PSICOLOGIA PARA TODOS

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PSICOLOGIA PARA QUÊ ? – 4

Como estava muito ocupado a actualizar o livro «PSICOLOGIA PARA TODOS» (F) peço desculpas por demorar algum tempo a tomar Psicologia-Cconhecimento dos dois comentários seguintes:

Li este artigo porque estou a segui-lo no fb já à muito tempo.
Tanbém estou a fazer biblioterapia com desfavorecidos, há 2 anos.
Com as longas explicações que deu, não compreendo como é que vou utilizar a biblioterapia nesse grupo, fazendo as entrevistas às escondidas, se eles são muito abertos e todos falam dos seus problemas.
Não consegui saber aquilo que eu mais desejava: resolver este caso.
Não poderei aplicar-lhe alguns testes para resolver o assunto?”
Anónimo

Nesta relação parece que ambos estão num período de mudança; que é vista como uma necessidade valorativa num processo evolutivo para ambos os interessados. No caso do utente ele já não tem relações sexuais com a sua companheira a mais de dois anos. Instalou se uma relação familiar.
No caso do Transexual ser mero objecto sexual, estar a criar nele perturbações afectivas. No entanto estamos perante um indivíduo que se sente como uma autêntica mulher. Segundo sei este indivíduo já sente isso desde os 12 anos de idade e quer ser mesmo mulher mas mantendo o pênis. Da conversa que tive com o utente em particular este estáBiblio muito apaixonado é o Transexual também. Ambos estão sujeitos a uma alteração da sua existência. Pergunta do utente, não vou ter provavelmente dinheiro suficiente para nos termos uma vida razoável, ela vai ter de se protituir se? Isto não é fácil penso eu para os dois.”
Pedro Andrade

 

Enviei aos dois comentadores uma resposta a dizer que tentaria responder-lhes com um novo post logo que conseguisse mario-70
«livrar-me» do trabalho que estava a fazer. Porém ontem, como era o Dia do Trabalhador, resolvi «descansar» e dedicar-me a preparar esta resposta.
Por este motivo, vou tentar enquadrar as minhas ideias na essência do livro cujas primeiras versões, muito reduzidas e «mal-amanhadas» e não tão completas como a actual, já foram publicadas desde 1990, com os títulos «Psicologia no Dia-a-Dia», da Clássica Editora e «Como Modificar o Comportamento», em 5 volumes dedicados à teoria, prática, técnicas, «casos» e previsão, da Plátano Editora.

Antes de tudo, o termo Biblioterapia quer dizer que é um tratamento através de livros. Provavelmente, em psicologia, é uma psicoterapia. Quais livros e em que condições? Quem aplica esta técnica? Com que pacientes? Se fosse quimioterapia, seria Saude-Cpossível aplicar quaisquer medicamentos em todas as circunstâncias? Com que doentes? Durante quanto tempo e em que condições? E se fosse fisioterapia, qualquer técnica ou exercício de recuperação, por melhor que fosse, serviria para todas as mazelas? E qual seria o técnico a aplicar esses exercícios? É importante pensar nisso.

