PSICOLOGIA PARA TODOS

BLOG QUE AJUDA A COMPREENDER A MENTE E OS COMPORTAMENTOS HUMANOS. CONSULTA-O E ESCREVE-NOS, FAZ AS PERGUNTAS E OS COMENTÁRIOS QUE QUISERES E COLABORA PARA MELHORAR ESTE BLOG. «ILUMINA» O TEU PRÓPRIO CAMINHO OU O MODO COMO FAZES AS COISAS…

ROUBOS AFECTIVOS 2

Sr. Dr. Noronha
Ontem estive no café a ver se o via passar por lá, como habitualmente.Biblio
Como não o vi, vou dar algumas notícias de interesse.
O meu amigo, o Felício, já sabe que vai trabalhar temporariamente durante um ano na empresa onde está a fazer o tal estágio/formação.
Ele sente-se muito melhor e vai constantemente ao seu blogue para ler coisas que lhe interessam.
Em conversa com o seu formador, com quem está a manter um bom relacionamento, soube que o filho dele, de 9 anos, está a «furtar» umas coisas de casa. Antigamente eram canetas, bugigangas que desapareciam. Agora chegou ao dinheiro e a mãe deu por isso, por acaso, quando tinha uma certa quantia na carteira.
O Felício, que visita muito este blogue, foi a este artigo e ficou confuso. Ele quer ajudar o pai do rapaz a ver se consegue resolver
mario-70o problema sem ir aos psicólogos que são caros e quase indisponíveis.
Como tem um dia de folga à sua escolha, ele desejava falar consigo para lhe pedir mais uma ajuda.
Quando é que poderá ser? Ele tem de escolher o dia.
Se o puder ajudar, eu também vou ficar muito satisfeito, já que nem temos disponibilidade para comprar livros quanto mais para consultas e o problema pode agravar-se.
Já sei que os conselhos que são dados na televisão e nos jornais podem ser contraproducentes.
O Felício está muitíssimo satisfeito e ele vai estar atento a este “Mãozinhas que «roubam»” para obter a sua resposta.Joana-B
Já sabe que o senhor prefere comentários aos emails porque abrange muito mais gente.
Mais uma vez obrigado.
Conhecido de ontem.

Resposta ao comentário do «Conhecido de ontem» submetido em 2015/11/20:

Ontem, não pude passar pelo café porque tive de fazer exames médicos de rotina.
Como na próxima semana estarei disponível, poderemos falar.Psicologia-B
Dessa conversa, para abranger mais gente, irei fazer um novo post intitulado “Roubos afectivos 2” .
Entretanto, peço que o Sr. Felício consulte todos os posts relacionados com reforço negativo, vicariante e do comportamento incompatível.
Estarei ao vosso dispor logo depois das 9 horas.
Bom fim-de-semana.
M. de Noronha

Quando passei pelo café habitual, o Sr. Felício veio ao meu encontro para me convidar a entrar e sentar-me à mesa com ele. A conversa mantida foi, resumidamente, mais ou menos a seguinte:Interacção-B30

F.: Já consultei os artigos relacionados com os reforços vicariante, negativo e do comportamento incompatível. Para mim, estão mais compreensíveis do que o das Mãozinhas que «roubam»”.
M.N.: Esse post foi elaborado, há muito tempo, para dar resposta a uma bloguista brasileira que se apresentava como psicóloga e dava conselhos. Passado algum tempo, disse que ia cursar Direito, em Minas Gerais. Contudo, o seu blog estava também cheio de produtos cosméticos e de apresentação de trabalhos de estética. De facto, não sei quem era e a que é que se dedicava, mas falava numa linguagem que se utiliza em psicanálise e em interpretações psicológicas, tal como fazem muitos parapsicólogos e astrólogos. É um assunto que não me diz respeito.Imagina-B

