PSICOLOGIA PARA TODOS

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Archive for the month “Outubro, 2015”

AUTOTERAPIA 20

Durante a noite, recebi o e-mail seguinte, que vou reproduzir, por  me ter dado imensa satisfação e porque também me faculta a Bibliopossibilidade de lhe responder, realçando aquilo que é necessário na Psicoterapia, prevenção e profilaxia.

“Senhor Dr. Noronha.
Como o meu amigo «Conhecido de ontem» esteve à sua espera no café que bem conhece e não o viu, pediu-me para lhe enviar esta mensagem. É para lhe agradecer e dizer como me sinto com aquilo que estou a fazer. Disse-me que, para si, é muito importante. Por isso, antes de tudo, muito obrigado.

Como sabe, estou a fazer estágio e nunca me esqueço dos primeiros 15 a 20 minutos antes de dormir para começar com o relaxamento mental embora algumas vezes tenha de iniciar pelo muscular.Acredita-B
Depois vou começando por recordar e pensar naquilo que me aconteceu de bom durante a minha vida e, especialmente, naquilo que está a acontecer agora.
Estou a fazer o estágio mais à vontade do que há uns tempos. Consigo concentrar-me no trabalho e o supervisor que é chefe de todos, tem-se aproximado de mim para verificar o trabalho.
Parece que está a gostar, porque me faz muitas mais perguntas do que aos outros e demora-se mais tempo ao pé de mim, mostrando uma cara de satisfação. Imagina-B
Sei que vai haver pelo menos uma vaga logo depois do fim do estágio. Terei sorte?
Sempre que tenho tempo, leio os seus artigos do blog escolhendo aquilo que me interessa.
Volto para casa cansado mas relativamente satisfeito. Como será o futuro?
Cumprimentos e felicidades no seu trabalho.”

 

Para responder ao seu e-mail e em relação ao seu conteúdo, existem alguns pontos que desejo salientar em Psi-Bem-C
Psicoterapia, prevenção e profilaxia:

  1. Se não houvesse a colaboração do interessado, qual seria o resultado apenas dum aconselhamento? A sua colaboração foi essencial neste caso.
  2. Não foi necessário que o interessado praticasse o relaxamento mental, mesmo que iniciado com o muscular? Quem o poderia fazer por ele? E a sua prática não ajudou?
  3. Não conseguiu fazer isso só com a ajuda das instruções dadas nos diversos posts deste blog?
  4. Talvez o empurrão inicial dado pelo seu amigo «Conhecido de ontem» tenha sido o ponto fundamental e imprescindível Maluco2para iniciar este processo.
  5. Se todo este «trabalho» feito por cada um, todas as noites, durante alguns minutos antes de dormir, for devidamente continuado, não poderá redundar num possível bom emprego dentro de algum tempo?
  6. Se esperarmos alguns meses até o estágio terminar, terei mais alguma satisfação? É uma previsão em Psicologia.

Com aquilo que aconteceu apenas com o Antunes (B), com a Cidália (C), com o Júlio (E) e com o «Calimero» (M) quase que não tenho dúvidas. É importante e imprescindível que cada um actue por si próprio e faça o essencial para conseguir vencer na vida. Alguns chamam-lhe força de vontade, enquanto outros preferem dizer que é sorte. Mas, nada se Psicologia-B
consegue se não se souber aproveitar essa sorte.
Contudo, para se aproveitar bem essa sorte, vale a pena saber como funciona o comportamento humano.
Todos procuramos a felicidade, que é satisfação com aquilo que fazemos. Isto é reforço (positivo). Quando não conseguimos aquilo que queremos, sentimo-nos punidos e procuramos fugir dessa situação. Se tivermos sorte, obtemos reforço negativo.
Contudo, se não conseguirmos fugir da punição, ficamos frustrados e deprimidos, tentando cada um reagir à sua maneira e de acordo com as aprendizagens anteriores, baseadas nos reforços obtidos.
Porém, um dos grandes entraves a uma aprendizagem saudável, pode ser o medicamento que é administrado para que a pessoa Psicopata-Bnão «sinta o peso» da sua desilusão, medo, ansiedade, ou qualquer outro sentimento menos saudável e desejável. O reforço secundário negativo aleatório obtido com isso, por reduzir o estado do desconforto inicial, pode conduzir a uma dependência que é conseguida com o aumento da dosagem do medicamento, que vai actuando com força cada vez menor. Cria-se assim o vício ou a dependência.
Os aconselhamentos caritativos e «compreensivos» atribuindo as culpas aos outros ou à sociedade em si, justificando o comportamento do interessado, sem reacção positiva e construtiva ao desequilíbrio, podem fazer
um efeito semelhante. Até pode acontecer isso com algumas psicoterapias que nunca mais têm fim.
Se a aprendizagem tiver sido a de não conseguir fugir ao castigo, por mais tentativas que sejam feitas, podemos entrar em Depressão-Bdepressão aprendida que nos pode deixar completamente prostrados e insensíveis a tudo. Não sei se a nossa abstenção actual nas últimas eleições tem essa componente, com a aprendizagem que foi feita durante os últimos 40 anos, depois duma grande expectativa, durante quase meio século, de dias melhores. Será isso ou o nosso comodismo habitual?
A única possibilidade de sair deste ciclo vicioso é reagir, apreendendo alguma coisa sobre o funcionamento do comportamento humano isolado e em interacção com os outros. Para isso, existem os 17 +1 livros que foram enquadrados na colecção da Biblioterapia. Todos têm a sua finalidade nos campos da Psicopterapia, Psicopedagogia, Psicologia Social e Desenvolvimento pessoal.Acredita-B