Por isso, é necessário saber quem aplica esse tratamento. Tem habilitações para isso? Qual o seu treino e segurança? Em psicoterapia, é necessário ter um curso de psicologia orientado no sentido da clínica, além de especialização em psicoterapia. Os dois comentadores terão essas habilitações? Se aqueles que aplicam as técnicas não tiverem essa capacidade, podem estar a prestar um mau serviço e, em vez de ajudar os pacientes ou necessitados, Acredita-Bdeixá-los no engano ou na dependência, se não ajudarem a piorar a situação.
Falar com os pacientes, conversar com eles, conseguir a sua atenção ou a sua simpatia pode ser importante e até pode demonstrar a capacidade do agente especialista em lidar com os pacientes. Mas isso não chega. É muitíssimo importante ter noções profundas de modificação do comportamento que estou a preparar no aludido livro e é o que se pretende fazer, de facto, em psicoterapia. A psicoterapia não se resume a obter a simpatia ou a amizade das pessoas.
É necessário utilizar quase sempre e com muitos dos pacientes as várias técnicas de modificação do comportamento. É disso que estou a tratar no livro que estou e rever neste momento que, além do resumo das teorias, apresenta as técnicas, indica o modo como se fazem as avaliações para se saber que técnicas utilizar e se as Consegui-Butilizadas funcionam e em que sentido. Além disso, apresenta «casos» resolvidos, o seu modo de resolução e indica como se pode prever, mais ou menos, a evolução da psicoterapia ou da modificação do comportamento.
Embora seja um livro, escrito numa linguagem o mais simples possível, destina-se essencialmente aos técnicos que se queiram dedicar à psicoterapia. Mas o mesmo, também com a sua linguagem simples, pode servir para o leitor vulgar, tal como fazíamos nos anos 80 do século passado, no Centro de Psicologia Clínica, com a publicação de brochuras destinadas aos utentes. Também estou a tentar introduzir nesse livro uma prova que possa dar ao leitor a ideia de ter conseguido ou não obter as noções mais elementares e necessárias na ciência do comportamento para seu uso pessoal. Contudo, este livro, abrange apenas as noções de Psicologia e serviu para ajudar muito bem o «paciente»Joana-B Júlio (E), enquanto eram apenas apontamentos policopiados.
Por isso, quem lidar com pacientes, além de noções bem sólidas da ciência do comportamento, tem de ter pelo menos bases sólidas e bastante profundas e prática de psicometria, avaliação de personalidade, entrevista, análise psicológica, além de praticar a empatia. Neste caso, já deve conhecer muitos testes e saber utilizá-los.
Na psicometria, as noções sobre a teoria subjacente e a composição de cada teste, conhecimentos sobre a sua aplicação, correcção, avaliação e possibilidades de fazer um diagnóstico mais ou menos acertado, são fundamentais para não acontecer o mesmo que já disse em relação ao Joel (G). Foi apelidado de psicopata quando era apenas um neurótico inferiorizado e frustrado que tinha sofrido o abandono e a dissonância cognitiva naMaluco2 sua infância «mal»educada, tendo aprendido, na guerra do Ultramar, a reagir antecipadamente com violência, a qualquer estímulo ameaçador ou nocivo para si. O seu caso nunca poderia ser «tratado» em conjunto com outros, nem a terapia de grupo poderia dar algum resultado proveitoso. Talvez pudesse piorar os seus sintomas de desadaptação, tal como o futebol que ele praticava e as manifestações do partido esquerdista.

A psicometria faz-me lembrar um episódio bastante caricato. Quando tinha o consultório no Centro Médico de Diagnóstico, na Avª Infante Santo, em Lisboa, vi um anúncio nos jornais que falava dum curso de psicometria para quem tivesse o curso dos Liceus e, especialmente, para os que estivessem na docência. Fui saber desse curso dizendo que tinha apenas o 7º ano do Liceu. Uma senhora médica, assistente do Professor, atendeu-me muito simpaticamente e disse que Interacção-B30poderia fazer o curso angariando alunos que quisessem fazer orientação escolar. A empresa fornecia os testes, mostrava como se deviam aplicar e corrigir. Daquilo que os alunos pagavam, metade destinava-se aos instrutores e metade aos instruendos. No final da aplicação dum determinado número de testes, era passado o diploma de competência. Soube pouco depois que o Instrutor principal era um médico que tinha feito o doutoramento em Psicologia na Faculdade de Medicina de Lisboa, com uma tese quase preparada por um psicólogo dedicado à orientação profissional. Com psicologia assim, que dá para «fabricar dinheiro» espalhando testes, não sei onde chegaremos.

É por isso que a minha preocupação em apresentar o modo como cada um resolveu os seus problemas, com ou sem ajuda,Digitalizar0011https://www.facebook.com/notes/joao-santos/farmaceuticas-a-ind%C3%BAdtria-sinistra-da-morte/1245121298894336?qid=6352046921842177674&mf_story_key=8102828164950567479apresentando vários «casos» na colecção de Biblioterapia que estou a preparar, não é pequena. Seguramente, muitos desses pacientes tiveram de ler e compreender bastante literatura, devidamente orientada, e treinar o suficiente para «resolver» ou «reduzir» os seus problemas com a compreensão do funcionamento do comportamento humano e análise do seu próprio comportamento utilizando o relaxamento mental para reestruturar as suas cognições. Toda esta problemática e panóplia de soluções, para que seja devida, adequada e atempadamente utilizada, tem de ser do conhecimento de quem pretende ajudar os outros. Só teorias e Psicopata-Btestes ou respostas imediatas, não chegam. Além da prática, o autodomínio e o bom senso também são essenciais. Não nos podemos esquecer também que a percepção de cada um é única e, mesmo que seja semelhante a de outras pessoas, pode albergar muitas diferenças. Na figura, a preto e branco, da direita chegámos a ver uma jóvem ou uma velha? Por isso, uma psicoterapia que queira ser eficaz tem de contar com este parâmetro. E o psicoterapêuta tem de aprender a fazer o relaxamento instantâneo muito bem. Tem de «se meter» na pele do outro quase que dizendo para si próprio «em linguagemn menos erudita»: “Eu tenho de resolver esta merda de qualquer maneira.” E isso, faz transpirar muito. Não são, seguramente, conversas de treta que se ouvem frequentemente na televisão.

