PSICOLOGIA PARA TODOS

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PSICOLOGIA PARA QUÊ ? – 5

No meu passeio de hoje, vi o Sr. Felício no café habitual a olhar insistentemente para a rua, parecendo que estava à procura de arvore
alguém.
Quando me viu, aproximou-se rapidamente e disse que necessitava de falar comigo para esclarecer algumas dúvidas.
Tinha gostado dos últimos posts e os seus amigos e conhecidos tinha tirado proveito dos mesmos, mesmo sem o apoio dos livros que eu recomendava.
Por isso, necessitava de fazer umas perguntas que, se quisesse, poderia transformar num artigo a ser publicado no meu blog.
Como se dispunha a acompanhar-me no passeio, aproveitei para lhe dar os esclarecimentos de que dizia necessitar e que foram rapidamente transformados neste post.

F: Parece-me que acredita que as pessoas terão possibilidade de fazer autoterapia só com o novo livro (P) que deseja publicar antes de «Eu Não Sou MALUCO!» (E)
N: Não sei se devo ou se quero acreditar, mas eu tive de fazer tudo isso sem qualquer ajuda e sem esse livro. O Antunes (B) teve algumas conversas comigo, a Cidália (C) obteve pouca ajuda, assim como o Júlio (E) e, falando no Joel (G), também o apoio foi pouco. Estes «casos», além de outros, são apresentados, de propósito, na colecção da Biblioterapia. São todos para incitar as pessoas a orientarem-se e a valerem-se mais a si próprias. Podem obter por aí a modelagem, de que falo imenso, com o consequente reforço mario-70
vicariante
. É a tal Aprendizagem Social, de Bandura.

F: Então, como é que acha que se deve fazer?
N: É por isso que acho muitíssimo importante que se façam as tais palestras de que falo constantemente. São para orientar as pessoas desde o início e para responder às várias dúvidas e incompreensões absolutamente legítimas que vão surgindo ao longo do tempo e das experiências, tal como está a acontecer convosco. Com um livro tão comprimido como o «AUTO{psico}TERAPIA» (P) há, seguramente, necessidade de explicar bastantes coisas a muita gente que não está habituada à Psicologia, isto é, à Modificação do Comportamento e julga que o papel do psicólogo é dar conselhos, arranjar justificações para as dificuldades sentidas no momento e, talvez, «consolar» os pacientes. É Maluco2o que acontece frequentemente, até na televisão, onde os que são apresentados como psicólogos dão explicações muito complicadas e em linguagem que não compreendo. Outros, apresentam equipamentos como se os mesmos fossem essenciais sem a utilização primordial da «cabeça» da pessoa. Podem facilitar mas, sem essa cabeça, não resolvem coisa alguma. Todo o mal situa-se na «cabeça». Por isso, quando vejo a televisão, muito raramente, gosto mais dos inspectores da polícia judiciária. Parece que são os únicos que falam mais ou menos em Psicologia.

F: Mas essas explicações não são melhores em consulta?
N: Em vez de falar com cada interessado, como acontece numa consulta, num assunto que diz respeito a muita gente, sem Acredita-Bhaver necessidade de revelar quaisquer intimidades, pode-se falar para uma plateia que não tem de «desvendar» os seus problemas ou dificuldades mas apenas fazer perguntas pertinentes relacionadas com a metodologia ou técnica utilizada. Esclarecida a matéria «pública», o resto pode ficar para as consultas, se forem necessárias. Assim, a pessoa poupa muitíssimas consultas ou deixa de necessitar delas e, mesmo que o aconselhamento em conjunto seja pago, fica repartido por 30 ou mais pessoas. Contudo, é necessário que os participantes leiam o livro (ou os livros) antecipadamente para colocar as dúvidas ou fazer pedidos de esclarecimento, talvez até depois de experimentar muito daquilo que está resumidamente explicado e sistematizado.

F: Pode-se esclarecer as pessoas dessa maneira? Consegui-B
N: Julgo não ter dúvidas acerca da possibilidade de se fazerem esclarecimentos nestas palestras. Além disso, sei que nas várias apresentações que se fazem da Psicologia Positiva, Mindfullness, Meditação, Ioga, Reiky, ginástica, etc., abundantes neste país, o público é bastante, parece que gosta mas, geralmente, não tem direito a fazer perguntas, quanto mais apresentar dúvidas e «casos» que poderiam ser esclarecidos cómoda e economicamente nas tais palestras.

