PSICOLOGIA PARA TODOS

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BIBLIOTERAPIA – 3

Há dias, encontrei-me com um velho conhecido que não via há mais de 5 anos. Estava bastante envelhecido.Biblio
Olhou para mim e disse-me que eu não tinha mudado muito.
Lamentou-se em relação à situação actual, que não poupa os que querem trabalhar honestamente e ganhar a sua vida com isso. Ele estava com dificuldades nos seus negócios e sentia-se intimamente desconfortável, repercutindo-se isso no trato familiar e social.
Tinha lido dois dos nossos antigos livros da Joana, e muito do que lá estava dito podia ser racional e exequível, mas ele não se sentia em condições de aplicar por causa do estado em que se encontrava.
Não haveria outra forma de ele abordar o problema, antes de chegar às mãos dos médicos ou psiquiatras, com a sua saúde mental a degradar-se por causa da situação actual?
Recomendei-lhe os livros do Antunes e da Cidália e disse-lhe que, por causa de pessoas como ele, que poderiam ficar desequilibradas pontual e temporariamente, especialmente devido à nossa situação actual,  mantinha os dois blogs, relacionados com PSICOLOGIA PARA QUÊ? e com a leitura de livros, além de ir preparando novos livros e reorganizando os antigos para os agrupar numa colecção relacionada com a BIBLIOTERAPIA.
Esta colecção destina-se e proporcionar às pessoas uma oportunidade de prática de exercícios que podem ser feitos em casa, à noite, até à hora de dormir, para obter alguma redução nas dificuldades, melhorar o desempenho, inclusive prevenir ou evitar Psicologia-Bfuturos colapsos psicológicos, além de ajudar a «educar» bem os mais novos, tal como a Joana. Como a
leitura dos livros pode ser feita em quaisquer momentos de folga, em cafés, no descanso ou até em viagens em transportes públicos, torna-se um meio de terapia muitíssimo prático e económico, especialmente em tempo, que não abunda na nossa vida, muito sobrecarregada com inúmeros afazeres.

Mas acha que tudo isso se pode fazer só com leituras? – perguntou-me ele.
Eu não tinha a certeza que se pudesse fazer tudo isso só com leituras ou que todos o conseguissem mas, tanto eu como o Antunes tínhamos conseguido libertar-nos dos nossos problemas ao fim de mais ou menos dois anos.Acredita-B
É por isso que tenho estado a preparar a nova colecção, dedicando-me a ela quase exclusivamente, depois de ter terminado o contrato de docência no ISMAT, onde os alunos me incentivaram a continuar com a ideia que lhes tinha exposto, relacionada com a leitura dos livros.
No Serviço Nacional de Saúde do Reino Unido e também nos EUA, muitos psiquiatras e psicólogos «prescrevem» ou «aconselham» a leitura de livros de autoajuda, pelo menos desde o início deste século. É uma espécie de «tratamento low-cost» também para aliviar as consultas individuais e a farmacoterapia.
Porém, como a prescrição, receita ou aconselhamento exigem uma consulta inicial, continuei por manter os
dois blogs que podem ajudar quem necessite desse apoio ou orientação inicial para ir concretizando aquilo que se diz nos livros inicialmente publicados, o (B) e o (C)
Depois, do meu encontro com Joel (G) e do seu quase pedido ou exigência que incluísse no «seu» livro uma LISTA DE Consegui-BPROCEDIMENTOS, pensei que seria mais económico e cómodo preparar também um livro ou manual, em que pudesse orientar e explicar passo a passo a técnica da autoterapia (P) enquanto não conseguisse publicar o seu livro (G),
Posteriormente, com as experiências pessoais que tinha acumulado durante anos e falando com um colega que colaborava comigo, analisando o desfecho de alguns «casos» em que não existe compreensão de que a «leitura» de muitos dos livros pode encurtar a psicoterapia como aconteceu com a Cidália e o Júlio, além de diversos comentários feitos no blog, resolvi pensar num livro sobre BIBLIOTERAPIA em si, discutindo o problema e apresentando o novo método que é largamente utilizado nos países anglo-saxónicos. Este assunto já foi tratado em dois posts recentes intitulados Biblioterapia e Biblioterapia – 2

