PSICOLOGIA PARA TODOS

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Archive for the month “Fevereiro, 2016”

PSICOLOGIA NA PROMOÇÃO, PUBLICIDADE E POLÍTICA

Comentário dum anónimo no post  Governar não é «MANDAR» nem «governar-se»

Li com atenção este artigo e os comentários.
Seria possível utilizar a psicologia para uma governação decente?

Como resposta ao seu comentário acima transcrito, posso dizer que a psicologia pode ser utilizada proveitosamente na políticaBiblio
e na governação, mas o mais importante é a mudança das mentalidades, quer dos governantes quer dos governados.
Enquanto os primeiros têm de ter uma personalidade «bem formada» e uma «acção» coincidente, os segundos têm de declarar publicamente, através do voto numa democracia, quem desejam para os governar e com que políticas. A abstenção não vale e distorce todo o sentido democrático, proporcionando aos poucos que elegeram os governantes, todo um campo aberto para as suas «necessidades» e desejos.
A abstenção é um cheque em branco legalmente passado (pela maioria real?) aos governantes que podem não lhes interessar. Depois, as manifestações de nada servem a não ser para defraudar ainda mais o património nacional. O importante é uma boa educação para a democracia e um bom contributo para  escolha dos dirigentes, com uma acção fiscalizadiora posterior a fim de corrigir os desvios.

Por isso, vou transcrever a seguir o capítulo com o nome deste post, com o diálogo mantido com o meu amigo Antunes, nas Imagina-Bpáginas 95 a 106, na primeira parte do livro «Imaginação Orientada» (J):

 

