PSICOLOGIA PARA TODOS

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AUTOTERAPIA 16

Estava a dar o meu passeio habitual e ia passar pela porta do café, quando o «Conhecido de ontem» com uma outra pessoa, Saude-Bse aproximaram rapidamente de mim, cumprimentaram e pediram para lhes fazer companhia. Como tinha bastante tempo disponível, acedi ao seu pedido e, logo que me serviram o café cheio, o jovem de cerca de 40 anos, que era o tal amigo que tinha de ser ajudado, começou a interrogar-me com uma ansiedade muito grande:

Desculpe ser tão brusco e sem cerimónia, mas estou muito em baixo e quero ver se resolvo as coisas sem ter de ir ao médico e tomar comprimidos, porque não tenho dinheiro para isso, nem os serviços do Estado me ajudam. Além disso, não vou ter dinheiro para medicamentos. Fiz a autoavaliação da minha depressão e parece que não baixa dos 8.Acredita-B
− Meu caro senhor. O seu estado de depressão está muito ligado à ansiedade, que transbordou enquanto esteve a fazer sua intervenção. As indicações dadas no meu último post não lhe serviram?

Fiz tentativas de relaxamento, mas parece que não consigo coisa alguma. Fico quase desesperado.
− Se a sua autoavaliação foi somente relacionada com a sua sensação de depressão, isto é, de se «sentir em baixo», ela não é suficiente. A sua ansiedade pode ser um factor ainda mais importante. Além de escrutinar todas as suas dificuldades e sintomas, também é bom que faça uma lista de coisas boas que lhe foram acontecendo na vida. Não tem Consegui-Bnenhuma? A mesma escala que utiliza para a autovaliação das dificuldades, serve para avaliar as coisas boas, desde que a utilize em sentido inverso. O livro da «AUTO{psico}TERAPIA» (P) apresenta isso. Esta escala também está mencionada no livro antigo da Cristina (L), assim como no caso do Tiago, apresentado no livro da Cidália (C). O importante, é utilizar isso para monitorizar as alterações desejadas e conseguidas.

O amigo do «Conhecido de ontem» exalou um suspiro muito grande e de grande desencorajamento. Por isso, lembrei-me de falar resumidamente num caso recente que relatei por alto, com o qual lidei apenas por e-mail, há várias semanas.
Como pode ser uma situação parecida, estou a transcrever neste post a correspondência trocada com uma senhora que não Joana-Bconheço e que se referia à sua amiga e filho, que também não sei de onde e quem são:

“Boa tarde, eu fui ao Psicologia para todos, a conselho de uma amiga cujo filho fez terapia com o doutor. Ela disse para relatar o meu problema mas não sei onde fazê-lo. Sei que é melhor fazê-lo lá pois poderá ajudar mais pessoas do que por mail. Mesmo que o meu problema não seja nada de novo, ou diferente…. pelo que os médicos dizem, uma grande depressão, que tem de ser tratada com medicamentos, coisa que não consigo fazer. Acredito que não são os medicamentos que me vão tirar esta infelicidade, angústia e medo constante que sinto. Depressão que já dura há alguns anos, mas neste momento sinto-me no limite, perdida e como se tivesse num buraco de onde não consigo sair. Se me puder orientar onde colocar o meu caso ou se tiver outra sugestão agradeço a ajuda.”Maluco2

A minha resposta à senhora, foi:
Se consultou o blog PSICOLOGIA PARA TODOS deve ter verificado que tem variados posts relacionados com «Depressão», além de «Reforço do comportamento incompatível», «Autoterapia», «Biblioterapia» «Psicoterapia», «Imaginação Orientada» e muitos outros relacionados com estes assuntos. São posts que deram respostas a muitas perguntas que me foram feitas, às vezes, anonimamente, nos Comentários ao blog.
Se essas respostas não satisfizerem a sua necessidade, além de ler alguns livros recomendados e de executar alguns treinos,
faça um comentário em qualquer dos posts
relatando o seu caso.Psicologia-B
Se puder, darei uma resposta, para não ter de ir à consulta ao consultório, cujo número de telefone deve ser do conhecimento dessa sua amiga ou do filho.

