PSICOLOGIA PARA TODOS

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Archive for the month “Setembro, 2015”

AUTOTERAPIA 19

“Pena mesmo. Não consigo controlar meu transtorno. E na minha cidade não há psicólogos que possam memario-70
ajudar. Estou sozinha nisso.”

Quando ontem, antes de me ir deitar, fui ver o blog [livroseterapia.wordpress.com] verifiquei que tinha o comentário acima transcrito no livro «AUTO{psico}TERAPIA» (P).

Como não tenho a certeza da região geográfica a que pertence a comentadora, mas julgo que será o Brasil, posso, desde já informá-la que existem livros já publicados que a podem ajudar.
Existe também o blog [psicologiaparaque.worpress.com] que a pode apoiar imenso, especialmente, se Bibliofizer nele os seus comentários enquanto lê e pratica aquilo que é necessário.
Não pode ficar dependente dos «conselhos» dos outros ou dos «medicamentos» que só prejudicam.
Tem de arregaçar as mangas e começar a trabalhar, lendo muita coisa que interessa e treinando o relaxamento mental e a Imaginação Orientada, com base na teoria e na técnica delineada para a Terapia do Equilíbrio Afectivo, utilizando, se possível, a autohipnose.

Se quiser os livros que estão disponíveis, pode comunicar-me através de «mariodenoronha@gmail.com» aqueles que deseja, indicando a sua morada exacta. Se for em Portugal, os livros podem chegar ao destino Saude-B
através do correio, à cobrança.
No blog [livroseterapia.wordpress.com] pode escolher os livros (A), (B), (C), (D), (Q) e, no futoro, (R).
Os restantes, (F) (H) (H) (I) (J) (K) (L) (M), (N), podem ser eventualmente substituídos, por enquanto, por outros mais antigos, que estão mencionados nesse blog.

Além do preço dos livros, é necessário ter em conta os portes e a forma de pagamento e, eventualmente, o câmbio. Para o Brasil, o WESTERN UNION (Unibanco) parece ser o mais indicado e pode acrescenter cerca de 6€ (euros) ao preço de dois ou três livros, para o seu transoporte por via aérea.
Contudo, para quem esteja muito necessitado e tenha dificuldades na aquisição dos livros, posso dizer que os diversos posts
relacionados com os títulos:Acredita-B
◊ Autoterapia
◊ Reforço
◊ Biblioterapia

◊ Imaginação Orientada
◊ Aconselhamento
◊ Ler
◊ Perceber
difundem muitas ideias e respondem a imensas perguntas feitas pelos comentadores. A Biblioterapia é muito utilizada hoje em dia, no Inglaterra e nos EUA, embora os meus ensaios tenham começado em 1973/75 e a sua quase prática clínica, quando possível, se tenha iniciado, em 1980, apenas com apontamentos policopiados (E).

Para facilitar ainda mais a compreensão de todo este arrazoado de ideias e atendendo também aos comentários, sugestões, críticas e pedidos de esclarecimento feitos ao longo do tempo, espero que vá existir em 2017 um novo livro «PSICOTERAPIA… através de LIVROS…» (R) que elucide e oriente devidamente os interessados, de uma maneira muito precisa, de acordo com os seus interesses e situação específica, completando a colecção da Biblioterapia com 18 unidades.

 

Basta apenas ir ao link HISTÓRIA DO NOSSO BLOG – sempre actualizada e escolher aquele que mais interessar no momento. Fica tudo sob anonimato e é extremamente cómodo.

Julgo que, neste momento, não posso dar outra ajuda.

Em divulgação…

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TERAPIA ATRAVÉS DE LIVROS para a Biblioterapia

PSICOLOGIA PARA TODOS (o antigo)

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AUTOTERAPIA 18

Quando ontem, antes de me ir deitar, fui ver o e-mail, verifiquei que tinha uma mensagem do Amigo do Conhecido de Ontem mario-70
que, no essencial, entre outras coisas, dizia o seguinte:

“… Depois de ter lido com cuidado o artigo «AUTOTERAPIA 17», e de ter estado a praticar desde há muitos dias as indicações dadas no artigo «PSICOTERAPIA 6», de Novembro de 2013, parece que comecei a ficar ligeiramente mais animado e já fui a duas entrevistas que me deixaram em standby.
Não sei porquê, mas parece que estou mais entusiasmado e com esperanças de poder trabalhar, nem que seja na informática.
Obrigado pelo empurrão que me deu com esse artigo e, logo que o «Conhecido de ontem» regressar a Biblio
Lisboa, tenho de lhe dar as novidades em primeira mão….”

 
Perante este e-mail, fui deitar-me a pensar nas suas causas.
− Se eu não tivesse preparado esse post, ele teria a oportunidade de sentir vontade de continuar com os procedimentos da «AUTO{psico}TERAPIA» (P)?
− Se ele não tivesse praticado, mesmo desanimado e meio a contragosto, esses procedimentos, teria ânimo para prosseguir na busca de emprego, ficando mais entusiasmado em relação ao futuro?Joana-B
− O que me leva a ficar mais animado e a insistir nestes posts, nas palestras e na publicação dos livros, «à minha maneira», e com as suas explicações?

Com tudo isto na «cabeça» durante os últimos momentos antes de dormir, como sempre, comecei pelo relaxamento mental, que nem chega a durar 2 a 3 minutos.
Devo ter dormido logo, profundamente, mas cerca das 4 da manhã, começaram a surgir na minha mente as reportagens da televisão sobre as pescas e o modo de as terem «deitado abaixo», há mais de um quarto de século, aliciando até os armadores, Imagina-Bcom dinheiro.
Depois, surgiram na minha mente as reportagens sobre a recente proibição da pesca da sardinha e a miséria que se está a criar nos pescadores, que poderiam estar mais felizes sem as medidas contrárias anteriores.

De repente, a mente virou-se para esse quase símbolo nacional – a sardinha − que é bem apreciado até por muitos estrangeiros. Qualquer dia, não poderemos atrair o turismo para a gastronomia da sardinha saborosa, pescada nos nossos mares e grelhada à nossa maneira!
Sem querer, cheguei ao paralelismo de preparar o grelhador para a sardinha. Com que cuidado, tempo, paciência e especificidade tem de ser feita essa «operação»! Sem prática, qualquer um não consegue assar sardinhas com o sabor que elas podem ter!

Na sequência destes pensamentos, surgiu-me na «Imaginação Orientada» (J) a imagem do que pode ser praticado com a Consegui-BAutoterapia, desde que cada um conheça o que deve fazer, de que maneira, e insista na execução dos seus procedimentos, tendo a humildade de reconhecer os erros cometidos.

Nessas «divagações nocturnas», apareceu a imagem do meu amigo Antunes (B) a perguntar-me:
Tu não verificaste que até eu consegui fazer isso sozinho, só com a ajuda dos livros e apontamentos e com as «conversas» que mantivemos há mais de uma década? E a Cidália (C) teve pouquíssima ajuda da tua parte.

