PSICOLOGIA PARA TODOS

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VELHAS RECORDAÇÕES

Depois de uma velha amiga me ter telefonado, falando em muitas coisas profissionais do passado, outras Imagina-Brecordações ocasionadas na IMAGINAÇÃO ORIENTADA (J) encaminharam-me no sentido de fazer este novo post que é dedicado a todos os amigos.

Apesar de esta directota me parecer muito cordata e sincera, ela era considerada por alguns bastante rígida e distante, o que poderia ser um dos seus instrumentos ou artifícios para se manter equidistante e imparcial num serviço que estava a dirigir.

Lembrei-me das minhas aulas de Psicologia Geral, dadas em linguagem simples e de forma prática − PSICOLOGIA PARA TODOS (F) −, aos antigos auxiliares de enfermagem no Hospital de Vila Franca de Xira, com alguns dos resultados apresentadas em Resposta 17 (23 Out 11)Psicologia-B

Também me lembrei do meu querido Professor Schneeberger de Athaíde e das suas aulas de Psicoptatologia que eu também tive de dar no ISMAT, nos últimos anos, com a SAÚDE MENTAL sem psicopatologia (A), em que frisei a necessidade da prevenção, profilaxia e cuidado a ter com os efeitos secundários ocasionados pelos medicamentos psiquiátricos, em excesso, tal como preconiza o Professor de Psiquiatria Peter Breggin nas suas palestras − Psicoterapia / Medicação (6 abr 14).

Isto fez-me recordar os meus mais de 10 velhos amigos e comensais médicos, já falecidos, que se desdobravam em consultas para resolver os problemas, sem se preocuparem muito com a sua prevenção e com a sua repercussão na saúde e estabilidade psicológica que, agora, passa a ser uma obrigação ou um encargo para os psicólogos.Saude-B

Tudo isto tinha levado a enfronhar-me ainda mais na prevenção e no muito que cada um pode fazer por si próprio, em psicologia e psicoterapia, se houver leitura de literatura adequada e sua compreensão, com a manutenção de alguns procedimentos, simples de executar − Biblioterapia – 6 (13 out 14) −, que não demoram mais do que 15 minutos, todas as noites, antes de dormir, ao fim do 1º mês de prática, podendo ser complementados com a autohipnose.

É pena que muitas pessoas ainda não tenham a noção de que, em psicologia, a melhor forma de se manterInteracção-B30 o equilíbrio, apesar de todas as dificuldades vulgarmente sentidas, é a prevenção, porque a «cura» depois do mal-estar instalado, pode ser muito difícil, devido a vários factores relacionados com a própria pessoa e com o meio ambiente que nos rodeia − INTERACÇÃO SOCIAL (K) −, descobrindo «culpas» em muitos dos males que nos acontecem e arranjando desculpas ou justificações para sensibilizar o visado.

Para manter os procedimentos mencionados, uns julgam-se incapazes de seguir determinadas normas preconizadas pelos vários livros de autoajuda, enquanto outros têm ideias preconcebidas e erróneas acerca de determinados instrumentos terapêuticos, tais como a hipnose − Acredita-BPsicoterapia Votada ao Fracasso (20 Jan 11) − que, geralmente, é conhecida com o aspecto de entretenimento público e espectacular − O Abade Faria (30 Mai 13). Quase ninguém sabe com segurança e de forma esclarecida, o bem que isso pode acarretar na psicoterapia, especialmente com a metodologia seguida por Milton Erickson − PSICOTERAPIAS BEM-SUCEDIDAS – 3 «casos» (L).

Lembrei-me também de mim, em 1973, e do AntunesACREDITA EM TI. SÊ PERSEVERANTE! (B) −, que tínhamos resolvido a situação de depressão grave, quase autonomamente, mas com muita leitura e práticas consequentes, que agora estão resumida e sequencialmente apresentadas em AUTO{psico}TERAPIAMaluco2 (P)

