PSICOLOGIA PARA TODOS

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PREVENÇÃO RODOVIÁRIA

Acerca do artigo com o seguinte link [http://www.dn.pt/inicio/portugal/interior.aspx?content_id=4624513] Psicologia-B
inserido no Diário de Notícias, apeteceu-me transcrever as páginas
305 a 313 do «PSICOLOGIA PARA TODOS» (F), destinado a alertar as pessoas para os comportamentos do dia-a-dia e a sua possível modificação para uma vivência muito mais agradável, prevenindo ou evitando muitos dos «males» que nos assolam. É nestes pequenos factos que reside muita da felicidade que pretendemos à custa de pequenos eventos, pontuais e sem grande significado, que só funcionam como um reforço do comportamento incompatível, enquanto duram. Este tema pereceu-me muito importante porque muitas «pessoas ilustres» do nosso país até «arranjam desculpas» para os seus comportamentos inadequados ou mandam o Estado pagar as multas dos seus desmandos. Mais um ponto fundamental e falacioso é fazer crer que punir os infractores é uma caça à multa. Será? Como se evitarão os desastres? Com falinhas mansas? As multas e as punições deveriam ser PARA TODOS, independentemente da classe ou estatuto social e económico. Caso contrário, ninguém vai querer fugir duma pretensa punição que nunca ocorre e quem vai pagar as favas é o desgraçado que sofrer com tudo isso, quanto mais não seja o contribuinte honesto e cumpridor.

 

FactosSaude2

  1. Na antiga via rápida de Grândola para Albufeira um automobilista que conduz uma «bomba» a 180 à hora, ultrapassa
    três automóveis que seguem à velocidade de 100 quilómetros num local marcado com traço contínuo duplo. Não se dá qualquer acidente apenas porque na extensão de mais de dois quilómetros não circula qualquer viatura em sentido contrário.
  1. O Sr. Vinhais é um bancário que se dirige no seu carro, com a mulher e dois filhos de 8 e 5 anos, de Queluz para Baratã a Acredita2fim de tomarem o pequeno-almoço. O Sr. Vinhais conduz mal, mas vocifera contra os automobilistas que o ultrapassam, chama-lhes nomes feios e tenta ultrapassá-los, pondo em perigo os que circulam em sentido contrário. A sua última ultrapassagem é numa curva, para ir estacionar o carro, logo a seguir, à frente de um café. O rapaz, de 5 anos, admira o pai a conduzir. Com este tipo de condução, o Sr. Vinhais nunca teve acidentes porque os outros se afastaram ao verem a sua imprudência. A mulher diz que ele é sempre assim e que ela já não aguenta mais. É outro dos factos porque se quer divorciar. A filha, de 8 anos, quer ficar com a mãe.
  1. António Manuel sempre conduziu com prudência e cuidado. Aos 68 anos, segue por uma estrada entre várias povoações Consegui-B
    onde a velocidade máxima de circulação é de 70 quilómetros. É noite e ele tenta não ultrapassar essa velocidade nas rectas. Nas curvas tem de abrandar, mas o automobilista que se aproxima pela sua rectaguarda a uma velocidade de 80 a 100 quilómetros, circula com os faróis no máximo. Enquanto está nas curvas, com uma velocidade de 50 ou menos, António Manuel consegue suportar os máximos desse carro mas, quando entra na recta e aparece pela frente um carro também com os faróis muito altos ou nos máximos, não consegue suportar e trava o carro. O condutor da retaguarda faz uma travagem brusca, ultrapassa, insulta-o e vai-se embora. Refeito do susto, António Manuel continua a sua marcha normal e vê carros em sentido contrário fazer sinal de luzes, o tal código de compromisso dos prevaricadores a dizer que a BT está por perto. Quando, pouco depois, passa pela BT, verifica que nada aconteceu ao seu «ultrapassador» que, provavelmente, Joana-B
    alertado pelo código dos automobilistas, a circular em sentido contrário, teve tempo não só para reduzir a velocidade excessiva mas também para baixar os faróis antes de se aproximar da BT.
  1. Estava a conduzir numa estrada com duas faixas de roda-gem antes de chegar aos semáforos. Como não tinha mais ninguém à minha frente e a luz amarela tinha acabado de acender, encostei o carro à faixa da esquerda porque iria virar para a esquerda na rotunda seguinte e parei ao sinal vermelho. Entretanto, um automobilista que se encontrava a mais de 300 metros atrás de mim, ultrapassou-me pela direita e seguiu em frente mesmo com a luz vermelha acesa. Por acaso, não havia trânsito nas ruas perpendiculares.Maluco2
  1. Nas férias de Natal e Fim de Ano, durante o período de tolerância 0, um automobilista que se dirigia de Lagos para Albufeira na estrada nacional 125, tenta não ultrapassar os 70 km de velocidade. Um autocarro de turismo, pouco depois de passar o Chinicato «cola- -se» na traseira desse automobilista e, com sinal de luzes, tenta forçá–lo a ir mais depressa ou a afastar-se para a berma da estrada. O automobilista mantém-se na velocidade máxima permitida, não porque lhe agrade, mas para cumprir o código. Como não consegue os seus intentos, o autocarro ultrapassa o automobilista na primeira oportunidade, buzina com força e trava de repente à sua frente, mantendo durante cerca de 2 minutos uma velocidade Psicopata-Baproximada de 40 km horários. O automobilista, já prevendo um comportamento deste tipo, tem tempo de travar evitando uma colisão cuja responsabilidade lhe seria imputada.

