PSICOLOGIA PARA TODOS

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AUTOTERAPIA 18

Quando ontem, antes de me ir deitar, fui ver o e-mail, verifiquei que tinha uma mensagem do Amigo do Conhecido de Ontem mario-70
que, no essencial, entre outras coisas, dizia o seguinte:

“… Depois de ter lido com cuidado o artigo «AUTOTERAPIA 17», e de ter estado a praticar desde há muitos dias as indicações dadas no artigo «PSICOTERAPIA 6», de Novembro de 2013, parece que comecei a ficar ligeiramente mais animado e já fui a duas entrevistas que me deixaram em standby.
Não sei porquê, mas parece que estou mais entusiasmado e com esperanças de poder trabalhar, nem que seja na informática.
Obrigado pelo empurrão que me deu com esse artigo e, logo que o «Conhecido de ontem» regressar a Biblio
Lisboa, tenho de lhe dar as novidades em primeira mão….”

 
Perante este e-mail, fui deitar-me a pensar nas suas causas.
− Se eu não tivesse preparado esse post, ele teria a oportunidade de sentir vontade de continuar com os procedimentos da «AUTO{psico}TERAPIA» (P)?
− Se ele não tivesse praticado, mesmo desanimado e meio a contragosto, esses procedimentos, teria ânimo para prosseguir na busca de emprego, ficando mais entusiasmado em relação ao futuro?Joana-B
− O que me leva a ficar mais animado e a insistir nestes posts, nas palestras e na publicação dos livros, «à
minha maneira», e com as suas explicações?

Com tudo isto na «cabeça» durante os últimos momentos antes de dormir, como sempre, comecei pelo relaxamento mental, que nem chega a durar 2 a 3 minutos.
Devo ter dormido logo, profundamente, mas cerca das 4 da manhã, começaram a surgir na minha mente as reportagens da televisão sobre as pescas e o modo de as terem «deitado abaixo», há mais de um quarto de século, aliciando até os armadores, Imagina-Bcom dinheiro.
Depois, surgiram na minha mente as reportagens sobre a recente proibição da pesca da sardinha e a miséria que se está a criar nos pescadores, que poderiam estar mais felizes sem as medidas contrárias anteriores.

De repente, a mente virou-se para esse quase símbolo nacional – a sardinha − que é bem apreciado até por muitos estrangeiros. Qualquer dia, não poderemos atrair o turismo para a gastronomia da sardinha saborosa pescada nos nossos mares e grelhada à nossa maneira!
Sem querer, cheguei ao paralelismo de preparar o grelhador para a sardinha. Com que cuidado, tempo, paciência e especificidade tem de ser feita essa «operação»! Sem prática, qualquer um não consegue assar sardinhas com o sabor que elas podem ter!

Na sequência destes pensamentos, surgiu-me na «Imaginação Orientada» (J) a imagem do que pode ser praticado com a Consegui-BAutoterapia, desde que cada um conheça o que deve fazer, de que maneira, e insista na execução dos seus procedimentos, tendo a humildade de reconhecer os erros cometidos.

Nessas «divagações nocturnas», apareceu a imagem do meu amigo Antunes (B) a perguntar-me:
Tu não verificaste que até eu consegui fazer isso sozinho, só com a ajuda dos livros e apontamentos e com as «conversas» que mantivemos há mais de uma década? E a Cidália (C) teve pouquíssima ajuda da tua parte.

De facto, tinha razão. O importante, seria ter à mão material escrito, explicar às pessoas o modo de o utilizar e incitá-las a Acredita-B
prosseguir para «levantar os seus ânimos» e insistir na recuperação ou prevenção, ocasionando melhor desempenho e maior equilíbrio emocional, tal como está especificado na «Biblioterapia» (Q). Contudo, o mais importante é escrutinar o passado, ter a humildade de reconhecer os erros cometidos e, com base nisso, descobrir de que modo se poderia não os ter cometido ou se teria sido possível reduzi-los, senão, eliminando-os no futuro.
Pensando bem no assunto depois de acordado, compreendi que as sardinhas são bem assadas, quando manuseadas devidamente, com brasas adequadas. Muito fogo não interessa e pode queima-las. Porém, para conseguir essas brasas e mantê-las bem vivas, é necessária muita prática e algumas instruções e treino inicial. A visão do modo
como tudo isso se faz também pode ajudar muito. É a modelagem.Psicologia-B

