PSICOLOGIA PARA TODOS

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PSICOLOGIA PARA QUÊ – 6

No meu passeio habitual, tal como estava a prever (F), vi o Sr. Felício à porta no café, a olhar insistentemente para a arvore
rua, provavelmente à espera que eu aparecesse, para continuarmos a conversa interrompida (K) na semana anterior, logicamente, por falta de tempo.
Mal me viu, aproximou-se rapidamente e perguntou se me podia acompanhar para ficarmos com a conversa em dia.
Queria que eu esclarecesse mais algumas dúvidas, apesar de ele ter lido o artigo sobre a conversa anterior.

F: Parece-me que julga que não tem de fazer publicidade aos seus livros. Como é que as pessoas vão tomar conhecimento dos mesmos?
N: Como já disse da vez passada, estou mais interessado em que as pessoas os utilizem e consigam tirar proveito dos mesmos, do que estarem apenas a lê-los como passatempo. Não estou muito preocupado com as pessoas que não necessitam deles. Contudo, podem adquiri-los ou ler, se assim o desejarem.

F: Então, como é que vai acontecer tudo aquilo que pretende?
N: Não sei dizer mas, para isso, como já afirmei, além das duas páginas relacionadas com Centro de Psicologia Clínica e Biblioterapia, do facebook, mantenho os dois blogs PSICOLOGIA BiblioPARA TODOS (respostas aos comentadores) e TERAPIA ATRAVÉS DE LIVROS (informação sobre os livros). Tudo isso é para apresentar as minhas ideias e até as intenções de publicar os livros. Se alguém estiver interessado, que avance. A movimentação tem de partir daí. Existe muita gente que pede ajuda mas não se dispõe a «trabalhar» por ela. As pessoas têm de intervir e não ficar apenas a «mendigar» e a «protestar», o que me faz lembrar a abstenção nas eleições, seguida de protestos e manifestações inúteis, às vezes, prejudiciais.

F: Tem razão. Depois, querem consultas gratuitas!
N: É também por isso que falo constantemente nas tais palestras em que se podem dar muitas informações úteis e de forma mario-70
expedita, económica, cómoda e ampla. Mas as pessoas têm de ler alguma coisa que fica subjacente a tudo aquilo de que se pode tratar nas tais reuniões, como já disse anteriormente. É por isso que passo muito tempo a reorganizar e actualizar os livros e a fazer intervenções no facebook, que é um modo de utilizar a psicologia na política não partidária e em prol da população. Muito há a fazer na prevenção e profilaxia da saúde mental em Portugal. Pode tornar tudo mais económico, cómodo, eficaz e agradável, deixando as pessoas «equilibradas» e com um nível de vida «interior» muito melhor. Não me diga que não prefere não ficar descontrolado, do que recompor-se depois de se desorientar. Contudo, essa recuperação também é boa e necessária para quem não se conseguiu prevenir em tempo oportuno. Eu sei disso e já passei por tempos difíceis sem ter tido qualquer ajuda válida: só medicamentos que alienam e degradam a pessoa. É por isso que me preocupo com estes problemas, Maluco2conhecendo-os a fundo há mais de 40 anos.

F: Gostaria de o poder ajudar, mas não tenho meios.
N: Embora possa concordar consigo só em parte, posso dizer que a melhor forma de me ajudar é conversar com a maioria das pessoas suas conhecidas e amigas falando nestas ideias e no projecto que ainda não tem qualquer apoio oficial ou particular. Eu  tento estabelecer alguns contactos e  também estou a trabalhar no projecto insistentemente, há anos, especialmente desde que deixei de leccionar. Não penso desistir tão cedo e nisso a Imaginação Orientada tem-me ajudado bastante, embora as ideias que passam pela cabeça durante o sono se desvaneçam temporariamente perante as realidades do dia-a-dia. Contudo, ao longo do dia ou nos seguintes, elas vão-se transformando e Psicopata-Bespero que, alguma vez, possam tomar forma e ajudar as pessoas que mais necessitam delas com as acções consequentes. Contudo, acho que as pessoas necessitadas têm de ser as principais incentivadoras dessas acções.

F: A propósito de incentivar os outros, não acha que os seus artigos são muito longos e com muitas citações?
N: São longos, mas eu prefiro que sejam elucidativos. Não dou informações curtas que deixem o leitor dependente apenas dessa resposta e sem saber o que fazer, nem porquê, em qualquer outra ocasião. É como esta nossa conversa. As citações, com links, são apenas para quem desejar aprofundar a matéria ou consultar as origens. Não sou capaz de encurtar os artigos. É um defeito meu que não consigo corrigir sob pena de não dizer muita coisa Psi-Bem-Cdaquilo que julgo que tem interesse para esclarecer devidamente o assunto. As pessoas também podem ler os artigos só na parte que lhes interessa. É o mesmo que eu faço com os livros que volto a consultar quando, mais tarde, verifico que me interessa saber mais qualquer coisa daquilo que não apreendi devidamente e que me faz falta no momento. É como faziam também o Júlio (E) e os pais da Joana (D). É também por isso que estou a citar constantemente os livros com uma letra entre parêntesis, como acontece neste post ao citar o Júlio e a Joana.