PSICOLOGIA NA PROMOÇÃO,
PUBLICIDADE E POLÍTICA

Depois da minha resposta com interrogações e recomendações, o Antunes ficou calado e a meditar. Regressámos a casa. A mulher do Antunes já tinha pedido que lhe déssemos, logo que possível, algumas indicações suplementares, do mesmo modo como muitos anos antes tínhamos respondido a variadas perguntas no «Jornal de Queluz» (O). Comprometemo-nos a facultar essas indicações que ela desejava, desde que o casal Antunes seguisse os conselhos que a minha mulher lhes dera no bar da praia. Depois, que nos comunicassem o resultado de tudo, apenas ao fim dos primeiros dois meses de «trabalho».
Logo que regressarem ao Porto, a filha do Antunes foi submetida a exames psicológicos e houve a recomendação de lhe dar apoio psicopedagógico e psicoterapêutico. Dando-me conhecimento disso, o Antunes quis saber o que devia fazer com esses resultados. Perante a minha quase admiração com a maneira como estava redigido o extenso relatório (ou relambório?) de algumas folhas, com muitas informações que ele próprio tinha dado ao psicólogo e que ele leu durante quase uma hora ao telefone, o Antunes perguntou-me se não tinha algum psicólogo conhecido no Porto que desejasse recomendar. Com a minha informação de que não conhecia alguém da minha confiança, o Antunes parece que ficou suspenso das minhas palavras. Aproveitei para lhe perguntar qual a razão de ele próprio não dar apoio à filha já que tinha livros que o podiam ajudar (I) (Q), patrões que o «libertavam» do seu trabalho para dar assistência à família e inteligência de sobra.
Passados apenas dois meses, os telefonemas da mulher do Antunes para a minha mulher e a carta dele para mim, diziam que as coisas estavam a mudar em casa. A filha parecia estar mais atenta nas aulas e a mulher já era mais capaz de «dialogar» com ele. Com esta última constatação na sua carta, imaginei que, de certeza, o Antunes ainda não se estava a ver ao espelho. No serviço, o Antunes parecia menos tenso e não estava pior nem se sentia tão «pressionado» como antigamente. Até lhe parecia que o chefe o via com outros olhos. Como ele já tinha mais de 25 anos «de casa», os donos da financeira estavam a ponderar a hipótese de o deixar trabalhar em tempo reduzido para conseguir acompanhar e ajudar melhor a filha.
Pouco antes do Natal, o Antunes telefonou-me para dizer que pensava vir logo de manhãzinha à «capital do Império», passar o dia connosco e regressar a casa à noitinha. Qual o dia em que poderíamos estar disponíveis? Combinámos o sábado seguinte porque lhe interessava não faltar ao serviço, visto que os patrões lhe estavam a dar bastantes folgas. Eles já tinham compreendido que o Antunes trabalhava mais e melhor (efeito) quando estava despreocupado e satisfeito (causa) e, sendo um dos elementos principais na empresa, era o seu bem-estar que lhes interessava, porque assim «rendia» mais (N).
Quando chegou a minha casa, cerca das 10.30, mostrou-se interessado em saber de que modo se utiliza a psicologia na promoção e publicidade. Dizia ele que a empresa teria de investir nesse meio de comunicação social para poder aumentar a procura das suas ofertas. Os tempos que se avizinhavam podiam ser de crise. Por este motivo, as suas perguntas continuaram, enquanto a mulher dele explicava à minha, as vantagens que estava a ter com a mudança do comportamento dele em casa. Até a filha estava mais satisfeita e dava-se melhor com as amigas. Nesse sábado, ela estava em casa de uma amiga que fazia anos e que a convidara para a sua festinha. Se quisesse, até podia lá dormir. Depois destas informações dadas em conjunto, as perguntas do Antunes não se fizeram esperar.
– De que modo a psicologia pode influenciar a publicidade e a promoção?
– A publicidade procura estimular determinadas necessidades ou motivações que possam orientar o público visado, a querer satisfazer a vontade assim criada de possuir os produtos ou serviços correspondentes. A promoção pretende alterar a atitude dessas pessoas para a execução de comportamentos que interessam aos «promotores». Estimular alguém a gostar de um carro de determinada marca e feitio e fazer com que a pessoa visada o adquira, é o objectivo da publicidade e da promoção, que se socorrem dos conhecimentos da Psicologia Social e Experimental (K) (N) e das técnicas inerentes para alcançar esse seu objectivo. Muitos dos que utilizam as técnicas psicológicas podem até não saber o porquê daquilo que fazem. Contudo, existem mentores que os orientam na execução dos comportamentos necessários para a consecução dos objectivos.
“Estas técnicas são amplamente utilizadas em muitos sítios, assim como na guerra de guerrilha que houve nas antigas colónias. Embora os militares portugueses e os guerrilheiros nacionalistas ou independentistas não soubessem a razão por que utilizavam determinadas técnicas, bem como os mecanismos do seu funcionamento, a acção deles foi da maior importância de ambos os lados da belicosidade.
“Vemos os anúncios de carros, casas, empréstimos, electrodomésticos e outros artigos, muitas vezes, enganosos e supérfluos. Estimula-se uma pessoa a mudar de carro, envergonhando-a muitas vezes por não possuir um, melhor do que o do vizinho ou conhecido. Motiva–se a pessoa a fumar e a beber álcool e, por fim, aumentam-se as clínicas de desintoxicação e as multas por infracções devidas aos excessos. Apela-se às pessoas que mudem para uma casa nova,confortável e mais atraente. Estimula-se o crédito para atingir esse fim e, por último, «culpa-se» essa pessoa por se endividar em demasia. Por este motivo, é importante que as pessoas conheçam os mecanismos do comportamento e da interacção humana (K), compreendam o seu próprio comportamento (F) e façam as opções com racionalidade, sem se deixarem envolver e ludibriar com os anúncios que apresentam um seixo vulgar como uma pedra preciosa do mais alto valor.
“Neste sentido, vês aparecerem na televisão a toda a hora os constantes anúncios de artigos que em nada nos interessam, apresentados por pessoas com maior evidência e impacto no momento.”
– Se a psicologia funciona assim na publicidade, de que maneira funciona na política?
Sem qualquer alienação partidária e fortemente descontente com o que se passa na governação, parecia que me tinham dado uma forte alfinetada e reagi quase instintivamente. Seria inteligência emo-cional? Parecia que tinha deixado de ser psicólogo para me transformar num cidadão amargurado e descrente, dum «rectângulo» à beira–mar plantado, que nunca mais se endireita. Desabafei:
– Não me faças rir com uma pergunta tão ingénua. Ainda não compreendeste que a maioria dos políticos tem consigo uma legião de acólitos e seguidores que os bajulam e os fazem chegar ao lugar que «desejam ocupar»? Desconheces que nenhum político diz a «verdade»? Nas campanhas eleitorais, todos dizem aquilo que o eleitorado quer ouvir. E o que o eleitorado deseja ouvir são as vantagens que irá legitimamente ter no futuro com a eleição e a governação desses indivíduos! Esta posição dos eleitores é humana e lícita porque, em democracia, é através dos políticos e, especialmente do seu político, que eles devem fazer ouvir a sua voz, manifestar os seus desejos e conseguir o projecto político almejado.
– E qual é o mal que vês nisso?
– É muito simples. Esses políticos vão sempre tentar saber antecipadamente aquilo que os eleitores preferem e gostariam que os políticos fizessem, no caso de eles serem eleitos. É exactamente isso que eles vão dizer, fazendo crer a um número cada vez maior de possíveis eleitores o que irá acontecer, hipoteticamente, logo após a sua eleição. Mesmo os que estão no poder dizem que tudo vai ser melhor no futuro sem explicar a razão por que ainda não o foi durante a sua governação. Porém, depois de chegar ao «poleiro» acompanhados do séquito de seguidores, apoiantes e arrivistas, esses políticos preocupam-se em consolidar a sua posição e «manter o tacho» durante a maior quantidade de tempo possível, «esquecendo-se» (?) do que prometeram aos eleitores no decurso da sua campanha eleitoral e tentando arranjar justificações para o incumprimento das promessas. Todos, invariavelmente, afirmam que a culpa é sempre dos antecessores e dos opositores. Além disso, é triste ver o espectáculo degradante em que todos eles se insultam da maneira mais mesquinha e ordinária, em vez de se preocuparem em apresentar os seus planos, pontos de vista, conceitos e propostas de melhoria da vida da população. Com este espectáculo, quais os modelos que oferecem aos seus eleitores?
– De que modo pensas que devem agir?
– Se não fôr com honestidade, pelo menos do modo como se faz numa publicidade não muito enganosa. Viste alguma marca de carro anunciar coisas impossíveis e falar mal da outra? Se assim fosse, despertariam a atenção dos compradores para essa marca. Por isso, apresentam sempre as vantagens, muitas vezes exageradas, dos seus próprios veículos. Se não, poucos produtos novos e melhores se introduziriam no mercado, embora mais dispendiosos. Mas, os compradores, também têm de achar que valeu a pena adquirir um certo produto, do mesmo modo como os eleitores deverão sentir que valeu a pena votar no «seu» político, para que a abstenção não possa assentar arraiais definitivamente. É assim que se modifica a atitude do eleitor, favorável e saudavelmente em relação a um partido. Porém, não é isso que acontece, porque os políticos – futuros governantes que até poderão funcionar por «quotas» – agarrados ao tacho, vão-no esvaziando até ao fundo enquanto mais alguém não o «surripia» ou não arranjam outro melhor, sempre «para o bem do povo» e nunca por seu interesse pessoal. São uns eternos sacrificados pelo bem comum! Logo que se encontram no poder, aproveitam-se da oportunidade para distribuir benesses por muitos «boys» e «girls» que servirão, provavelmente, para os apoiar ou lhes garantir um futuro «emprego» quando outro partido lhes surripiar o «tacho». Precisas de exemplos?
