PSICOLOGIA PARA TODOS

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Archive for the month “Maio, 2015”

BIBLIOTERAPIA 10

Na manhã de quinta-feira, quando estava sentado à mesa dum café à espera de minha mulher, um velho amigo, que já mario-70
tinha conversado comigo sobre muitas coisas de Psicologia, abordou-me e disse que necessitava de alguns esclarecimentos.
É por causa de «esclarecimentos» semelhantes que preconizo a necessidade de reuniões com vários participantes que, tendo ideias diferentes uns dos outros, podem ajudar alguns a esclarecer muita coisa de que cada um não teria conhecimento numa consulta, por não se lembrar do assunto naquele momento.
Por isso, depois dessa conversa, vou transpô-la, mais ou menos, para um novo post, que pode servir muita gente, que pode ignorar o assunto:

Já estava ansioso por o encontrar para lhe fazer umas perguntas relacionadas com coisas que me interessa esclarecer acerca da BIBLIOTERAPIA, sobre o que tem estado a escrever ultimamente. Há dias, mostraram-me o seu novo livro pelo qual dei um golpe de vista rápido. Também já li os seus 9 artigos sobre este assunto, publicados no seu blogue. Ouvi também as músicas de Nat BiblioKing Cole, das quais gostei, mas que não me provocaram relaxamento. Até fui ao youtube escolher as que estavam em melhores condições. Não me provocaram relaxamento. Depois, li mais alguns artigos sobre psicoterapia e autoterapia e não consegui vislumbrar de que modo cada um pode fazer a sua psicoterapia. Que milagre é que esta a anunciar nos seus artigos?
− Ainda bem que me diz isso. Do mesmo modo como escrevi que o «Calimero» e o Antunes utilizavam para o «seu» relaxamento, respectivamente, as músicas de Jason Mraz e de Debussy, que não me ocasionaram relaxamento, as de Nat King Cole não provocaram isso em si, porque a sua cabeça não estava sintonizada para isso. O importante, é cada um gostar e sentir-se calmo e relaxado com uma determinada música, que funcionará como sinal condicional. É uma tarefa específica e unipessoal, ao gosto de cada um. É por isso que eu não acredito nas músicas relaxantes, a não ser que cada um as aceite como tal. Eu experimentei muitas e não me provocaram esse efeito embora gostasse de ouvir algumas, enquanto outras Consegui-Bme deixaram aborrecido. Esses livros e músicas de autoajuda e relaxamento não me convencem, mas existem com belíssima aparência, muita coisa bonita e são muito vendidos.

Outra coisa que não compreendi, foi o modo como cada um pode analisar a sua situação e compreendê-la para fazer uma autoterapia.
− Se temos de analisar as nossas acções ou recordações, elas estão mais dentro da nossa cabeça (mente) do que em qualquer outro lado. Quem, melhor do que o próprio, pode ter acesso a essas memórias e factos? Os outros podem, às vezes, ter conhecimento disso porque o próprio as denunciou, mas a percepção dessa pessoa pode ser diferente e teremos assim um outro ponto de vista. Não é isso que interessa numa boa psicoterapia, porque o importante é cada um poder chegar lá o mais próximo e o melhor possível.Psicologia-B

Como é que se pode fazer isso?
− É por isso que eu não dou conselhos, mas tento pôr-me na pele do próprio e questionar como se fosse o próprio a fazê-lo, tal como está apresentado nos casos da Cidália e do Júlio. O importante, é cada um poder raciocinar e descobrir aquilo que mais interessa no momento. Para se conseguir fazer a análise duma situação, é necessário compreender todos os mecanismos intervenientes. Por isso, embora existam muitos livros de psicologia e psicoterapia, até de autores muito «badalados» na comunicação social, estou a reorganizar e preparar aqueles que me parecem os mais importantes, adequados e coincidentes com a minha orientação ecléctica e pragmática, após uma experiência de 40 anos. A pessoa tem de entender o modo como funciona o comportamento humano, tanto isoladamente (F), Interacção-B30como em interacção com os outros (K). Também pode beneficiar com a leitura de «casos» já resolvidos, sem ajuda de outros, ou até com alguma ajuda.