Ouvindo o que estava a relatar resumidamente, esse amigo continuou a conversa:

O que é que aconteceu nesse caso?
− Pode ser que a senhora tenha conseguido ou esteja a tentar resolver o assunto sozinha ou que venha à consulta qualquer dia. Muitas vezes, não se consegue pôr um carro a rodar, apenas porque a bateria está fraca ou sem carga. Psicopata-BComo dizia a Cidália (C), um empurrão no carro, com um condutor que o souber conduzir bem, aproveitando inicialmente as descidas e rectas, pode resolver o assunto. Mas, para isso, também o condutor tem de saber o que fazer e ser hábil, maleável e ter bom senso. Muitas vezes, o papel do psicólogo pode ser o de dar o primeiro empurrão e orientar o condutor. O livro de que falo já está publicado.

Mas, o meu problema, é esse. É eu não poder ir à consulta, nem ter dinheiro.
− É por isso que apresentei o caso do Joel no 1º Congresso de Psicologia, em 1979 e o divulguei na brochura «A Psicologia e as Terapias» do CPC, em 1983, e já publiquei livros com os casos de Isilda (H) Cristina, Germana, Januário (L), Cidália (C) e Antunes (B). Também, devido à insistência de muitos amigos, consulentes e comentadores do blog, Depressão-Bpubliquei recentemente o livro BIBLIOTERAPIA (Q) que dá indicações mais precisas sobre a razão de se poder utilizar, na terapia, alguns livros, duma maneira muito económica, cómoda, fácil e eficaz, desde que se sigam algumas orientações que são dadas também em outros livros. Os restantes 16 livros estão apresentados na capa deste livro que dá as orientações principais. O meu propósito de manter os blogs, publicar os livros e fazer palestras para muita gente, é esse: diminuir as consultas individuais e conseguir mais comodidade no tratamento, que pode ser feito em casa, em grande parte, por cada um.

Onde e como é que poderei ir buscar os livros?
− O blog de que falei, além daquele que é exclusivamente dedicado à Terapia com Livros, indicam o modo de obter os livros. Se o seu amigo quiser, eu posso trazer-lhe aqueles que eu ainda tiver, ou ele pode enviar-me um e-mail para neuropsicologia-B«mariodenoronha@gmail.com» e dizer-me aquilo que deseja, depois de consultar bem o blog agora mencionado. Nele, estão mencionados também os livros antigos que foram publicados pela Plátano, Escolar, Clássica, Hugin e Calçada das Letras, e que deram origem à nova colecção.

Acha que poderei resolver o meu problema só com livros?
− Pode ser que não, embora não seja impossível. Mas acho que pode compreender e avaliar a sua situação. Além disso, necessita de treino de relaxamento mental, que pode ter de começar pelo muscular e recordar muita coisa boa que aconteceu na sua vida. Por isso, por indicação dos meus antigos alunos do ISMAT e de recomendação de Imagina-B
várias pessoas, além do falecido Joel (G), preparei o livro sobre AUTO{psico}TERAPIA (P) que está pronto para publicação, mas que só vai para a impressora quando houver pessoas que estejam interessadas nele. Tal como a senhora de que falei, deve haver muita gente nestas condições e, no nosso País, as depressões e desequilíbrios congéneres tenta-se «curar» com medicamentos. Suponho que mais de 75% da população está afectada com estes tipos de desequilíbrios.
“Na Inglaterra, apenas desde o início deste século, começaram a terapia low cost «prescrevendo» livros, que são disponibilizados por várias instituições estatais, comunitárias e de solidariedade social. Não sei que livros são, mas eu preparei uma colecção de 17 livros que servem tanto para a psicoterapia feita pelo próprio como para aInteracção-B30
psicopedagogia ou reeducação, desenvolvimento pessoal e compreensão do funcionamento do comportamento humano isoladamente e em interacção com os outros, além dos desequilíbrios que estão associados, muito frequentes, mas que se podem evitar ou minimizar. Contudo, muita coisa se pode evitar com uma «EDUCAÇÃO» adequada, conhecendo as leis do funcionamento do comportamento humano. Foi o que aconteceu com a Joana e seus pais que, em vez de se separarem, voltaram a reunir-se e ter outro filho, que serviu de «laboratório» para a Joana praticar a modificação do comportamento.

