PSICOLOGIA PARA TODOS

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BIBLIOTERAPIA 9

Desde que preparei o post Biblioterapia 8 e foi publicado o novo livro intitulado BIBLIOTERAPIA (Q), falei com bastantes Bibliopessoas que quiseram adquirir esse livro, cuja capa se vê à direita, e me deram muitas «dicas», perguntando qual a razão de eu não utilizar as músicas «tradicionalmente» indicadas para «relaxamento» e «mindfullness».

Por isso, tenho ouvido muitas vezes uma colecção de canções de Nat King Cole que, não sei se inconscientemente, me  influenciaram no momento de pensar na tese e elaborá-la no sentido de me orientar para a Terapia do Equilíbrio Afectivo (TEA), quando eu estava, em 1973/74, numa depressão profunda e quase a entrar em frustração e em depressão aprendida.

Agora, passados muitos anos – duas a três décadas − sobre essa tese, preparada no princípio deste século, tive conhecimento das tentativas de Neil Frude, no Reino Unido, para utilizar como «low-cost», a «prescrição de livros», nos casos de desequilíbrio mental, assim como, em 1990, as investigações de Martin Seligman sobre Psicologia Positiva, estão a ser utilizadas largamente em Portugal, numa espécie de encenação ou de acções que são apresentadas ou delineadas pelo psicoterapeuta, que podem ser coincidentes ou não com os sentimentos, emoções, recordações ou vivências do próprio.Consegui-B

É uma espécie de «receita» daquilo que os psicoterapeutas acham que «se deve fazer», sem saber se é coincidente com a pessoa que deve ser ajudada a superar as suas dificuldades. É uma espécie de autoajuda que pode ser boa para alguns, mas inadequada para a maioria. Se assim não fosse, todos os que se servem desses livros de autoajuda, estariam em óptimas condições psicológicas. Da mesma maneira, os comediantes que estão sempre a rir e a fazer rir os outros, nunca estariam desequilibrados. Com esta filosofia, até Robin Williams não se teria suicidado recentemente!

Por isso, há pouco tempo, comecei por pedir informações sobre Psicologia Positiva e Mindfullness que está largamente Acredita-B
difundida nos EUA. Os seus promotores «enchem-me» de links, com muita conversa e música à mistura, como se uma determinada postura corporal, uma série de conceitos e uma certa música, fosse indistinta e igualmente excitante ou relaxante para todos, independentemente do seu passado ou história pessoal e da veracidade dos factos e das vivências do momento 

Em Portugal, a televisão também nos «satura» com anúncios de curas quase milagrosas, talvez ensaiadas nos bastidores e apresenta equipamentos sofisticados que pouco ou nada acrescentam a uma psicoterapia em que a «cabeça» de cada um não esteja sintonizada. Depois, quando as coisas correm mal, a «culpa» é duma «doença» mais grave, mario-70do meio ambiente que é hostil, ou do psicólogo, que é um «nabo». Com as experiências pessoais que tenho tido na vida, essas conversas, propagandas e músicas até me podem deixar indiferente ou até aborrecido. Depende do estado mental em que estiver. E, estamos a tratar da mente.

Se tudo o que dizem e anunciam é muito bom, qual a necessidade de propaganda «agressiva» que é feita à volta do assunto? Cada um dos «visados» ou «necessitados» não sabe reconhecer e distinguir as suas próprias necessidades e desejos? Às vezes, parece que é uma propaganda política partidária, necessária para «angariar» votantes, a fim de «engrossar» as colunas dos militantes, simpatizantes ou simplesmente «votantes», que não sabem o que desejam ou são enganados. O importante, seria uma simples «informação» que, quase Psicologia-Bninguém dá sem «comentários» encomiásticos.

Por isso, recordando algumas músicas de Nat King Cole, ouvidas durante a minha adolescência, em relação às quais é necessário compreender inglês, posso enquadrá-las na compreensão da psicoterapia.

A filosofia principal é a seguinte:
Todos temos uma vida com altos e baixos.
Os altos interessam-nos e nos animam → reforço positivo.
Os baixos desagradam e tentamos evitar → punição.Depressão-B
Enquanto os baixos nos deixam desagradados → frustração -, ao sermos bem-sucedidos em os reduzir ou evitar, ficamos satisfeitos → reforço negativo.

Como os baixos sempre existirão, não seria bom  aprendermos a reduzir, a evitar, ou até a ultrapassar esses baixos, com sucesso, sem entrarmos em frustração?

Para isso, ouvir os conselhos dos outros, pode não ser o suficiente e até pode ser pouco eficiente, incomodativo e desencorajador por não conseguirmos atingir o objectivo. Alguns, até podem julgar que não têm força de vontade.Organizar-B
Cada um tem a sua «história pessoal», semelhante a de muitos, mas diferente da de qualquer outra pessoa. Isso é a personalidade.

Na história pessoal, ou no seu baú de recordações, cada um tem de desencadear em si a evocação dos momentos bons, muitos dos quais ajudaram a ultrapassar dificuldades. São assuntos extremamente pessoais aos quais ninguém mais tem acesso e, às vezes, até o próprio os relegou para o esquecimento.
É necessário relembrar, desenterrar, analisar e compreender os recalcamentos!