Mas, para sermos mais práticos, não haverá outros meios?
− Por esse motivo, embora já tenha apresentado em vários livros os procedimentos necessários, preparei um, dedicado unicamente à Autoterapia (P). São apenas 76 páginas, metade das quais contém referências que os leitores mais curiosos podem consultar. Contudo, só cerca de 40 páginas são essenciais para a prática do relaxamento e da Imaginação Orientada (IO) para se utilizar a técnica de Terapia do Equilíbrio Afectivo (TEA), apoiada pela autohipnose. O treino tem de ser feito por cada um. Quem mais o pode fazer por nós? A leitura e a compreensão do funcionamento psicológico depende do próprio, embora mais alguém possa ajudar a compreender tudo nessas reuniões deImagina-B que falei, com cerca de 30 a 50 pessoas. As dúvidas de alguns, podem ajudar a esclarecer coisas de que os outros também podem beneficiar antecipadamente, evitando muitos erros que cometemos, sem darmos por isso (Q/20). Pode funcionar como prevenção e profilaxia.

Mas a análise de que fala não é difícil?
− Seguramente, não é fácil, mas também sem saber nada do funcionamento humano é quase impossível. Além disso, é necessário que a pessoa tenha a humildade e a racionalidade necessárias para ver, recordar, analisar e imaginar objectivamente tudo isso. Infelizmente, tentamos sempre analisar as coisas, preservando uma boa imagem, quando o mais importante é a descoberta das causas e não das culpas, para se conseguirem modificar os efeitos através da alteração dessas causas. Neste particular, posso dizer que uma análise feita pelo próprio é muito difícil mas, depois duma experiência bem-Maluco2sucedida, o Antunes, já descrito em livro (B), também a conseguiu fazer. Porém, a Cidália (C) necessitou de ajuda e o Júlio (E) também.

Não é mais fácil, tendo ajuda nesta tarefa, o que me parece muito importante?
− Vou-lhe responder com outras perguntas: “Não seria bom que todos tivessem acesso aos psicólogos ou psicoterapeutas no Serviço Nacional de Saúde? Qual é o SNS que cobre o apoio a todos os cidadãos? Qual o país que consegue fazer isso atempadamente er com eficácia? Acontece nos EUA ou no Reino Unido? Qual a razão de «prescreverem» livros, no Reino Unido, nos casos de dificuldades psicológicas? Os que não tiverem acesso aos psicólogos por dificuldades financeiras ou outras, o que terão de fazer?Joana-B

Tem razão. É uma situação complicada mas real. Mas qual a solução?
− Para mim, a solução é cada um «tratar» de si próprio. Se cada um «aprender» a resolver a situação por si próprio ou com pouca ajuda, melhor. Com a ajuda exclusiva do psicólogo, o paciente pode ficar na sua dependência e vai necessitar dele sempre que houver um deslize. O psicólogo estará sempre dsponível e quais serão os seus custos? Aprendendo a resolver as coisas por si próprio, cada um vai tentar «desenrascar» a situação o melhor que puder. Para isso, são necessários os treinos e as leituras iniciais, além da capacidade de compreender objectiva e racionalmente toda a situação em termos de causas/efeitos, e não com a atribuição de culpas e desculpas. Já apresentei o modo como muitas dificuldades foram facilmente resolvidas e ao domicílio, pelos diversos enfermeiros dos cursos de promoção, apenas do Hospital de Vila Franca de Xira, com as noções dadas nas aulas de Psicologia e Psicopatologia. neuropsicologia-BPara isso, mesmo sem quaisquer livros, mas dispondo apenas de apontamentos policopiados, tive de falar, com vários exemplos, em muita coisa relacionada com diversos tipos de reforço, especialmente o vicariante e o do comportamento incompatível e seus efeitos ou aprendizagens, modelagem, moldagem, identificaçãocondicionamentos clássico e operante, facilitação, neuroses, psicoses, deficiênciademência e muita coisa mais. Mas, valeu a pena. É por isso que estou a actualizar e a reorganizar todos os livros que preparei durante muito tempo, além de desenterrar só os «casos» mais significativos para os apresentar aos interessados. A colecção de BIBLIOTERAPIA, com 17 livros, vai servir para isso. Na minha prática clínica de 40 anos, isso cobriu os campos de Psicologia Geral, Psicopatologia, Psicoterapia, Acredita-BPsicopedagogia e Comportamento Organizacional.