A maneira de preparar bem as brasas pode ser conseguida com as instruções dadas em livros, mas também pode ser adquirida com as conversas e eliminação de dúvidas pelo instrutor. Para que servirão as palestras de que tenho falado? E, se os livros estiverem à mão, sendo lidos anteriormente, tudo se pode tornar ainda mais fácil. Depois, é só assar as sardinhas que podem ficar mais ou menos apetitosas de acordo com as habilidades do «assador» e a qualidade das brasas ( o tal relaxamento mental). Nem todos podem ter a mesma aptidão e obter resultados idênticos mas, cada um pode obter o melhor resultado possível de acordo com o seu empenho, embora com uma ajudinha inicial de quem sabe do assunto. O instrutor ou, melhor dizendo, o psicoterapeuta, dependerá sempre e muito da colaboração e empenho do «paciente» ou do Interacção-B30executante para o bom êxito da operação.

No nosso caso concreto, as sardinhas são as ideias, recordações, factos, sentimentos, sensações, emoções do próprio e de mais ninguém. As brasas são o relaxamento mental e a Imaginação Orientada baseada na Terapia do Equilíbrio Afectivo. O psicoterapeuta apenas pode ajudar a transportar as sardinhas e dar indicações para uma óptima assadura em boas brasas. Porém, todo o «trabalho» essencial tem de ser do próprio.

Dar apenas instruções para que as sardinhas sejam assadas duma determinada maneira dizendo que se irá atingir um Maluco2determinado resultado, sem contar com o «engenho e arte» do próprio, pode conduzir a frustrações desnecessárias ou ao descrédito do «negócio» das sardinhas.
Esse «negócio» das pescas e das sardinhas, juntamente com o e-mail, levaram-me a entrar mais profundamente na Imaginação Orientada para escrever este post como resposta ao e-mail acima transcrito, depois de me levantar.

Afinal, estou a ouvir agora as valsas de Strauss que irão tocar durante o tempo que durar este artigo, que desejo publicar logo que puder e estiver pronto.
É uma forma de contribuição que posso dar para ajudar mais pessoas a conseguir melhorar o seu equilíbrio emocional sem Saude-Brecurso a «operações» e «rituais» especiais e quase sem perda de tempo a não ser o do primeiro mês ou pouco mais, para «ganhar coragem e treino» e fim de prosseguir com uma profilaxia a sério.
É esta a minha proposta, quando digo que vale a pena fazer as primeiras palestras com a publicação do livro da AUTOTERAPIA (P), para prosseguir com a publicação de «Eu Não Sou MALUCO» (E) e «Imaginação Orientada» (J) para que as pessoas saibam aquilo que os outros fizeram, conhecendo também os fundamentos da psicoterapia, que já é utilizada por mim, sempre que posso, quase formalmente, desde 1980.

Depois se seguirá a publicação dos outros livros, que foram quase todos reformulados, porque os antigos não estavam ao meu gosto e havia bastantes coisas a acrescentar. Por exemplo, os «casos» da Isilda (H), da Germana, do Januário, da Cristina (L) e do Depressão-B«Mijão» (M) já foram publicados na sua versão antiga, há muito, e podem ser consultados para facilitar a psicoterapia.

Agora, estas linhas ficam a «descansar», tal como o fogo que se vai transformando em brasas para a assadura das sardinhas, porque, depois do almoço, pode ser que surjam quaisquer outras ideias. É sempre bom descansar um pouco depois do almoço, quando possível. Pode ser que eu entre, de novo, em Imaginação Orientada e surja qualquer ideia nova a ser incluída.
Depois do almoço, como não tinha qualquer hipótese de ouvir Nat King Cole, recostei-me numa cadeira confortável, fechei os olhos e comecei a «cochilar» e a lembrar-me das suas músicas, evocando-as para o primeiro plano da consciência. Surgiram muitas ideias, com um sono reparador, que só foi interrompido pela presença de pessoas amigas que me Psi-Bem-Cforam visitar. Nestas circunstâncias, só me podia socorrer da noite.

