PSICOLOGIA PARA TODOS

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Archive for the month “Junho, 2015”

BIBLIOTERAPIA 11

Encontrei-me hoje com uma pessoa amiga que me disse estar a consultar, de vez em quando, os meus dois Imagina-B
blogs
, bem como o facebook.

Disse-me que tinha lido na revista Saúde Actual o meu artigo sobre Biblioterapia e perguntou-me porque não o transcrevia para o blog e para o facebook.
Achava que o artigo era ligeiramente diferente dos textos dos posts e disse-me que podia colocar nele os links necessários para orientar os leitores que desejassem aprofundar o assunto.
Deste modo, os que não tivessem acesso a essa revista, podiam adquirir os conhecimentos transmitidos no artigo.
Como achei razoável a sua proposta, vou transcrever a seguir as páginas 54 e 55, do número Mar/Abr de 2015, da Revista SAÚDE ACTUAL (Revista de Saúde Holística e Estilo de Vida Saudável).Biblio

 

BIBLIOTERAPIA
(Método psicoterapêutico, com leitura de livros indicados e prática de alguns procedimentos)

O que é uma BIBLIOTERAPIA?

Sente, sem causa aparente:Psicopata-B
desânimo, descontrolo e desespero;
▫ suores frios inesperados e inadequados;
▫ ansiedade exagerada ocasionada por factos irrelevantes;
▫ várias partes do corpo ou músculos contraídos ou doridos;
▫ necessidade de fechar dez vezes a porta, ao entrar em casa;
▫ ataques de pânico, medo descontrolado de sair à rua, de estar só?

Tudo isso perturba e desorienta imenso e também enferma pessoas de qualquer país «civilizado» e «industrializado» como os EUA,Depressão-B que têm dificuldade em lidar com esses males atempada, económica e eficazmente. Por isso, procuram soluções «low cost» e, no início deste século, o psicólogo clínico  Neil Frude, implementou no Reino Unido, um sistema de «prescrever» livros que, mediante «receita», se adquirem nas livrarias ou nas bibliotecas.
Kevin Helliker, do Wall Street Journal, citou no Courrier Internacional, dois estudos favoráveis a esse tipo de tratamento de depressivos, publicados no Behavior Research Therapy (posts BIBLIOTERAPIA no blog <psicologiaparaque.worpress.com>).

Também, o professor de psiquiatria, Peter Breggin (post Psicoterapia / Medicação), acha que este tratamento, acompanhado de aconselhamento empático, ocasiona melhores resultados do que medicamentos, que deixam a pessoa dependente,Maluco2 deteriorando a saúde mental e física.
Método semelhante de «ler» livros, foi experimentado pessoalmente, em Portugal, desde 1973/75. Uma depressão ansiosa reactiva grave foi «curada» em dois anos, com rejeição total de medicamentos que, ao anoitecer, provocavam perturbações com ilusões quase reais, de viaturas automóveis, em duplicado, a dirigirem-se contra o próprio.
O bom êxito obtido com a leitura de livros adequados e a prática de alguns exercícios, ajudou a conceber um novo tratamento através da Terapia do Equilíbrio Afectivo, com a técnica do reforço do comportamento incompatível. Num «estudo» com 71 pacientes, 23% dos casos «resolveram» e 63% «melhoraram», como o Joel e a Isilda, apresentados em «PSICOPATA! Eu?» e «Combata ou Evite a Depressão».Joana-B

Também, em 1980, sem qualquer ajuda do médico, o Júlio, de «Eu Não Sou MALUCO!», com 50 horas de leitura e compreensão do conteúdo dos apontamentos policopiados dos originais de «JOANA, a traquina ou simplesmente criança?», «Psicologia Para Todos», «Interacção Social» e «Saúde mental sem psicopatologia», seguindo as indicações dadas em «AUTO{psico}TERAPIA», ultrapassou uma depressão grave, não «curada» em dois tratamentos medicamentosos anteriores.

Com a prática do relaxamento mental todas as noites, os seus 9 sintomas passaram de 7,56 para 2,00 pontos, ao fim de 13 Psicologia-Bsemanas, com duas sessões num hospital, 95 horas de conversa e 25 horas de prática de autohipnose à mesa de café, em 19 sessões, no espaço de 8 semanas.
Continuando as investigações, descritas em «Imaginação Orientada», esta metodologia, com autohipnose, aumentou o sucesso para muito mais do que 86%.
Outros «casos» mais estudados, que seguiram o exemplo do Júlio, são os de Antunes, Cidália, «nova paciente», Cristina, Germana, Januário, Tiago, descritos em «Acredita em Ti. Sê Perseverante!», «Eu Também CONSEGUI!» e «Psicoterapias Bem-Sucedidas – 3 casos».

Interacção-B30Os que não quiseram, não conseguiram, ou os familiares não deixaram seguir este método, como o «Mijão», «Calimero», «Perfectionista» e «Pasteleiro», descritos em «Psicoterapias Difíceis», melhoraram muito tarde, pouco, ou nada, continuando alguns a depender de medicamentos e a «sofrer» aquilo de que gostariam de ficar livres: (doença mental?).
As conversas de café com o Júlio, poderiam ser em grupo, com muitas pessoas, como aconteceu com alunos de enfermagem do Hospital de Vila Franca de Xira – Resposta 17 (23Out11). 
O importante é ler e compreender o funcionamento do comportamento humano e praticar o relaxamento mental, para descobrir humilde e objectivamente as
causas que provocam os desequilíbrios psicológicos, analisá-las, Saude-Benquadrá-las racionalmente no tempo e encontrar soluções através da Imaginação Orientada, autonomamente ou com pouca ajuda do especialista.

Os posts Velhas Recordações (18 out 14) mostram muito bem que sem isso pouco ou nada se pode melhorar, a não ser de forma pontual, inadequada, aparente e alienante.

O blog <livroseterapia.wordpress.com> apresenta os livros que resumem esses casos, com as técnicas adstritas e a sua fundamentação teórica.

Em 2017, já existe o novo livro «PSICOTERAPIA… através de LIVROS…» (R) que orienta os interessados na consulta dos livros necessários para se fazer uma Psicoterapia, Psicopedagogia, melhoria de Interacção Social ou Desenvolvimento Pessoal, autonomamente ou com pouca ajuda do psicólogo.
ESte processo pode ser complementado ou suplementedo com músicas, dietas, representação, reilki, ioga, ou qualquer outra actividade ao gosto de cada um, sem efeitos secundários.


Em divulgação…

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OS MEIOS DE COMUNICAÇÃO SOCIAL E O BEM-ESTAR INDIVIDUAL

Escreveram-me dum grupo de Positive Psychology, dos EUA, a solicitar a minha colaboração na investigação nBiblioUniversidade de Maastricht sobre como os meios sociais influenciam o nosso bem-estar imdividual.

Desejam saber se os meios de comunicação social contribuem para uma vida feliz ou têm, em nós, efeitos prejudiciais. O estudo deve analisar se nos sentimos melhor ou pior depois do «consumo» dos «meios sociais», tal como «viajar» pelas imagens divulgadas do Facebook ou no Instagram.

A participação neste estudo:mario-70

  • ajudá-los-ia a aumentar a compreensão do modo como as imagens influenciam as nossas emoções;
  • o participante obteria uma visão dos instrumentos de pesquisa e sua finalidade, recebendo os resultados finais;
  • o participante ganharia um ou dois cupões de $50 da Amazon.
  • o convite para participar neste estudo é feito a mulheres entre os 18 e os 40 anos de idade.Imagina-B

Antes de tudo, posso dizer que este assunto é mais do que «velho» com os estudos de Albert Bandura sobre a aprendizagem social e o reforço vicariante e já foi tratado há muito tempo neste blog. Além disso, posso imaginar que não vão ter em conta a educação, o ambiente familiar e as condições sociais e económicas de cada um dos participantes.

