PSICOLOGIA PARA TODOS

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Archive for the month “Junho, 2016”

AUTOTERAPIA – 24

Quase no fim do meu passeio habitual, quando passava à porta no café, verifiquei que Sr. Felício parecia estar à minha espera, Biblioolhando insistentemente para a rua.
Mal me viu, aproximou-se rapidamente e perguntou-me se lhe podia dar mais algumas explicações complementares sobre AUTOTERAPIA porque um amigo dele tinha começado a ensaia-la, apenas com os artigos lidos no blog, mas não conseguia obter resultados satisfatórios. Estava deprimido e ansioso.
Achava que a autoterapia não era possível e os conselhos do psicólogo eram muito importantes.

 

Como já não tinha tempo disponível, comprometi-me a dar-lhe uma resposta num novo post sobre AUTOTERAPIA, porque havia necessidade de lhe fazer compreender que grande parte do trabalho, colaboração e compreensão tem de ser do próprio mario-70
interessado
.
Contudo, as respostas necessárias já tinham sido dadas pelo menos nos variadíssimos posts sobre Autoterapia, Biblioterapia, Modificação do Comportamento, Modelagem, Moldagem, Imaginação Orientada, Reforço, Depressão e Respostas para casos específicos.
Lendo com cuidado esses posts, a pessoa poderia obter alguns conhecimentos necessárias para desvendar as causas dos seus males e tentar resolver o problema antes de o deixar aumentar.
Tanto o Sr. Felício como os seus conhecidos tinham conseguido melhorias apenas com a ajuda do blog.
Também tinha de lhe fazer entender que os assuntos relacionados com dinheiro, emprego, etc. não podem ser resolvidos pela Maluco2psicologia. Apenas o mal-estar, o desconforto, a ansiedade que isso provoca é que consegue ser minimizada pela psicoterapia, mas tem de haver treino, colaboração e entendimento do próprio.
Esse entendimento pode ser adquirido com leituras bem orientadas, quando não houver a possibilidade de as fazer acompanhar com conselhos e orientações. Porém, a compreensão dos conceitos tem de ser trabalho do próprio interessado, assim como os treinos necessários.
Tudo isso é importante para que a pessoa possa entrar em Imaginação Orientada (IO) a fim de analisar a sua vida passada, num relaxamento mental profundo e com muita objectividade, realismo, pragmatismo e humildade, a fim de descobrir as causas dos efeitos que nos incomodam.Acredita-B
Entretanto, começando a «trabalhar» no post que tinha prometido elaborar, posso dizer que no blog PSICOLOGIA PARA TODOS (respostas aos comentadores) existem mais 22 posts sobre AUTOTERAPIA, a terminar, por enquanto, pelo 23.
As orientações que se podem dar, sem necessitar de consultório, podem ser lidas nos posts sobre BIBLIOTERAPIA que termina, por enquanto, em 17.
Neste blog, como é patente, as pessoas interessadas podem fazer comentários, que até podem ser anónimos, para questionar qualquer coisa ou pedir explicações. Os comentários são moderados apenas para dar nas «minhas» vistas, alertar e não Consegui-Bme passaremdespercebidos.
Em virtude de ter tido a garantia pessoal, desde 1973/75, de que a autoterapia é possível, com várias confirmações posteriores, especialmente desde o contacto com o Antunes (B) a minha preocupação, desde a experiência com o Júlio (E), em 1980, foi conseguir preparar, juntar e organizar apontamentos que possam ajudar as pessoas a ficar esclarecidas sobre este assunto.