F.: Fiquei confuso, mas parece que percebi. O que me interessa agora, é saber se poderei dar algum apoio ao meu formador, com quem estou a dar-me muito bem e pode servir-me de aliado para o futuro. Ele é quadro superior e muito bem colocado na empresa. O filho dele começou por fazer desaparecer umas canetas e pequenos presentes que os pais compravam quando eram baratos para servirem de presentes de Natal, aniversários, etc. Parece que os tirava e vendia ao desbarato, aos amigos. Agora que tirou algum dinheiro da carteira da mãe, deram com o caso porque as finanças estão muito apertadas. 
M.N.: Já compreendi. Em psicologia chamam-lhes «Roubos afectivos». Existem muitos psicólogos que aconselham a comprar um cão ou um gato para fazer companhia à criança, isto é, aumentar-lhe a afectividade. Não sei como. Se tentarmos Saude-Cresolver ou minimizar a situação com a companhia de cães, gatos, etc. e se as crianças obtiverem algum alívio para o seu desconforto, podemos deixa-las na dependência dessas coisas. É o mesmo que acontece com as drogas e o álcool. Também existem alguns idealistas que dizem que brincar com as guerras (D) torna as crianças imunes às guerras de verdade. São ideias com as quais não alinho de modo algum.

F.:Então, qual a solução a ser adoptada?
M.N.: Não é fácil nem rápida. Leva muito tempo e exige o envolvimento dos pais. Para isso, também eles têm de saber alguma coisa sobre Psicologia, como ciência e não como uma forma de dar conselhos e fazer interpretações. Exige acção e, às vezes, sacrifício e persistência. Isto quer dizer que, depois de analisado o caso em si, às vezes com provas psicológicas, será possível descobrir a causa dos efeitos que não nos interessam, isto é, furtar dinheiro ou outras Acredita-Bcoisas. Geralmente, nestes casos, se o comportamento dos pais for modificado, o efeito de furtar dinheiro ou outras coisas pode ser alterado.

F.: Como é que se pode fazer isso na prática?
M.N.: Antes de tudo, é essencial compreender que, se não for, de facto, falta de dinheiro, esses roubos podem querer dizer qualquer outra coisa. Se a criança não tiver contacto e envolvimento suficiente com os pais, tal como os diversos exemplos que dei no livro «PSICOLOGIA PARA TODOS» (F) e expliquei isso em muitas consultas, podem acontecer coisas que resumi no livro da JOANA (D). Essa insatisfação (ou falta de satisfação) sentida pela criança pode funcionar como punição que a criança deve querer evitar ou aliviar. Se a criança chegar a sentir que os pais ligam Consegui-B
mais importância ao dinheiro ou aos presentes do que a ela, pode sentir-se punida e, como compensação, querer ficar com dinheiro ou presentes, à semelhança dos pais. Com este procedimento, pode sentir algum alívio na punição, o que se traduz em reforço secundário negativo, tal como fazem os alcoólicos que bebem, só para «afogar as mágoas». Se este comportamento for continuado, pode ser viciante e conduzir o indivíduo a ter comportamentos de se apropriar de muitas coisas mais. Não julgue que os comportamentos dos corruptores e dos corruptos, daqueles que querem o poder a todo o custo, dos que querem enriquecer de qualquer maneira, não começam a ser formados a partir destas idades. Temos muitos exemplos disso. Depende também do comportamento dos pais, dos modelos que eles proporcionam, dos reforços que eles vão dando ao longo da vida e das oportunidades que os próprios vão tendo com esses reforços, obtidos a partir de alguns sucessos e insucessos. É a moldagem do comportamento.Maluco2

