado mental do outro é uma tarefa crucial que proporciona as relações sociais complexas que caracterizam a sociedade humana. Esta capacidade denomina-se Teoria da Mente (Theory Dificeis-Bof Mind). O resultado de cinco experiências demonstram que ler ficção literária melhora a Teoria da Mente. Sob um ponto de vista mais lato, sugerem que a Teoria da Mente pode ser influenciada pelos trabalhos artísticos.

Grupos de Leitura
A actividade de leitura social pode proporcionar bem-estar, combater o isolamento e agregar as pessoas em comunidades apoiantes.

▪ ‘Reading Groups in Libraries, Mapping Survey Findings’, The Reading Agency, 2008
Resumo: As bibliotecas públicas apoiam uma vasta gama de grupos de leitura e tem ocasionado um grande aumento na participação nos últimos anos.
Julga-se que cerca de 20.000 bibliotecas juntaram grupos de leitura servindo uma vasta gama de comunidades, interesses e capacidades.

▪ ‘Reading Groups and Public Libraries Research’, The Reading Agency / BML,2002neuropsicologia-B
Resumo: Mais de 60% das pessoas sondadas, disseram que estar num grupo de leitura ajudou-os a obter mais da leitura e proporcionou uma oportunidade de verdadeiro entretenimento.
Uma parte significativa de membros de grupos de leitura beneficiou em aspectos sociais e de aprendizagem de ler em grupo, oportunidade de relaxar e aumentar a confiança.

A National Public Library Development Programme for Reading Groups, The Reading Agency, 2004
Resumo: Ser membro de um grupo, apoia a aprendizagem, proporciona oportunidades de relaxação e entretenimento, desenvolve a confiança individual e autoestima, cria um sentimento de pertença e de inclusão, promove uma sensação de bem-estar e pode proporcionar um sentido de vida em circunstâncias difíceis.

‘Reading Between the Lines: The Experiences of Taking Part in Community Reading Project’, S Hodge, J Robinson, P Davis, Medical Humanities, vol 33, pp. 100-104 (2007)
Resumo: As descobertas mostram que os grupos de leitura não têm um alvo terapêutico específico, sendo o seu objectivo Organizar-Bprincipal largamente literário, utilizando a leitura com finalidade de convivência social e oferta de benefícios terapêuticos individuais mas não específicos.

▪ ‘An Investigation into the Therapeutic Benefits of Reading in Relation to Depression and Well-Being’, J Billington, C Dowrick, A Hamer, J Robinson, C Williams, Liverpool Health Inequalities Institute (2010)
Resumo: Danos clínicos indicam uma melhoria significativa na saúde mental de pacientes deprimidos, num período de 12 meses que frequentaram «Get Into Reading Groups». Os resultados oferecem uma base preliminar acerca da eficácia da intervenção humana psicosocial e não dispendiosa e que servirá para o desenvolvimento e planeamento da intervenção, assim como para as escolhas relacionadas com as medidas de resultados no desenho dum futuro instrumento de controlo aleatório.
Valor das Bibliotecas na Saúde e no bem-estar.

As Bibliotecas públicas têm um papel importante na saúde e bem-estar das comunidades locais.
Audit of Bibliotherapy/Books on Prescription Practice in England, D.Hicks, 2004
Resumo: Os resultados deste projecto de avaliação, identifica que a biblioterapia está representada num Respostas-B30espectro vasto e diversificado de actividades polarizadas à volta duma prática de biblioteca baseada numa literatura imaginativa e instrumentos de leitura bem desenvolvidos e leitura de autoajuda proporcionada por «livros por receita» e modelos de colecções de autoajuda. Esta avaliação proporciona indicações do valor de uma abordagem mais conjuntural, combinando a melhor prática criativa com abordagens de autoajuda.

Public Library Activity in the Areas of Health and Well-Being, D. Hicks,C.Creaser et al, MLA, 2010
Resumo: A investigação identifica uma vasta gama de actividades de saúde e bem-estar nas bibliotecas e em alguns serviços que prestam benefícios de saúde e bem-estar, isto é, empréstimos ao domicílio, serviços para os invisuais e actividades criativas tais como grupos de leitura que não fazem  parte automática da Biblioteca. Existe necessidade duma oferta clara de saúde e bem-estar numa biblioteca, em combinação com as políticas locais e nacionais de saúde.

 ▪ ‘The Public Library as Therapeutic Landscape: A Qualitative Study’, Liz Brewster, Health and Place 26 (2014) 94-99
Resumo: Este artigo contém os dados dum estudo de qualidade efectuado em pessoas com problemas de DIA-A-DIA-Csaúde mental, destinado e delinear o papel da biblioteca num panorama terapêutico. Apresenta a biblioteca pública como um espaço que é simultaneamente familiar e acolhedor, confortável, calmante e fortalecedor.

The Public Library Health Offer, The Reading Agency and The Society of Chief Librarians.

The public library health and well-being offer from The Reading Agency
Resumo: Esta investigação identifica uma vasta gama de actividades de saúde e bem-estar em bibliotecas, e em alguns serviços que prestam benefícios de saúde e bem-estar, isto é, empréstimo de livros ao domicílio, serviços para os invisuais e actividades criativas tais como grupos de leitura que não fazem parte automática da Biblioteca. Existe necessidade «Educar»-Bduma oferta clara de saúde e bem-estar numa biblioteca, em combinação com as políticas locais e nacionais de saúde.
Apoio para leitura de Livros por Receita

“Estou encantado por ficar envolvido neste excitante projecto que proporciona ajuda a milhões de pessoas que sofrem de ansiedade e depressão.

“Tenho a certeza de que o Médico de Clínica Geral e outros profissionais irão valorizar Reading Well

Books on Prescription scheme. A Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) pode ser um tratamento de conversa altamente eficaz para pessoas com os vulgares problemas de disfunção mental. A lista fundamental de 30 livros de autoajuda baseados na TCC, devem ser uma ajuda muito grande para os tratamentos vulgarmente disponíveis. Não se destina a substituir os cuidados existentes,  mas proporciona um guia e um valor acrescentado.

“As abordagens de autoajuda descritos, estão englobados nas orientações do Serviço Nacional de Saúde e Excelência Clínica (National Institute for Health and Clinical Excellence (NICE). As evidências crescem para indicar que podem, de facto, fazer a diferença.”
Paul Blenkiron
Consultor em Adult Psychiatry, em York, com interesse especial na Terapia Cognitivo-Comportamental – CBT and NICE Fellow.

Depois desta exposição, podemos afirmar que a Biblioterapia, depois de experimentada pessoalmente desde 1973/75, foi utilizada desde 1980, sem pompa nem circunstância, com alguns pacientes interessados em colaborar na leitura de alguns apontamentos policopiados para docência, bem como nos treinos necessários, mesmo á hora de dormir.

Este post vai ser brevemente complementado com BIBLIOTERAPIA – 5, para informar aquilo que temos entre mãos. As capas dos nossos livros figuram aqui, e podem ser lidos à vontade, sem haver necessidade de consulta prévia que, em muitos casos pode ser substituída por «conversas» com muitas pessoas. (B/109). Ver também os posts Biblioterapia (8 jul 14), Biblioterapia – 2 (14 set 14) e  Biblioterapia – 3 (22 set 14)

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Em divulgação…

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Ver também o post 

É aconselhável consultar o ÍNDICE REMISSIVO de cada livro editado em post  ndividual.