E se publicasse isso, não seria bom?
− Alguns dos livros foram publicados, desde 1990, pela Clássica, Plátano, Escolar e Hugin, mas quase nenhuma das edições me agradou. Como não tenho pretensões a «comercializar» isso e o meu objectivo é tentar ajudar as pessoas, não tenho outra solução a não ser esperar que exista a sua procura por pessoas interessadas. Para isso, fico à espera que as pessoas mostrem interesse no assunto depois de lerem a BIBLIOTERAPIA (Q) que já me «custou» bastante em esforço e financeiramente.

Parece-me que vi nesse novo livro que já tinha comunicado a sua intenção à Câmara Municipal de Sintra.Saude-C
− Sim. Apresentei a minha ideia inicial em Abril de 2014 e estou à espera que me digam qualquer coisa sobre o assunto porque deve haver muita gente que necessite de apoio e não o consegue obter. Eu não conheço essa gente, a não ser aquela que tem dinheiro e procura os meus serviços. A outra, os serviços da Câmara devem conhecer melhor. Se as juntarem e quiserem que eu fale sobre o assunto, já me ofereci para fazer isso. Com o conhecimento do livro de que falou, se a Câmara o quiser oferecer aos participantes, os mesmos podem fazer uma ideia do seu interesse em continuar com as acções de esclarecimento ou apoio, que só podem surtir efeito, desde que os interessados tomem conhecimento das matérias de outros livros já preparados. O livro sobre a autoterapia do Antunes (B) já está publicado, assim como a psicoterapia ligeiramente apoiada da Cidália (C). O livro sobre a depressão e a tentativa de suicídio da Isilda (H) foi publicado na sua versão antiga pela Hugin, que também publicou o da Cristina (L), sobre os problemas da Psi-Bem-C«educação» na origem dos comportamentos neuróticos. Do mesmo modo, a Plátano tem as versões antigas dos casos da Germana e do Januário (L).
Para se saber o essencial sobre a modificação do comportamento existem os 5 volumes da Plátano e o livro «A Psicologia no dia-a-dia», da Clássica (F). Tudo isto está simplificado e apresentado na prática, no livro da JOANA (D) que, por acaso, está esgotado, mas que na sua versão anterior, foi publicado em 4 volumes, pela Plátano.
Também, os malefícios que se podem sofrer com a falta de apoio atempado ou apoios errados, estão apresentados na história do «Mijão» (M) publicado pela Plátano. Para se saber algo sobre a Saúde Mental, psicopatologia e efeitos secundários dos medicamentos, com ausência de psicoterapia adequada, temos outro livro (A).
Porém, para cada um começar a «trabalhar» por si próprio, julgo que seria bom publicar agora a Auto{psico}Terapia (P). Depois, Dificeis-Bdependendo dos interesses e apetências dos participantes, seria possível publicar o livro sobre Imaginação Orientada (J), que apresenta os fundamentos desta psicoterapia que é utilizada desde 1974, com resultado de melhoria e resolução de 86% dos casos, aumentando substancialmente com o tempo e a experiência. O caso do Júlio (E), pode servir de exemplo, mas ainda não está publicado.

Parece que tem muita coisa em mente.
− Em mente, tenho. Mas, para tudo isso, é necessário dinheiro e, acima de tudo, pessoas interessadas. Se houver algumas acções e pessoas interessadas, eu estou disponível, enquanto puder. Caso contrário, é boa ocasião para começar a descansar, o que ainda não comecei a fazer. No entanto, posso utilizar a minha Imaginação Orientada e recordar mentalmente as músicas de Nat King Cole e sonhar com o impossível, mas realizável, se «houver vontade política», neuropsicologia-Bcomo se costuma dizer.
Com as sugestões que tenho tido, as críticas que me fizeram e as «dicas» que me deram, depois de publicar o livro sobre Autoterapia, talvez, qualquer dia, prepare um novo livro que possa servir de guia para cada um poder fazer a psicoterapia autonomamente ou com pouca ajuda do psicólogo. Assim, a Biblioterapia, que pode ser suplementada com reiki, música, ioga, dieta ou qualquer outra coisa, seria enriquecida com um novo livro intitulado «PSICOTERAPIA… através de LIVROS…» (R) para uma orientação específica destinada a ajudar as pessoas a fazer Psicoterapia, Psicopedagogia, melhoria de Interacção Social e Desenvolvimento pessoal, passando a colecção a ter 18 unidades.
Vamos ficar à espera da oportunidade e de disponibilidade financeira.

