PSICOLOGIA PARA TODOS

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Hoje, quando dava a minha volta habitual, uma das pessoas amigas do Felício, que me conhecia de vista, abordou-me e pediu logotipo-colado-cpcpara conversarmos um pouco se eu tivesse disponibilidade em tempo. Tinha algumas perguntas a fazer, porque já consultara as minhas páginas de Centro de Psicologia Clínica e Biblioterapia do facebook e estava admirado por nunca ver a minha fotografia.

Por isso, mantivemos o diálogo seguinte que, de acordo com o meu compromisso, iria compor em post para o blog PSICOLOGIA PARA TODOS, logo que chegasse a casa, dando mais algumas «dicas», especialmente, com alguns  links que talvez lhe pudessem interessar e ser úteis para um esclarecimento mais completo.

 

P: Qual a razão de nunca colocar no facebook a sua fotografia com a da sua senhora, que também conheço de vista? Afinal, Biblioos dois são os co-autores dos livros.
R: Há dias, houve mais uma pessoa que fez uma pergunta semelhante, mas a resposta é muito simples. Utilizo o facebook apenas para difundir, debater conhecimentos ou apoiar algumas ideias e pontos de vista sobre Psicologia, Psicopatologia, Psicoterapia, Psicopedagogia, Psicologia social, Desenvolvimento pessoal e Política não partidária. Estou a fazer isso apoiado na minha prática clínica de mais de 40 anos e em nome do Centro de Psicologia Clínica, a crl que foi constituída há quase 35 anos e durou cerca de uma década, porque o Estado pagava muito mal os serviços prestados. No final, depois da extinção, fiquei com todo o seu acervo nas minhas mãos. É por isso que chega a ver nas páginas, o essencial do dístico principal desse Centro, que muita gente antiga conheceu em Mem Martins.

P: Mas, voltando a insistir, não acha que seria útil apresentar-se ao público? mario-70
R: O que eu acho necessário e útil para o público são os meus conhecimentos, ideias, experiências, aconselhamentos e incentivos para a solução dos problemas ou até seu evitamento, quando possível. Isso não se faz com a minha imagem mas sim com as minhas palavras, apontamentos ou livros. Se eu tivesse uma fisionomia diferente, mais velha ou mais nova, mais magra ou mais gorda, com ou sem bigode ou barba, qual seria a diferença naquilo que eu estou a tentar difundir? Também com os livros, qual será a diferença fundamental com capas ou títulos mais apelativos em relação ao seu conteúdo, que é o mais importante? Isso pode ser muito bom para a DIA-A-DIA-Cpolítica partidária que vive da opinião pública e da imagem que difunde, até o público detectar as fraudes que «acontecem» cada vez mais. Por isso, até nem faço a publicidade dos livros dos quais desejo que apenas haja divulgação a fim de que as pessoas os conheçam, utilizem e tirem proveito. Esta sua pergumta faz-me lembrar uma antiga consulente que me perguntou qual a razão de não expor nas paredes do consultório os diplomas académicos e profissionais que eu possuía, porque em quase todos via isso em profusão. A minha resposta foi dada algum tempo depois, com um post neste blog, em que apresento e descrevo todos os diplomas, só para quem os queira consultar. Como tive ocasião de dizer ao meu amigo Antunes (J) em várias conversas informais, os interessados ou Respostas-B30«pacientes», como lhes chamamos (porque têm de nos aturar durante muito tempo), necessitam de ter confiança no especialista que irão consultar, especialmente, com referências dadas por quem os conheça ou tenha sido seu consulente. Cair nas mãos dos que aparecem pomposamente nos diversos órgãos de comunicação social, sem saber da sua idoneidade e competência, pode acarretar graves prejuízos.

P: Acha isso tão mau?  
R: Julga que eu aconselharia alguém a ir consultar um psicólogo ou um psiquiatra que apareciam, em tempos, no facebook a apregoar quase milagres, com várias pessoas a reclamarem «curas» quase milagrosas? A minha primeira reacção, antes de os conhecer bem, seria a de fugir deles. Também, alguns que aparecem nos programas televisivos Organizar-B
não me inspiram a mínima confiança, embora palavreado não lhes falte. Por acaso, gosto mais de ouvir os inspectores da Polícia Judiciária que parecem falar mais em psicologia do que os outros. Também posso dizer que, em tempos, apareceu-me no consultório, por recomendação duma antiga cliente, uma senhora que era oligofrénica e maníaco-depressiva e estava a ser seguida em hospital, medicada há mais de 10 anos, sem melhorar, mas com sintomas cada vez mais agravados. Ela também se desenganou com os programas de hipnoterapia da televisão. É um caso descrito no livro «Imaginação Orientada» (J/58-60), que está à espera de publicação.