Depois de vários livros publicados com isso, sem ser ao meu gosto, consegui agora dedicar-me a uma colecção de 17 + 1 livros que se destinam a ser utilizados especialmente em Psicoterapia, Psicopedagogia, Interavção Social  e Psi-Bem-CDesenvolvimento Pessoal.
O blog TERAPIA ATRAVÉS DE LIVROS (informação sobre os livros) serve para apresentar esse plano.
Relativamente a este caso do amigo do Sr. Felício, tenho de afirmar que seria muito bom que a pessoa conseguisse consultas, acompanhamento ou aconselhamento pessoal mas, na sua falta, pode socorrer-se de livros e orientar-se por eles. Também no caso de não poder adquirir livros, pode servir-se do blog já mencionado para obter respostas pontuais.
Contudo, toda a leitura, compreensão da matéria, treino necessário, análise da vida passada, verificação das falhas, sua Difíceis-Bcorrecção e obtenção de novas orientações para o futuro, têm de ser feitas pelo próprio, embora o psicólogo possa ajudar, motivar, apoiar e orientar. Não pode ser o psicólogo a fazer o «trabalho» mais importante, que depende única e essencialmente do próprio e funciona dentro da sua «cabeça» do interessado.
Há mais um parâmetro a ter em conta. A psicologia serve para ajudar a pessoa a reganhar o seu equilíbrio psicológico, a mantê-lo ou a nunca o perder.
Isso quer dizer que, quando a pessoa tem falta de dinheiro, de emprego ou o seu relacionamento não é adequado, a psicologia possa proporcionar a solução. O que a psicologia pode fazer, é ajudar a pessoa a ter ideias para obter dinheiro ou emprego ou conseguir estabelecer formas de melhorar o relacionamento interpessoal.Imagina-B
Também nos casos de ansiedade, depressão ou impulsos inadequados, a psicologia não os pode impedir mas consegue ajudar a pessoa a aguentar uma situação ou a modifica-la em seu favor. Seguramente, a psicoterapia, quer seja realizada com ajuda do psicólogo ou sem essa ajuda, pode minimizar a situação, revertê-la a favor do interessado ou até evitá-la no futuro. Contudo, o «trabalho» fundamental tem de ser do próprio. Ninguém pode fazer o relaxamento por nós e muito menos recordar factos passados analisando-os com objectividade, racionalidade e realismo. Seguramente, o psicólogo pode ajudar e orientar. Mas nada impede que seja o próprio a descobrir essa orientação com as leituras que fizer. Para isso servem a Biblioterapia e os blogs.

Psicologia-BEste é um serviço que os medicamentos não fazem porque, ao baixarem a ansiedade, reduzem a capacidade de lutar por uma solução melhor. Se reduzirem a depressão, podem proporcionar comportamentos impulsivos inadequados, deixando a pessoa eufórica. Se reduzirem os actos impulsivos, podem deixar o indivíduo na modorra. As grande farmacêuticas, estão mais interessadas em medicamentos que deixam a pessoa na dependência mais do que curadas.

Além disso, já sabemos que os medicamentos têm sempre efeitos secundários que, neste caso, podem ser muito perniciosos e degradantes. Portanto, é bom que cada um pense bem no que tem à sua disposição e utilize ao máximo os meios Interacção-B30existentes.
A psicoterapia autónoma ou apoiada é um processo mais educativo do que curativo, dependendo o seu resultado ou eficácia, em grande parte, do empenhamento e treino do próprio interessado.
Nestas circunstâncias, eu aconselharia a ler bem todos os posts mencionados com links, além de tomar conhecimento das matérias que estão indicadas a negro.
É um trabalho que em aconselhamento algum os outros poderão fazer por nós.

Também é por este motivo que estou muito interessado em que existam as tais palestras para familiarizar as pessoas com os Depressão-Bconceitos da utilização pragmática da Psicologia na vida prática de todos os dias, de cada um de nós.

