PSICOLOGIA PARA TODOS

BLOG QUE AJUDA A COMPREENDER A MENTE E OS COMPORTAMENTOS HUMANOS. CONSULTA-O E ESCREVE-NOS, FAZ AS PERGUNTAS E OS COMENTÁRIOS QUE QUISERES E COLABORA PARA MELHORAR ESTE BLOG. «ILUMINA» O TEU PRÓPRIO CAMINHO OU O MODO COMO FAZES AS COISAS…

AUTOTERAPIA 17

Desculpe estar a mandar um e-mail, mas como não o vi passar pelo café e o «Conhecido de ontem» está fora de Lisboa, desde ontem, nãoBiblio tenho outra solução.
Depois de ter lido com cuidado o artigo «AUTOTERAPIA 16», fui utilizar as instruções do artigo «PSICOTERAPIA 6», de Novembro de 2013.
Quase nada consegui, mas foquei a minha actividade no relaxamento.
O resto, pareceu-me dispensável.
Se o meu mal é a ansiedade, o relaxamento não é o suficiente?
Estou perplexo com todas as instruções.
Pessoas com quem falei, também se mostraram surpreendidas.Saude-B
Pode dar-me apoio com mais alguma explicação?
Vou ficar atento ao seu blogue.
Desculpe este pedido e obrigado pelo incómodo que tiver com a resposta.
Se colocar esta conversa no seu blogue, vou assinar como «Amigo do Conhecido de ontem».

Logo que recebi este e-mail, achei que devia responder, ao correr da pena, porque são dúvidas a esclarecer, coisa que eu gostaria de fazer, em conjunto, com muitas pessoas, nas tais palestras, para elucidar muitas pessoas ao mesmo tempo e responder a outras dúvidas suscitadas na interacção a manter com os participantes.Acredita-B

Como resposta, posso dizer, antes de tudo, por experiência própria, que esta técnica baseia-se no «reforço do comportamento incompatível» e nos pressupostos da Terapia do Equilíbrio Afectivo (TEA) e da Imaginação Orientada (IO), apoiada pela autohipnose, quando possível.

Na TEA, os pensamentos bons e agradáveis não podem coexistir com os desagradáveis. Portanto, pelo menos, enquanto durarem uns, os outros não existirão. Quanto maior for a duração e a quantidade dos pensamentos
ou factos agradáveis, menor será a existência de pensamentos ou sentimentos desagradáveis. Nestes termos, se ocuparmos Consegui-Btodo o tempo com pensamentos agradáveis, os desagradáveis não existirão. Mais simplesmente, enquanto conseguirmos sempre vitórias, as derrotas não ocorrerão.

Se o nosso desequilíbrio é provocado por recordações, factos, pensamentos, sensações ou sentimentos desagradáveis, o interesse da psicoterapia será reduzi-los, se não os conseguir eliminar ou prevenir e evitar. Quais? Como? Quando? Com que meios?

Para isso, temos de fazer um escrutínio e uma avaliação desses pensamentos, sensações ou sentimentos desagradáveis. Joana-BTambém temos de saber a sua magnitude a cada momento para descobrir se eles aumentaram, estabilizaram ou diminuiram com o tempo ou com qualquer coisa que nós fizemos. Quem, melhor do que cada um, pode fazer esse escrutínio, anotá-lo numa lista e avaliando cada um deles? Por exemplo, se uma dor constante nas costas ou uma sensação de abandono que nos desagrada, for passando de 8 para 7 ao fim de um determinado período de tempo, passamos a ter uma medida de melhoria, que quer dizer que o desagrado diminuiu um ponto, ou 10%, numa escala de 11. Por isso, todas as autoavaliações, devem ser feitas sem olhar para as anteriores a fim de evitar enviesamento ou contágio da medição.

Os livros antigos «Depressão? Não Obrigado!» relatando o caso da Isilda (H) apresenta as dificuldades dela. Outro livro,teoria2 «Como “EDUCAR” Hoje» (L), relatando o caso da Cristina, também indica a maneira de conduzir a psicoterapia e as razões e o modo de se modificar o comportamento num determinado sentido.

