PSICOLOGIA PARA TODOS

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Archive for the month “Abril, 2015”

REFORÇO SECUNDÁRIO NEGATIVO DE RAZÃO VARIÁVEL

Comentário de um Anónimo no post PROPOSTA DE COLABORAÇÃO:

“Hoje é sábado e tenho descanso.DIA-A-DIA-C
Acabei de ler este artigo de que gostei.
Não consigo compreender bem o sentido do reforço secundário negativo de razão variável de que fala, misturando-o com alienação e vício.”

Para dar uma resposta muito rápida e imediata ao reparo feito no comentário acima transcrito, muito pertinente e que é necessário clarificar, proponho que o comentador leia especificamente todos os 10 posts relacionados com a «Psicologia para Todos».

Além disso, peço que consulte os posts relacionados com Reforço Positivo ou Negativo e Vício.Psicologia-B

Por fim, além disso, julgo que é muitíssimo importante consultar, com cuidado, o post e todos os comentários do link indicado a seguir, porque se trata de uma menina pequena fotografada dentro de uma máquina de lavar a roupa:

https://psicologiaparaque.wordpress.com/2011/05/06/consequencias-e-previsoes/

Só através destas consultas pode calcular os riscos que enfrentamos quando agimos descontroladamente, sem ter em atenção as consequências dos nossos actos, completamente contrários às leis do funcionamento do comportamento humano.

Por exemplo, a mãe da criança acima referida ficou muito ofendida comigo porque eu não tinha compreendido o «contexto» em que a fotografia tinha sido tirada. Sentiu-se culpada e recriminada por mim e reagiu de forma descabida.Saude-C

Em vez de pensar nas causas e efeitos e numa futura prevenção, com aprendizagem para não repetir situações semelhantes, refugiou-se na «ofensa» que eu tinha feito dizendo (ou atribuindo-me?) que eu afirmava ela não saber «educar» a filha. Não pensou nas consequências nefastas ou trágicas que poderia haver para a criança nos momentos em que ela pudesse estar sem a permanente vigilância dos mais velhos. Se eu não tinha compreendido o contexto, a criança de 10 meses tê-lo-ia compreendido?

Por isso, vale a pena ler os comentários a esse post para «descobrir» o que aconteceu em outros casos.Interacção-B30

A minha intenção foi elucida-la, assim como muitas mais pessoas, para não se deixarem envolver em situações semelhantes que podem ser perigosas e fatais, como aconteceu em casos apresentados nos comentários que têm de ser tomados na devida consideração, porque aconteceram logo a seguir.

Nesses termos, a minha actual proposta de colaboração, visa esclarecer enquanto é tempo para que situações semelhantes não ocorram.

Infelizmente, tal como aconteceu com essa mãe, da fotografia da criança dentro da máquina de lavar roupa, desconhecendo o previsão2
funcionamento do comportamento e da interacção humana, as pessoas preocupam-se essencialmente em apresentar uma boa imagem, engendrando «desculpas» e «justificações» para os seus actos inadequados, em vez de procurar saber as causas para eliminar os efeitos que não são do agrado de ninguém, especialmente, depois do «desastre».

Quando o mesmo «acontece», previsivelmente, socorremo-nos das justificações e desculpas em vez de os termos evitado com o conhecimento da ciência do comportamento.

Posso dizer que, em 1975, depois de terminado o curso (de 5 anos com estágio escolar) de Psicologia Clínica, quando estávamosJoana-B
em estágio profissional, havia colegas que ainda confundiam o reforço negativo com a punição, quando o mesmo é a satisfação de ter conseguido fugir a uma punição, talvez, aprendendo também a evitá-la. Os seminários de Victor Meyer serviram para muito. A punição era uma espécie de factor que, quando bem sucedido ocasionava frustração, podendo conduzir à depressão e, quando se conseguia evitá-la, ocasionava reforço negativo conduzindo a uma aprendizagem viciosa. O masoquismo também pode ser incentivado por acontecimentos semelhantes… É por isso que a «educação» deve ser dada com conhecimento das leis que regulam o comportamento humano.