Pela minha experiência de 40 anos de prática clínica, posso garantir que os meios de comunicação social, as leituras e tudo o Psicologia-Bque se vive na sociedade, tem importância extraordinária, mas a vida familiar tem uma incidência ainda maior, sendo mais crucial ainda o modo como cada pessoa introjecta e incorpora na sua personalidade todos os estímulos que recebe e com os quais é influenciada através do reforço vicariante.

Por isso foram feitos dois posts relacionados com a televisão e as crianças que perceberam as mesmas coisas de forma diferente, embora duas delas pertencessem à mesma família, com idades divergentes em menos de 2 anos.

Isto também quer dizer que, embora a família e a cultura sejam am mesmas, a estrutura da personalidade influencia-nos Interacção-B30bastante e os estímulos que a vida vai proporcionando pode ocasionar respostas divergentes. Se não, os irmãos Portas, Paulo e Miguel não teriam ideologias e comportamentos totalmente opostos.

Além disso, as drogas a que muitas pessoas ficam sujeitas ao mais pequeno desequilíbrio psicológico, que facilmente se poderia resolver e evitar com a Terapia do Equilíbrio Afectivo (P) e com a Imaginação Orientada (J), aliada à autohipnose, ajudam a piorar a situação como bem diz o professor e psiquiatra Peter Breggin.

Com esta ideia e com as experiências acumuladas, iniciou-se, em 1990, a publicação da história da JOANA (D) que, agrupada Consegui-Bagora em livro único, está ficcionada com respostas dadas em 10 anos de consultas a crianças e seus pais, porque a EDUCAÇÃO é o meio mais importante para evitar muitíssimos males, embora nem todos.

Entretanto, em função de muitas consultas de psicoterapia muito semelhantes às do Júlio (E), compreendendo as dificuldades na obtenção de consultas e psicoterapias de modo prático e eficaz e em tempo útil, pensou-se incipientemente na BIBLIOTERAPIA (Q), apenas com apontamentos policopiados. É tudo o que é necessário para que cada um possa ir praticando em casa, com pouco dispêndio de tempo, mas bastante treino, leitura e compreensão do funcionamento psicológico (F) e dos fenómenos de interacção social (K). O importante, é a persistência em continuar a leitura e o treino, ultrapassando muitos momentos de desânimo e frustração, tal como aconteceu Joana-Bcom a Cidália (C). Agora, só a partir do início deste século, até se está a fazer no Reino Unido com a «prescrição de livros» apresentada e ampliada nos 10 posts relacionados com isso.

É um projecto que temos em mente, muito económico, de prevenção e profilaxia, mas que ainda não conseguimos difundir e divulgar, a não ser que exista um grupo que o queira experimentar, podendo ser até aos fins-de-semana. Cada um, mesmo sem a ajuda do psicólogo, pode fazer isso, tal como aconteceu com a Antunes (B).

Neste artigo ou post, é importante consultar pelos menos os 17 últimos links mencionados, que são os mais importantes.Acredita-B

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PREVENÇÃO RODOVIÁRIA

Acerca do artigo com o seguinte link [http://www.dn.pt/inicio/portugal/interior.aspx?content_id=4624513] Psicologia-B
inserido no Diário de Notícias, apeteceu-me transcrever as páginas
305 a 313 do «PSICOLOGIA PARA TODOS» (F), destinado a alertar as pessoas para os comportamentos do dia-a-dia e a sua possível modificação para uma vivência muito mais agradável, prevenindo ou evitando muitos dos «males» que nos assolam. É nestes pequenos factos que reside muita da felicidade que pretendemos à custa de pequenos eventos, pontuais e sem grande significado, que só funcionam como um reforço do comportamento incompatível, enquanto duram. Este tema pereceu-me muito importante porque muitas «pessoas ilustres» do nosso país até «arranjam desculpas» para os seus comportamentos inadequados ou mandam o Estado pagar as multas dos seus desmandos. Mais um ponto fundamental e falacioso é fazer crer que punir os infractores é uma caça à multa. Será? Como se evitarão os desastres? Com falinhas mansas? As multas e as punições deveriam ser PARA TODOS, independentemente da classe ou estatuto social e económico. Caso contrário, ninguém vai querer fugir duma pretensa punição que nunca ocorre e quem vai pagar as favas é o desgraçado que sofrer com tudo isso, quanto mais não seja o contribuinte honesto e cumpridor.

 

FactosSaude2

  1. Na antiga via rápida de Grândola para Albufeira um automobilista que conduz uma «bomba» a 180 à hora, ultrapassa
    três automóveis que seguem à velocidade de 100 quilómetros num local marcado com traço contínuo duplo. Não se dá qualquer acidente apenas porque na extensão de mais de dois quilómetros não circula qualquer viatura em sentido contrário.
  1. O Sr. Vinhais é um bancário que se dirige no seu carro, com a mulher e dois filhos de 8 e 5 anos, de Queluz para Baratã a Acredita2fim de tomarem o pequeno-almoço. O Sr. Vinhais conduz mal, mas vocifera contra os automobilistas que o ultrapassam, chama-lhes nomes feios e tenta ultrapassá-los, pondo em perigo os que circulam em sentido contrário. A sua última ultrapassagem é numa curva, para ir estacionar o carro, logo a seguir, à frente de um café. O rapaz, de 5 anos, admira o pai a conduzir. Com este tipo de condução, o Sr. Vinhais nunca teve acidentes porque os outros se afastaram ao verem a sua imprudência. A mulher diz que ele é sempre assim e que ela já não aguenta mais. É outro dos factos porque se quer divorciar. A filha, de 8 anos, quer ficar com a mãe.
  1. António Manuel sempre conduziu com prudência e cuidado. Aos 68 anos, segue por uma estrada entre várias povoações Consegui-B
    onde a velocidade máxima de circulação é de 70 quilómetros. É noite e ele tenta não ultrapassar essa velocidade nas rectas. Nas curvas tem de abrandar, mas o automobilista que se aproxima pela sua rectaguarda a uma velocidade de 80 a 100 quilómetros, circula com os faróis no máximo. Enquanto está nas curvas, com uma velocidade de 50 ou menos, António Manuel consegue suportar os máximos desse carro mas, quando entra na recta e aparece pela frente um carro também com os faróis muito altos ou nos máximos, não consegue suportar e trava o carro. O condutor da retaguarda faz uma travagem brusca, ultrapassa, insulta-o e vai-se embora. Refeito do susto, António Manuel continua a sua marcha normal e vê carros em sentido contrário fazer sinal de luzes, o tal código de compromisso dos prevaricadores a dizer que a BT está por perto. Quando, pouco depois, passa pela BT, verifica que nada aconteceu ao seu «ultrapassador» que, provavelmente, Joana-B
    alertado pelo código dos automobilistas, a circular em sentido contrário, teve tempo não só para reduzir a velocidade excessiva mas também para baixar os faróis antes de se aproximar da BT.
  1. Estava a conduzir numa estrada com duas faixas de roda-gem antes de chegar aos semáforos. Como não tinha mais ninguém à minha frente e a luz amarela tinha acabado de acender, encostei o carro à faixa da esquerda porque iria virar para a esquerda na rotunda seguinte e parei ao sinal vermelho. Entretanto, um automobilista que se encontrava a mais de 300 metros atrás de mim, ultrapassou-me pela direita e seguiu em frente mesmo com a luz vermelha acesa. Por acaso, não havia trânsito nas ruas perpendiculares.Maluco2
  1. Nas férias de Natal e Fim de Ano, durante o período de tolerância 0, um automobilista que se dirigia de Lagos para Albufeira na estrada nacional 125, tenta não ultrapassar os 70 km de velocidade. Um autocarro de turismo, pouco depois de passar o Chinicato «cola- -se» na traseira desse automobilista e, com sinal de luzes, tenta forçá–lo a ir mais depressa ou a afastar-se para a berma da estrada. O automobilista mantém-se na velocidade máxima permitida, não porque lhe agrade, mas para cumprir o código. Como não consegue os seus intentos, o autocarro ultrapassa o automobilista na primeira oportunidade, buzina com força e trava de repente à sua frente, mantendo durante cerca de 2 minutos uma velocidade Psicopata-Baproximada de 40 km horários. O automobilista, já prevendo um comportamento deste tipo, tem tempo de travar evitando uma colisão cuja responsabilidade lhe seria imputada.