Este post vai ser acrescentado no dia 25 de junho, porque numa das minhas «saídas precárias» dei de frente com o Sr. Felício acompanhado de outro senhor que me abordaram explicando-me que estava a dar um passeio com o amigo e colega de curso que originara este post.
Disse-me que, no seu dia de folga, estava a fazer-lhe companhia e a distrai-lo porque ele estava desempregado, desesperado e desorientado.
O que mais poderia fazer para o ajudar, já que ele nem conseguia ler devidamente os posts?
Como não tinha disponibilidade para dar uma resposta imediata, comprometi-me dá-la como acrescento deste post, logo que Psicopata-Bchegasse a casa dizendo que a leitura era fundamental e que o Sr. Felício o poderia ajudar nisso, explicando o seu conteúdo em caso de necessidade e enquanto as dificuldades do amigo se mantivessem. Também reafirmei que a minha insistência nas palestras era para pessoas que não conseguem familiarizar-se com a leitura ou necessitam de explicações mesmo depois de as finalizar.
Contudo, pela observação que fiz desse amigo, pareceu-me muito «em baixo» e, por isso, posso garantir que o reforço do comportamento incompatível é indispensável. A técnica da Terapia do Equilíbrio Afectivo (TEA) é fundamental e a Imaginação Orientada (IO) pode ajudar imenso.
Na prática, o Sr. Felício poderia estar com o amigo e conversar sobre tudo aquilo que foi escrito nos posts mencionados antes e, se necessário, levá-lo para sua casa e estar com ele, junto do computador. Tinha de incitá-lo a recordar os bons momentos da Joana-Bsua vida e ajudar a revivê-los, verificando se poderia utilizar de novo essas experiências. Devia falar com ele constantemente nas variadas hipóteses de arranjar um emprego ou de prestar quaisquer outros serviços nem que fossem voluntários e gratuitos. Já que, em psicologia, não se consegue descobrir um método ou técnica para obter emprego, podia orientar a mente do amigo para estar sempre a pensar em descobrir, com os seus recursos, o modo de obter emprego e ficar satisfeito. De modo algum devia utilizar o medicamento para baixar a ansiedade sob pena de poder ficar viciado e ser mais um problema para o futuro. É também por causa de problemas semelhantes que uma EDUCAÇÃO tem de incluir o desenvolvimento da capacidade de ultrapassar com criatividade as frustrações e outras dificuldades. A colecção da BIBLIOTERAPIA é para ajudar nisso.

Além disso, as minhas eperiências com o Júlio (E) já me tinham proporcionado a vivência de muitos momentos de desalento até numa psicoterapia acompanhada.

Para facilitar ainda mais a compreensão de todo este arrazoado de tésnicas, metodologia e ideias e atendendo também aos comentários, sugestões, críticas e pedidos de esclarecimento feitos ao longo do tempo, esperamos que vá existir em 2017 um novo livro «PSICOTERAPIA… através de LIVROS…» (R) que elucide e oriente devidamente os interessados, de uma maneira muito precisa, de acordo com os seus interesses e situação específica, completando a colecção da Biblioterapia com 18 unidades.
 

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TERAPIA ATRAVÉS DE LIVROS para a Biblioterapia

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PSICOLOGIA PARA QUÊ – 6

No meu passeio habitual, tal como estava a prever (F), vi o Sr. Felício à porta no café, a olhar insistentemente para a arvore
rua, provavelmente à espera que eu aparecesse, para continuarmos a conversa interrompida (K) na semana anterior, logicamente, por falta de tempo.
Mal me viu, aproximou-se rapidamente e perguntou se me podia acompanhar para ficarmos com a conversa em dia.
Queria que eu esclarecesse mais algumas dúvidas, apesar de ele ter lido o artigo sobre a conversa anterior.

F: Parece-me que julga que não tem de fazer publicidade aos seus livros. Como é que as pessoas vão tomar conhecimento dos mesmos?
N: Como já disse da vez passada, estou mais interessado em que as pessoas os utilizem e consigam tirar proveito dos mesmos, do que estarem apenas a lê-los como passatempo. Não estou muito preocupado com as pessoas que não necessitam deles. Contudo, podem adquiri-los ou ler, se assim o desejarem.

F: Então, como é que vai acontecer tudo aquilo que pretende?
N: Não sei dizer mas, para isso, como já afirmei, além das duas páginas relacionadas com Centro de Psicologia Clínica e Biblioterapia, do facebook, mantenho os dois blogs PSICOLOGIA BiblioPARA TODOS (respostas aos comentadores) e TERAPIA ATRAVÉS DE LIVROS (informação sobre os livros). Tudo isso é para apresentar as minhas ideias e até as intenções de publicar os livros. Se alguém estiver interessado, que avance. A movimentação tem de partir daí. Existe muita gente que pede ajuda mas não se dispõe a «trabalhar» por ela. As pessoas têm de intervir e não ficar apenas a «mendigar» e a «protestar», o que me faz lembrar a abstenção nas eleições, seguida de protestos e manifestações inúteis, às vezes, prejudiciais.

