PSICOLOGIA PARA TODOS

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BIBLIOTERAPIA – 5

Depois de ter lido o artigo original que deu origem ao post Biblioterapia – 4, fui de novo à internet para consultar mais coisas sobre Biblioterapia.

Numa visita rápida, descobri o seguinte, com os links correspondentes:
▪ Artigo em português, com o título “Doentes depressivos «aviam» receitas em biblioteca”, que dá referências sobre a biblioterapia no Reino Unido.
▪ Artigo de Joanne Callinan que fala sobre a Biblioterapia, na sua globalidade:
Biblio▪ Informações sobre um programa de Biblioterapia desenvolvido, no Reino Unido, por uma agremiação não-governamental.

Já não tinha paciência para continuar a pesquisar, porque tudo o que descobria, dizia respeito ao mesmo assunto, referindo-se quase aos primeiros anos deste século. Porém, a minha ideia sobre Biblioterapia já tinha começado a germinar e a ficar congestionada na minha mente, no último quartel do século passado.

Depois de a experimentar em mim próprio já em 1973/75, com imensa leitura anterior desde 1968, tinha conseguido ajudar o Júlio (E), em 1980, utilizando também a autohipnose, num velho café de Lisboa. Mesmo sem literatura específica, diversos apontamentos policopiados utilizados nas aulas de Psicologia Geral e Psicopatologia tinham servido para substituir a BIBLIOGRAFIA necessária, mas que já existe na colecção da BIBLIOTERAPIA ou em publicações antecedentes que lhe deram origem.

Depois de ter as experiências com Joel (G), Isilda (H), Tiago (C) e muitos outros não mencionados em livros, compreendi quemario-70
a Terapia do Equilíbrio Afectivo dava como resultado (63%) de melhoria, com alguma (23%) resolução em mais de 86% dos casos. Por isso, concluindo o curso de hipnose terapêutica, interessava-me experimentar a autohipnose com a utilização da técnica de imagética orientada (guided imagery), de Milton Erickson (J/133…).

Posteriormente, já que estava convencido que descobrindo o sentido da vida, segundo a logoterapia de Victor Frankl, a pessoa pode conseguir «resolver os seus problemas e seguir em frente», qual a razão de não utilizar a imagética para recordar o passado? Depois, a Imaginação serviria para descobrir as falhas existentes no passado e as possibilidades perdidas para as «resolver», «minimizar» ou «sofrê-las» com menos mágoa, programando um futuro melhor (J). Contudo, a imaginação é de cada um e não do psicoterapeuta, que apenas pode ajudar com sugestões como se fossem aplicadas a si próprio.

A autohipnose pode ajudar nisso, se cada um compreender o modo como o comportamento humano Acredita-Bfunciona, não em função de culpas, que são aleatória e subjectivamente atribuídas, mas em termos de causa→efeito. Cada um sabe de si muito mais e melhor do que os outros.
Para isso, é importante saber de que modo funciona o comportamento humano, o que foi apresentado de maneira muito simplificada e em linguagem vulgar, na história ficcionada da JOANA a traquina ou simplesmente criança? (D), baseada em mais de 10 anos de consultas e em que até uma criança foi induzida a aplicar, artesanalmente, as técnicas de modificação do comportamento.

Posteriormente, para apresentar devidamente os mecanismos subjacentes da aprendizagem e as técnicas de modificação do comportamento, avaliando-o cuidadosamente, foram preparados os livros que deram agora origem a PSICOLOGIA PARA TODOS (F)

Embora o psicólogo possa ajudar o paciente com a imaginação de causas, sempre de acordo com aquilo que o paciente diz, será Consegui-Bpossível conduzir uma psicoterapia com bons resultados se o paciente não quiser, não conseguir relatar tudo, ou quiser distorcer a «verdade», se é que tem a noção disso? Nesse particular, não será melhor o paciente «despir-se» sozinho e ver-se ao espelho, em vez de ter de se despir perante um psicólogo, mesmo que tenha nele a maior confiança? E se não souber que determinados factos podem ser relevantes para serem recordados, analisados, compreendidos e arrumados no seu devido lugar, o que pode acontecer? (E) Não é mais ou menos para isso que pode servir a psicanálise? É uma análise psicológica que pode ser substituída pela autoanálise e, se for ajudada pela hipnose, pode ser mais rápida e profunda. Para isso, é necessário que o paciente compreenda, colabore e consiga enquadrar tudo isso na «sua» realidade, descobrindo as «causas» e os «efeitos». Parece ser melhor do que a psicanálise, que foi delineada com base nas teorias de S. Freud que as deve ter elaborado por causa dos seus próprios problemas, desencadeados quando da sua relação terapêutica com Anna O. Esta paciente, segundo investigações posteriores (J/143) nunca foi «curada», mas sim aliviada de alguns sintomas, continuando a ser medicada por causa do seu problema de histeria.