Blogs relacionados:

TERAPIA ATRAVÉS DE LIVROS  para a Biblioterapia

PSICOLOGIA PARA TODOS (o antigo)

Para tirar o máximo proveito deste blog, consulte primeiro o post inicial “História do nosso Blog, sempre actualizada”, de Novembro de 2009 e escolha o assunto que mais lhe interessa. Depois, leia o post escolhido com todos os comentários que são feitos. Pode ser que descubra também algum assunto acerca do qual nunca tivesse pensado.

Para saber mais sobre este blog, clique aqui.

BIBLIOTERAPIA – 3

Há dias, encontrei-me com um velho conhecido que não via há mais de 5 anos. Estava bastante envelhecido.Biblio
Olhou para mim e disse-me que eu não tinha mudado muito.
Lamentou-se em relação à situação actual, que não poupa os que querem trabalhar honestamente e ganhar a sua vida com isso. Ele estava com dificuldades nos seus negócios e sentia-se intimamente desconfortável, repercutindo-se isso no trato familiar e social.
Tinha lido dois dos nossos antigos livros da Joana, e muito do que lá estava dito podia ser racional e exequível, mas ele não se sentia em condições de aplicar por causa do estado em que se encontrava.
Não haveria outra forma de ele abordar o problema, antes de chegar às mãos dos médicos ou psiquiatras, com a sua saúde mental a degradar-se por causa da situação actual?
Recomendei-lhe os livros do Antunes e da Cidália e disse-lhe que, por causa de pessoas como ele, que poderiam ficar desequilibradas pontual e temporariamente, especialmente devido à nossa situação actual,  mantinha os dois blogs, relacionados com PSICOLOGIA PARA QUÊ? e com a leitura de livros, além de ir preparando novos livros e reorganizando os antigos para os agrupar numa colecção relacionada com a BIBLIOTERAPIA.
Esta colecção destina-se e proporcionar às pessoas uma oportunidade de prática de exercícios que podem ser feitos em casa, à noite, até à hora de dormir, para obter alguma redução nas dificuldades, melhorar o desempenho, inclusive prevenir ou evitar Psicologia-Bfuturos colapsos psicológicos, além de ajudar a «educar» bem os mais novos, tal como a Joana. Como a
leitura dos livros pode ser feita em quaisquer momentos de folga, em cafés, no descanso ou até em viagens em transportes públicos, torna-se um meio de terapia muitíssimo prático e económico, especialmente em tempo, que não abunda na nossa vida, muito sobrecarregada com inúmeros afazeres.

Mas acha que tudo isso se pode fazer só com leituras? – perguntou-me ele.
Eu não tinha a certeza que se pudesse fazer tudo isso só com leituras ou que todos o conseguissem mas, tanto eu como o Antunes tínhamos conseguido libertar-nos dos nossos problemas ao fim de mais ou menos dois anos.Acredita-B
É por isso que tenho estado a preparar a nova colecção, dedicando-me a ela quase exclusivamente, depois de ter terminado o contrato de docência no ISMAT, onde os alunos me incentivaram a continuar com a ideia que lhes tinha exposto, relacionada com a leitura dos livros.
No Serviço Nacional de Saúde do Reino Unido e também nos EUA, muitos psiquiatras e psicólogos «prescrevem» ou «aconselham» a leitura de livros de autoajuda, pelo menos desde o início deste século. É uma espécie de «tratamento low-cost» também para aliviar as consultas individuais e a farmacoterapia.
Porém, como a prescrição, receita ou aconselhamento exigem uma consulta inicial, continuei por manter os
dois blogs que podem ajudar quem necessite desse apoio ou orientação inicial para ir concretizando aquilo que se diz nos livros inicialmente publicados, o (B) e o (C)
Depois, do meu encontro com Joel (G) e do seu quase pedido ou exigência que incluísse no «seu» livro uma LISTA DE Consegui-BPROCEDIMENTOS, pensei que seria mais económico e cómodo preparar também um livro ou manual, em que pudesse orientar e explicar passo a passo a técnica da autoterapia (P) enquanto não conseguisse publicar o seu livro (G).
Posteriormente, com as experiências pessoais que tinha acumulado durante anos e falando com um colega que colaborava comigo, analisando o desfecho de alguns «casos» em que não existe compreensão de que a «leitura» de muitos dos livros pode encurtar a psicoterapia como aconteceu com a Cidália e o Júlio, além de diversos comentários feitos no blog, resolvi pensar num livro sobre BIBLIOTERAPIA em si, discutindo o problema e apresentando o novo método que é largamente utilizado nos países anglo-saxónicos. Este assunto já foi tratado em dois posts recentes intitulados Biblioterapia e Biblioterapia – 2

Mas, mesmo assim, com os livros sobre Autoterapia e Biblioterapia acha que as pessoas vão compreender esse método e Imagina-Baderir facilmente à ideia? – foi a pergunta seguinte.
De facto, podia ser que as pessoas não conseguissem compreender o novo método nem aderir à ideia e, por isso, havia necessidade de esclarecer pessoal e publicamente (B/109) essas ideias, disponibilizando alguns livros, especialmente os da Autoterapia e Biblioterapia, já que os restantes seriam publicados seguidamente de acordo com o interesse demonstrado e a apetência do público.
Esclareci-o que a minha ideia já tinha sido transmitida, a partir de Abril de 2014, à Área da Saúde Mental da Câmara Municipal de Sintra e até, recentemente, ao Gabinete de Apoio ao Munícipe. Tentei explicar que só uma agremiação, colectividade ou instituição autárquica pode promover essas reuniões sem fins lucrativos. Uma empresa particular só o fará pensando nos lucros que daí pode obter. É o que se vê em muitas empresas que fazem formação ou sessões de actualização, apresentando quase «receitas» para muita coisa, mas que podem não se coadunar com a «maneira de ser» de muitos.

Acha que os poderes autárquicos ou partidários vão promover uma coisa dessas que interessa, de Psicopata-Bfacto, ao público, se eles não tiverem «interesse» nisso? São promessas que se fazem nos tempos de eleições para se esquecerem logo de seguida, se não fizerem exactamente o contrário.
Depois desta conversa muito elucidativa, concordando com o muito do que ouvi, vou continuando a manter os dois blogs, a trabalhar nos livros e, para esclarecimento, vou transcrever um dos capítulos do novo livro sobre Biblioterapia que, em princípio deve ter apenas 68 páginas, das quais, 42 são do texto para se ler com cuidado e apreender as informações prestadas, além de 12 páginas de informações sobre os livros publicados nesta colecção da BIBLIOTERAPIA. Por aí, a pessoa pode orientar-se sem qualquer consulta.
Por isso, vou transcrever a seguir as possíveis páginas 43 a 48 (capítulo 8) do futuro livro sobre a Biblioterapia e suas vantagens, relacionadas com um caso em que não foi possível que o consulente compreendesse a vantagem de fazer uma profilaxia e ficasse pela redução da sua angústia com os Saude-Bcomprimidos que estava a tomar, mudando do serviço de que não gostava, sem qualquer razão plausível para isso. Contudo, dizia que não conseguia dormir sossegado desde que os pais se tinham separado, uma dezena de anos antes.
Com medicamentos e a mudança de serviço, ninguém ponderou na hipótese das causas da dificuldade de atender o público pessoalmente, em vez de ser ao telefone como acontecia anteriormente… (segue a trnscrição)