F.: Isto é complicado. Então, o que é que se deve fazer?
M.N.: Não lhe pedi para consultar alguns posts? Com essa consulta, deve ter conseguido deduzir que a companhia dos pais e o envolvimento familiar são muito importantes para a criança, especialmente quando ela está a formar ou estruturar a sua personalidade. Ela vê os exemplos caseiros e os conceitos dimanados pelas acções dos pais e pela sociedade. Se a criança estiver bastante tempo com os pais, conversar com eles, conseguir apresentar as suas dúvidas, obtendo os esclarecimentos que lhe interessam com esse envolvimento, não ficará na dependência dos colegas ou dos mais velhos que lhe prestem, eventualmente, alguma atenção (F). Em qualquer momento da Psicopata-Cnossa vida, procuramos ser bem-sucedidos e apreciados por outros. Chamam-lhe hoje em dia autoestima, o que me parece duvidoso. Com o convívio que é necessário manter nestas condições, com troca de impressões e de informações, os pais podem ficar a saber muita coisa acerca dos filhos, da mesma maneira como os do grupo conseguem descobrir. Quais são as suas companhias? Que actividades lúdicas ou desportivas praticam? Quem são os instrutores? Qual o seu relacionamento com eles? Quais as suas ideias gerais sobre a moral e a sociedade? Tudo isso tem importância no convívio com os filhos. Repare que todas as crianças, como qualquer de nós, querem ser felizes. Procuram a felicidade e, se não a sentirem dentro de casa, irão procura-la fora dela. Neste aspecto, a necessidade de ser bem aceite pelos outros é importante, o que pode conduzir à entrada em grupos que podem não ser os mais adequados. Essa força de afiliação pode deixa-los «amarrados» a grupos que não interessam, dos quais passa a Depressão-B
ser difícil sair e dos quais os pais podem desconhecer a existência se não tiverem um bom contacto e convivência com os filhos. Essa força de afiliação que une todos, até pode ser utilizada, em muitos casos, para fazer chantagens e até para formar grupos de interesses ou de combate. Verifica-se isso muito nas sociedades chamadas «civilizadas», mas com grandes desníveis sociais e falta dum autêntico convívio familiar. Contudo, muitas vezes, as profissões dos pais deixam-nos tão absorvidos que não prestam a mínima atenção aos filhos e cumulam-nos de dinheiro e presentes como compensação. Também existem famílias em que os pais necessitam de ter uma vida social intensa, deixando os filhos quase desamparados ou ignorados nas mãos de outros (F). Quando o bom convívio familiar não acontece, a maior parte das vezes, a procura para formar grupos com indivíduos em condições semelhantes é inevitável, o que pode começar pelos «roubos afectivos».Psi-Bem-C

F.: Como se poderá combater isso na prática?
M.N.: Antes de tudo, os pais têm de manter com os filhos um relacionamento agradável, amistoso, permanente e estável. Querer saber dos trabalhos escolares dos filhos, das suas amizades, das horas de lazer, das comunicações que eles estabelecem e muitas outras coisas do género, têm de ser o objectivo principal sem, contudo, invadir a sua privacidade. Este conjunto de acções, pode melhorar a comunicação entre gerações de culturas diferentes como as de antes e depois do computador, dos telemóveis e dos concertos ao ar livre. Quanto maior a força de afiliação a ser formada e mantida em casa, maior a possibilidade de «conhecer» o «outro» − os filhos Difíceis-B− e maior a coesão na própria família. Com isso, julgo que a maior parte das causas que levam aos tais «roubos afectivos» podem ficar desmanteladas. Se não for isso, julgo que só os especialistas podem dar algum apoio estudando bem todo o caso, englobando o relacionamento familiar.