Para um leigo na matéria, pode não ser fácil apreender e compreender tudo só com a leitura e sem qualquer explicação complementar. Para isso, já fiz a minha Proposta de Colaboração. É para responder pessoalmente e, se possível, com a apresentação de «casos», a todas às diversas perguntas que devem bailar nas cabeças dos diversos intervenientes. A Cidália (C) também teve muitas dúvidas e desencorajamentos no início da sua psicoterapia mas, com um empurrão bem dado pelo seu «tio», tudo correu pelo melhor.
Soluções existem, mesmo que não se consigam as «famosas» consultas de Psiquiatria e as «distantes» consultas de Psicologia Interacção-B30ou Psicoterapia. Cada um tem de se «movimentar» para conseguir isso. Além disso, tem de se treinar e ser persistente, possivelmente, antes que se desequilibre. Sei que é muito difícil mas, posso garantir que não é impossível, com provas dadas e muitos exemplos.

O meu intento de divulgar essas noções num blog pessoal que posso controlar e difundir através do facebook, é exactamente esse. A preocupação de reagrupar, remodelar e aumentar com acrescentamento de novos «casos» os livros anteriormente publicados, também foi essa.
Posso dizer que, se continuar com o «espírito» que parece estar a ter agora, não se descurando no treino que tem de iniciar Difíceis-Btodas as noites, pode ir longe. Será, contudo, útil e muito vantajoso manter, pelo menos, um diário de anotações, para poder fazer as suas sessões de Imaginação Orientada (J) com bastante proveito.

O meu intento de conseguir publicar o mais depressa possível o novo livro «AUTO{psico}TERAPIA» (P) é o de proporcionar a todos os interessados um guia global para poderem orientar numa profilaxia proveitosa e eficaz, de forma autónoma e independente, como queria o Joel (G). Este livro, resume  tudo aquilo que vale a pena fazer e fornece a bibliografia necessária para os mais exigentes poderem ter as explicações necessárias sobre esta psicoterapia que já deu mais de 90% de sucesso nos diversos casos que foi aplicada.mario-70

Como corolário de tudo o que disse, posso acrescentar que uma EDUCAÇÃO cuidada e proporcionada com o conhecimento das leis do comportamento humano pode mudar muita coisa na vida das pessoas e até de famílias inteiras, como aconteceu no caso da JOANA. Com as suas traquinices, reduzidas em tempo oportuno e com toda a sua colaboração, conseguiu-se «re-unir» os pais que se iam «des-unir» por causa disso. Foi uma compreensão clara da situação, com exemplos práticos, que deu origem a tudo isso. Espero que mais famílias possam fazer o mesmo, evitando o enorme desequilíbrio psicológico que se evidencia nas sociedades «chamadas» modernas, Joana-Bcivilizadas e desenvolvidas. Em quê? Só no aspecto pecuniário e de bens materiais? O fosso cada vez maior entre ricos e pobres não conta? A interacção entre as diversas entidades humanas e territoriais é saudável? A felicidade interior das pessoas não conta? O bom entendimento interpessoal fica para segundo plano? Como se alimentam as guerras? Quem as incentiva e alimenta? Quem ganha com isso? Que tipo de mundo vamos deixar aos nossos vindouros?

