PSICOLOGIA PARA TODOS

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MINDFULLNESS

Ontem, numa interessante conversa com uma pessoa amiga que me disse estar a praticar «Mindfullness» por causa do «stress», ela perguntou-me de que maneira se podia fazer o mesmo com a Imaginação Orientada e qual a posição ou a postura eImagina-B procedimentos mais correctos para isso.

Antes de tudo, tive de explicar que qualquer das psicoterapias é uma forma de cada um se orientar na preservação da sua boa saúde mental e bom desenvolvimento pessoal. Existindo muitos modelos de psicoterapia, cada psicólogo orienta-a da maneira que lhe é mais peculiar. Lembrei-me imediatamente do Antunes que me tinha perguntado se os modelos da psicoterapia e dos psicoterapeutas não eram uma espécie de “Cada macaco no seu galho(J/42, 165). Tinha razão.

Falando especificamente da Imaginação Orientada, julgo que a «nossa cabeça» é a parte fundamental da questão e, através da mesma, a psicoterapia pode ser praticada sem esforço especial, com bastante leitura acerca dos mecanismos do mario-70funcionamento e modificação do comportamento humano e compreensão do seu conteúdo, além de prática suficiente, quase à hora de dormir, sem necessidade de qualquer postura, posição, música, ginástica, dieta específica e, muito menos, medicação psiquiátrica.

Embora não seja fácil nem exequível para todos, tudo isso se pode fazer sem consultas especiais e comodamente, em casa, sem perdas de tempo ou de dinheiro.

Não é fácil nem deixa de exigir persistência, mas compensa e vale a pena, não só como resolução dum problema mas ainda como prevenção e profilaxia para um bom desenvolvimento pessoal.

Depois desta resposta, preocupei-me em ver por alto diversos blogs e sites até de mindfullness, meditação e mais alguns, que não me apresentaram alguma coisa em cuja prática eu me pudesse basear para resolver os problemas da mente sem a intervenção directa e consciente do paciente e da «sua cabeça».

Se apenas a prática de alimentação especial, ballet, desporto, ioga, reiki, shiatsu, ou qualquer outra acção congénere obtém Bibliobons resultados sem a comparticipação activa da mente, qual a razão dos praticantes dessas actividades entrarem em stress e, às vezes, até se suicidarem?

Se a prática de comportamentos de aparente boa disposição e alegria é boa, como me parece estarem a dizer alguns treinadores ou mentores da psicologia positiva, qual a razão do actor Robin Williams, comediante e sempre aparentemente «bem-disposto», se ter suicidado? Quantos actores mais não entraram em stress e em depressão? Se a prática da boa-disposição, sem a comparticipação da cabeça é o suficiente, isso não deveria acontecer. Se a comparticipação da cabeça é o mais importante, qual o interesse apenas na aparência externa?

Nas várias investigações feitas acerca de produção da dopamina não consegui descobrir se os sujeitos dessas experiências «estavam satisfeitos» ou «aparentavam estar satisfeitos», ou se a dopamina era avaliada antes de estarem satisfeitos e comparada com os níveis depois de ficarem satisfeitos.

Na minha prática clínica de há mais de 35 anos, com cerca de 5.000 casos, verifiquei que só a recordação ou a Saude-Brevivescência dos momentos bons e agradáveis de cada um pode provocar um «estado de alma» satisfatório, provavelmente, «incentivador» da produção da dopamina. Só a aparência de satisfação, como acontece com muitos actores, é provável que até ocasione tristeza e depressão, não só pela incapacidade de não conseguir o que se deseja, mas ainda pela necessidade de camuflar toda a situação.

São duas coisas completamente diferentes, que é necessário tomar em consideração porque a confusão pode levar-nos a tirar conclusões erradas de que a aparência é muito importante. O mesmo pode acontecer com uma música que se diz relaxante. Para quem? Para aquele que gosta dessa música, para qualquer um, ou para quem não gosta dela? Robinson Cruzoë era psicologicamente desequilibrado? Quais eram os seus comportamentos? Qual a compoanhia que ele Joana-Btinha? Os budistas demonstram alegria ou são alegres «interiormente» e reflectem isso no seu semblante? Aquilo que um gurú do ioga me disse em 1994 − «Senta-te e pratica. Só assim vais aprender» −, quando regressei à Índia por uns dias e lhe perguntei qual a modo de fazer o ioga, porque lhe disse que praticava o relaxamento mental e a imaginação orientada, foi o suficiente para ficar esclarecido.