Quantos mais automobilistas «cumpridores» terão de sofrer desmandos deste tipo? Conseguirão evitar o acidente que os vai incriminar? Quanto acidentes ocorrem, apenas por causa de desmandos deste tipo em que os bons condutores são prejudicados?

Análise

Os factos descritos apenas nestas cinco situações não causaram qualquer acidente porque ocorreram em circunstâncias muito Imagina-Bfavoráveis para que isso não acontecesse. Porém, em muitos outros casos semelhantes, houve desfechos bem desagradáveis.
Sabe-se que Portugal é o país da Europa e talvez do mundo, onde o número de acidentes rodoviários é assustador. Durante muitos anos atribuiu-se esta «fatalidade» às péssimas estradas existentes na ocasião. Contudo, na mesma época, certas estradas de Inglaterra não eram melhores e a densidade de trânsito não era menor, mas o número de acidentes era, seguramente, inferior a menos de metade dos ocorridos em Portugal.

Tive a oportunidade de «viver» essa situação conduzindo mais de 10.000 km «em mão contrária à minha habitual», sofrendo apenas uma buzinadela quando hesitei, ao ter de «entrar», pela primeira vez, numa rotunda, logicamente, em sentido diverso Interacção-B30da nossa.

Tendo em consideração os diversos factos acima apontados podemos chegar facilmente à conclusão de que não houve mais acidentes por pura «sorte». Bastava haver outros veículos a transitar, um mau estacionamento, peões a atravessar a rua, ou qualquer outra situação pouco previsível para que houvesse acidentes graves. Não seriam, certamente, as más condições atmosféricas, a falta de visibilidade, o mau piso da estrada, a chuva ou a lama e a má sinalização, a causa principal de qualquer acidente que pudesse ter ocorrido. A causa principal seria, seguramente, o erro humano ou, melhor dizendo, a total falta de civismo do condutor.Depressão-B

Discussão

Se o objectivo principal da prevenção rodoviária é evitar os acidentes e tornar a condução mais segura, é importante que não
sejam apenas as viaturas, as estradas e a sua sinalização os alvos principais de «trabalho», mas que a acção pedagógica incida essencialmente no condutor e no cumprimento das regras de trânsito que são instituídas não só para a segurança do trânsito, como do próprio condutor, assim como dos passageiros e peões.