Se houver um sinal condicional relacionado com isso – e só cada um pode ter esse conhecimento, embora ajudado por outrem –Psicopata-B esse sinal pode ajudar a fazer reviver esses e outros momentos de agrado, prazer, ultrapassagem de dificuldades ou vitórias alcançadas.
E, se essas experiências do passado forem utilizadas para enfrentar os problemas actuais e experimentar ou idealizar a ultrapassagem das futuras dificuldades?
Tudo isso pode ser idealizado.

A Imaginação Orientada (IO) pode servir para isso, especialmente quando apoiada pela hipnose ou autohipnose, seguindo a técnica utilizada na Terapia do Equilíbrio Afectivo (TEA).
É nisso que se baseia muita da estratégia que está apresentada na BIBLIOTERAPIA.Interacção-B30

Mas, para isso, as pessoas têm de compreender como funciona o comportamento humano isoladamente (F) ou em interacção com os outros (K).

Essas pessoas podem compreender ainda melhor todo o mecanismo da psicoterapia se conhecerem o modo como os outros resolveram os seus problemas económica e comodamente, ficando «vacinados» para o futuro.

O Júlio (E) é um dos exemplos. A Cidália (C) é outro. O Joel (G) e a Isilda (H) apenas tiveram o apoio com a TEA, mas a Maluco2«nova paciente» resolveu a sua depressão com pouquíssima ajuda e quase por si própria, lendo a história da Isilda.
Porém, o Antunes (B), com conversas, muita leitura e apoio que deu à filha na redução do seu insucesso escolar, não só se «curou», como equilibrou toda a família, que estava a «sofrer» com o desequilíbrio do seu «chefe».
Muitas vezes, tal como ia acontecendo com a Joana (D), apenas a compreensão dos mecanismos do comportamento e da interacção humana, apreendida através de apontamentos policopiados e com a demonstração «pública» do que se pode fazer, de facto, no dia-a-dia, ajudou a «re-unir» uma família que se ia «des-unindo»neuropsicologia-B por causa de divergências na «educação» → dissonância cognitiva.

Também uma «educação» «preconceituosa», embora muito «civilizada», pode ajudar a criar problemas de desequilíbrio psicológico, que facilmente se podem ultrapassar com conhecimentos adequados. Cristina (L) é o exemplo disso.
A Germana e o Januário também são o exemplo do que se pode fazer bem em psicoterapia (L).
Quando a educação é dada de forma inconveniente, o apoio psicológico não é proporcionado no momento adequado, ou o meio ambiente desajuda, os «casos» do «Mijão», «Calimero», «Perfeccionista» e «Pasteleiro», relatados num livro (M) indicam os prejuízos e as inconveniências que as pessoas podem sofrer durante muitos anos.Difíceis-B

Na vertente escolar ou académica, muito se pode fazer com o que fica relatado num livro específico (I). Outro livro relacionado com as Organizações (N), mostra o modo como muito do comportamento pode ser melhorado, ajudando a pessoa a desenvolver as suas capacidades ao máximo.

Para isso, também o livro sobre Autoterapia (P) pode ajudar imenso, assim como a Biblioterapia (Q) explica o modo como tudo se pode organizar para que a pessoa tenha uma boa Saúde Mental, sem psicopatologia (A).

Como corolário, os fundamentos da Imaginação Orientada (IO), baseada na Terapia do Equilíbrio Afectivo (TEA), com aImagina-B ajuda da autohipnose, podem ser compreendidos lendo o livro dedicado a isso (J) e verificando de que modo uma música pode influenciar todo este processo, desde que seja adequada para esse «paciente» ou interessado.

Para o «Calimero», Details in the Fabric, de Jason Mraz, era a música ideal que o deixava mais calmo, enquanto eu ficaria completamente «do avesso».

O Antunes gostava de O Mar e  Os Nocturnos, de Debussy.

Psi-Bem-CQualquer destas músicas não me ajuda a relaxar

As músicas de Nat King Cole ajudam imenso. Pode ser que elas me tenham influenciado inconscientemente na minha adolescência. Comigo, contece o seguinte:
UnforgetableAutumn leaves impulsionam-me para velhas recordações.

When you´re smiling incentiva a fazer o relaxamento mental.

Smile ajuda a desencadear as recordações da ultrapassagem de dificuldades utilizando a Terapia do Equilíbrio Afectivo.

Pretend estimula a Imaginação Orientada.Saude-B

When I fall in love é um incentivo simbólico para continuar com a psicoterapia e melhorar o desempenho.

Para que tudo isto aconteça, não necessito de postura especial. Basta sentar-me confortavelmente, tal como estou agora ao escrever este post, e ouvir a música ou ficar confortavelmente deitado na cama, à hora de dormir e relembrar calmamente essas velhas melodias.

O que acabei de dizer, acontece comigo. O que acontece com os outros? Como é que o psicoterapeuta pode saber melhor do que Respostas-B30o próprio? Se o próprio não colaborar, como é que se vai conduzir a psicoterapia? Quanto tempo vai demorar? Quais os resultados? O que é que lhe vai acontecer quando o terapeuta não estiver disponível?

O importante é que a pessoa deseje reequilibrar-se ou pretenda não se desequilibrar, sem tentar arranjar «justificações» para essa dificuldade e sem estar à espera que os outros lhe deem «caritativamente» a mão, deixando-a na sua dependência, tal como acontece com os medicamentos e até pode acontecer com algumas psicoterapias. O importante é que o interesado fique autónomo, independente e capaz de se orientar por sua iniciativa.

Em divulgação…arvore-2

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