Mas, mesmo assim, com os livros sobre Autoterapia e Biblioterapia acha que as pessoas vão compreender esse método e Imagina-Baderir facilmente à ideia? – foi a pergunta seguinte.
De facto, podia ser que as pessoas não conseguissem compreender o novo método nem aderir à ideia e, por isso, havia necessidade de esclarecer pessoal e publicamente (B/109) essas ideias, disponibilizando alguns livros, especialmente os da Autoterapia e Biblioterapia, já que os restantes seriam publicados seguidamente de acordo com o interesse demonstrado e a apetência do público.
Esclareci-o que a minha ideia já tinha sido transmitida, a partir de Abril de 2014, à Área da Saúde Mental da Câmara Municipal de Sintra e até, recentemente, ao Gabinete de Apoio ao Munícipe. Tentei explicar que só uma agremiação, colectividade ou instituição autárquica pode promover essas reuniões sem fins lucrativos. Uma empresa particular só o fará pensando nos lucros que daí pode obter. É o que se vê em muitas empresas que fazem formação ou sessões de actualização, apresentando quase «receitas» para muita coisa mas que podem não se coadunar com a «maneira de ser» de muitos.

Acha que os poderes autárquicos ou partidários vão promover uma coisa dessas que interessa, de Psicopata-Bfacto, ao público, se eles não tiverem «interesse» nisso? São promessas que se fazem nos tempos de eleições para se esquecerem logo de seguida, se não fizerem exactamente o contrário.
Depois desta conversa muito elucidativa, concordando com o muito do que ouvi, vou continuando a manter os dois blogs, a trabalhar nos livros e, para esclarecimento, vou transcrever um dos capítulos do novo livro sobre Biblioterapia que, em princípio deve ter apenas 68 páginas, das quais, 42 são do texto para se ler com cuidado e apreender as informações prestadas, além de 12 páginas de informações sobre os livros publicados nesta colecção da BIBLIOTERAPIA. Por aí, a pessoa pode orientar-se sem qualquer consulta.
Por isso, vou transcrever a seguir as possíveis páginas 43 a 48 (capítulo 8) do futuro livro sobre a Biblioterapia e suas vantagens, relacionadas com um caso em que não foi possível que o consulente compreendesse a vantagem de fazer uma profilaxia e ficasse pela redução da sua angústia com os Saude-Bcomprimidos que estava a tomar, mudando do serviço de que não gostava, sem qualquer razão plausível para isso. Contudo, dizia que não conseguia dormir sossegado desde que os pais se tinham separado, uma dezena de anos antes.
Com medicamentos e a mudança de serviço, ninguém ponderou na hipótese das causas da dificuldade de atender o público pessoalmente, em vez de ser ao telefone como acontecia anteriormente… (segue a trnscrição)

 
8
O que se poderia fazer nesse caso?
− Talvez as sessões em conjunto o pudessem motivar, mas nada disso era possível na época.
Custava-me imenso que houvesse mais alguma situação como a do «Mijão» que aguentou a sua saga durante mais de um Depressão-Bquarto de século por não ter tido apoio adequado em tempo devido.
A «Perfeccionista» foi quase traída pela mãe que a obrigou a aumentar a medicação quando estava a melhorar com a psicoterapia, passando a ter classificação de 13, quando anteriormente tinha tido 15. Depois de se ter interrompido a psicoterapia, que não seria aconselhável com o aumento da medicação, foi piorando até ser considerada bipolar e com ameaças de suicídio e de homicídio da mãe (M).
O «Pasteleiro» também não foi devidamente ajudado pelos familiares e organizações que, em vez de o ajudarem, de facto, apenas conseguiram aumentar as suas dificuldades com as acções caritativas e de apoio que lhe davam quando ele se «mostrava» doente (M).
“Por isso, julgo que em sessões de esclarecimento (B/109), muito se pode fazer, enquanto as pessoas não compreenderem que a leitura de textos adequados e alguns procedimentos fáceis e rudimentares as podem ajudar imenso. No entanto, todos podem começar com a leitura deste livro, por todas as razões aqui expostas.
“É por isso que insisto muito na prevenção e profilaxia, mesmo sem a intervenção do psicólogo, psiquiatra, psicoterapeuta Maluco2ou medicamentos. Cada um fica preparado para enfrentar a vida com maior ou menor esforço, com realismo e não com ideias baseadas em falsos conceitos ou preconceitos. A biblioterapia pode ajudar.
“Nos «casos» descritos nos diversos livros, quase todos fizeram isso e deixaram de se sentir «aflitos» em momentos de dificuldades que sempre ocorrem.