Ouvi a música de Brian Weiss, pomposamente anunciada com um livrinho, para relaxar e não consegui o mínimo relaxamento.

Também ouvi recentemente uma música dita relaxante, com as conversas ou as indicações dadas num site de mindfullness na internet, por uma senhora que se anunciou como psicóloga e não senti coisa alguma a não ser indiferença e aborrecimento. A Abade Fariaminha mente não acompanhou essas conversas ou sugestões. É o problema da hipnose!

Por exemplo, para mim, uma música clássica é relaxante «a maior parte das vezes», embora nem sempre. Depende do «estado de espírito» em que estiver. Contudo, a mesma não era relaxante para um dos meus pacientes que se sentia relaxado apenas com a música de Jason Mraz, a qual me deixaria pouco satisfeito. Os vários e frequentes concertos que, se promovem no pavilhão Atlântico, em Sines e em diversos pontos do país, que deixam muitos jovens quase extasiados, são para mim uma «seca de todo o tamanho». Se pode ocasionar a produção de dopamina ou outras substâncias relaxantes nos participantes, em mim, deve produzir as substãncias que ocasionam a resposta de luta-ou-fuga.

Se assim é, a cabeça de cada um tem Respostas-B30de compreender os mecanismos do comportamento humano. Também é a cabeça de cada um que «arquiva» os momentos mais alegres e satisfatórios do seu dono. Quem mais pode ter acesso a ela sem ser o próprio? É com essa cabeça que temos de trabalhar – quer seja o próprio, quer seja o psicólogo -, para poder evocar a partir do seu arquivo de recordações, os melhores momentos da sua vida. Toda a filosofia da Terapia do Equilíbrio Afectivo (TEA), relaxamento mental e Imaginação Orientada (IO) baseia-se nisso, depois de várias leituras feitas, de Freud, Frankl, Pavlov, Skinner, Maslow, Rogers, Breggin, Luria, Beck, Eysenk, Napalkov, Zeigarnick e vários psicólogos clínicos, sociais e experimentais e peritos em psicoterapia. Com autohipnose, as capacidades de recuperação, prevenção, profilaxia e desenvolvimento pessoal são ainda mais potenciadas.

Se assim é, como é que uma psicoterapeuta ou o resultado duma psicoterapia pode entrar na cabeça dessapessoa sem a sua vontade, compreensão, complacência, aceitação e colaboração?

Se a cabeça é de cada um, só esse cada um tem muito mais acesso à mesma do que qualquer outra pessoa. Contudo, esta pessoa (psicoterapeuta?) pode ajudar a orientar a cabeça num determinado sentido se houver aquiescência ou desejo do paciente, como aconteceu com a Cidália. Se houver boa prática e colaboração, melhor ainda!

Saber o modo como funciona a mente humana em interacção com o meio ambiente e quais as influências recíprocas, é outro factor muito importante na recuperação ou evitamento do desequilíbrio psicológico.

Tudo isso tem de passar pela mente do indivíduo para que ele se torne autónomo e não fique a depender do psicoterapeuta a fim de se poder evitar ou resolver qualquer desequilíbrio futuro.

Contudo, é importante que a mente do paciente tenha capacidade de compreender e descobrir objectiva e racionalmente as causas das suas dificuldades, aceitando humildemente o resultado da análise objectiva e factual que for feita, sem essa passoa se preocupar em descobrir ou engendrar justificações para essas «causas» que foram a origem dos «efeitos» que são os seus desequilíbrios.

Só assim, descobrindo as causas se podem eliminar, reduzir ou prevenir os efeitos. Provavelmente, as capacidades cognitivas Maluco2e o grau de abstracção terão de ser boas para que tudo seja bem compreendido, analisado e resolvido em tempo oportuno e não haja subterfúgios para se apresentar apenas uma uma «boa imagem» como acontecia com a Cristina. Quando isso falha, a ajuda dum psicólogo clínico, devidamente credenciado, pode ser importante e passa a ser o único meio de ajudar o paciente a reganhar o seu equilíbrio.