De facto, tinha razão. O importante, seria ter à mão material escrito, explicar às pessoas o modo de o utilizar e incitá-las a Acredita-B
prosseguir para «levantar os seus ânimos» e insistir na recuperação ou prevenção, ocasionando melhor desempenho e maior equilíbrio emocional, tal como está especificado na «Biblioterapia» (Q). Contudo, o mais importante é escrutinar o passado, ter a humildade de reconhecer os erros cometidos e, com base nisso, descobrir de que modo se poderia não os ter cometido ou se teria sido possível reduzi-los, eliminando-os no futuro, se possível.
Pensando bem no assunto depois de acordado, compreendi que as sardinhas são bem assadas, quando manuseadas devidamente, com brasas adequadas. Muito fogo não interessa e pode queima-las. Porém, para conseguir essas brasas e mantê-las bem vivas, é necessária muita prática e algumas instruções e treino inicial. A visão do modo
como tudo isso se faz também pode ajudar muito. É a modelagem.Psicologia-B

A maneira de preparar bem as brasas pode ser conseguida com as instruções dadas em livros, mas também pode ser adquirida com as conversas e eliminação de dúvidas pelo instrutor. Para que servirão as palestras de que tenho falado? E, se os livros estiverem à mão, sendo lidos anteriormente, tudo se pode tornar ainda mais fácil. Depois, é só assar as sardinhas que podem ficar mais ou menos apetitosas de acordo com as habilidades do «assador» e a qualidade das brasas (o tal relaxamento mental). Nem todos podem ter a mesma aptidão e obter resultados idênticos mas, cada um pode obter o melhor resultado possível de acordo com o seu empenho, embora com uma ajudinha inicial de quem sabe do assunto. O instrutor ou, melhor dizendo, o psicoterapeuta, dependerá sempre e muito da colaboração e empenho do «paciente» ou do Interacção-B30executante para o bom êxito da operação.

No nosso caso concreto, as sardinhas são as ideias, recordações, factos, sentimentos, sensações, emoções do próprio e de mais ninguém. As brasas são o relaxamento mental e a Imaginação Orientada baseada na Terapia do Equilíbrio Afectivo. O psicoterapeuta apenas pode ajudar a transportar as sardinhas e dar indicações para uma óptima assadura em boas brasas. Porém, todo o «trabalho» essencial tem de ser do próprio «assador».

Dar apenas instruções para que as sardinhas sejam assadas duma determinada maneira, dizendo que se irá atingir um Maluco2determinado resultado, sem contar com o «engenho e arte» do próprio, pode conduzir a frustrações desnecessárias ou ao descrédito do «negócio» das sardinhas.
Esse «negócio» das pescas e das sardinhas, juntamente com o e-mail, levaram-me a entrar mais profundamente na Imaginação Orientada para escrever este post como resposta ao e-mail acima transcrito, depois de me levantar.

Afinal, estou a ouvir agora as valsas de Strauss que irão tocar durante o tempo que durar este artigo, que desejo publicar logo que puder e estiver pronto.
É uma forma de contribuição que posso dar para ajudar mais pessoas a conseguir melhorar o seu equilíbrio emocional sem Saude-Brecurso a «operações» e «rituais» especiais e quase sem perda de tempo a não ser o do primeiro mês, ou pouco mais, para «ganhar coragem e treino» e fim de prosseguir com uma profilaxia a sério.
É esta a minha proposta, quando digo que vale a pena fazer as primeiras palestras com a publicação do livro da AUTOTERAPIA (P), para prosseguir com a publicação de «Eu Não Sou MALUCO» (E) e «Imaginação Orientada» (J) para que as pessoas saibam aquilo que os outros fizeram, conhecendo também os fundamentos da psicoterapia, que já é utilizada por mim na clínica, sempre que posso, quase formalmente, desde 1980.

Depois se seguirá a publicação dos outros livros, que foram quase todos reformulados, porque os antigos não estavam ao meu gosto e havia bastantes coisas a acrescentar e corrigir. Por exemplo, os «casos» da Isilda (H), da Germana, do Januário, da Cristina (L) e do Depressão-B«Mijão» (M) já foram publicados na sua versão antiga, há muito, e podem ser consultados para facilitar a psicoterapia.

Agora, estas linhas ficam a «descansar», tal como o fogo que se vai transformando em brasas para a assadura das sardinhas, porque, depois do almoço, pode ser que surjam quaisquer outras ideias. É sempre bom descansar um pouco depois do almoço, quando possível. Pode ser que eu entre, de novo, em Imaginação Orientada e surja qualquer ideia nova a ser incluída.
Depois do almoço, como não tinha qualquer hipótese de ouvir Nat King Cole, recostei-me numa cadeira confortável, fechei os olhos e comecei a «cochilar» e a lembrar-me das suas músicas, evocando-as para o primeiro plano da consciência. Surgiram muitas ideias, com um sono reparador, que só foi interrompido pela presença de pessoas amigas que me Psi-Bem-Cforam visitar. Nestas circunstâncias, só me podia socorrer da noite.

Quando dormi com esta ideia na cabeça e acordei a meio da noite, deparei, subitamente, com um panorama de ter estado há muitos anos, ao ar livre, perto do Castelo de São Jorge, em Lisboa, onde saboreávamos umas sardinhas muito gostosas, enquanto víamos a habilidade com que os cozinheiros acendiam os grelhadores e controlavam as chamas para ter óptimas brasas para assar as sardinhas. Para isso, eles tinham necessitado de algumas instruções teóricas e apenas a prática necessária para pôr a funcionar as suas aptidões básicas, desenvolvidas com as instruções anteriores e a visão daquilo que os mais experimentados ou os seus mestres faziam.
Enquanto estávamos a saborear as sardinhas, tínhamos visto uma senhora mexer nas sardinhas com um receio muito grande. Difíceis-BPara um observador atento, «dava nas vistas». Uma das suas acompanhantes incitava-a a comer sem receios, mas ela respondia que podiam ter toxinas e fazer mal à saúde. Entretanto, quem a encorajava a comer as sardinhas à vontade, explicava ao conviva ao seu lado que ela era hipocondríaca e que estava a ser medicada para isso. Como as mesas eram corridas e as conversas dos comensais conseguiam ser ouvidas, mesmo que mantidas em surdina, eu tinha ficado atento.
Uma das senhoras segredava à outra que ela também tinha problemas no relacionamento social, especialmente no envolvimento com os outros, sofrendo com noites mal dormidas. Por isso tinham-lhe receitado benzodiazepinas e, se não me engano, estava a tomar o oldacil.

Passado este momento de recordações e de ter dormido bastante bem, quando acordei, lembrei-me imediatamente do Júlio Psicopata-B(E) e do Rui. Eles também estavam a ser medicados, diagnosticados como sofrendo de depressão e ansiedade. Um, porque se sentia abandonado pelos pais, que viviam perto de Coimbra, e ele tinha tido necessidade de estar em Lisboa para estudar, o que na sua terra não podia: o secundário. O outro, sentia-se inferiorizado porque os colegas e superiores o criticavam no trabalho e, o mínimo que lhe podia acontecer, era transpirar abundantemente e sentir-se desmaiar. Ambos tinham tido três recaídas de 6 em 6 meses, sem possibilidades de melhoria e com aumento de medicamentos. Quais os efeitos secundários e nocivos desses medicamentos?
Porém, com a compreensão dos fenómenos da modificação do comportamento humano e treino a que foram sujeitos, conseguiram descobrir as causas que ocasionavam os seus males. Tiveram de fazer muitas leituras com os apontamentos que havia nessa ocasião e compreender o seu funcionamento para descobrir as causas dos seus problemas, bem neuropsicologia-Bcomo o modo de os evitar ou reduzir.

Se essa senhora estava a ser ajudada apenas com os «maravilhosos» diagnósticos e medicamentos consequentes, como poderiam ser descobertas as causas que provocavam os seus desconfortos?
Seguramente, meia dúzia de consultas não podem resolver o problema sem ir ao fundo da questão que se situa na «cabeça» e na vida passada de cada um. Qual foi a percepção dessa pessoa no ambiente em que esteve inserida e que atribuições foram feitas por ela? E, como é que um medicamento pode descortinar isso, por melhor que seja? Não é o próprio que, com ou sem ajuda, deve fazer as viagens ao passado para descobrir, tanto quanto possível, os cenários e as causas? Quando é que tudo começou? Em que circunstâncias? Quais as razões? O que ficou associado a tudo isso?Organizar-B Para isso, além de saber bastante sobre a psicologia em si e de ter humildade, objectividade e racionalidade para escrutinar as causas, é importante descobrir o modo como os outros conseguiram chegar ao ponto fundamental: origem ou causa do problema, que não se descobre com diagnósticos ou conselhos e muito menos com medicamentos.

Demora muito tempo e exige a colaboração do próprio, além de treino necessário para se poder entrar em relaxamento profundo e fazer as «viagens ao passado» para serem analisadas, às vezes, em muitas etapas, mas com humildade, objectividade e racionalidade suficientes para descobrir a causa. A manutenção do diário de anotações é um ponto fundamental nestes casos, assim como a enumeração e autoavaliação dos sintomas de Respostas-B30descompensação. Ajuda a desenterrar muita coisa escondida que seria dita só nos gabinetes de consulta, durante muitíssimas sessões, porque muita coisa seria «escondida» nos primeiros tempos e em várias situações, para o próprio poder apresentar uma boa imagem. Além disso, só se poderia contar com aquilo de que a pessoa se lembrasse no momento da consulta. O que seria dos recalcamentos e das recordações extra que «acontecem» a todo o momento e que se podem anotar imediatamente? É bom pensar nisso, porque torna a psicoterapia mais eficaz, cómoda e «económica para o próprio», como gracejava o Júlio (E).

Depois, «removendo a causa, desaparece o efeito», que é o tal mal que foi «diagnosticado» e que o medicamento não conseguiu diminuir nem retirar. Em contrapartida, o que pode acontecer, é a pessoa aumentar a dosagem viciando-se nisso ou obter o «Educar»-Breforço secundário negativo aleatório porque os problemas aparentam ficar momentaneamente menores, deixando-nos sem capacidade de raciocinar e reagir em condições «normais». Tudo isto tem de ser inicialmente explicado ao interessado para criar a apetência para a leitura e compreensão dos problemas, além do treino para o relaxamento mental.
O que acontece com a autoterapia, é as instruções poderem ser obtidas nos livros, assim como os modelos de outras pessoas que passaram por problemas semelhantes. As explicações iniciais para desencadear todo o processo de compreensão do funcionamento dos mecanismos do comportamento humano e do treino necessário, podem ser dadas nas tais palestras.stress2

Entretanto, comecei a pensar que o meu propósito de dar o conhecer uma técnica tão simples, económica, cómoda e eficaz, utilizando apenas as aptidões de cada um, deveria ser difundida. Há mais de 40 anos que estava a ser experimentada com resultados muito bons. Era muito importante implementá-la e começar a utilizar, agora que a população necessita cada vez mais de apoio psicológico para enfrentar as crises e «render» ou «produzir» o suficiente para desenvolver a economia e a vida social. Mas, de modo algum desejo publicidade. Apenas quero a divulgação e a utilização da ideia. Conseguir isso, será o meu maior reforço positivo: a satisfação que desejo há anos e, por isso, estou a reformular todos os livros. Acho que «mereço» como dizem os anúncios da televisão.psicoterapia2

Fazer psicoterapia apresentando justificações e desculpabilizações, culpando os outros e dando conselhos específicos, deixam a pessoa na dependência do psicoterapeuta. Parece ser uma abordagem mais caritativa, do que solidária em que o psicoterapeuta dá o empurrão inicial e qualquer outro, eventual, necessário para que, os desencorajamentos iniciais não parem todo o processo e que o mesmo prossiga a bom ritmo, para deixar a pessoa autónoma e independente. Para isso, também o próprio tem de ver a sua vida numa perspectiva de realidade e não de fantasia. O recente livro sobre a Biblioterapia (Q) explica isso.

Para facilitar ainda mais a compreensão de todo este arrazoado de ideias e atendendo também aos comentários, sugestões, críticas e pedidos de esclarecimento feitos ao longo do tempo, espero que vá existir em 2017 um novo livro «PSICOTERAPIA… através de LIVROS…» (R) que elucide e oriente devidamente os interessados, de uma maneira muito precisa, de acordo com os seus interesses e situação específica, completando a colecção da Biblioterapia com 18 unidades.

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AUTOTERAPIA 17

Desculpe estar a mandar um e-mail, mas como não o vi passar pelo café e o «Conhecido de ontem» está fora de Lisboa, desde ontem, nãoBiblio tenho outra solução.
Depois de ter lido com cuidado o artigo «AUTOTERAPIA 16», fui utilizar as instruções do artigo «PSICOTERAPIA 6», de Novembro de 2013.
Quase nada consegui, mas foquei a minha actividade no relaxamento.
O resto, pareceu-me dispensável.
Se o meu mal é a ansiedade, o relaxamento não é o suficiente?
Estou perplexo com todas as instruções.
Pessoas com quem falei, também se mostraram surpreendidas.Saude-B
Pode dar-me apoio com mais alguma explicação?
Vou ficar atento ao seu blogue.
Desculpe este pedido e obrigado pelo incómodo que tiver com a resposta.
Se colocar esta conversa no seu blogue, vou assinar como «Amigo do Conhecido de ontem».

Logo que recebi este e-mail, achei que devia responder, ao correr da pena, porque são dúvidas a esclarecer, coisa que eu gostaria de fazer, em conjunto, com muitas pessoas, nas tais palestras, para elucidar muitas pessoas ao mesmo tempo e responder a outras dúvidas suscitadas na interacção a manter com os participantes.Acredita-B

Como resposta, posso dizer, antes de tudo, por experiência própria, que esta técnica baseia-se no «reforço do comportamento incompatível» e nos pressupostos da Terapia do Equilíbrio Afectivo (TEA) e da Imaginação Orientada (IO), apoiada pela autohipnose, quando possível.

Na TEA, os pensamentos bons e agradáveis não podem coexistir com os desagradáveis. Portanto, pelo menos, enquanto durarem uns, os outros não existirão. Quanto maior for a duração e a quantidade dos pensamentos
ou factos agradáveis, menor será a existência de pensamentos ou sentimentos desagradáveis. Nestes termos, se ocuparmos Consegui-Btodo o tempo com pensamentos agradáveis, os desagradáveis não existirão. Mais simplesmente, enquanto conseguirmos sempre vitórias, as derrotas não ocorrerão.

Se o nosso desequilíbrio é provocado por recordações, factos, pensamentos, sensações ou sentimentos desagradáveis, o interesse da psicoterapia será reduzi-los, se não os conseguir eliminar ou prevenir e evitar. Quais? Como? Quando? Com que meios?

Para isso, temos de fazer um escrutínio e uma avaliação desses pensamentos, sensações ou sentimentos desagradáveis. Joana-BTambém temos de saber a sua magnitude a cada momento para descobrir se eles aumentaram, estabilizaram ou diminuiram com o tempo ou com qualquer coisa que nós fizemos. Quem, melhor do que cada um, pode fazer esse escrutínio, anotá-lo numa lista e avaliando cada um deles? Por exemplo, se uma dor constante nas costas ou uma sensação de abandono que nos desagrada, for passando de 8 para 7 ao fim de um determinado período de tempo, passamos a ter uma medida de melhoria, que quer dizer que o desagrado diminuiu um ponto, ou 10%, numa escala de 11. Por isso, todas as autoavaliações, devem ser feitas sem olhar para as anteriores a fim de evitar enviesamento ou contágio da medição.

Os livros antigos «Depressão? Não Obrigado!» relatando o caso da Isilda (H) apresenta as dificuldades dela. Outro livro,teoria2 «Como “EDUCAR” Hoje» (L), relatando o caso da Cristina, também indica a maneira de conduzir a psicoterapia e as razões e o modo de se modificar o comportamento num determinado sentido.

Uma vez feito o escrutínio e a avaliação ou, melhor dizendo, a autoavaliação desses sintomas, é necessário utilizar um impresso adequado para anotar isso, repetindo essa avaliação todas as semanas, no mesmo dia da semana. Deste modo, utilizando esse impresso, que pode ser feito pelo próprio, consegue-se verificar a evolução desses sintomas.

Como o interesse fundamental e a técnica mais fácil e adequada é o reforço do comportamento incompatível, interessa também pratica2fazer um escrutínio e uma avaliação das coisas boas que nos foram acontecendo durante a vida. Elas existem, mas ficam, geralmente, esquecidas e são difíceis de recordar. Por isso, vale a pena parar para pensar nisso um pouco e anotar tudo, a fim de se fazer também uma autoavaliação, a ser mantida todas as semanas. A diferença real entre os valores destas duas avaliações, deve indicar a diminuição das dificuldades enquanto se tenta aumentar as satisfações. Como se fará isso? Para isso, o relaxamento muscular pode ser o ponto de partida. Começando com os exercícios de contracções musculares fortes e descontrações  súbitas, quando se conseguir ter o corpo cansado, facilmente se pode sentir necessidade de descanso e «abandono». É o momento de tentar descansar e orientar a mente para a recordação de factos agradáveis. Pode não ser fácil, mas é possível. A tecnicas1seguir, é necessário fazer surgir e recordar momentos de agrado, que devem ser constantemente relembrados, esmiuçados e aumentados para ocupar a maior parte do tempo. Para que isso produza bom efeito, é aconselhável que, pelo menos, as primeiras tentativas de relaxamento sejam feitas à noite, à hora de dormir, passadas mais de três horas a partir da refeição.

Quando o tempo e a força das contracções/descontracções necessárias para se conseguir atingir o relaxamento muscular for diminuindo e, consequentemente, se chegar a uma espécie de cansaço e adormecimento, a maior casos2parte do tempo pode ser ocupada com a recordação de momentos agradáveis. O tempo total dessa prática inicial para o relaxamento, pode atingir cerca de uma hora ou, em alguns casos, o sono pode tomar conta da situação. Não existe qualquer mal em dormir. O mais importante, é começar. Também, havendo insónias, o relaxamento muscular pode ser repetido, bem como a recordação de factos agradáveis. Os primeiros tempos são geralmente mais difíceis e desencorajantes. Mas, é necessário persistir, com confiança, não sendo necessário nem contraproducente a pessoa querer enveredar também pela prática da ginástica, desporto, ioga, reiki, alimentação especial ou qualquer outra modalidade do seu gosto.

Depois da prática inicial, quando se conseguir fazer o relaxamento muscular com rapidez, pode-se iniciar o relaxamento mental, para continuar. essencialmente, com a recordação de factos agradáveis. Entretanto, previsão2semanalmente, no mesmo dia, vale a pena utilizar a escala de 11 pontos para fazer a autoavaliação das dificuldades bem como das recordações agradáveis, ficando tudo anotado em impressos adequados. Nas mesmas condições, desde o primeiro dia, vale a pena manter um diário de anotações onde ficarão registados muitos dos momentos bons e maus que cada um for passando. É muito importante manter esta prática, juntamente com o registo das autoavaliações para se poder verificar a evolução real do caso.

Além do diário de anotações, existe também a opção da autoanálise, que tem procedimentos especiais a ser devidamente lidos no post mencionado e mantidos com rigor. É uma ajuda preciosa para se poder recordar Depressão-B
factos antigos ou recalcados. Tanto a autoanálise, como o diário de anotações e as autoavaliações, conjugadas com as datas que deverão ser verificadas, podem ajudar a analisar a situação com objectividade e rigor, podendo ser descoberta nessa coincidência, alguma causalidade das dificuldades do momento.
Com tudo isso, verificou-se alguma melhoria, ou será necessário insistir mais na prática do relaxamento muscular para ter um bom relaxamento mental, isto é, total disponibilidade mental?

Quando se conseguir fazer facilmente o relaxamento mental, vale a pena utilizar a maior parte do tempo para evocar os factos agradáveis, começando até pelos mais insignificantes, para rejubilar com os mais agradáveis. Depois, pode-se «Educar»-Bavançar, recordando as dificuldades e passando a pensar rapidamente nos factos agradáveis, às vezes, com a ajuda inicial das contracções musculares, necessárias para o relaxamento instantâneo. Com essa prática, os factos desagradáveis deverão desaparecer cada vez mais rapidamente para dar lugar à recordação dos factos agradáveis. Enquanto algumas pessoas, conforme a gravidade da situação e dos sentimentos ou dificuldades, podem demorar algumas semanas para atingir este estado, outras podem não conseguir isso durante alguns meses. A prática e a persistência vão ser instrumentos fundamentais para o bom êxito.

Para facilitar tudo isso, uma música ou a recordação dum acontecimento pode ajudar a criar um sinal condicional para incentivar o relaxamento. Quando devidamente associado, tal como acontecia com o cão de Pavlov,  só essa música pode ajudar a relembrar os momentos agradáveis. Falando pessoalmente, as músicas de Nat King Cole fazem-me recordar muitos momentos bons da adolescência e as valsas de Strauss fazem-me ligar a momentos agradáveis muito posteriores. Por exemplo, estou a ouvir agora as valsas de Strauss que irão tocar durante cerca de 2 horas enquanto escrevo. Entretanto, posso dizer que o «Calimero» garantiu-me que essas músicas, nada lhe significavam e que só se dava bem com as de Jason Mraz. Foi a opção dele, tal como «Os Nocturnos» e «O Mar», de Debussy, foram as do meu amigo Antunes. Esses sinais condicionais, clássico e operante, são muito peculiares para cada um e bastante importantes nesta psicoterapia individual.

Uma outra coisa muito importante é a percepção correcta da própria pessoa porque, sem se perceberem bem as psicoterapia2situações, pouco ou nada se poderá resolver. Para isso, o ambiente familiar e a educação são cruciais. Como exemplo, posso dizer que uma senhora, que queria ajudar o filho a ultrapassar as suas dificuldades do primeiro emprego em que o tratavam com pouca deferência, começou por lhe contar que no seu primeiro emprego, ela tinha enfrentado o patrão e ele tinha sido obrigado a ceder imediatamente. É como dizer que o copo está meio cheio ou meio vazio, o que pode ocasionar percepções diferentes que originarão acções consequentes. O que pretendia a senhora? Queria que o filho refilasse e ficasse em risco de ser despedido ou desejava que ele conseguisse mudar o comportamento do seu supervisor? O modo como o filho percebesse a situação seria importante. Porém, se com a «conversa» da mãe, o filho conseguisse entrar em relaxamento instantâneo, educar2e imaginasse enfrentar o supervisor com calma e segurança, pedindo-lhe para repetir a ordem ou a admoestação por não a ter compreendido, talvez o supervisor, confrontado com uma situação inesperada, mas firme, conseguisse «reformular as ideias» e alterar o seu comportamento agressivo. Neste caso, foi o que aconteceu quando o rapaz iniciou a prática do relaxamento. Quando aconteceu uma situação semelhante, o supervisor, sem lhe dar uma resposta, mandou fazer outra coisa e afastou-se. O rapaz, só com este «truque» conseguiu modificar o comportamento do supervisor, sem receio de ser despedido. Se a mãe tivesse algumas noções de psicologia talvez pudesse ajudar melhor o filho, sem necessidade do psicólogo.

Não é uma «receita» para todos, nem para qualquer caso e até poderia não ser para o mesmo rapaz em outras condições ou apoio2com outro supervisor. Cada caso tem de ser estudado e compreendido, avaliando bem toda a situação e descobrindo-se as medidas necessárias. Para isso, é importante que cada um compreenda bem o funcionamento do comportamento humano. Cada um tem de avaliar tudo por si, sendo autónomo e independente. Porém, eventualmente, pode ter a ajuda dum psicoterapeuta, o qual quase nunca o conseguirá acompanhar a todo o momento. Nisso, a Imaginação Orientada pode ajudar imenso porque, depois de ler alguns livros e apreender bem o seu significado, com os vários «casos» apresentados (ou até posts) e conhecer bem como tudo funciona, muito se pode fazer nas situações do dia-a-dia. Tudo isso pode ser projectado na mente, com base nas aprendizagens do passado, imaginando um comportamento futuro. Quem poderá fazer isso melhor do que o próprio? Qual o melhor momento senão o de ir para a cama e deixar que isso aconteça «naturalmente» até durante o sono, sucess2depois de incentivar o cérebro a funcionar nesse registo? Não se perde tempo nem se reduz o sono porque o mesmo não é contínuo (H). Tem interrupções imperceptíveis e pouco detectáveis, a não ser em electroencefalogramas.

Neste exercício de relaxamento mental e Imaginação Orientada, baseado essencialmente nas constatações da autoavaliação das dificuldades e dos agrados, bem como do diário de anotações, é fundamental consultar tudo o que foi registado durante o tempo das experiências e treinos já efectuados. Cada um pode fazer isso, se estiver bem enfronhado nos meandros da modificação do comportamento. Contudo, no caso de o próprio não poder «arrancar» com todo este processo, a função principal do psicólogo é essa: ser esclarecedor, ajudante, motivante e incentivante.molhar2

Além disso, durante o relaxamento mental, é importante que cada um possa baixar o nível de consciência e sondar o inconsciente a fim de recordar, rever, analisar e compreender o passado para, com humildade, objectividade e realismo, reconhecer os erros, verificar se poderiam ser corrigidos ou evitados. Pode-se assim apreender ou descobrir de que modo cada um, com as suas capacidades, poderia ou poderá enfrentar o futuro. A autohipnose (sono lúcido) ajuda imenso, especialmente se houver, logo no início da prática, um sinal condicional que facilite essa operação. É um processo que convém começar a exercitar de noite, à hora de dormir, mas que se pode prolongar durante o dia e até em vários intervalos que se fazem para não pensar em algo de especial. O exercício de Adolescencia-BImaginação Orientada pode ajudar a ultrapassar os problemas do momento e engendrar formas de actuação para o futuro, baseadas nas experiências passadas que se vão recordando e vivenciando aos poucos.

Como disse pessoalmente que está desempregado e passa grande parte do dia ao computador a tentar descobrir empregos, posso aconselhar que vale a pena escrutinar todos os posts relacionados com este assunto e especialmente os já indicados. A leitura de vários posts publicados neste blog, durante cerca de duas horas ou mais, por dia, pode ajudar a esclarecer os mais cépticos, em relação a muita coisa que se anuncia com espectacularidade, mas que apresenta muitas falhas e, às vezes, nos deixa presos a formulários, ideias e preconceitos largamente confl2espalhados na comunicação social, que se preocupa muito em difundir «aquilo que os utros querem ouvir e ver». Não se preocupa com aquilo que pode ser mais vantajoso para as pessoas, mas sim aquilo que amplia as audiências.

No caso do autor do e-mail acima transcrito, seguramente não poderei dar a ajuda desejada em conseguir emprego, ter mais dinheiro, viver uma vida mais confortável, aliviar o volume de trabalho ou gozar mais férias. Contudo, praticando em casa, todas as noites, tudo o que ficou explicado, pelo menos durante um mês, além da leitura dos livros mencionados, ou dos inúmeros posts espalhados por este blog, isso pode ajudar a «suportar a vida» com menos desconforto e «dar mais ânimo» para a procura duma vida melhor. Para homem2isso, com o imenso tempo que tem disponível, pode gastar inicialmente, pelo menos, duas ou mais  horas por dia, nesta tarefa. Com o ânimo ganho e com uma melhor disposição de espírito, talvez consiga sentir-se menos angustiado. Com este exercício, estará a utilizar automaticamente o reforço do comportamento incompatível. Pelo menos durante esse tempo não estará a pensar nas suas «desgraças». Será um ganho, para poder aliviar a sua ansiedade e depressão. Mesmo depois de conseguir um emprego, estes exercícios, praticados à noite, podem ajudar a enfrentar melhor o dia e as tarefas a executar. Em vez de conseguir apenas suportar as dificuldades, tal como acontece com os medicamentos ou os aconselhamentos, vai poder enfrentar e ultrapassa-las com maior facilidade e desenvoltura, melhorando o seu desempenho.DIA-A-DIA-C

Ao fim de dois meses de prática de tudo o que foi apresentado, mesmo sem assistir a palestras e ter livros para ler, utilizando apenas as informações obtidas neste blog, desafio-o a ver o mapa das autoavaliações e verificar se não diminuiu pelo menos 2 pontos nas dificuldades e aumentou 2 pontos nas boas recordações. Se conseguiu isso, já me dou por satisfeito. Um maior ganho será obtido com o tempo e com a prática habitual, todas as noites. A Isilda (H) conseguiu mais do que isso só com a TEA e mesmo sem a Imaginação Orientada e a autohipnose. Entretanto, posso dizer que alguns dos livros antigos, antecessores dos actuais, existem em algumas bibliotecas, onde os poderá pedir emprestados.Humanismo2

Experimente e verá. Pode ser que mais alguém também siga este conselho. Será, para mim, a gratificação (reforço positivo) com o trabalho que estou a fazer. Fique sabendo que, para elaborar este post, depois do almoço, fechei os olhos e fiz uma sessão de Imaginação Orientada, confortavelmente sentado numa cadeira de balouço e a ouvir as músicas de Nat King Cole. A sua experiência e a divulgação da mesma, em viva voz, poderão servir como modelo de actuação, com reforço vicariante para muitos dos que, nestes tempos, podem estar a necessitar disso.

Como corolário de tudo o que ficou aqui dito, posso resumir que todos procuramos o bem-estar, rotulado-o, geralmente, de Psicopata-B
felicidade. Quando o conseguimos, ficamos satisfeito e obtemos reforço positivo. Quando não o conseguimos ou quando as situações são adversas, tentamos fugir delas e, se conseguirmos, ficamos satisfeitos, obtendo reforço negativo. Quando não conseguimos fugir disso, esbracejamos, culpamos os outros, ficamos deprimidos e frustrados. Geralmente, a acção seguinte é «deixar estar» e tentar aguentar a situação com o consolo dos medicamentos ou dos aconselhamentos caritativos dos outros. Ficamos assim no conformismo com dependência e vício dos medicamentos ou aconselhamentos. E quando eles faltarem? Não entraremos em depressão aprendida? Não seria melhor investir contra aquilo que nos apoquenta, para tentar ultrapassar a situação? De que maneira? Com que meios? Se o instrumento principal com que podemos combater as Imagina-Bdificuldades psicológicas – a nossa cabeça – não estiver em condições, de que maneira poderemos iniciar o combate? Vamos enviar para a frente de batalha os velhos e estropiados? Ou, será melhor treinar alguns bons candidatos para se infiltrarem nas linhas do inimigo e combatê-lo eficazmente? Na guerra de guerrilha faz-se assim. E vimos o resultado, até nas nossas antigas «colónias». Mas, os combatentes têm de estar bem esclarecidos e treinados e os diversos livros, além dos esclarecimentos e treinos, servem para isso.
Com tanto bom candidato a ser escolhido entre os momentos agradáveis que passámos ao longo de vida, o que mais nos falta senão treinar todos para derrotar as dificuldades que nos surgem de vez em quando? Elas nunca deixarão de existir mas, saber combatê-las é um exercício que temos de aprender e manter ao longo do tempo. Psicologia-B
Contudo, a nossa calma e precisão são importantes e, para acertarmos em cheio nos nossos objectivos, temos de estar calmos, reactivos, concentrados e treinados.
No final, pergunto: “Para que serve a Imaginação Orientada”?
Sem ler coisa alguma e sem saber o modo como muitos ultrapassaram as suas dificuldades e «ganharam» uma vida muito melhor, como o Júlio (E), vamos ter bastantes dificuldades para «engrenar no sistema».
Para que não haja falta de apoio com a publicação dos livros, enquanto não se fizerem as palestras, este post vai apresentar diversas capas dos livros antigos que também deram origem a alguns desta colecção, depois de devidamente modificados e actualizados.
Como o livro «AUTO{psico}TERAPIA» (P), explicando detalhadamente todos os procedimentos psicoterapeuticos está pronto para publicação, fico à espera que os interessados me contactem pelo e-mail [mariodenoronha@gmail.com] para a reserva dos exemplares desejados a fim de que este livro esteja disponível quando se fizeram as palestras para os esclarecimentos necessários para a sua utilização adequada, proveitosa e eficaz.

Para facilitar ainda mais a compreensão de todo este arrazoado de ideias e atendendo também aos comentários, sugestões, críticas e pedidos de esclarecimento feitos ao longo do tempo, espero que vá existir em 2017 um novo livro «PSICOTERAPIA… através de LIVROS…» (R) que elucide e oriente os interessados de uma maneira muito precisa, de acordo com os seus interesses e situação específica,  completando a colecção da Biblioterapia com 18 unidades.

Em divulgação…

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Ver também os posts anteriores sobre BIBLIOTERAPIA

É aconselhável consultar o ÍNDICE REMISSIVO de cada livro editado em post individual.

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TERAPIA ATRAVÉS DE LIVROS para a Biblioterapia

PSICOLOGIA PARA TODOS (o antigo)

Para tirar o máximo proveito deste blog, consulte primeiro o post inicial “História do nosso Blog, sempre actualizada”, de Novembro de 2009 e escolha o assunto que mais lhe interessa. Depois, leia o post escolhido com todos os comentários que são feitos. Pode ser que descubra também algum assunto acerca do qual nunca tivesse pensado.

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Vou juntar a seguir um vídeo que me enviaram, como mais uma «maravilha» de técnica psicoterapêutica. Se os procedimentos apresentados são o melhor que se pode fazer, qual a razão de muitos actores e, especialmente, comediantes, se sentirem deprimidos e se suicidarem?

Cá vai o link do vídeo de EFT (tapping) : https://www.youtube.com/watch?v=RC5_fV2x5C4  

Depois de ver esse vídeo, as minhas perguntas são:

  • Esses meridianos não tem «origem» na «cabeça» de cada um?
  • Não é mais rápido, barato e eficaz intervir imediatamente nessa «cabeça» que comanda tudo?Psi-Bem-C
  • As músicas, as conversas e os toques repetidos não funcionarão como sinal condicional para desencadear todo esse processo?
  • E se a «cabeça» não ficar intervencionada o que vai acontecer?
  • Esses procedimentos não funcionarão como sugestões de melhoria, que são feitas pelos mentores, quando os mesmos merecem confiança dos participantes?
  • Não serão sessões semelhantes às de Mesmer que «inventou» o magnetismo e fartou-se de «curar» muita gente de toda a Europa para, anos depois, ir morrer desenganado, mas rico e esquecido, num ducado do Suabo?
  • Para quê os constrangimentos de não poder fazer nada do que é necessário em locais públicos quando existe um Maluco2
    relaxamento instantâneo
    que pode funcionar como relaxante e sinal condicional a todo o momento? O Júlio (E) que o diga!

É bom pensar nisso e expermentar aquilo que se indica neste post para descobrir a diferença.

A minha preocupação de publicar e explicar a colecção dos livros já reformulados, é dar o conhecer o que se pode fazer cómoda e economicamente para manter eficazmente uma bos saúde mental.

AUTOTERAPIA 16

Estava a dar o meu passeio habitual e ia passar pela porta do café, quando o «Conhecido de ontem» com uma outra pessoa, Saude-Bse aproximaram rapidamente de mim, cumprimentaram e pediram para lhes fazer companhia. Como tinha bastante tempo disponível, acedi ao seu pedido e, logo que me serviram o café cheio, o jovem de cerca de 40 anos, que era o tal amigo que tinha de ser ajudado, começou a interrogar-me com uma ansiedade muito grande:

Desculpe ser tão brusco e sem cerimónia, mas estou muito em baixo e quero ver se resolvo as coisas sem ter de ir ao médico e tomar comprimidos, porque não tenho dinheiro para isso, nem os serviços do Estado me ajudam. Além disso, não vou ter dinheiro para medicamentos. Fiz a autoavaliação da minha depressão e parece que não baixa dos 8.Acredita-B
− Meu caro senhor. O seu estado de depressão está muito ligado à ansiedade, que transbordou enquanto esteve a fazer agora a sua intervenção. As indicações dadas no meu último post não lhe serviram?

Fiz tentativas de relaxamento, mas parece que não consigo coisa alguma. Fico quase desesperado.
− Se a sua autoavaliação foi somente relacionada com a sua sensação de depressão, isto é, de se «sentir em baixo», ela não é suficiente. A sua ansiedade pode ser um factor ainda mais importante. Além de escrutinar todas as suas dificuldades e sintomas, também é bom que faça uma lista de coisas boas que lhe foram acontecendo na vida. Não tem Consegui-Bnenhuma? A mesma escala que utiliza para a autovaliação das dificuldades, serve para avaliar as coisas boas, desde que a utilize em sentido inverso. O livro da «AUTO{psico}TERAPIA» (P) apresenta isso. Esta escala também está mencionada no livro antigo da Cristina (L), assim como no caso do Tiago, apresentado no livro da Cidália (C). O importante, é utilizar isso para monitorizar as alterações desejadas e conseguidas.

O amigo do «Conhecido de ontem» exalou um suspiro muito grande e de grande desencorajamento. Por isso, lembrei-me de falar resumidamente num caso recente que relatei por alto, com o qual lidei apenas por e-mail, há várias semanas.
Como podis ser uma situação parecida, disse-lhe que iria transcrever num post a correspondência trocada com uma senhora que não Joana-Bconhecia e que se referia à sua amiga e filho, que também não sei de onde e quem eram:

“Boa tarde, eu fui ao Psicologia para todos, a conselho de uma amiga cujo filho fez terapia com o doutor. Ela disse para relatar o meu problema mas não sei onde fazê-lo. Sei que é melhor fazê-lo lá pois poderá ajudar mais pessoas do que por mail. Mesmo que o meu problema não seja nada de novo, ou diferente…. pelo que os médicos dizem, uma grande depressão, que tem de ser tratada com medicamentos, coisa que não consigo fazer. Acredito que não são os medicamentos que me vão tirar esta infelicidade, angústia e medo constante que sinto. Depressão que já dura há alguns anos, mas neste momento sinto-me no limite, perdida e como se tivesse num buraco de onde não consigo sair. Se me puder orientar onde colocar o meu caso ou se tiver outra sugestão agradeço a ajuda.”Maluco2

A minha resposta à senhora, foi:
Se consultou o blog PSICOLOGIA PARA TODOS deve ter verificado que tem variados posts relacionados com «Depressão», além de «Reforço do comportamento incompatível», «Autoterapia», «Biblioterapia» «Psicoterapia», «Imaginação Orientada» e muitos outros relacionados com estes assuntos. São posts que deram respostas a muitas perguntas que me foram feitas, às vezes, anonimamente, nos Comentários ao blog.
Se essas respostas não satisfizerem a sua necessidade, além de ler alguns livros recomendados e de executar alguns treinos,
faça um comentário em qualquer dos posts
relatando o seu caso.Psicologia-B
Se puder, darei uma resposta, para não ter de ir à consulta ao consultório, cujo número de telefone deve ser do conhecimento dessa sua amiga ou do filho.

Ouvindo o que estava a relatar resumidamente, esse amigo continuou a conversa:

O que é que aconteceu nesse caso?
− Pode ser que a senhora tenha conseguido ou esteja a tentar resolver o assunto sozinha ou que venha à consulta qualquer dia. Muitas vezes, não se consegue pôr um carro a rodar, apenas porque a bateria está fraca ou sem carga. Psicopata-BComo dizia a Cidália (C), um empurrão no carro, com um condutor que o souber conduzir bem, aproveitando inicialmente as descidas e rectas, pode resolver o assunto. Mas, para isso, também o condutor tem de saber o que fazer e ser hábil, maleável e ter bom senso. Muitas vezes, o papel do psicólogo pode ser o de dar o primeiro empurrão e orientar o condutor. O livro de que falo já está publicado.

Mas, o meu problema, é esse. É eu não poder ir à consulta, nem ter dinheiro.
− É por isso que apresentei o caso do Joel no 1º Congresso de Psicologia, em 1979 e o divulguei na brochura «A Psicologia e as Terapias» do CPC, em 1983, e já publiquei livros com os casos de Isilda (H) Cristina, Germana, Januário (L), Cidália (C) e Antunes (B). Também, devido à insistência de muitos amigos, consulentes e comentadores do blog, Depressão-Bpubliquei recentemente o livro BIBLIOTERAPIA (Q) que dá indicações mais precisas sobre a razão de se poder utilizar, na terapia, alguns livros, duma maneira muito económica, cómoda, fácil e eficaz, desde que se sigam algumas orientações que são dadas também em outros livros. Os restantes 16 livros estão apresentados na capa deste livro que dá as orientações principais. O meu propósito de manter os blogs, publicar os livros e fazer palestras para muita gente, é esse: diminuir as consultas individuais e conseguir mais comodidade no tratamento, que pode ser feito em casa, em grande parte, por cada um.

Onde e como é que poderei ir buscar os livros?
− O blog de que falei, além daquele que é exclusivamente dedicado à Terapia Através de Livros, indicam o modo de obter os livros. Se o seu amigo quiser, eu posso trazer-lhe aqueles que eu ainda tiver, ou ele pode enviar-me um e-mail para neuropsicologia-B«mariodenoronha@gmail.com» e dizer-me aquilo que deseja, depois de consultar bem o blog agora mencionado. Nele, estão mencionados também os livros antigos que foram publicados pela Plátano, Escolar, Clássica, Hugin e Calçada das Letras, e que deram origem à nova colecção.

Acha que poderei resolver o meu problema só com livros?
− Pode ser que não, embora não seja impossível. Mas acho que pode compreender e avaliar a sua situação. Além disso, necessita de treino de relaxamento mental, que pode ter de começar pelo muscular e recordar muita coisa boa que aconteceu na sua vida. Por isso, por indicação dos meus antigos alunos do ISMAT e de recomendação de Imagina-B
várias pessoas, além do falecido Joel (G), preparei o livro sobre AUTO{psico}TERAPIA (P) que está pronto para publicação, mas que só vai para a impressora quando houver pessoas que estejam interessadas nele. Tal como a senhora de que falei, deve haver muita gente nestas condições e, no nosso País, as depressões e desequilíbrios congéneres tenta-se «curar» com medicamentos. Suponho que mais de 75% da população está afectada com estes tipos de desequilíbrios.
“Na Inglaterra, apenas desde o início deste século, começaram a terapia low cost «prescrevendo» livros, que são disponibilizados por várias instituições estatais, comunitárias e de solidariedade social. Não sei que livros são, mas eu preparei uma colecção de 17 livros que servem tanto para a psicoterapia feita pelo próprio como para aInteracção-B30
psicopedagogia ou reeducação, desenvolvimento pessoal e compreensão do funcionamento do comportamento humano isoladamente e em interacção com os outros, além dos desequilíbrios que estão associados, muito frequentes, mas que se podem evitar ou minimizar. Contudo, muita coisa se pode evitar com uma «EDUCAÇÃO» adequada, conhecendo as leis do funcionamento do comportamento humano. Foi o que aconteceu com a Joana e seus pais que, em vez de se separarem, voltaram a reunir-se e ter outro filho, que serviu de «laboratório» para a Joana praticar a modificação do comportamento.

Parece que estou mais aliviado! – exclamou, dando um suspiro de alívio.Psi-Bem-C
− Sabe a razão porquê?

Não.
− Sabe o que é «Reforço do comportamento incompatível»?

Não.
− É para isso que servem os livros que escrevi e que estou a rever a todo o momento, citando-os nos diversos posts. Veja isso. Se eu mudei o rumo da sua conversa sobre as suas dificuldades e se está a prestar atenção ao que digo, a sua Difíceis-Bmente mudou de direcção relacionada com a sua ansiedade. É necessário compreender isso e não fazer apenas determinados exercícios como se indicam no ioga, reiki, meditação, MINDFULLNESS ou PSICOLOGIA POSITIVA. Quanto a estes últimos, nos EUA, estão a assediar-me, há meses, com propostas de minha colaboração com eles, entrando para um grupo onde devo pagar uma quantia e adquirir livros. Não necessito disso e, se eles quiserem, que pratiquem o que estou a preconizar, que é muito melhor e com provas dadas, apenas com apontamentos policopiados. Porém, a mente tem de estar incluída nesses exercícios. Se não, nada feito!
“Além disso, como algumas pessoas me disseram que toda esta matéria não era muito fácil de ser apreendida, apresentei à CMS uma proposta de colaboração para poder explicar, gratuita e voluntariamente, tudo isso a grupos de pessoas que podem Organizar-B
beneficiar de modo a não depender de medicamentos que alienam, para resolver os seus problemas de depressão. É uma prática que é muito comum em centros comunitários na Inglaterra, mas aqui, só vejo anúncios espalhafatosos de quase «milagres» que são apresentados em vários programas televisivos e até no facebook. Não falam nos custos financeiros e nos efeitos secundários ou efeitos colaterais de muito daquilo que anunciam, tal como acontece nos medicamentos.

Acha isso mau?
− Acho isso espalhafatoso e propagandístico. Se é tão bom, qual a necessidade de tanta propaganda? A pessoa beneficiada, sem quaisquer pressões ou promessas, iria passando a palavra e dando informações sobre o assunto e Respostas-B30apresentando os seus benefícios. Se a pessoa não conseguir precaver-se dos males que podem sobrevir, pode ficar viciada nos medicamentos ou até na psicoterapia.

E com os livros não existe esse perigo?
− Os livros sérios esclarecem, se não forem aqueles que apenas baixam a ansiedade ou deixam a pessoa com a sensação de que ela é «normal» ou melhor do que os outros. As palestras podem dar informações, esclarecer dúvidas e ajudar a colocar questões novas, tentando obter soluções novas e criativas, a não ser que sejam as de emocionar e criar «grupinhos» que depois são alienados, tornando as pessoas despersonalizadas e irresponsáveis. Os livros adequados, esclarecem devidamente e não baixam apenas a ansiedade temporariamente, como mario-70
acontece com os medicamentos. Também, quando a palavra e a presença do psicoterapeuta passam a ser muito importantes para a redução da ansiedade, o reforço negativo secundário daí obtido, pode viciar, especialmente, se for aleatório.
“Os livros de que falo e que são desta colecção, podem esclarecê-lo quanto a isso. Dão-lhe conhecimentos, exemplos e segurança. O blog que estou a manter para dar apoio às pessoas, também pode exercer temporariamente as mesmas funções, tal como o post relacionado com a autoterapia. Pode ser pouca coisa, mas já é uma ajuda para quem não consegue obter livros nem assistir às palestras. Repare que tanto eu como o meu amigo Antunes, conseguimos fazer uma autoterapia sem qualquer ajuda, a não ser de livros que fomos lendo e algumas conversas que eu tive com ele. Com o Júlio (E) e a Cidália (C), não foi assim, e houve necessidade de algumas sessões. BiblioContudo, a leitura e o treino individual foram bastantes. Com a Cristina (L) foi tudo muito diferente, mas as conversas que mantive com ela, para a esclarecer acerca dos problemas do comportamento, podia tê-las em qualquer ambiente e com muitas mais pessoas → por isso, existe a proposta das palestras. Com a Germana (L) tudo correu duma outra maneira, mas as leituras não faltaram. Com o Januário (L) tive de o dessensibilizar, verbal e «publicamente» quanto ao seu medo relacionado com a psicoterapia, quimioterapia e psicanálise, às quais se tinha sujeitado anteriormente, durante vários anos, com péssimos resultados.

Mas isso pode-se evitar?
− Se houver uma educação adequada, tudo pode ser diferente e haver uma prevenção atempada. Se houver algum «azar», no Humanismo2mundo tempestuoso em que vivemos, a ansiedade provocada por isso, pode ser evitada com uma profilaxia, o que nos pode
manter saudáveis. Contudo, a manutenção dos treinos à noite, é importante e a persistência, além do esclarecimento
necessário, torna-se essencial. Gostaria de transmitir e demonstrar tudo isso nas tais palestras de que falo, a fim de evitar que os desequilíbrios aconteçam desnecessariamente, fazendo com que a pessoa não mantenha uma vida psíquica saudável.
“Aquilo que proponho, tal como dizia o Januário (L), contestando a minha comparação do início da psicoterapia ou Falhas2autoterapia com o procedimento de pôr a trabalhar a máquina de lavar a louça, é um procedimento para pôr a funcionar a máquina de lavar o cérebro. Depois do primeiro mês da prática inicial do relaxamento mental, 5 minutos, antes de dormir, chegam para pôr a trabalhar o cérebro, deixando-nos calmamente no vale dos lençóis, durante todo o resto do tempo, com recordações e ideias boas e inovadoras.                                                        “O próprio cérebro, através dos condicionamentos instalados, fará o resto do trabalho. Para isso, é necessário vasculhar inicialmente no armazém da memória os factos bons que nos foram acontecendo ao longo da vida. Isso também pode ser autoavaliado. É a teoria e a prática da Terapia do Equilíbrio Afectivo (TEA), que foi utilizada com o Joel (G), a Isilda (H) e mais 69 pessoas, com um êxito de melhoria e resolução de dificuldades em 68% dos intervenientes. Contudo, eu utilizo agora aquilo que me parece ainda mais vantajoso e que é um exercício que pratico todas as noites. Três minutos chegam, sem ter de recorrer agora ao diário de anotações, relaxamento muscular e autoanálise. É a Imaginação Orientada (IO), que tem dado resultados de cerca«Educar»-B de 90% e serve para ver e analisar o passado, aprender com ele, discuti-lo e planear o futuro.

Quem me dera ter essas palestras!
− Como julgo que está desempregado, além de estar a procurar emprego, acho que pode utilizar o resto do seu tempo a ler muitos dos posts que estão no blog. Também pode influenciar as pessoas para que o ajudem a conseguir uma instituição ou comunidade que queira apadrinhar estas palestras para conseguir prevenir em vez de apenas tentar remediar as dificuldades psicológicas, com medicamentos. Só quando fizer essas palestras, irei imprimir o livro da Autoterapia (P), se houver gente interessada em o adquirir.
“Quanto a si, enquanto estiver entretido nessa tarefa de procurar desencadear as palestras, sem esperar resultados imediatos e muito visíveis, vai verificar que a sua ansiedade e depressão terão tendência a diminuir. Comece a sua acção Depress-nao-Besperando que não vai dar resultado. Se nada conseguir, será um resultado expectável. Se sair bem-sucedido, será um ganho. É o reforço positivo do comportamento incompatível.

Vou ver se consigo fazer qualquer coisa. Mas, considero difícil.
− Talvez tenha razão mas, posso apresentar-lhe o caso do «Calimero» até em vários outros posts anteriores e posteriores que, sem fazer muito do que poderia ter feito com boas leituras para a compreensão de todo este processo de reabilitação, manutenção do diário e relaxamento mental todas as noites, conseguiu em 4 anos concluir uma licenciatura com boas notas quando antes não conseguia passar além do 11º ano. O meu propósito fundamental, tal como disse na BiblioTerapia (Q), não é apoiar a pessoa a aguentar a dificuldade, justificando muita Stress-Bcoisa, mas ajuda-la a ultrapassar os contratempos da melhor maneira possível e de forma económica em tudo. Para isso, a autoavaliação dele foi muito importante, mas teve de ser «forçada» por mim. Mas, valeu a pena.
“Entretanto, posso afirmar que os exemplos apresentados nos diversos «casos» passados há muito tempo, com bons resultados e a descrição do que cada um fez, servem de modelo ou até identificação, podendo proporcionar reforço vicariante que pode ajudar muita gente a ultrapassar os momentos difíceis, pensando em: “Se ele conseguiu, qual a razão de eu também não ter o mesmo resultado, se não fôr ainda melhor?» “Por isso, insisto que seja persistente, sem ter expectativas exageradas. Podem desiludi-lo se não forem realistas. Tudo isto pode ser bem explicado e esclarecido nas tais sessões. Oxalá que o seu amigo também consiga dar-lhe um empurrão. Entretanto, boa sorte para que descubra um emprego, ao seu gosto.Psicoterapia-B

No fim da conversa que acabamos de ter, comprometi-me a fazer um post de tudo, para que tanto o interveniente como outras pessoas, tal como a senhora de quem falei no início, possam beneficiar das ideias trocadas entre nós. Por isso, é importante que leiam primeiro este artigo sem interrupções e que consultem depois, uma por uma, todas as ligações (links) que fui mencionado neste artigo. Quem não se der a esse «trabalho», se não tiver a sorte de poder assistir a palestras, terá de apreender em consultas individuais. Quantas serão? Durante quanto tempo? Com que custos? Sem esse trabalho, pouco se pode fazer individualmente.
Sem saber o que se passa com o funcionamento do comportamento humano, pouco se pode fazer em molhar2psicologia curativa ou preventiva. Caso contrário, a pessoa fica dependente do psicólogo ou psicoterapeuta se não ficar alienada com os medicamentos. O bom êxito da psicoterapia depende essencialmente de cada um, da sua sinceridade e persistência, além da colaboração que prestar ao psicoterapeuta.Se alguém me disser que é muito demorado e fastidioso ler este post, com todos os seus links, posso concordar e responder que ainda mais fastidioso e demorado foi para mim, pensar nele e escrevê-lo. Já que o estou a fazer gratuita e voluntariamente, tenho, pelo menos, o direito de receber a satisfação ou, falando mais tecnicamente, reforço positivo, com o conhecimento de que existem pessoas que beneficiaram com o mesmo.

Para facilitar ainda mais a compreensão de todo este arrazoado de ideias e atendendo também aos comentários, sugestões, críticas e pedidos de esclarecimento feitos ao longo do tempo, espero que vá existir em 2017 um novo livro «PSICOTERAPIA… através de LIVROS…» (R) que elucide e oriente os interessados de uma maneira muito precisa, de acordo com os seus interesses e situação específica,  completando a colecção da Biblioterapia com 18 unidades.

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