 
8
O que se poderia fazer nesse caso?
− Talvez as sessões em conjunto o pudessem motivar, mas nada disso era possível na época.
Custava-me imenso que houvesse mais alguma situação como a do «Mijão» que aguentou a sua saga durante mais de um Depressão-Bquarto de século por não ter tido apoio adequado em tempo devido.
A «Perfeccionista» foi quase traída pela mãe que a obrigou a aumentar a medicação quando estava a melhorar com a psicoterapia, passando a ter classificação de 13, quando anteriormente tinha tido 15. Depois de se ter interrompido a psicoterapia, que não seria aconselhável com o aumento da medicação, foi piorando até ser considerada bipolar e com ameaças de suicídio e de homicídio da mãe (M).
O «Pasteleiro» também não foi devidamente ajudado pelos familiares e organizações que, em vez de o ajudarem, de facto, apenas conseguiram aumentar as suas dificuldades com as acções caritativas e de apoio que lhe davam quando ele se «mostrava» doente (M).
“Por isso, julgo que em sessões de esclarecimento (B/109), muito se pode fazer, enquanto as pessoas não compreenderem que a leitura de textos adequados e alguns procedimentos fáceis e rudimentares as podem ajudar imenso. No entanto, todos podem começar com a leitura deste livro, por todas as razões aqui expostas.
“É por isso que insisto muito na prevenção e profilaxia, mesmo sem a intervenção do psicólogo, psiquiatra, psicoterapeuta Maluco2ou medicamentos. Cada um fica preparado para enfrentar a vida com maior ou menor esforço, com realismo e não com ideias baseadas em falsos conceitos ou preconceitos. A biblioterapia pode ajudar.
“Nos «casos» descritos nos diversos livros, quase todos fizeram isso e deixaram de se sentir «aflitos» em momentos de dificuldades que sempre ocorrem.

Mas no caso do rapaz que esteve na consulta, o que é que espera?
− Não espero coisa alguma de especial. Antes de tudo, o pai deve começar a pensar nas despesas que vai ter com uma psicoterapia que, para não ser enganosa, avisei antecipadamente que levaria algum tempo e necessitava de colaboração do rapaz, com treino e leitura. Como não existem as sessões de que falei, embora já existam os blogs, no caso da falta de leitura do rapaz,Psi-Bem-C eu teria de explicar isso individualmente em consultas. No caso de não haver treino em casa, o rapaz teria de vir a muitas mais consultas para ir praticando aos poucos. Com a medicação que estava a tomar, o relaxamento mental seria mais difícil. Não obtendo o alívio esperado e, muitas vezes, enganosamente obtido com os medicamentos, a decepção e a incredulidade na psicoterapia teria o seu lugar, ajudando a formar uma ideia errada da mesma, como aconteceu inicialmente com o Januário (L).
“Para finalizar, depois de alguma sessões que não dariam os resultados esperados, ficariam decepcionados ou continuariam com sessões em que a medicação não é reduzida nem interrompida e as sessões de psicoterapia em pouco ou nada ajudam a modificar uma vida que se deseja num sentido vantajoso para o futuro, tornando a pessoa autónoma e independente, quer do psicoterapeuta quer da droga, sendo capaz de enfrentar crises parecidas, com optimismo e Interacção-B30independência.
“Do modo como procedi, pelo menos fico de bem com a minha consiência, expondo o caso de maneira a não lhes criar maiores decepções ou conformismo com a manutenção ou degradação da situação só com diagnósticos fantasiosos e medicações que não se evitaram ou reduziram, tal como aconteceu, pelo menos, comigo, com o Antunes, com a Cidália, com o Júlio e com o Joel.
“Se todos continuassem a ser medicados, com os diagnósticos que enfrentavam, nunca mais teriam uma vida satisfatória. Com o Cali fez-se o possível, mas a sua falta de compreensão de que o seu comprometimento era importante, a pouca leitura, a falta de treino para um relaxamento profundo, a ideia de que conhecendo as causas talvez se pudesse extirpar o mal pela raiz e o seu regresso ao Porto, foram os factores principais que o deixaram melhor, apenas nos estudos e nos transportes. O resto dependia muito da colaboração e da compreensão dele, da sua maturidade e do treino que quisesse manter.

Nestas condições, julgo que além da colaboração do próprio, a leitura pode ser muito estimulante.Difíceis-B
− Já compreendeu por que razão desejo que as pessoas leiam alguma coisa em vez de se sujeitarem simplesmente à psicoterapia, que pode não surtir o efeito desejado e possível, tal como aconteceu com o «Calimero», a «Perfeccionista» e o «Pasteleiro»? Eles também não leram coisa alguma daquilo que os poderia ter motivado e eu não tive possibilidades de os induzir a aderir às minhas ideias.

Acha que será fácil, induzir as pessoas a ler coisas mais sérias, numa terra como a nossa em que a iletracia é avassaladora e as poucas leituras que se fazem se resumemem às revistas de moda, celebridades e «fofoquices»? Se no caso que contou, o tio da jovem, que tinha quase um mestrado, não leu e entregou os livros à sobrinha para que ela os lesse, como se dissesse: “Já que estás «doente», toma os livros que são para tu leres”, o que se pode fazer?Joana-B
− Se calhar, é também por isso que no Reino Unido, os livros são «prescritos» por um psiquiatra ou um psicólogo. É como se fosse uma receita para aviar. E repare que a iletracia é menor e a apetência para a leitura maior do que entre nós. Porém, quem vai fiscalizar essa «toma» de medicamentos (livros)? Se a pessoa não tomar (ler), o que vai acontecer? Nos nossos serviços, em que há falta de médicos para consultas, vamos desperdiçar o tempo a «receitar» um livro de cada vez e fiscalizar ou monitorizar a sua leitura? O que se deve fazer enquanto a pessoa não conseguir a consulta?

Qual a solução que acha que se pode adoptar?
− O meu interesse não é fazer só consultas, mas ajudar, de facto, as pessoas, com o mínimo de consultas possível.
“Em vez de ficarem à espera da consulta, as pessoas interessadas em resolver as suas dificuldades, em melhorar o seu desempenho, evitar desequilíbrios ou ajudar mais alguém, podem ler este livrinho que os neuropsicologia-Bpode guiar nessa sua nova e inesperada tarefa. Para isso, são boas as sessões de conjunto, para alertar muita gente e para fazer uma pré-orientação nas leituras necessárias. Para isso, também é necessário que haja literatura disponível.

− Colega. Eu estou convencido de que existe muita coisa útil que se pode fazer em psicologia e, especialmente, em psicoterapia, com prevenção e profilaxia. O que é que pensa fazer agora?
− No final desta nossa longa e frutuosa conversa, depois de explicar as minhas ideias a entidades que podem implementar um projecto que seja útil para a comunidade, fico à espera que alguém que se diz democrata e preocupado com o bem público, comece a actuar num projecto que é pouco dispendioso mas que é extremamente vantajoso sob o ponto de vista de saúde mental da população em geral.
“Contudo, se nenhum dos dirigentes autárquicos ou políticos se preocupar com estes problemas, os Organizar-Bpróprios interessados terão de se juntar e desencadear uma acção restrita ao seu grupo.
“Se, mesmo assim, não houver esse grupo, resta-me atender as pessoas tradicionalmente em consultas «normais» que poderiam ser muito mais reduzidas com um programa de esclarecimento e compreensão e do qual falámos nesta nossa conversa.