“Todos eles se apresentam como «incorruptos». Contudo, o tráfico de influências, o nepotismo e o compadrio não faltam. Muitos se enganam ao fazer as declarações do IRS, outros esquecem-se de mencionar todos os proventos pecuniários (que, às vezes, até nem são deles, mas dos familiares que vivem em outros países). Ainda outros vão, de vez em quando, fazer trabalho suplementar e extraordinário onde existem «offshores». Alguns «não se lembram daquilo que esqueceram». Outros, nem têm bens em seu nome! Dizem peremptoriamente que existe uma distância bem definida entre o futebol e a política, mas não existe político que se preze que não fale em futebol e em termos futebolísticos, até nas campanhas eleitorais. Cartões amarelos e dourados, apitos dourados e «Força Portugal» são a demonstração disso. Como pode um indivíduo honesto acreditar que será governado por pessoas sérias e dedicadas à causa comum? Como pode um cidadão não entrar em dissonância cognitiva (K) com tanta informação apresentada como honesta, com intensidade cada vez maior e acções contraditórias? Gostarias de comprar um carro novo «bem anunciado» e ter de o entregar ao mecânico para reparações urgentes na semana seguinte? E se o tivesses de levar ao mecânico constantemente?”
– Achas o «panorama» tão mau?
– Há bem pouco tempo ouvia-se dizer que Portugal nunca aprovaria um transporte de alta velocidade enquanto houvesse serviços de saúde deficitários com doentes em lista de espera. Presentemente (2000), com listas de espera talvez menos extensas porque devidamente camufladas, anunciam-se os comboios de alta velocidade à vontade … dos Espanhóis. Futuramente, em outras eleições os portugueses terão de votar em alguém. Em quem? (K) Naquele em quem confiam ou em algum de quem desconfiam menos? É geralmente um conflito a resolver entre duas opções negativas: a bolsa ou a vida! Os vendedores de quimeras e os dos apartamentos de «time-sharing» não se portam tão mal!
“Também, enquanto os políticos e futuros governantes falarem estupidamente em vitórias e derrotas dos seus partidos políticos, em vez de valorizarem a vontade do povo ou dos eleitores, não é de admirar que, por enquanto, a abstenção seja o maior partido político. Tentar enganar-nos com a argumentação de que as campanhas foram curtas ou interrompidas por factores estranhos e inesperados é outro estratagema bastante em voga. O que falta, como alguns aventam, é existir um quadradinho em que se possa votar, dizendo que nenhum dos candidatos interessa. O que não presta são os políticos. Embora possa ser a ideia dos abstencionistas, tem de ser expressa com um NÃO.”
– Estás tão desiludido?
– A que beco escuro nos conduziram as políticas seguidas desde 1974, falando mal de Salazar, que já era mau? A instrução, a educação e a investigação foram preteridas em detrimento de uma certa economia com que «alguns» empresários se banqueteiam. A aquisição de equipamentos e serviços, a construção civil desordenada e as obras públicas dão vantagens a certos grupos de empresários, com adjudicações por ajuste directo, em detrimento de uma política de desenvolvimento necessária no turismo, agricultura, pescas e produtos regionais, ocasionando quase uma involução. A saúde, a instrução e a segurança social foram menosprezadas face à ganância de certo tipo de empresários e falsários. Estamos a ficar cada vez mais no fim da «cauda da Europa», mas com uma percentagem cada vez maior, tanto de milionários como de indigentes. O que é que isso quer dizer em termos de psicologia e sociologia política?
“Nos tempos de Salazar também prosperaram alguns banqueiros e industriais que não foram tão gananciosos como os actuais, mas quando houve gente colaborante como Ruy Luís Gomes, Humberto Delgado, Henrique Galvão, Norton de Matos, Armindo Monteiro e muitos outros que poderiam dar um contributo válido mudando o regime, foram perseguidos ou ostracizados. Voltará a acontecer o mesmo? O que quer significar a «morte?» de Sá Carneiro? Que mistérios haverá por desvendar e quantos estarão a ser devidamente «escondidos»?
“Os portugueses têm memória fraca e curta, além de muita vontade de confiar nos seus «santinhos» para que lhes valham nas horas de aflição. Porém, isto não chega para «encher a barriga» dos familiares. Os portugueses, embora não sejam «burros», «amocham». Estamos a ser constantemente iludidos no início e defraudados no fim de qualquer eleição. Aguentando este tipo de governação, ou entraremos em depressão aprendida ou reagiremos à frustração com uma resposta que não posso prever. Com estes políticos «de…» que se preocupam mais consigo próprios do que com a causa pública, ninguém se pode admirar que a população «vá aguentando» até um determinado momento em que «a tampa pode saltar». Já aconteceu há quase vinte cinco anos mas parece que não serviu de coisa alguma neste país de brandos costumes, especialmente a partir de 2 de Maio de 1974!
– Como também não os podemos «descarregar pela sanita» e estamos num contexto europeu e mundial, o que fazemos agora?
– É difícil emendar os erros cometidos, mas isto não quer dizer que se deva governar com mentiras e fantasias. A segurança pessoal e a nacional, têm de ser garantidas, a educação ou a instrução exige remodelações profundas, a industrialização e a produtividade nacional têm de aumentar, o apoio social é imprescindível e só depois de termos estas melhorias para TODOS podemos dar-nos ao luxo de obter outras benesses. Em que é que se gastam os fortíssimos impostos que pagamos? Não haverá despesas exageradas das quais os governantes não nos dão conta? Não existirão «subsídios» ou «abonos» para muita gente que tem dinheiro a abarrotar? O que são esses cartões de crédito e outras benesses de que certos dirigentes beneficiam? Para que se dão os prémios de desempenho só aos gestores, se são tão funcionários como os outros que põem a máquina a trabalhar? Porque se nomeiam gestores sem concurso público? Qual a razão de se adjudicarem obras vultosas por ajuste directo? Para onde vão os fundos que vêm da CEE? E as parcerias publico-privadas? Tudo isto é muito suspeito porque os impostos que pagamos, bem orientados, chegam para muito, como acontece na Suécia. «Nos tempos antigos», para a maioria da população, com muitíssimo menos impostos, a vida não era pior do que agora. Quando uma população carenciada exige vestuário, é melhor dar-lhe roupa interior e agasalhos, em vez de gravatas e cachecóis a alguns «escolhidos». O essencial é gastar menos com coisas supérfluas do que com aquilo que faz mais falta. Preocupemo-nos primeiro com o essencial e depois com o acessório.
– Mas isso não acontece também muitas vezes noutros países?
– Eu sei disso. Os outros países já mudaram há mais tempo porque tiveram governantes mais eficazes ou, seguramente, menos ineficazes do que os nossos. Mas, às vezes, esses países podem dar-se ao luxo de desperdiçar muita coisa porque são economicamente mais fortes e, às vezes, os «donos do mundo». Isto não quer dizer que tenhamos de os imitar ou de nos submeter servilmente aos desejos dos todo-poderosos. Como sabemos, G. W. Bush atacou o Iraque apenas por causa das armas de destruição maciça que nunca encontrou, embora os seus serviços secretos garantissem que sabiam da sua existência. Também Saddam Hussein passou a ser considerado ditador de um dia para o outro, apesar de anos antes ter sido aliado dos EUA, do mesmo modo que Bin Laden. Apesar de tudo isto, a imagem de G. W. Bush está a ser «devidamente tratada» por especialistas muito conceituados e dispendiosos a fim de que o público dos EUA o reeleja como Presidente. São factos destes, públicos e notórios, que deixam a psicologia nas mãos de quem manipula as suas técnicas, não para o proveito da humanidade mas sim para satisfazer a ganância de uns poucos em desfavor de muitos. Os nossos governantes não sabem disso? Que interesses os movem? Infelizmente, é assim. Por isso, se as pessoas vulgares não conhecerem também os mecanismos que impulsionam as suas condutas, não poderão reagir adequadamente para ter dias melhores. É importante que sejamos «políticos esclarecidos» embora não pertencendo a qualquer partido. A nossa «intervenção» é imprescindível, nem que seja para dizer um NÃO nas eleições e fiscalizar depois as acções governativas. O desconhecimento de tudo isto pode ajudar a que o mundo nunca mais melhore, pelo menos neste cantinho à beira-mar plantado, ficando cada vez mais nas mãos dos burlões e vigaristas que vão abundando a todo o momento (K).
No fim, com esta minha acaloradíssima intervenção de não-psicólogo que me deixou quase exausto, o Antunes, com os olhos esbugalhados, deu um suspiro de alívio e ficou pensativo. Olhando para o céu, apenas exclamou:
Nunca te tinha visto assim! Parece que achas que a Psicologia está a ser aplicada mais em fins perversos do que na óptima utilização que se pode fazer da mesma! Não falaste como psicólogo mas como um cidadão revoltado, amargurado e descrente. Afinal, em cada resposta, desabafaste mais do que me fizeste ver que eu tinha falado na minha primeira intervenção antes de te perguntar: “Afinal, vou ou não vou? ”
Concordei plenamente com ele e apenas lhe disse que eu, além de psicólogo, também sou cidadão português à espera, desde 1974, que o País se desenvolva de maneira equilibrada e democrática, sem continuar nas mãos de alguns prepotentes, como tinha acontecido nas décadas anteriores. Disse-lhe que também tenho o «direito à indignação», bem como ao «alívio da minha ansiedade» → ver post (???).
Sabendo que, antigamente, a Psicologia tinha sido inviabilizada nas Universidades por causa das suas prováveis implicações na vida social democrática (?), custava-me aceitar a sua não utilização em benefício da população, porque é para isso que ela deve servir. O meu intuito de divulgar os conceitos psicológicos em linguagem simples, tem em mente a possibilidade de que mais pessoas sem instrução muito avançada possam usufruir destes conhecimentos, essenciais a qualquer ser humano que se considere «civilizado». A minha intenção é ajudar as pessoas a não se deixarem manipular nem pelos «fazedores de opinião», nem pelas contrariedades que assolam qualquer pessoa nos tempos actuais, pretensamente democráticos.

