PSICOLOGIA PARA TODOS

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Archive for the month “Novembro, 2014”

COMENTÁRIO

Já consultei alguns artigos deste blogue.Joana-B
O que mais intrigou, é que alguns deles se podem relacionar com as citações do duque de La Rochefocauld.
Se desejar, consulte o site http://www.citador.pt/frases/citacoes/a/francois-duque-de-la-rochefoucauld/320
 

Como resposta a este comentário, feito no post AUTOANÁLISE, por um anónimo, elaboro o seguinte post explicativo:
François, Duque de La Rochefoucauld, viveu em França de 1613 a 1680. Foi escritor e moralista.Psicologia-B
Consultando esse site, lembrei-me, em primeiro lugar do post, deste blog, Causas / Efeitos (4 nov 14) em que se pretende fazer uma clara delimitação entre a psicologia e a moral. Isso não quer dizer que, quem utiliza a psicologia não o deve fazer sem a moral e a ética necessárias, mas que também um criminoso ou um psicopata pode utilizar todos esses conhecimentos para fins perversos. É o que acontece muitas vezes no nosso dia-a-dia e até na política, onde os interesses pessoais se sobrepõem aos da comunidade que elegeu os seus representantes.
Os efeitos são previsíveis mas, talvez, indesejáveis. Para isso, temos de alterar as causas. Para alterar essas causas, os que têm de o fazer, tem de ser mesmo nas urnas, nos locais de serviço ou até nas famílias, onde se forma a estrutura da personalidade. Para isso, temos de difundir os conhecimentos necessários da maneira mais simples possível.
É neste sentido que a psicologia ou a ciência do comportamento é tratada nos livros:
PSICOLOGIA PARA TODOS (F)
INTERACÇÃO SOCIAL (K)Interacção-B30
Também, toda esta teoria está praticamente aplicada e discutida num caso concreto com uma criança de 7 anos, que aprendeu a utilizar as técnicas, cingindo-se à moral e à ética «aprendidas» na sua família: JOANA a traquina ou simplesmente criança? (D)

Entrando agora, nos pensamentos ou citações do duque-de-la-rochefoucauld, podemos examinar algumas delas, citadas a seguir em itálico, relacionadas com a psicologia e os posts deste blog. 

    • Consegui-B“Gabamo-nos de ter defeitos opostos àqueles que temos: quando somos fracos, gabamo-nos de ser teimosos.”

    → É exactamente isso que o pai da Joana fazia antes de conhecer os mecanismos da ciência do comportamento humano. Mas, quando «aprendeu» deixou de cometer esse erro grosseiro e facilmente eliminável.

    • “Nada é mais contagioso que o exemplo, e nunca fazemos grande bem nem grande mal sem produzir outros semelhantes. Imitamos as boas acções por emulação e as más pela malignidade da nossa natureza que a vergonha conservava prisioneira, e que o exemplo põe em liberdade.”

    → Muitos são os posts que falam na modelagem, identificação e reforço vicariante, positivo e negativo, necessários tanto no caso das famílias, como na gestão da empresas ou do governo.

    Psicopata-B

    • “Os vícios entram na composição da virtude assim como os venenos entram na composição dos remédios. A prudência mistura-os e atenua-os, e deles se serve utilmente conta os males da vida.”
    • “Pode dizer-se que os vícios nos esperam, no decurso da nossa vida, como hospedeiros em cujas casas devemos sucessivamente alojar-nos; mas duvido que a experiência no-los fizesse evitar se nos fora permitido percorrer duas vezes o mesmo caminho.”

    → O reforço negativo, especialmente o secundário, o vicariante e o aleatório podem ocasionar situações viciantes difíceis de erradicar depois de bem instaladas – Vício (08Fev13) e Vício 2 (24Jun13)

    • “A natureza parece ter escondido no fundo do nosso espírito talentos e habilidades que Acredita-B
      desconhecemos; só as paixões conseguem trazê-las à superfície, e dar-nos às vezes ideias mais acertadas e concretas que a arte não saberia fazer.”
    • “Os homens parecem não considerar os seus defeitos suficientes: aumentam-lhes ainda o número através de algumas qualidades singulares com as quais simulam enfeitar-se, e cultivam-nas com tanto desvelo que elas acabam por tomar-se defeitos naturais e já não depende deles corrigi-los.”
    • “Há falsidades disfarçadas que simulam tão bem a verdade, que seria um erro pensar que nunca seremos enganados por elas.”
    • “A humildade não é mais que uma falsa submissão de que nos servimos para submeter os outros; é um artifício do orgulho, que se rebaixa para melhor se elevar. E, apesar de se Maluco2transformar de mil maneiras, nunca se disfarça tão bem nem engana tão eficazmente como quando se esconde sob a capa da humildade.”
    • “Ficaríamos envergonhados das nossas melhores acções se o mundo soubesse os motivos que estão por trás delas.”
    • “Não temos a coragem de admitir em público que não temos defeitos e que os nossos inimigos não têm qualidades; porém, intimamente, não andamos longe de acreditar nisso.”
    • “Em todas as profissões se afecta uma aparência e um exterior que pareça o que queremos que os outros nos julguem. Assim, se pode dizer que o mundo se compõe apenas de aparências.”

    → A necessidade de apresentar uma boa imagem é tão grande para cada um de nós, que utilizamos Psi-Bem-Ctodas as ocasiões e subterfúgios para o fazer e preservar o mais possível. Como será possível evitar isso sem nos conhecermos a nós próprios? Será mais fácil «confessar» a verdade a um especialista do que a «cada um»? Não se desejará «aparentar» ao especialista  uma boa imagem e receber, às vezes, o reforço (ou a consolação) de que o mal está na sociedade, como me pareceu acontecer com alguns? PSICOTERAPIAS BEM-SUCEDIDAS – 3 casos (L)

    • “Consolamo-nos muitas vezes das nossas infelicidades pelo prazer que nos dá a exibi-las.”
    • “Raramente conhecemos alguém de bom senso, além daqueles que concordam connosco.”
    • “Só achamos que as outras pessoas têm bom senso quando são da nossa opinião.”Saude-B

    → A necessidade que temos de nos autovalorizarmos, pode conduzir-nos a um artifício de menosprezar o outro para nos valorizarmos comparativamente e sentirmo-nos de bem connosco, mesmo que artificialmente. Isto pode levar-nos a ter comportamentos artificiais e demonstrativos, como me parece acontecer com algumas técnicas utilizadas em Psicologia Positiva (26 ago 14), não devendo também deixar-nos iludir com a mistura de técnicas ou a sua má aplicação, como pode acontecer com a Autoanálise (17 nov 14).

    • Depressão-B“A sinceridade é uma abertura do coração. Encontramo-la em muito poucas pessoas, e essa que vulgarmente por aí se vê não passa de uma astuta dissimulação para atrair a confiança alheia.”
    • “O desejo de falar de nós e de mostrar os nossos defeitos sob o ângulo que mais nos convém, constitui boa parte da nossa sinceridade.”
    • “Quem não encontra a felicidade em si mesmo, é inútil procurá-la em outro lado.”
    • “A felicidade está no gosto e não nas coisas.”