Se nada disso acontecer, pensa fazer mais alguma coisa?
− Se nada disso acontecer, em atenção ao falecido Dr. Ramos de Sousa que foi o bibliotecário do ISMAT, penso transformar a nossa conversa em livrinho para o poder incluir na própria BIBLIOTERAPIA, disponibilizando-o depois aos que forem às minhas consultas. Pelo menos assim, em poucas folhas, apresento as minhas ideias que, se fossem em consulta, custariam ao consuIente pelo menos mais uma ou duas consultas do que as habituais.
“Lendo as nossas antigas brochuras do Centro de Psicologia Clínca, o Dr. Ramos de Sousa incitou-me a apresentar essas ideias mario-70
que poderiam ser aproveitadas por muita gente que, como ele, formado em Direito e dedicado ao jornalismo e política, desconheciam por completo. Julgava que a Psicologia deveria ser uma espécie de conjunto de conselhos que seriam dados pontualmente em cada caso, escrutinando toda a situação. Era como que uma receita a ser seguida individualmente e de acordo com cada caso. É o que fazem agora no Serviço Nacional de Saúde do Reino Unido e até nos EUA.
“Além disso, ele julgava que os condicionamentos, quer clássico, quer operante, funcionavam apenas com animais (J/51), como se nós também não fôssemos isso, embora pensantes. É também isto que pretendo que as pessoas compreendam e não fiquem apenas pelas formulações terapêuticas utilizadas «depois» do mal ter acontecido. O meu objectivo fundamental é que as pessoas saibam tudo isso «antes», para não entrarem numa descompensação, ou para conseguirem sair da mesma com facilidade, como deveria ter acontecido também comigo se tivesse tido os apoios suficientes que preconizo agora.
“Quando o Dr. Ramos de Sousa descortinou claramente quais eram as minhas ideias e compreendeu o Respostas-B30modo como se forma, mantém e se modifica o comportamento humano ou é eliminado, aconselhou-me a prosseguir com o que tinha feito no Jornal de Queluz, nos anos 70 do século passado. Foi por isso que surgiu a ideia de preparar o livro «Respostas sobre Psicologia». Também me encorajou a descrever os casos de psicoterapia, de aconselhamento e de profilaxia, especialmente os que fossem como os do Joel (G).

É o que vai fazer agora?
− Talvez vá esperar algum tempo para saber se vai ser promovido algum programa de divulgação. Caso contrário, se tiver finança suficiente, vou transformar a nossa conversa em livrinho para que a pessoa, mesmo sem qualquer consulta, possa ter um apoio sério e um esclarecimento adequado para a sua adesão à BIBLIOTERAPIA, muito mais económica e cómoda do que só as consultas.

Neste caso, se a pessoa não tiver qualquer outro apoio, pode orientar-se seguidamente mais ou menos DIA-A-DIA-Cpelos livros marcados com (P) (B) (J) (D) (C) (E) (F) (K) (A) (G) (H) (L) (M) ou na ordem que desejar, sabendo que existem também os livros (I) (N) (O) para quem os quiser utilizar?
− Julgo que sim. Já discutimos isso e parece-me que não estou fora da realidade. Não tenho qualquer outro apoio que possa dar numa terra que nunca se habituou a isso.

Boa sorte no que fizer.
− Agradeço imenso o seu apoio. E imagino que não me vou arrepender, especialmente se houver quem beneficie com isso. Quanto aos blogs, vou ver se terei consulta e algum feedback.

***************************************

Mesmo antes de este livro estar pronto, tive a surpresa de um velho amigo, que tinha lido o livro da JOANA (D), me dizer que Abade Fariadesejava que a sua neta de 15 anos o lesse porque o seu comportamento com os pais era muito difícil. Enquanto ela se dava muito bem com ele, os pais lidavam com ela com muita dificuldade. No post Ler ou mandar ler (29Dez11) que lhe dediquei naquela ocasião, lembrando-me do comportamento do pai da jovem de quem se esteve a falar, tive a oportunidade de explicar que seria muito mais útil que os pais fossem os leitores principais e iniciais para descobrir de que maneira poderiam modificar o seu próprio comportamento para modificarem o comportamento da filha.
Fazer o contrário poderia dar um efeito indesejado. É o que infelizmente acontece com quase todos os que querem que se modifique exclusivamente o comportamento dos outros para se adaptar ao seu. Será possível? Durante quanto tempo? (F/69…)

Consultou os links mencionados neste post?

Em divulgação…

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PSICOLOGIA PARA TODOS (o antigo)

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DEPRESSÃO – 3

Senhor Dr. Noronha:Biblio

Já fui seu paciente há mais de 20 anos quando tinha o consultório na Infante Santo e eu estava a estudar em Lisboa.
Estou agora com 49 anos e nestes últimos tempos tive uma crise muito má, a pior da minha vida, com uma profunda depressão por causa de tudo aquilo que se está a passar. Graças a Deus já estou melhor.
Tenho andado extremamente ansioso, há muito tempo…
Recorri a um psiquiatra onde só ainda fui uma vez, para medicação. Também achei melhor ser acompanhado por um psicólogo, que dá consultas em Bragança e a quem mostrei os seus relatórios de avaliação de personalidade.Psicologia-B
Recentemente, quando falei nas minhas dificuldades a uma pessoa amiga e ele soube do seu relatório antigo, perguntou-me por que razão não me servia também do blogue, até para tirar daí algumas ideias ou fazer quaisquer perguntas. Os comentários poderiam servir para isso.
Fiquei satisfeito quando consultei o blogue e admirado com o artigo sobre Biblioterapia. Não sabia que isso se podia fazer.
Embora não me queira denunciar, vou procurar ler vários artigos que me parecem ser interessantes e talvez faça comentários anónimos.Acredita-B
Obrigado pela ajuda.
Anónimo

Caro antigo paciente Anónimo,

Gostei de receber o seu comentário em vez de contacto pessoal por e-mail, o que me dá a oportunidade de utilizar bastante do meu tempo para lhe dar uma resposta que pode servir a mais pessoas. Julgo que é mais económico e útil do que uma opinião estritamente pessoal. Por isso, agradeço imenso os comentários em vez de e-mails e Maluco2privilegio as sessões em conjunto.

Tenho imensa pena que uma depressão bastante grave o tenha incomodado, como me aconteceu também há muitos anos e fica descrita na Biblioterapia (8 jul 14) (J/108…).

Agora, nos últimos 40 anos, apesar das muitas contrariedades, arrelias e dificuldades, tenho conseguido
resistir a tudo. Não julgue que eu não pratico todos os dias aquilo que recomendo aos outros.

Depois da prática que tenho, os primeiros 3 minutos quando vou para a cama são o suficiente. Já não necessito da autoanálise mario-70nem do diário de anotações as quais vão ficando registadas na memória. O relaxamento muscular ou mental também não são necessários. Entro quase directamente na imaginação orientada. Quanto a ler alguma coisa, só o facto de «vasculhar» casos antigos e reorganizar os livros torna-se mais do que o suficiente.

Por isso, depois de ter publicado vários livros, pensei na sua reorganização e na preparação de outros com
os diversos «casos» para os incluir numa colecção para a BIBLIOTERAPIA. Parecia-me que as pessoas não estavam satisfeitas com os «casos» já apresentados. Também, as indicações dadas em diversos livros para a psicoterapia, sem haver uma sistematização ou quase um guia, pareceu-me que não satisfazia os leitores. Por isso, comecei a preparar o «AUTO{psico}TERAPIA» (P).Saude-B

Depois disso, ouvindo mais sugestões e críticas, resolvi preparar um novo livro «BIBLIOTERAPIA» (Q) para ajudar as pessoas a compreender que além de praticarmos a AUTOTERAPIA, é vantajoso saber de que maneira funciona a nova metodologia do tratamento através de livros. O mecanismo ou o funcionamento do comportamento humano tem de ser bem estudado para o podermos recordar, analisar, compreender e descobrir de que modo seria possível evitar alguns erros do passado.