Para facilitar ainda mais a compreensão de todo este arrazoado de ideias e atendendo também aos comentários, sugestões, críticas e pedidos de esclarecimento feitos ao longo do tempo, espero que vá existir em 2017 um novo livro «PSICOTERAPIA… através de LIVROS…» (R) que elucide e oriente devidamente os interessados, de uma maneira muito precisa, de acordo com os seus interesses e situação específica, completando a colecção da Biblioterapia com 18 unidades.

Saude-BEspero que tenha uma vida mais feliz, com uma boa família e um novo emprego ao seu gosto.

Em divulgação…

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Ver também os posts anteriores sobre BIBLIOTERAPIA

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TERAPIA ATRAVÉS DE LIVROS para a Biblioterapia
PSICOLOGIA PARA TODOS (o antigo)

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ELEIÇÕES 2015

Ontem, enquanto via e ouvia na televisão as últimas propagandas falaciosas, emocionais, entusiásticas  e maledicentes dos diversos partidos políticos, lembrei-me que hoje seria o dia da reflexão.Imagina-B

Por isso, quando me fui deitar, depois da meia-noite, quis entrar em Imaginação Orientada (J) para rever o meu percurso de vida. Quase não tive tempo de espera para entrar numa agradável sonolência que me levou a recordar os meus 40 anos sob o detestável regime de Salazar, secundado, miseravelmente pelo Marcelo.
Se o seu regime serviu para colocar as finanças em ordem, ao fim dos seus primeiros 10 anos, devia ter treinado gente capaz de assegurar uma boa governação. E era possível em qualquer parte do território.
Devia ter tentado melhorar a governação nos territórios ultramarinos, sem os transformar em «colónias», imitando
espuriamente os restantes países da Europa. Que potencial seríamos hoje, em todos os continentes, com a inclusão do Brasil! E Acredita-Bque respeito iríamos merecer de todo o mundo!
Ele devia ter admitido e até incentivado ideias diferentes das suas, para melhorar o tecido político nacional, sem o transformar monoliticamente num partido único.

Lembrei-me dos padres que, do alto dos púlpitos, dizem quase literalmente: “Faz o que eu digo e não faças o que eu faço”. Contudo, parece que esta é a regra mais comum em quase todas as religiões ou pseudorreligiões e cultos religiosos, em que se verifica o aparecimento de casos de pedofilia e o enriquecimento dos seus Bibliodirigentes, que vivem com todo o fausto. E nos partidos políticos? Felizmente, parece que o Papa Francisco está a divergir destas ideias, atitudes e comportamentos.

Recordando toda a revolta que tinha albergado em mim contra esse regime, lembrei-me da minha satisfação com o «25 de Abril» e da desilusão que comecei a ter desde 2 de Maio de 1974.

Depois das primeiras euforias, todos queriam para si aquilo que era dos outros, sem se preocuparem em saber se era justo, equitativo, necessário e para o bem comum. Assim, com o aparecimento dos primeiros partidos políticos legais, depois da «famosa» União Nacional, todos «arrotavam» a democracia a cada instante, dando-lhe adectivações Consegui-Besquisitas, como se a democracia não fosse única e essencialmente orientada numa governação baseada na vontade popular, descoberta com a sua expressão pela maioria. Foi o que a Grécia nos «ensinou» em tempos….

Desde quando é que tivemos isso, sem ser através das ideias ou ideologias dos chamados líderes que começaram a surgir de diversos aglomerados de pessoas interessadas em manter os seus privilégios, senão aumentá-los, além de proteger os que os apoiavam, dando-lhes também alguns benefícios para os manter na mesma esfera política e sob a sua dependência?

Deste modo, começou o clubismo dos partidos que mais se interessaram em fortalecer o «poder» dos seus líderes, Saude-B
arrebanhando para a sua esfera os diversos e inúmeros apoiantes que se limitam a seguir o chefe ou a «beber» as suas palavras, sem qualquer sentido crítico.