Uma vez feito o escrutínio e a avaliação ou, melhor dizendo, a autoavaliação desses sintomas, é necessário utilizar um impresso adequado para anotar isso, repetindo essa avaliação todas as semanas, no mesmo dia da semana. Deste modo, utilizando esse impresso, que pode ser feito pelo próprio, consegue-se verificar a evolução desses sintomas.

Como o interesse fundamental e a técnica mais fácil e adequada é o reforço do comportamento incompatível, interessa também pratica2fazer um escrutínio e uma avaliação das coisas boas que nos foram acontecendo durante a vida. Elas existem, mas ficam, geralmente, esquecidas e são difíceis de recordar. Por isso, vale a pena parar para pensar nisso um pouco e anotar tudo, a fim de se fazer também uma autoavaliação, a ser mantida todas as semanas. A diferença real entre os valores destas duas avaliações, deve indicar a diminuição das dificuldades enquanto se tenta aumentar as satisfações. Como se fará isso? Para isso, o relaxamento muscular pode ser o ponto de partida. Começando com os exercícios de contracções musculares fortes e descontrações  súbitas, quando se conseguir ter o corpo cansado, facilmente se pode sentir necessidade de descanso e «abandono». É o momento de tentar descansar e orientar a mente para a recordação de factos agradáveis. Pode não ser fácil, mas é possível. A tecnicas1seguir, é necessário fazer surgir e recordar momentos de agrado, que devem ser constantemente relembrados, esmiuçados e aumentados para ocupar a maior parte do tempo. Para que isso produza bom efeito, é aconselhável que, pelo menos, as primeiras tentativas de relaxamento sejam feitas à noite, à hora de dormir, passadas mais de três horas a partir da refeição.

Quando o tempo e a força das contracções/descontracções necessárias para se conseguir atingir o relaxamento muscular for diminuindo e, consequentemente, se chegar a uma espécie de cansaço e adormecimento, a maior casos2parte do tempo pode ser ocupada com a recordação de momentos agradáveis. O tempo total dessa prática inicial para o relaxamento, pode atingir cerca de uma hora ou, em alguns casos, o sono pode tomar conta da situação. Não existe qualquer mal em dormir. O mais importante, é começar. Também, havendo insónias, o relaxamento muscular pode ser repetido, bem como a recordação de factos agradáveis. Os primeiros tempos são geralmente mais difíceis e desencorajantes. Mas, é necessário persistir, com confiança, não sendo necessário nem contraproducente a pessoa querer enveredar também pela prática da ginástica, desporto, ioga, reiki, alimentação especial ou qualquer outra modalidade do seu gosto.

Depois da prática inicial, quando se conseguir fazer o relaxamento muscular com rapidez, pode-se iniciar o relaxamento mental, para continuar. essencialmente, com a recordação de factos agradáveis. Entretanto, previsão2semanalmente, no mesmo dia, vale a pena utilizar a escala de 11 pontos para fazer a autoavaliação das dificuldades bem como das recordações agradáveis, ficando tudo anotado em impressos adequados. Nas mesmas condições, desde o primeiro dia, vale a pena manter um diário de anotações onde ficarão registados muitos dos momentos bons e maus que cada um for passando. É muito importante manter esta prática, juntamente com o registo das autoavaliações para se poder verificar a evolução real do caso.

Além do diário de anotações, existe também a opção da autoanálise, que tem procedimentos especiais a ser devidamente lidos no post mencionado e mantidos com rigor. É uma ajuda preciosa para se poder recordar Depressão-B
factos antigos ou recalcados. Tanto a autoanálise, como o diário de anotações e as autoavaliações, conjugadas com as datas que deverão ser verificadas, podem ajudar a analisar a situação com objectividade e rigor, podendo ser descoberta nessa coincidência, alguma causalidade das dificuldades do momento.
Com tudo isso, verificou-se alguma melhoria, ou será necessário insistir mais na prática do relaxamento muscular para ter um bom relaxamento mental, isto é, total disponibilidade mental?

