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DEMOCRACIA / EDUCAÇÃO / PSICOLOGIA – 4

Comentário:

Lendo o artigo e os dois comentários, parece que exagera a necessidade do conhecimento da psicologia na Biblio
educação.

O que é que diz acerca disso?

Senhor Anónimo:

Para responder ao seu comentário acima transcrito, feito no post PSICOLOGIA POSITIVA, além dos posts
Psicologia Para Quê? 3 Autoterapia 6, acho que devo apenas transcrever o prefácio do livro JOANA, a traquina ou simplesmente criança? (D) inserido agora na colecção dos 16 livros (por enquanto?) da Biblioterapia.
É um dos meios de utilizarmos económica, cómoda e devidamente a ciência do comportamento na prática das nossas acções do Joana-Bdia-a-dia.
Quanto mais as pessoas souberem devidamente o funcionamento do comportamento humano, sem preconceitos ou ideias preconcebidas e moralistas, melhor para o próprio, para a sociedade e para a democracia.

São muitos anos de consulta que me fizeram chegar a estas conclusões, corroboradas por mais de 35 anos de psicoterapia.

 
“PREFÁCIO

Este livro baseia-se na história da vida de Joana com a sua família, que foi ficcionada apenas paraRespostas-B30
«aglutinar» as consultas de muitos «casos» de crianças e pais, atendidos em de Psicologia, Psicoterapia e Psicopedagogia, durante mais de 10 anos (O).

A JOANA, como tantas outras, era simplesmente criança em 1990. Podia ser traquina. Também é bem possível que, como tantas outras, fosse uma criança diferente se o seu meio ambiente lhe proporcionasse condições diversas daquelas que existiam.

Na maior parte das famílias, o meio ambiente, é quase sempre composto pelos pais, irmãos, avós, familiares, amigos e todos os que interagem com na família. Isto quer dizer que o meio ambiente da criança, assim como o de qualquer de nós, é toda a Psicologia-Bsociedade envol-vente. É, geralmente, essa sociedade com a qual interagimos, que ajuda a estruturar uma personalidade que se vai formando.

* Se nesse ambiente, os pais resolverem viver cada um a sua vida, qual a situação em que colocam os filhos
que não tiveram voz activa para pertencer a este mundo?
* Como deverão agir ou reagir?
* Que valores irão «adquirir» para formar a sua personalidade?
* Se os pais da Joana estavam em vias de se «separar» que «educação» se poderia esperar que eles lhe dessem?
* Depois de «afastados», como poderiam «exercer» essa acção educativa tão importante, em conjunto e com coerência?
* Se essa possibilidade de separação fosse uma das causas das traquinices da Joana o que fazer?Consegui-B
* E se os pais não se separassem?
* A Psicologia poderia ajudá-los sob qualquer destes pontos de vista?
* Como?
* Com que oportunidade?
Acima de tudo, os pais são os principais agentes de educação «conjugada», «coerente» e «imprescindível» para a formação da personalidade da criança que vai crescendo nesse seio familiar.
São os principais alicerces dos adultos em formação.
Porém, nem sempre é fácil lidar com os filhos ou educandos. Enquanto os pais dizem que os filhos são rebeldes ou birrentos, os filhos queixam-se de que os pais não os compreendem e são muito antiquados ou retrógrados. Não acontecia isso connosco, considerando-os, muitas vezes, reaccionários e caducos?Psicopata-C

São essencialmente todas essas experiências de vida e os dissabores sofridos, que nos ajudam a encarreirar por um caminho que, por acaso, nem sempre é o mais satisfatório.

Também os professores se queixam de que os alunos dão «água pela barba» e que é difícil incentivá-los para obterem um bom rendimento escolar. Esta situação pode ter reflexos adversos não só na autorealização do docente, como também no bom desenvolvimento de todas as potencialidades do discente.

Por sua vez, os gestores duma empresa podem sentir neces-sidade de motivar os seus empregados para os ajudar a produzir o máximo, podendo (e devendo?) o lucro final reverter numa distribuição equitativa entre patrões e
Organizar-Bempregados
. Será isso que acontece? Caso afirmativo, qual a razão das constantes greves e manifestações? E o do enriquecimento exagerado e ilícito de alguns?