Tudo isto se reflecte nos anúncios radiofónicos e televisivos, se não forem os mesmos a «inquinar» a política partidária com os seus comentadores e opinadores. Tinha acabado de ver uma locutora com um decote muito generoso, como o Mourinho a aparecer com a sua filha. Seguir esses modelos, obtendo deles reforço vicariante é muito mau para a personalidade de cada um. Usar um decote avantajado, cortar o cabelo dos dois lados da cabeça deixando uma poupa por cima, vestir calças de boca-de-sino, ou ter qualquer outro comportamento Psicologia-Bporque cada um gosta dele e o acha correcto, pode ser bom. Mas, fazer qualquer dessas coisas só porque os outros fazem, ou porque alguns dizem que é moda, sem qualquer sentido crítico, mostra uma dependência deplorável numa personalidade imatura, sem qualquer autonomia e, provavelmente, inferiorizada. É uma espécie de «Maria-vai-com-as-outras». E quando as «Marias» e as «outras» forem muitas, entra-se no domínio da multidão anónima que não sabe o que faz, tornando-se irresponsável. É o que parece acontecer com as claques de futebol e as multidões que se aglomeram nas diversas festividades e festanças. Qual o resultado? Não acontecerá o mesmo nas seitas religiosas? Se não, qual a razão dos desfechos de suicídios e outros acontecimentos que são muitas vezes anunciados espectacularmente, sem ninguém se importar em prevenir factos Joana-Bfuturos semelhantes?
Por este motivo, é extremamente importante ter muito cuidado com as psicoterapias, para que os «pacientes» não fiquem
dependentes
do psicoterapeuta. E, com que resultados ou efeitos secundários ou colaterais?

Tudo isso pode ser tão facilmente reduzido com uma profilaxia em que a «EDUCAÇÃO» dada em casa pressuponha o conhecimento mínimo de algumas normas do funcionamento de Psicologia do indivíduo isolado e em interacção com a sua sociedade!
Pode-se facilmente ajudar as pessoas a terem a sua personalidade devidamente estruturada, com autonomia, independência e Interacção-B30criatividade. Se quisermos que exista uma democracia, temos de fazer os possíveis para que isso aconteça. Para construir uma democracia, é necessário que todos estejam num estado de espírito em que a pessoa seja autónoma, independente, com vontade própria, desejando que a sua sociedade se conduza duma determinada maneira, sem menosprezar ou prejudicar quaisquer outros que pensem de forma diferente, mas tentando chegar a uma confluência de ideias em que se colabore para o bem de TODOS ou, pelo menos, da maioria. Para isso, é necessário que exista a noção de solidariedade, equidade e humanismo. Isso, até se vê em muitas sociedades de animais que são consideradas por nós, irracionais.
Nessas sociedades, conseguem-se descobrir «muito ricos» e «muito pobres» que vão aumentando cada vez mais, à custa de mario-70
quase todos os restantes, que vão ficando cada vez menos remediados, até chegarem quase à miséria e indigência? Que tipo de sociedade humana queremos construir? Que herança vamos deixar para os nossos vindouros?

Para que as vontades da maioria sejam postas em prática, temos de indicar executores que serão por nós nomeados e que, ao longo dos tempos, irão dialogando com os líderes dos grupos de vontades diversas, para se chegar a uma solução satisfatória para a maioria. Por isso, é imprescindível dar a cada um desses grupos uma possibilidade ansolutamente equitativa ou igual de comunicar as suas ideias e propostas. Todos serão candidatos, em igualdade de circunstâncias. Cada um destes agentes, a liderar o seu grupo, deve fazer uma análise da sociedade do momento, analisando-Organizar-Ba de forma lúcida, racional e objectiva, segundo o seu ponto de vista, propondo medidas adequadas e exequíveis, sem se preocupar em menosprezar e achincalhar qualquer dos outros «colegas». Não são necessários espectáculos de prestidigitação, de ilusionismo ou quaisquer outros para «espantar o burguês» crédulo, que se pretende atrair para a sua esfera de influência. Basta informar e divulgar. O eleitor, sendo todos os candidatos tratados com igualdade e descobrindo-se o seu passado, deve ter a lucidez suficiente para se aproximar do projecto que mais lhe interessa. Se não, irá adquirir gato por lebre para depois se arrepender, talvez amargamente.
Na sociedade humana, isso só se pode fazer expressando a vontade através do voto que deve ser consciente, sem ideologias espúrias, de acordo com as conveniências de cada um e com a colaboração de todos.Maluco2
Portanto, votar é uma obrigação, um dever e não apenas um direito.
Timor, no momento da sua independência, deu-nos a lição que podemos muito bem seguir. Quem não votar vai, seguramente, prejudicar o seu semelhante porque pode não ficar satisfeito e ter de se preocupar apenas com posteriores manifestações e greves que se poderiam evitar, se tudo corresse, mais ou menos, sobre rodas. E é possível, pelo menos, começar a implementar este sistema com toda a aprendizagem que fizemos nos últimos 40 anos.

Em divulgação…arvore-2

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