PSICOLOGIA PARA TODOS

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«25 de ABRIL» de novo.

Ontem, tinha no meu e-mail, mais ou menos a seguinte comunicação, muito curta, solicitando-me também que, se lhe quisesse dar Salgueirouma resposta pública, a identificação do autor fosse apenas de “STM”.

“As suas comunicações têm-me merecido a melhor atenção, não obstante estar neste momento com muita falta de tempo. Como tudo isso requer muita concentração e recato, podemos combinar uma conversa em qualquer dia num futuro próximo.”

 

Como julgo que se deve tratar dos últimos posts e, passados os primeiros dias de euforia do «25 de Abril», estou à espera duma verdadeira democracia desde 2 de Maio de 1974,  prefiro que, para essa conversa, todos conheçam bem as minhas ideias e acções e não a  fisionomia.
Pensando bem neste assunto, resolvi deitar-me à noite e praticar a Imaginação Orientada para rever o meu passado e os projectos que, mesmo neste momento da minha vida, gostaria de implementar.

Porém, depois de me levantar, ao tomar o pequeno-almoço, fui assistindo à sessão de comemoração dos 42 anos do «25 de BiblioAbril». Achei esquisito que durante os últimos 4 anos não tivesse havido uma manifestação semelhante. Ouvindo os discursos dos diversos intervenientes, saltou-me à vista a intervenção da representante do PSD, trazendo-me à memória o filme de «Voando sobre um ninho de cucos» e o estado da Saúde Mental em Portugal. Das intervenções que mais me agradaram foram as de BE e do PS. Os representantes dos dois partidos parecia que estavam com os pés bem assentes na terra. Vendo as outras reportagens, admirei-me com a coragem e o bom-senso do Cabo que não disparou a metralhadora contra a coluna de Salgueiro Maia, bem como a coragem deste em entrar para o Quartel-General, desarmado, depois de tudo o que se tinha passado. Por isso, este post  começa com a foto de Salgueiro Maia, retirada da página do meu amigo do facebook Francisco Bruto da Costa a quem agradeço a sua publicação origiinal

Depois disso, pensando em mim e nas recordações tidas durante a noite, lembrei-me que, resolvido o meu problema pessoal mario-70
em saúde mental, autonomamente, mais ou menos em 1975, tinha conseguido implementar a mesma «receita» com muito sucesso em 1980, só com apontamentos policopiados.
Por isso, tinha-a experimentado com muita gente, mas a minha preocupação fundamental tinha sido e continua a ser a de não encontrar pessoas com vontade suficiente para ler o que é necessário, compreender o funcionamento do comportamento humano, analisar o seu próprio comportamento e praticar alguns exercícios que, dentro dum tempo relativamente curto, deixam muitas pessoas completamente imunes aos dissabores anteriores e aos que futuramente possam existir, como «normalmente», na vida do dia-a-dia.Acredita-B

As histórias de bastantes pessoas que colaboraram, parte das quais, depois de escolhidas, são apresentados como os casos de Antunes, Cidália, Júlio, Joel, Isilda, «Nova Paciente», Cristina, Germana, Januário, servem para descrever percursos de vida diversos, mas todos bem-sucedidos, havendo muito empenho dos próprios e pouca ajuda do psicólogo.

Isto quer dizer que, em psicoterapia, não é necessário ficar sempre na dependência do psicólogo nem haver equipamentos especiais, além da «cabeça, leitura, compreensão, racionalidade, humildade, Consegui-Bcolaboração, treino e persistência» do próprio. Cada um pode desenvolver as suas potencialidades no momento oportuno, sem ter de esperar pela «sorte» como o Tiago, «Mijão» e «Calimero», ou sofrer revezes desagradáveis, «enfrascando-se» em drogas que, além de não resolverem o problema na maior parte das vezes, podem ser apenas paliativos que deixam a pessoa quase incapacitada, dependente, viciada e, muitas vezes, degradada, como aconteceu com a «Perfeccionista» e o «Pasteleiro» (M).