F: Tem razão. Depois, querem consultas gratuitas!
N: É também por isso que falo constantemente nas tais palestras em que se podem dar muitas informações úteis e de forma mario-70
expedita, económica, cómoda e ampla. Mas as pessoas têm de ler alguma coisa que fica subjacente a tudo aquilo de que se pode tratar nas tais reuniões, como já disse anteriormente. É por isso que passo muito tempo a reorganizar e actualizar os livros e a fazer intervenções no facebook, que é um modo de utilizar a psicologia na política não partidária e em prol da população. Muito há a fazer na prevenção e profilaxia da saúde mental em Portugal. Pode tornar tudo mais económico, cómodo, eficaz e agradável, deixando as pessoas «equilibradas» e com um nível de vida «interior» muito melhor. Não me diga que não prefere não ficar descontrolado, do que recompor-se depois de se desorientar. Contudo, essa recuperação também é boa e necessária para quem não se conseguiu prevenir em tempo oportuno. Eu sei disso e já passei por tempos difíceis sem ter tido qualquer ajuda válida: só medicamentos que alienam e degradam a pessoa. É por isso que me preocupo com estes problemas, Maluco2conhecendo-os a fundo há mais de 40 anos.

F: Gostaria de o poder ajudar, mas não tenho meios.
N: Embora possa concordar consigo só em parte, posso dizer que a melhor forma de me ajudar é conversar com a maioria das pessoas suas conhecidas e amigas falando nestas ideias e no projecto que ainda não tem qualquer apoio oficial ou particular. Eu  tento estabelecer alguns contactos e  também estou a trabalhar no projecto insistentemente, há anos, especialmente desde que deixei de leccionar. Não penso desistir tão cedo e nisso a Imaginação Orientada tem-me ajudado bastante, embora as ideias que passam pela cabeça durante o sono se desvaneçam temporariamente perante as realidades do dia-a-dia. Contudo, ao longo do dia ou nos seguintes, elas vão-se transformando e Psicopata-Bespero que, alguma vez, possam tomar forma e ajudar as pessoas que mais necessitam delas com as acções consequentes. Contudo, acho que as pessoas necessitadas têm de ser as principais incentivadoras dessas acções.

F: A propósito de incentivar os outros, não acha que os seus artigos são muito longos e com muitas citações?
N: São longos, mas eu prefiro que sejam elucidativos. Não dou informações curtas que deixem o leitor dependente apenas dessa resposta e sem saber o que fazer, nem porquê, em qualquer outra ocasião. É como esta nossa conversa. As citações, com links, são apenas para quem desejar aprofundar a matéria ou consultar as origens. Não sou capaz de encurtar os artigos. É um defeito meu que não consigo corrigir sob pena de não dizer muita coisa Psi-Bem-Cdaquilo que julgo que tem interesse para esclarecer devidamente o assunto. As pessoas também podem ler os artigos só na parte que lhes interessa. É o mesmo que eu faço com os livros que volto a consultar quando, mais tarde, verifico que me interessa saber mais qualquer coisa daquilo que não apreendi devidamente e que me faz falta no momento. É como faziam também o Júlio (E) e os pais da Joana (D). É também por isso que estou a citar constantemente os livros com uma letra entre parêntesis, como acontece neste post ao citar o Júlio e a Joana.