F.: Quer dizer que as consultas são necessárias.
M.N.:Não digo que sejam necessárias em todas as situações, por razões muito simples. Também é por isso que mantenho este blog e, com a experiência clínica de mais de 40 anos, estou a reorganizar, remodelar e ampliar tudo o que publiquei, que não ficou ao meu gosto e que fica agora englobado numa colecção de 17 livros que me parece bastante útil tanto em psicologia geral, como em psicoterapia, psicopedagogia e psicologia social. Deixe-me também neuropsicologia-Bdizer que nesses livros estão expostos muitos conceitos, situações e soluções conseguidas em muitos casos que foram às consultas, que poderiam ser minimizadas ou reduzidas se os «pacientes» fossem detentores das noções que lhes são dadas em consultório. Repare que nas consultas temos um tempo limitado, inclusive, para expor coisas que se podem dizer em público e a muita gente ao mesmo tempo. Às vezes, só isto, é uma forma de compreender o comportamento e descobrir as causas que ocasionam os desequilíbrios.
Com a depressão do Antunes, houve necessidade de lidar primeiro com o insucesso escolar da filha, resolvido por ele, mas depois de muitas «conversas» comigo. E os conceitos e modos de actuação que ele obteve com leituras posteriores? Não foi isso que o ajudou a dar apoio psicopedagógico à filha, «resolver» a sua própria depressão e
melhorar o estado de desequilíbrio da mulher? Se não fosse assim, as consultas resolveriam este caso da mesma maneira e com Organizar-Ba mesma, celeridade, economia e comodidade?
Com a Cidália, quem diria que os pais eram a sua fonte principal de depressão? Com um grande empurrão do seu «tio» Antunes, ele não enveredou por uma psicoterapia, económica, cómoda e rápida, desde que aliada à leitura de vários apontamentos e livros, treino pessoal e muita persistência? Não teve de «descobrir» o seu passado e procurar aí a origem ou «causa» dos seus problemas do momento? Como poderia o comportamento dos pais, tão comum em muita gente, desequilibrar a sua estabilidade emocional?
Com a Cristina, por «não se considerar maluca», o apoio não teve de ser dado disfarçadamente, como conversa. Se fosse em consultório, seriam despendidas menos horas. Se fosse em palestras em grupo, o tempo seria ainda menor e, se ela resolvesse Respostas-B30ler os livros antecipadamente, muito mais se teria poupado em tempo, comodidade e dinheiro. Porém, se ela, depois de leituras, começasse por praticar em casa, comodamente, à noite e à hora de dormir, tudo o que está preconizado em AUTO{psico}TERAPIA (P), o tempo seria muitíssimo menor. Afinal, a causa do seu desequilíbrio era só uma «educação esmerada» dada «civilizadamente», sem se enquadrar na ciência do comportamento.
Existem ainda outros casos do Júlio (E), do Joel (G), da Isilda, da «nova paciente» (H), da Germana e do Januário (L). Tudo isso está explicado para que as pessoas, revendo-se nos outros, vejam como podem proceder cómoda e economicamente, despendendo os menores recursos possíveis, porque se podem basear nas experiências apresentadas.

F.: Mas falando agora no rapazito, se eu informar os pais acerca disso, eles poderão fazer alguma coisa em relação ao filho? DIA-A-DIA-C
M.N.: Não posso dizer categoricamente que sim. Mas, para salvaguarda da situação, quando chegar a casa, vou fazer um novo post dedicado a este assunto, com o resumo da nossa conversa, para que, tanto os pais como outras pessoas leiam e aproveitem. Espero que os pais também possam ler alguma coisa dos livros que já estão publicados. Também é por isso que já actualizei o livro da JOANA e fico à espera de o publicar quando tiver inscrições suficientes. Não o desejo entregar às editoras porque saem do meu controlo e da possibilidade de sua actualização, o que é mais realizável com minhas edições digitais, muito reduzidas.