Esta análise, serve para verificar quais foram as causas de determinados comportamentos e compreender os seus efeitos a Joana-Bfim de não repetir os mesmos «erros» no futuro. Julgo que este último livro é bastante importante para sensibilizar as pessoas que, na sua grande maioria, julgam que todos os «males da mente» são «doenças» a serem «curadas» com medicamentos. Além disso, confundem o comportamento com a ética e a moral: “Ele devia ter feito isto” “Porque é que ela fez aquilo?” são exclamações que implicam uma intenção que teremos de adivinhar sem analisar o comportamento com as suas causas e efeitos.

A minha preocupação de publicar os livrinhos da Joana (D) e sobre a modificação do comportamento (F) tiveram a intenção de demonstrar isso e ajudar a fazer uma análise e avaliação do comportamento, demonstrando que não é difícil modificá-lo. Contudo, isso necessita de explicações suplementares pessoais que podem ser dadas em conjunto como já Psicopata-Btinha experimentado nas aulas de Psicologia, e Psicopatologia (B/109).

Neste momento, isto até já está comunicado à área da Saúde Mental da Câmara Municipal de Sintra onde resido. Já me mostrei disponível para isso, mas a iniciativa deve partir deles, porque não lhes estou a pedir um favor. Estou a comunicar a minha vontade de colaborar se, de facto, quiserem ter uma melhoria na saúde mental na qual estou a «navegar» há mais de 35 anos.

Muitas vezes, só esse desconhecimento ajuda uma pessoa a «afundar-se» nos seus problemas como se Interacção-B30fosse um «fado» sem tentar sair do mesmo. Como poderemos reagir às frustrações que nos devem estar a assolar constantemente e especialmente nos tempos actuais? Facilmente entramos em depressão donde tentamos sair com a ajuda dos medicamentos que são prejudiciais e alienantes.

O conhecido psiquiatra e especialista americano Peter Breggin, bem falou nisso em Psicoterapia / Medicação (6 abr 14) (A)

Presentemente, temos amplas investigações fidedignas feitas especialmente nos EUA e no Reino Unido (por enquanto?), em casos de depressão, que nos apresentam resultados surpreendentes de psicoterapiasRespostas-B30

feitas com a leitura e a compreensão de todo o comportamento humano e o modo como determinadas pessoas conseguiram superar as suas dificuldades com pouca ou nenhuma medicação.

Contudo, o hábito de leitura séria é muito raro em Portugal. Lêem-se muitas revistas «glamorosas» e de «fofocas», além de livros enganosos de chamada autoajuda, com muitos «complementos» e «instrumentos» à mistura que nos deixam «agarrados» a um procedimento que parece ser exclusivo e que pode não ser adequado para muitos. Os anúncios de «curas» quase milagrosas também não faltam na nossa televisão.

Cada um tem de descobrir «interiormente» os mecanismos e as armas necessárias para combater as Consegui-B«suas» dificuldades, com as disponibilidades que conseguir encontrar dentro de si. Aquilo que é bom para uns pode não o ser para outros. É por isso que o relaxamento mental tem de funcionar para fazer funcionar a imaginação orientada (de cada um).

Para fortalecer o autorreforço de cada um, é muito importante a Terapia do Equilíbrio Afectivo. Para isso, o diário de anotações pode ser importante, além da autoanálise que dará os seus efeitos a longo prazo evitando que as dificuldades tomem conta de nós e nos dominem por completo Psicoterapia 6 (01Nov13)

Quanto às inúmeras dificuldades que nos assolam permanentemente, ninguém julgue que ficará imune a elas. Funcionam como as autoestradas, que são boas enquanto tiverem sinalização e manutenção atempadaImagina-B e adequada. Contudo, às vezes, a meteorologia também não ajuda. Estaremos preparados para uma condução mais ou menos segura? O equilíbrio afectivo e a imaginação orientada não serão os meios da manutenção adequada da nossa mente e uma boa capacidade para conduzir com tempo difícil? Os pilotos dos aviões têm os simuladores que exigem bastante treino! Em autoterapia (psico), a prática diária, depois do primeiro mês, não demora mais do que 5 minutos à hora de dormir. Tudo o resto da escrita que é vantajosa no início, pode-se fazer nos 5 a 10 minutos anteriores.

O que mais interessa é a aprendizagem inicial que se pode fazer em conjunto (B/109) e a prática que cada um vai adquirindo
Organizar-Bem casa, nos primeiros tempos, até atingir a mestria. Além disso, as leituras ajudam a compreender muita coisa para recordar o passado e o analisar com humildade, objectividade e racionalidade, descobrindo as falhas existentes e os meios de ultrapasaar as dificuldades, fazendo funcionar todos os mecanismos que estiverem à disposição de cada um.

Muitos dos posts deste blog tratam disso.

Outros posts que podem ajudar a entrar neste mundo de psicoterapia cómoda e ao domicílio, estão e continuarão a ser apresentados neste blog sempre que for necessário e houver solicitação para isso, são:Digitalizar0011

Reforço do Comportamento Incompatível 6  (25 jun 14)

Autoterapia 11 (28 jul 14)

PARE, ESCUTE e OLHE (10 ago 14)

Consultar pelo menos os seis posts já indicados pode ajudar em muito a diminuir a carga emocional subjacente aos seus problemas.Psi-Bem-C

Contudo, não basta cada um resolver ou tentar resolver o seu próprio problema. Em que situação fica a família? Não sei se é casado e tem família. Também pode ter os pais que podem ficar preocupados com a sua situação. O caso do Antunes (B) serve bem para compreender isso e verificar que um comportamento de reeducação escolar e alguma leitura de livros conseguiu desencadear todo um processo de «endireitar» uma família que se poderia ter «desorientado» por completo. O caso da JOANA (D) é um exemplo paradigmático.

Por isso, é bom que cada um leia tudo o que valer a pena a fim de que se consciencialize e tome conta da Difíceis-Bsituação sem se deixar «submergir» por ela para logo depois se sentir vítima do sistema. Por isso, especialmente quando se tem família, é bom fazer uma profilaxia lendo muita coisa que interessa. O que estou a dizer, é que cada um deve ler e não «mandar ler» quando os filhos tem problemas ou apresentam comportamentos disparatados como já aconteceu.

Ler ou mandar ler (29Dez11)

(???) (18 mar 14)

Risco de Suicídio? 5 (02Jan13)
Com todos estes links que estamos a apresentar, espero que exista da sua parte a paciência de os consultar, se não quiser ler mais alguma coisa que lhe interesse entrando na História do nosso Blog, sempre Depressão-Bactualizada, onde pode encontrar muitos temas do seu interesse.

É com este intuito que se preparou este blog.

Espero que tenha boa sorte e possa minimizar as suas dificuldades.
Quanto aos livros sobre «AUTO{psico}TERAPIA» (P) e «BIBLIOTERAPIA» (Q) que já estão quase prontos para os publicar, fico à espera da inscrição dos interessados que me deverão comunicar através do e-mail mariodenoronha@gmail.com o endereço e o número de exemplares desejados, podendo consultar antes a BIBLIOTERAPIA para conhecer bem o conteúdo de cada um.

Em divulgação…arvore-2

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PSICOLOGIA PARA TODOS (o antigo)

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BIBLIOTERAPIA – 2

O comentário seguinte feito no post DEMOCRACIA / EDUCAÇÃO / PSICOLOGIA – 4:

“O artigo anterior sobre biblioterapia só nos encaminha para livros a serem lidos para a autoterapia.Biblio
Mas, sobre a biblioterapia há mais qualquer coisa?
O que é que nós temos cá muito concretamente sobre BIBLIOTERAPIA?”

teve a minha resposta:

“Não compreendi bem o seu comentário, mas vou dar a minha visão no post seguinte de BIBLIOTERAPIA – 2.”