Não tenho interesse que haja muitos «casos» como o da «Perfeccionista» e do «Pasteleiro» ou que os mesmos se propaguem, Depressão-Bquando existe solução para isso ou, pelo menos, para a sua redução em quantidade e gravidade. Também, aquilo que aconteceu com o «Calimero» (M), que esteve nas mãos de médicos, psicólogos e terapeutas durante vários anos, desperdiçando 4 de ensino académico, para conseguir de repente, em 4 anos obter uma licenciatura com 16 valores não foi fácil, mas exigiu muito trabalho apesar da sua pouca colaboração. O «Mijão» também poderia ter tido uma ajuda atempada se os pais tivessem as noções mais básicas de Psicologia que estou a tentar difundir no livro que estou a reorganizar. Contudo, parte dessas noções mais rudimentares e apresentadas de modo muito mais simples do que no «Psicologia Para Todos», também se podem adquirir com a leitura de «JOANA a traquina ou simplesmente criança?» (D) que, na sua história ficcionada, conglomera mais de 10 anos de consultas a pais e filhos.Imagina-B

O que posso dizer aos dois comentadores, é que orientar uma psicoterapia não é fácil, mas que, havendo conhecimentos suficientes e colaboração dos próprios pacientes torna-se mais simples e eficaz. O importante é saber despertar em cada um dos pacientes as suas «forças» interiores. Qual é o livro que pode tratar disso? Como é que os outros sabem as forças que um indivíduo contém dentro de si, em conjunto com as suas mágoas? O Júlio (E), com a sua capacidade de leitura (devidamente selecionada e orientada) e apreensão da matéria, colaboração, sinceridade, treino aturado, análise do passado, relaxamento mental, autohipnose, diário de anotações e autoanálise, ajudou-me a abrir muito os olhos para a psicoterapia da Imaginação Orientada (IO) (J) com a Psi-Bem-CTerapia do Equilíbrio Afectivo (TEA).
É o que se está a preconizar na AUTO{psico}TERAPIA (P) que pode ser utilizada para cada um resolver autonomamente o seu problema ou com pouca ajuda do terapeuta (C). O importante é que  pessoa consiga compreender a sua vida passada e os traumas que a desequilibram. Quem diria que o simples facto de viver em Lisboa, entre o 6º e o 10º de escolaridade, apesar de muito bem instalado em casa do primo e padrinho, embora longe dos pais e irmãos residentes numa aldeia perto de Coimbra, era o «foco de infecção» das três depressões que teve no fim da adolescência e que as medicações não resolveram? De nada serviram os exames psicológicos que foram feitos e muito menos os aconselhamentos. Para compreender bem isso e os perigos que os medicamentos podem acarretar também temos outro livro.Difíceis-B

Julgo que nos casos que estão a ser apoiados pelos dois comentadores, cada pessoa tem de ser ajudada a pensar em separado, indo ao fundo das suas recordações e desejos para poder reflectir, juntamente com os seus bons momentos, as dificuldades passadas, para «engendrar» um futuro que possa ser coincidente com as suas realidades. Seguramente, será muito difícil que sejam iguais à vida de qualquer dos dois comentadores. Às vezes, torna-se apenas necessário despertar uma pequena chama que existe em cada um de nós. Não é fácil nem o psicoterapeuta o pode fazer só com aconselhamentos e apenas com os seus conhecimentos. Necessita da colaboração do paciente, em recolhimento, pelo menos durante um período de reflexão mais profunda.Organizar-B

Também, muitas vezes, uma simples distracção «construtiva» pode servir para curar uma depressão como aconteceu com a Idosa de 95 anos que venceu a depressão e conseguiu pós-graduação em direito. O seu entretenimento com os estudos e a autovalorização que criou através do autorreforço que recebeu à medida que foi passando as diversas disciplinas, serviu de terapia. Não necessitou de terapeutas nem de compreender as normas do funcionamento do comportamento humano, mas foi utilizando inadvertida, fortuita e inesperadamente essas normas e técnicas para seu bem. São as tais contingências. Nem todos podem ficar à espera disso, embora possa acontecer com muitos. Só assim é que as pessoas medicadas conseguem melhorar, porque despertou nelas qualquer coisa que neuropsicologia-Bfazia falta.