Quantos mais automobilistas «cumpridores» terão de sofrer desmandos deste tipo? Conseguirão evitar o acidente que os vai incriminar? Quanto acidentes ocorrem, apenas por causa de desmandos deste tipo em que os bons condutores são prejudicados?

Análise

Os factos descritos apenas nestas cinco situações não causaram qualquer acidente porque ocorreram em circunstâncias muito Imagina-Bfavoráveis para que isso não acontecesse. Porém, em muitos outros casos semelhantes, houve desfechos bem desagradáveis.
Sabe-se que Portugal é o país da Europa e talvez do mundo, onde o número de acidentes rodoviários é assustador. Durante muitos anos atribuiu-se esta «fatalidade» às péssimas estradas existentes na ocasião. Contudo, na mesma época, certas estradas de Inglaterra não eram melhores e a densidade de trânsito não era menor, mas o número de acidentes era, seguramente, inferior a menos de metade dos ocorridos em Portugal.

Tive a oportunidade de «viver» essa situação conduzindo mais de 10.000 km «em mão contrária à minha habitual», sofrendo apenas uma buzinadela quando hesitei, ao ter de «entrar», pela primeira vez, numa rotunda, logicamente, em sentido diverso Interacção-B30da nossa.

Tendo em consideração os diversos factos acima apontados podemos chegar facilmente à conclusão de que não houve mais acidentes por pura «sorte». Bastava haver outros veículos a transitar, um mau estacionamento, peões a atravessar a rua, ou qualquer outra situação pouco previsível para que houvesse acidentes graves. Não seriam, certamente, as más condições atmosféricas, a falta de visibilidade, o mau piso da estrada, a chuva ou a lama e a má sinalização, a causa principal de qualquer acidente que pudesse ter ocorrido. A causa principal seria, seguramente, o erro humano ou, melhor dizendo, a total falta de civismo do condutor.Depressão-B

Discussão

Se o objectivo principal da prevenção rodoviária é evitar os acidentes e tornar a condução mais segura, é importante que não
sejam apenas as viaturas, as estradas e a sua sinalização os alvos principais de «trabalho», mas que a acção pedagógica incida essencialmente no condutor e no cumprimento das regras de trânsito que são instituídas não só para a segurança do trânsito, como do próprio condutor, assim como dos passageiros e peões.

Contudo, na instituição destas regras, é necessário que se tomem em conta as reais vantagens das medidas preconizadas e a sua exequibilidade. A propósito disto, apetece perguntar qual a vantagem de colocação de inúmeros sinais de proibição, muitas vezes desnecessários e cujo cumprimento é difícil ou contraproducente para uma boa condução? De que serve colocar pilaretes nas bordas dos passeios à espera que os automibilistas não estacionem lá os carros quando os mesmos são estacionados posteriormente em cima dos próprios passeios ou na passagem de peões? No Psi-Bem-Ccentro de Mem Martins, vê-se isso com imensa frequência, sem qualquer polícia, geral ou municipal tomar qualquer providência. E os carros estacionados descansam lá mais do que um meio-dia! O interesse será atrapalhar ainda mais os peões que, além dos carros, passam a ter de enfrentar os pilaretes? E, em 2015, a colocação de pilaretes até no meio da estrada, em vez de sinalização devida com sua marcação do pavimento com tinta bem visível? É extremamente contraproducente utilizar sinais para uma proibição que não é cumprida. Mas os mesmos continuam, apesar de desnecessários, podendo ocasionar dupla fila. São factos que se observam em muitos locais onde se fazem obras de conservação e melhoria das vias de comunicação. Isto ajuda a aprender a desobedecer e a engendrar desculpas para que muita gente se «safe» enquanto não surge uma providencial e muito desejada prescrição ou amnistia.Difíceis-B

Para conduzir bem e depressa, não é necessário infringir as leis de trânsito e muito menos fazer da segurança um ponto morto, pondo em perigo a vida e os bens dos outros. Em experiências feitas na Alemanha, nos anos sessenta do século XX, para verificar a vantagem das «acelerações», dois carros percorreram uma extensão de 1600 km entre Hamburgo e Rimini. Um deles seguiu à máxima velocidade possível e o outro de acordo com o trânsito normal. Aquele que seguia a toda a velocidade chegou ao destino ao fim de 20 horas e 12 minutos. Teve de travar 1330 vezes, quatro delas com travões de emergência, ultrapassou 2004 veículos e foi ultrapassado por 13, sendo 11 vezes em locais onde o limite de velocidade era de 50 km. Aquele que seguia à velocidade normal do trânsito concluiu a mesmaOrganizar-B viagem em 20 horas e 43 minutos (diferença de trinta minutos em vinte horas – minuto e meio por cada hora), travou 653 vezes, ultrapassou 142 veículos e foi ultrapassado por 645 veículos.

Numa outra experiência, também na Alemanha, uma associação de automobilismo equipou dois automóveis iguais com instrumentos idênticos para que um dos condutores seguisse a toda a velocidade enquanto o outro seguia no trânsito normal num percurso de ida e volta de Colónia para o desfiladeiro de Brenner, via Munique, percorrendo uma extensão de 1450 km. Enquanto o primeiro fez o percurso em 16 horas e 52 minutos, o segundo completou-o em 17 horas e 13 minutos, não conseguindo uma vantagem superior a 3 por cento do tempo despendido.

Na ocasião da crise do petróleo, com a preocupação de menor consumo de combustível e maior segurança das viaturas, a Respostas-B30República Federal da Alemanha instituiu uma velocidade instantânea de 100 km em estradas e 130 em autoestradas. Não vendo qualquer diminuição no número de acidentes, fez experiências, durante dois anos, em troços de 800 km de autoestrada onde inicialmente a velocidade máxima era de 130. Em alguns deles, a velocidade passou a ser livre, enquanto noutros, foi «aconselhada» a velocidade máxima de 130 km. O resultado foi haver, na situação de velocidade livre, menos 11 por cento de acidentes pessoais e 22 por cento de mortos e feridos graves, do que na situação de velocidade aconselhada.

Em Inglaterra, quando as estradas ainda eram más, foi o civismo dos condutores que reduziu o número de acidentes. Estes condutores eram os mesmos que desde criança tinham aprendido a respeitar os outros, bem como as filas de espera. É a tal democracia que, como um jardim, demora pouco tempo a ser plantado mas exige muitas dezenas de anos a mario-70ser tratado cuidadosamente, com adubos, regas, podas, etc., para se transformar num autêntico oásis e local de descanso em muitos dias da nossa vida.

