PSICOLOGIA PARA TODOS

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RESPOSTA 43

Comentário no post «RISCO DE SUICÍDIO 4»:Biblio

Estive a consultar «academia.edu» e quando entrei no facebook, vi este interessante artigo parecendo que não gosta de misturar medicamentos com psicoterapia.
Qual é a razão fundamental para essa desconfiança e essa tentativa de não conjugar as duas coisas?
Anónima.

Para responder ao seu comentário, tenho de lhe dizer antecipadamente que não sou «contra» a conjugação de medicamentos mario-70com a psicoterapia, mas sim contra a utilização de medicamentos quando os mesmos não são necessários e até podem provocar habituação e uma incapacidade para cada um pensar, recordar, analisar, descobrir novas formas de solução para a sua vida e reagir de acordo com isso, conforme as suas capacidades. Muitas vezes, torna-se notório ver pessoas quase indiferentes, apáticas e quase balofas, que estão a ser medicadas durante vários anos, não conseguindo ter uma vida profissional e familiar aceitável. Apenas «curtem a sua miséria» abandonando-se à sua sorte.

Resumindo, a pessoa que se sente mal, tenta lutar, geralmente, contra alguma coisa exterior a si ou contra a sua própria incapacidade de enfrentar ou ultrapassar essas coisas que continuarão a existir no dia-a-dia de qualquer um. É Imagina-Bcomo encontrar um bloqueio no meio da estrada e querer passá-lo. Como? De qualquer maneira ou «inteligentemente»?

Se a pessoa estiver no seu perfeito juízo, pode tentar obter uma solução alternativa de outro itinerário ou fazer um adiamento até esse bloqueio ser removido. Porém, se não conseguir pensar devidamente, pode tentar investir contra o mesmo, à força. Como resultado dessa resposta à frustração, pode ficar a meio sem o passar, passá-lo com graves consequências pessoais e materiais ou até não o conseguir passar, entrando em depressão aprendida.Saude-B

É o que geralmente acontece com as pessoas que são medicadas para além do necessário ou do essencial, deixando-as na incapacidade de reagir racional e objectivamente contra aquilo que têm dificuldade de ultrapassar ou suportar. É por isso que até o professor de Psiquiatria Peter Breggin, na Psicoterapia / Medicação (6 abr 14) adverte-nos contra a utilização exagerada ou inoportuna de medicamentos em casos de descompensação psicológica.

Numa boa psicoterapia, é essencial que a pessoa aprenda a ultrapassar a dificuldade ou, em último caso, seja capaz de a Consegui-Baguentar nas melhores condições para si. Para isso, é necessário que esteja apta a analisar a situação com objectividade e racionalidade, pensando em todas as soluções possíveis e escolhendo a melhor alternativa, de acordo com as suas possibilidades, tendo em conta toda a situação envolvente e as experiências que já teve na vida.

É por este motivo que, com um alcoolizado ou um drogado, se torna difícil ou quase impossível fazer uma psicoterapia válida, enquanto estiver sob o efeito desses psicotrópicos e não conseguir pensar, sentir, recordar e agir com a maior objectividade e fidedignidade possível.

Acredita-BSe estiver a tomar uma medicação para aguentar a situação que lhe é desfavorável e, se além disso, também tiver um apoio psicoterapêutico para o ajudar a suportar as dificuldades, existe toda a probabilidade de obter alívio, aprendendo, com o reforço secundário negativo aleatório obtido com isso, a tentar continuar na situação da dificuldade já existente. Pelo menos assim, não a sente
com muita acuidade, como aconteceria se não estivesse a ser medicado. Entretanto, os medicamentos, têm efeitos fisiológicos e neuropsicológicos secundários que deixam a pessoa muito depauperada e incapacitada.

Na minha prática clínica de mais de 35 anos, sempre verifiquei que ajudando a pessoa a enfrentar e, se possível, ultrapassar as suas dificuldades, conseguia torna-la quase autónoma e independente e capaz de evitar ou resolver futuras dificuldades Interacção-B30semelhantes ou mesmo ligeiramente diferentes.

Foi por isso que me dediquei à investigação e experimentação da terapia do equilíbrio afectivo que foi secundada pela IMAGINAÇÃO ORIENTADA (J) e apoiada pela autohipnose, uma vez que me convenci perfeitamente da sua grande vantagem, com a leitura da vida e das experiências de O Abade Faria (30Mai13).

Se na minha prática clínica, só com a leitura e compreensão do funcionamento do comportamento humano com a PSICOLOGIA PARA TODOS (F) e da INTERACÇÃO SOCIAL (K), seguida da leitura de «casos» que resolveram a sua situação autonomamente, como o Antunes, descrito em Psi-Bem-CACREDITA EM TI. SÊ PERSEVERANTE! (B) ou do Júlio descrito em Eu Não Sou MALUCO! (E), a quem foi prestado apoio durante 8 semanas à mesa de um velho café, ou até da Cidália, descrita em Eu Também CONSEGUI! (C), a quem foi prestado pouquíssimo apoio para não enveredar por uma vida de prostituição, alcoolismo ou droga, foi possível resolver as mais variadas situações, qual deve ser a minha postura perante as drogas psiquiátricas que alienam?

Julgo que o reforço secundário negativo aleatório que se consegue obter, quer com a droga, quer com uma psicoterapia de apoio «na desgraça», ajudando apenas a pessoa a suportar a situação, é uma má ajuda que um psicoterapeuta consciente pode prestar à sua comunidade.Psicologia-B

É por causa destas minhas ideias e experiências que estou muito empenhado em contribuir para uma resolução das dificuldades autónoma ou independentemente com um guia AUTO{psico}TERAPIA (P) preparado para isso, além da BIBLIOTERAPIA (Q), com a explicação e indicação de toda a colecção de 17 livros, dando a orientação dos que são aconselháveis para cada caso de psicoterapia, psicopedagogia e desenvolvimento pessoal.

Contudo, para fazer uma prevenção e profilaxia, uma «educação» adequada, enquadrada nos conhecimentos da psicologiaMaluco2 pessoal e interpessoal, pode ajudar a evitar desequilíbrios que num futuro podem transformar-se em actos de revolta e de
flagelação contra cada um ou contra a sociedade de quem os desequilibrados se poderão queixar.

Em divulgação…

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É aconselhável consultar o ÍNDICE REMISSIVO de cada livro editado em post  individual.

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TERAPIA ATRAVÉS DE LIVROS para a Biblioterapia

PSICOLOGIA PARA TODOS (o antigo)

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