    → A técnica da terapia do equilíbrio afectivo, acompanhada da imaginação orientada, Imagina-Balicerçada no relaxamento mental e complementada com a autohipnose, tal como está discutida e clinicamente avaliada em IMAGINAÇÃO ORIENTADA (J) e, posteriormente, apresentada num pequeno manual de 76 páginas AUTO{psico}TERAPIA (P) é uma das vias para se conseguir cómoda e autonomamente o reequilíbrio necessário, promovendo a prevenção e a profilaxia.

    • “A piedade é, muitas vezes, um sentimento dos nossos males nos males de outrem. É uma hábil previsão das infelicidades que nos podem acontecer; amparamos os outros para os comprometer em relação a nós em ocasiões semelhantes; e estes serviços que lhes prestamos são, a bem dizer, bens que oferecemos a nós mesmos adiantadamente.”mario-70
    • “Não existe tal coisa como um infortúnio tão mau que as pessoas hábeis não saibam dele tirar proveito, como também não existe uma felicidade tal que os mais volúveis não transformem em prejuízo próprio.”
    • “Todos nós temos a força suficiente para suportar os males alheios.”
    • “Quando praticar qualquer falta, procure remediá-la e não desculpá-la.”
    • “A causa da derrota, não está nos obstáculos, ou no rigor das circunstâncias, está na falta de determinação e desistência da própria pessoa.”

    → A nossa tendência natural de nos lamentarmos perante as dificuldades e tentarmos justifica-lasDifíceis-B com diversas «culpas», pode ser o óbice principal para a dificuldade de ultrapassar situações difíceis, que seriam facilmente (ou dificilmente?) ultrapassadas com algum trabalho do próprio, iniciado em momento oportuno e a começar desde a infância como aconteceu com a Joana, já citada quase no início.

    Todas estas citações, levaram-nos a revisitar o nosso post anterior dedicado à Meditação e Psicologia (05Jun13) e a procurar os “Pensamentos de Buda” em http://pensador.uol.com.br/buda_frases/, na internet.

    • Projetistas fazem canais, arqueiros airam flechas, artífices modelam a madeira e o barro, o homem sábio modela-se a si mesmo.
    • Somos o que pensamos. Tudo o que somos surge com nossos pensamentos. Com nossos neuropsicologia-Bpensamentos, fazemos o nosso mundo.
    • É a própria mente de um homem, e não seu inimigo ou adversário, que o seduz para caminhos maléficos.
    • O segredo da saúde, mental e corporal, está em não se lamentar pelo passado, não se preocupar com o futuro, nem se adiantar aos problemas, mas, viver sabia e seriamente o presente.
    • O que somos é consequência do que pensamos.
    • A paz vem de dentro de você mesmo. Não a procure à sua volta.
    • É melhor conquistar a si mesmo do que vencer mil batalhas.
    • A paz vem de dentro de ti próprio, não a procures à tua volta.Organizar-B
    • Tudo o que somos é resultado do que pensamos.
    • Toda grande caminhada começa com um simples passo.
    • Só há um tempo em que é fundamental despertar. Esse tempo é agora.
    • O que somos hoje vem de nossos pensamentos de ontem, e nossos pensamentos presentes construir a nossa vida de amanhã; nossa vida é a criação de nossa mente.
    • Todo sofrimento psicológico é fictício, porque ou está armazenado na memória do passado, ou na imaginação do futuro, porque ambos são apenas ilusórios… O passado já passou e o futuro ainda não chegou!!!
    • Só há um tempo em que é fundamental despertar. Esse tempo é agora.Respostas-B30
    • O único momento real é o presente, e nele reside a eternidade!

    → Todas estas citações conduzem-nos a um caminho único de antes prevenir que tentar tarde remediar. Foi o que aconteceu com o Antunes, a Cidália, a Cristina, o Joel, a Isilda, a «nova paciente», a Germana, o Januário, o «Mijão» e o «Calimero», mesmo depois de o mal estar instalado. Se não foi possível resolver a situação com a «Perfeccionista» e o «Pasteleiro» e com alguns anteriores, os resultados foram inferiores aos desejados, deveu-se ao meio ambiente que desajudou ou o próprio que não se quis empenhar devidamente nas leituras e nos Depress-nao-B

    exercícios necessários. O medicamento aceita a passividade do interessado, mas pode deixá-lo na sua dependência permanente, tal como a droga, o tabagismo e o alcoolismo, criando o vício.  Como a psicoterapia não prescinde do empenhamento e da colaboração do próprio,  exige, tal como na dieta, no reiki, no ioga, na meditação, a compreensão da situação e os treinos consequentes, com muita perseverança, baseados numa leitura  correcta e manutenção dos procediementos necessários claramente indicados e resumidos na AUTOTERAPIA (P).

    «Educar»-BPara isso, este blog tem mantido desde 2007, uma ajuda através de respostas a comentários, alguns na internet, outros pessoais e até por e-mails. Todos os posts, como resposta, podem ajudar a satisfazer os desejos de cada interessado e de muitos outros que não se lembrariam de fazer essas perguntas como se pode depreender da HISTÓRIA DO NOSSO BLOG – sempre actualizada.

    Todas estas razões e especialmente para ajudar as pessoas que não podem obter as consultas necessárias ou não conseguem ter disponibilidade para as mesmas, levaram-nos a preparar um novo manual de 68 páginas BIBLIOTERAPIA (Q), que apresenta as vantagens de cada um fazer a psicoterapia, cómoda e economicamente por si próprio, explicação dada também nos vários posts com o mesmo nome e que terminam em BiblioBiblioterapia – 6 (13 out 14).

    Tudo isto pode ser devidamente discutido e clarificado em reuniões com várias pessoas,  cada uma com as suas dúvidas ou dificuldades – Corrigenda (22Abr12). Uma vez expostas, podem ser confrontadas e exemplificadas com situações reais do dia-a-dia como já aconteceu muitas vezes  Resposta 17 (23 Out 11) .

    Em divulgação…

    Consultou os links mencionados neste post?arvore-2

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É aconselhável consultar o ÍNDICE REMISSIVO de cada livro editado em post  individual.

Blogs relacionados:

TERAPIA ATRAVÉS DE LIVROS para a Biblioterapia

PSICOLOGIA PARA TODOS (o antigo)

Para tirar o máximo proveito deste blog, consulte primeiro o post inicial “História do nosso Blog, sempre actualizada”, de Novembro de 2009 e escolha o assunto que mais lhe interessa. Depois, leia o post escolhido com todos os comentários que são feitos. Pode ser que descubra também algum assunto acerca do qual nunca tivesse pensado.

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AUTOANÁLISE

Em resposta ao seu comentário no post RESPOSTA 41, que transcrevo a seguir, como já prometi, faço o seguinte post explicativo:

A autoanálise, como me diz que está a fazer, até pode servir para justificar uma série de maus hábitos que possa ter adquirido e que lhe estarão a causar algum problema (efeito) desagradável. Só lendo tudo com muito cuidado e compreensão, poderá ter alguma vantagem para iniciar uma autoterapia se, de facto, não tem qualquer outro apoio.”
 