Profilaxia

Como já se verificou pelas experiências efectuadas, torna-se necessário instruir, elucidar e civilizar o «condutor», sendo importante que isto se faça desde a mais tenra idade, a partir do infantário ou, pelo menos, desde os bancos da escola. É esta a tarefa mais importante dos que orientam as campanhas de prevenção rodoviária nas Escolas do Ensino Básico. Não basta tornar as crianças aptas a conduzir ou a interpretar as regras de trânsito. É necessário que sejam ajudadas a cumprir essas regras, respeitando os outros e criando uma atitude defensiva para se precaverem dos erros ou falhasBiblio que os restantes condutores possam cometer, muitas vezes, sem querer.

Nisto, além dos pais, os próprios professores podem ser o exemplo e os modeladores de comportamento, fazendo com que os alunos se comportem bem nas salas de aula, que se respeitem mutuamente e que não se empurrem para passar uns à frente de todos. Nas cantinas, também existem filas de espera. São voluntariamente respeitadas por todos? Quem as fará respeitar? (D) (F)

J.V., um articulista do ACP, lamentava-se já em 1979, que proibir o excesso de velocidade como em 1973 não era mais indicado do que iniciar uma campanha de ensinamento para reduzir o gasto de combustível em 20 por cento ou mais. Dizia ele que manter todo o sistema afinado, os pneus com a pressão correcta e conduzir economicamente, obrigando o motor a trabalhar neuropsicologia-Bcom o mínimo de esforço e reagindo com antecedência às situações de tráfego, é um dos segredos fundamentais do bom condutor. Indivíduos assim, conduzem com sua-vidade, para bem do seu conforto e dos outros ocupantes, da sua economia e da manutenção da viatura, além do sossego e segurança que proporcionam não só a si próprios e seus acompanhantes, como aos que circulam pelas estradas.

Por isso, elucidar é mais importante do que proibir. Castigar exemplarmente quando necessário, talvez seja o único meio de evitar os poucos «cabeças duras» que há sempre em qualquer sociedade e que na nossa podem aumentar com a educação que se está a dar.

Embora se tenha dito que a tolerância 0 e segurança máxima iria diminuir o número de acidentes desde que a mesma foi «Educar»-Binstituída, o final do ano 1999 não confirmou esta afirmação e demonstrou que o número de mortes aumentou. Em 1999, morreram nas estradas portuguesas 1700 pessoas e outras 7000 ficaram gravemente feridas. Foi- -se descobrir de quem era a culpa para punir os culpados? Parece que até 2014 pouco ou nada mudou a não ser a aquisição de equipamentos para constatar que houve excessos de velocidade! E quando as viaturas forem de governantes e dignitários acontece-lhes alguma coisa? De que serviram tantos meios técnicos e humanos que foram adquiridos em 1999 e posteriormente? Qual a sua rendibilidade? Justifica-se a despesa feita? Alguns analistas arranjam justificações com o aumento de tráfego e comparam a sinistralidade automóvel com os acidentes de trabalho. É uma falsa questão que não se pode comparar com o «comportamento» do condutor do automóvel.

Isto não quer dizer que a sinalização não deva ser adequada e alterada, que as estradas não devam ser melhoradas, que a Depress-nao-Balcoolemia não deva ser controlada. Porém, podemos atribuir uma quota-parte bastante significativa à «incivilidade» do condutor e não à sua pouca preparação ou ao desconhecimento do código da estrada.

Estes prevaricadores devem ser «perseguidos» como «criminosos», porque ajudam a ceifar vidas alheias. Se assim não for, também não devemos chamar a Polícia quando presenciarmos um roubo ou um assalto à mão armada. Do mesmo modo como os ladrões e os assassinos atentam contra a integridade dos restantes cidadãos, um automobilista «perigoso» atenta contra a integridade de quem transporta, dos peões e dos outros automobilistas, que pagam, muitas vezes, com a sua vida ou bem-estar, a imprudência e os abusos desses desmiolados.

A tolerância 0 e segurança máxima nas estradas deveria fun-cionar sempre de maneira imprevisível e aleatória. Radares DIA-A-DIA-Cdissimulados, helicópteros em sobrevoo, patrulhas à civil são «instrumentos» indispensáveis, hoje em dia, para que os muitos prevaricadores, mesmo que governantes, sejam devidamente inactivados ou eliminados, em tempo oportuno, para bem dos que cumprem as regras de trânsito e conduzem com segurança.

As «campanhas», que não sejam, de facto pedagógicas, pouco ajudam. Os condutores que fazem sinais de luzes para avisar que a BT está por perto, é uma espécie da actual tolerância máxima e segurança 0. Afinal, o que eles dizem é mais grave do que as campanhas em que se avisa que na auto-estrada X ou Y e até durante determinados quilómetros vai haver fiscalização. Deste aviso, conclui-se claramente que em todas as restantes estradas do País e nos momentos em que não existe esta fiscalização se pode circular ao belo prazer do condutor, sem quaisquer regras.

E porque não instituir uma possibilidade de qualquer cidadão anónimo informar as autoridades, dando indicação da matrículastress2 da viatura, do local e da hora da ocorrência, até com a apresentação de fotografias ou vídeos quando presenciar «casos» como os descritos inicialmente? Às entidades competentes competiria investigar não essencialmente os factos denunciados mas sim as viaturas e os condutores, a fim de verificar se factos semelhantes se repetem ou se tudo não passa de mentira maldosa. Não é assim que se evitam os crimes, vigiando os criminosos?

Previsão

Enquanto houver em muitas localidades uma vasta «sementeira» de placas de proibições que nunca se cumprem mesmo «nas barbas» da Polícia, além de continuarem a ser «plantados» sinais de trânsito inadequados e extemporâneos, os condutores irão aprendendo que o código da estrada não é para cumprir, o que até pode melhorar a fluidez de trânsito, mas psicoterapia2certamente, terá toda a probabilidade de aumentar a aprendizagem do incumprimento das regras e dos acidentes consequentes.

Além disso, não se adoptando medidas de «educação» desde criança, os futuros condutores, cada vez mais agressivos, modelando–se nos pais e nos restantes familiares, «pessoas importantes» e amigos não cumpridores, terão de colher o fruto amargo dos acidentes, não só por culpa própria, mas ainda pela natural permissividade do meio ambiente em que se inserem.

Com a falta de civismo que se nota cada vez mais na sociedade actual, por melhores que sejam as estradas, as sinalizações e os automóveis, haverá sempre tendência para os abusos. Será uma corrida mais rápida para a morte ou estropiamento se não for Adolescencia-Btambém uma ajuda para que os «não culpados» sofram com os desmandos de alguns, porque, infelizmente, parece que a condução agressiva é a mais utilizada entre nós.

Para que a fiscalização seja eficaz, tem de ser imprevisível, especialmente quando os meios existentes são poucos. E é importante que os prevaricadores tenham um cadastro que lhes retire a possibilidade de conduzir com o acumular de um determinado número e a gravidade de infracções.

Tentando cumprir todas as regras de condução e segurança, evitar-se-ia a morte ou o estropiamento dos que calma e ordeiramente circulam pelas estradas.

E se o Estado instituísse um prémio para os bons condutores? Por exemplo, redução do imposto de circulação! Não será muito mais adequado do que o sorteio de mais carros caros para os que pedem facturas, em 2014?

E quem «ganha» com a venda desses carros?”

Depois desta transcrição, a única coisa que nos resta para evitar ou, pelo menos, diminuir a sinistralidade que vai aumentando a cada ano que passa e que nos pode afectar, é ter uma condução defensiva contra os desmandos dos outros. As pessoas assim predispostas podem utilizar, pelo menos, as indicações dadas na AUTOTERAPIA 2 e seguir os passos do novo livro como medida preventiva e profiláctica.