Mas no caso do rapaz que esteve na consulta, o que é que espera?
− Não espero coisa alguma de especial. Antes de tudo, o pai deve começar a pensar nas despesas que vai ter com uma psicoterapia que, para não ser enganosa, avisei antecipadamente que levaria algum tempo e necessitava de colaboração do rapaz, com treino e leitura. Como não existem as sessões de que falei, embora já existam os blogs, no caso da falta de leitura do rapaz,Psi-Bem-C eu teria de explicar isso individualmente em consultas. No caso de não haver treino em casa, o rapaz teria de vir a muitas mais consultas para ir praticando aos poucos. Com a medicação que estava a tomar, o relaxamento mental seria mais difícil. Não obtendo o alívio esperado e, muitas vezes, enganosamente obtido com os medicamentos, a decepção e a incredulidade na psicoterapia teria o seu lugar, ajudando a formar uma ideia errada da mesma, como aconteceu inicialmente com o Januário (L).
“Para finalizar, depois de alguma sessões que não dariam os resultados esperados, ficariam decepcionados ou continuariam com sessões em que a medicação não é reduzida nem interrompida e as sessões de psicoterapia em pouco ou nada ajudam a modificar uma vida que se deseja num sentido vantajoso para o futuro, tornando a pessoa autónoma e independente, quer do psicoterapeuta quer da droga, sendo capaz de enfrentar crises parecidas, com optimismo e Interacção-B30independência.
“Do modo como procedi, pelo menos fico de bem com a minha consiência, expondo o caso de maneira a não lhes criar maiores decepções ou conformismo com a manutenção ou degradação da situação só com diagnósticos fantasiosos e medicações que não se evitaram ou reduziram, tal como aconteceu, pelo menos, comigo, com o Antunes, com a Cidália, com o Júlio e com o Joel.
“Se todos continuassem a ser medicados, com os diagnósticos que enfrentavam, nunca mais teriam uma vida satisfatória. Com o Cali fez-se o possível, mas a sua falta de compreensão de que o seu comprometimento era importante, a pouca leitura, a falta de treino para um relaxamento profundo, a ideia de que conhecendo as causas talvez se pudesse extirpar o mal pela raiz e o seu regresso ao Porto, foram os factores principais que o deixaram melhor, apenas nos estudos e nos transportes. O resto dependia muito da colaboração e da compreensão dele, da sua maturidade e do treino que quisesse manter.

Nestas condições, julgo que além da colaboração do próprio, a leitura pode ser muito estimulante.Difíceis-B
− Já compreendeu por que razão desejo que as pessoas leiam alguma coisa em vez de se sujeitarem simplesmente à psicoterapia, que pode não surtir o efeito desejado e possível, tal como aconteceu com o «Calimero», a «Perfeccionista» e o «Pasteleiro»? Eles também não leram coisa alguma daquilo que os poderia ter motivado e eu não tive possibilidades de os induzir a aderir às minhas ideias.