Tal como disse anteriormente à outra comentadora, volto a insistir que não sei quais os livros e os posts que leu e se compreendeu o meu ponto de vista.«Educar»-B
Da primeira vez que falei na autoanálise, foi no caso da Cristina (L), no antigo livro «Como «EDUCAR» Hoje». Tento explicar nele o modo como uma determinada «educação», embora muito «civilizada» e de muita «etiqueta» pode ajudar a criar problemas e desequilíbrios psicológicos. Naquela época e nas circunstâncias do momento, foi possível apresentar-lhe as ideias da psicoterapia, dum modo como não seria possível num consultório.
A psicoterapia que lhe foi iniciada dissimuladamente, com muita «conversa» à mistura, foi o início do seu reequilíbrio psicológico. Mas, depois de compreender o funcionamento dos mecanismos do comportamento Depress-nao-Bhumano, ela exercitou-se no relaxamento mental e serviu-se do diário de anotações para a sua recuperação. A autoanálise serviu para conseguir manter posteriormente uma profilaxia necessária e desejada por ela.

O Júlio, de , apesar de apoiado quase à mesa dum velho café
durante 8 semanas, com «conversas» e autohipnose, só melhorou com a prática de relaxamento mental e Imaginação Orientada, que manteve em casa, com o acompanhamento de muitas leituras que o ajudaram a compreender os pressupostos da psicoterapia e manter uma autoanálise saudável, praticada apenas durante algum tempo depois da sua completa remissão.

A Cidália, de , lendo muita coisa sobre o comportamento humano e casos anteriores, apesar de Maluco2acompanhada em psicoterapia, conseguiu fazer a autoanálise e mantê-la durante algum tempo até se ver completamente livre da depressão em que esteve mergulhada durante o seu curso universitário e, posteriormente, no decurso da sua vida profissional, ensombrada pela exigência dos seus pais que quiseram que ela fosse viver com eles, muito depois de eles a terem quase «abandonado» nas mãos dos avós quase à nascença. Apesar de pressionada, até conseguiu resistir à tentação de utilizar os medicamentos psiquiátricos de que a mãe se servia com frequência.

No livro dedicado ao caso do Antunes, de  , onde se encontra descrita a técnica a Acredita-Bser utilizada para uma autoterapia, mostro que a autoanálise não foi necessária e que os exercícios de relaxamento mental e de Imaginação Orientada foram essenciais e suficientes. Apesar de nunca ter feito a autoanálise, ele conseguiu resolver o seu problema de depressão grave, depois de deixar os medicamentos e de ter praticado os exercícios de relaxamento mental, iniciados depois de muita «conversa», apresentada na , de leitura e de apoio à filha para lhe reduzir o seu insucesso escolar.

Tal como a Cristina, o Júlio, a Cidália e o Antunes, além de muitos outros, leram os livros então publicados ou os apontamentos iniciais que lhes deram origem e que servem para a reorganização dos 18 novos livros da colecção da  (Q):

 (F)
(K).

Em nenhum destes livros ou quaisquer outros, com os «casos», me parece ter dito que a autoanálise deveria ser feita sem algumas regras fundamentais que são:
◊ A autoanálise não é uma análise escrita feita racional a lucidamente. É importante que a escrita seja quase automática, sempre seguida e sem paragens, sem muita consciência do que se escreve, como se a caneta estivesse ligada ao cérebro. É como uma espécie de «vómito psicológico» que não é «controlado». Sai espontaneamente da «profundeza» das mentes.
◊ Não podem existir correcções nem preocupação com a gramática, ortografia ou sintaxe.
◊ Este exercício deve ser feito todos os dias, com um tempo bem delimitado, sempre o mesmo e mais ou menos à mesma
hora. Fazer isso a uma hora mais ou menos certa e, com a limitação do tempo, pode provocar o efeito de Zeigarnick, suscitando recordações posteriores úteis para a psicoterapia de profundidade. Isto quer dizer que no limite de tempo marcado com um temporizador, não se deve continuar a escrever, mesmo que a palavra fique a meio. Por isso, a quantidade de «escrita» em cada dia deve ser mais ou menos semelhante, verificada no papel preenchido.
◊ Depois da escrita, o material deve ser imediatamente arquivado, sem ser lido. Por isso não deve ser utilizado um caderno. Para tanto, é necessário que existam folhas soltas já devidamente furadas e uma pasta para arquivar tudo, sem ler. Também é indispensável que haja bastantes folhas de papel, com duas ou três esferográficas ou lápis para Saude-Bsubstituição rápida no caso de alguma falha.
◊ A leitura daquilo que se escreveu na primeira semana só deve ser iniciada passados os primeiros 6 meses de escrita, todas as semanas, no mesmo dia da semana.
◊ Passado um ano, num outro dia da semana, pode-se começar a ler, duma só vez, aquilo que se escreveu nos primeiros 3 ou 6 meses, para se continuar isso de 3 em 3 ou de 6 em 6 meses, comformr a quantidade de escritos lidos de cada vez.

A intenção da autoanálise, é tentar trazer ao nível do consciente muitas dos factos que ficaram remetidos ao nível do inconsciente, provavelmente, como recalcamentos. É o que está recomendado na AUTOTERAPIA (P), como uma opção de melhoria de desempenho. Não se fazendo isso e não mantendo um determinado tempo, pré-definido para a escrita, o Psicopata-Bdiário de anotações serve perfeitamente e até pode ser vantajosamente substituído, presentemente, por um mini gravador. É como fazer uma selfy de palavras com as recordações que surgem expontâneamente.

Existem vários posts neste blog para ajudar a fazer relaxamento e autoterapia – Psicoterapia 6 (01Nov13). Se não lerem pelo menos tudo isso com atenção, tanto o comentador actual, como a comentadora anterior, nada conseguirão fazer por si próprios e vão depender de psicólogos, psicoterapeutas ou psiquiatras e, pior ainda, dos medicamentos que estes últimos utilizam – Psicoterapia / Medicação (6 abr 14).

Os pressupostos de vários modelos de psicoterapias, da autoanálise e de alguma prática da Psicanálise, foram bastante discutidos com o Januário (L) em «Psicoterapia Para Quê?», depois da sua desilusão total com os tratamentos medicamentosos, psicanalíticos e psicoterapêuticos a que se tinha sujeitado anos antes, com total descrença e desilusão. Contudo, não lhe foi necessária uma autoanálise e a sua recuperação quase total deu-se quase num fim-de-semana, depois de quase dois anos de prática do relaxamento mental incentivado pela mulher.

Tentar fazer desaparecer uma dor muscular com comprimidos de aspirina porque os mesmos fazem desaparecer uma dor de cabeça em determinadas circunstâncias, é uma má solução. Interessa compreender bem todos os mario-70
pressupostos das dificuldades e das técnicas a utilizar. Também é necessário saber de que modo se devem utilizar essas técnicas. Por esse motivo e porque muitos comentadores do blog demonstraram não conseguir seguir os passos necessários para uma boa psicoterapia, foi preparado o livro , à espera de publicação depois das inscrições suficientes.