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PEDOFILIA

Pouco depois do almoço do domingo, o telefone tocou e o meu amigo Antunes perguntou-me:Biblio
− Está tudo bem contigo e com a tua família?

Depois de lhe dar a informação pedida e de saber que a família dele também se encontrava bem, achando que a sua pergunta «trazia água no bico» perguntei:
Qual a razão do teu telefonema e da pergunta consequente?

− Já não te telefonava, nem nos encontrávamos há muito tempo, mas também o meu genro esteve a ver a televisão na quarta e na quinta feira e falou-me numa reportagem sobre um jovem de cerca de 30 anos, pedófilo confesso, mario-70compulsivo, molestador de 12 crianças, que pediu ajuda e ainda não a conseguiu, pelo menos, nos últimos 2 ou 3 anos.

Depois desta informação preliminar, o Antunes também me disse que o genro «viajava», de vez em quando, pelo facebook e tinha visto uma página do Centro de Psicologia Clínica, da qual tinha gostado, porque dá respostas a alguns problemas psicológicos ou dúvidas expressas pelos frequentadores do blog [psicologiaparaque.wordpress.com].
Continuando a visitar a página, ele tinha descoberto agora que o seu orientador ou gestor é Mário de Noronha. Acredita-BNão seria o amigo de quem o sogro lhe falava de vez em quando? O genro já lera vários livros que o Antunes tinha em casa, bem cono a «seu» (B), mas não sabia que o sogro era o protagonista, porque nem ele nem a filha lhe tinham falado nisso.
Aproveitando a oportunidade, o Antunes explicou ao genro que o caso tinha-se passado com ele. Então, o genro disse-lhe que nessa página do facebook estavam dois artigos em que o gestor da página falava em assuntos semelhantes aos da reportagem e parecia que apresentava propostas de solução. Também lhe perguntou qual a razão de não se ajudar um pedófilo que pede ajuda, a quem, até um psiquiatra que entrou nesse reportagem, chamou «recorrente». Depois, à guisa de reflexão posterior, o Antunes foi resmungando:Consegui-B

− E se os pedófilos forem membros da Igreja, governantes, políticos, gestores e ricaços da «sociedade fina», que não só não confessam o crime, negam tudo e, às vezes, até se julgam no direito de molestar os outros, quase que dando a impessão que foram aliciados por eles em troca das migalhas que lhes atiram para as mãos? Que raio de mundo em que vivemos!

Depois de dar uma forte gargalhada, disse-lhe que também tinha visto a reportagem e, por isso, tinha feito um reparo no facebook, mencionando o post «o ANTES e o DEPOIS» elaborado alguns dias antes, falando na Biblioterapia. Joana-BDizendo-lhe também que sem uma EDUCAÇÃO adequada, com alteração das mentalidades, nada se poderia mudar, rematei depois a minha resposta com:
Se não sabes quem é o psiquiatra de «recorrente», ficas a saber que é dos meus tempos do «NIM». A mim, interessava-me saber qual a vida das pessoas ANTES das suas dificuldades. A eles só interessava fazer um diagnóstico DEPOIS, para aplicar uma receita de dessensibilização, saciação ou flooding, ou qualquer outra técnica, teoricamente boa para reduzir (aparente e temporariamente) a dificuldade do momento. Eu desejava ir mais longe, «cavando» os antecedentes, analisando-os, compreendendo e ajudando a perceber se as dificuldades poderiam ter sido Maluco2evitados ou ultrapassadas, para se utilizarem as experiências passadas na melhoria do futuro. Sabes que toda a minha actuação se baseia nisso e digo isso claramente nos vários casos que apresento nos diversos livros. Qual foi a vida desse pedófilo? Que traumatismos sofreu? Como os poderia ter evitado? Como pode ultrapassar ou, pelo menos, suavizar as mágoas e traumatismos? Que sentido pode dar à sua vida? Tu sabes bem disso por experiência própria. A Cidália (C) também te pode dizer alguma coisa. Do Júlio (E) nem se fala! E a infância do Joel (G) que foi considerado psicopata quando, de facto, era um neurótico depressivo reactivo inferiorizado, pela educação que teve, ou falta dela, por não estar bem integrado numa família? E a Boa Escola onde ele foi educado e onde passou muitos anos da sua vida, para que serviu? Já da última vez, também te falei no «Calimero» (M), que Saude-Cnão sei o que está a fazer, mas desde o seu falhanço, no 11º ano, durante anos, até aos 21, já passou para o fim do curso de Licenciatura em Artes fotográficas, aos 25. Neste caso, conseguiu-se «agarrar» a situação bastante tarde, mas antes tarde que nunca, e foi necessário «escavar» o seu passado para lhe preparar o futuro. Nos casos da «Perfeccionista», «Pasteleiro» e Dantas, só para mencionar os que aparecem nos livros, tive de recusar em os apoiar porque não prescindiam dos medicamentos desnecessários e os seus psiquiatras não ajudavam nisso. Sem descobrir, analisar e compreender as CAUSAS não podemos preparar e, muito menos utilizar os meios para alterar os EFEITOS. Já tens um post sobre isso. No caso do pedófilo, quais foram as CAUSAS, para se poderem modificar os EFEITOS dos seus comportamentos compulsivos? Um belíssimo DIA-A-DIA Bdiagnóstioco feito com muitas palavras, teorias, explicações e retóricas vai servir de mais alguma coisa do que explicar o fenómeno, aplicar-lhe um rótulo «interessante» e sentenciar a pessoa a cumpirir uma pena e ficar ostracizada? Quem o vai ajudar a ultrapassar as suas dificuldades evitando que mais crianças se molestem, contra a sua vontade e para a «desgraça» das mesmas? Desde 1980, com o Júlio, acentuei esta minha preocupação. Foi por isso que iniciei, em 1990, a publicação dos livros «A Psicolgia no Dia-a-Dia» e «Como Compreender as Crianças» que não sairam ao meu gosto. Agora, reagrupando e reorganizando tudo, estou a constituir a colecção da Biblioterapia com novos livros e todos os antigos, reorganizados, que desejo não largar das minhas mãos. Agora, desde 2007, também me dediquei ao blog acima citado para resposts a muitas coisas dessas. Já deves ter tempo para o ver.Psicologia-B

− Isso fica para depois, mas a minha preocupação, tal como a do meu genro, é eles terem agora uma filha quase recém-nascida, além do rapaz de quase dois anos. Perguntava-me ele como se poderiam «defender» de actos semelhantes, para mais, não desejados pelos próprios pedófilos, a quem não se deu nem se dá apoio.
A minha preocupação com a Biblioterapia, cujo conceito está apresentado em vários posts e a tentativa de esclarecimento da população em relação aos fenómenos psicológicos e seu funcionamento na vida do dia-a-dia, baseia-se nisso. Se as pessoas apreenderem tudo isso em linguagem simples, e não com os palavrões que muitas vezes se utilizam e confundem a maioria, podem precaver-se. Além disso, a vida familiar é muito importante, não só para educar uma pessoa a não ficar desequilibrada, mas ainda como um meio de ajudar muitas crianças a comunicar aos Imagina-Bpais aquilo que se passa de pouco vulgar. Se as crianças que foram abusadas falassem francamente com os pais em relação ao seu relacionamento com o pedófilo, o desfecho seria este? Além disso, os modelos de actuação dos pais também são importantes. Tu sabes por experiência própria. A Joana (D) não falava com os pais? E se as pessoas lerem também mais alguma coisa sobre a boa Saúde Mental (A)?