(ver agora os blogs: [psicologiaparaque.wordpress.com],
[livroseterapia.wordpress.com] e, no facebook,
[https://www.facebook.com/centrode.psicologiaclinica.3]).
Bastam as catástrofes naturais.”

O Antunes gostou da explicação que acabara de lhe dar e disse–me que também estava desiludido com a política. Disse que a sua explicação política era outra e ficava indignado com o modo como alguns dirigentes se aproveitam do lugar para o qual foram eleitos, às vezes, por uma minoria do povo, para logo de seguida prejudicar todos, assumindo ares de arrogância como se estivessem a fazer um grande favor em desempenhar o cargo. E depois, desabafou também:
– Deves saber que há bem pouco tempo até um autarca do Norte «mandou à merda» agentes da polícia que lhe detectaram uma infracção! Quando o caso chegar a Tribunal, garanto-te que a Justiça é capaz de não «encontrar provas» contra esse dirigente porque ele, de facto, não conseguiu descarregar os agentes pela sanita abaixo. Se os factos ocorressem ao contrário, só a intenção de os agentes mandarem o autarca pela sanita abaixo seria mais do que o necessário para a Justiça e a Disciplina os incriminarem e castigarem, com provas mais do que suficientes. Bonitas moldagens, modelagens, estímulos e reforços que são dados por esses «políticos» para que as «autoridades» de escalão inferior fiquem «domesticadas», desiludidas e corruptas ou conformadas. A população honesta vai ficando cada vez mais desejosa de poder correr com esses políticos dos cargos que ocupam. A mudança de atitude e de comportamento dos subalternos pode trazer-lhes reforço negativo, enquanto a ganância e o enriquecimento ilícito provocam-lhes, seguramente, reforço positivo aleatório.
“Estes politiqueiros de pacotilha, fabricados no caldeirão dos oportunismos, não são aquilo de que necessitamos. Precisamos de gente de bem. E, para a «fabricar», temos de nos «sacrificar» educando os filhos como deve ser (D). A melhor prevenção que podemos fazer, é com a «educação», «instrução» e «exemplo familiar».”
Ficando admirado com a análise sócio-político-psicológica sintética que o Antunes acabava de apresentar, exclamei:

– Afinal, já sabes muita coisa, que utilizas com precisão e rigor científico! – respondi muito admirado, mas ele continuou:
– O que julgas que andei a fazer a partir das férias? Já tenho conseguido redução no tempo do serviço na financeira e momentos livres para poder ler sofregamente todos os livros recomendados e muitos outros, enquanto não tenho necessidade de ajudar a filha. Com o alívio que a minha mulher tem quanto às dificuldades escolares da filha, que são reduzidas por mim na reeducação, ela sente-se mais tranquila e satisfeita e, quando vê que o rendimento escolar aumenta, fica entusiasmada e mais bem-disposta. Com isso, tanto a filha como eu começamos a tirar reforço da situação de eu ser um factor de melhoria no rendimento escolar e convivência familiar. Assim, de reforço em reforço que, por sua vez, funciona como incentivo ou estímulo para mais comportamentos semelhantes, funcionando como reforço aleatório, as coisas vão melhorando substancialmente tanto em casa como na escola. A professora também se mostra satisfeita com a nossa filha e admirada com a sua inesperada colaboração e muito entusiasmo nas tarefas escolares. É um efeito dominó.
Entretanto, reparámos que as nossas duas mulheres conversavam animadamente sobre alguns problemas entre pais e filhos e as dificuldades que inúmeras crianças revelam.
Enquanto eu tomava atenção à conversa das duas senhoras, o Antunes ficou a vasculhar os meus papéis e viu o esboço do “DESEQUILÍBRIO PSICOLÓGICO? A autoterapia possível” (B), bem como da nova versão de “DEPRESSÃO? Não Obrigado!”, a ser publicada agora com o título “COMBATA OU EVITE A DEPRESSÃO” (H). Descobriu também que eu estava a consultar alguns livros de Caplan, Breggin, Glenmullen, Pagliaro e Goleman, sobre os malefícios das drogas psiquiátricas e inteligência emocional. Pegou também num exemplar da minha tese sobre a Terapia do Equilíbrio Afectivo (TEA) e, com o pretexto de que eu não poderia refundir o original sobre a depressão e preparar coisa alguma sobre autoterapia enquanto me concentrava na leitura de outros livros, levou também as cópias dos originais com a promessa de que as devolveria logo que eu actualizasse devidamente e lhe mandasse as «consultas ou perguntas» solicitadas pela mulher (O).
Antes de lanchar para se irem embora para o Porto, o Antunes quis experimentar fazer os relaxamentos muscular e mental, para que eu observasse e lhe pudesse dizer se alguma coisa corria mal ou estava irregular (P).
Gostei imenso da maneira como o Antunes estava a ensaiar as duas vertentes do relaxamento e pareceu-me que já praticara isso antes. Disse-lhe que podia continuar assim, sempre que quisesse. Isto até o poderia ajudar a melhorar o seu desempenho profissional (N).

Em divulgação…
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Ver também os posts anteriores sobre BIBLIOTERAPIA

É aconselhável consultar o ÍNDICE REMISSIVO de cada livro editado em post individual.

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TERAPIA ATRAVÉS DE LIVROS para a Biblioterapia

PSICOLOGIA PARA TODOS (o antigo)

Para tirar o máximo proveito deste blog, consulte primeiro o post inicial “História do nosso Blog, sempre actualizada”, de Novembro de 2009 e escolha o assunto que mais lhe interessa. Depois, leia o post escolhido com todos os comentários que são feitos. Pode ser que descubra também algum assunto acerca do qual nunca tivesse pensado.

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BIBLIOTERAPIA 15

Anónimo on 3 de Fevereiro de 2016 às 11:04 said:

Não sei quem é o Felício ou seu amigo mas eu estou numa situação parecida aos 27 anos, como jornalista semBiblio emprego e sem futuro.
Li com cuidado muitos os postes e tentei fazer o relaxamento mental.
Dormi cansado e durante a noite passaram pela minha cabeça algumas imagens de jovens desiludidos que se metem em festas, bebedeiras e drogas para desanuviar e não pensar na vida.
Tenho-me afastado disso mas os meus pais também não me podem ajudar muito devido a terem cortes nas pensões e a vida estar a encarecer.
Uma imagem que me ficou mais na mente foi a de um jovem à beira dum rio a cair para a água e afogar-se. Quando estava a ficar desesperado, passou por perto um velhote que o viu e disse para mexer os braços com muita força. Quando o viu a fazer isso, foi buscar uma corda a lançou-a para o rio a fim de ajudar o rapaz a sair da água.mario-70
Se não fosse essa ajuda e o esforço do rapaz, ele não se teria afogado?
Se o rapaz tivesse aprendido a nadar mais cedo, não teria sido melhor?
Parece que esta mensagem me diz que tenho de resistir e procurar fazer qualquer coisa enquanto não arranjo emprego, nem que seja gratuitamente, porque os meus pais ainda me podem sustentar dando comida e alojamento.
O que é que acha?