Nesse livro, está claramente dito que é necessário fazer um inventário e uma avaliação
periódica dos sintomas que incomodam e que são os efeitos das causas que se podem descobrir com o relaxamento mental, mesmo que tenha de ser precedido do muscular, seguido da Imaginação Orientada, com muita leitura e DIA-A-DIA-Ccompreensão de todos estes mecanismos psicológicos e capacidade de analisar com humildade, objectividade e realismo todos os comportamentos, emoções e sentimentos já vividos. Com essa aprendizagem pode-se plenear o futuro, com as disponibilidades do momento.

É bom compreender, através de diversos posts deste blog, que a psicoterapia depende da cabeça de cada um e que essa cabeça só pode ser saudavelmente alterada pelo próprio, sem medicamentos que alienam e que deixam a pessoa sem a capacidade de reagir correctamente.

Quando digo LER, quero significar que a pessoa deve ler com atenção e apreender o significado profundo do conteúdo da mensagem, sem fazer uma leitura como a de romances ou noticiários.
Se o comentador me diz que leu em algum livro qualquer coisa sobre autoanálise, deve ter compreendido que é opcional e que, por si só, não deve dar muito resultado. Além disso, pode justificar determinados comportamentos inadequados e que não foram analisados devidamente na Imaginação Orientada. Agora, até se fala em Biblioterapia, com romances e outros livros.

Se não consegue fazer devidamente a autoanálise, ou se a deve fazer ou não, depende de si próprio e da sua decisão, treino e leitura de tudo aquilo que mencionei. Por isso, espero que leia ou releia tudo em cada post, bem como aquilo que se refere aos links nele mencionados e os comentários que os leitores fizeram.

É por este motivo que, depois de 35 anos de prática clínica, me preocupo com a Psi-Bem-Cinformação que pode ser dada,contestada e corrigida verbalmente em reuniões de várias pessoas (B/109) para compreender os mecanismos do funcionamento humano, da sua alteração e das possibilidades de prevenção para que não existam desequilíbrios ou que os mesmos possam ser rapidamente resolvidos.

A autoanálise, sem a manutenção das normas mencionadas, não pode servir como um diário, especialmente, se for escrito com muito cuidado e consciência. A autoanálise necessita de «não-consciência».
Como ninguém gosta de ter ou apresentar uma má imagem, alguns factos recordados conscientemente podem ser devidamente justificados e enquadrados para os ver como certos e Difíceis-Baceitáveis, embora sejam as «causas» dos «efeitos» ou das dificuldades actuais que se pretendem eliminar e que, às vezes, são conotadas com culpas.
No relaxamento mental e na Imaginação Orientada, devidamente compreendida através da leitura dos mecanismos do comportamento humano e da resolução de alguns casos, se necessário, essa autoimagem deve ser analisada com racionalidade, objectividade e humildade para se descobrirem as causas e fim de alterar os seus efeitos. Se tudo estiver bem e justificado, nada se vai alterar. Por isso, é essencial a humildade e a capacidade de descobrir as causas, sem as confundir com culpas.

É também por isso que estou a reorganizar todos os livros já publicados para os Biblioaglutinar numa colecção de 17, destinada à BIBLIOTERAPIA (Q) que é explicada neste livro e difundida nos vários posts com o mesmo nome, neste blog – Biblioterapia – 6 (13 out 14).

Em Portugal, não temos necessidade de gozar de uma saúde mental de menor qualidade do que no Reino Unido, onde a Biblioterapia, com «prescrição de livros» já é um facto desde os princípios deste século, embora já tenha sido ensaiada pessoalmente desde 1973.
O pai da JOANA (D) que o diga, com a modificação e a profilaxia que foi conseguida no seu «caso», tanto nela, como nos seus pais e irmão.

Agora, até tem o novo livro «PSICOTERAPIA… através de LIVROS…» (R)


Depressão-BEm divulgação…

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Ver também os posts anteriores sobre BIBLIOTERAPIA

É aconselhável consultar o ÍNDICE REMISSIVO de cada livro editado em post  ndividual.

Blogs relacionados:

TERAPIA ATRAVÉS DE LIVROS para a Biblioterapia

PSICOLOGIA PARA TODOS (o antigo)

Para tirar o máximo proveito deste blog, consulte primeiro o post inicial “História do nosso Blog, sempre actualizada”, de Novembro de 2009 e escolha o assunto que mais lhe interessa. Depois, leia o post escolhido com todos os comentários que são feitos. Pode ser que descubra também algum assunto acerca do qual nunca tivesse pensado.

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RESPOSTA 41

Saude-BCom o seguinte comentário no post RESPOSTA 40:

“Comecei a fazer a auto-análise.
Qual é a maneira mais simples de fazer auto-análise? E menos demorada?
Ontem comecei a fazer auto-análise.
Não sei se vou conseguir perseverar…Só cinco minutos por dia. Mais não posso.mario-70
Lembro-me de ler num dos seus livros que os documentos escritos se lêem no fim de cada semana e a seguir faz-se a escrita desse dia. Pode ser assim?
Espero que não seja necessário ler a escrita no fim de cada mês nem no final de cada ano.
Se puder diga-me qualquer coisa sobre isto, a forma mais simplificada de todas de fazer auto-análise.”

 
Respondi que:
“Não sei qual dos livros leu e aquilo que leu. Em nenhum parece-me ter dito que a Biblioautoanálise deveria ser feita da maneira como está a dizer.
Existem vários posts neste blog para fazer autoterapia (P). Se não ler tudo isso com atenção, compreendendo o seu significado, nada conseguirá fazer por si e vai depender de psicólogos, psicoterapeutas ou psiquiatras e, pior ainda, dos medicamentos que estes últimos utilizam. Se não quiser dar um golpe de vista por esses posts que cá estão inseridos, vou ver se faço hoje uma sessão de imaginação orientada, depois dos meus primeiros 3 minutos, à hora de dormir, para entrar em relaxamento mental e, amanhã, consigo elaborar o post RESPOSTA 41, dedicado a este tema. Pode ter a certeza de que, se não ler os livros com atenção e não apreender tudo aquilo que lá se diz, nada poderá fazer por si própria. É pena, porque eu já Imagina-Bexperimentei isso e desenvolvi a técnica da terapia do equilíbrio afectivo, seguida de imaginação orientada, ajudado pela autohipnose.”

 

Presentemente, depois dos meus 3 minutos iniciais de relaxamento mental à hora de dormir, para continuar com a imaginação orientada que vai fazendo os seus efeitos durante o dia, vou escrever este post para clarificar a resposta inicial.Maluco2

Antes de tudo, não sei se a comentadora leu o post CAUSAS / EFEITOS, o que seria muito importante. Se não leu, algum familiar o pode fazer.