Para que tudo se possa «processar» de maneira saudável e desejada por muitos, sem haver explorados conformistas e exploradores insensíveis ou simplesmente revoltados desorientados, é imprescindível divulgar amplamente a ciência do comportamento e os benefícios que a mesma pode propiciar. Utilizando criteriosa e atempadamente esta ciência comportamental, é possível fazer com que as nossas acções e comportamentos dêem o maior rendimento e contributo possível para o bem-estar que todos desejamos igualmente.

Por isso, todos aqueles que desejam manter uma boa saúde física e mental (A) ou pretendem melhorar asSaude-B suas capacidades e aptidões naturais, têm imensa vantagem em adquirir o conhecimento das leis, normas e técnicas que regem e condicionam o comportamento humano.

Tudo isto é necessário e muito importante no mundo actual para que uma vulgar «má situação» não se degrade, tornando-se incontrolável e inaceitável. Além disso, a prática e o treino são indispensáveis para o desenvolvimento das nossas aptidões, para a consolidação dos conhecimentos adquiridos e para a aquisição de novas capacidades, muitas vezes desconhecidas e que nos surpreendem com a sua eclosão e evidência.

Treinar o quê, como, quando e porquê, são noções a adquirir com aprendizagens específicas que vulgarmente ficam Interacção-B30confinadas aos gabinetes dos especialistas que delas fazem uso para uma aplicação pessoal, restrita e pontual.

Contudo, para que pessoas muito interessadas, autónomas e confiantes em si próprias possam adquirir as noções elementares sobre o modo como o comportamento humano se forma e se modifica desde a nascença, apresentam-se a seguir diversos factores que influenciam a nossa vida relacional, tais como dissonância cognitiva, facilitação social, conflito, frustração e diversos outros.

Além disso, as ideias básicas sobre gratificação, punição, re-forço, extinção, aprendizagem por modelo, moldagem, identificação, etc., bem como as condições em que essas forças afectam os nossos Imagina-Bcomportamentos, quer num sentido positivo quer negativo, são apresentadas na sua utilização prática em casos do dia-a-dia.

O «caso» que se descreve numa narrativa ficcionada, enquistada num caso real, é o resultado da conjugação de inúmeras situações que continuam a ocorrer com muita frequência e que exigem uma actuação rápida e imediata. A linguagem que se utiliza pretende ser extremamente simples e o estilo romanceado ajuda a compreender com bastante facilidade o seu suporte científico. Se a apreensão de conhecimentos for facilitada, podemos aliar a teoria à prática, para que cada um fique a conhecer aquilo que pode e deve fazer para modificar uma situação concreta e específica.

Deixa-se assim ao próprio a liberdade de decidir se deve ou não actuar, depois de conseguir antever e neuropsicologia-Bprognosticar o resultado da sua acção (F) (I) (K) (N).

Evita a sujeição a opiniões e conselhos de leigos, frequentemente inadequados, provocando consequências imprevisíveis e, às vezes, indesejáveis.

Todo o comportamento tem influência no meio ambiente do qual fazemos parte. O meio ambiente condiciona-nos igualmente gratificando ou punindo as nossas acções. Alguns disparates das crianças, só para contrariar os pais, redundam em prejuízos graves, da mesma maneira como uma posição demasiadamente rígida dos pais para mostrar a sua autoridade, pode igualmente provocar consequências funestas e irreparáveis.

Assim como os pais com dificuldade em lidar com os seus filhos podem descobrir o modo de os educar Acredita-Bconvenientemente, os professores podem, igualmente, «ensinar» da melhor maneira possível. Os gestores também podem atingir um desempenho óptimo utilizando as mesmas técnicas, desde que as conheçam e saibam aplicar com oportunidade e bom senso, o qual é sempre imprescindível nestes casos.

O essencial é aprendermos a lidar com o meio ambiente que nos rodeia. Por isso, como nós constituímos o meio ambiente dos outros e a influência é recíproca, basta aprender, até com crianças, aquilo que se deve fazer no momento mais propício e «com conhecimento de causa». A Joana demonstra-nos o modo fácil como até as crianças conseguem apreender e utilizar as noções mais basilares da modificação do comportamento.