O filme de Richard Siodmak «Laranja Mecânica», com Stanley Kubrik pode elucidar bastante este aspecto, bem como as consequências da punição, da incapacidade de a evitar e do efeito dos sinais condicionais que a antecedem.

Agora, em 2017, foi publicado «PSICOTERAPIA… através de LIVROS…» (R) para dar aos interessados a possibilidade de utilizar os conhecimentos, bem orientados, para uma Psicoterapia, acção Psicopedagógica, de Interacção Soaial ou de Desenvolvimento Pessoal, de forms autónoma ou com pouca ajuda de especialiatas, já que existem livros que, bem consultados, podem ajudar muitio.

A BIBLIOTERAPIA, com os 18 livros da sua colecção,  foi elaborada no sentido de esclarecer tudo isto e ajudar as pessoas a precaverem-se, em tempo oportuno e com conhecimento de causa.

Em divulgação…

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Já leu todos os comentários, especialmente os do post acima mencionado?

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Ver também os posts anteriores sobre BIBLIOTERAPIA

É aconselhável consultar o ÍNDICE REMISSIVO de cada livro editado em post individual.

Blogs relacionados:

TERAPIA ATRAVÉS DE LIVROS para a Biblioterapia

PSICOLOGIA PARA TODOS (o antigo)

Para tirar o máximo proveito deste blog, consulte primeiro o post inicial “História do nosso Blog, sempre actualizada”, de Novembro de 2009 e escolha o assunto que mais lhe interessa. Depois, leia o post escolhido com todos os comentários que são feitos. Pode ser que descubra também algum assunto acerca do qual nunca tivesse pensado.

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PROPOSTA DE COLABORAÇÃO

Este post vai ser actualizado em julho de 2019, porque existe já na colecção da Biblioterapia mais um livro, muito importante e orientador, e que é necessário mencionar, além de outras informações sobre as possibilidades de contacto, porque o consultório onde exercia esporadicamente a minha actividade, fechou e o meu contacto actual é o meu email [mariodenoronha@gmail.com], com o telefone 219 211 182.
Além disso, já me perguntaram qual a razão de não haver nas Universidades Sénior uma disciplina ou algumas palestras em que os participantes possam fazer algumas perguntas e, com esclarecimentos vivos e pragmáticos, tal como tinha acontecido nas minhas aulas a enfermeiros no Hospital de Vila Franca de Xira, possam divulgar essas informações, ajudando os filhos a educar os netos, o melhor possível, para evitarem as constantes depressões em que as pessoas «mergulham» num mundo que se torna cada vez mais agitado, descontrolado e pouco humano e exigem depois consultas caras e medicação alienante.
No caso de haver outras entidades ou associações que desejem o mesmo, a minha colaboração, dentro do possível, não deverá faltar, tal como estão a ser mantidos estes blogs e a presença nas três páginas do facebook

*************************************

Hoje de manhã, encontrei um velho amigo, não em idade mas em conhecimento e longevidade − abertura das portas da guerra, em Angola, em 1961 – que me perguntou em que é que eu me ocupava no momento, porque ele, ainda desempenhava algumas actividades sociais e políticas.

Explicou-me que, regressado de Angola, em 1974, para onde tinha ido aos 13 anos de idade, ainda participava activamente numa Associação social cultural e recreativa.

Da minha parte, disse-lhe que, não tendo qualquer filiação política partidária nem simpatia especial por qualquer partido, depois do abrandamento da actividade em psicologia/psicoterapia e da docência no ISMAT, de Portimão, em 2010, exercia a clínica esporadicamente, num consultório próximo do Centro de Saúde de Mem Martins, mas que estava muito tempo ao computador para reformular todos os livros publicados, preparar novos com os casos mais relevantes passados na actividade do Centro de Psicologia Clínica e reagrupar tudo numa colecção de 17 livros (agora, mais um) relacionada com a BIBLIOTERAPIA que me parecia bastante útil, nos tempos actuais, já que até no Reino Unido estavam a dar ênfase a este tipo de intervenção.