P: Mas, não acha que no facebook, que é um livro de fisionomias, devia apresentar a sua cara para o conhecerem melhor?  Difíceis-B
R: Acha que a maior parte dos «amigos» que tenho no facebook tem a «cara» que apresentam? O que faço eu vendo as suas caras? Será que a cara que apresentam é deles? De que modo posso saber se são os próprios? Vou a França, Austrália, Brasil conhecê-los? Estarei, por acaso, a solicitar o apreço ou a depreciação da minha cara? Ou será dos meus conhecimentos, ideias, opinões ou conselhos? E se tivesse uma cara diferente da que tenho agora? E se sofresse um acidente e ficasse desfigurado? Eu discuto ideias, conceitos, opiniões, conhecimentos e não as caras dos outros. Como é que a «pornografia» e a «vigarice» singram muito bem no facebook? Pense nisso! Não será com esses «enganos» ou «engodos» artificiosamente preparados e difundidos que se ludibria muita gente? Repare que na minha página inicial no facebook, a data do nascimento é de Março de 1981. De quem? Minha, ou do Psi-Bem-CCentro de Psicologia Clínica? Pense bem nisso…. A página é do Centro e eu sou apenas o gestor da mesma. Não se deixe enganar com as aparências!!!

P: Está a deixar-me assustado com esta conversa!  
R: Porquê? Repare que está a ver agora a minha cara. O que lhe interessou mais? Foi ver a minha cara ou ouvir as minhas ideias ou respostas, que também poderiam ser dadas em apontamentos, escritos ou livros? É por isso que estou a trabalhar muitas horas por dia, há mais de 4 anos, na reorganização e actualização de todos os livros antigos para serem publicados em outros moldes e formatos, sendo agora acrescentados com novos
livros que descrevem mais alguns «casos» típicos e diversificados dos 5.000 processos «herdados» do Centro de Psicologia Interacção-B30Clínica. Tudo isto deu origem a uma nova forma de terapia, praticada com algumas pessoas, desde 1980, desde que estivessem disponíveis para ler muita coisa e praticar em casa os exercícios necessários. O Júlio (E) foi o caso mais flagrante, quase inicial. Foi, praticamente, uma das últimas causas da BIBLIOTERAPIA que só agora, isto é, no princípio deste século, está a ser implementada no Reino Unido como tratamento «low cost», porque os seus Serviços de Saúde não conseguem abranger devidamente e apoiar todos os necessitados que vão aumentando cada vez mais com a vida frenética e desenfreada que se está a ter, especialmente nos países chamados desenvolvidos. O que acontece connosco? Parte deste problema está a ser devidamente tratado, quer por minha iniciativa, quer com respostas às perguntas ou reparos que os comentadores vão fazendo no referido blog. E já existem muitos posts sobre Imagina-BBiblioterapia, Autoterapia, Psicoterapia, Reforço e vários outros conceitos que interessa conhecer para o bem da saúde mental  e equilíbrio psicológico de cada um.

P: Acha que isso é suficiente?    
R: Como não acho que seja suficiente, embora possa ajudar algumas pessoas mais colaborantes, interessadas e, às vezes, sem dinheiro para livros, quanto mais para consultas, já fiz uma Proposta de Colaboração que as organizações podem aproveitar. Pode também ajudar a que algumas pessoas se juntem e se organizem para pôr a ideia a funcionar. Tudo depende das necessidades, dos interesses e das acções dos intervenientes ou carenciados. Tem Depressão-Bde existir uma acção conjunta de todos e não uma espécie de receber uma esmola ou uma dádiva de alguém. Às vezes, cria-se, na psicoterapia, a ideia de que o próprio nada pode fazer sem o apoio do psicoterapeuta…! Cuidado com isso, porque muito do trabalho e empenho tem de ser do próprio porque, deste modo, fica prevenido para o futuro e capaz de dar resposta nas mais variadas adversidades a qual, às vezes, tem de ser exagerada, especialmente quando os serviços que deveriam estar disponíveis falham em toda a linha. Veja bem a reportagem de Sexta às 9 do dia 26 FEV. O homem da família, com os seus comportamentos de optimismo e brincadeira, «aguentou» o ânimo, a saúde mental e a fome da família durante muito tempo! Nestas Psicopata-Bcircunstâncias, não será o Estado a falhar com os apoios pecuniários e sociais que deve proporcionar? Pessoalmente, prefiro a solidariedade e humanismo em vez da caridade, que é muitas vezes praticada com pompa e circunstância, deixando as pessoas humilhadas e dependentes.

P: Isto é tão grave como me parece estar a dizer? 
R: Se consultar as estatísticas, a percentagem e a gravidade das chamadas «doenças» do foro psicológico, especialmente as depressões, vão aumentando quase exponencialmente, especialmente quando as circunstâncias familiares, económicas e laborais se vão degradando. Temos de aguentar tudo isso enquanto não conseguirmos mudar o sistema ou os apoios necessários. Porém, muito disto se pode tratar ou prevenir antes que aconteça,Psicologia-B
de forma muito mais económica e menos prejudicial do que depois do mal ficar instalado. Se chegarmos a este ponto, pode haver o risco do vício e da dependência de medicamentos, com degradação da saúde, da harmonia familiar, da convivência social e da produtividade. Para evitar estas circunstâncias, a psicoterapia preventiva pode dar uma ajuda substancial. Para ajudar as pessoas interessadas, já fiz um post intitulado Psicoterapia – 6 que dá indicações precisas e muito resumidas, além de já ter explicado tudo isso num post anterior, a fim de se conseguir experimentar uma autoterapia. Os livros também podem ser muito úteis a fim de saber de que modo os outros resolveram os seus problemas com pouca ou nenhuma ajuda, compreendendo bem toda a situação e ajudando até mais pessoas, inclusive os mais novos, como a Joana (D), deixando a família preparada para reagir adequadamente em tempo oportuno.Maluco2

P: Da maneira como fala, parece que é bom ensinar os mais novos a aguentar e reagir adequadamente!  
R: Acho que é óptimo, especialmente se se conseguir ajudá-los a aprender a ultrapassar dificuldades, por sua própria iniciativa, desde a mais tenra idade (Q/20..). É um treino magnífico que todos os pais devem proporcionar aos filhos para que eles possam ter um mundo mais equilibrado e menos desigual do que o nosso. Só isso nos pode conduzir a um verdadeiro progresso, com inclusão de todos e não da sobrevalorização de alguns à custa da degradação de muitos, como me parece estar a acontecer cada vez mais, em Portugal, nos últimos 40 anos. Já nos bastava termos aprendido arduamente nas décadas anteriores. Esta tarefa compete aos pais que, para isso, podem socorrer-se de Joana-Bpsicólogos para os esclarecer, sensibilizar e ajudar a tomar as medidas necessárias e possíveis em cada caso. E é possível fazer isso em reuniões com dezenas de pessoas que, expondo as suas dúvidas, ajudarão os outros a conhecer problemas que os podem vir a afectar no futuro e de que eles não têm consciência. Já me aconteceu, entre outros, com os enfermeiros com quem lidei nos finais dos anos 70 do século passado. São conversas «públicas», como esta e eles ganharam muito.

P: Acha que assim se pode fazer alguma coisa?    
R: Uma coisa é eu achar e a outra é ter a certeza. Se os alunos do Hospital de Vila Franca de Xira conseguiram fazer bastante Consegui-Bcom apontamentos e algumas aulas, qual a razão de outros não poderem fazer muito melhor com livros e exemplos daquilo que os outros fizeram, embora com algum apoio extra, até em conjunto com muitas pessoas? Seria bom que todos soubessem como funciona o mecanismo do comportamento humano. Todos queremos ser felizes e fazemos tudo para o conseguir. Porém, quando não o conseguimos, ficamos frustrados, entramos em depressão que, com o tempo, passa a depressão aprendida, que pode conduzir ao conformismo. Neste estado de espírito, muitas das ideias das mais disparatadas, difundidas hoje em dia, podem ser «apropriadas» pelos «infelizes» depois de terem «aguentado» durante muito tempo o seu «sofrimento». Pode ser que muitas das seitas se sirvam deste expediente. Desde que conheça estes mecanismos, a pessoa pode defender-se com uma prevenção e uma profilaxia oportunas e é por isso que, numa atitude política, mantenho a minha intervenção nos dois blogs e no facebook, para dar compr-Crespostas aos comentadores, além de preparar livros com a divulgação de «casos» bem e mal sucedidos, apresentando as razões para tal.

P: Todos poderão fazer o mesmo com facilidade?  
R: Não posso garantir que possa ser com facilidade. Enquanto o Antunes (B) conseguiu fazer uma autoterapia, a Cidália (C) necessitou de pequena ajuda e a Cristina, Germana e o Januário (L) também tiveram algum apoio, mas todos conseguiram atingir o seu objectivo com bastante leitura, treino e muita prática do relaxamento mental, todas as noites. Contudo, descrevi dois casos marcantes em que o «Calimero», apesar de ficar a «marcar passo» mais de 3 anos no 11º ano, nos 4 anos seguintes, depois de um ano de psicoterapia, obteve uma Acredita-B
licenciatura com 16 valores e não necessitou de mim depois de «perder» quase todos os medos, imaginando que tinha feito tudo por ele próprio. Contudo, assim como aconteceu com várias outras pessoas, com a «Perfeccionista» (M) não foi possível continuar a psicoterapia, porque a mãe interferiu e desejou que ela fosse acompanhada em psiquiatria, que aumentou a dose de medicação, piorando cada vez mais até ser considerada, anos mais tarde, como bipolar, com ameaças de se suicidar e até de matar a própria mãe. É triste, mas é verdade que o meio ambiente pode prejudicar em muito, quando as noções correctas da ciência do comportamento não são bem compreendidas, nem aplicadas adequadamente. Alguma leitura e bastante treino podem resolver a situação.Saude-B

P: Agora, por curiosidade, como fala muito em reforço, qual é o seu reforço nestas condições, sem publicidade nem divulgação nos meios de comunicação social?
R: Como já tenho tido oportunidade de dizer algumas vezes, reforço é satisfação que pode não ser igual para todos e até para a mesma pessoa em circunstâncias diferentes. Da mesma maneira como já disse que não tenho muito interesse na publicitação e propaganda dos meus livros, mas apenas divulgação por quem os ler e achar vantajosos, interessa-me mais que, com aquilo que eu faço no blog, nas conversas e até nas consultas, a pessoa fique satisfeita com o apoio recebido. Interessa-me que a pessoa aprenda a fazer a sua autoterapia (P) que é muito pqsp2
vantajosa e a deixa relativamente autónoma, independente e imune à descompensação, tornando-a capaz de se recompor com facilidade por sua própria iniciativa. A própria pessoa tem de se empenhar com afinco e persistência e os vários livros dão o exemplo de casos que já se resolveram satisfatoriamente. Se a pessoa o conseguir, mesmo sem qualquer agradecimento «normal» posterior, esse é o meu maior reforço. E tenho vindo e receber este reforço durante anos, com os casos em que ajudei a aprender a resolver a situação autonomamente. Os seus amigos que o digam.

P: Já agora, parece-me que está a dizer que as pessoas devem sentir-se bem. Não é isso que disseram há algum tempo sobre
Depress-nao-Ba produção da dopamina? Parece que citaram um estudo de Nora Volkow nos EUA. Com base nisso, também existe uma terapia designada como Psicologia Positiva. O que diz acerca disso?

R: Fiz mais do que um post relacionado com isso e também relacionado com a Psicologia Positiva. Se toda essa técnica é tão boa, qual a razão do suicídio do comediante Robin Williams, que se mostrava sempre bem-disposto e deixava os espectadores a gargalhar? Pense nisso. Pode ser que os que gargalhavam produzam dopamina, mas o actor, não! Seguir conselhos dos outros, não chega. Cada um tem de «embarcar» nessa onda. Já reparou na necessidade do empenhamento do próprio numa boa psicoterapia?

P: Agradeço os esclarecimentos que me deu. Mas, às vezes, a sua linguagem não é um pouco agressiva? Vai publicar a nossa conversa  em novo artigo?    «Educar»-B
R: Sim. Vou chamar-lhe «FACEBOOK» e talvez até hoje o possa publicar com vários links que achar úteis para os que ainda não conhecem os posts correspondentes. Quanto à minha linguagem agressiva, ainda bem que me fez notar, mas não tento ser simpático ou bem aceite pelos outros. Interessa-me mais o realismo, a rapidez, a eficácia e a objectividade, sem irrealismos ou complacências. Se é a isso que se refere, não vou mudar, porque prefiro ser honesto para com todos. De qualquer modo, quando faço uma crítica, não posso ser «meiguinho» só para agradar alguns. Também posso dizer que estou sempre a verificar e a actualizar tudo o que escrevo, com as críticas que me são feitas, utilizando esse feedback para melhorar as coisas, segundo o meu ponto de vista. É o que vai descobrir em todos os meus livros e blogs. É a vida, como diria o outro!

Em divulgação…

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