Contudo, na instituição destas regras, é necessário que se tomem em conta as reais vantagens das medidas preconizadas e a sua exequibilidade. A propósito disto, apetece perguntar qual a vantagem de colocação de inúmeros sinais de proibição, muitas vezes desnecessários e cujo cumprimento é difícil ou contraproducente para uma boa condução? De que serve colocar pilaretes nas bordas dos passeios à espera que os automibilistas não estacionem lá os carros quando os mesmos são estacionados posteriormente em cima dos próprios passeios ou na passagem de peões? No Psi-Bem-Ccentro de Mem Martins, vê-se isso com imensa frequência, sem qualquer polícia, geral ou municipal tomar qualquer providência. E os carros estacionados descansam lá mais do que um meio-dia! O interesse será atrapalhar ainda mais os peões que, além dos carros, passam a ter de enfrentar os pilaretes? E, em 2015, a colocação de pilaretes até no meio da estrada, em vez de sinalização devida com sua marcação do pavimento com tinta bem visível? É extremamente contraproducente utilizar sinais para uma proibição que não é cumprida. Mas os mesmos continuam, apesar de desnecessários, podendo ocasionar dupla fila. São factos que se observam em muitos locais onde se fazem obras de conservação e melhoria das vias de comunicação. Isto ajuda a aprender a desobedecer e a engendrar desculpas para que muita gente se «safe» enquanto não surge uma providencial e muito desejada prescrição ou amnistia.Difíceis-B

Para conduzir bem e depressa, não é necessário infringir as leis de trânsito e muito menos fazer da segurança um ponto morto, pondo em perigo a vida e os bens dos outros. Em experiências feitas na Alemanha, nos anos sessenta do século XX, para verificar a vantagem das «acelerações», dois carros percorreram uma extensão de 1600 km entre Hamburgo e Rimini. Um deles seguiu à máxima velocidade possível e o outro de acordo com o trânsito normal. Aquele que seguia a toda a velocidade chegou ao destino ao fim de 20 horas e 12 minutos. Teve de travar 1330 vezes, quatro delas com travões de emergência, ultrapassou 2004 veículos e foi ultrapassado por 13, sendo 11 vezes em locais onde o limite de velocidade era de 50 km. Aquele que seguia à velocidade normal do trânsito concluiu a mesmaOrganizar-B viagem em 20 horas e 43 minutos (diferença de trinta minutos em vinte horas – minuto e meio por cada hora), travou 653 vezes, ultrapassou 142 veículos e foi ultrapassado por 645 veículos.

Numa outra experiência, também na Alemanha, uma associação de automobilismo equipou dois automóveis iguais com instrumentos idênticos para que um dos condutores seguisse a toda a velocidade enquanto o outro seguia no trânsito normal num percurso de ida e volta de Colónia para o desfiladeiro de Brenner, via Munique, percorrendo uma extensão de 1450 km. Enquanto o primeiro fez o percurso em 16 horas e 52 minutos, o segundo completou-o em 17 horas e 13 minutos, não conseguindo uma vantagem superior a 3 por cento do tempo despendido.

Na ocasião da crise do petróleo, com a preocupação de menor consumo de combustível e maior segurança das viaturas, a Respostas-B30República Federal da Alemanha instituiu uma velocidade instantânea de 100 km em estradas e 130 em autoestradas. Não vendo qualquer diminuição no número de acidentes, fez experiências, durante dois anos, em troços de 800 km de autoestrada onde inicialmente a velocidade máxima era de 130. Em alguns deles, a velocidade passou a ser livre, enquanto noutros, foi «aconselhada» a velocidade máxima de 130 km. O resultado foi haver, na situação de velocidade livre, menos 11 por cento de acidentes pessoais e 22 por cento de mortos e feridos graves, do que na situação de velocidade aconselhada.