F: Mas, para haver leitura de livros, é necessário que eles sejam devidamente publicitados….
N: Posso concordar em parte com a sua afirmação, mas acontece que estes livros são essencialmente para as pessoas que se vãoPsicopata-B servir deles quando necessários. Não são para um passatempo ou divertimento. Em vez de ser eu a publicitar os livros, julgo que as pessoas que deles necessitarem devem ser as primeiras a divulga-los. Isto vai querer dizer, na minha perspectiva, que as pessoas interessadas terão de se esforçar mais em possuir os livros, do que eu em os fornecer ou vender. Passa a existir uma economia de custos. Para «vender» livros eu teria de fazer publicidade tornando-os apetecíveis, e muita gente que não necessitasse dos mesmos, ira adquiri-los desnecessariamente. O meu intento é fornecer os livros a quem deles necessita. Portanto, prefiro que sejam essas pessoas a implementar a sua publicitação, utilização e divulgação, até depois de obter resultados. Eu limito-me a apresenta-los e a publica-los e é por isso que, além das duas páginas, Centro de Psicologia Clínica e Biblioterapia, do facebook, mantenho os dois blogs PSICOLOGIA PARA TODOS (respostas aos comentadores) e TERAPIA ATRAVÉS DE LIVROS (informação Psi-Bem-Csobre os livros).

F: Mas não acha que seria melhor publicitar tudo e obter maior adesão?
N: Pode ter razão, porque aquilo que faço consome-me bastante tempo, além daquele que disponho para a actualização e reorganização de todos os livros. Contudo, na minha perspectiva, acho mais saudável que sejam os interessados a procurar os livros e a ajuda necessária, do que ser eu a impingir tudo isso, como acontece, frequentemente. Pelo menos, fico eu de bem com a minha consciência. É também por isso que não coloco quaisquer anúncios sobre o consultório. Quem me conhecer, tiver confiança e desejar apoio, que utilize o e-mail ou o número de telefone que fica disponível ou será fornecido por alguém conhecido.Difíceis-B

F: Volto a insistir que as modalidades de reiky, etc. necessitam de bastante treino.
N: Também volto a frisar que, muito diferentemente do reiky, etc. a Imaginação Orientada depende muito da «cabeça» de cada um e não de posturas e procedimentos explícitos que os outros determinaram. Por exemplo, eu já não mantenho o diário de anotações, não faço já a autoanálise, não mantenho a autoavaliação das dificuldades, mas apenas começo quase automaticamente a Imaginação Orientada todas as noites, fazendo, mentalmente, a revisão das minhas dificuldades, para descobrir as suas causas e procurar soluções. O importante é ter consciência de que todos temos dificuldades de vez em quando, continuaremos a tê-las pela vida fora e necessitamos de aprender a ultrapassa-las com Saude-Bsucesso. Cada um tem de descobrir a «sua via», com os seus recursos do momento, utilizando-os da melhor maneira possível. Fazer o que os outros fizeram, ou dizem que devemos fazer, pode ser o primeiro passo para a dependência em relação a essas pessoas ou técnicas, especialmente se não tentarmos descobrir o modo como funciona o comportamento humano. Depois da apreensão desses conhecimentos basta apenas treinar o relaxamento muscular, o mental e o instantâneo e cada um exercitar-se nisso bastante, mantendo o diário de anotações, a autoanálise e as autoavaliações. É por isso, que insisto nas leituras e estou a trabalhar permanentemente na colecção da Biblioterapia, no facebook e nos blogs que estou a manter. É para ajudar as pessoas a tornarem-se autónomas, tanto quanto possível.Respostas-B30