Às vezes, como aconteceu com o Júlio, as más percepções ocasionadas, em determinadas pessoas e em certos momentos da vida, por factos absolutamente «normais» para qualquer um, podem provocar traumatismos negativos que proporcionam uma vida desequilibrada ou comportamentos disparatados, como aconteceu também com o Joel.

Para que isso não aconteça, é importante que a educação, que é a parte fundamental da estruturação da personalidade, sejaPsicopata-B bem orientada e sem muita dissonância cognitiva. Também é importante que a educação se baseie na modelagem, moldagem, identificação, valores e reforços adequados e, às vezes, facilitações e motivações apropriadas, ajudando a criança a aprender a ultrapassar frustrações com toda a naturalidade.

Caso contrário, muitas psicoterapias podem ficar atrasadas, mal feitas ou até goradas, enquanto outras, oportunamente iniciadas sem muita demora, podem dar resultados surpreendentes.

O mesmo pode acontecer com as dificuldades ou deficiência académicas ou no desenvolvimento pessoal.

Da minha parte, posso dizer que, depois de ler muita coisa sobre o comportamento humano, neuropsicologia, psicanálise, logoterapia, etc., pratico a Imaginação Orientada, quase todos os dias, isto é, gasto cerca de 5 minutos, à noite, antes de adormecer, em qualquer posição mais cómoda para mim.

Como conclusão, posso afirmar que:Acredita-B

Antunes, com uma depressão grave,  nunca teria podido sair do estado em que estava mergulhado se não tivesse lido antecipadamente e «conversado» muitas horas sobre psicologia, psicoterapia, psicopedagogia e psicopatologia e não tivesse praticado a imaginação orientada depois de começar a dar apoio académico à filha com insucesso escolar. Se isso não acontecesse, talvez ela fosse considerada criança hiperactiva (tratada com Ritalina) ou deficiente e a mulher do Antunes poderia entrar em depressão, não se sabendo qual seria o relacionamento e a interacção do casal, assim como a futura vida da filha, educada nesse meio.Depressão-B

Cidália nunca teria tido orientação, incentvo e ajuda do Antunes para, com algum apoio psicológico, poder mudar de vida sem entrar na prostituição e alcoolismo em que se estava a inciar, além dos prováveis desentendimentos conjugais e familiares posteriores.

Júlio nunca teria uma vida de empresário de sucesso, com uma família estável e, provavelmente, continuaria com as suas depressões e sentimentos de inferioridade, viciando-se na medicação. E, quem educaria devidamente os filhos que ele tivesse numa família desequilibrada?Psi-Bem-C

Germana, sem qualquer apoio psicológico, teria tido possibilidade de se desenvencilhar do «Tal» com quem se amantizara, quase em exclusivo, por ter necessidade de uma figura que lhe fizesse «sentir» o pai que nunca teve nas devidas condições?

Januário, que nunca acreditou na psicoterapia, medicação psiquiátrica e psicanálise a que se sujeitou durante anos, ficando pior e completamente desiludido com essa experiência, conseguiu quase num fim-de-semana resolver os seus problemas porque treinou muito em casa, lendo também muito do que era necessário.Psicologia-B

Cristina, apesar de muito bem-educada, «civilizadamente», com bom ambiente familiar, académico, profissional e social, sentia-se mal consigo própria e no relacionamento com as outras pessoas, apesar de «não se julgar maluca» para pedir apoio psicológico. Só a compreensão dos mecanismos do comportamento humano, da formação dos traumatismos e recalcamentos, a análise do seu passado e da educação e convivência tida durante os estudos, além da prática de alguns exercícios necessários, deram-lhe a capacidade de mudar de vida completamente.