Em Inglaterra, quando as estradas ainda eram más, foi o civismo dos condutores que reduziu o número de acidentes. Estes condutores eram os mesmos que desde criança tinham aprendido a respeitar os outros, bem como as filas de espera. É a tal democracia que, como um jardim, demora pouco tempo a ser plantado mas exige muitas dezenas de anos a mario-70ser tratado cuidadosamente, com adubos, regas, podas, etc., para se transformar num autêntico oásis e local de descanso em muitos dias da nossa vida.

Profilaxia

Como já se verificou pelas experiências efectuadas, torna-se necessário instruir, elucidar e civilizar o «condutor», sendo importante que isto se faça desde a mais tenra idade, a partir do infantário ou, pelo menos, desde os bancos da escola. É esta a tarefa mais importante dos que orientam as campanhas de prevenção rodoviária nas Escolas do Ensino Básico. Não basta tornar as crianças aptas a conduzir ou a interpretar as regras de trânsito. É necessário que sejam ajudadas a cumprir essas regras, respeitando os outros e criando uma atitude defensiva para se precaverem dos erros ou falhasBiblio que os restantes condutores possam cometer, muitas vezes, sem querer.

Nisto, além dos pais, os próprios professores podem ser o exemplo e os modeladores de comportamento, fazendo com que os alunos se comportem bem nas salas de aula, que se respeitem mutuamente e que não se empurrem para passar uns à frente de todos. Nas cantinas, também existem filas de espera. São voluntariamente respeitadas por todos? Quem as fará respeitar? (D) (F)

J.V., um articulista do ACP, lamentava-se já em 1979, que proibir o excesso de velocidade como em 1973 não era mais indicado do que iniciar uma campanha de ensinamento para reduzir o gasto de combustível em 20 por cento ou mais. Dizia ele que manter todo o sistema afinado, os pneus com a pressão correcta e conduzir economicamente, obrigando o motor a trabalhar neuropsicologia-Bcom o mínimo de esforço e reagindo com antecedência às situações de tráfego, é um dos segredos fundamentais do bom condutor. Indivíduos assim, conduzem com sua-vidade, para bem do seu conforto e dos outros ocupantes, da sua economia e da manutenção da viatura, além do sossego e segurança que proporcionam não só a si próprios e seus acompanhantes, como aos que circulam pelas estradas.

Por isso, elucidar é mais importante do que proibir. Castigar exemplarmente quando necessário, talvez seja o único meio de evitar os poucos «cabeças duras» que há sempre em qualquer sociedade e que na nossa podem aumentar com a educação que se está a dar.

Embora se tenha dito que a tolerância 0 e segurança máxima iria diminuir o número de acidentes desde que a mesma foi «Educar»-Binstituída, o final do ano 1999 não confirmou esta afirmação e demonstrou que o número de mortes aumentou. Em 1999, morreram nas estradas portuguesas 1700 pessoas e outras 7000 ficaram gravemente feridas. Foi- -se descobrir de quem era a culpa para punir os culpados? Parece que até 2014 pouco ou nada mudou a não ser a aquisição de equipamentos para constatar que houve excessos de velocidade! E quando as viaturas forem de governantes e dignitários acontece-lhes alguma coisa? De que serviram tantos meios técnicos e humanos que foram adquiridos em 1999 e posteriormente? Qual a sua rendibilidade? Justifica-se a despesa feita? Alguns analistas arranjam justificações com o aumento de tráfego e comparam a sinistralidade automóvel com os acidentes de trabalho. É uma falsa questão que não se pode comparar com o «comportamento» do condutor do automóvel.

Isto não quer dizer que a sinalização não deva ser adequada e alterada, que as estradas não devam ser melhoradas, que a Depress-nao-Balcoolemia não deva ser controlada. Porém, podemos atribuir uma quota-parte bastante significativa à «incivilidade» do condutor e não à sua pouca preparação ou ao desconhecimento do código da estrada.