− Como sei disso, gostaria de compreender de que modo «pegarias» neste caso.
A minha prioridade seria saber todo o passado desse indivíduo. Havendo cooperação e sinceridade dele, seria possível fazer uma análise e compreender todo o seu ambiente, tal como aconteceu com o Joel (G), para descobrir se Interacção-B30haveria maneira de que isso não acontecesse e engendrar formas de ultrapassar a situação, imaginando dificuldades ainda mais graves no futuro. Para isso, teria de haver total colaboração do próprio e muita sinceridade, para não ter de ser «vigiado», a fim de evitar quaisquer desmandos ou descarrilamentos. É um programa absolutamente possível quando existem verbas exorbitantes para formar peritos que vão trabalhar no sentido de diagnosticar e rotular, em vez de servirem para ajudar e prevenir. Contudo, têm de ser pessoas pragmáticas e não teóricas que falam muito, para não dizerem coisa alguma de jeito. Por acaso, estou a lembrar-me do programa sobre a FELICIDADE apresentado nos Prós e Contras na RTP1. Para mim, o único que falou como psicólogo, foi o advogado José Pedro Cobra, especialmente com o exemplo do leão e com a citação de Respostas-B30Viktor Frankl. Da psicóloga clínica, do psiquiatra sexólogo e do psicólogo fadista, que intervieram na apresentação inicial e discussão posterior, não «apanhei» coisa alguma. Eu trabalho num sentido muito prático, sem muita retórica, mas com muito empenho e bom-senso. Por isso, aconselho-te a consultar pelo menos os posts relacionados com CAUSAS /EFEITOS  e RESPOSTA 40para além de poderes ver muitas mais coisas que vou escrevendo, a maior parte das vezes, só a pedido dos comentadores.

− Agora, o que me interessa mais, é trabalhar pouco, brincar com os netos e descansar. Muito trabalhei na vida, a minha mulher está completamente estabilizada e a filha está no rumo certo. Como não nos ncontramos há vários anos, qualquer dia falaremos melhor lá em baixo.Psi-Bem-C
Posso dizer-te desde já que não vai ser possível. Com a «rica» governação que temos tido desde 1975, agravada com o que se passou desde 1985 em diante, com os governantes e empresários a enriquecerem à nossa custa, tivemos de vender a casa, quase por metade do preço do custo, porque não aguentávamos com as despesas da sua manutenção e pagamento do empréstimo.

− Então, como já não conversamos há muito tempo, explica-me lá melhor como abordarias este problema.
Como já disse, a história pessoal do indivíduo é importante à medida que o caso fôr avançando, com vontade do próprio e Difíceis-Bcom a sua colaboração sincera e voluntária. Entretanto, ele necessitaria de ler muita coisa incluída na Biblioterapia (Q). A sua adesão aos exercícios de relaxamento muscular e mental (P) seria um factor importante e decisivo para implementar o bom êxito da psicoterapia. Durante esses exercícios de reestruturação cognitiva com relaxamento mental e Imaginação Orientada (J), baseada na Terapia do Equilíbrio Afectivo e na logoterapia, com autohipnose, acompanhados, pelo menos, do diário de anotações, ele iria descobrir o seu passado que poderia não estar ao nível das suas recordações conscientes. Depois, seria uma questão de ir «manuseando» os dados obtidos, ficando sempre alerta em relação às contingências que pudessem surgir. Julgo que apenas isso bastaria Psicopata-Bpara evitar muitos males futuros que podem acontecer, tal como parecem ter ocorrido nos seus últimos 4 anos. Não seriam necessários quaisquer medicamentos ou equipamentos eléctrónicos. A «cabeça» ou a «mente» e a colaboração dele seriam mais do que suficientes.

Não necessitarias de relatórios psicológicos?
− Os exames psicológicos ou avaliações aprofundadas, com os respectivos relatórios, podem ser necessários em alguns casos. Mas teriam de conter a indicação de todos os «instrumentos» utilizados, bem como a menção dos resultados quantitativos e qualitativos das provas. Não me interessariam aqueles «relambórios» que geralmente se fazem sem a menção das provas, Depress-nao-Bdos valores quantitativos e qualitativos, com muitas considerações à mistura e a reprodução daquilo que o paciente ou seu familiar disse na entrevista inicial, para mais, com o nome do paciente «escarrapachado» por completo. Tu tens a experiência disso, aom as 6 folhas do relatório relacionado com a tua filha. A única coisa que me interessou nele foi «nível intelectual bastante acima do normal mas necessita de acompanhamento familiar e, possívelmente, algumas sessões de apoio psicoterapêutico e psicopedagógico». Porém, no caso da Isilda (H), apenas foi feita a avaliação de sintomas e, no caso do Januário isso era totalmente dispensável. No caso da Cristina (L), que até «não estava maluca», eu nunca poderia ter feito ou utilizado qualquer exame. Viste como se resolveu tudo, dissimuladamente e com prevenção para o futuro. E, em relação aos os nossos relatórios do CPC, tinham geralmente 1 folha ou, no máximo duas, com indicação da colaboração prestada, das provas aplicadas, com os resultados qualitativos e «Educar»-Bquantitativos e sem o nome do interessado, que era identificado apenas com o seu sexo e data do nascimento, com sua idade no momento do relatório. Nos casos de perícia e justiça, o relatório, com número do processo e ano do seu início, era acompanhado duma declaração de identificação em folha separada. Se alguém pegar no relatório da tua filha, pode saber imediatamente a quem pertence. Gostas? Nos nossos, do CPC, não se consegue fazer isso, mas tem muitos elementos essenciais para o apoio psicopedagógico ou psicoterapêutico (I).

− Tens razão. O relatório da minha filha de nada serviu, é uma exposição pública e não foi barato. Mas, já que falaste também no sexólogo do programa Prós e Contras, o que diria ele?
Não sei. Provavelmente faria um belíssimo diagnóstico dando uma explicação plausível para tudo aquilo que tinha neuropsicologia-Bacontecido, continuava a acontecer, e poderia repetir-se no futuro. Não é essa a minha especialidade. Eu tento erradicar o efeito indo às causas que o ocasionaram. Era com isso que os psiquiatras, com quem lidava nos tempos do meu estágio, não concordavam. Por isso, surgiu-me como resposta um «NIM» a quem me fez uma pergunta indiscreta e «recorrente».

−Já se «o que» é «recorrente».
Ainda bem que me compreendeste. Agora, quando me quiseres visitar, vai ser em minha casa.

Em divulgação…Depressão-B

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o ANTES e o DEPOIS

Para falarmos da Psicologia em linguagem corrente, o ANTES é a prevenção, para evitar o DEPOIS, que é a «doença» e a sua
possível cura ou redução.Respostas-B30

Depois de ver a reportagem sobre um lar de crianças desfavorecidas, em Reguengos de Monsaraz, apresentada no dia 6 de maio de 2015, por Fátima Felgueiras, na RTP 1, no «Sexta às 9» fiquei extremamente desiludido, porque nisso estava implicada, como directora, uma psicóloga bastante nova em idade.

Friso este ponto porque a idade ou data do nascimento apresentada na nossa página do Centro de Psicologia Clínica, no FACEBOOK, é a data do nascimento do Centro de Psicologia Clínica, crl., embora possa ser também a do meu renascimento, especialmente Bibliocomo psicólogo dedicado à tentativa de resolução antecipada destes problemas de desequilíbrios psicológicos.

Muito do que quis fazer e não consegui, foi devido aos parcos recursos de que dispúnhamos, sem quaisquer subsídios. Passados alguns anos, esse Centro foi encerrado, com bastantes perdas financeiras, porque o pagamento exíguo e inadequado do único serviço contratado pelos então SMS, era o «exame psicológico completo» (Rorschach, Wechsler, entrevista, relatório) por 1080$00, quando o seu preço real, já em 1990, era superior a 3.000$00, para ser devida e honestamente aplicado, com utilidade para o utente.