Se leu algum dos meus livros, julgo que em nenhum deles disse, tal como nos diversos posts deste blog dedicados à AUTOTERAPIA, RELAXAMENTO, IMAGINAÇÃO ORIENTADA e PSICOTERAPIA, especialmente Psicoterapia 6 (01Nov13), que a autoanálise, por si só, resolveria qualquer dificuldade. Pode servir para aprofundar uma psicoterapia e é opcional.Consegui-B

É bom que as pessoas não se «agarrem» ao significado vulgar das palavras, sem saberem o conceito que cada uma representa, tal como o relaxamento e a imaginação orientada de que falo constantemente.
Já me aconteceu confundirem a terapia do equilíbrio afectivo com as técnicas que muitos utilizam na Psicologia Positiva (26 ago 14), alterando completamente a ideia iniciada pessoalmente (1973), muito antes das investigações de Seligman (1980). Se essa técnica de que falam desse sempre bom resultado, o actor Robin Williams talvez não se tivesse suicidado e ainda estivesse vivo com a utilização da técnica de IMAGINAÇÃO ORIENTADA (J) devidamente aplicada.

Além disso, insisto que, numa boa psicoterapia, tal como aconteceu comigo e com o Acredita-Bmeu amigo Antunes de ACREDITA EM TI. SÊ PERSEVERANTE! (B) e, por pouco, não aconteceu também com a Cidália, de Eu Também CONSEGUI! (C), os medicamentos são prejudiciais, como adverte também veementemente o Professor de Psiquiatria Peter Breggin, o que se pode verificar lendo os comentários e o vídeo associado à Psicoterapia / Medicação (6 abr 14).

Não sei de que maneira poderei ser útil neste caso, porque desconheço os seus contornos e não tenho informações mais completas que, provavelmente, não poderão ser dadas por escrito. Como também não consigo Consegui-B«georreferenciar» a comentadora, como diria agora o nosso ilustre Director-Geral de Saúde, posso informar que comuniquei à Câmara Municipal de Sintra, Área de Saúde Mental, as minhas ideias sobre a possibilidade de prevenção de profilaxia, tal como fiz anos atrás, numa “Conversa com Das Neves” (B/109) transcrita na Corrigenda (22Abr12).

É por esse motivo que, até instigado pelo meu antigo im«paciente» Joel de PSICOPATA! Eu? (G), resolvi incluir no «seu» livro uma lista de procedimentos (G/83…) para poder complementar essas «conversas» e ajudar as pessoas a terem uma vida mais equilibrada.

Psicopata-BDepois, por sugestão de muitos comentadores, alunos e «pacientes» tentei preparar um manual de 76 páginas AUTO{psico}TERAPIA (P) dedicado aos «apressados» que querem fazer uma psicoterapia por si próprios e não têm outros meios para esse fim, o que é difícil sem conhecerem bem os mecanismos do funcionamento do comportamento humano,
apresentado sucintamente em três livros − JOANA, a traquina ou simplesmente criança? (D), PSICOLOGIA PARA TODOS (F) e INTERACÇÃO SOCIAL (K).

Posteriormente, devido às várias dificuldades apresentadas por quem quis realizar uma psicoterapia baseada nos vários posts, que estão a ser apresentados, desde 2007, neste blog e nos anteriores, enveredei pela elaboração de mais um pequeno manual de 68 páginas relacionado com a BIBLIOTERAPIA (Q), para poder explicar as vantagens e as necessidades de manter umaInteracção-B30 determinada conduta, inclusive com a leitura de livros, quase da mesma maneira como fazem presentemente no Reino Unido e nos EUA. Contudo, aqui já temos os livros escolhidos e preparados.

Tudo isto está explicado nos vários posts e, especialmente, em Biblioterapia – 6 (13 out 14). Contudo, o único óbice, é a publicação desses livros quase todos reorganizados e actualizados, porque não desejo que a sua edição seja feita por livreiros, mas que seja restritamente feita por mim, com as actualizações necessárias em consequência das palestras que podem ser muito úteis. Por isso, os interessados têm de me enviar a sua inscrição para eu publicar o livro quando houverPsi-Bem-C interessados suficientes. O meu e-mail está à disposição, se não fôr algum comentário neste blog ou no http://livroseterapia.wordpress.com/.

Tentando responder o melhor possível ao comentário acima citado, posso dizer que demorei mais do que uma manhã para «engendrar» este post, com quase duas dezenas de links que devem ser consultados, o que vai dar muita despesa em leitura. Contudo, não consegui ser mais económico.

Infelizmente, não gosto das respostas rápidas, incompletas, inconclusivas e, às vezes,
enganosas, que se dão em certos meios de comunicação social escrita e imagética − Maozinhas que «Roubam» (07Jan11) e Difíceis-BRoubos Afectivos (18Mai11) −, que agradam a muitos, podendo servir de propaganda dos «interessados», mas prejudicial para muitos. São casos que se apresentam com imensa propaganda, muito aplaudidos, como se fossem milagres e até com a utilização de equipamentos electrónicos, sem haver um seguimento devido e a indicação de consequências adversas ou efeitos colaterais.

A auto-análise,  como me diz que está a fazer, até pode servir para justificar uma série de maus hábitos que possa ter adquirido e que lhe estarão a causar algum problema (efeito) desagradável. Só lendo tudo com muito cuidado e compreensão poderá ter alguma vantagem para iniciar uma autoterapia se, de facto, não tem qualquer outro apoio.Depressão-B

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RESPOSTA 40

“Li os seus posts e não sei o que devo fazer para ajudar a minha filha que está com uma Bibliodepressão muito grave e não quer falar comigo. Quando a quero animar, desorienta-se e aborrece-se apesar de estar a ser devidamente medicada.
Pois isto tem-me estado a dar cabo da mona e não tenho descansado nada e nem consigo pensar em casa sobre os projectos que estou a fazer para finalizar o curso de especialização…
Obrigado”

Como resposta a este comentário que foi feito no post Causas / Efeitos (4 nov 14), posso dizer que este é mais um exemplo de ser necessário descobrir «causas» que estiverem a provocar os «efeitos» que não desejamos.mario-70

Por isso, qual a razão do comentador não descobrir as «causas» desses comportamentos e tentar inactivá-las para reduzir os seus «efeitos» maléficos para todos, inclusive, provavelmente, para a mãe dela?

Se lhe foi diagnosticada «depressão»  e está a ser medicada, o medicamento é dado para «não pensar» e, provavelmente, «não sentir» as «causas» que lhe provocam a depressão.
No estado em que se deve encontrar, como pode tentar fazer relaxamento, se a própria medicação não ajuda ou até a prejudica? Já disse o que aconteceu com a «Perfeccionista» (M) que, não continuando com a psicoterapia por causa de Prozac e Effexor que estava a tomar, para a depressão, passou a estado psicótico bi-polar, com ameaças de suicídio e de homicídio da mãe. Basta ler os três posts relacionados com «Risco de Suicídio».