Estes prevaricadores devem ser «perseguidos» como «criminosos», porque ajudam a ceifar vidas alheias. Se assim não for, também não devemos chamar a Polícia quando presenciarmos um roubo ou um assalto à mão armada. Do mesmo modo como os ladrões e os assassinos atentam contra a integridade dos restantes cidadãos, um automobilista «perigoso» atenta contra a integridade de quem transporta, dos peões e dos outros automobilistas, que pagam, muitas vezes, com a sua vida ou bem-estar, a imprudência e os abusos desses desmiolados.

A tolerância 0 e segurança máxima nas estradas deveria fun-cionar sempre de maneira imprevisível e aleatória. Radares DIA-A-DIA-Cdissimulados, helicópteros em sobrevoo, patrulhas à civil são «instrumentos» indispensáveis, hoje em dia, para que os muitos prevaricadores, mesmo que governantes, sejam devidamente inactivados ou eliminados, em tempo oportuno, para bem dos que cumprem as regras de trânsito e conduzem com segurança.

As «campanhas», que não sejam, de facto pedagógicas, pouco ajudam. Os condutores que fazem sinais de luzes para avisar que a BT está por perto, é uma espécie da actual tolerância máxima e segurança 0. Afinal, o que eles dizem é mais grave do que as campanhas em que se avisa que na auto-estrada X ou Y e até durante determinados quilómetros vai haver fiscalização. Deste aviso, conclui-se claramente que em todas as restantes estradas do País e nos momentos em que não existe esta fiscalização se pode circular ao belo prazer do condutor, sem quaisquer regras.

E porque não instituir uma possibilidade de qualquer cidadão anónimo informar as autoridades, dando indicação da matrículastress2 da viatura, do local e da hora da ocorrência, até com a apresentação de fotografias ou vídeos quando presenciar «casos» como os descritos inicialmente? Às entidades competentes competiria investigar não essencialmente os factos denunciados mas sim as viaturas e os condutores, a fim de verificar se factos semelhantes se repetem ou se tudo não passa de mentira maldosa. Não é assim que se evitam os crimes, vigiando os criminosos?

Previsão

Enquanto houver em muitas localidades uma vasta «sementeira» de placas de proibições que nunca se cumprem mesmo «nas barbas» da Polícia, além de continuarem a ser «plantados» sinais de trânsito inadequados e extemporâneos, os condutores irão aprendendo que o código da estrada não é para cumprir, o que até pode melhorar a fluidez de trânsito, mas psicoterapia2certamente, terá toda a probabilidade de aumentar a aprendizagem do incumprimento das regras e dos acidentes consequentes.

Além disso, não se adoptando medidas de «educação» desde criança, os futuros condutores, cada vez mais agressivos, modelando–se nos pais e nos restantes familiares, «pessoas importantes» e amigos não cumpridores, terão de colher o fruto amargo dos acidentes, não só por culpa própria, mas ainda pela natural permissividade do meio ambiente em que se inserem.

Com a falta de civismo que se nota cada vez mais na sociedade actual, por melhores que sejam as estradas, as sinalizações e os automóveis, haverá sempre tendência para os abusos. Será uma corrida mais rápida para a morte ou estropiamento se não for Adolescencia-Btambém uma ajuda para que os «não culpados» sofram com os desmandos de alguns, porque, infelizmente, parece que a condução agressiva é a mais utilizada entre nós.

Para que a fiscalização seja eficaz, tem de ser imprevisível, especialmente quando os meios existentes são poucos. E é importante que os prevaricadores tenham um cadastro que lhes retire a possibilidade de conduzir com o acumular de um determinado número e a gravidade de infracções.

Tentando cumprir todas as regras de condução e segurança, evitar-se-ia a morte ou o estropiamento dos que calma e ordeiramente circulam pelas estradas.

E se o Estado instituísse um prémio para os bons condutores? Por exemplo, redução do imposto de circulação! Não será muito mais adequado do que o sorteio de mais carros caros para os que pedem facturas, em 2014?

E quem «ganha» com a venda desses carros?

Em divulgação…arvore-2

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