Os Serviços Medico-Sociais não prestavam qualquer outra assistência em psicopedagogia, psicoterapia ou prevenção e o mario-70
pagamento desses serviços do exame, contratados regularmente, com o máximo de economia que pudéssemos fazer, obrigou-nos a decliná-lo devido a uma perda, suportada por nós, na feitura de mais de 2.000 exames, compensados, em parte, com as receitas dos exames solicitados por particulares por 5.000$00.

Tudo o que gostaríamos de fazer ficou gorado, embora comunicando isso ao Secretário de Estado de Segurança Social de então (L).

Presentemente, depois de ver a reportagem acima mencionada, outra notícia, apresentada na TVI24 como «Morte Prescrita», no Observatório do Mundo, deixou-nos ainda mais preocupados. Entretanto, já tinha publicado um post Joana-Brelacionado com os perigos da medicação excessiva, condenada por muitos peritos e especialistas de renome mundial, e verificada por mim desde 1975, na minha prática clínica.
Tudo isto, que já me tinha preocupado bastante, conduziu a experimentações «unipessoais» e discretas para poder manter os dois blogs actuais [psicologiaparaque.wordpress.com]  e [livroseterapia.wordpress.com].

Além disso, com a experiência da docência exercida no ISMAT e quase exigência dos alunos, além dos blogs já mencionados, Psicologia-Bapesar de ser uma experiência e ambição muito antigas (1980), resolvi reformular todos os livros publicados e preparar novos «casos» de pessoas que conseguiram reganhar o seu equilíbrio, com pouca ajuda do psicólogo (C), (G), (H), (L), ou até sem ela (B).

Com tudo aquilo a que estou a assistir, cada vez me convenço mais, de que, em psicoterapia, se houver colaboração do paciente e persistência na leitura de literatura adequada e algum relaxamento mental, com Imaginação Orientada (J), mesmo à hora de dormir, depois de um treino diário de aproximadamente 1 hora, apenas durante um mês, os resultados podem ser surpreendentes, duradouros, preventivos e de desenvolvimento pessoal, como aconteceu com o Júlio (E), quase à mesa de um café, em 19 tardes, durante 8 semanas, em 1980.
Isso foi conseguido com treino individual de relaxamento mental (IO), todas as noites, ajudado com a prática de autohipnose eInteracção-B30 leitura de apontamentos policopiados, para saber como funcionam os mecanismos do comportamento humano, isoladamente (F) e em interacção social  (K).

Cerca de 35 anos depois desta experiência pontual, muito bem-sucedida e de resolver reformular a literatura adequada, resolvi escrever à Câmara Municipal de Sintra que, pelo pelouro de Saúde Mental, me deixou informado de que os problemas de saúde mental estavam quase resolvidos e entregues em boas mãos.

Se assim é, qual a razão de se formarem peritos em depressão, como anuncia agora o psiquiatra Ricardo Gusmão?Psicopata-B

Será para dizer aquilo que já aconteceu, fazer diagnósticos e aplicar rótulos, em vez de tentar evitar tudo isso com acções, simples de executar, desde que haja vontade do próprio e algum apoio da família e do especialista que os apoiar? Este problema dos diagnósticos já me estava a afectar desde 1976, com o caso do Joel (G), apelidado de Psicopata por um psiquiatra, quando, de facto, ele não passava de um neurótico depressivo reactivo frustrado e inferiorizado, com uma infância« sem família», tendo como único «amigo» um cão abandonado. Por acaso, cerca de 2 anos depois, quando o seu caso foi apresentado no 1º Congresso de Psicologia, em 1979, ele assistiu a essa apresentação, anónimo mas muito bem trajado, por vontade própria, no meio de duas psicólogas. Conversou com elas calmamente sobre o caso «sem as tentar estrangular…» fazendo-as compreender que, apesar do diagnóstico, ele não era psicopata, porque até aceitou todas as críticas inadequadas e quase ofensivas que elas estavam a fazer.«Educar»-B

Foi também por isso que elaborei os 8 posts relacionados com Diagnósticos, relacionados especialmente com assuntos semelhantes, terminando com «arregaçar as mangas». Além disso, dei a Resposta 9 relacionada com o massacre de Ultoia, na Noruega e o valor dos diagnósticos apressados.

Para que isso não aconteça, além da família saber algumas coisas sobre os assuntos da Psicologia – sem ser as que são ampla e espectacularmente divulgadas em quase todos os canais da comunicação social – é necessário que a vida familiar seja capaz de fornecer aos mais novos, bons modelos de actuação. A geração nova é também moldada Psicologia-Bnesse meio familiar e cultural com o qual se  tenta identificar, a não ser que exista frustração e um grito de revolta, como pode acontecer com muitos jihadistas ou com crianças que são sujeitas a uma educação disparatada, ficando è espera que não aconteça isso com a Maria. Muito se pode e deve fazer para que isso não seja uma fatalidade. Para isso, é necessário esclarecer a sociedade adequadamente e, especialmente, cada família com a antecedência devida e oportuna.

Porém, se por acaso, acontecer algum percalço, seremos socorridos por esses peritos técnicos do Instituto de Reinserção Ssocial (não-psicólogos) formados pelo programa do psiquiatra Ricardo Gusmão? Para quê? Para o diagnóstico e rotulagem como está a  acontecer?DIA-A-DIA-C

Qual será a vantagem de se despender a exorbitância que vai custar esse programa para se actuar DEPOIS da desgraça, se ANTES disso se pode fazer algo muito mais económico para que a mesma não aconteça ou que seja com menor intensidade? E não são necessários medicamentos. Em vez de apresentar programas chilros nas diversas televisões, não se poderão dar informações mais consistentes, sérias, objectivas e práticas para a utilização dos conhecimentos científicos da Psicologia e do comportamento humano no dia-a-dia?

No sentido desta última ideia, depois da minha comunicação à Câmara Municipal de Sintra, em Abril de 2014 e da entrevista que me foi concedida só um ano depois, resolvi escrever, em 28 de Maio 2015, uma carta ao Observatório de Saúde Mental Interacção-B30(Doenças Depressivas), informando, resumidamente que, com algumas palestras de meio-dia, 50 pessoas disponíveis para a experiência e mais algumas para monitorizar o sistema, seria possível tentar um programa de prevenção ANTES, para evitar a utilização do PROZAC ou seus substitutos, DEPOIS do mal estar instalado. Caso contrário, tal como acontece com os «drogados» podemos estar a aumentar o seu número e icentivar o aparecimento de mais centros de desintoxicação. Não está a acontecer isso com os fogos florestais?

É por esse motivo que estou a actualizar e rever constantemente todos os livros da colecção, os quais não estou interessado em comercializar, tendo dito isso em post adequado.

Para que se possa planear esta experiência, se alguma entidade ou organização a desejar pôr em prática, bastam duas ou três sessõesSaude-C iniciais de meio-dia, com os seguintes livros:
– 50 exemplares de BIBLIOTERAPIA (Q) → 450€
– 30 exemplares de AUTO{psico}TERAPIA (P) → 300€.
– 30 exemplares de «PSICOPATA! Eu?» (G) → 450€
Além das palestras, estes livros são essenciais para as pessoas começarem a compreender como se podem comportar para tentar modificar alguma coisa em si próprios e à sua volta – família, emprego, meio ambiente evitando os descalabros posteriores como aconteceu com o Joel (G).
Disponibilizo-me para fazer voluntária e gratuitamente as palestras de meio-dia em local a escolher pelos promotores, podendo o programa ou experiência ser continuada,  a combinar em cada caso, de acordo com os interesses dos participantes.