F: Tenho imensa pena que as suas ideias não estejam a ser postas em prática.
N: Também eu tenho pena mas, no entanto, não posso fazer coisa alguma a não ser manter-me persistente como recomendei Imagina-Bao meu amigo Antunes (B) no momento em que ele necessitou de ajuda (J). E repare que as dificuldades que a filha dele aparentava, não eram coisa alguma daquilo que pareciam e que foram resolvidas por ele, só com a utilização de livros que havia no momento (I).
Além disso, os problemas da filha eram originados pelas dificuldades que o pai estava a viver, repercutindo-se também na mulher, sem se dar por isso e sem se ter a noção da sua origem ou causa. E, afinal, eram factos simples que acontecem a quase todos e que ficam relegados para o esquecimento ou enterrados nos tais «recalcamentos».
Se é necessário procura-los, analisa-los, compreendê-los, enquadra-los no tempo e no ambiente do momento, quem mais pode Acredita-Bfazer esse trabalho senão o próprio. É o único que tem a chave desse armazém secreto dentro do qual, às vezes, nem o próprio ousa entrar. Se necessitar de ajuda, iluminação, apoio, orientação ou companhia, o psicólogo pode servir para isso. Mas, para que cada um se possa orientar bem, necessita de estudar o panorama do funcionamento do comportamento humano (F) e o modo de cada um interagir com os outros (K). Além disso, tem de treinar o suficiente para se aguentar e «não se ir abaixo» quando e se descobrir qualquer coisa desagradável para a ocasião (L) (P).
Depois da sua experiência pessoal, Antunes (B) até foi capaz de ajudar a sua «sobrinha» Cidália (C) cuja experiência foi descrita em outro livro.Consegui-B
Agora, todos esses livros estão mais sistematizados, reorganizados e actualizados.
Além disso, saber o que os outros fizeram e como actuaram em cada caso específico, pode ajudar-nos imenso a orientar os passos que é necessário ir dando aos poucos, com segurança, para obter resultados positivos.
É exactamente isso que pretende a BIBLIOTERAPIA (Q), nem que seja com algum apoio posterior a fim de deixar as pessoas capazes de enfrentar as dificuldades que sempre existirão e que têm de ser superadas com êxito.

F: Mesmo assim, tenho imensas dúvidas de que as pessoas consigam desenvencilhar-se sozinhas.Joana-B
N: Essas dúvidas também são minhas, mas não as posso expressar muito à vontade para não desencorajar os mais capazes e afoitos, como já disse que existiram. Por isso, posso garantir que, lendo o livro da «AUTO{psico}TERAPIA» (P) com cuidado e depois de algumas palestras, quase todo o trabalho tem de ser do próprio, porque ninguém mais pode fazer por nós todas as acções necessárias:
Ler com cuidado os livros recomendados e compreender os conceitos principais, com as medidas a tomar, executar e treinar.
◊ Saber quais são as dificuldades e, se possível, avalia-las, anotá-las e quantifica-las periodicamente.Dificeis-C
◊ Treinar suficientemente o relaxamento mental, iniciando-o, se necessário, pelo muscular.
◊ Utilizar o relaxamento mental para analisar as dificuldades à luz da razão, da objectividade e do realismo para descobrir as suas causas, procurando verificar, à base do pragmatismo e dos recursos disponíveis, se haveria possibilidade de modificar algo para alterar os seus efeitos ou essas dificuldades que não nos interessam, sem engendrar ou «descobrir» justificações para obtermos uma boa autoimagem.
◊ Utilizar a Imaginação Orientada (J) para aprofundar ainda mais essa análise, projectando tudo no futuro para descobrir formas de motivação, para vencer na vida cada vez melhor, utilizando os recursos de cada um.

Tudo isso pode estar a acontecer vulgarmente com muita gente e apenas com os recursos de que dispõe, sem saber que o está a Saude-Bfazer e até sem praticar a Imaginação Orientada. Mas, para isso, também uma EDUCAÇÃO (D) adequada, ajudando a formar uma personalidade equilibrada, com modelos próprios imbuidos de valores de solidariedade e humanismo é muito importante. Não é por acaso que surgem os bons empreendedores, honestos e democráticos. Mas, o que mais me interessa é que todos os outros possam aspirar a isso com algum treino baseado nas leituras das quais poderão dispor se o projecto fôr avante.
E os livros servem para isso.
Necessitamos de gente que ganhe ânimo para ter uma vida equilibrada e lute por um futuro melhor. Bem bastam os 50 anos de modorra, com mais 40 de estagnação e meia dúzia à tona de água, para voltarmos ao «antigamente».neuropsicologia-B
Temos de desfazer este «mau-olhado» e seguir em frente com ânimo, lucidez e coragem.