Parece que estou mais aliviado! – exclamou, dando um suspiro de alívio.Psi-Bem-C
− Sabe a razão porquê?

Não.
− Sabe o que é «Reforço do comportamento incompatível»?

Não.
− É para isso que servem os livros que escrevi e que estou a rever a todo o momento, citando-os nos diversos posts. Veja isso. Se eu mudei o rumo da sua conversa sobre as suas dificuldades e se está a prestar atenção ao que digo, a sua Difíceis-Bmente mudou de direcção relacionada com a sua ansiedade. É necessário compreender isso e não fazer apenas determinados exercícios como se indicam no ioga, reiki, meditação, MINDFULLNESS ou PSICOLOGIA POSITIVA. Quanto a estes últimos, nos EUA, estão a assediar-me, há meses, com propostas de minha colaboração com eles, entrando para um grupo onde devo pagar uma quantia e adquirir livros. Não necessito disso e, se eles quiserem, que pratiquem o que estou a preconizar, que é muito melhor e com provas dadas, apenas com apontamentos policopiados. Porém, a mente tem de estar incluída nesses exercícios. Se não, nada feito!
“Além disso, como algumas pessoas me disseram que toda esta matéria não era muito fácil de ser apreendida, apresentei à CMS uma proposta de colaboração para poder explicar, gratuita e voluntariamente, tudo isso a grupos de pessoas que podem Organizar-B
beneficiar de modo a não depender de medicamentos que alienam, para resolver os seus problemas de depressão. É uma prática que é muito comum em centros comunitários na Inglaterra, mas aqui, só vejo anúncios espalhafatosos de quase «milagres» que são apresentados em vários programas televisivos e até no facebook. Não falam nos custos financeiros e nos efeitos secundários ou efeitos colaterais de muito daquilo que anunciam, tal como acontece nos medicamentos.

Acha isso mau?
− Acho isso espalhafatoso e propagandístico. Se é tão bom, qual a necessidade de tanta propaganda? A pessoa beneficiada, sem quaisquer pressões ou promessas, iria passando a palavra e dando informações sobre o assunto e Respostas-B30apresentando os seus benefícios. Se a pessoa não conseguir precaver-se dos males que podem sobrevir, pode ficar viciada nos medicamentos ou até na psicoterapia.

E com os livros não existe esse perigo?
− Os livros sérios esclarecem, se não forem aqueles que apenas baixam a ansiedade ou deixam a pessoa com a sensação de que ela é «normal» ou melhor do que os outros. As palestras podem dar informações, esclarecer dúvidas e ajudar a colocar questões novas, tentando obter soluções novas e criativas, a não ser que sejam as de emocionar e criar «grupinhos» que depois são alienados, tornando as pessoas despersonalizadas e irresponsáveis. Os livros adequados, esclarecem devidamente e não baixam apenas a ansiedade temporariamente, como mario-70
acontece com os medicamentos. Também, quando a palavra e a presença do psicoterapeuta passam a ser muito importantes para a redução da ansiedade, o reforço negativo secundário daí obtido, pode viciar, especialmente, se for aleatório.
“Os livros de que falo e que são desta colecção, podem esclarecê-lo quanto a isso. Dão-lhe conhecimentos, exemplos e segurança. O blog que estou a manter para dar apoio às pessoas, também pode exercer temporariamente as mesmas funções, tal como o post relacionado com a autoterapia. Pode ser pouca coisa, mas já é uma ajuda para quem não consegue obter livros nem assistir às palestras. Repare que tanto eu como o meu amigo Antunes, conseguimos fazer uma autoterapia sem qualquer ajuda, a não ser de livros que fomos lendo e algumas conversas que eu tive com ele. Com o Júlio (E) e a Cidália (C), não foi assim, e houve necessidade de algumas sessões. BiblioContudo, a leitura e o treino individual foram bastantes. Com a Cristina (L) foi tudo muito diferente, mas as conversas que mantive com ela, para a esclarecer acerca dos problemas do comportamento, podia tê-las em qualquer ambiente e com muitas mais pessoas → por isso, existe a proposta das palestras. Com a Germana (L) tudo correu duma outra maneira, mas as leituras não faltaram. Com o Januário (L) tive de o dessensibilizar, verbal e «publicamente» quanto ao seu medo relacionado com a psicoterapia, quimioterapia e psicanálise, às quais se tinha sujeitado anteriormente, durante vários anos, com péssimos resultados.