O Tiago (C) também não era capaz de fazer devidamente o relaxamento, apesar de ajudado pelo psicólogo, Consegui-Bporque tomava medicamentos para a depressão e o seu «caso» nunca conseguiu ser resolvido devidamente, nem 25 anos depois, por causa disso.

Por isso, quando possível, torna-se necessário controlar a depressão com o relaxamento e com a descoberta das suas «causas» utilizando a imaginação orientada (J).

A Biblioterapia serve para isso e as sessões em conjunto muito mais, para esclarecer as pessoas (muitas, e não só uma de cada vez, como nas consultas) apresentando cada uma as suas dúvidas do momento, e que podem afectar os restantes participantes em futuras ocasiões.Imagina-B

A leitura ajuda muitíssimo para complementar as ideias adquiridas. Contudo, esta leitura não pode ser como a dos romances ou novelas. Tem de ser profunda, para compreender bem o significado daquilo que está explanado em linguagem simples mas com conceitos bem alicerçados do funcionamento e interacção humana. Também pode ser melhor explicada nessas reuniões. Além dos livros mencionados e publicados, os vários posts deste blog tratam de dar uma ajuda substancial a todos os interessados em manter uma boa saúde mental e, no Psicoterapia / Medicação (6 abr 14) ,um famoso psiquiatra dos EUA alerta para os riscos da medicação.

Tudo isto me faz lembrar outros casos em que a pessoa tem de ser ajudada pelos familiares.  Quanto à filha do comentador, apenas posso dizer que é importante que os familiares utilizem com ela o reforço do comportamento incompatível, prestando-lhe muita atenção quando ela não tiver comportamentos inaceitáveis tais como lamentar-se, irritar-se, etc. O importante é não esquecer que Psicopata-Bos comportamentos de irritação, lamúrias, ou quaisquer inadequados, nunca devem ser reforçados com opiniões, conversas, castigos ou qualquer outra coisa que faz manter o contacto com a pessoa. A atenção prestada aos comportamentos inoportunos corre o risco de proporcionar reforço negativo secundário aleatório com aumento exponencial do pico da extinção.

Tudo isso deve ser devidamente ignorado até haver a oportunidade de verificar que existe qualquer comportamento que não é necessário evitar. Também, nos momentos em que não houver algum comportamento inconveniente, pode ser fomentado ou facilitado um comportamento que seja aceitável, nem que seja com conversas diversificadas ou recordações agradáveis. Para se entender bem  estas técnicas de forma prática e Acredita-Bsimples, nada melhor do que ler JOANA, a traquina ou simplesmente criança? (D)

A atenção prestada em momentos inoportunos, pode fazer com que esses comportamentos nunca mais acabem, que vão aumentando, e que e medicação seja aumentada para «atamancar» a situação. Nestas condições, a medicação torna-se quase indispensável para forçar a pessoa a não pensar em coisa alguma e a deixá-la quase apática e inoperante, não por culpa dela, mas por causa dos medicamentos.

Para se poder aplicar estas técnicas de modificação do comportamento, o único meio de ajudar a menina nesta situação, seria necessário os familiares lerem com atenção os livros mencionados e compreenderem bem os conceitos neles Saude-Bincluídos. Como já disse, o post Causas / Efeitos deve ser lido com cuidado para ajudar a filha a recordar os bons momentos da sua vida e estimular a produção de dopamina.

Estou a falar em cada um recordar através do relaxamento e da “Imaginação Orientada” (J) tudo aquilo de bom aconteceu. Não deve ser pouco e nem estou a falar em encenações, conversas ou frases interessantes, como em  Psicologia Positiva (26 ago 14) que, em momentos oportunos, podem ajudar a desencadear essas recordações. E os familiares podem fazer isso. O importante é estarem alerta e terem a consciência do que fazem, não reagindo emotiva ou instintivamente. Por acaso, antes de fazer este post, com a imaginação orientada, lembrei-me da madrugada de 8 para 9 de Novembro, em que cheguei a Portugal, em 1957, e reviver a entrada na base aérea de Sintra, para dormir numa camarata numa enxerga de colchão de palha em que, ao mais pequeno descuido, se não Maluco2batesse na parede, a pessoa podia cair ao chão. Para descobrir praticamente como se faz isso, basta ver a série «Mentes Criminosas» em que os investigadores pedem geralmente, às vítimas ou testemunhas, que fechem os olhos e concentrem toda a atenção nos eventos a recordar. E as imagens podem aparecer com alguma rapidez e nitidez, ocasionando boas emoções. Se em momentos de descanso dela, aproveitasse-os para fazer esta experiência com a sua filha, podendo até facilitar a situação com a recordação dos bons momentos vividos em conjunto, seria óptimo. Foi o que aconteceu com o Júlio (E).

Eram essas as vantagens que eu gostaria de proporcionar a todos, discutidas nas conversas com Das Neves, há muitos anos (B/109), em Lagos, porque me custa aceitar, por experiência própria e recomendação de psiquiatras famosos Psicoterapia / Medicação (6 abr 14), que as depressões não sejam combatidas quando elas até podem ser evitadas com alguma facilidade e Depressão-Bimaginação Biblioterapia – 6 (13 out 14).

A propósito das causas e das culpas, lembrei-me também dum caso em que uma pessoa, devido a problemas de variação da tensão arterial, tomava DIOVAN todas as manhãs. Quando, por razões de «austeridade» que se exige agora na nossa sociedade, começou a tomar VALSARTAN, com o mesmo princípio activo e a mesma dosagem, começou a sentir-se irritada e depressiva. A culpa seria do Valsartan ou este seria a causa do estado de irritação e depressão? O facto é que mudando a «causa» de Valsartan para Diovan, o «efeito» do estado de depressão e de irritação, desapareceu por completo.

Os variados posts deste blog tratam disso e, por isso, é mais prático, cómodo, fácil e económico prevenir do que remediar Organizar-Bpouco, se isso ainda for possível. Apenas exige vontade e persistência. Mas, apesar de trabalho aturado e intensivo, dá muitos lucros! Por isso, se o comentador e o pai desejarem que a senhora esteja em melhores condições, dispõem apenas da técnica mais segura do reforço do comportamento incompatível, largamente exemplificado em vários posts deste blog.

Se não se começar a «deitar mãos à obra», de imediato, o caso pode ter uma evolução desagradável, a não ser que esse seja o desejo da própria pessoa ou dos familiares. Provavelmente, mesmo com a plena adesão da paciente, serão necessárias sessões constantes e prolongadas de psicoterapia séria, com diminuição substancial da medicação e prática do relaxamento em casa e muita leitura de livros, além dos diversos posts deste blog, acerca do muito do que aconteceu com os outros.Psicologia-B

Temos de ser capazes de focar a atenção nas asneiras que fizemos reconhecendo-as humildemente como «causas» e não como «culpas» dos outros, como geralmente imaginamos. Para isso, o diário de
anotações
é muito importante, especialmente para ler aquilo que escrevemos tempos antes e de que não nos lembramos de certeza. Por exemplo, há pessoas com quem nos damos imediatamente muito bem e que nos parecem uma «maravilha», mas que pouco tempo depois nos desiludem completamente. É a vida.