Nestas condições, depois de experiências anteriores, o Júlio (E) ajudou imenso no desenvolvimento deste processo, fazendo a Joana-Blistagem dos seus problemas, autoavaliando-os, mantendo uma análise do passado através da autoanálise, compreendendo bem os mecanismos do comportamento humano, tal como tinha acontecido com a família da JOANA (D) e fazendo os exercícios necessários para a entrada fácil no relaxamento mental, conducente a uma Imaginação Orientada (IO), com a ajuda da autohipnose, embora induzida inicialmente pelo psicólogo.

Com o desenvolvimento do caso dele, consegui deduzir que cada um deve empenhar-se profundamente na leitura de textos adequados, compreender o seu conteúdo e executar determinados exercícios indispensáveis para o efeito desejado. Se tiver humildade, objectividade, realismo e racionalidade suficientes para analisar tudo durante o relaxamento mental, pode descobrir aquilo que estava mal, quais os meios ao seu alcance para evitar isso e descobrir alternativas viáveis para minimizar ou eliminar situações semelhantes no futuro. Assim, muita da psicoterapia ficaria bem executada, sem ajuda do psicólogo ou com alguma ajuda pontial.

De modo algum, interessava-me utilizar a psicanálise ou o aconselhamento para «descobrir» as dificuldades e «engendrar» Psicologia-Cjustificações, para a pessoa se sentir aliviada da «culpa» ou da «mágoa» através do comportamento analisado. O importante era descobrir as «causas» dessas dificuldades, a maneira de as ter evitado ou reduzido e as novas formas possíveis para isso não ocorrer ou para ajudar a aprender a «dar a volta por cima» em futuras ocasiões. Foi o que aconteceu com o Júlio (E).

Contudo, depois disso, continuando a tentar ajudar as pessoas com um mínimo de apoio do psicólogo, verifiquei que em quase todos os casos se torna necessário que a pessoa que apresenta dificuldades, compreenda os mecanismos do comportamento humano, o que nem sempre é fácil conseguir consultando livros didácticos ou técnicos. Nos vários casos apoiados, assim aconteceu. Havia necessidade de coisas mais práticas, de situações concretas em que os pacientes se pudessem «inspirar» e discuti-las para resolver os seus problemas. Era o que tinha começado a acontecer nos finais dos anos 70 do século passado nas aulas de Psicologia e Psicopatologia.

Por causa de tudo isso, nasceu a ideia de apresentar a sequência de casos resolvidos, sendo publicados os Interacção-B30de Germana (L) e Januário (L) e, posteriormente, os de Cristina (L) e da Isilda (H), além do caso do Joel (G), apresentado resumidamente no 1º Congresso de Psicologia, em 1983. Tudo isto incentivou-me a insistir nas leituras e treino em casa, que cada um pode fazer, todas as noites. O importante, é saber como fazer.

Com os casos que estava a seguir, a ideia de que a psicoterapia efectuada pelo próprio ou com pouca ajuda do psicólogo, mas muita leitura do paciente, compreensão dos mecanismos do comportamento e interacção humana e treino de alguns exercícios, começou a tomar forma como exequível.

Surgiu a oportunidade de apresentar esta ideia na Biblioteca Municipal de Portimão, em 2004 e, posteriormente, na Biblioteca Saude-BMunicipal de Lagoa, em 2005, com boa aceitação do público. Depois, surgiu a confirmação da exequibilidade desta ideia com o que tinha acontecido com o meu amigo Antunes (B), depois de alguma «conversas» (J), mas muita leitura e prática em casa. Conseguiu mudar de «atitude» e de «comportamento» a ponto de melhorar não só no seu posto de trabalho, mas até evitar o insucesso escolar de filha e uma depressão na mulher.