Se uma criança de 7 anos, «birrenta por natureza», como dizia o pai, se modificou saudavelmente e essa Maluco2mesma criança, com um treino indispensável, foi capaz de se iniciar aos 8 anos na aplicação da modificação do comportamento, qual a razão por que os pais, os professores e os gestores não deverão beneficiar dessa magnífica oportunidade?

Mais de 10 anos de consultas, «ficcionadas» nesta história, vão ser contados com exemplos que podem ser seguidos também pelos professores e empresários, tirando daí dividendos substanciais para o bom desempenho e produtividade, cada vez mais necessárias numa sociedade competitiva e em constante desenvolvimento e progresso.

Consegue-se também verificar neste livro, o modo como a simples actuação duma criança ajudou a «re-unir» uma família que se ia «des-unindo» devido a alguns «equívocos» que se resolveram com facilidade, sanando «desconhecimentos» que se foram colmatando com alguma leitura e empenho dos Depressão-Bpróprios.

Tudo isto se conseguiu apenas como um «efeito colateral» da modificação do comportamento da Joana que, segundo o pai, era «birrenta». Estes «efeitos colaterais» ou «secundários», serviram para que um casal à beira do divórcio, não só «regredisse» mas que ainda quisesse ter um outro filho para o poder educar «em conjunto», duma maneira saudável, ajudando a filha a obter modelos de actuação e prática duma família equilibrada e feliz.
As informações aqui sucintamente expostas, relacionadas com o desenvolvimento humano do nascimento à adolescência, caracterizado por períodos de gestação e crescimento – concepção, primeira infância, segunda infância e adolescência – também se obtém amplamente em livros Psi-Bem-Cda especialidade (I).

Também, compreender o modo como as pessoas «funcionam», aprendendo a lidar com elas para descobrir como vale a pena interagir socialmente, o que é muito importante até nas empresas, pode ser visto em outros livros (K) (N).

Contudo, a personalidade dos educadores tem de ser suficientemente «manipuladora», mas num sentido ético e democrático. Para que a personalidade não seja autocrática e chantagista ou laxista, mas suficientemente firme e capaz de proporcionar modelos de actuação válidos com fortes possibilidades de moldar o comportamento dos educandos num sentido ético e humanista, ajudando-os a desenvolverem-se devidamente, existe quase no fim deste livro (pag 291), uma prova de autoconhecimento que pode ajudar a compreender a personalidade de cada um, a fim de se poder modificá-la devidamente, se for necessário.

As técnicas de modificação do comportamento essenciais para tudo isto, podem ser apreendidas em Difíceis-BPsicologia para Todos (F) e em vários livros que se indicam no fim, no capítulo RESUMO DO CONTEÚDO DAS OBRAS INDICADAS (301) e estão contidos na colecção que está projectada para a BIBLIOTERAPIA.
Para se poder compreender bem a simplicidade de actuação, o GLOSSÁRIO final ajuda a sintetizar e a sedimentar as ideias e os conceitos sobre as teorias e as técnicas utilizadas em todos os casos descritos a seguir ou em quaisquer outras situações.
Por este motivo, convém também ler outros livros que, além de mencionados no capítulo final, são aqui indicados entre parêntesis como por exemplo (A/23-35), isto é, páginas 23 a 35 do livro “SAÚDE MENTAL sem psicopatologia(A).mario-70
Fazem-se votos para que o conteúdo dos mesmos evite inúmeras horas de dissabores inúteis e poupe muitas consultas especializadas (depois do mal instalado), tornando mais eficazes e benéficas as interacções (antes de qualquer
problema
) entre familiares, amigos, colegas, chefes e subordinados.

É a prevenção ou profilaxia em acção.
É para isso que vai servir também a BIBLIOTERAPIA”

Consultou os links mencionados neste post?

Em divulgação…arvore-2

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2 thoughts on “DEMOCRACIA / EDUCAÇÃO / PSICOLOGIA – 4

  1. O que é que nós temos cá muito concretamente sobre BIBLIOTERAPIA?
    O artigo anterior sobre biblioterapia só nos encaminha para livros a serem lidos para a autoterapia.
    Mas, sobre a biblioterapia há mais qualquer coisa?

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