No post Biblioterapia (8 jul 14), dissemos mais ou menos como é que tinha nascido em mim essa ideia que foi posteriormente estimulada com as informações que vou apresentar e que foram fortemente incentivadoras para preparar e publicar, se Joana-Bpossível, um novo livro relacionado com a ideia da BIBLIOTERAPIA que é um método terapêutico utilizado, quase como prescrição médica (ou psicológica?), especialmente em casos de DEPRESSÃO, nos Serviços Nacionais de Saúde do Reino Unido, bem como nos dos EUA.

O psicólogo clínico Neil Frude, que eu julgava que era psiquiatra, implementou esse processo nos primeiros anos deste século e o jornalista Kevin Helliker (B/81), do Wall Street Journal citou no Courrier Internacional, de 21 SET 2007, dois estudos favoráveis feitos em depressivos e publicados no Behavior Research Therapy, mencionando os bons resultados obtidos nessas investigações, que seriam precursoras dasMaluco2 ideias sobre biblioterapia, em psicoterapia.
Além destas informações, existem tentativas de investigação e de experimentações controladas em vários países e, suponho que até no Brasil, com resultados considerados satisfatórios pelos investigadores.
Contudo, como amostra, vou transcrever a seguir as informações dadas por uma jornalista “Liliana Pinho” sobre uma experimentação realizada no Reino Unido, sob o título.

Doentes depressivos “aviam” receitas na biblioteca

No Reino Unido, a prescrição de livros em vez de fármacos para tratar a depressão está a tornar-se cada vez mais comum. Além Psicologia-Bde “low-cost“, o método, já conhecido como “Biblioterapia“, não acarreta efeitos secundários
Texto de Liliana Pinho JPN • 13/01/2014 – 19:24, intitulado: Share on facebookShare on emailMore Sharing Services

Há uma nova terapia para depressão no Reino Unido e, a melhor parte é que além de “low-cost“, não apresenta efeitos secundários. É chamada de “Biblioterapia” e faz jus ao nome: em vez de fármacos, são prescritos livros. Isso mesmo: livros. É que, de acordo com alguns especialistas, além de fomentar a empatia, a leitura pode ajudar os pacientes a superar as suas fragilidades emocionais.
O método, chamado de “Books on Prescription“, começou a ser utilizado oficialmente em Junho, pelo Consegui-BServiço Nacional de Saúde do Reino Unido (NHS), e foi agora divulgado por Leah Price, investigadora e professora da Universidade de Harvard, no jornal “The Boston Globe“.
“Se o psicólogo ou psiquiatra diagnostica o paciente com depressão leve ou moderada, uma das opções é passar-lhe uma receita com um dos livros aconselhados“, explica a investigadora.
E sendo uma prescrição — e não apenas uma recomendação — há que seguir as indicações do médico rigorosamente, depois de “aviar” a receita na biblioteca. Até porque não existem efeitos secundários: “Ao contrário dos fármacos, ler um livro não acarreta efeitos secundários como o ganho de peso, a diminuição do desejo sexual ou as náuseas”, sublinha Price.

100 mil requisições em três mesesPsicopata-B
Os livros são “seleccionados com base no conteúdo e no âmbito de programas de leitura desenhados para facilitar a recuperação de pacientes que sofram de doenças mentais ou distúrbios emocionais” e esta “parece ser uma solução vantajosa” — e “low-cost“, já que os livros acabam por sair mais baratos do que os fármacos, ou até a custo zero, no caso das requisições.
“Ler melhora a saúde mental e é difícil pensar na existência de malefícios quando se fala de um programa como este”, defende a investigadora. Por isso mesmo, tem cativado cada vez mais adeptos. Ainda que não existam, para já, números oficiais sobre a sua verdadeira eficácia, a investigadora adianta que, só nos primeiros três meses do programa, foram feitas mais de 100 mil requisições dos livros de auto-ajuda recomendados.
Esta, porém, não é a primeira vez que o Serviço Nacional de Saúde britânico aposta neste tipo de programas, numa forma de reconhecimento da importância dos livros. Uma outra iniciativa, denominadaSaude-BThe Reader Organisation“, por exemplo, reúne pessoas desempregadas, reclusos, idosos ou apenas solitários para que, todos juntos, leiam poemas e livros de ficção em voz alta.
A “Biblioterapia” foi desenvolvida também pelo psiquiatra Neil Frude, em 2003, que com base numa investigação concluía precisamente que os livros tinham potencial para se assumir como substitutos dos anti-depressivos. Ao acompanhar o percurso dos seus pacientes, Frude rapidamente percebeu que estes compensavam a frustração da espera pelos primeiros efeitos dos fármacos — que podia durar anos — com a leitura, como forma de entretenimento.”Difíceis-B
http://p3.publico.pt/cultura/livros/10404/doentes-depressivos-quotaviamquot-receitas-na-biblioteca este link é destinado a quem quiser consultar o original no Google da internet.”

********************

Da nossa parte, estamos amplamente seduzidos «e experimentados pessoalmente» por este processo que necessita unicamente de ser implementado pelos «nossos» necessitados. Como já disse anteriormente, a Câmara Municipal de Sintra e, especialmente, a sua Área da Saúde Mental está informada disso desde Abril de 2014. mario-70O importante é iniciar uma campanha que possa ajudar económica e eficazmente os inúmeros «utentes» dos serviços de saúde que sobrecarregam as consultas esbanjando os fracos recursos existentes com medicamentos. Além disso, a sensibilização dos utentes é extremamente importante porque é ele quem tem de «dar o corpo ao manifesto» lendo os livros, compreendendo a matéria e implementando os procedimentos que ficam descritos. Falta iniciar o hábito da leitura!

Talvez seja a parte mais complicada, já que estamos culturalmente habituados a recorrer imediatamente ao médico logo que nos sentimos descompensados. Não tentamos compreender a situação, fazer alguma dieta Interacção-B30ou recorrer a hábitos de vida mais saudáveis lendo alguma coisa sobre isso. Uma vez no médico, o diagnóstico torna-se importante e os «remédios» adquirem-se na farmácia e tomam-se sem qualquer esforço. Depois, o resultado é o que se vê, especialmente em psiquiatria, em que as pessoas caminham como «zombies», apáticas e quase balofas. O álcool e as drogas fazem o mesmo efeito mas, socialmente «parece mal». Qualquer dia, as inúmeras concentrações para os festejos juvenis (não serão também adultos?) vão começar a funcionar como reforço do comportamento incompatível.
Vários posts deste blog tratam de todos estes assuntos. É só consultar. Presentemente, até aflige ter conhecimento de que os antibióticos, com a devida receita médica, são exagerados e que podem deixar de produzir o seu efeito benéfico com um abuso incontrolado, mas legal.Respostas-B30

Para obviar muitos destes problemas, para os que apresentam dificuldades, já preparamos o livro «AUTO{psico}TERAPIA» (P). Os que quiserem iniciar uma psicoterapia ou profilaxia, podem começar a ler,  depois deste  (P), os livros aqui indicados com as letras respectivas ou seus antecessores, que estão indicados  no final da cada livro, no capítulo RESUMO DO CONTEÚDO DAS OBRAS INDICADAS: (B) (J) (D) (F) (K) (A) (C) (E) (G) (H) (L) (M) (I) (N) (O). 