Este caso, além de outros, evidenciou fortemente a importância do meio ambiente familiar e social no equilíbrio de muitas pessoas que ficam «doentes», enquanto muito disso não for alterado ou cada um não aprender a enfrentar tudo isso saudavelmente ou, pelo menos, deixar de sucumbir perante as dificuldades.

Havia que ajudar as pessoas a enfrentar saudavelmente o meio ambiente e, segundo algumas opiniões dos consulentes e alunos, ouvidas pessoalmente e colhidas nos comentários do blog HISTÓRIA DO NOSSO BLOG – sempre actualizada que já estava a manter, havia necessidade de apresentar sucintamente os procedimentos seguidos nos diversos «casos» Consegui-Bestudados e que deveriam ser utilizados genericamente pelos novos pacientes.

A ideia do novo livro AUTO(psico)TERAPIA (P) surgiu deste modo, embora, em alguns casos, como o da Cidália (C), não tivesse sido necessário.

Contudo, informações e conversas posteriores  apresentadas em Biblioterapia – 2  e  Biblioterapia – 3), neste pais em que poucos gostam de ler, a não ser revistas sociais, levaram-me a concluir que seria necessário mais um livro para explicar as vantagens duma BIBLIOTERAPIA (Q) e que se podem centrar essencialmente em:
− Não obrigar a deslocações com perdas de tempo em esperas, transportes e oportunidade da consulta.
− Ser mais económica do que qualquer consulta.
− Poder ser efectuada em casa, à hora de dormir, com um dispêndio mínimo de tempo.
− Não necessitar de apresentar a ninguém − psicólogo ou psiquiatra – a vida de cada um, com os seus problemas íntimos.
− Utilizar o processo como prevenção ou profilaxia.
− Ajudar mais alguém da família ou comunidade.
− Melhorar o desempenho (performance) pessoal.

Para esta última modalidade, fazem-se cursos e formações que, em muitas situações, de pouco ou nada Maluco2valem se a «cabeça» de cada um não funcionar em sintonia. O importante, é a «cabeça» de cada um. E, desde que essa cabeça funcione, as informações podem ser dadas em conjunto e discutidas, tal como numa consulta, de forma abstracta, mas enquadradas em «casos» concretos que podem acontecer e que, na realidade, já aconteceram, estando descritos nos diversos livros conglomerados numa colecção. Nessas reuniões, também se podem colocar muitas hipóteses que não se colocariam numa consulta, por não dizerem respeito a quem está em consulta mas que são essenciais aos outros que participam na reunião. Nestes tempos, em que tudo tem de ser mais económico do que no passado, é uma vantagem a não perder.

Quase todos sabemos e ficamos ainda mais elucidados com o último artigo Biblioterapia – 4 que, mesmo em países económica e sanitariamente mais desenvolvidos do que o nosso, os serviços de saúde mental tornam-se exíguos face aos novos problemas que vão surgindo devido à vida frenética e pouco familiar que se está a viver nas grandes cidades e propalada como boa pelos meios de comunicação social, que «exploram» as «fraquezas» ou os «pontos vulneráveis» das pessoas para lhes impingir tudo o que for possível, mas que proporcione lucros cada vez maiores a poucos. “É a vida!, como diriam alguns…

Limitarmo-nos a fazer um diagnóstico e aplicar uma receita, não se torna vantajosa, porque existem sintomas que ficam Psicopata-Bomitidos ou excedem os diagnósticos frequentemente feitos, como aconteceu com vários casos e também com o Joel (G), redundando num prejuízo que o «perseguiu» pela vida fora.
Para contrariar isso, se nos restringirmos às consultas e aos diagnósticos, como fazem os Britânicos, pode-se fazer muito menos do que aquilo que se propõe na ideia da BIBLIOTERAPIA aqui defendida. O importante, é saber quais as dificuldades e avaliá-las, coisa que cada um pode fazer, para as compreender e combater de imediato, evitando-as, se possível, no futuro.
Quem, melhor do que o próprio, pode fazer isso?