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PSICOLOGIA PARA QUÊ ? – 5

No meu passeio de hoje, vi o Sr. Felício no café habitual a olhar insistentemente para a rua, parecendo que estava à procura de arvore
alguém.
Quando me viu, aproximou-se rapidamente e disse que necessitava de falar comigo para esclarecer algumas dúvidas.
Tinha gostado dos últimos posts e os seus amigos e conhecidos tinha tirado proveito dos mesmos, mesmo sem o apoio dos livros que eu recomendava.
Por isso, necessitava de fazer umas perguntas que, se quisesse, poderia transformar num artigo a ser publicado no meu blog.
Como se dispunha a acompanhar-me no passeio, aproveitei para lhe dar os esclarecimentos de que dizia necessitar e que foram rapidamente transformados neste post.

F: Parece-me que acredita que as pessoas terão possibilidade de fazer autoterapia só com o novo livro (P) que deseja publicar antes de «Eu Não Sou MALUCO!» (E)
N: Não sei se devo ou se quero acreditar, mas eu tive de fazer tudo isso sem qualquer ajuda e sem esse livro. O Antunes (B) teve algumas conversas comigo, a Cidália (C) obteve pouca ajuda, assim como o Júlio (E) e, falando no Joel (G), também o apoio foi pouco. Estes «casos», além de outros, são apresentados, de propósito, na colecção da Biblioterapia. São todos para incitar as pessoas a orientarem-se e a valerem-se mais a si próprias. Podem obter por aí a modelagem, de que falo imenso, com o consequente reforço mario-70
vicariante
. É a tal Aprendizagem Social, de Bandura.

F: Então, como é que acha que se deve fazer?
N: É por isso que acho muitíssimo importante que se façam as tais palestras de que falo constantemente. São para orientar as pessoas desde o início e para responder às várias dúvidas e incompreensões absolutamente legítimas que vão surgindo ao longo do tempo e das experiências, tal como está a acontecer convosco. Com um livro tão comprimido como o «AUTO{psico}TERAPIA» (P) há, seguramente, necessidade de explicar bastantes coisas a muita gente que não está habituada à Psicologia, isto é, à Modificação do Comportamento e julga que o papel do psicólogo é dar conselhos, arranjar justificações para as dificuldades sentidas no momento e, talvez, «consolar» os pacientes. É Maluco2o que acontece frequentemente, até na televisão, onde os que são apresentados como psicólogos dão explicações muito complicadas e em linguagem que não compreendo. Outros, apresentam equipamentos como se os mesmos fossem essenciais sem a utilização primordial da «cabeça» da pessoa. Podem facilitar mas, sem essa cabeça, não resolvem coisa alguma. Todo o mal situa-se na «cabeça». Por isso, quando vejo a televisão, muito raramente, gosto mais dos inspectores da polícia judiciária. Parece que são os únicos que falam mais ou menos em Psicologia.

F: Mas essas explicações não são melhores em consulta?
N: Em vez de falar com cada interessado, como acontece numa consulta, num assunto que diz respeito a muita gente, sem Acredita-Bhaver necessidade de revelar quaisquer intimidades, pode-se falar para uma plateia que não tem de «desvendar» os seus problemas ou dificuldades mas apenas fazer perguntas pertinentes relacionadas com a metodologia ou técnica utilizada. Esclarecida a matéria «pública», o resto pode ficar para as consultas, se forem necessárias. Assim, a pessoa poupa muitíssimas consultas ou deixa de necessitar delas e, mesmo que o aconselhamento em conjunto seja pago, fica repartido por 30 ou mais pessoas. Contudo, é necessário que os participantes leiam o livro (ou os livros) antecipadamente para colocar as dúvidas ou fazer pedidos de esclarecimento, talvez até depois de experimentar muito daquilo que está resumidamente explicado e sistematizado.

F: Pode-se esclarecer as pessoas dessa maneira? Consegui-B
N: Julgo não ter dúvidas acerca da possibilidade de se fazerem esclarecimentos nestas palestras. Além disso, sei que nas várias apresentações que se fazem da Psicologia Positiva, Mindfullness, Meditação, Ioga, Reiky, ginástica, etc., abundantes neste país, o público é bastante, parece que gosta mas, geralmente, não tem direito a fazer perguntas, quanto mais apresentar dúvidas e «casos» que poderiam ser esclarecidos cómoda e economicamente nas tais palestras.