E educação é muitíssimo importante e aquilo que aconteceu em mais de 10 anos de clínica com as crianças e suas famílias, Acredita-B
está ficcionada na história da JOANA, que pode ser lida pelos 30 voluntários escolhidos entre as 50 pessoas iniciais, que assim poderão ter um contacto mais simples com a modificação do comportamento.
– 30 exemplares de JOANA a traquina ou simplesmente criança? (D) → 1050€

Depois destes dois conjuntos de palestras, para quem deseje prevenir-se contra os desequilíbrios, é possível planear um programa mais elaborado, baseado, em grande parte, nas histórias da Cidália (C), do Júlio (E), da Cristina, da Germana , do Januário (L) e até do Antunes (B), que se desenvencilhou sozinho e só com «conversas de café» que teve comigo, mas lendo bastante e dando apoio escolar à filha que estava com dificuldades escolares.Consegui-B
– 30 exemplares de SAÚDE MENTAL sem psicopatologia (A) 450€
– 30 exemplares de Acredita em Ti. Sê Perseverante! (B) → 450€
– 30 exemplares de Eu Também CONSEGUI! (C) → 480€
– 30 exemplares de Eu Não Sou MALUCO (E) → 450€
– 30 exemplares de Psicoterapias Bem-sucedidas – 3 casos (L) → 900€
Quando tudo isto for compreendido e bem «digerido» pelos participantes, pouco «trabalho» há a fazer e pode ser elaborado de acordo com uma conversa quer tive com um amigo, há poucos anos.

Destes «casos» descritos em livros, o do Antunes e o da Cidália já estão publicados e os de Cristina, Germana e Januário têm as suas versões antigasPsi-Bem-C publicadas pela Plátano e pela Hugin, que também tem o caso da Isilda, que se tentou suicidar por causa da sua depressão devida ao «controlo» exagerado da mãe.
A minha ideia é «atacar» a raiz ou a origem do problema e não tentar apenas diminuir os seus efeitos, «chamando-lhe algum nomes» que podem dar «má fama». Por isso, depois da minha tese sobre a Terapia do Equilíbrio Afectivo, em 1980, na qual obtive uma melhoria de 86%, incluindo resolução, dos 71 casos estudados, comecei a utilizar sistematicamente a «Imaginação Orientada» (J), com ajuda da autohipnose, melhorando o sucesso. É o que fica relatado neste livro, incluindo as conversas tidas com o meu amigo Antunes e os fundamentos da psicoterapia em si.Imagina-B

Julgo que atacar as causas é mais importante do que tentar diminuir os seus efeitos, depois de terem provocado prejuízos consideráveis. Isso, até pode ser feito pelo próprio, se fizer leituras adequadas e tiver apoio suficiente, quando necessário. Tudo isto pode ser difundido e esclarecido em conjunto, para várias pessoas, diminuindo os custos da psicoterapia.

Como exemplo, depois de começarem a falar nos EUA em Psicologia Positiva, apenas em 1990, já se está a tentar um tratamento por Depressão-B«prescrição de livros», na Inglaterra, nos princípios deste século, quando a Biblioterapia, apenas com apontamentos policopiados e algumas «conversas» e aulas, estava a ser experimentada em Portugal, quase um quarto de século antes, com bastante êxito.
Resposta 17(23Out11)
Resposta 19(19Nov11)
Resposta 20(15Jan12)

Julgo que muito se pode fazer no campo da prevenção e profilaxia, sendo um dos factores fundamentais para a melhoria do clima social e emocional em que vivemos. É para explicar tudo isso e para dar respostas aos interessados Maluco2que se está a manter este blog. Porém, tudo isto tem de começar na educação e, para isso, torna-se necessário que os educadores se mantenham equilibrados e com informação adequada.
Contudo, muitas pessoas têm dificuldades em conseguir apenas uma consulta nestes moldes e, depois de desequilibradas, não têm outra solução senão serem medicadas, o que acarreta efeitos colaterais ou secundários, nem sempre agradáveis e, às vezes, prejudiciais.

Por este motivo, depois de 40 anos de prática clínica em psicologia clínica, tenho quase a certeza de que a BIBLIOTERAPIA, bem orientada, pode dar óptimos resultados, ocasionando muitas comodidades e economias, tanto em dinheiro como em tempo despendido, melhorando até o desempenho pessoal.Organizar-B
Por isso, gostaria de fazer uma experiência com algumas pessoas que se disponham a isso e que se queixam de ligeiras dificuldades psicológicas, não estando ainda a ser medicadas ou que terminem a medicação. Seria bom se se conseguisse obter sucesso só com 20 a 30% dos intervenientes, para além de melhoria em muitos!

Para isso, também seria bom que alguns voluntários fizessem uma autoavaliação das suas dificuldades e se disponibilizassem para entrar num programa mais complexo e completo, com leituras variadas, treino em conjunto e algum apoio suplementar isolado.
Também, depois das palestras, seria necessário que se fizesse uma avaliação anónima para saber se o programa estava a neuropsicologia-Bocasionar interesse em pelo menos 50% dos participantes.
Caso isso seja implementado, os participantes terão necessidade de assistir a várias palestras e sessões de treino, a serem combinadas no momento, como ficou mencionado no post da «Corrigenda». Com a adesão das pessoas satisfeitas, este programa pode sustentar-se quase por si próprio, em benefício da prevenção e profilaxia.

A minha preocupação aumentou ainda  mais quando, depois de alinhavar estas linhas, vi na RTP1 a reportagem sobre «cérebro meu» apresentada na Linha de frente, no sábado.

Essas experiências, tanto em psicopedagogia, como em psicoterapia já as tinha tido anos antes, quando lidei com crianças a Difíceis-Bquem estava a ser dada Ritalina apenas porque eram irrequietas. Os médicos fizeram o diagnóstico e prescreveram medicamentos, mas ninguém tentou saber qual o seu ambiente familiar e social, para o tentar modificar. Por isso, bastou apenas aumentar ligeiramente a interacção e o apoio da família, para que essa irrequietude desaparecesse, melhorando substancialmente o rendimento académico. O Antunes (B) que o diga também.

Algumas experiências da psicopedagogia estão descritas em «Neuropsicologia na Reeducação e Reabilitação» (I). As de psicoterapia estão descritas em «Psicoterapias Difíceis» (M).

Se alguma associação ou organização desejar implementar uma experiência semelhante, disponho-me a colaborar de muito boa vontade. Estes conhecimentos podem ser também de muita utilidade nas Universidades Sénior onde pessoas com idades mais avançadas dispõem de tempo e têm possibilidades de acumular conhecimentos para os transmitir aos mais novos e até aos seus filhos, influenciando-os de forma decisiva para termos um mundo melhor e mais saudável..

Todos os livros, cujas capas são apresentadas, como sempre, neste artigo, estão mencionados com as letras respectivas, entre
parêntesis (…) para serem procurados no blog respectivo.

O livro «AUTO{psico}TERAPIA» (P) vai ser publicado até ao final de Março de 2017 e, para os educadores, algumas palavras de familiarização seriam muito necessárias e importantes como medida de prevenção e profilaxia.

Para facilitar ainda mais a compreensão de todo este arrazoado de ideias e atendendo também aos comentários, sugestões, críticas e pedidos de esclarecimento feitos ao longo do tempo, esperamos que vá existir em 2017 um novo livro «PSICOTERAPIA… através de LIVROS…» (R) que elucide e oriente devidamente os interessados, de uma maneira muito precisa, de acordo com os seus interesses e situação específica, completando a colecção da Biblioterapia com 18 unidades.

Em divulgação…

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