Pode ser bastante elucidativo o que se fez nos «casos» descritos nos livros e que também se apresenta em vários posts e especialmente nos seguintes:
Diagnósticos 1
Diagnósticos 2 Depressão-B
Diagnósticos 3 
Diagnósticos 4 
Diagnósticos 5
Diagnósticos 6
Diagnóstico final
«arregaçar as mangas» 

O importante, não é fazer um diagnóstico, ler os livros que são recomendados «por receita», seguir determinados procedimentos específicos relacionados com esse diagnóstico e esperar que as coisas se resolvam. As pessoas podem melhorar momentaneamente, tal como acontece com os medicamentos psicotrópicos, apenas se a cabeça dessa pessoa sintonizar no mesmo sentido. Isto pode funcionar como reforço negativo secundário aleatório, com tempo de duração limitado. Qual o Psi-Bem-Cresultado dos efeitos secundários ou danos colaterais? Não basta «resolver» aparentemente o problema «diagnosticado». É extremamente importante que não haja outros danos que possam advir das técnicas utilizadas, tal como aconteceu na “Laranja Mecânica” de Richard Siodmak (Stanley Kubrik). Lembram-se do filme?
Contudo, se a «cabeça» começar a pensar de outra maneira, compreendendo a situação e tentando alterar as causas para modificar os efeitos, o resultado pode ser a resolução completa do assunto, com prevenção para o futuro. Pode dizer-se que não vale a pena tapar o sol com uma peneira!

Ler muita coisa de acordo com os britânicos ou romances, poesia etc.,  como dizem outros propagandistas e seguir procedimentos em que se utiliza essencialmente determinada música ou se visualizam vídeos, etc., pode dar um alívio temporário só se a «cabeça» de cada um estiver sintonizada para isso. Pode funcionar como reforço do comportamento incompatível (F/98) temporário ou manobra de diversão para os problemas existentes. É como se conseguisse retirar momentaneamente esses problemas da visão ou da cabeça do próprio, sem os eliminar. Caso a Dificeis-B«cabeça» não funcione em sintonia, todos esses procedimentos podem provocar efeitos contrários. Se não houver outro meio mais adequado, talvez seja admissível. Mas, será possível manter este estado permanentemente e durante muito tempo? Não temos necessidade de trabalhar e produzir? Quem pode fazer isso por nós?

Assim, muitas ilusões se criam, julgando que apenas a dieta específica, a meditação, o ioga, as massagens, determinadas músicas, ambientes e posturas, dão alívio à «mente», sem a mesma estar envolvida nisso→Meditação e Psicologia. Podem ajudar em muitos casos e até facilitar a psicoterapia, mas nada disso é imprescindível. Se a «cabeça» da pessoa não estiver sintonizada, ela pode afastar-se do problema real apenas enquanto a mente for distraída em relação ao seu problema. Pode sentir algum alívio apenas enquanto a mente aceitar estar em sintonia com essas práticas mas, logo que fique fora da sintonia, os problemas irão surgir, talvez com maior força. Pode ter reforço secundário negativo aleatório e criar uma espécie de «vício» que também pode ocorrer com os medicamentos, tal como diz o eminente Professor de psiquiatria Peter Neuropsicologia-B2Breggin→Psicoterapia / Medicação. Por isso, o importante, é a mente estar envolvida nesta «operação» e, quanto mais «esclarecida» estiver, melhor para o caso, conseguindo-se isso com treino aturado e prática constante e compreensão obtida com uma leitura cuidada.

Numa boa psicoterapia, o importante, é enfrentar esses problemas e «aprender» a ultrapassá-los. Para isso, as noções de modificação do comportamento e de interacção humana são muito importantes, juntamente com o conhecimento do modo como os outros resolveram os seus problemas, fazendo muitas leituras e, se necessário, tendo à mão um manual que possa guiar a pessoa no início, podendo as dúvidas ser esclarecidas em sessões de conjunto (B/109).
Os dois blogs HISTÓRIA DO NOSSO BLOG – sempre actualizada e http://livroseterapia.wordpress.com/, mantidos desde há «Educar»-Bmuito tempo, funcionam como uma espécie de BLOGOTERAPIA, dando muitas informações pertinentes e necessárias para as diversas pessoas que as pedem e para outras que possam surgir, como muitos têm feito.