No diário, podemos descobrir muitas das nossas dificuldades e tentar compreender onde existiu o erro ou a causa e tentar Interacção-B30corrigi-lo para obter o efeito desejado. Culpar, seja quem for, não resolve coisa alguma mas ajuda apenas a descobrir justificações espúrias que em nada irão ajudar.

As melhoras da filha e boa sorte para todos.

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CAUSAS / EFEITOS

Com o comentário seguinte:

Li este artigo e vários outros, com alguma curiosidade.Organizar-B
Parece que coloca muita insistência nas «causas» e «efeitos».
Não consigo compreender muito bem como é que isso se possa utilizar em psicoterapia.
Pode-me explicar?
Anónimo.”

no post Velhas Recordações (18 out 14), respondi que iria pensar melhor no assunto e tentar explicar, logo que possível, a minha ideia, num novo post intitulado “CAUSAS / EFEITOS”, o qual estou a publicar, ficando muito relacionado com a psicoterapia que estou a praticar e a recomendar, especialmente, se a pessoa quiser fazer de Acredita-Bforma autónoma, seguindo a BIBLIOTERAPIA (Q)

 

Para a elaboração deste post iniciei a IMAGINAÇÃO ORIENTADA (J) durante duas noites, com um custo de cerca de 5 minutos de cada vez, para continuar automaticamente, de vez em quando, durante o dia.
Todas as nossas acções, recordações, desequilíbrios ou satisfações e anseios, têm um incentivo ou uma
causa
, que não deve ser confundida com culpa. É o que muitas vezes acontece quando consideramos os comportamentos maus ou inconvenientes.Consegui-B
Por exemplo, para a elaboração deste post, a causa foi o comentário, complementado com o meu interesse em esclarecer as ideias sobre o assunto, especialmente ligadas à psicoterapia que defendo. Não foi bom nem mau, mas causou o efeito deste post.
É por esse motivo que, no apoio a uma psicoterapia, tenho de me colocar no papel do «paciente» para ormular as diversas hipóteses possíveis, tal como aconteceu especialmente com o Júlio, a Cidália e o Januário.

No caso do Júlio, verificou-se que o simples afastamento dele em relação à família, que ficara em casa comPsicopata-B os três irmãos mais novos, foi a causa principal das suas dificuldades, transformadas como efeito, em sintomas orgânicos e que não se tinham podido «curar» com os medicamentos. Quem diria que um afastamento da família, por causa dos estudos − o que era muito frequente naquele tempo na grande maioria dos casos, sem sequelas −, seria a causa principal das suas dificuldades?
Quem melhor do que o próprio Júlio poderia ter acesso a essas recordações? Tentar alegrá-lo com muitas coisas com que os outros se regozijam, tais como festas, afagos, divertimentos ou prendas, daria o mesmo efeito, como alguns preconizam na Psicologia Positiva (26 ago 14)? Tentar reduzir as mágoas com medicamentos, não seria apenas suaviza-las enquanto o medicamento fizesse efeito? E durante o resto do tempo? Quanto? Qual a razão do suicídio de Robin Williams, que estava a ser devidamente medicado devido à depressão, apesar de ser um comediante de sucesso?

Quem se iria recordar das «causas» que foram descobertas apenas com o relaxamento mental e a Imaginação Orientada praticada por pelo Júlio com a ajuda da autohipnose? Como iria ele perceber tudo isso Imagina-Bsem leituras convenientes para compreender o funcionamento do comportamento e da interacção humana? Sem essa bagagem intelectual, com que fundamentos, objectividade, racionalidade e humildade, poderia ele analisar o seu passado, recordado aos poucos, para se satisfazer, com emoção, com os bons momentos e os êxitos obtidos? Como se iria produzir a dopamina necessária para provocar o estado de bem-estar que resolveu as suas dificuldades e o conduziu para um óptimo caminho futuro, se os pensamentos negativos a iriam inibir?

Conforme disse no post Vício 2 (24Jun13), Nora Volkow, Directora do Instituto Nacional do Abuso de Drogas (NIDA), dos EUA, não constatou se os que não gostavam de determinadas coisas, tais como comidas, festas, recordações, convivência familiar ou social, etc., iniciavam ou conseguiam incentivar a produção de dopamina, tal como acontece com os outros que vulgarmente gostam dessas coisas. Para que haja essa Depressão-Bprodução, é necessário que exista um comando cerebral neurofisiológico que desencadeie todo o processo. Se não houver um comando baseado em ideias que o cérebro possa ter, essa produção tem de ser desencadeada com um agente químico que pode provocar efeitos secundários ou danos colaterais adversos.
É como se eu desse a carteira a alguém e não se tentasse saber se a entreguei por vontade própria ou por não ter outra solução perante uma intimidação de «a bolsa ou a vida!». Na primeira situação, fiquei dependente da minha cabeça, porque fui eu que pensei em dar a carteira. Na segunda hipótese, embora tenha sido eu próprio a dá-la, fiquei dependente duma imposição, continuando assim até essa força ter acção sobre mim. Nos dois casos, o efeito – dar a carteira – foi o mesmo. É o que faz também a droga Maluco2quando muda o «estado de espírito» da maioria das pessoas nas «doenças psiquiátricas». E os efeitos secundários?
Estes exemplos podem ser obtidos nos casos dos prisioneiros de guerra ou pessoas sequestradas que, para obterem a possibilidade de fuga ou do fim do seu tormento, são capazes de tudo e até de imaginar situações futuras muito agradáveis ou menos desagradáveis do que as do momento. É o instinto da sobrevivência. Mas, haverá também, agora, algum paralelismo com os componentes do ISIS ou do DAESH?
Este tipo de acções, que também se podem parecer com aquilo que ocasionam as «drogas», conseguem ser «aprendidas» por «moldagem» através do condicionamento operante, da mesma maneira como se «domesticam» os restantes animais, conduzindo a uma série de comportamentos encadeados, como num jogo de dominó. Basta movimentar a peça principal para dar azo a todo um processo automático.

Os que lerem superficialmente os «casos» que estão descritos, podem julgar que a metodologia funciona deDificeis-C igual forma com todos e que poderão beneficiar com ela. Contudo, se lerem com cuidado cada caso, podem verificar que não patrocino esta ideia. Tudo depende das contingências, além de muito treino, persistência e leitura que cada um fizer, assim como da compreensão que a pessoa tiver do material lido e da sua capacidade de utilizar os ensinamentos, que podem ser colhidos com as experiências dos outros. Talvez, como constatei em relação à investigação de Nora Volkow, referida em Vício 2, possa também dizer que seria útil fazer um estudo, correlacionando a quantificação dos resultados obtidos e a duração da psicoterapia, com a capacidade intelectual, de abstracção, da motivação, da resistência à frustração e da persistência de cada um dos pacientes. Foi o que não tive possibilidade, meios, tempo, nem apetência para fazer.