F: Mas, para haver leitura de livros, é necessário que eles sejam devidamente publicitados….
N: Posso concordar em parte com a sua afirmação, mas acontece que estes livros são essencialmente para as pessoas que se vãoPsicopata-B servir deles quando necessários. Não são para um passatempo ou divertimento. Em vez de ser eu a publicitar os livros, julgo que as pessoas que deles necessitarem devem ser as primeiras a divulga-los. Isto vai querer dizer, na minha perspectiva, que as pessoas interessadas terão de se esforçar mais em possuir os livros, do que eu em os fornecer ou vender. Passa a existir uma economia de custos. Para «vender» livros eu teria de fazer publicidade tornando-os apetecíveis, e muita gente que não necessitasse dos mesmos, ira adquiri-los desnecessariamente. O meu intento é fornecer os livros a quem deles necessita. Portanto, prefiro que sejam essas pessoas a implementar a sua publicitação, utilização e divulgação, até depois de obter resultados. Eu limito-me a apresenta-los e a publica-los e é por isso que, além das duas páginas, Centro de Psicologia Clínica e Biblioterapia, do facebook, mantenho os dois blogs PSICOLOGIA PARA TODOS (respostas aos comentadores) e TERAPIA ATRAVÉS DE LIVROS (informação Psi-Bem-Csobre os livros).

F: Mas não acha que seria melhor publicitar tudo e obter maior adesão?
N: Pode ter razão, porque aquilo que faço consome-me bastante tempo, além daquele que disponho para a actualização e reorganização de todos os livros. Contudo, na minha perspectiva, acho mais saudável que sejam os interessados a procurar os livros e a ajuda necessária, do que ser eu a impingir tudo isso, como acontece, frequentemente. Pelo menos, fico eu de bem com a minha consciência. É também por isso que não coloco quaisquer anúncios sobre o consultório. Quem me conhecer, tiver confiança e desejar apoio, que utilize o e-mail ou o número de telefone que fica disponível ou será fornecido por alguém conhecido.Difíceis-B

F: Volto a insistir que as modalidades de reiky, etc. necessitam de bastante treino.
N: Também volto a frisar que, muito diferentemente do reiky, etc. a Imaginação Orientada depende muito da «cabeça» de cada um e não de posturas e procedimentos explícitos que os outros determinaram. Por exemplo, eu já não mantenho o diário de anotações, não faço já a autoanálise, não mantenho a autoavaliação das dificuldades, mas apenas começo quase automaticamente a Imaginação Orientada todas as noites, fazendo, mentalmente, a revisão das minhas dificuldades, para descobrir as suas causas e procurar soluções. O importante é ter consciência de que todos temos dificuldades de vez em quando, continuaremos a tê-las pela vida fora e necessitamos de aprender a ultrapassa-las com Saude-Bsucesso. Cada um tem de descobrir a «sua via», com os seus recursos do momento, utilizando-os da melhor maneira possível. Fazer o que os outros fizeram, ou dizem que devemos fazer, pode ser o primeiro passo para a dependência em relação a essas pessoas ou técnicas, especialmente se não tentarmos descobrir o modo como funciona o comportamento humano. Depois da apreensão desses conhecimentos basta apenas treinar o relaxamento muscular, o mental e o instantâneo e cada um exercitar-se nisso bastante, mantendo o diário de anotações, a autoanálise e as autoavaliações. É por isso, que insisto nas leituras e estou a trabalhar permanentemente na colecção da Biblioterapia, no facebook e nos blogs que estou a manter. É para ajudar as pessoas a tornarem-se autónomas, tanto quanto possível.Respostas-B30