Boa sorte e felicidades para si.
− Obrigado. Quando tiver oportunidade, vou transformar esta nossa conversa em novo post.

Aconselho a consultar o post intitulado «Psicologia Para Quê? 3», com a transcrição do primeiro capítulo do novo livro Psicologia Para Todos (F).

Estou agora a seguir a prática de apresentar quase todas as capas dos 18 livros da nova colecção, que estão indicados com letras entre parêntesis, tal como a Biblioterapia (Q), para que os interessados possam consultar os seus resumos ou índices e avaliar o aspecto da capa de cada um, no blog respectivo de Terapia Através de Livros.

Em divulgação…

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É aconselhável consultar o ÍNDICE REMISSIVO de cada livro editado em postindividual.

Blogs relacionados:

TERAPIA ATRAVÉS DE LIVROS para a Biblioterapia

PSICOLOGIA PARA TODOS (o antigo)

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BIBLIOTERAPIA 9

Desde que preparei o post Biblioterapia 8 e foi publicado o novo livro intitulado BIBLIOTERAPIA (Q), falei com bastantes Bibliopessoas que quiseram adquirir esse livro, cuja capa se vê à direita, e me deram muitas «dicas», perguntando qual a razão de eu não utilizar as músicas «tradicionalmente» indicadas para «relaxamento» e «mindfullness».

Por isso, tenho ouvido muitas vezes uma colecção de canções de Nat King Cole que, não sei se inconscientemente, me  influenciaram no momento de pensar na tese e elaborá-la no sentido de me orientar para a Terapia do Equilíbrio Afectivo (TEA), quando eu estava, em 1973/75, numa depressão profunda e quase a entrar em frustração e em depressão aprendida.

Agora, passados muitos anos – duas a três décadas − sobre essa tese, tive conhecimento das tentativas de Neil Frude, no princípio deste século, no Reino Unido, de utilizar como «low-cost», a «prescrição de livros», nos casos de desequilíbrio mental, assim como, em 1990, as investigações de Martin Seligman sobre Psicologia Positiva, estão a ser utilizadas largamente em Portugal, numa espécie de encenação ou de acções que são apresentadas ou delineadas pelo psicoterapeuta, que podem ser ou não coincidentes  com os sentimentos, emoções, recordações ou vivências do próprio.Consegui-B

É uma espécie de «receita» daquilo que os psicoterapeutas acham que «se deve fazer», sem saber se é coincidente com a pessoa que deve ser ajudada a superar as suas dificuldades. É uma espécie de autoajuda que pode ser boa para alguns, mas inadequada para a maioria. Se assim não fosse, todos os que se servem desses livros de autoajuda, estariam em óptimas condições psicológicas. Da mesma maneira, os comediantes que estão sempre a rir e a fazer rir os outros, nunca estariam desequilibrados. Com esta filosofia, até Robin Williams não se teria suicidado recentemente!

Por isso, há pouco tempo, comecei por pedir informações sobre Psicologia Positiva e Mindfullness que está largamente Acredita-B
difundida nos EUA. Os seus promotores «enchem-me» de links, com muita conversa e música à mistura, como se uma determinada postura corporal, uma série de conceitos e uma certa música, fosse indistinta e igualmente excitante ou relaxante para todos, independentemente do seu passado ou história pessoal e da veracidade dos factos e das vivências do momento 

Em Portugal, a televisão também nos «satura» com anúncios de curas quase milagrosas, talvez ensaiadas nos bastidores e apresenta equipamentos sofisticados que pouco ou nada acrescentam a uma psicoterapia com que a «cabeça» de cada um não esteja sintonizada. Depois, quando as coisas correm mal, a «culpa» é duma «doença» mais grave, mario-70do meio ambiente que é hostil, ou do psicólogo, que é um «nabo». Com as experiências pessoais que tenho tido ao longo da vida, essas conversas, propagandas e músicas até me podem deixar indiferente ou aborrecido. Depende do estado mental em que estiver. E, estamos a tratar da mente.