Mas isso pode-se evitar?
− Se houver uma educação adequada, tudo pode ser diferente e haver uma prevenção atempada. Se houver algum «azar», no Humanismo2mundo tempestuoso em que vivemos, a ansiedade provocada por isso, pode ser evitada com uma profilaxia, o que nos pode
manter saudáveis. Contudo, a manutenção dos treinos à noite, é importante e a persistência, além do esclarecimento
necessário, torna-se essencial. Gostaria de transmitir e demonstrar tudo isso nas tais palestras de que falo, a fim de evitar que os desequilíbrios aconteçam desnecessariamente, fazendo com que a pessoa não mantenha uma vida psíquica saudável.
“Aquilo que proponho, tal como dizia o Januário (L), contestando a minha comparação do início da psicoterapia ou Falhas2autoterapia com o procedimento de pôr a trabalhar a máquina de lavar a louça, é um procedimento para pôr a funcionar a máquina de lavar o cérebro. Depois do primeiro mês da prática inicial do relaxamento mental, 5 minutos, antes de dormir, chegam para pôr a trabalhar o cérebro, deixando-nos calmamente no vale dos lençóis, durante todo o resto do tempo, com recordações e ideias boas e inovadoras.                                                        “O próprio cérebro, através dos condicionamentos instalados, fará o resto do trabalho. Para isso, é necessário vasculhar inicialmente no armazém da memória os factos bons que nos foram acontecendo ao longo da vida. Isso também pode ser autoavaliado. É a teoria e a prática da Terapia do Equilíbrio Afectivo (TEA), que foi utilizada com o Joel (G), a Isilda (H) e mais 69 pessoas, com um êxito de melhoria e resolução de dificuldades em 68% dos intervenientes. Contudo, eu utilizo agora aquilo que me parece ainda mais vantajoso e que é um exercício que pratico todas as noites. Três minutos chegam, sem ter de recorrer agora ao diário de anotações, relaxamento muscular e autoanálise. É a Imaginação Orientada (IO), que tem dado resultados de cerca«Educar»-B de 90% e serve para ver e analisar o passado, aprender com ele, discuti-lo e planear o futuro.

Quem me dera ter essas palestras!
− Como julgo que está desempregado, além de estar a procurar emprego, acho que pode utilizar o resto do seu tempo a ler muitos dos posts que estão no blog. Também pode influenciar as pessoas para que o ajudem a conseguir uma instituição ou comunidade que queira apadrinhar estas palestras para conseguir prevenir em vez de apenas tentar remediar as dificuldades psicológicas, com medicamentos. Só quando fizer essas palestras, irei imprimir o livro da Autoterapia (P), se houver gente interessada em o adquirir.
“Quanto a si, enquanto estiver entretido nessa tarefa de procurar desencadear as palestras, sem esperar resultados imediatos e muito visíveis, vai verificar que a sua ansiedade e depressão terão tendência a diminuir. Comece a sua acção Depress-nao-Besperando que não vai dar resultado. Se nada conseguir, será um resultado expectável. Se sair bem-sucedido, será um ganho. É o reforço positivo do comportamento incompatível.