Depois de acabar de dar as aulas durante uma dezena de anos no ISMAT, tendo lecionado Comportamento Organizacional, Psicologia Social e Psicopatologia, fui incitado pelos alunos, a partir de 2007, a manter o blog a fim de dar Joanarespostas aos interessados e acabei por me dedicar à reorganização e actualização de todos os livros que estavam publicados, acrescentando-os com mais casos, dos mais significativos, escolhidos entre os mais de 5.000 que estão em meu poder.

Assim se concretizou a ideia da Biblioterapia (Q) quase que iniciada com sucesso em 1980, e que só no princípio deste século aparece em grandes parangonas como tratamento «low cost» no Reino Unido, porque os seus serviços de saúde não dão vasão aos casos de desequilíbrios psicológicos que se verificam «normalmente» numa civilização que é pouco humanizada. Com anúncios deste tipo, muitos agrupamentos vão tirando proveito, disseminando «curas» com determinados procedimentos e que nem sempre dão o resultado que se desejaMaluco2 porque a «cabeça» do próprio não sintoniza com as teorias e práticas adoptadas. Mas, as pessoas vão tentando… até se desiludirem, porque as culpas de qualquer insucesso são assacadas ao próprio.

Estamos há muito à espera da democracia mas, numa verdadeira democracia, a vontade da maioria fica em primeiro lugar, sem subjugar as minorias, dando a todos um tratamento justo e equitativo, embora ao gosto da maioria, que foi quem encarregou determinados agentes de implementar todo o sistema. Esse sistema tem de proporcionar A TODOS uma boa educação, instrução, saúde física e mental, oportunidades de trabalho e de colaboração, nível de vida adequado, com poucas desigualdades socias e, especialmente, progresso, em paz e harmonia.
Vamos ter isso algum dia em Portugal? Em 2009, tinha elaborado um post sobre este meu anseio e hoje apeteceu-me elaborarImagina-B este, para poder dizer que estou à espera dessa democracia que nunca mais vejo chegar.

Em relação à saúde mental, o único assunto em que posso falar por experiência própria de mais de 40 anos, consigo garantir que, se o método terapêutico que estou a utilizar não for divulgado, pode desaparecer comigo, para ficarmos apenas com as «novidades» que vêm de fora e que são muito mal aplicadas.

Esta experiência de Imaginação Orientada (IO) (J), baseia-se na utilização da Terapia do Equilíbrio Afectivo (TEA) para que cada um desencade em si as suas boas recordações, fazendo o relaxamento mental, se possível, com a autohipnose, a fim de analisar o passado com racionalidade, realismo e humildade, descobrindo as causas dos Psicologia-Bcomportamentos que incomodam ou que se desejam melhorar. Com essa análise, que pode ser feita também autonomammente pelo próprio, com treino de relaxamento mental e muitas leituras de «casos», se necessário, para descobrir de que modo os outros actuaram, é possível fazer a reestruturação cognitiva num sentido da vida de cada um (logoterapia) para se poder accionar a modificação do comportamento necessária.

Tudo isto só pode ser feito por cada um, porque as recordações, as ideias, os desejos, os sentimentos e as emoções são pessoais e intransmissíveis. O psicólogo apenas pode ajudar a pessoa a desencadear todo este processo e orientar, tão bem como fazem alguns livros devidamente direccionados, desde que exista vontade e colaboração do Psicopata-Bpróprio que, além da leitura, fará os treinos necessários para entrar em relaxamento mental. Contudo, é bom relembrar que os problemas ou dificuldades financeiras, sociais, de trabalho, etc. não são do âmbito da Psicologia, que apenas pode ajudar a que e pessoa «não se vá abaixo» ou que fique pouco vulnerável, envergando um colete de salvação como já foi explicado há dias.

Com isso, a pessoa até para pode trabalhar para manter um sistema justo, lutar contra as injustiças ou exigir que haja melhorias sensíveis para TODOS.

Contudo, é importante que cada pessoa se instrua e se informe devidamente, pensando por si, sem se deixar influenciar pelos Interacção-B30comentários e opiniões dos outros, pela moda ou pelas notícias e anúncios absurdos e ilusórios que sobejam em toda a comunicação social.

Para que tudo isso aconteça, é necessário actuar preventivamente ANTES em vez de reagir depois, quando os danos forem bem visíveis e, talvez, irreparáveis.

Em divulgação…
arvore
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