Joel não teve a sorte de ser devidamente diagnosticado, nem apoiado convenientemente em psiquiatria e, por isso, perdeu a
única pessoa que, de facto o apoiou durante muitos anos – a noiva. A família e a educação que o Joel deveria ter tido, foram as «causas» principais das suas desditas que foram minimizadas só com a Terapia do Equilíbrio Afectivo.neuropsicologia-B

Isilda, não tendo uma família adequada e sentindo-se pressionada e «vigiada» pela mãe, tentou suicidar-se, mas conseguiu reganhar o seu equilíbrio com a Terapia do Equilíbrio Afectivo. A sua sorte também foi ter encontrado um namorado de confiança que a apoiou, ficando, provavelmente, na sua dependência psicológica, como tinha acontecido com a mãe.

Joana, se não fosse teimosa e «birrenta» como muitas crianças e não tivesse tido o apoio, quase público, que lhe foi prestado, por acaso, poderia ter uma vida menos agradável do que a de agora e os pais, provavelmente, por causa das suas percepções diferentes acerca da educação, teriam contribuído não só para a desunião da sua vida conjugal como da dos filhos.

«Calimero» foi muito difícil de ser apoiado porque começou por ter dificuldades com o comportamento dos pais que quase Difíceis-Bsempre estiveram prestes a se separar. As dificuldades académicas nunca foram devidamente resolvidas durante mais de 6 anos. O apoio psicológico necessário quando da maioridade, por causa da sua dificuldade na continuação dos estudos, foi deficiente, se não prejudicial. A sua colaboração para a leitura e compreensão dos problemas psicológicos, foi muito fraca. O seu empenho na prática dos exercícios e anotações necessárias foi quase inexistente. Tudo isto, acompanhado da sua imaturidade e falta de capacidade de abstracção, prolongaram a sua psicoterapia por mais de 3 anos, conseguindo baixar, em 185 semanas, os seus sintomas perturbadores de 9,2 para 3,2, isto é, de 92% para 32%, ao fim de 44 horas (ou 88 períodos) de psicoterapia, mas conseguindo avançar 2 anos em curso superior, quando anteriormente, não passara do 11º ano e quase que tinha medo de sair de casa e andar em transportes, mesmo que particulares.

Se não trabalharmos com a «cabeça» de quem apresenta estes desequilíbrios, para descobrir as «causas» e influenciar osInteracção-B30 «efeitos», só os medicamentos podem deixar as pessoas insensíveis ao que se passa à sua volta, reduzindo a sua capacidade de compreensão e criando uma espécie de desprendimento. Desse modo, não nos é possível lidar com os outros, sentindo-nos de bem connosco. Vamos continuar a «culpar» os outros por tudo o que acontece, atribuindo-lhes as «culpas», sem tentar descortinar as «causas» para as tentar alterar ou eliminar, modificando os «efeitos» que nos incomodam?

Em mais de 35 anos de prática clínica, muitos mais casos poderiam ser descritos mas, em todos eles, a colaboração do próprio foi essencial.

Em quase todas as situações ou «casos», a compreensão dos mecanismos do comportamento humano, da interacção social, de
formação dos recalcamentos e de respostas consequentes, foi muito importante. Além duma leitura importante, a prática da análise do comportamento do próprio, da avaliação dos sintomas perturbadores, da recordação e anotação dos factos relevantes passados, especialmente os mais agradáveis, da prática do relaxamento mental, da tentativa de compreensão e de resolução das dificuldades e da imaginação da futura ultrapassagem das frustrações foi essencial.

Presentemente, até existe um novo livro «PSICOTERAPIA… através de LIVROS...» que indica a possível utilização adequada, específica e sequencial dos 18 livros da colecção da BIBLIOTERAPIA.

https://www.academia.edu/11171832/SELF-THERAPY é um «down-load» possível para quem estiver interessado em tentar uma autopsicoterapia explicada em vários posts relacionados com Biblioterapia.

Em divulgação…

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Ver também os posts anteriores sobre BIBLIOTERAPIA

É aconselhável consultar o ÍNDICE REMISSIVO de cada livro editado em post individual.

Blogs relacionados:

TERAPIA ATRAVÉS DE LIVROS para a Biblioterapia

PSICOLOGIA PARA TODOS (o antigo)

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2 thoughts on “MINDFULLNESS

  1. I think that mindfulness interventions are highly important methods to employ in clinical practice not only because of their empirically-proven effectiveness but also due to the overall message that they bequeath to clients. For instance, psychological pathologies are still, unfortu-nately, a target of much negative judgment and scrutiny worldwide. Subsequently, a client’s cognizance of how society adversely per-ceives his or her pathology may serve as an additional stressor. However, mindfulness treatments cast the individual’s thoughts, feel-ings, and perceptions in a more constructive light, facilitating positive treatment results.

    After all, how can clinicians hope for a client to improve in his or her condition and to blossom in self-acceptance if treatment practices subtly or blatantly communicate otherwise? According to Abraham Maslow, the most significant factor in changing a person is the per-son’s awareness of his or herself- only then can true, meaningful change be engendered. Thus, I believe that mindfulness treatments exemplify Maslow’s musings by not only teaching the client how to become self-aware but also by teaching the client how to become self-accepting, thereby planting the seeds for psychological growth and wellness.

    • https://livroseterapia.wordpress.com/
      https://psicologiaparaque.wordpress.com/author/psicologiaparaque/

      Thank you for your comment which I liked very much. Although, I am restricted to my method of Guided Imagination.
      Agreeing completely with Abraham Maslow about his pyramid of Hierarchy of Needs, I disagree that everyone is born with good feelings.
      For me, everyone is born neutral, with capacity for feelings that are strengthened or shaped by positive and negative reinforcements, according to Skinner and Eysenck, besides each one´s biological and physiological structure.
      These shaping is essentially acquired in each one´s home with family models embedded in a specific culture with its values and norms. All these happenings are very important in a future life, a good mental health and any psychotherapeutic approach.
      This natural behavior modification will help to structure or build a unique personality that will be confronted with every day´s life turmoil, harvesting good and bad memories, some of them traumatic.
      These negative traumatisms which provoke frustration, must be overpassed with a healthy behavior, opening a window to learn future behaviors to be used in similar situations.
      Behavior modification is very important in these situations, and when one learns to overpasses bad events, gets strengthened for the future. For this reason, education since childhood, is the most important factor tham can lead us to success or failure, good or bad mental health and social interaction, and satisfying or unsatisfying performance. Our internal psychological balance is the most important issue.
      This is the philosophy of the Affective Balance Therapy (ABT), shorty discussed with my old friend Antunes (J) who tried to use autonomously this method and resolved easily his deeply depressed condition (B).
      This therapeutic method, when used in Guided Imagination (GI) coupled with self-hypnosis (J) helps to each one discover the meaning of his life, according to Frankl.
      This method, begun personally in 1973/74 only with ABT, and experienced with 71 patients from 1986 to 1980, has been well complemented with GI since 1980, using also self-hypnosis, and the outcome has been much more than 86% acquired already only with ABT, in 1980 (E).
      To give a vivid example, I can tell that after reading the comment, I went to bed with it in mind and inserted a conditioned stimulus (Mantra?) spending 3 minutes before sleeping, to initiate Guided Imagination.
      As soon as my internal computer did its work of thinking about this response, at 4 o´ clock in the morning, I woke up in a vivid sleep (Abade Faria), remaining in this state about one hour, to be wide awake, completely relaxed, at 10 o´ clock.
      Since then, until now, my mind is vividly working in trying to give a plausible answer to the comment.
      There is no need of special music, posture, food diet, physical exercise, or time consumption. You can accppmlish it while sleeping.
      Although you must read and unsdestand all the necessary about our individual behavior and social interaction, besides spending initially only oue hour during a month or so to practice mental relaxation.
      This is the methodology that I try to transmit to my patients and is delineated in Self-Therapy (P).
      One must learn to relax mentally, remind his good past moments, remember and analyze his bad moments in its true context, and discover if it could be different. From this learning of the past, the future can be constructed in a different way, experiencing it at the moment.
      Many psychological and psychopatological difficulties can be overpassed with all this experience and enhance the future life and performance.
      All this process, in a collection of 17 books, it widely explained and complemented with case reports in Bibliotherapy (Q) to support people in psychotherapy, psychopedagogy and personal development.

      The letters in parehentesis (…) indicate the books, and the two initial links are important.

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