Acha que será fácil, induzir as pessoas a ler coisas mais sérias, numa terra como a nossa em que a iletracia é avassaladora e as poucas leituras que se fazem se resumemem às revistas de moda, celebridades e «fofoquices»? Se no caso que contou, o tio da jovem, que tinha quase um mestrado, não leu e entregou os livros à sobrinha para que ela os lesse, como se dissesse: “Já que estás «doente», toma os livros que são para tu leres”, o que se pode fazer?Joana-B
− Se calhar, é também por isso que no Reino Unido, os livros são «prescritos» por um psiquiatra ou um psicólogo. É como se fosse uma receita para aviar. E repare que a iletracia é menor e a apetência para a leitura maior do que entre nós. Porém, quem vai fiscalizar essa «toma» de medicamentos (livros)? Se a pessoa não tomar (ler), o que vai acontecer? Nos nossos serviços, em que há falta de médicos para consultas, vamos desperdiçar o tempo a «receitar» um livro de cada vez e fiscalizar ou monitorizar a sua leitura? O que se deve fazer enquanto a pessoa não conseguir a consulta?

Qual a solução que acha que se pode adoptar?
− O meu interesse não é fazer só consultas, mas ajudar, de facto, as pessoas, com o mínimo de consultas possível.
“Em vez de ficarem à espera da consulta, as pessoas interessadas em resolver as suas dificuldades, em melhorar o seu desempenho, evitar desequilíbrios ou ajudar mais alguém, podem ler este livrinho que os neuropsicologia-Bpode guiar nessa sua nova e inesperada tarefa. Para isso, são boas as sessões de conjunto, para alertar muita gente e para fazer uma pré-orientação nas leituras necessárias. Para isso, também é necessário que haja literatura disponível.

− Colega. Eu estou convencido de que existe muita coisa útil que se pode fazer em psicologia e, especialmente, em psicoterapia, com prevenção e profilaxia. O que é que pensa fazer agora?
− No final desta nossa longa e frutuosa conversa, depois de explicar as minhas ideias a entidades que podem implementar um projecto que seja útil para a comunidade, fico à espera que alguém que se diz democrata e preocupado com o bem público, comece a actuar num projecto que é pouco dispendioso mas que é extremamente vantajoso sob o ponto de vista de saúde mental da população em geral.
“Contudo, se nenhum dos dirigentes autárquicos ou políticos se preocupar com estes problemas, os Organizar-Bpróprios interessados terão de se juntar e desencadear uma acção restrita ao seu grupo.
“Se, mesmo assim, não houver esse grupo, resta-me atender as pessoas tradicionalmente em consultas «normais» que poderiam ser muito mais reduzidas com um programa de esclarecimento e compreensão e do qual falámos nesta nossa conversa.

Se nada disso acontecer, pensa fazer mais alguma coisa?
− Se nada disso acontecer, em atenção ao falecido Dr. Ramos de Sousa que foi o bibliotecário do ISMAT, penso transformar a nossa conversa em livrinho para o poder incluir na própria BIBLIOTERAPIA, disponibilizando-o depois aos que forem às minhas consultas. Pelo menos assim, em poucas folhas, apresento as minhas ideias que, se fossem em consulta, custariam ao consuIente pelo menos mais uma ou duas consultas do que as habituais.
“Lendo as nossas antigas brochuras do Centro de Psicologia Clínca, o Dr. Ramos de Sousa incitou-me a apresentar essas ideias mario-70
que poderiam ser aproveitadas por muita gente que, como ele, formado em Direito e dedicado ao jornalismo e política, desconheciam por completo. Julgava que a Psicologia deveria ser uma espécie de conjunto de conselhos que seriam dados pontualmente em cada caso, escrutinando toda a situação. Era como que uma receita a ser seguida individualmente e de acordo com cada caso. É o que fazem agora no Serviço Nacional de Saúde do Reino Unido e até nos EUA.
“Além disso, ele julgava que os condicionamentos, quer clássico, quer operante, funcionavam apenas com animais (J/51), como se nós também não fôssemos isso, embora pensantes. É também isto que pretendo que as pessoas compreendam e não fiquem apenas pelas formulações terapêuticas utilizadas «depois» do mal ter acontecido. O meu objectivo fundamental é que as pessoas saibam tudo isso «antes», para não entrarem numa descompensação, ou para conseguirem sair da mesma com facilidade, como deveria ter acontecido também comigo se tivesse tido os apoios suficientes que preconizo agora.
“Quando o Dr. Ramos de Sousa descortinou claramente quais eram as minhas ideias e compreendeu o Respostas-B30modo como se forma, mantém e se modifica o comportamento humano ou é eliminado, aconselhou-me a prosseguir com o que tinha feito no Jornal de Queluz, nos anos 70 do século passado. Foi por isso que surgiu a ideia de preparar o livro «Respostas sobre Psicologia». Também me encorajou a descrever os casos de psicoterapia, de aconselhamento e de profilaxia, especialmente os que fossem como os do Joel (G).