Se tudo o que dizem e anunciam é muito bom, qual a necessidade de propaganda «agressiva» que é feita à volta do assunto? Cada um dos «visados» ou «necessitados» não sabe reconhecer e distinguir as suas próprias necessidades e desejos? Às vezes, parece que é uma propaganda política partidária, necessária para «angariar» votantes, a fim de «engrossar» as colunas dos militantes, simpatizantes ou simplesmente «votantes», que não sabem o que desejam ou são enganados. O importante, seria uma simples «informação» que, quase Psicologia-Bninguém dá sem «comentários» encomiásticos.

Por isso, recordando algumas músicas de Nat King Cole, ouvidas durante a minha adolescência, em relação às quais é necessário compreender inglês, posso enquadrá-las na compreensão da psicoterapia.

A filosofia principal é a seguinte:
Todos temos uma vida com altos e baixos.
Os altos interessam-nos e nos animam → reforço positivo.
Os baixos desagradam e tentamos evitar → punição.Depressão-B
Enquanto os baixos nos deixam desagradados → frustração -, ao sermos bem-sucedidos em os reduzir ou evitar, ficamos satisfeitos → reforço negativo.

Como os baixos sempre existirão, não seria bom  aprendermos a reduzir, a evitar, ou até a ultrapassar esses baixos, com sucesso, sem entrarmos em frustração?

Para isso, ouvir os conselhos dos outros, pode não ser o suficiente e até pode ser pouco eficiente, incomodativo e desencorajador por não conseguirmos atingir o objectivo. Alguns, até podem julgar que não têm força de vontade.Organizar-B
Cada um tem a sua «história pessoal», semelhante a de muitos, mas diferente da de qualquer outra pessoa. Isso é a personalidade.

Na história pessoal, ou no seu baú de recordações, cada um tem de desencadear em si a evocação dos momentos bons, muitos dos quais ajudaram a ultrapassar dificuldades. São assuntos extremamente pessoais aos quais ninguém mais tem acesso e, às vezes, até o próprio os relegou para o esquecimento.
É necessário relembrar, desenterrar, analisar e compreender os recalcamentos!

Se houver um sinal condicional relacionado com isso – e só cada um pode ter esse conhecimento, embora ajudado por outrem –Psicopata-B esse sinal pode ajudar a fazer reviver esses e outros momentos de agrado, prazer, ultrapassagem de dificuldades ou vitórias alcançadas.
E, se essas experiências do passado forem utilizadas para enfrentar os problemas actuais e experimentar ou idealizar a ultrapassagem das futuras dificuldades?
Tudo isso pode ser idealizado.

A Imaginação Orientada (IO) pode servir para isso, especialmente quando apoiada pela hipnose ou autohipnose, seguindo a técnica utilizada na Terapia do Equilíbrio Afectivo (TEA).
É nisso que se baseia muita da estratégia que está apresentada na BIBLIOTERAPIA.Interacção-B30

Mas, para isso, as pessoas têm de compreender como funciona o comportamento humano isoladamente (F) ou em interacção com os outros (K).

Essas pessoas, podem compreender e apreender ainda melhor todo o mecanismo da psicoterapia se conhecerem o modo como os outros resolveram os seus problemas económica e comodamente, ficando «vacinados» para o futuro.

O Júlio (E) é um dos exemplos. A Cidália (C) é outro. O Joel (G) e a Isilda (H) apenas tiveram o apoio com a TEA, mas a Maluco2«nova paciente» resolveu a sua depressão com pouquíssima ajuda e quase por si própria, lendo a história da Isilda.
Porém, o Antunes (B), com conversas, muita leitura e apoio que deu à filha na redução do seu insucesso escolar, não só se «curou», como equilibrou toda a família, que estava a «sofrer» com o desequilíbrio do seu «chefe».
Muitas vezes, tal como ia acontecendo com a Joana (D), apenas a compreensão dos mecanismos do comportamento e da interacção humana, apreendida através de apontamentos policopiados e com a demonstração «pública» do que se pode fazer, de facto, no dia-a-dia, ajudou a «re-unir» uma família que se ia «des-unindo»neuropsicologia-B por causa de divergências na «educação» → dissonância cognitiva.