F: Tenho imensa pena que as suas ideias não estejam a ser postas em prática.
N: Também eu tenho pena mas, no entanto, não posso fazer coisa alguma a não ser manter-me persistente como recomendei Imagina-Bao meu amigo Antunes (B) no momento em que ele necessitou de ajuda (J). E repare que as dificuldades que a filha dele aparentava, não eram coisa alguma daquilo que pareciam e que foram resolvidas por ele, só com a utilização de livros que havia no momento (I).
Além disso, os problemas da filha eram originados pelas dificuldades que o pai estava a viver, repercutindo-se também na mulher, sem se dar por isso e sem se ter a noção da sua origem ou causa. E, afinal, eram factos simples que acontecem a quase todos e que ficam relegados para o esquecimento ou enterrados nos tais «recalcamentos».
Se é necessário procura-los, analisa-los, compreendê-los, enquadra-los no tempo e no ambiente do momento, quem mais pode Acredita-Bfazer esse trabalho senão o próprio. É o único que tem a chave desse armazém secreto dentro do qual, às vezes, nem o próprio ousa entrar. Se necessitar de ajuda, iluminação, apoio, orientação ou companhia, o psicólogo pode servir para isso. Mas, para que cada um se possa orientar bem, necessita de estudar o panorama do funcionamento do comportamento humano (F) e o modo de cada um interagir com os outros (K). Além disso, tem de treinar o suficiente para se aguentar e «não se ir abaixo» quando e se descobrir qualquer coisa desagradável para a ocasião (L) (P).
Depois da sua experiência pessoal, Antunes (B) até foi capaz de ajudar a sua «sobrinha» Cidália (C) cuja experiência foi descrita em outro livro.Consegui-B
Agora, todos esses livros estão mais sistematizados, reorganizados e actualizados.
Além disso, saber o que os outros fizeram e como actuaram em cada caso específico, pode ajudar-nos imenso a orientar os passos que é necessário ir dando aos poucos, com segurança, para obter resultados positivos.
É exactamente isso que pretende a BIBLIOTERAPIA (Q), nem que seja com algum apoio posterior a fim de deixar as pessoas capazes de enfrentar as dificuldades que sempre existirão e que têm de ser superadas com êxito.

F: Mesmo assim, tenho imensas dúvidas de que as pessoas consigam desenvencilhar-se sozinhas.Joana-B
N: Essas dúvidas também são minhas, mas não as posso expressar muito à vontade para não desencorajar os mais capazes e afoitos, como já disse que existiram. Por isso, posso garantir que, lendo o livro da «AUTO{psico}TERAPIA» (P) com cuidado e depois de algumas palestras, quase todo o trabalho tem de ser do próprio, porque ninguém mais pode fazer por nós todas as acções necessárias:
Ler com cuidado os livros recomendados e compreender os conceitos principais, com as medidas a tomar, executar e treinar.
◊ Saber quais são as dificuldades e, se possível, avalia-las, anotá-las e quantifica-las periodicamente.Dificeis-C
◊ Treinar suficientemente o relaxamento mental, iniciando-o, se necessário, pelo muscular.
◊ Utilizar o relaxamento mental para analisar as dificuldades à luz da razão, da objectividade e do realismo para descobrir as suas causas, procurando verificar, à base do pragmatismo e dos recursos disponíveis, se haveria possibilidade de modificar algo para alterar os seus efeitos ou essas dificuldades que não nos interessam, sem engendrar ou «descobrir» justificações para obtermos uma boa autoimagem.
◊ Utilizar a Imaginação Orientada (J) para aprofundar ainda mais essa análise, projectando tudo no futuro para descobrir formas de motivação, para vencer na vida cada vez melhor, utilizando os recursos de cada um.

Tudo isso pode estar a acontecer vulgarmente com muita gente e apenas com os recursos de que dispõe, sem saber que o está a Saude-Bfazer e até sem praticar a Imaginação Orientada. Mas, para isso, também uma EDUCAÇÃO (D) adequada, ajudando a formar uma personalidade equilibrada, com modelos próprios imbuidos de valores de solidariedade e humanismo é muito importante. Não é por acaso que surgem os bons empreendedores, honestos e democráticos. Mas, o que mais me interessa é que todos os outros possam aspirar a isso com algum treino baseado nas leituras das quais poderão dispor se o projecto fôr avante.
E os livros servem para isso.
Necessitamos de gente que ganhe ânimo para ter uma vida equilibrada e lute por um futuro melhor. Bem bastam os 50 anos de modorra, com mais 40 de estagnação e meia dúzia à tona de água, para voltarmos ao «antigamente».neuropsicologia-B
Temos de desfazer este «mau-olhado» e seguir em frente com ânimo, lucidez e coragem.

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É aconselhável consultar o ÍNDICE REMISSIVO de cada livro editado em post individual.Organizar-B

Blogs relacionados:

TERAPIA ATRAVÉS DE LIVROS para a Biblioterapia

PSICOLOGIA PARA TODOS (o antigo)

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