Para os que tiverem dúvidas em relação às informações dadas no livro citado (P) ou que desejarem saber antecipadamente quais os ganhos a obter com este método ou procurarem fazer profilaxia, prevenindo-se contra os possíveis «males» que a nossa «civilização» proporciona com a sua vida frenética que estamos a viver, vamos preparar o livro sobre «BIBLIOTERAPIA» Psi-Bem-C(Q), que é o 17º da colecção.

Aí ficarão mencionadas as vantagens deste método e os passos a dar sequencialmente na leitura dos livros recomendados, tanto para os que têm problemas psicológicos e desejam iniciar uma psicoterapia quer por si próprios, quer com pouca ajuda do psicólogo, quer para os que preferirem fazer uma profilaxia proveitosa. Para os que não se quiserem enfronhar na leitura e seguir alguns procedimentos simples, não tendo também qualquer apoio psicológico ou medicamentoso directo, o mal-estar do momento e os prejuízos posteriores podem ser muito avultados.

Também ficam contemplados os que desejam enveredar por uma acção psicopedagógica ou reeducativa ou até aqueles que desejam melhorar o seu desempenho nas chefias ou no contacto interpessoal. Os livros são o meio mais cómodo, económico e sempre disponível que podemos utilizar em qualquer caso de emergência ou Acredita-Besclarecimento, mesmo durante as constantes viagens que temos de fazer. Contudo, têm de ser devidamente escolhidos e compreendidos.

Reiteramos esta ideia porque Leah Price, investigadora e professora da Universidade de Harvard, diz no jornal “The Boston Globe” que não existem efeitos secundários. Será possível que alguns dos que lerem livros sobre crimes perfeitos, não sejam incentivados a praticar crimes através da aprendizagem social com reforço vicariante (ou modelagem edentificação) ficando incitados a cometer crimes? As experiêncais de Albert Bandura indicam isso. Por isso, todo o cuidado é pouco. 

Por este motivo, depois de várias críticas, sugestões e pedidos, além dos 17 livros da colecção BIBLIOTERAPIA, resolvemos preparar mais um, denominado «PSICOTERAPIA… através de LIVROS» (R), destinado a orientar os interessados na leitura correcta e compreensão dos livros adequados para o seu caso, com conhecimento de causa.

Esta metodologia, experimentada pessoalmente desde 1973/75, foi utilizada nas consultas desde 1980, quando houve colaboração dos interessados, apenas com apontamentos policopiados para a docência. Contudo, o mais difícil é mudar as mentalidades que se habituaram a imaginar que as consultas de Psicologia ou Psicoterapia são para se fazerem diagnósticos, talvez com alguns exames antecedentes e ouvir conselhos sem cada um colaborar na compreensão do funcionamento do comportamento humano e de toda a metodologia e prática necessárias para a mudança do comportamento indesejável e indesejado. 

O livro até cabe num bolso grande ou na mala das senhoras se a pessoa não o quiser transportar na mão.

Este post foi actualizado em 9 de Outubro de 2017

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PSICOLOGIA PARA TODOS (o antigo)

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DEMOCRACIA / EDUCAÇÃO / PSICOLOGIA – 4

Comentário:

Lendo o artigo e os dois comentários, parece que exagera a necessidade do conhecimento da psicologia na Biblio
educação.

O que é que diz acerca disso?

Senhor Anónimo:

Para responder ao seu comentário acima transcrito, feito no post PSICOLOGIA POSITIVA, além dos posts
Psicologia Para Quê? 3 Autoterapia 6, acho que devo apenas transcrever o prefácio do livro JOANA, a traquina ou simplesmente criança? (D) inserido agora na colecção dos 16 livros (por enquanto?) da Biblioterapia.
É um dos meios de utilizarmos económica, cómoda e devidamente a ciência do comportamento na prática das nossas acções do Joana-Bdia-a-dia.
Quanto mais as pessoas souberem devidamente o funcionamento do comportamento humano, sem preconceitos ou ideias preconcebidas e moralistas, melhor para o próprio, para a sociedade e para a democracia.

São muitos anos de consulta que me fizeram chegar a estas conclusões, corroboradas por mais de 35 anos de psicoterapia.

 
“PREFÁCIO

Este livro baseia-se na história da vida de Joana com a sua família, que foi ficcionada apenas paraRespostas-B30
«aglutinar» as consultas de muitos «casos» de crianças e pais, atendidos em de Psicologia, Psicoterapia e Psicopedagogia, durante mais de 10 anos (O).

A JOANA, como tantas outras, era simplesmente criança em 1990. Podia ser traquina. Também é bem possível que, como tantas outras, fosse uma criança diferente se o seu meio ambiente lhe proporcionasse condições diversas daquelas que existiam.

Na maior parte das famílias, o meio ambiente, é quase sempre composto pelos pais, irmãos, avós, familiares, amigos e todos os que interagem com na família. Isto quer dizer que o meio ambiente da criança, assim como o de qualquer de nós, é toda a Psicologia-Bsociedade envol-vente. É, geralmente, essa sociedade com a qual interagimos, que ajuda a estruturar uma personalidade que se vai formando.

* Se nesse ambiente, os pais resolverem viver cada um a sua vida, qual a situação em que colocam os filhos
que não tiveram voz activa para pertencer a este mundo?
* Como deverão agir ou reagir?
* Que valores irão «adquirir» para formar a sua personalidade?
* Se os pais da Joana estavam em vias de se «separar» que «educação» se poderia esperar que eles lhe dessem?
* Depois de «afastados», como poderiam «exercer» essa acção educativa tão importante, em conjunto e com coerência?
* Se essa possibilidade de separação fosse uma das causas das traquinices da Joana o que fazer?Consegui-B
* E se os pais não se separassem?
* A Psicologia poderia ajudá-los sob qualquer destes pontos de vista?
* Como?
* Com que oportunidade?
Acima de tudo, os pais são os principais agentes de educação «conjugada», «coerente» e «imprescindível» para a formação da personalidade da criança que vai crescendo nesse seio familiar.
São os principais alicerces dos adultos em formação.
Porém, nem sempre é fácil lidar com os filhos ou educandos. Enquanto os pais dizem que os filhos são rebeldes ou birrentos, os filhos queixam-se de que os pais não os compreendem e são muito antiquados ou retrógrados. Não acontecia isso connosco, considerando-os, muitas vezes, reaccionários e caducos?Psicopata-C

São essencialmente todas essas experiências de vida e os dissabores sofridos, que nos ajudam a encarreirar por um caminho que, por acaso, nem sempre é o mais satisfatório.

Também os professores se queixam de que os alunos dão «água pela barba» e que é difícil incentivá-los para obterem um bom rendimento escolar. Esta situação pode ter reflexos adversos não só na autorealização do docente, como também no bom desenvolvimento de todas as potencialidades do discente.

Por sua vez, os gestores duma empresa podem sentir neces-sidade de motivar os seus empregados para os ajudar a produzir o máximo, podendo (e devendo?) o lucro final reverter numa distribuição equitativa entre patrões e
Organizar-Bempregados
. Será isso que acontece? Caso afirmativo, qual a razão das constantes greves e manifestações? E o do enriquecimento exagerado e ilícito de alguns?

Para que tudo se possa «processar» de maneira saudável e desejada por muitos, sem haver explorados conformistas e exploradores insensíveis ou simplesmente revoltados desorientados, é imprescindível divulgar amplamente a ciência do comportamento e os benefícios que a mesma pode propiciar. Utilizando criteriosa e atempadamente esta ciência comportamental, é possível fazer com que as nossas acções e comportamentos dêem o maior rendimento e contributo possível para o bem-estar que todos desejamos igualmente.