Quando se conseguir fazer facilmente o relaxamento mental, vale a pena utilizar a maior parte do tempo para evocar os factos agradáveis, começando até pelos mais insignificantes, para rejubilar com os mais agradáveis. Depois, pode-se «Educar»-Bavançar, recordando as dificuldades e passando a pensar rapidamente nos factos agradáveis, às vezes, com a ajuda inicial das contracções musculares, necessárias para o relaxamento instantâneo. Com essa prática, os factos desagradáveis deverão desaparecer cada vez mais rapidamente para dar lugar à recordação dos factos agradáveis. Enquanto algumas pessoas, conforme a gravidade da situação e dos sentimentos ou dificuldades, podem demorar algumas semanas para atingir este estado, outras podem não conseguir isso durante alguns meses. A prática e a persistência vão ser instrumentos fundamentais para o bom êxito.

Para facilitar tudo isso, uma música ou a recordação dum acontecimento pode ajudar a criar um sinal condicional para incentivar o relaxamento. Quando devidamente associado, tal como acontecia com o cão de Pavlov,  só essa música pode ajudar a relembrar os momentos agradáveis. Falando pessoalmente, as músicas de Nat King Cole fazem-me recordar muitos momentos bons da adolescência e as valsas de Strauss fazem-me ligar a momentos agradáveis muito posteriores. Por exemplo, estou a ouvir agora as valsas de Strauss que irão tocar durante cerca de 2 horas enquanto escrevo. Entretanto, posso dizer que o «Calimero» garantiu-me que essas músicas, nada lhe significavam e que só se dava bem com as de Jason Mraz. Foi a opção dele, tal como «Os Nocturnos» e «O Mar», de Debussy, foram as do meu amigo Antunes. Esses sinais condicionais, clássico e operante, são muito peculiares para cada um e bastante importantes nesta psicoterapia individual.

Uma outra coisa muito importante é a percepção correcta da própria pessoa porque, sem se perceberem bem as psicoterapia2situações, pouco ou nada se poderá resolver. Para isso, o ambiente familiar e a educação são cruciais. Como exemplo, posso dizer que uma senhora, que queria ajudar o filho a ultrapassar as suas dificuldades do primeiro emprego em que o tratavam com pouca deferência, começou por lhe contar que no seu primeiro emprego, ela tinha enfrentado o patrão e ele tinha sido obrigado a ceder imediatamente. É como dizer que o copo está meio cheio ou meio vazio, o que pode ocasionar percepções diferentes que originarão acções consequentes. O que pretendia a senhora? Queria que o filho refilasse e ficasse em risco de ser despedido ou desejava que ele conseguisse mudar o comportamento do seu supervisor? O modo como o filho percebesse a situação seria importante. Porém, se com a «conversa» da mãe, o filho conseguisse entrar em relaxamento instantâneo, educar2e imaginasse enfrentar o supervisor com calma e segurança, pedindo-lhe para repetir a ordem ou a admoestação por não a ter compreendido, talvez o supervisor, confrontado com uma situação inesperada, mas firme, conseguisse «reformular as ideias» e alterar o seu comportamento agressivo. Neste caso, foi o que aconteceu quando o rapaz iniciou a prática do relaxamento. Quando aconteceu uma situação semelhante, o supervisor, sem lhe dar uma resposta, mandou fazer outra coisa e afastou-se. O rapaz, só com este «truque» conseguiu modificar o comportamento do supervisor, sem receio de ser despedido. Se a mãe tivesse algumas noções de psicologia talvez pudesse ajudar melhor o filho, sem necessidade do psicólogo.