Face a este comentário, tive de responder:

Peço desculpa por não ter visto o seu comentário há mais tempo. Como estou muito ocupado a rever o livro da JOANA (D), só lhe poderei responder dentro de alguns dias, depois da revisão que tenho entre mãos. Joana-BEntretanto, como julgo que deve ter bastante tempo livre, vá lendo, pelo menos, todos os posts sobre BIBLIOTERAPIA, AUTOTERAPIA, PSICOTERAPIA e IMAGINAÇÃO ORIENTADA, podendo também abordar os do REFORÇO, PERCEBER e SENTIR. Tudo isso é mais importante do que apenas a resposta que lhe irei dar num novo post sobre BIBLIOTERAPIA. Esteja atento ao blog…

 

Uma das ideias fundamentais da BIBLIOTERAPIA, iniciada já em 1980, apenas com apontamentos policopiados, é reduzir o tempo de psicoterapia e o número de consultas, evitando as consequentes incomodidades ocasionadas pelas deslocações e esperas, Imagina-Benquanto a eficácia e a rapidez de recuperação aumentam, funcionando, no futuro, como prevenção e profilaxia. As suas recordações ou a imagem de que fala, pode ser uma mensagem do seu não-consciente a dizer que deve resistir, com consciência, realismo e objectividade, reflectindo nos factos da sua vida. É o que se consegue com o relaxamento mental e a Imaginação Orientada (IO) que, além de muitas leituras, exige apenas cerca de 4 semanas de treino diário de 1 hora, podendo ser feito preferencialmente à hora de dormir e na cama, em qualquer posição.
Depois desse tempo de prática, bastam apenas 3 a 5 minutos para iniciar todo este processo que fica automatizado com os sinais condicionais que cada um for estabelecendo.
Para isso, é importante a leitura de livros adequados e já testados durante décadas, com resultados muito positivos. Eles não são para entretenimento, funcionando como reforço do comportamento incompatível enquanto durar a sua Acredita-Bleitura, como li há dias num artigo da DICA e tal como acontece com as festas e os divertimentos. Estes livros são para adquirir conhecimentos.

Nesses livros, além de saber como funciona e qual a filosofia e as ambições da BIBLIOTERAPIA (Q), existe um manual muito sucinto para orientar a pessoa no sentido de fazer a AUTO{psico}TERAPIA (P). Tem apenas meia centena de páginas, com o resumo dos procedimentos necessários e suficientes para uma boa psicoterapia autónoma.

Contudo, quem se quiser estrear neste campo, mesmo que seja para prevenção e profilaxia, que é o mais vantajoso, tem de compreender o modo como funciona o comportamento humano.
Estas noções, além de servirem de um bom meio para poder ajudar a estruturar uma personalidade equilibrada, solidária,
compreensiva e democrática, com um grande sentido de equidade e justiça, ajudam a manter uma vida agradável e em bom Consegui-Bconvívio social.

Todo este processo, pode e até deve ser iniciado na mais tenra idade, como aconteceu com a JOANA (D) que, de birrenta, aos 6 anos, passou a ser, a partir dos 7 anos, uma criança muito simpática agradável e capaz de utilizar mais tarde as técnicas de modificação do comportamento com o seu irmão que acabaria por nascer.
Com as técnicas de modificação do comportamento que lhe foram aplicadas, a JOANA, que tinha sido a «causa», da «des-união» dos pais devido à sua conduta insuportável, passou a ser um factor (efeito) de sua «re-união», que até quiseram ter outro filho. Essa criança, por acaso, até serviu de campo de ensaio para que a Joana Maluco2aplicasse essas técnicas que foi aprendendo por modelagem e moldagem efectuada em si própria.
Neste livro de ficção dedicado a ela, que contém, de forma romanceada mais de 10 anos de consultas às crianças e seus pais, apresentam-se as noções básicas e essenciais da modificação do comportamento que servem para uma EDUCAÇÃO adequada, baseada em leis científicas explicadas da forma mais simples possível.
Para quem fique satisfeito com as explicações deste livro e as possa utilizar em seu benefício na psicoterapia, o treino e as práticas apresentadas na AUTOTERAPIA podem ser suficientes, especialmente para quem não tenha muita disponibilidade para a leitura de mais livros.

Porém, um factor muito importante a ser considerado na psicoterapia, é um alívio rápido e imediato que se obtém nos Psicologia-Bprimeiros tempos da «cura» inicial, que quase estagna ou retrocede logo de seguida, provocando um desânimo muito grande e uma vontade de «mandar tudo às malvas» por não dar o resultado que se esperava e pretendia e que até já tinha iniciado. É um desencorajamento «normal», completamente aceitável e que «deita uma pessoa abaixo» se não compreender os mecanismos do funcionamento do comportamento humano especialmente com o pico de extinção, que acontece quase sempre, com maior ou menor intensidade, conforme os casos.
A compreensão de tudo isto exige, às vezes, muitas «conversas» que podem ser tidas em público. Isso aconteceu com o Antunes que desejou saber de que modo tudo isso funcionava, especialmente em relação à Psicologia, Psicoterapia e Interacção-B30Psicopedagogia (J). Ele também quis que eu falasse nos pressupostos em que se baseiam a Terapia do Equilíbrio Afectivo (TEA) e a Imaginação Orientada (IO), apoiadas pela autohipnose, num sentido da logoterapia, para uma reestruturação cognitiva adequada para uma boa modificação do comportamento. Tudo isso e muito mais está incluído nos 17 +1 livros da colecção da BIBLIOTERAPIA.

Para quem não necessitar destas explicações e conseguir ter força suficiente para prosseguir nos seus exercícios, a experiência do Antunes (B), que conseguiu fazer a sua autoterapia apenas através de leituras, precedidas das «conversas» citadas anteriormente, o seu exemplo pode ser importante. Contudo, para a pessoa não se deixar iludir com diagnósticos e medicamentações desastrosas e prejudiciais, é bom que tenha a noção do que aconteceu e pode Saude-Bacontecer com muita frequência, conduzindo um indivíduo quase a um beco sem saída em direcção a um suicídio ou homicídio.

Neste aspecto, o «caso» da Cidália (C) é bastante elucidativo porque, com a sua colaboração, que necessitou dum forte «empurrão» do seu «tio» Antunes, a sua vida, que poderia ser a de depressão, promiscuidade sexual e alcoolismo, deu uma volta tão grande que, além de uma profissão digna e interessante, tem uma família harmoniosa e feliz, com os filhos a serem educados em moldes «científicos».
Para que isto acontecesse, como era uma especialista em Comunicação Social − e posterior docente universitária −, a Cidália quis apreender todos os conhecimentos ao seu alcance, relacionados com o funcionamento do comportamento humano Psi-Bem-Cisoladamente (F) e em interacção social (K), bem como as aspectos da «normalidade» e da «anormalidade», além das psicoterapias relacionados com a Saúde Mental (A)bem como preparar, no final, um artigo sobre os malefícios das drogas e dos «interesses comerciais» dos grandes laboratórios farmacêuticos.

Para quem necessite de saber se uma psicoterapia atempada e adequada pode dar bons resultados, sem qualquer medicação, mas exigindo boa colaboração do paciente para os treinos e para a leitura destinada à  apreensão do «material» necessário, existe o exemplo do Júlio (E) que, dos 10 aos 16 anos de idade, teve de se transferir dos arredores de Coimbra para Lisboa, para continuar os estudos que na sua terrinha não conseguia realizar. Apesar de ficar muito bem alojado em casa dum primo e padrinho, sentiu-se «abandonado» e «rejeitado» pela família, porque os 3 irmãos mais novos tinham ficado com os pais. Entrou em depressão, sendo Difíceis-Bobrigado a fazer três tratamentos medicamentosos que não só não lhe aliviaram os sintomas mas até os agravaram. Iniciada a psicoterapia, 2 sessões de relaxamento em ambiente hospitalar, 19 tardes de sessões à mesa dum canto de um velho café, no decurso de 8 semanas, foram o suficiente para melhorar todo o seu estado anímico, com redução completa dos medicamentos. A IO e a TEA utilizadas com autohipnose e com o seu treino todas as noites, foram complementadas por ele com a leitura e compreensão de alguns dos apontamentos policopiados que deram origem à colecção da Biblioterapia. Como desfecho de todo esse «trabalho» do terapeuta conjugado com o do paciente, a vida do Júlio mudou de percurso de tal maneira que, de simples escriturário, passou a sócio duma empresa.Depressão-B

Para quem deseje consultar «casos» de mais pessoas com problemas diferentes, existem 3 casos (L) bem-sucedidos. O primeiro é o da Cristina, com curso superior, que «não se considerava maluca nem necessitava de qualquer consulta de psicologia» apesar de não conseguir ter um relacionamento social aceitável, até no excelente emprego em que se encontrava colocada. Apesar de ter sido «muito bem-educada», pertencer a uma família abastada, dar-se bem familiarmente e levar uma vida de muita etiqueta e cerimónia, sentia-se sempre ansiosa e deprimida, sem qualquer relacionamento com pessoas da sua idade, a caminhar para os quase 30 anos.
Conversas informais com um psicólogo amigo e colaborador do pai, engenheiro, ajudaram-na a compreender os mecanismos Psicopata-B
do funcionamento psicológico bem como da normalidade e anormalidade, para poder enveredar, sem querer e sem ter consciência disso, para uma psicoterapia suave, disfarçada e muito demorada. Posteriormente, quando verificou as vantagens de compreender, de facto, cientificamente o comportamento humano e de conseguir ter um relacionamento amoroso aceitável, não só desejou não «educar» os seus filhos da maneira «civilizada» como ela tinha sido educada, como até seguiu as normas do funcionamento do comportamento humano. Esta quase psicoterapia, feita disfarçadamente e em casa dela, durou mais do que o dobro do tempo necessário num consultório e muito mais do que pode acontecer quando a própria pessoa reconhece as suas dificuldades, deseja mudar de rumo e colabora, sem justificações para os seus desequilíbrios.

O segundo caso é o da Germana, «amigada» com um engenheiro, seu superior hierárquico, que não tinha por ela a mais neuropsicologia-Bpequena consideração. Foi uma psicoterapia normalmente conduzida em consultório com pouca colaboração da paciente, mas algum treino de relaxamento em casa. A psicoterapia serviu-lhe para se afastar do «amante» e casar-se com um jovem que também tinha problemas psicológicos bastante acentuados.

Esse jovem (Januário, o marido da Germana), protagonista do terceiro caso, teve vários surtos de desânimo e ansiedade, que não foram resolvidos durante mais de uma década, com comprimidos, psicanálise e psicoterapia. Depois de ter praticado, em casa, à noite, mais de 1500 períodos de relaxamento, além de várias leituras, tudo por insistência da Germana, conseguiu resolver todas as suas dificuldades em 20 horas de psicoterapia e 30 horas de «conversa» de café, num fim-de-semana.Organizar-B

As dificuldades que avassalam o próprio, com os incómodos e prejuízos inerentes quando a intervenção psicoterapêutica fica muito atrasada, é mal feita, o ambiente social ou familiar não ajuda, ou fica misturada com medicamentos desnecessários, quando não, contraproducentes, são descritas nos 4 casos (M) seguintes.

O «Mijão», empresário, casado e com dois filhos, molhava a cama» depois dos 25 anos de idade. A consulta casual com um psicólogo, o treino em casa e uma leitura adequada, deram resultado mais do que aceitável.
O «Calimero» que, aos 21 anos não passava de 11º ano, tendo estado nas mãos de médicos, psicoterapeutas e terapeutas de fala desde o infantário, só conseguiu melhorar quando começou a praticar o relaxamento mental, a ler alguma coisa do que era necessário e Respostas-B30a escrever uma linhas relacionadas com o seu passado. Tendo estado com medos exagerados e taquicardias durante um ano, ao fim de mais 4, conseguiu obter uma licenciatura com 16 valores, «perdendo» os medos «pelo caminho».
A «Perfeccionista» apesar de médica e especialista, teve de abandonar a psicoterapia, apesar das melhoras verificadas, porque a mãe insistia com ela para não deixar de tomar os medicamentos que lhe eram receitados pelo psiquiatra. Continuando assim, foi piorando até aumentar a medicação por ser considerada «bi-polar», com risco de suicídio, além de ameaças de que mataria a mãe, ainda viva.
O «Pasteleiro» tendo estado «doente» com muitas maleitas durante alguns anos, começou a fazer psicoterapia e, apesar de treinar pouco em casa e de não ler coisa alguma, quando melhorou ligeiramente, para consolidar a situação, foi aconselhado a «Educar»-Bandar na rua sem companhia ou, pelo menos, ficar à espera de transporte junto do consultório. A família não achou boa a ideia e quis continuar a protegê-lo, especialmente, com a ajuda da Igreja que frequentava. Foi «ganhando» mais medos, com ideias de que era homossexual. Como não valia a pena continuar a psicoterapia, nestas condições de apoio dado pelo meio ambiente a comportamentos inadequados, por ganhar com isso reforço secundário negativo, a psicoterapia foi interrompida e….
Quando o meio ambiente não ajuda e, às vezes, se torna hostil para a psicoterapia, não vale a pena continua-la, especialmente quando não existe qualquer interesse do próprio em sair dessa situação desequilibrada porque é a única que lhe proporciona a atenção e, talvez, o carinho (ou caridade?) dos outros.Depress-nao-B

Quem quiser saber o modo como uma depressão foi resolvida satisfatoriamente só com treino de relaxamento e TEA, temos o caso da Isilda, enquanto outra depressão, com conhecimento do caso da Isilda, foi quase resolvida com bastante leitura e algum treino em casa pela «nova paciente» que tinha um grau de instrução muito elevado. Quase abandonada pelo marido, com um filho a seu cargo, conseguiu refazer a sua vida académica e profissional (H).

Também, o Joel, que foi classificado como psicopata pelo psiquiatra, por ter quase estrangulado a namorada, depois de duas tentativas anteriores de maus tratos súbitos e violentos, foi tratado apenas com a TEA. Depois de melhorar e de ter treinado stress2em casa durante bastante tempo, estando muito aborrecido por «perder» a única namorada de quem gostava desde o início, perguntou ao psicólogo: “PSICOPATA! Eu?”. Nessa ocasião, já afastado dessa namorada a conselho do psiquiatra, sem nunca mais se ligar a qualquer outra pessoa, tendo lido muitos dos apontamentos policopiados que deram origem a esta colecção de Biblioterapia, pediu ao psicólogo que incluísse no «seu» livro um resumo com que pessoas na situação dele se pudessem socorrer para resolver ou minimizar as suas dificuldades.
O importante, neste caso, é que ele, filho de pais separados e educado num colégio interno, donde saía só nas férias, nunca tinha tido uma família que o educasse a acarinhasse e a única pessoa que parecia compreendê-lo era a namorada que era filha adoptiva duma senhora idosa que morava em frente do apartamento da sua avó. O que ele queria dizer psicoterapia2emocionalmente e quase simbolicamente à namorada, era: “Não fujas de mim!”, já que ela parecia ter muitos pretendentes (G).

Quem deseja enveredar pela reeducação, pode ter o apoio de «NEUROPSICOLOGIA na REEDUCAÇÃO e REABILITAÇÃO » (I). São mais de 25 anos de prática clínica e psicopedagógica na integração de crianças com dificuldades no ensino normal.

Para quem esteja interessado na melhoria do desempenho e do trato social na gestão, no marketing e nas vendas ou até na ligação com o patronato, o «COMPORTAMENTO NAS ORGANIZAÇÕES» (N) pode dar algumas luzes.pqsp2

Por fim o livro «RESPOSTAS SOBRE PSICOLOGIA» (O) vai ficando à espera das perguntas que os interessados queiram fazer, tal como acontece neste blog.

Depois de toda esta explicação, como estou muito empenhado na apresentação e explicitação da colecção de BIBLIOTERAPIA, que me parece muito útil para a resolução económica, cómoda e eficaz de diversos problemas psicológicos, escolares, de desenvolvimento pessoal e de interacção social, fica feito este post para abranger a generalidade das pessoas que possam ter problemas como os seus.

Julgo que é muito mais saudável e eficaz agir antes que os desequilíbrios aconteçam do que tentar soluciona-los depois, muito molhar2mal, como geralmente acontece. Pelo menos vivemos saudavelmente e sem patologias.
No seu caso específico, para além das indicações que dei acerca das leituras possíveis neste blog, se lhe for possível, pode utilizar os livros (Q), seguido de (P) e (D) para a compreensão de toda a situação.
Se não se sair bem, tem as indicações do (B), sem ajuda do psicólogo e o exemplo do (C), com alguma ajuda e muito «trabalho» da própria, apesar das desilusões iniciais.

E, partir do (E), são opções que cada um pode adoptar conforme o seu caso e o grau de apetência para a leitura e conhecimento do que se passa com os outros.
São leituras que podem ajudar a mudar a mentalidade, o que se torna muito necessário nestes tempos conturbados que temos sucess2estado a passar e que iremos ter de enfrentar durante muito mais tempo se não agirmos consciente e activamente para ajudar os mais novos a aprender a lidar com a vida de forma construtiva e realista.
É o futuro que está em acção e os jornalistas têm muito a ver com isso. Muito do seu trabalho pode redundar em ajudar a proporcionar uma sociedade mais justa, igualitária, tolerante e democrática, sem muitos ricos nem muitos pobres, dando-se bem harmoniosamente e compreendendo-se mutuamente.

Digo isto, porque na perspectiva que estou a apresentar, nada daquilo que a pessoa queira praticar com dietas, exercícios físicos e mentais, psicologia positiva, mindfullness, reiki, taichi, meditação ou qualquer outra terapia é contraditória. Até pode ajudar a pessoa, desde que ela acredite ou se deixe sugestionar de que isso lhe faz bem, tal como apoio2acontece, momentâneamente, com as festas, etc. que funcionam como reforço do comportamento incompatível, apenas durante esse tempo. Mas, a questão principal é ficar dependente dessa prática e, em caso de insucesso ou retrocesso, julgar que a «receita» não está correcta ou que foi mal seguida ou utilizada. Isto quer dizer que a pessoa fica dependente destes procedimentos se não utilizar a «sua cabeça» e consciência, para criar uma dependência autónoma e realista e criativa.
A dependência de que acabei de falar, relaciona-se também com os vícios ou adicções, das quais muito se fala nestes tempos. Tudo isto é causado pelo reforço secundário negativo aleatório que é provocado com os comportamentos de beber, tomar drogas ou quaisquer outros que consigam baixar o nível de ansiedade ou de desengano em que a pessoa fica envolvida. A pessoa consegue fugir desses pensamentos, sentimentos ou sensações, obtendo menos desagrado com o casos2abaixamento do seu nível de consciência e menor sensação de desagrado. Essa aprendizagem torna-se muito forte à medida que o tempo vai passando e, enquanto a consciência ou a cabeça não «investirem» na «cura», nada se pode conseguir de bom no sentido terapêutico.
O que estou a propôr, são menos procedimentos do que os apresentados por outros e mais cabeça do próprio que deve ficar a funcionar com o relaxamento mental, impulsionado pela TEA e pela IO para descobrir (dentro da cabeça de cada um) as causas que desencadeiam os efeitos que não interessam ou que se desejam reduzir, eliminar ou prevenir. Está tudo exclusivamente dentro da cabeça de cada um, com acesso exclusivo do próprio, a qualquer momento e em qualquer local, podendo as anotações escritas e os mapas de reed2autoavaliações ajudar imenso na condução da (auto) psicoterapia ou profilaxia.

Por mim, que só posso falar em Psicologia, digo que, quando eu necessitei de ajuda, em 1973/75, não tive outra coisa a não ser medicamentos que me iam deixando ainda pior do que estava. É o que acontece, infelizmente, ainda hoje, à maioria dos portugueses, que tomam medicamentos que até podem conduzir à demência.
Foi a ultrapassagem dessa minha dificuldade, com muita leitura, experimentação, treino e persistência, que me ajudou a pensar neste tipo de terapia, a partir da qual começou a surgir a ideia desta colecção. Se eu consegui e ainda pratico a Imaginação Orientada (3 a 5 minutos antes de dormir), quase todas as noites, qual a razão de os outros também não conseguirem melhorar com um sistema semelhante?

Todos têm de saber como agir e os livros desta colecção destinam-se a isso.
Como jornalista, agradeço que utilize estas ideias e, depois da sua prática, se concordar com elas e tiver tirado proveito, ajude a divulgar a ideia com a colecção destes livros, que podem ajudar muita gente.
Não temos de ficar, como vulgarmente acontece, à espera que os americanos, ingleses, australianos ou canadenses apresentem quase as mesmas ideias como se nunca tivessem existido, quando, em Portugal, já se seguiam silenciosamente, duas décadas antes, com bons resultados e talvez melhores do que os obtidos pelos ingleses. São aqui apresentadas as capas dos livros da nova colecção e de alguns dos antigos que lhes deram origem.

Agora, a partir de muitas críticas, sugestões, «dicas» e pedidos, vamos tentar alinhavar um novo livro intitulado «PSICOTERAPIA… através de LIVROS…» (R) destinado a encaminhar os interessados na leitura adequada, restrita e orientada dos livros necesários para o seu caso e que constam dos 18 incluídos nesta colecção, paera as variadas finalidades. Assim, cada um pode «tratar» de si próprio, autonomamente ou com pouca ajuda de especialistas bdeneficiando da prevenção e profilaxia.

Infelizmente, o nosso jornalismo parece servir os interesses dos detentores dos meios de comunicação social, que obrigam muitos dos profissionais a aderir ou a «trabalhar» num sentido de dar uma determinada visão que lhes seja mais favorável. Também, infelizmente, a nossa instrução, educação e exemplos familiares não ajudam a tecnicas1
termos uma visão realista, autónoma, democrática e consciente do mundo que nos rodeia. Fiamo-nos nas aparências e na imagem, com o «glamour» que nos á apresentado de forma ostensiva a intensa por muitos «especialistas», comentadores, entrevistadores e apresentadores. Temos de não nos deixar seduzir por essas aparências de uma vida sem sentido e de verdadeira paz interior. Tomar consciência disso foi o que ajudou a Cristina a reverter todo o seu processo de desequilíbrio mental e comportamental. Este trabalho pode ser feito por jornalistas conscientes e independentes.                        É difícil, mas não impossível.
Boa Sorte para todos.