No domingo, dia 30 de Abril, o almoço com o Doutor Paulo de Morais, no Algueirão, parece que serviu para reavaliar a sua campanha eleitoral para a Presidência da República e debater muitas ideias sobre temas sociais, tais como a “necessidade de combater este país dividido porque há um “país real” com “dois milhões de pobres” e em que “150 mil pessoas que trabalham recebem 310 euros ao final do mês” e “um milhão e 400 mil estão no desemprego ou em subemprego”. O outro país, “é virtual”, é “das televisões, das telenovelas e dos futebóis”, e “parece que está tudo bem” e em que a “classe média vive com conforto mas é egoísta, é incapaz de se deslocar dez metros para se manifestar por uma causa”.Respostas-B30

Eu acrescento a esta reflexão o problema que toda essa gente pouco favorecida e até outra, sente na saúde mental. As pessoas estão satisfeitas? É por isso que se «dedicam» aos medicamentos ansiolíticos e antidepressivos? Em vez de se mobilizarem e tentarem resolver muitos dos problemas por si, ficam à espera das consultas e medicamentos que alienam e degradam. Em vez de se preocuparem apenas com divertimentos, festas, modas e futebol que proporcionam um alívio temporário, não se esforçam para se juntarem a fim de exigir o essencial para uma vida saudável. Não é fácil, mas também não é impossível. O importante é começar. Da minha parte, estou a «trabalhar» quase 5 horas por dia na preparação e revisão constante dos livros da colecção. DIA-A-DIA-CEspero que a gente nova queira colaborar e, para isso, também já fiz uma proposta que pode ser concretizada. O importante é trabalharmos todos a sério. O livro «Psicologia Para Todos» (F) está quase pronto para impressão, mas poderá necessitar de esclarecimentos iniciais, depois da sua primeira leitura para facilitar a sua boa compreensão e utilização. O «Auto{psico}Terapia» (P) também. O importante é começar antes tarde que nunca.

Em divulgação…

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6 thoughts on “PSICOLOGIA PARA QUÊ ? – 4

  1. Anónimo on said:

    Continuo a segui-lo no fb.
    Já que falou numa prova, gostaria de ter essa prova.
    É capaz de me enviar?
    Obrigado.

    • Peço imensa desculpa de não lhe poder fornecer a prova e, muito menos, os critérios de correcção, a não ser que a queira responder para eu a corrigir.
      Contudo pode procura-la no «Organizational Behavior: Theory and Practice», de Altman, S. Valenzi, E. e Hodgetts, R. M., publicado em 1985 por Harcourt Brace Jovanovich, Inc. EUA.
      As provas só devem ser utilizadas por quem tenha habilitações para isso para não acontecer aquilo que era a prática duma empresa que foi mencionada no post.
      Tal como os medicamentos, que devem ser prescritos pelos médicos competentes, os testes devem ser aplicados pelos psicólogos credenciados para isso.
      Como deve saber, por acaso, esta prova destina-se a avaliar o grau de conhecimentos sobre o funcionamento do comportamento humano, sem preconceitos e ideias preconcebidas, que são vastamente difundidas entre o público, especialmente, nos meios de comunicação social. As mesmas até podem prejudicar uma boa actuação psicológica, especialmente, em detrimento do cliente ou paciente que pode ficar seriamente afectado.
      Por isso, no livro AUTOTERAPIA (psico) PARA TODOS (P) está apresentada uma lista de diversos termos cujos conceitos devem ser devidamente apreendidos pelos que utilizarem a modificação do comportamento delineada no livro PSICOLOGIA PARA TODOS (F).

  2. Anónimo on said:

    Se não consigo ter essa prova, como é que posso aprender alguma coisa sobre «modificação do comportamento»?
    É capaz de me dar alguma ajuda?

    • Caro Senhor Anónimo.
      Em tempos, houve quem me fizesse uma pergumta semelhante e eu respondi com um post relacionado com o livro que ainda não estava finalizado na época e que se intitula «PSICOLOGIA PARA TODOS».
      Com base no mesmo podem-se fazer «oficinas» ou palestras que podem abranger muitos leigos na matéria, que queiram melhorar as suas vidas e as das suas famílias ou locais de trabalho.
      As mesmas podem servir a muitos psicologos em formação ou recem-formados, mas que nunca abordaram estes assuntos a sério.
      São essenciais para uma bos psicoterapia.

  3. Felicio on said:

    Sr. Dr. Noronha
    Tive imensa pena de não o ter encontrado ontem porque estive à sua espera no café e não o vi passar.
    Gostaria de ser esclarecida numa coisa muito importante.
    Tanto eu como os meus amigos ganhamos bastante com as leituras dos diversos postes e com algum treino que conseguimos manter.
    Como é que os outros poderão fazer isso sem este assunto ser publicitado?
    Muita gente tem de saber deste assunto e assim não tem conhecimento.
    Quando encontrei no meu correio um postal a dizer que uma determinada unidade fazia rastreios gratuitos de glicémia e de colesterol, lembrei-me de lhe fazer esta pergunta.
    Quer esclarecer-me?
    Obrigado
    Felício.

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