  • Na BIBLIOTERAPIA (Q) que está a ser preparada, sem propaganda, a leitura inicial pode ajudar a compreender toda esta ideia e as soluções possíveis.
  • Para começar todo o processo prático de psicoterapia ou prevenção e profilaxia, a utilização de AUTO {psico}TERAPIA (P), é uma solução imediata para quem tiver pressa e quiser seguir as informações lidas no livro anterior.
  • Depois, mesmo que não existam sessões de esclarecimento (B/109), ACREDITA EM TI. SÊ PERSEVERANTE! (B) Depress-nao-Bindica o modo como o Antunes resolveu o seu problema, com algumas conversas, muita leitura, muito treino em casa e bastante apoio escolar dado à filha, em momento oportuno, para não criar nela outras dificuldades.
  •  Para quem quiser saber como funciona este tipo de terapia e quais os fundamentos em que se baseia, com os resultados obtidos, temos IMAGINAÇÃO ORIENTADA (J)
  • Sendo conveniente que a pessoa saiba de que modo funciona o comportamento humano, a maneira como pode ser modificado e quais as consequências de não se fazer, inicialmente, um planeamento adequado, JOANA a traquina ou simplesmente criança? (D) dá uma ajuda substancial para demonstrar que até uma criança de 8 a 9 anos, bem treinada, pode utilizar as técnicas quase artesanalmente.
  • As noções mais explícitas da aprendizagem e modificação do comportamento com medidas de avaliação, técnicas e possibilidades de previsão de resultados, podem ser obtidas em PSICOLOGIA Respostas-B30PARA TODOS (F). Neste livro estão incluídos muitos casos de ataques de pânico, birras, conflitos conjugais, crise de adolescência, desequilíbrios psicológicos ocasionados nos filhos devido a desentendimento entre os progenitores, desmaios, dificuldades escolares, educação inadequada, encoprose, enurese, fobias diversas, modificação do comportamento, obsessões, sentimentos de inferioridade, reabilitação, reeducação de deficientes, teimosia, tiques, toxicodependência e vários outros, que nos afligem do dia-a-dia, e que dependem também, em muito, do meio ambiente familiar e social. Muitas destas situações foram causadas por dissonância cognitiva, facilitação ou pressão social, modelagem, moldagem, identificação, falsa percepção, sentimentos inadequados, reforço inadequado e vários factores que influenciam a nossa vida do dia-a-dia. Todos foram resolvidos pelos intervenientes com a compreensão dos mecanismos do comportamento humano, especialmente relacionados com as técnicas de acumulação de vantagens (token economy), autohipnose, autorreforço, condicionamento DIA-A-DIA-C(aversivo, clássico e operante), contrato escrito, dessensibilização, extinção, facilitação, modelagem, moldagem, psicodrama, punição, reaprendizagem, reforços (de variadíssima espécie), relaxamento, sensibilização e a conjugação de todas estas técnicas com a ponderação e bom senso necessários. A adopção de medidas avaliativas e a utilização prática dos conhecimentos de técnicas de modificação do comportamento, está completamente explicitada. Em quase todos os casos, houve necessidade de explicar pessoalmente a forma de utilizar essas técnicas com oportunidade, ponderação e parcimónia, a fim de se obterem os melhores resultados, previstos e avaliados em cada caso, pelos intervenientes, tal como também aconteceu com os participantes nas aulas de Psicologia Geral e Psicopatologia (F/267-268).
  • INTERACÇÃO SOCIAL (K) pode ajudar a compreender de que modo funcionamos em sociedade, pqsp2dando especial realce aos diversos factores como o conflito, a dissonância cognitiva, a facilitação ou pressão e inibição social, a negociação e diversos outros, que influenciam o bom e o mau entendimento entre amigos, colegas, subordinados, superiores e comunidades em geral.
  • SAÚDE MENTAL sem psicopatologia (A) é um livro quase académico, mas que apresenta os contornos e os conceitos da «normalidade» e da «anormalidade», dificuldades e anomalias psicológicas, diagnósticos, etc., frequentemente utilizados entre os profissionais, realça os malefícios que as «drogas», mesmo que legais, podem causar aos indivíduos que desejarem reabilitar-se sem criar qualquer dependência, quer medicamentosa, quer humana.