F.: Estou a compreender que, se os pais do rapaz mantiverem um bom contacto com o filho, as suas «Educar»-Bdificuldades poderão ser reduzidas ou eliminadas.
M.N.: Quero alerta-lo para mais uma coisa. Quando falamos em comunicação, esquecemo-nos, às vezes, que o contacto humano directo é muito importante. Lembro-me perfeitamente que tive de apoiar uma vez uma jovem, casada, mãe dum filho, filha de pais separados, mas que se davam civilizadamente bem, especialmente com essa filha única que tinha dificuldades no relacionamento com o público e alguma «mania de grandeza». Ela estava longe dos pais e morava próximo dum tio, também conjugalmente separado, que a apoiava em tudo. Como havia dificuldade financeira em fazer psicoterapia, aconselhei-os a ler alguns posts mais relacionados com o caso dela, além de alguns livros, num dos quais estava incluída a história da Cristina. Também deveriam manter uma boa comunicação com ela e dar-lhe reforço do comportamento incompatível. Passado algum tempo, quando encontrei esse Adolescencia-Btio, ele disse-me que no serviço dela estava tudo resolvido porque a tinham transferido do lugar e ela divertia-se muito nas festas em casa de amigos. Mostrava-se muito satisfeita. Isto levou-me a pensar que poderia não ser por muito tempo e que qualquer nova adversidade a poderia afectar, já que não tinha aprendido a ultrapassa-las. O tio telefonava-lhe mais do que uma vez por dia para manter uma boa comunicação, mas não tinha lido qualquer livro, porque se destinavam a ela (Q/20,40). É uma tristeza os familiares não compreenderem a influência que exercem uns nos outros e descobrir que alterando apenas essa interacção, muita coisa pode mudar. Para isso, é necessário saber como, conhecendo a ciência do comportamento e tentando descobrir as causas do desequilíbrio.neuropsicologia-B

F.: Qual a solução para isso?
M.N.: Como tinha sido explicado no início, a dificuldade dela, era enfrentar o público pessoalmente. Em vez de conseguir ultrapassar essa dificuldade, o que seria possível com a ajuda do tio, ela foi transferida para o atendimento pelo telefone. O problema manteve-se e ficou «em banho-maria», adiado para uma próxima oportunidade, em que talvez se diagnostique qualquer outra coisa e se tente «atamanca-la» com comprimidos e baixas médicas. Por causa disso, em vez de «empurrar» o problema para os outros, os pais têm de ter conhecimento da ciência do comportamento e agir em conformidade. Os pais ou os mais velhos não se podem limitar a mandarpsicoterapia2 ler em vez de ler, compreender e actuar. Só esta acção pode reduzir em muito os custos com a psicoterapia, reduzindo imensos desequilíbrios psicológicos e até prevenindo-os, como deve poder acontecer com o rapazinho de que me está a falar.

F.: Acha que assim é melhor?
M.N.: A grande preocupação dos pais, numa boa educação, deve ser a de tornar os filhos, sensatos, equilibrados e especialmente, independentes e autónomos. Os pais não estarão cá a vida toda para os ajudar e amparar. Podem ter algum azar e deixar as crianças desamparadas. Se elas aprenderem a ser autónomas, independentes e sensatas, embora com a maior afeição e ligação aos pais, tal como aconteceu com a JOANA (D), os pais podemstress2 ficar muito mais descansados e viver tranquilamente e em paz. Caso contrário, podem ter de ajudar os filhos em todas as suas dificuldades futuras porque eles não aprenderam a resolver as situações autonomamente. É a vantagem duma boa educação de que falo constante nos livros, especialmente depois de ter tido contacto com o Joel (G), que tentou matar a noiva por três vezes, sem sucesso, mas também sem muita vontade, nem intenção. O que ele queria era que ela não o abandonasse para ele não se sentir como se tinha sentido desde criança, totalmente abandonado pelos pais e quase pela única avó a quem fora confiado.