Perante esta informação, propôs-me tomarmos um café e conversar um pouco para saber o que era a tal BIBLIOTERAPIA.
Referi-me aos 8 posts sobre BIBLIOTERAPIA apresentados neste blog psicologiaparaque.wordpress.com e expliquei-lhe que, nos princípios deste século, tinha surgido um movimento, na área de saúde mental, especialmente no País de Gales, no Reino Unido, orientado pelo psicólogo Neil Frude, que preconiza a «prescrição» de determinados livros como um tratamento «low cost» para os que têm problemas de desequilíbrios psicológicos ou psiquiátricos, especialmente os da depressão.

Este movimento surgiu porque o Serviço Nacional de Saúde não tem capacidade de acompanhar tradicionalmente grande parte dos descompensados, com tendência a aumentar, numa sociedade que vive sob muita pressão e turbulência, constantemente «bombardeada» com imensa informação e tecnologia, muito utilitária, tendo uma vida familiar e social pouco Psi-Bem-Ccoincidente com uma realidade e ambiente saudáveis. O post Psicologia Positiva (26 ago 14) pode dar uma ideia sobre este assunto. Como não temos de ficar sempre à espera de imitar o que os outros fazem, especialmente os estrangeiros, falei-lhe nos casos já resolvidos entre nós, duma maneira semelhante, mas mais genuína e com um autêntico envolvimento do próprio, desde 1980, mesmo sem «livros», mas apenas com «apontamentos policopiados». Além disso, disse-lhe que a investigação sobre Psicologia Positiva e «Autêntica Felicidade», de Martin Seligman, que é complementada agora com MINDFULLNESS, só foram despoletados cerca de 1990, 10 anos depois de eu ter apresentado a minha tese sobre TEA que se fundamenta nas vivências de cada um e não em espécie de «receitas» seguidas por outros.

Mas isso pode-se resolver com a «prescrição de livros» ou Biblioterapia? – perguntou-me ele.
− Pode não ser fácil mas, desde 1974, muito daquilo que tenho praticado em psicoterapia que, a partir de mim, ficou desenvolvido e estudado com 71 pacientes para a conclusão da tese em Terapia do Equilíbrio Afectivo (TEA), que também pode ser designada como Terapia do Equilíbrio Emocional, (TEE), conseguiu proporcionar-me um resultado de melhoria (63%), com resolução (23%) das dificuldades, obtendo sucesso em 86% dos casos. Uma cópia dessa tese foi enviada para  American Psychological Association (Ordem dos Psicólogos, Americana) e para a British Psychological Society (Ordem dos Psicólogos, Britânica), em 1980.

E não necessita de medicamentos ou acompanhamento médico?
− Geralmente, quando o caso se encontra no início, quase nunca se torna necessário acompanhamento médico. A partir de 1979, quando, nas Jornadas de Psiquiatria da São João de Deus, em Sintra, apresentamos dois «trabalhos», um em psicoterapia e outro em psicopedagogia, um médico que «não acreditava» em psicólogos, começou a encaminhar os seus doentes para o Centro de Psicologia Clínica, situado naquela época em Mem Martins, muito próximo do Centro de Saúde.

Quer dizer que conseguiram bons resultados?
− Se os nossos resultados, nesse tempo, já tinham sido bons, podemos conseguir melhorá-los quando os pacientes lêem e compreendem o modo como os comportamentos humanos se formam e se modificam (F), bem como a maneira como interagimos na família e em sociedade (K), influenciando-nos uns aos outros. Foram as conversas mantidas entre viagens ou quase em público com alguns dos meus pacientes, acrescidas com a leitura dos apontamentos que estava a coligir nessa ocasião, que começaram a reduzir o tempo de terapia e melhoraram a sua eficácia. Ler os «casos» dos outros, para saber de que modo é que eles resolveram as suas dificuldades, pode ser ainda melhor e facilitar tudo. É a modelagem, com a aprendizagem social e reforço vicariante a funcionar. Já existem livros com esses casos, que estão agora a ser revistos para a nova colecção. Nesta colecção há livros reorganizados com os casos da Isilda (H), da Cristina (L), da Germana, do Januário (L) e do «Mijão» (M), publicados, em tempos, pela Plátano e pela Hugin.

Essa ideia de ler os livros é assim tão boa?
− Julgo que é crucial, para que o próprio possa compreender toda a situação. Daí, desenvolveu-se em mim a necessidade de pesquisar se a leitura de determinados livros poderia ter, de facto, muita importância, já que os enfermeiros a quem dava aulas de Psicologia Geral e de Psicopatologia, me questionavam acerca das vantagens dos conhecimentos que estavam a adquirir. Colocando-me questões pertinentes, conseguiram obter respostas sobre a Modificação do Comportamento que começaram a utilizar em casa e no serviço, tendo feito trabalhos de curso e apreciações sobre o mesmo, parte das quais estão resumidamente apresentadas nos posts Resposta 17 (23Out11) e Resposta 20 (15Jan12) deste blog psicologiaparaque.wordpress.com.

Vou consultar o seu blogue. Mas como é que se consegue isso?
− Fui-me entusiasmando com os resultados obtidos e, um dia, quando estava a acabar a minha colaboração voluntária num hospital, tive uma visita inesperada dum jovem que me disse ser-lhe necessária a minha ajuda já que um seu amigo de longa data tinha melhorado substancialmente e já não necessitava de medicamentos aos quais tinha recorrido nos  2 anos anteriores, por três vezes. Apesar de, naquela época, não ter consultório disponível, já não estar a colaborar com um hospital e estar a dar aulas de psicologia social e formandos de informática, aceitei o repto por insistência dele, porque tinha 4 horas de intervalo, das 12.00 às 16.00, entre duas turmas diferentes e «desperdiçaria» esse tempo, provavelmente, num velho café das proximidades.

E conseguiu alguma coisa?
− Este caso está descrito em “Eu Não Sou MALUCO!(E). É a história do Júlio que já se tinha submetido a três tratamentos anteriores, quase de 6 em 6 meses, sem melhorar, mas que conseguiu verificar melhoras substanciais no seu amigo Rui, em  circunstâncias muito parecidas. Com o Rui, eu não tinha conseguido experimentar a adjuvante de ler livros enquanto fazia a psicoterapia. Como, nessa ocasião, já tinha tirado o curso de hipnose terapêutica, tinha bastantes apontamentos das aulas dadas anteriormente, pensava nos originais em preparação para serem publicados em livros específicos, já tinha preparado a tese da TEA e estava mais interessado no desenvolvimento do processo de Imaginação Orientada (IO) que pudesse melhorar a psicoterapia (TEA) acelerando também a recuperação, resolvi aceitar o desafio e «experimentar» um novo método que pudesse ser mais eficaz e célere e que também pudesse ser conduzido cómoda e economicamente pelo próprio (P).

Como é que foi isso?
− Está tudo descrito nesse livro, que já está praticamente pronto para publicação. O importante é que as pessoas o queiram. É Imagina-Bpor isso que me interessa difundir estas ideias que fui «armazenando» ao longo de mais de 35 anos de prática clínica, com um êxito bastante maior do que aquele que obtive em 1980, só com a TEA e, praticamente, sem livros para os pacientes poderem ler e compreender o funcionamento do comportamento e interacção humana. Além disso, os benefícios da Imaginação Orientada (IO) (J), que também pode ser conduzida pelo próprio quando se socorre da autohipnose, são muito maiores e duradouros, servindo também de prevenção e profilaxia, além de poderem melhorar também o desempenho de cada um.

Está a fazer alguma coisa nesse sentido?
− A colecção de livros está praticamente reorganizada. Falta agora dar a conhecer aos possíveis interessados e haver quem Joana-B
possa beneficiar com a mesma. Contudo, os livros «Depressão? Não Obrigado!», «Como “EDUCAR” Hoje», «“Stress”? Reduza-o Já!», «Psicoterapia Para Quê?» «“Molhar” a Cama Não Interessa», com as histórias, respectivamente, de Isilda, Cristina, Germana, Januário e «Mijão», estão publicados na sua versão antiga. Esses livros estão disponíveis, neste momento, para qualquer eventualidade.

Nós não temos apetência para isso por ser uma sociedade recreativa. Como é que pensa realizar o seu projecto?
− Em Abril do ano passado, escrevi uma carta ao Presidente da Câmara Municipal de Sintra a explicar mais ou menos a minha ideia, porque tem de ser desenvolvida por alguma entidade ou organização, tal como uma associação, ou por um grupo de pessoas. Esperava que alguém me contactasse para saber mais pormenores, mas recebi apenas uma simpática Maluco2carta subscrita pela Chefe do Gabinete, dizendo que a minha carta com as «ideias ou projectos na área da saúde mental» tinha sido encaminhada para o Senhor Vereador Dr. Eduardo Quinta Nova que detinha esse pelouro. Até ao momento não tive qualquer outra notícia sobre esse assunto.

Mas afinal, que projecto é esse?
− O projecto que podia não estar completamente definido naquele momento, começou a tomar forma quando me apercebi através de mais conversas com pessoas conhecidas e dos comentadores do meu blog psicologiaparaque.wordpress.com, que valia a pena explicar tudo pormenorizadamente, da mesma maneira como já tinha tido oportunidade de o fazer a um colega que colaborava comigo de vez em quando. Por isso, resolvi preparar um livro dedicado a essa explicação e chamar-lhe «BIBLIOTERAPIA» (Q), que pode ser actualizado e aumentado, falando numa psicoterapia essencialmente baseada na leitura de determinados livros, sua compreensão e apreensão dos conceitos e treino do relaxamento mental necessário, despendendo apenas cerca de 1 hora por dia durante um mês, para continuar, de seguida, à hora de dormir, gastando apenas 3 a 5 minutos.

Explica nesse livro todo o projecto?
− Não consigo explicar nesse livro o modo de procedimento, embora dê ao leitor a noção de como se deve orientar na biblioterapia. Contudo, posso dizer que o modo de procedimento é muito simples.
Antes de tudo, devo dizer que já tenho esse livro publicado em tiragem muito reduzida.
Se alguma entidade ou organização quiser implementar a ideia, pode juntar um grupo de pessoas que necessite de algum apoio ou esclarecimento no âmbito da psicologia ou psicoterapia. Não devem faltar muitos funcionários civis ou militares que necessitam de apoio e que se socorrem, pelo menos, de antidepressivos ou ansiolíticos para tentar «resolver?» as suas dificuldades, que não devem ser poucas nos tempos actuais.
Se houver interesse em disponibilizar o livro a essas pessoas, em vez de o adquirir pelo preço de venda, eu posso fornecê-lo ao preço da impressão, desde que sejam pelo menos 50 exemplares.
Depois, juntando as pessoas interessadas, posso explicar o projecto e indicar o modo como cada um se pode «defender» das agressões do meio ambiente, desenvolver as suas capacidades ou melhorar o seu desempenho.
Cerca de 1 hora de exposição com mais 2 horas para respostas às perguntas, são o suficiente, no início.
Com isso e com uma pequena experiência de relaxamento mental, as pessoas podem decidir se desejam esse tipo de apoio ou preferem recorrer aos fármacos que podem deixar as pessoas viciadas na sua dependência ou até serem prejudicadas pelo seu consumo. Depois disso, tudo deve correr ao gosto e de acordo com os interesses dos participantes.

O post Psicoterapia / Medicação (4 abr 14) dá uma explicação completa, em vídeo, com intervenção do eminente psiquiatra americano Peter Breggin, sobre os malefícios dos medicamentos psicotrópicos, ocasionando efeitos secundários fisiológicos e possível dependência psicológica, devido ao reforço secundário negativo de razão variável que provocam e que nos pode alienar ao longo da vida, degradando-a por completo.