  • Para ter um exemplo de como se pode sair dum descalabro comportamental (alcoolismo, prostituição, droga) e evitar cair no mesmo outra vez, sem a ajuda dos medicamentos e até contra os mesmos, temos o exemplo da Cidália em Eu Também CONSEGUI! (C).
  • Outro exemplo de quem conseguiu «livrar-se» dos seus problemas dos quais não tinha plena stress2consciência (situação comum em várias pessoas naquela época) e que «minavam» a sua existência, temos o exemplo do JúlioEu Não Sou MALUCO! (E), que conseguiu ter uma vida completamente diferente daquela que algum dia poderia imaginar. Através duma quase BIBLIOTERAPIA ( apontamentos policopiados), assistida pelo psicólogo durante cerca de 8 semanas à mesa de um velho café, conseguiu muito mais do que os seus intentos iniciais.
  • Para quem se quiser elucidar sobre os «perigos» dos diagnósticos e das consequências «desastrosas» que se podem provocar se não se tomar em conta todos os sintomas e a história pessoal bem elaborada e compreendida em relação ao ambiente circundante, a história do Joel→PSICOPATA! Eu? (G) pode ser muito convincente.
  • Falando em depressões, que são muito frequentes nas nossas sociedades «civilizadas» e «industrializadas», os exemplos da Isilda e da «nova paciente»→COMBATA OU EVITE A DEPRESSÃO (H) pode ajudar a evitar o mal ou a reduzi-lo em tempo oportuno, compreendendo ao psicoterapia2seu mecanismo, para possibilidades de prevenção.
  • PSICOTERAPIAS BEM SUCEDIDAS – 3 «casos» (L) apresenta três casos em que a psicoterapia foi feita de maneira diversa:
  • − com muita rapidez, apesar do descrédito total inicial, devido a tratamentos infrutíferos realizados anteriormente;
  • − em termos «normais», mas com alguma colaboração da paciente;
  • − de forma disfarçada, por causa dos preconceitos vulgarmente existentes em muitas mentes.
  • Para não haver sofrimento com dificuldades de tratamento muito tardio, falta de conhecimentos e de colaboração do paciente ou obstáculos e ideias preconcebidas, com comportamentos indevidos e prejudiciais da família, PSICOTERAPIAS DIFÍCEIS (M) apresenta 4 casos em que isso aconteceu devido a uma enurese não tratada durante mais do que duas décadas, desentendimento entre os pais, ideias preconceituosas sobre os medicamentos psiquiátricos e outras, aparentemente «caritativas» Humanismo2mas alienantes. Não foi, seguramente devido a falta de terapia, mas sim por causa da falta de colaboração dos próprios e das ideias absurdas, muito vulgares em ambientes pouco esclarecidos em relação à psicologia, que os «casos» não foram «resolvidos» por completo.
  • Quem tiver de enveredar por uma reeducação, pode socorrer-se do livro NEUROPSICOLOGIA na Reeducação e Reabilitação (I), como aconteceu com o Antunes (B) que, através desse meio, até conseguiu melhorar todo o relacionamento e equilíbrio psicológico familiar.
  • COMPORTAMENTO NAS ORGANIZAÇÕES (N) pode ajudar a compreender o modo como cada um se pode movimentar na área da gestão, vendas e sindicalismo.
  • Por fim, um livro que não é essencial, mas que pode suplementar as diversas informações divulgadas em muitos outros, as respostas a perguntas, passadas e futuras, irão figurar em RESPOSTAS sobre PSICOLOGIA (O).
  • Agora, devido a várias críticas, sugestões e pedidos, foi preparado o livro «PSICOTERAPIA… através de LIVROS…» (R) que orienta os interessados na utilização criteriosa de todos os 18 livros da colecção da BIBLIOTERAPIA. Além de quaisquer outros procedimentos que a pessoa deseje manter, essas leituras servem para psicoterapia, psicopedagogia, melhoria de interacção social e desenvolvimento pessoal, realizadas de forma autónoma ou com pouca ajuda do psicólogo e sem a necessidade de medicamentos.  
    Marketing2