Por isso, todos aqueles que desejam manter uma boa saúde física e mental (A) ou pretendem melhorar asSaude-B suas capacidades e aptidões naturais, têm imensa vantagem em adquirir o conhecimento das leis, normas e técnicas que regem e condicionam o comportamento humano.

Tudo isto é necessário e muito importante no mundo actual para que uma vulgar «má situação» não se degrade, tornando-se incontrolável e inaceitável. Além disso, a prática e o treino são indispensáveis para o desenvolvimento das nossas aptidões, para a consolidação dos conhecimentos adquiridos e para a aquisição de novas capacidades, muitas vezes desconhecidas e que nos surpreendem com a sua eclosão e evidência.

Treinar o quê, como, quando e porquê, são noções a adquirir com aprendizagens específicas que vulgarmente ficam Interacção-B30confinadas aos gabinetes dos especialistas que delas fazem uso para uma aplicação pessoal, restrita e pontual.

Contudo, para que pessoas muito interessadas, autónomas e confiantes em si próprias possam adquirir as noções elementares sobre o modo como o comportamento humano se forma e se modifica desde a nascença, apresentam-se a seguir diversos factores que influenciam a nossa vida relacional, tais como dissonância cognitiva, facilitação social, conflito, frustração e diversos outros.

Além disso, as ideias básicas sobre gratificação, punição, re-forço, extinção, aprendizagem por modelo, moldagem, identificação, etc., bem como as condições em que essas forças afectam os nossos Imagina-Bcomportamentos, quer num sentido positivo quer negativo, são apresentadas na sua utilização prática em casos do dia-a-dia.

O «caso» que se descreve numa narrativa ficcionada, enquistada num caso real, é o resultado da conjugação de inúmeras situações que continuam a ocorrer com muita frequência e que exigem uma actuação rápida e imediata. A linguagem que se utiliza pretende ser extremamente simples e o estilo romanceado ajuda a compreender com bastante facilidade o seu suporte científico. Se a apreensão de conhecimentos for facilitada, podemos aliar a teoria à prática, para que cada um fique a conhecer aquilo que pode e deve fazer para modificar uma situação concreta e específica.

Deixa-se assim ao próprio a liberdade de decidir se deve ou não actuar, depois de conseguir antever e neuropsicologia-Bprognosticar o resultado da sua acção (F) (I) (K) (N).

Evita a sujeição a opiniões e conselhos de leigos, frequentemente inadequados, provocando consequências imprevisíveis e, às vezes, indesejáveis.

Todo o comportamento tem influência no meio ambiente do qual fazemos parte. O meio ambiente condiciona-nos igualmente gratificando ou punindo as nossas acções. Alguns disparates das crianças, só para contrariar os pais, redundam em prejuízos graves, da mesma maneira como uma posição demasiadamente rígida dos pais para mostrar a sua autoridade, pode igualmente provocar consequências funestas e irreparáveis.

Assim como os pais com dificuldade em lidar com os seus filhos podem descobrir o modo de os educar Acredita-Bconvenientemente, os professores podem, igualmente, «ensinar» da melhor maneira possível. Os gestores também podem atingir um desempenho óptimo utilizando as mesmas técnicas, desde que as conheçam e saibam aplicar com oportunidade e bom senso, o qual é sempre imprescindível nestes casos.

O essencial é aprendermos a lidar com o meio ambiente que nos rodeia. Por isso, como nós constituímos o meio ambiente dos outros e a influência é recíproca, basta aprender, até com crianças, aquilo que se deve fazer no momento mais propício e «com conhecimento de causa». A Joana demonstra-nos o modo fácil como até as crianças conseguem apreender e utilizar as noções mais basilares da modificação do comportamento.

Se uma criança de 7 anos, «birrenta por natureza», como dizia o pai, se modificou saudavelmente e essa Maluco2mesma criança, com um treino indispensável, foi capaz de se iniciar aos 8 anos na aplicação da modificação do comportamento, qual a razão por que os pais, os professores e os gestores não deverão beneficiar dessa magnífica oportunidade?

Mais de 10 anos de consultas, «ficcionadas» nesta história, vão ser contados com exemplos que podem ser seguidos também pelos professores e empresários, tirando daí dividendos substanciais para o bom desempenho e produtividade, cada vez mais necessárias numa sociedade competitiva e em constante desenvolvimento e progresso.

Consegue-se também verificar neste livro, o modo como a simples actuação duma criança ajudou a «re-unir» uma família que se ia «des-unindo» devido a alguns «equívocos» que se resolveram com facilidade, sanando «desconhecimentos» que se foram colmatando com alguma leitura e empenho dos Depressão-Bpróprios.

Tudo isto se conseguiu apenas como um «efeito colateral» da modificação do comportamento da Joana que, segundo o pai, era «birrenta». Estes «efeitos colaterais» ou «secundários», serviram para que um casal à beira do divórcio, não só «regredisse» mas que ainda quisesse ter um outro filho para o poder educar «em conjunto», duma maneira saudável, ajudando a filha a obter modelos de actuação e prática duma família equilibrada e feliz.
As informações aqui sucintamente expostas, relacionadas com o desenvolvimento humano do nascimento à adolescência, caracterizado por períodos de gestação e crescimento – concepção, primeira infância, segunda infância e adolescência – também se obtém amplamente em livros Psi-Bem-Cda especialidade (I).

Também, compreender o modo como as pessoas «funcionam», aprendendo a lidar com elas para descobrir como vale a pena interagir socialmente, o que é muito importante até nas empresas, pode ser visto em outros livros (K) (N).

Contudo, a personalidade dos educadores tem de ser suficientemente «manipuladora», mas num sentido ético e democrático. Para que a personalidade não seja autocrática e chantagista ou laxista, mas suficientemente firme e capaz de proporcionar modelos de actuação válidos com fortes possibilidades de moldar o comportamento dos educandos num sentido ético e humanista, ajudando-os a desenvolverem-se devidamente, existe quase no fim deste livro (pag 291), uma prova de autoconhecimento que pode ajudar a compreender a personalidade de cada um, a fim de se poder modificá-la devidamente, se for necessário.

As técnicas de modificação do comportamento essenciais para tudo isto, podem ser apreendidas em Difíceis-BPsicologia para Todos (F) e em vários livros que se indicam no fim, no capítulo RESUMO DO CONTEÚDO DAS OBRAS INDICADAS (301) e estão contidos na colecção que está projectada para a BIBLIOTERAPIA.
Para se poder compreender bem a simplicidade de actuação, o GLOSSÁRIO final ajuda a sintetizar e a sedimentar as ideias e os conceitos sobre as teorias e as técnicas utilizadas em todos os casos descritos a seguir ou em quaisquer outras situações.
Por este motivo, convém também ler outros livros que, além de mencionados no capítulo final, são aqui indicados entre parêntesis como por exemplo (A/23-35), isto é, páginas 23 a 35 do livro “SAÚDE MENTAL sem psicopatologia(A).mario-70
Fazem-se votos para que o conteúdo dos mesmos evite inúmeras horas de dissabores inúteis e poupe muitas consultas especializadas (depois do mal instalado), tornando mais eficazes e benéficas as interacções (antes de qualquer
problema
) entre familiares, amigos, colegas, chefes e subordinados.

É a prevenção ou profilaxia em acção.
É para isso que vai servir também a BIBLIOTERAPIA”

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Em divulgação…arvore-2

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