 

Em divulgação…

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É aconselhável consultar o ÍNDICE REMISSIVO de cada livro editado em post individual.

Blogs relacionados:

TERAPIA ATRAVÉS DE LIVROS para a Biblioterapia

PSICOLOGIA PARA TODOS (o antigo)

Para tirar o máximo proveito deste blog, consulte primeiro o post inicial “História do nosso Blog, sempre actualizada”, de Novembro de 2009 e escolha o assunto que mais lhe interessa. Depois, leia o post escolhido com todos os comentários que são feitos. Pode ser que descubra também algum assunto acerca do qual nunca tivesse pensado.

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RESPOSTA 45

Sou amigo do Felício e, por indicação dele, estive a consultar vários artigos deste blogue relacionados com Autoterapia,
Biblioterapia
e Psicoterapia.Auterapia-B30

Como estou desempregado e não tenho disponibilidade financeira para consultas de psicologia, gostaria de saber se posso fazer alguma coisa com a biblioterapia porque tenho algumas hipóteses em mente e não sei qual delas é a melhor.
 

– Meter-me numa grande aventura e ir fazer projectos fotográficos para depois tentar vender;
– Iniciar por vender material fotográfico online, para depois abrir uma loja de venda e arranjo de material fotográfico;Maluco2
– Ir tirar mestrado na área da fotografia (Design e Cultura Visual) e depois ir dar aulas ou ser investigador na área;
– Ir tirar uma formação de camera men e depois ir trabalhar para alguma coisa de vídeo;
Agradeço a sua ajuda.
Face a este comentário, dou a seguinte resposta:
Meu caro senhor.
Acredito que o seu estado de desempregado provoque uma grande ansiedade, frustração e desilusão. Infelizmente, estamos Joana
todos no mesmo barco, especialmente, com a governação dos últimos 40 anos, que se veio agravando nos últimos 4, proporcionando um desmantelamento completo do tecido produtivo do país, com cada vez mais ricos e muitíssimos mais pobres. Estamos agora a sofrer as consequências dessa governação, que não sei até quando vão durar. Também estou à espera de poder publicar os livros e não consigo.

Mas, quanto ao seu caso específico, vou tentar analisar cada proposta em separado.

Meter-me numa grande aventura e ir fazer projectos fotográficos para depois tentar vender.Acredita-B
◊ Tem alguém que o sustente e apoie monetariamente nesses projectos?
◊ Quando diz que vai tentar vender, tem uma previsão dos possíveis compradores?
◊ Quanto custará o projecto e quanto renderá?
◊ A futura venda pagará os custos do projecto?
São contas que também eu tenho de fazer ao publicar os livros, para garantir, pelo menos os custos de produção.
Isto está fora do âmbito da Psicologia.Consegui-B

Iniciar por vender material fotográfico online, para depois abrir uma loja de venda e arranjo de material fotográfico.
Terá gente suficiente que deseje adquirir material online?
Se tiver quem adquira o material para cobrir as despesas do seu trabalho talvez seja uma solução mais exequível.
Esta resolução também não está no âmbito da Psicologia. São contas a fazer, com observação e avaliação do público que possa aderir aos seus serviços.Saude-B

Ir tirar mestrado na área da fotografia (Design e Cultura Visual) e depois ir dar aulas ou ser investigador na área.
Tem quem o possa sustentar durante o tempo dos estudos?
Se assim fôr, pode ser que seja uma ideia a prosseguir, já que, presumo eu, já tem uma licenciatura que, não sei se demorou mais do que os 3 anos estabelecidos. Se tudo correu dentro dos limites, julgo que a ideia não é má, tanto mais que se pode esperar que a situação económica do país vá dando uma volta diferente daquela em que estivemos e Psicologia-Bcontinuamos envolvidos e nos prejudica a todos.

Ir tirar uma formação de camera men e depois ir trabalhar para alguma coisa de vídeo;
Tem quem o possa sustentar durante o tempo da formação?
Se tem esse apoio, julgo que tem de resolver o conflito entre tirar mestrado e fazer formação em camera men.

Nestas duas últimas hipóteses, posso dar uma ligeira ajuda dizendo que a Imaginação Orientada (J) é muito Interacção-B30importante neste caso. Ninguém mais do que o próprio pode perceber e sentir a diferença entre a sua capacidade e facilidade de apreensão do material teórico e prático para poder tomar a «sua» resolução.
No mestrado, provavelmente, terá mais matérias teóricas do que na formação.
Outro conflito a resolver é o tempo de duração entre mestrado e formação…
Ainda outro conflito a resolver, é o de empregabilidade posterior. Terá mais hipóteses de ensino e investigação ou trabalho de campo?
Este também não é um assunto que cabe dentro da Psicologia.

Contudo, numa escolha ou decisão a ser tomada, julgo que tem de contar em consideração primeiro a sua apetência para umDepressão-B determinado trabalho, depois, a sua capacidade de estudo e apreensão da matéria, depois, as disponibilidades financeiras e ainda depois, a possibilidade de emprego ou de público consumidor.

O que posso dizer em Psicologia ou Psicoterapia, é que tente praticar o relaxamento da melhor maneira possível para entrar em Imaginação Orientada, a fim de visualizar, com racionalidade e objectividade e sem emoções, as diversas possibilidades aqui discutidas, das quais, à primeira vista me parece que a formação pode ficar em primeiro lugar, deixando o mestrado para segundo, dependendo muito do apoio financeiro que possa ter.
Em terceiro e quarto lugar talvez possam ficar venda online e, em última instância, os projectos fotográficos.Psi-Bem-B

Esta escolha nada tem a ver com a Psicologia mas sim com o Mercado de trabalho e de Consumo existente no meio ambiente em que vivemos.

A escolha tem de depender exclusivamente do próprio e para isso, pretendendo deixar a pessoa autónoma e independente, fui projectando definitivamente, desde 2010, a colecção dos 17 livros específicos para a Biblioterapia destinados à Psicoterapia, Psicopedagogia , Psicologia Social, Psicologia Geral e Desenvolvimento Pessoal. Também me empenhei no «AUTO{psico}TERAPIA» (P) que ainda não publiquei, exactamente, por causa das minhas dificuldades financeiras e do público que o possa utilizar.Psicoterapia dificeis_Blogue

Para isso, até já fiz uma proposta de colaboração que ainda não teve qualquer apoio de quaisquer entidades. Não pretendo publicitar, influenciar as pessoas e impingir os livros, mas apenas divulga-los para poder ajudar muito economicamente quem disso necessitar.

Repare que esta resposta que lhe estou a dar poderia ser dada publicamente num grupo de cerca de 30 pessoas onde talvez as restantes 29 beneficiassem com o mesmo trabalho que lhe estaria a ter numa consulta que o deixaria, para o futuro, mais dependente do consultor.Imagina-B

Contudo, o relaxamento mental e talvez o muscular, antes disso, só pode ser feito e praticado pelo próprio. Ninguém o pode substituir na sua prática. E a imaginação também lhe pertence, embora possa ser orientada e incentivada pelo psicoterapeuta.

Oxalá que este post também possa servir muitas mais pessoas que podem estar em circunstâncias semelhantes às suas. Por isso, como deve ter bastante tempo livre, aconselho-o a consultar todos os links aqui mencionados.

Neuropsicologia

Em divulgação…

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