Depois destas considerações e esclarecimentos que demoraram duas noites em que gastei a exorbitância de 5 minutos de cada vez para entrar em Imaginação Orientada, a qual vai continuando durante o dia, parece despropositado não investir na prevenção,  preferindo enveredar por uma psicoterapia que não tenha a finalidade de resolver o problema, mas apenas adiar ou minimizar «os estragos».

Quando alguém me disse que tudo isto deveria ser publicitado, lembrei-me das campanhas «agressivas» e quase «ciganas» que se fazem, em abundância, relacionadas com telemóveis, aparelhos auditivos, rastreios «gratuitos», medicamentos, suplementos vitamínicos, «ofertas» de prémios e muita coisa mais, até com actores em voga no momento→Publicidade ou Informação / Divulgação?                                                                 

Infelizmente, consumimos desenfreadamente tudo aquilo que essas publicidades bem feitas, com muita arte e tecnologia, nos vão impingindo e que até nos podem ser prejudiciais, sem querermos procurar aquilo que, de facto nos faz falta, é útil e nos pode beneficiar, incluindo a saúde mental.
Como só me interessa servir as pessoas que podem disso necessitar, divulgando a informação e sem enveredar por acções «caritativas», esta a ideia, que tinha em mente há muito tempo, já foi transmitida à Área de Saúde Mental da Câmara Municipal de Sintra, em Abril deste ano (2014) para que os autarcas não se lembrem dos cidadãos só para lhes fazerem «promessas» e angariar votos no momento das eleições.
Entretanto, como medida de precaução, julgo que o melhor é que cada pessoa que necessitar destes serviços, «se mexa» para «exigir» aquilo a que tem direito, pelo menos na área da saúde mental. As sessões de informação, esclarecimento e discussão das ideias apresentadas e lidas em diversos livros, pode ser muito importante e maneira de «introdução» para uma área que nos interessa até como «educação» ou formação da personalidade das futuras gerações, numa cultura de excelência.

Da minha parte, continuando a manter os dois blogs aqui mencionados, para dar apoio ou esclarecer quem disso necessitar, vou actualizando os livros até ao momento de os publicar, se houver apetência e oportunidade para isso.

Por isso, fico à espera de inscrições, com o envio do endereço dos interessados, para o e-mail <mariodenoronha@gmail.com>

Consultou todos os links mencionados neste post?

Em divulgação…

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Ver também os posts anteriores sobre BIBLIOTERAPIA

É aconselhável consultar o ÍNDICE REMISSIVO de cada livro editado em post  individual.

Blogs relacionados:

TERAPIA ATRAVÉS DE LIVROS  para a Biblioterapia

PSICOLOGIA PARA TODOS (o antigo)

Para tirar o máximo proveito deste blog, consulte primeiro o post inicial “História do nosso Blog, sempre actualizada”, de Novembro de 2009 e escolha o assunto que mais lhe interessa. Depois, leia o post escolhido com todos os comentários que são feitos. Pode ser que descubra também algum assunto acerca do qual nunca tivesse pensado.

Para saber mais sobre este blog, clique aqui.

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3 thoughts on “BIBLIOTERAPIA – 5

  1. Anónimo on said:

    Li por alto este artigo que tem tantas citações que uma pessoa se perde.
    Vou ter de ler mais duas vezes, uma, indo logo às citações e, a seguir, lendo-o de uma só vez.
    Necessito de tempo a paciência.
    Até à próxima.

  2. Anónimo, do 1º comentário a este artigo. on said:

    Este artigo é muito denso. Estou a lê-lo com cuidado, mas ainda não consegui ir a todos os links.
    Vi-o mencionado no facebook e, como fala em relação à Câmara Municipal de Sintra, despertou-me a atenção porque nos devemos ter conhecido quando da apresentação do seu trabalho de Apoio Psicoterapêutico nas I Jornadas sobre a Problemática da Saúde no Concelho de Sintra, em Março de 1985.
    Julgo que a sua mulher também apresentou um trabalho sobre Apoio Psicopedagógico.
    Como devo acabar de ler este artigo até ao fim desta semana e tenho de ir a Sintra no domingo, gostaria de falar com o responsável pelo Centro.
    Vou estar na manhã, às 10 horas, para um encontro que deve durar mais ou menos 15 minutos, no átrio do antigo Cinema Chaby, em Mem Martins.
    Se puder lá estar, mais ou menos a essa hora, agradeço imenso.
    Podemos voltar a conversar um pouco sobre tudo isso.
    Julgo que o conheço e não deve ser difícil reconhecer facilmente.
    Até domingo?

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