Vou ver se consigo fazer qualquer coisa. Mas, considero difícil.
− Talvez tenha razão mas, posso apresentar-lhe o caso do «Calimero» até em vários outros posts anteriores e posteriores que, sem fazer muito do que poderia ter feito com boas leituras para a compreensão de todo este processo de reabilitação, manutenção do diário e relaxamento mental todas as noites, conseguiu em 4 anos concluir uma licenciatura com boas notas quando antes não conseguia passar além do 11º ano. O meu propósito fundamental, tal como disse na BiblioTerapia (Q), não é apoiar a pessoa a aguentar a dificuldade, justificando muita Stress-Bcoisa, mas ajuda-la a ultrapassar os contratempos da melhor maneira possível e de forma económica em tudo. Para isso, a autoavaliação dele foi muito importante, mas teve de ser «forçada» por mim. Mas, valeu a pena.
“Entretanto, posso afirmar que os exemplos apresentados nos diversos «casos» passados há muito tempo, com bons resultados e a descrição do que cada um fez, servem de modelo ou até identificação, podendo proporcionar reforço vicariante que pode ajudar muita gente a ultrapassar os momentos difíceis, pensando em: “Se ele conseguiu, qual a razão de eu também não ter o mesmo resultado, se não fôr ainda melhor?» “Por isso, insisto que seja persistente, sem ter expectativas exageradas. Podem desiludi-lo se não forem realistas. Tudo isto pode ser bem explicado e esclarecido nas tais sessões. Oxalá que o seu amigo também consiga dar-lhe um empurrão. Entretanto, boa sorte para que descubra um emprego, ao seu gosto.Psicoterapia-B

No fim da conversa que acabamos de ter, comprometi-me a fazer um post de tudo, para que tanto o interveniente como outras pessoas, tal como a senhora de quem falei no início, possam beneficiar das ideias trocadas entre nós. Por isso, é importante que leiam primeiro este artigo sem interrupções e que consultem depois, uma por uma, todas as ligações (links) que fui mencionado neste artigo. Quem não se der a esse «trabalho», se não tiver a sorte de poder assistir a palestras, terá de apreender em consultas individuais. Quantas serão? Durante quanto tempo? Com que custos? Sem esse trabalho, pouco se pode fazer individualmente.
Sem saber o que se passa com o funcionamento do comportamento humano, pouco se pode fazer em molhar2psicologia curativa ou preventiva. Caso contrário, a pessoa fica dependente do psicólogo ou psicoterapeuta se não ficar alienada com os medicamentos. O bom êxito da psicoterapia depende essencialmente de cada um, da sua sinceridade e persistência, além da colaboração que prestar ao psicoterapeuta.Se alguém me disser que é muito demorado e fastidioso ler este post, com todos os seus links, posso concordar e responder que ainda mais fastidioso e demorado foi para mim, pensar nele e escrevê-lo. Já que o estou a fazer gratuita e voluntariamente, enho, pelo menos, o direito de receber a satisfação ou, falando mais tecnicamente, reforço positivo, com o conhecimento de que existem pessoas que beneficiaram com o mesmo.

Em divulgação…arvore-2

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É aconselhável consultar o ÍNDICE REMISSIVO de cada livro editado em post individual.

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TERAPIA ATRAVÉS DE LIVROS para a Biblioterapia

PSICOLOGIA PARA TODOS (o antigo)

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de Novembro de 2009 e escolha o assunto que mais lhe interessa. Depois, leia o post escolhido com todos os comentários que são feitos. Pode ser que descubra também algum assunto acerca do qual nunca tivesse pensado.

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One thought on “AUTOTERAPIA 16

  1. Conhecido de ontem on said:

    Gostei deste artigo e vou tentar ajudar o meu amigo.

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