Não é uma «receita» para todos, nem para qualquer caso e até poderia não ser para o mesmo rapaz em outras condições ou apoio2com outro supervisor. Cada caso tem de ser estudado e compreendido, avaliando bem toda a situação e descobrindo-se as medidas necessárias. Para isso, é importante que cada um compreenda bem o funcionamento do comportamento humano. Cada um tem de avaliar tudo por si, sendo autónomo e independente. Porém, eventualmente, pode ter a ajuda dum psicoterapeuta, o qual quase nunca o conseguirá acompanhar a todo o momento. Nisso, a Imaginação Orientada pode ajudar imenso porque, depois de ler alguns livros e apreender bem o seu significado, com os vários «casos» apresentados (ou até posts) e conhecer bem como tudo funciona, muito se pode fazer nas situações do dia-a-dia. Tudo isso pode ser projectado na mente, com base nas aprendizagens do passado, imaginando um comportamento futuro. Quem poderá fazer isso melhor do que o próprio? Qual o melhor momento senão o de ir para a cama e deixar que isso aconteça «naturalmente» até durante o sono, sucess2depois de incentivar o cérebro a funcionar nesse registo? Não se perde tempo nem se reduz o sono porque o mesmo não é contínuo (H). Tem interrupções imperceptíveis e pouco detectáveis, a não ser em electroencefalogramas.

Neste exercício de relaxamento mental e Imaginação Orientada, baseado essencialmente nas constatações da autoavaliação das dificuldades e dos agrados, bem como do diário de anotações, é fundamental consultar tudo o que foi registado durante o tempo das experiências e treinos já efectuados. Cada um pode fazer isso, se estiver bem enfronhado nos meandros da modificação do comportamento. Contudo, no caso de o próprio não poder «arrancar» com todo este processo, a função principal do psicólogo é essa: ser esclarecedor, ajudante, motivante e incentivante.molhar2

Além disso, durante o relaxamento mental, é importante que cada um possa baixar o nível de consciência e sondar o inconsciente a fim de recordar, rever, analisar e compreender o passado para, com humildade, objectividade e realismo, reconhecer os erros, verificar se poderiam ser corrigidos ou evitados. Pode-se assim apreender ou descobrir de que modo cada um, com as suas capacidades, poderia ou poderá enfrentar o futuro. A autohipnose (sono lúcido) ajuda imenso, especialmente se houver, logo no início da prática, um sinal condicional que facilite essa operação. É um processo que convém começar a exercitar de noite, à hora de dormir, mas que se pode prolongar durante o dia e até em vários intervalos que se fazem para não pensar em algo de especial. O exercício de Adolescencia-BImaginação Orientada pode ajudar a ultrapassar os problemas do momento e engendrar formas de actuação para o futuro, baseadas nas experiências passadas que se vão recordando e vivenciando aos poucos.

Como disse pessoalmente que está desempregado e passa grande parte do dia ao computador a tentar descobrir empregos, posso aconselhar que vale a pena escrutinar todos os posts relacionados com este assunto e especialmente os já indicados. A leitura de vários posts publicados neste blog, durante cerca de duas horas ou mais, por dia, pode ajudar a esclarecer os mais cépticos, em relação a muita coisa que se anuncia com espectacularidade, mas que apresenta muitas falhas e, às vezes, nos deixa presos a formulários, ideias e preconceitos largamente confl2espalhados na comunicação social, que se preocupa muito em difundir «aquilo que os utros querem ouvir e ver». Não se preocupa com aquilo que pode ser mais vantajoso para as pessoas, mas sim aquilo que amplia as audiências.

No caso do autor do e-mail acima transcrito, seguramente não poderei dar a ajuda desejada em conseguir emprego, ter mais dinheiro, viver uma vida mais confortável, aliviar o volume de trabalho ou gozar mais férias. Contudo, praticando em casa, todas as noites, tudo o que ficou explicado, pelo menos durante um mês, além da leitura dos livros mencionados, ou dos inúmeros posts espalhados por este blog, isso pode ajudar a «suportar a vida» com menos desconforto e «dar mais ânimo» para a procura duma vida melhor. Para homem2isso, com o imenso tempo que tem disponível, pode gastar inicialmente, pelo menos, duas ou mais  horas por dia, nesta tarefa. Com o ânimo ganho e com uma melhor disposição de espírito, talvez consiga sentir-se menos angustiado. Com este exercício, estará a utilizar automaticamente o reforço do comportamento incompatível. Pelo menos durante esse tempo não estará a pensar nas suas «desgraças». Será um ganho, para poder aliviar a sua ansiedade e depressão. Mesmo depois de conseguir um emprego, estes exercícios, praticados à noite, podem ajudar a enfrentar melhor o dia e as tarefas a executar. Em vez de conseguir apenas suportar as dificuldades, tal como acontece com os medicamentos ou os aconselhamentos, vai poder enfrentar e ultrapassa-las com maior facilidade e desenvoltura, melhorando o seu desempenho.DIA-A-DIA-C