O que é isso de reforço secundário negativo de razão variável
− É uma das coisas muito importante que explico, entre muitas, nos vários posts do blog, e que pode ocasionar o vício ou uma alienação ou adicção. É por isso que julgo ser bastante importante ter as «conversas» com as pessoas que desejam aprofundar os conhecimentos nessa matéria, pretendem manter-se equilibradas, conseguir um bom relacionamento social e, especialmente, preparar a gente nova para aguentar as muitas «dificuldades» que, nas nossas sociedades ocidentais e «civilizadas», vão surgindo de forma muito dissimulada, tornando-se bastante apelativas para quem não esteja devidamente precavido com aprendizagens diferentes. Uma «educação» baseada nos conhecimentos da psicologia ou da ciência do comportamento, como aconteceu com a JOANA (D), torna-se extremamente necessária. A utilização prática da modificação do comportamento, em linguagem simples e corriqueira, que engloba mais de 10 anos de prática com pais e crianças, está apresentada nessa história ficcionada, que é o conglomerado de muito mais de 10 anos de prática clínica de consultas a pais e filhos..

E no seu blogue explica isso?
− É para isso que o mesmo esta destinado. Quem quiser, pode socorrer-se do post «HISTORIA DO NOSSO BLOG – sempre actualizada» do blog «http//psicologiaparaque.wordpress.com» e escolher o assunto que interessar ou fazer um comentário para obter a resposta ou esclarecimento que deseja. Existem muitos artigos sobre AUTOTERAPIA, BIBLIOTERAPIA, REFORÇO, FRUSTRAÇÃO, PERCEPÇÃO, SUICÍDIO, ENURESE, CONFORMISMO, IMAGINAÇÃO ORIENTADA, REFORÇO DO COMPORTAMENTO INCOMPATÍVEL, MODELAGEM, MOLDAGEM, etc.
Para um esclarecimento mais completo, os que desejarem, podem ler alguns dos livros já publicados que se relacionam com o «caso» do Antunes (B) que fez a psicoterapia autonomamente, da Cidália (C), que teve pouco apoio, assim como várias outras pessoas mencionadas nos livros das edições da Plátano ou da Hugin. Até podem descobrir de que modo a boa saúde mental pode ser readquirida e preservada lendo «SAÚDE MENTAL – sem psicopatologia» (A), que vai ser reorganizado Estes livros estão comigo e podem ser solicitados pela internet.

Com as conversas ou palestras de que fala vai conseguir isso?
− Tenho esperança que sim. Os enfermeiros a quem dei aulas, conseguiram. Depois de explicar tudo da melhor maneira possível e da pequena experiência de relaxamento mental, as pessoas podem decidir se desejam fazer uma prevenção ou profilaxia ou até experimentar uma autoterapia para o seu desenvolvimento pessoal.
Nesse caso, podem dizer se desejam adquirir o livro «AUTO{psico}TERAPIA» (P) e, caso desejem, posso
publicá-lo de imediato e comprometer-me a fornecer-lhes por 6€, já que o seu preço fica em 10€. Com esse livro, que foi escrito por recomendação de muitos e em homenagem ao Joel, as pessoas podem conduzir uma autoterapia como aconteceu com o Antunes (B), cujo caso está descrito em «ACREDITA EM TI. SÊ PERSEVERANTE!», disponível neste momento. Se quiserem apoio, podem fazê-lo em grupos (B/109), tal como apresentei no post Corrigenda (22Abr12) ou individualmente, como aconteceu com a Cidália (C), cujo caso está descrito em «Eu Também CONSEGUI!» (C), também disponível.
Quaisquer dos outros livros, que descrevem os «casos», ou apresentam os modos de funcionamento do comportamento e da interacção humana, já remodelados, só serão publicados, em tiragem restrita, se houver interesse especial dos participantes. Quem quiser, também se pode servir actualmente das versões anteriores que estão apresentadas no capítulo intitulado «Resumo do Conteúdo das Obras Indicadas», que é incluído em todos os livros novos da colecção.