F: Eu não estou em qualquer associação ou organização que possa fazer a divulgação disso. É pena que as instituições existentes não tentem fazer isso.
N: Concordo consigo e também não pertenço a qualquer organização. É por isso que estou a divulgar apenas as minhas ideias e as possibilidades de melhoria do panorama da saúde mental em Portugal, sem necesitarmos de esperar alguns anos para «copiar mal» muito daquilo que pode estar a ser feito lá fora. Os livros estão praticamente prontos e, antigamente, o resultado foi muito bom apenas com a utilização de apontamentos policopiados precursores desses livros. A minha disponibilidade mantém-se por enquanto até ao momento de não a poder Organizar-Boferecer do mesmo modo. Repare que vocês disseram-me que tinham ganho apenas com a leitura dos posts dos bolgs e com o exercício de algo do que lá estava explicado. Tirem daí as vossas conclusões sem dependerem de opiniões de outras pessoas. Se quiserem, difundam a ideia ou mobilizem as pessoas interessadas, nem que sejam as mais chegadas. Essas poderão difundir a ideia por outras. Os valores de solidariedade são para isso a não para uma caridade de dar uns comprimidos quando a pessoa começa a «ficar perdida». Lembrem-se que os comprimidos psicotrópicos ocasionam reforço secundário negativo aleatório que é viciante e os efeitos secundários desses medicamentos podem degradar a saúde. Está tudo no facebook e nos posts que já fiz. Existem estudos sérios sobre isso, que não são difundidos porque não convém às farmacêuticas.

F: Mas acha que se ganha muito com isso? Depressão-B
N: O que lhe posso garantir é que a motivação é um dos pilares fundamentais para qualquer «rendimento consequente e honesto». Eu não consigo motivar as pessoas a melhorar, se não estiver em contacto com elas e elas não me informarem das suas dificuldades. Só depois do contacto é que posso motiva-las, se elas quiseram. Para isso, os livros seriam importantes mas, têm de ser lidos para que cada um possa obter daí reforço vicariante com o conhecimento dos «ganhos» obtidos por outros. Os leitores também podem adquirir esses ganhos se seguirem os passos dos protagonistas dos livros, cada um à sua maneira. Para isso, podem necessitar de alguma ajuda que pode ser dada até em conjunto com muitas pessoas. Pouco ou nada terá de ser tratado particularmente. O importante é que a «cabeça» da pessoa «entre no jogo» e consiga compreender os mecanismos do Psicologia-Bfuncionamento do comportamento humano para treinar o que é necessário. O treino do relaxamento mental ajuda-nos imenso a entrar em introspecção ou inspiração, em muitos momentos da nossa vida, até de olhos abertos e em qualquer momento. Repare que só cada um pode tratar disso. Ninguém pode fazer isso por nós. Os conselhos e as ajudas dos outros, por melhores que sejam, só ajudam e valem imenso para os que se sintonizem com isso. O que me interessa com tudo isto é que as pessoas comecem a confiar mais em si próprias com conhecimento de causa. Deste modo, podem tornar-se autosuficientes e capazes de levar uma vida mais saudável sem depender de medicamentos que enganam e depauperam. Para isso, cada um tem de rever e analisar a sua vida actual e passada com razoabildade, realismo, humildade e objectividade. Não podem ser avaliações Interacção-B30emocionais, porque a emoção sobrepõe-se à razão e distorce-a. Por isso, a prática do relaxamento mental e, especialmente, da Imaginação Orientada em muitas noites é bastante importante. Ajuda a entrar em relaxamento instantâneo e mental rapidamente. Julgo que, embora me tenha repetido algumas vezes hoje e em vários posts e livros, já disse o suficiente.

F: Mas acha que se ganha muito com isso?
N: Embora possa não se ter dado conta disso, julgo que vocês não teriam quaisquer ganhos se não tivessem entrado, mesmo sem querer, na Imaginação Orientada.  É um processo natural como acontece com o sono e os sonhos mas, se Imagina-Bfôr orientado, melhor e mais proveitoso. Repare que se não aproveitarmos os bons momentos da nossa vida, que estão «dentro de nós» e não os utilizarmos para ganhar ânimo, ficamos com menos força anímica para ultrapassar as nossas dificuldades do momento, que nunca deixarão de existir.  É uma expécie de vitamina ou facilitador para aquilo que temos de fazer no dia-a-dia. Mas hoje, já chegamos ao fim, parece que estou atrasado e tenho de me ir embora.

F: Então, fico à espera de, qualquer dia, «bater mais um papo» sobre este assunto que nos interessou bastante.
N: Até qualquer dia, muitas felicidades e bastante sorte com o que fizerem….Joana-B

 

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