Ao fim de dois meses de prática de tudo o que foi apresentado, mesmo sem assistir a palestras e ter livros para ler, utilizando apenas as informações obtidas neste blog, desafio-o a ver o mapa das autoavaliações e verificar se não diminuiu pelo menos 2 pontos nas dificuldades e aumentou 2 pontos nas boas recordações. Se conseguiu isso, já me dou por satisfeito. Um maior ganho será obtido com o tempo e com a prática habitual, todas as noites. A Isilda (H) conseguiu mais do que isso só com a TEA e mesmo sem a Imaginação Orientada e a autohipnose. Entretanto, posso dizer que alguns dos livros antigos, antecessores dos actuais, existem em algumas bibliotecas, onde os poderá pedir emprestados.Humanismo2

Experimente e verá. Pode ser que mais alguém também siga este conselho. Será, para mim, a gratificação (reforço positivo) com o trabalho que estou a fazer. Fique sabendo que, para elaborar este post, depois do almoço, fechei os olhos e fiz uma sessão de Imaginação Orientada, confortavelmente sentado numa cadeira de balouço e a ouvir as músicas de Nat King Cole. A sua experiência e a divulgação da mesma, em viva voz, poderão servir como modelo de actuação, com reforço vicariante para muitos dos que, nestes tempos, podem estar a necessitar disso.

Como corolário de tudo o que ficou aqui dito, posso resumir que todos procuramos o bem-estar, rotulado-o, geralmente, de Psicopata-B
felicidade. Quando o conseguimos, ficamos satisfeito e obtemos reforço positivo. Quando não o conseguimos ou quando as situações são adversas, tentamos fugir delas e, se conseguirmos, ficamos satisfeitos, obtendo reforço negativo. Quando não conseguimos fugir disso, esbracejamos, culpamos os outros, ficamos deprimidos e frustrados. Geralmente, a acção seguinte é «deixar estar» e tentar aguentar a situação com o consolo dos medicamentos ou dos aconselhamentos caritativos dos outros. Ficamos assim no conformismo com dependência e vício dos medicamentos ou aconselhamentos. E quando eles faltarem? Não entraremos em depressão aprendida? Não seria melhor investir contra aquilo que nos apoquenta, para tentar ultrapassar a situação? De que maneira? Com que meios? Se o instrumento principal com que podemos combater as Imagina-Bdificuldades psicológicas – a nossa cabeça – não estiver em condições, de que maneira poderemos iniciar o combate? Vamos enviar para a frente de batalha os velhos e estropiados? Ou, será melhor treinar alguns bons candidatos para se infiltrarem nas linhas do inimigo e combatê-lo eficazmente? Na guerra de guerrilha faz-se assim. E vimos o resultado, até nas nossas antigas «colónias». Mas, os combatentes têm de estar bem esclarecidos e treinados e os diversos livros, além dos esclarecimentos e treinos, servem para isso.
Com tanto bom candidato a ser escolhido entre os momentos agradáveis que passámos ao longo de vida, o que mais nos falta senão treinar todos para derrotar as dificuldades que nos surgem de vez em quando? Elas nunca deixarão de existir mas, saber combatê-las é um exercício que temos de aprender e manter ao longo do tempo. Psicologia-B
Contudo, a nossa calma e precisão são importantes e, para acertarmos em cheio nos nossos objectivos, temos de estar calmos, reactivos, concentrados e treinados.
No final, pergunto: “Para que serve a Imaginação Orientada”?
Sem ler coisa alguma e sem saber o modo como muitos ultrapassaram as suas dificuldades e «ganharam» uma vida muito melhor, como o Júlio (E), vamos ter bastantes dificuldades para «engrenar no sistema».
Para que não haja falta de apoio com a publicação dos livros, enquanto não se fizerem as palestras, este post vai apresentar diversas capas dos livros antigos que também deram origem a alguns desta colecção, depois de devidamente modificados e actualizados.
Como o livro «AUTO{psico}TERAPIA» (P), explicando detalhadamente todos os procedimentos psicoterapeuticos está pronto para publicação, fico à espera que os interessados me contactem pelo e-mail [mariodenoronha@gmail.com] para a reserva dos exemplares desejados a fim de que este livro esteja disponível quando se fizeram as palestras para os esclarecimentos necessários para a sua utilização adequada, proveitosa e eficaz.