Quando dormi com esta ideia na cabeça e acordei a meio da noite, deparei, subitamente, com um panorama de ter estado há muitos anos, ao ar livre, perto do Castelo de São Jorge, em Lisboa, onde saboreávamos umas sardinhas muito gostosas, enquanto víamos a habilidade com que os cozinheiros acendiam os grelhadores e controlavam as chamas para ter óptimas brasas para assar as sardinhas. Para isso, eles tinham necessitado apenas de algumas instruções teóricas e apenas a prática necessária para pôr a funcionar as suas aptidões básicas, desenvolvidas com algumas instruções anteriores e a visão daquilo que os mais experimentados ou os seus mestres faziam.
Enquanto estávamos a saborear as sardinhas, tínhamos visto uma senhora mexer nas sardinhas com um receio muito grande. Difíceis-BPara um observador atento, «dava nas vistas». Uma das suas acompanhantes incitava-a a comer sem receios, mas ela respondia que podiam ter toxinas e fazerem mal à saúde. Entretanto, quem a encorajava a comer as sardinhas à vontade, explicava ao conviva ao seu lado que ela era hipocondríaca e que estava a ser medicada para isso. Como as mesas eram corridas e as conversas dos comensais conseguiam ser ouvidas, mesmo que mantidas em surdina, eu tinha ficado atento.
Uma das senhoras segredava à outra que ela também tinha problemas no relacionamento social, especialmente no envolvimento com os outros, sofrendo com noites mal dormidas. Por isso tinham-lhe receitado benzodiazepinas e, se não me engano, estava a tomar o oldacil.

Passado este momento de recordações e de ter dormido bastante bem, quando acordei, lembrei-me imediatamente do Júlio Psicopata-B(E) e do Rui. Eles também estavam a ser medicados, diagnosticados como sofrendo de depressão e ansiedade. Um, porque se sentia abandonado pelos pais, que viviam perto de Coimbra, e ele tinha tido necessidade de estar em Lisboa para estudar, o que na sua terra não podia: o secundário. O outro, sentia-se inferiorizado porque os colegas e superiores o criticavam no trabalho e, o mínimo que lhe podia acontecer, era transpirar abundantemente e sentir-se desmaiar. Ambos tinham tido três recaídas de 6 em 6 meses, sem possibilidades de melhoria e com aumento de medicamentos. Quais os efeitos secundários e nocivos desses medicamentos?
Porém, com a compreensão dos fenómenos da modificação do comportamento humano e do treino a que foram sujeitos, conseguiram descobrir as causas que ocasionavam os seus males. Tiveram de fazer muitas leituras com os apontamentos que havia nessa ocasião e compreender o seu funcionamento para descobrir as causas dos seus problemas, bem neuropsicologia-Bcomo o modo de os evitar ou reduzir.

Se essa senhora estava a ser ajudada apenas com os «maravilhosos» diagnósticos e medicamentos consequentes, como poderiam ser descobertas as causas que provocavam os seus desconfortos?
Seguramente, meia dúzia de consultas não podem resolver o problema sem ir ao fundo da questão que se situa na «cabeça» e na vida passada de cada um. Qual foi a percepção dessa pessoa no ambiente em que esteve inserida e que atribuições foram feitas por ela? E, como é que um medicamento pode descortinar isso, por melhor que seja? Não é o próprio que, com ou sem ajuda, deve fazer as viagens ao passado para descobrir, tanto quanto possível, os cenários e as causas? Quando é que tudo começou? Em que circunstâncias? Quais as razões? O que ficou associado a tudo isso?Organizar-B Para isso, além de saber bastante sobre a psicologia em si e de ter humildade, objectividade e racionalidade para escrutinar as causas, é importante descobrir o modo como os outros conseguiram chegar ao ponto fundamental: origem ou causa do problema, que não se descobre com diagnósticos ou conselhos e muito menos com medicamentos.

Demora muito tempo e exige a colaboração do próprio, além de treino necessário para se poder entrar em relaxamento profundo e fazer as «viagens ao passado» para serem analisadas, às vezes, em muitas etapas, mas com humildade, objectividade e racionalidade suficientes para descobrir a causa. A manutenção do diário de anotações é um ponto fundamental nestes casos, assim como a enumeração e autoavaliação dos sintomas de Respostas-B30descompensação. Ajuda a desenterrar muita coisa escondida que seria dita só nos gabinetes de consulta, durante muitíssimas sessões, porque muita coisa seria «escondida» nos primeiros tempos e em várias situações, para o próprio poder apresentar uma boa imagem. Além disso, só se poderia contar com aquilo de que a pessoa se lembrasse no momento da consulta. O que seria dos recalcamentos e das recordações extra que «acontecem» a todo o momento e que se podem anotar imediatamente? É bom pensar nisso, porque torna a psicoterapia mais eficaz, cómoda e «económica para o próprio», como gracejava o Júlio (E).