Pelos vistos, parece que existe mais interesse em juntar as pessoas e apresentar-lhes o projecto que pode ser benéfico para os próprios e interessante para qualquer organização!
− É exactamente isso que eu quis transmitir ao Presidente da Câmara da minha residência mas, por enquanto, não tive sorte. Desde que se possa juntar as pessoas e disponibilizar espaço e tempo para isso, julgo que a oferta, aos participantes, dos primeiros exemplares do BIBLIOTERAPIA, não é muito dispendiosa. Com isso, pode a própria organização ganhar com a melhoria da colaboração dos funcionários, proporcionando-lhes uma melhor disposição no ambiente familiar e profissional e na interacção social. Tudo o resto pode ser pensado ou resolvido depois das primeiras impressões e adesão dos participantes. Não é necessário fazer coisa alguma sem a vontade dos participantes e com gastos desnecessários. Os próprios serão os avaliadores, os juízes e os implementadores do projecto.

O que é que pensa fazer agora?DIA-A-DIA B
− Por enquanto, nada. Fico à espera que alguém ou os autarcas interessados que se dizem preocupados com o lado humano da sociedade, resolvam agir. Eu já me disponibilizei para o assunto. Não vou pedir coisa alguma como os subsídios, que estão muito em voga, até nas fundações. Disponibilizo a minha experiência de 40 anos de prática, além de todo o trabalho que tenho feito até agora e continuo a «entreter-me» com o blog, para ajudar os comentadores e pessoas interessadas. Nestes tempos de crise, não tenho possibilidade de conseguir despender dinheiro com a publicação imediata de livros, porque também não os desejo entregar a qualquer editora. Antigamente, quando tínhamos o Centro de Psicologia Clínica, crl., na Praceta dos Lírios, em Mem pqsp2Martins, muito gastámos com as publicações que, naquela época, serviram muita gente. Agora, não temos essa disponibilidade e possibilidades financeiras, mas mantenho este blog e o outro relacionado com os livros. Depois de ter «dado baixa» ao CPC, exerço a actividade esporadicamente, devendo os interessados consultar agora as informações dadas no início deste post.

Em resumo, o desequilíbrio mental ou comportamental, não pode ser «tratado» como «doença» que se reduz ou se elimina com um conjunto de medicamentos, mas sim com a alteração global e conjugada de pensamentos, sentimentos, sensações e comportamentos, com base na análise do passado e do meio ambiente em que a pessoa está inserida e com  compreensão das circunstâncias do momento.
Temos de nos «agarrar» às CAUSAS para modificar os EFEITOS  que nos parecem nocivos ou inadequados.
O caso do Joel, descrito e discutido em «PSICOPATA! Eu?» (G) é muito elucidativo, porque se ele tivesse uma infância, família e «educação» adequadas, nunca se sentiria inferiorizado a ponto de tentar matar a sua «única noiva» por três vezes. Depois de sofrer o desaire do diagnóstico de Psicopata e de ter sido afastado da noiva pelo psiquiatra, compreendendo toda a sua situação, insistiu comigo para que no «seu livro» constasse uma Lista de Procedimentos que ajudasse muita gente nas suas condições a ter melhor sorte.
Esta lista, feita por sua última vontade, foi melhorada e transformada no livro «AUTO{psico}TERAPIA» (P).
Afinal, ele era apenas um neurótico depressivo reactivo, inferiorizado, respondendo à frustração da maneira como tinha aprendido na guerra do Ultramar: neutralizar ou atacar antes de ser atacado.

Torna-se imprescindível que se actue antes, para depois não estarmos a sofrer as consequências do nosso (e da sociedade?) descuido ou desconhecimento, tal como o Joel desejava.

Quem, melhor do que o psicólogo, pode fazer isso?

Em todo este post estão as capas de alguns dos livros já editados só pela Plátano e Hugin, disponíveis em caso de necessidade.

 

 

 

 

 

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