Para facilitar ainda mais a compreensão de todo este arrazoado de ideias e atendendo também aos comentários, sugestões, críticas e pedidos de esclarecimento feitos ao longo do tempo, espero que vá existir em 2017 um novo livro «PSICOTERAPIA… através de LIVROS…» (R) que elucide e oriente os interessados de uma maneira muito precisa, de acordo com os seus interesses e situação específica,  completando a colecção da Biblioterapia com 18 unidades.

Em divulgação…

Consultou todos os links mencionados neste post?

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Ver também os posts anteriores sobre BIBLIOTERAPIA

É aconselhável consultar o ÍNDICE REMISSIVO de cada livro editado em post individual.

Blogs relacionados:

TERAPIA ATRAVÉS DE LIVROS para a Biblioterapia

PSICOLOGIA PARA TODOS (o antigo)

Para tirar o máximo proveito deste blog, consulte primeiro o post inicial “História do nosso Blog, sempre actualizada”, de Novembro de 2009 e escolha o assunto que mais lhe interessa. Depois, leia o post escolhido com todos os comentários que são feitos. Pode ser que descubra também algum assunto acerca do qual nunca tivesse pensado.

Para saber mais sobre este blog, clique aqui.

Vou juntar a seguir um vídeo que me enviaram, como mais uma «maravilha» de técnica psicoterapêutica. Se os procedimentos apresentados são o melhor que se pode fazer, qual a razão de muitos actores e, especialmente, comediantes, se sentirem deprimidos e se suicidarem?

Cá vai o link do vídeo de EFT (tapping) : https://www.youtube.com/watch?v=RC5_fV2x5C4  

Depois de ver esse vídeo, as minhas perguntas são:

  • Esses meridianos não tem «origem» na «cabeça» de cada um?
  • Não é mais rápido, barato e eficaz intervir imediatamente nessa «cabeça» que comanda tudo?Psi-Bem-C
  • As músicas, as conversas e os toques repetidos não funcionarão como sinal condicional para desencadear todo esse processo?
  • E se a «cabeça» não ficar intervencionada o que vai acontecer?
  • Esses procedimentos não funcionarão como sugestões de melhoria, que são feitas pelos mentores, quando os mesmos merecem confiança dos participantes?
  • Não serão sessões semelhantes às de Mesmer que «inventou» o magnetismo e fartou-se de «curar» muita gente de toda a Europa para, anos depois, ir morrer desenganado, mas rico e esquecido, num ducado do Suabo?
  • Para quê os constrangimentos de não poder fazer nada do que é necessário em locais públicos quando existe um Maluco2
    relaxamento instantâneo
    que pode funcionar como relaxante e sinal condicional a todo o momento? O Júlio (E) que o diga!

É bom pensar nisso e expermentar aquilo que se indica neste post para descobrir a diferença.

A minha preocupação de publicar e explicar a colecção dos livros já reformulados, é dar o conhecer o que se pode fazer cómoda e economicamente para manter eficazmente uma bos saúde mental.

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