Também uma «educação» «preconceituosa», embora muito «civilizada», pode ajudar a criar problemas de desequilíbrio psicológico, que facilmente se podem ultrapassar com conhecimentos adequados. Cristina (L) é o exemplo disso.
A Germana e o Januário também são o exemplo do que se pode fazer bem em psicoterapia (L).
Quando a educação é dada de forma inconveniente, o apoio psicológico não é proporcionado no momento adequado, ou o meio ambiente desajuda, os «casos» do «Mijão», «Calimero», «Perfeccionista» e «Pasteleiro», relatados num livro (M) indicam os prejuízos e as inconveniências que as pessoas podem sofrer durante muitos anos.Difíceis-B

Na vertente escolar ou académica, muito se pode fazer com o que fica relatado num livro específico (I). Outro livro relacionado com as Organizações (N), mostra o modo como muito do comportamento pode ser melhorado, ajudando a pessoa a desenvolver as suas capacidades ao máximo.

Para isso, também o livro sobre Autoterapia (P) pode ajudar imenso, assim como a Biblioterapia (Q) explica o modo como tudo se pode organizar para que a pessoa tenha uma boa Saúde Mental, sem psicopatologia (A).

Como corolário, os fundamentos da Imaginação Orientada (IO), baseada na Terapia do Equilíbrio Afectivo (TEA), com aImagina-B ajuda da autohipnose, podem ser compreendidos lendo o livro dedicado a isso (J) e verificando de que modo uma música pode influenciar todo este processo, desde que seja adequada para esse «paciente» ou interessado.

Para o «Calimero», Details in the Fabric, de Jason Mraz, era a música ideal que o deixava mais calmo, enquanto eu ficaria completamente «do avesso».

O Antunes gostava de O Mar e  Os Nocturnos, de Debussy.

Psi-Bem-CQualquer destas músicas não me ajuda a relaxar

As músicas de Nat King Cole ajudam imenso. Pode ser que elas me tenham influenciado inconscientemente na minha adolescência, porque, comigo, acontece o seguinte:
UnforgetableAutumn leaves impulsionam-me para velhas recordações.

When you´re smiling incentiva a fazer o relaxamento mental.

Smile ajuda a desencadear as recordações da ultrapassagem de dificuldades utilizando a Terapia do Equilíbrio Afectivo.

Pretend estimula a Imaginação Orientada.Saude-B

When I fall in love é um incentivo simbólico para continuar com a psicoterapia e melhorar o desempenho.

Para que tudo isto aconteça, não necessito de postura especial. Basta sentar-me confortavelmente, tal como estou agora ao escrever este post, e ouvir a música ou ficar confortavelmente deitado na cama, à hora de dormir e relembrar calmamente essas velhas melodias.

O que acabei de dizer, acontece comigo. O que acontecerá com os outros? Como é que o psicoterapeuta pode saber melhor do que Respostas-B30o próprio? Se o próprio não colaborar, como é que se vai conduzir a psicoterapia? Quanto tempo vai demorar? Quais os resultados? O que é que lhe vai acontecer quando o terapeuta não estiver disponível?

O importante é que a pessoa deseje reequilibrar-se ou pretenda não se desequilibrar, sem tentar arranjar «justificações» para essa dificuldade e sem estar à espera que os outros lhe dêem «caritativamente» a mão, deixando-a na sua dependência, tal como acontece com os medicamentos e até pode acontecer com algumas psicoterapias. O importante é que o interessado fique autónomo, independente e capaz de se orientar por sua iniciativa.

Para a intervenção na Feira da Saúde Bem-Estar, de Sintra, em 2017, com base nas críticas, sugestões, pedidos e «dicas» de muitos participantes deste blog e não só, foi preparado mais um livro a aumentar a colecção de Biblioterapia de 17 para 18 unidades. Este livro intitulado «PSICOTERAPIA… através de LIVROS…» (R) destina-se a dar aos seus utilizadores a possibilidade de escolher os livros necessários e orientarem-se no sentido de resolver autonomamente ou com pouca ajuda do psicólogo, suas dificuldades em psicoterapia, psicopedagogia, melhoria de interacção social ou desenvolvimento pessoal.

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