É o que vai fazer agora?
− Talvez vá esperar algum tempo para saber se vai ser promovido algum programa de divulgação. Caso contrário, se tiver finança suficiente, vou transformar a nossa conversa em livrinho para que a pessoa, mesmo sem qualquer consulta, possa ter um apoio sério e um esclarecimento adequado para a sua adesão à BIBLIOTERAPIA, muito mais económica e cómoda do que só as consultas.

Neste caso, se a pessoa não tiver qualquer outro apoio, pode orientar-se seguidamente mais ou menos DIA-A-DIA-Cpelos livros marcados com (P) (B) (J) (D) (C) (E) (F) (K) (A) (G) (H) (L) (M) ou na ordem que desejar, sabendo que existem também os livros (I) (N) (O) para quem os quiser utilizar?
− Julgo que sim. Já discutimos isso e parece-me que não estou fora da realidade. Não tenho qualquer outro apoio que possa dar numa terra que nunca se habituou a isso.

Boa sorte no que fizer.
− Agradeço imenso o seu apoio. E imagino que não me vou arrepender, especialmente se houver quem beneficie com isso. Quanto aos blogs, vou ver se terei consulta e algum feedback.

***************************************

Mesmo antes de este livro estar pronto, tive a surpresa de um velho amigo, que tinha lido o livro da JOANA (D), me dizer que Abade Fariadesejava que a sua neta de 15 anos o lesse porque o seu comportamento com os pais era muito difícil. Enquanto ela se dava muito bem com ele, os pais lidavam com ela com muita dificuldade.No post Ler ou mandar ler (29Dez11) que lhe dediquei naquela ocasião, lembrando-me do comportamento do pai da jovem de quem se esteve a falar, tive a oportunidade de explicar que seria muito mais útil que os pais fossem os leitores principais e iniciais para descobrir de que maneira poderiam modificar o seu próprio comportamento para modificarem o comportamento da filha.
Fazer o contrário poderia dar um efeito indesejado. É o que infelizmente acontece com quase todos os que querem que se modifique exclusivamente o comportamento dos outros para se adaptar ao seu.Será possível? Durante quanto tempo? (F/69…)

Consultou os links mencionados neste post?

Em divulgação…arvore-2

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Ver também o post 

É aconselhável consultar o ÍNDICE REMISSIVO de cada livro editado em post  ndividual.

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TERAPIA ATRAVÉS DE LIVROS  para a Biblioterapia

PSICOLOGIA PARA TODOS (o antigo)

Para tirar o máximo proveito deste blog, consulte primeiro o post inicial “História do nosso Blog, sempre actualizada”, de Novembro de 2009 e escolha o assunto que mais lhe interessa. Depois, leia o post escolhido com todos os comentários que são feitos. Pode ser que descubra também algum assunto acerca do qual nunca tivesse pensado.

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One thought on “BIBLIOTERAPIA – 3

  1. Mário de Noronha on said:

    http://readingagency.org.uk/adults/impact/research/reading-well-books-on-prescription-scheme-evidence-base.html Já se está a seguir este sistema há muito tempo no Reino Unido e nos EUA.

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