Depois, «removendo a causa, desaparece o efeito», que é o tal mal que foi «diagnosticado» e que o medicamento não conseguiu diminuir nem retirar. Em contrapartida, o que pode acontecer, é a pessoa aumentar a dosagem viciando-se nisso ou obter o «Educar»-Breforço secundário negativo aleatório porque os problemas aparentam ficar momentaneamente menores, deixando-nos sem capacidade de raciocinar e reagir em condições «normais». Tudo isto tem de ser inicialmente explicado ao interessado para criar a apetência para a leitura e compreensão dos problemas, além do treino para o relaxamento mental
O que acontece com a autoterapia, é as instruções poderem ser obtidas nos livros, assim como os modelos de outras pessoas que passaram por problemas semelhantes. As explicações iniciais para desencadear todo o processo de compreensão do funcionamento dos mecanismos do comportamento humano e do treino necessário, podem ser dadas nas tais palestras.stress2

Entretanto, comecei a pensar que o meu propósito de dar o conhecer uma técnica tão simples, económica, cómoda e eficaz, utilizando apenas as aptidões de cada um, deveria ser difundida. Há mais de 35 anos que estava a ser experimentada com resultados muito bons. Era muito importante implementá-la e começar a utilizar, agora que a população necessita cada vez mais de apoio psicológico para enfrentar as crises e «render» ou «produzir» o suficiente para desenvolver a economia e a vida social. Mas, de modo algum desejo publicidade. Apenas quero a divulgação e a utilização da ideia. Conseguir isso, será o meu maior reforço positivo: a satisfação que desejo há anos e, por isso, estou a reformular todos os livros. Acho que «mereço» como dizem os anúncios da televisão.psicoterapia2

Fazer psicoterapia apresentando justificações e desculpabilizações, culpando os outros e dando conselhos específicos, deixam a pessoa na dependência do psicoterapeuta. Parece ser uma abordagem mais caritativa, do que solidária em que o psicoterapeuta dá o empurrão inicial e qualquer outro, eventual, necessário para que, com os desencorajamentos iniciais, o processo não pare e prossiga a bom ritmo, para deixar a pessoa autónoma e independente. Para isso, também o próprio tem de ver a sua vida numa perspectiva de realidade e não de fantasia. O recente livro sobre a Biblioterapia (Q) explica isso.

Em divulgação…

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3 thoughts on “AUTOTERAPIA 18

  1. Amigo do Conhecido de ontem on said:

    Dr. Noronha.
    Obrigado por mais este artigo.
    Ontem à noite li-o logo depois de ter vindo de mais uma entrevista.
    Propuseram que ficasse em estágio em informática durante 6 meses.
    Depois disso vão decidir as escolhas que vão fazer.
    Quando me deitei a pensar nas sardinhas, que não como há muito tempo, lembrei-me das esplanadas do Castelo de São Jorge.
    Quando queremos, parece que as ideias ficam a assar nas brasas lentamente.
    Lembrei-me que tenho de dar o melhor possível neste estágio.
    Pode ser que consiga algo melhor depois disso.
    Entretanto não vou desistir de procurar qualquer outro lugar melhor ou até com a prática que vou ganhar na informática.
    Faço este comentário para ser público.
    O meu amigo, Conhecido de ontem, já está em casa e felicitou-me por tudo isso.
    Disse que já estava à espera de resultado semelhante.
    Obrigado por tudo.

    • Antes de tudo, dou-lhe os meus sinceros parabéns pelo pseudoemprego, que bem pode trsnaformar-se num trampolim para novos vôos mais altos. Depende da sua persistência, aproveitamento das oportunidades e prática dos exercícios já iniciados. O Júlio (E) conseguiu isso com facilidade.
      Agora que é capaz de ter tempo e oportunidade de ler alguns dos meus livros, nem que seja durante as viagens, peço-lhe o favor de dar a sua opinião acerca dos mesmos e fazer uma avaliação numérica, numa escala de 11 pontos, de 0 a 10, relacionada essencialmente com 3 vectores:
      1. O assunto tem interesse?
      2. Está apresentado de forma clara?
      3. A linguagem é acessível para todos?

      Os livros antigos relacionados com os casos de Isilda, Cristina, Germana, Januário e «Mijão», além dos que tratam de Psicologia Geral (modificação do comportamento), Psicologia Social, Comportamento Organizacional, Psicopedagogia e Educação (JOANA) foram publicados, há muito nas editoras Clássica, Plátano, Escolar e Hugin.
      Dos novos, já reformulados, pode encontrar os indicados com as letras (A) (B) (C), (D) (Q), todos mencionados no blog [https://livroseterapia.wordpress.com/].
      Mais uma vez agradeço a sua amabilidade e aguardo o seu e-mail em [mariodenoronha@gmail.com]
      M. de Noronha

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