F: Eu não estou em qualquer associação ou organização que possa fazer a divulgação disso. É pena que as instituições existentes não tentem fazer isso.
N: Concordo consigo e também não pertenço a qualquer organização. É por isso que estou a divulgar apenas as minhas ideias e as possibilidades de melhoria do panorama da saúde mental em Portugal, sem necesitarmos de esperar alguns anos para «copiar mal» muito daquilo que pode estar a ser feito lá fora. Os livros estão praticamente prontos e, antigamente, o resultado foi muito bom apenas com a utilização de apontamentos policopiados precursores desses livros. A minha disponibilidade mantém-se por enquanto até ao momento de não a poder Organizar-Boferecer do mesmo modo. Repare que vocês disseram-me que tinham ganho apenas com a leitura dos posts dos bolgs e com o exercício de algo do que lá estava explicado. Tirem daí as vossas conclusões sem dependerem de opiniões de outras pessoas. Se quiserem, difundam a ideia ou mobilizem as pessoas interessadas, nem que sejam as mais chegadas. Essas poderão difundir a ideia por outras. Os valores de solidariedade são para isso a não para uma caridade de dar uns comprimidos quando a pessoa começa a «ficar perdida». Lembrem-se que os comprimidos psicotrópicos ocasionam reforço secundário negativo aleatório que é viciante e os efeitos secundários desses medicamentos podem degradar a saúde. Está tudo no facebook e nos posts que já fiz. Existem estudos sérios sobre isso, que não são difundidos porque não convém às farmacêuticas.

F: Mas acha que se ganha muito com isso? Depressão-B
N: O que lhe posso garantir é que a motivação é um dos pilares fundamentais para qualquer «rendimento consequente e honesto». Eu não consigo motivar as pessoas a melhorar, se não estiver em contacto com elas e elas não me informarem das suas dificuldades. Só depois do contacto é que posso motiva-las, se elas quiseram. Para isso, os livros seriam importantes mas, têm de ser lidos para que cada um possa obter daí reforço vicariante com o conhecimento dos «ganhos» obtidos por outros. Os leitores também podem adquirir esses ganhos se seguirem os passos dos protagonistas dos livros, cada um à sua maneira. Para isso, podem necessitar de alguma ajuda que pode ser dada até em conjunto com muitas pessoas. Pouco ou nada terá de ser tratado particularmente. O importante é que a «cabeça» da pessoa «entre no jogo» e consiga compreender os mecanismos do Psicologia-Bfuncionamento do comportamento humano para treinar o que é necessário. O treino do relaxamento mental ajuda-nos imenso a entrar em introspecção ou inspiração, em muitos momentos da nossa vida, até de olhos abertos e em qualquer momento. Repare que só cada um pode tratar disso. Ninguém pode fazer isso por nós. Os conselhos e as ajudas dos outros, por melhores que sejam, só ajudam e valem imenso para os que se sintonizem com isso. O que me interessa com tudo isto é que as pessoas comecem a confiar mais em si próprias com conhecimento de causa. Deste modo, podem tornar-se autosuficientes e capazes de levar uma vida mais saudável sem depender de medicamentos que enganam e depauperam. Para isso, cada um tem de rever e analisar a sua vida actual e passada com razoabildade, realismo, humildade e objectividade. Não podem ser avaliações Interacção-B30emocionais, porque a emoção sobrepõe-se à razão e distorce-a. Por isso, a prática do relaxamento mental e, especialmente, da Imaginação Orientada em muitas noites é bastante importante. Ajuda a entrar em relaxamento instantâneo e mental rapidamente. Julgo que, embora me tenha repetido algumas vezes hoje e em vários posts e livros, já disse o suficiente.

F: Mas acha que se ganha muito com isso?
N: Embora possa não se ter dado conta disso, julgo que vocês não teriam quaisquer ganhos se não tivessem entrado, mesmo sem querer, na Imaginação Orientada.  É um processo natural como acontece com o sono e os sonhos mas, se Imagina-Bfôr orientado, melhor e mais proveitoso. Repare que se não aproveitarmos os bons momentos da nossa vida, que estão «dentro de nós» e não os utilizarmos para ganhar ânimo, ficamos com menos força anímica para ultrapassar as nossas dificuldades do momento, que nunca deixarão de existir.  É uma expécie de vitamina ou facilitador para aquilo que temos de fazer no dia-a-dia. Mas hoje, já chegamos ao fim, parece que estou atrasado e tenho de me ir embora.

F: Então, fico à espera de, qualquer dia, «bater mais um papo» sobre este assunto que nos interessou bastante.
N: Até qualquer dia, muitas felicidades e bastante sorte com o que fizerem….Joana-B

 

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