De certeza que são factores que influenciam demasiado os resultados obtidos e a sua qualidade. Caso contrário, Psi-Bem-Co Antunes, o Júlio, o Januário, a Cidália, a «nova paciente» e o Joel, não demorariam tempos tão diversos, nem teriam resultados diferentes daqueles que foram obtidos pela Cristina, Germana, Tiago e Isilda.
Transpondo estas experiências de produção de dopamina para a psicoterapia, a causa de produção da dopamina foi a lembrança agradável das experiências ou recordações dos intervenientes. Essas causas, ocasionaram o efeito de boa disposição ou melhoria dos humores e dos comportamentos consequentes.
Ninguém questionou se a dopamina deveria ser provocada ou não, ou se era moral ou imoral. Isso poderia ser questionado se a produção de dopamina fosse provocada com a visão ou realização de actos criminosos ou danosos para o resto da humanidade. Isso pode acontecer nos casos dos psicopatas ou de sujeitos condicionados com a visão de filmes de Psicologia-Bviolência (F/133), que podem sentir satisfação com a execução dos seus actos, sem qualquer tipo de remorso posterior. A produção da dopamina estaria a ser o efeito dum comportamento delinquente.

Neste caso, têm de funcionar a moral e a ética, porque a psicologia termina na causa/efeito. Se é necessário provocar essa causa/efeito, é um assunto a ter em conta pela moral e ética de quem manipula esses instrumentos psicológicos, tal como um cirurgião manipula um bisturi que, por acaso, também pode ficar nas mãos dum criminoso, da mesmo maneira como uma pistola que deve guarnecer as Forças da Ordem.

A emoção é importante, mas deve ser controlada pela consciência e pela razão. Compreendendo como funciona “O Saude-Bcircuito das perturbações mentais(A/149) através do hipocampo, podem-se tentar desencadear conscientemente ou por condicionamento operante, determinadas recordações que, sendo boas e agradáveis, como se pretende na «Terapia do Equilíbrio Afectivo», conseguem desencadear a produção de dopamina que ajuda a manter uma saúde mental mais saudável, para contrabalançar e ultrapassar as dificuldades que são as «causas» dos «efeitos» que se pretendem modificar ou eliminar. Evitando a utilização de quaisquer medicamentos, que provocam os seus efeitos, os quais podem ser adversos, a manipulação das «causas» e dos «efeitos» consequentes, de acordo com as circunstâncias, podem traduzir-se na estabilidade ou instabilidade psicológica e boa ou má saúde mental.

Deste modo, para exemplificar melhor as causas que desencadearam as dificuldades depressivas no caso da Cidália, quem Respostas-B30diria que a vinda dos pais de Moçambique para Portugal, depois de a terem «abandonado» uma vintena de anos nas mãos dos avós, o «casamento» deles, após terem vivido muitos anos «juntos» mantendo parceiros conjugais diferentes, seria a causa principal das suas dificuldades?
No caso do Januário, como se podia imaginar que a educação e um simples insucesso no curso superior,
acrescido das tentativas de cura com medicamentos, psicanálise, etc., seriam a causa dos seus desequilíbrios psicológicos?
E, no caso da Cristina, sempre «muito bem-educada», como se poderia prever que a causa principal das suas dificuldades eram as «normas sociais» mal introjectadas, com bastante preconceitos que reinam entre nós?
No caso da depressão do Antunes, com consequência num possível desequilíbrio psicológico da mulher e insucesso escolar da Interacção-B30filha, apenas o medo de deixar a família sem apoio financeiro em caso do seu falecimento, como tinha acontecido com o seu pai, foi a causa fundamental.

Em que tipo de psicoterapia se iria pensar nessas causas para obter resultados ou efeitos diferentes dos desequilíbrios que cada um estava a sofrer? E, quem melhor do que o Antunes e todos os outros para, cada um, recordar esses factos recalcados, para os analisar, localizar, compreender e obter soluções, depois de toda a leitura e dos esclarecimentos possíveis?

Para que todo este processo se desencadeie, às vezes, sem a ajuda de técnicos, a AUTO{psico}TERAPIA (P),
uma ajuda fundamental para que cada um possa iniciar os seus primeiros passos. Recordar o modo como as dificuldades Joana-Banteriores foram ultrapassadas, pode provocar, aumentar e acelerar um «estado de espírito» favorável à produção da dopamina necessária.

Em relação a todos os problemas mencionados, a prevenção e a profilaxia são os dois instrumentos mais importantes a serem valorizados. Temos o exemplo de JOANA a traquina ou simplesmente criança? (D) com quem foram utilizadas as técnicas de modificação do comportamento.
A causa do mau comportamento dela, era o desentendimento entre os pais, e o efeito de se ter removido essa causa, foi a «re-união» deles, que se tinham «des-unido» por causa de divergências na educação que estava a ser dada à filha, resultando disso o nascimento dum rapaz com quem a Joana ensaiou incipiente e quase artesanalmente, as mesmas mario-70técnicas que tinham sido utilizadas com ela.

Também o Joel, de PSICOPATA! Eu? (G) muito se arreliou por não ter tido uma educação numa família adequada, o que foi a causa da sua tentativa de estrangular a noiva, apenas para lhe tentar provocar o efeito de a dominar, para ela não o abandonar, interessando-se por qualquer outro homem. Pena é que o desfecho tenha sido triste, especialmente com os conselhos que lhe foram dados, quase de mão beijada, na psiquiatria, depois dum diagnóstico muito discutível.

Em todos estes casos, verificámos que os protagonistas conseguiram «avançar» no sentido da redução, eliminação ou prevenção das suas dificuldades, depois de terem lido e compreendido bastante bem a INTERACÇÃO SOCIAL (K) e o modo de funcionamento do comportamento ou PSICOLOGIA PARA TODOS (F), acrescido de algumas técnicas para se «manipular» toda uma situação.
Também a leitura e a compreensão dos diferentes casos, mesmo em originais policopiados, ajudou a Bibliocompreender, enquadrar e comparar a sua situação com a dos outros e escolher um caminho adequado.          É assim que cada um pode fazer para se precaver, até sem a ajuda de outros, quando surgem as dificuldades que todos temos de enfrentar «normalmente» no dia-a-dia. Podem-se evitar as causas para que os efeitos nocivos não possam existir e atormentar-nos a vida.
Apetece agora perguntar de que maneira morreu o comediante Robin Williams, que estava sempre a rir e a fazer rir os outros, divertindo-os imenso e aparentando produzir a tal «dopamina» a todo o momento e em «quantidades industriais»!

Mesmo que existam imensas dificuldadese  e a pessoa as sinta, a sua eliminação ou redução torna-se muito mais fácil, cómoda e autónoma com a leitura e a prática de alguns procedimentos, sem medicamentos e até sem muito acompanhamento psicoterapêutico.

A BIBLIOTERAPIA(Q) que, em menos de 68 páginas, explicava resumidamente como tudo isso funciona até a um nível de prevenção e profilaxia, vai ser ampliada para 152 páginas com capítulos essenciais do livro «SAÚDE MENTAL sem psicopatologia» (A), que está quase esgotado e não vai ser reeditado.

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