Até o Júlio, do Eu Não Sou MALUCO! (E), experimentou isso à mesa dum velho café, em vários dias, durante oito semanas, para «resolver» definitivamente, os «seus desgostos» de ter sido abandonado pelos pais, dos 10 aos 16 anos, em Lisboa, bem alojado em casa de primos muito amigos, para poder estudar aquilo que não conseguiria na sua terra, uma aldeia longe da cidade de Coimbra. Recordada, compreendida e eliminada essa «causa» provocadora dum trauma negativo, o seu «efeito» psicossomático desapareceu por completo. E, tudo isso, foi depois de ter sido submetido a EEG e a dois tratamentos medicamentosos infrutíferos, para debelar as suas crises de ansiedade e depressão de que tinha sofrido no decurso de dois anos.Joana-B

Depois de todas estas lembranças, o que mais me custou, foi recordar que, muitas pessoas, devido à sua inércia ou educação mal orientada e preconceituosa − JOANA a traquina ou simplesmente criança? (D) −, encontram dificuldades para superar os seus desequilíbrios, deixando-se sucumbir perante o infortúnio. Foi o que não aconteceu, por acaso, com a CidáliaEu Também CONSEGUI! (C) – que, com o «empurrão» que recebeu do seu «tio» Antunes, reagiu a tempo.

Essa falha na educação, que aconteceu também no caso da Cristina (L), pode ocasionar as primeiras dificuldades e não ajudar na recuperação, além de dar pouco «rendimento» na psicoterapia, Consegui-Bdevido a uma estruturação da personalidade pouco adequada, como aconteceu com o CalimeroRelaxamento 5 (15 Ago 13) −, cuja recuperação nunca foi tão boa como poderia ter sido se a sua personalidade fosse ligeiramente mais amadurecida e autónoma, em grande parte, devido a apoios mal dados na infância e adolescência.

Todas estas recordações incentivaram-me a não desistir da ideia de prevenção e profilaxia, que cada um pode fazer comodamente em casa ou durante as viagens, lendo vários livros aqui indicados e praticando alguns procedimentos simples como fica apresentado em Autoterapia (P) e explicado agora, na generalidade, em BIBLIOTERAPIA (Q), que foi especificamente planeado par esclarecer muitos dos que ainda ignoram este método de profilaxia, prevenção, resolução ouPsi-Bem-C melhoria de desempenho. Foi este blog, com os comentários consequentes e a minha imaginação orientada, que despoletaram esta necessidade demonstrada por muitos.

Enquanto em linguagem vulgar, se a elaboração deste post fosse um comportamento bom, diríamos que o telefonema foi o seu estímulo. Contudo, diríamos que a sua elaboração tinha sido por «culpa» do telefonema se fosse considerado um comportamento mau. Porém, em Psicologia, sem qualquer conotação moral, só podemos dizer que o telefonema foi a causa deste post. Deste modo, podemos viver tranquilamente, examinando as causas, com racionalidade, objectividade e humildade, compreendendo-as e aprendendo a controla-las com os instrumentos disponíveis, para provocar os efeitos que nos interessam. A psicoterapia, para a modificação do comportamento , com plena consciência do que se está a passar connosco e à nossa volta, pode consistir apenas nisto. Se nãomario-70 fôr o próprio a compreender isto, sem o auxílio dos medicamentos que reduzem as suas capacidades cognitivas e alteram
as neurofisiológicas, aprendendo a ter comportamentos diferentes, quem mais pode entrar na «cabeça» dessa pessoa para recordar e descobrir as causas?

Neste sentido, só tenho de agradecer o telefonema que me proporcionou a elaboração deste post, trazendo ao nível do consciente muitas memórias boas. É o reforço secundário positivo que é necessário em muitas situações da vida.

Consultou os links mencionados neste post?Maluco2

Em divulgação…

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Ver também os posts anteriores sobre BIBLIOTERAPIA

É aconselhável consultar o ÍNDICE REMISSIVO de cada livro editado em post  individual.arvore-2

Blogs relacionados:

TERAPIA ATRAVÉS DE LIVROS para a Biblioterapia

PSICOLOGIA PARA TODOS (o antigo)

 

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3 thoughts on “VELHAS RECORDAÇÕES

  1. Este artigo é muito bom especialmente quando relacionado com os da Biblioterapia.
    Continue assim.

  2. Com o comentário seguinte:
    Li este artigo e vários outros, com alguma curiosidade.
    Parece que coloca muita insistência nas «causas» e «efeitos».
    Não consigo compreender muito bem como é que isso se possa utilizar em psicoterapia.
    Pode-me explicar?
    Anónimo.

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