F.: Compreendo que encaixar todos estes conhecimentos não é fácil, nem se pode fazer com meia dúzia de consultas. Também estou a ver que vários livros podem custar bastante menos do que uma só consulta. Se eu consegui molhar2alguma coisa só com a leitura dos artigos do seu blogue, os outros também o devem conseguir ainda melhor com a leitura de livros. Dá para pensar e aconselhar o meu amigo.
M.N.:De facto, se o senhor conseguiu melhorar muito, apenas com a leitura dos posts, mas com bastante compreensão dos mesmos e muito treino, qual a razão de outros não conseguirem alguma coisa com a consulta dos posts, além da leitura de livros? O «PSICOLOGIA PARA TODOS» (F) ainda não está publicado, mas têm as edições anteriores da Plátano e da Clássica. É por isso que mantenho os blogs e vou dando respostas aos que fazem comentários. Depois, se as pessoas não conseguirem os seus desejos, podem marcar consultas para esclarecimento e orientação, sabendo que também fazem parte do problema e que devem mudar o seu comportamento. Contudo, antes de escolher o psicólogo, é bom que se obtenham informações acerca da sua idoneidade, competência e homem2seriedade. Caso contrário, poderão sair opiniões como a do «síndroma de alienação parental». Em que estado estará agora a «Maria»?

F.: Mas em relação aos livros, onde é que ele os poderá adquirir? Porque não os publicita?
M.N.: Já tive ocasião de dizer que não estou interessado em publicidade. Interessa-me apenas informar e divulgar essa informação acerca da existência dos livros e sua utilidade. Quem quiser, dirige-se ao blog e tem o meu endereço do e-mail para onde pode escrever e solicitar os livros que desejar, inclusive alguns da Plátano, Depress-nao-BClássica e Hugin, que ainda tenho em meu poder. Os do Centro de Psicologia Clínica, estão comigo e posso fornece-los logo.

F.: E se ele quiser ir à consulta como é que faz?
M.N.: O seu amigo tem o número do consultório onde trabalho por marcações pessoais. Situa-se em Mem Martins, próximo do Centro de Saúde. Se quiser mais informações, pode utilizar os comentários do blog ou enviar um e-mail. Embora eu me dedique só à psicoterapia, se necessitar de exames ou qualquer outro apoio, a Drª Graça Martins, que trabalha no consultório da Fisioconvento, em Mafra, e no Psicais, em Cascais, dá-me todo o apoio, com casos2confiança.

F.: Obrigado por esta grande conversa. Vou tentar ajudar o meu formador.
M.N.: Oxalá que tenha sorte e que ele consiga aquilo que deseja. Da minha parte, vou para casa passar tudo isto a limpo para publicar no blog que pode ajudar mais gente. Boa sorte.

Em divulgação…

Consultou todos os links mencionados neste post?

Já leu os comentáriosVisite-nos no Facebook.arvore-2

Clique em BEM-VINDOS

Ver também os posts anteriores sobre BIBLIOTERAPIA

É aconselhável consultar o ÍNDICE REMISSIVO de cada livro editado em post individual.

Blogs relacionados:

TERAPIA ATRAVÉS DE LIVROS para a Biblioterapia

PSICOLOGIA PARA TODOS (o antigo)

Para tirar o máximo proveito deste blog, consulte primeiro o post inicial “História do nosso Blog, sempre actualizada”, de Novembro de 2009 e escolha o assunto que mais lhe interessa. Depois, leia o post escolhido com todos os comentários que são feitos. Pode ser que descubra também algum assunto acerca do qual nunca tivesse pensado.

Para saber mais sobre este blog, clique aqui

Anúncios

Single Post Navigation

Deixe uma Resposta

Preencha os seus detalhes abaixo ou clique num ícone para iniciar sessão:

Logótipo da WordPress.com

Está a comentar usando a sua conta WordPress.com Terminar Sessão / Alterar )

Imagem do Twitter

Está a comentar usando a sua conta Twitter Terminar Sessão / Alterar )

Facebook photo

Está a comentar usando a sua conta Facebook Terminar Sessão / Alterar )

Google+ photo

Está a comentar usando a sua conta Google+ Terminar Sessão / Alterar )

Connecting to %s

%d bloggers like this: