PSICOLOGIA PARA TODOS

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AUTOTERAPIA – 25

Como li o comentário seguinte:

“Já li este poste e alguns anteriores.Biblio
Preocupo-me com as pessoas que não tem tempo para a psicoterapia, autoterapia ou consultas de aconselhamento.
Trabalham muito e tem todo o tempo ocupado.
Não será melhor utilizar os medicamentos para aguentar a situação?”

no post AUTOTERAPIA – 24, vou fazer este post para dar uma resposta, depois de ter assistido ontem a uma sessão de ginástica do «Sporting» em que um dos números foi apresentado por uma classe de deficientes mentais e com outras dificuldades.mario-70

– Se eles conseguem ultrapassar dificuldades, qual a razão de os «normais» não o poderem fazer?
– Eles não tiveram de trabalhar e desenvolver as suas capacidades?
– Alguém mais o poderia fazer por eles?
– Poderão necessitar de alguma ajuda, mas o «trabalho» fundamental tem de ser deles, com persistência e muito treino.
– As pessoas de quem fala, não terão a disponibilidade de 1 hora por dia, à hora de se irem deitar, durante um mês, para Maluco2praticar o que é necessário?
– Não terão uns momentos para ler o que faz muita falta?
– Ou estarão mais ocupados em ir aos cafés, discotecas e festivais?
– Essas pessoas «ficam boas» com os medicamentos, ou alienaddas (viciadas) e com a parte fisiológica degradada?
– Parece-me que até na televisão se descobre isso!

previsão2Além do primeiro mês de treino e aprendizagem, tudo o resto pode ser feito durante 3 a 5 minutos à hora de dormir e durante o sono, exceptuando 5 minutos para escrever e mais alguns para tomar nota das recordações e acontecimentos do quotidiano.
Para isso, além dss muitas publicações mencionadas, servem essencialmente os ensinamentos da Psicologia ou Ciência do Comportamento (F).

A modificação do comportamento é um factor fundamental que tem de se processar em cada um, mesmo Psicopata-Bque, em alguns momentos, seja necessário o apoio de um psicólogo.
É unipessoal e intransmissível, sendo uma componente fundamental para o sucesso, porque o próprio tem de ser treinado a ultrapassar as dificuldades que irá enfrentando «normalmente» ao longo da vida.

Em Portugal, teremos de ficar a olhar espantados e admirados para aquilo que se está a tentar fazer no estrangeiro, só agora, quando nós já cá tínhamos experiências realizadas há muito (1980) (E)?

Por este motivo, com muito do que consta dos livros publicados, transcrevo a seguir especialmente as páginas 163 a 172 de «Imaginação Orientada» (J), porque a educação é um factor fundamental na modificação do comportamento, necessária Imagina-Bnuma psicoterapia eficaz e bem orientada.

 

“– Óptimo. Estou a ver melhor toda esta problemática da modificação do comportamento e da psicoterapia. Mais alguma achega?
É por este motivo que insisto muito na educação desde criança, utilizando dificuldades, que os pais deverão colocar para que os filhos as ultrapassem (D), nem que seja com uma facilitação inicial (K). Depois, com esse treino imprescindível para uma vida cheia de sucesso, esses adultos podem até não necessitar de qualquer psicoterapia. Pensa em ti e vê o que seria de ti e da tua filha, se todos não aprendessem a ultrapassar as vossas ligeiras dificuldades (B).Acredita-B

A propósito da educação, não achas que teria sido mais útil enveredares por uma faculdade como por acaso aconteceu agora?
– É uma situação que não me passou despercebida logo de início. Embora se ganhasse pouco nesse tempo, concorri para universidades, uma delas, a do Minho. Concordaram em eu dar aulas de Psicologia desde que tivesse uma licenciatura qualquer, mesmo que não fosse em Psicologia. Como no meu curso de 5 anos no ISPA, naquele tempo – reconhecido como curso superior por Veiga Simão – só era concedido diploma, não consegui dar aulas a não ser no Instituto Superior de Serviço Social e nos cursos de enfermagem por não ter uma «licenciatura» qualquer Consegui-Bque se obtinha com 4 anos de curso.
“Posteriormente, depois de concluído o doutoramento, houve propostas para eu reconhecer cá o diploma. Quando pedi equivalência ao Ministério da Educação, solicitaram-me o certificado de «licenciatura» que eu não tinha, porque uma instituição particular não o podia ter concedido naquela época. Depois do «25 de Abril», como naquela ocasião (1981), depois do doutoramento, teria de perder um ano para conseguir um certificado de «licenciatura» com a conclusão de mais duas cadeiras e um trabalho no ISPA, e eu estava «atulhado» de pacientes que me queriam a trabalhar no consultório, desisti dessa pretensão, preferindo dedicar-me à investigação em neuropsicologia e enveredar pelo pós-doutoramento em neuropsicologia. Afinal, a minha preferência Joana-Borientava-se no sentido da investigação, terapia e profilaxia, em vez da docência onde ainda se ganhava pouco e exigia muito trabalho, quase burocrático. Repara bem nas incongruências e na burocracia do nosso sistema, mesmo nos tempos actuais e até no ensino.
“Convidado, esporadicamente, a dar aulas na Universidade Autónoma, no ISMA, na COCITE, e agora, no ISMAT, desisti da equivalência que me orientaria num sentido que não me era muito satisfatório e dediquei-me ainda mais à investigação clínica e à psicoterapia, que me deu muita satisfação com os êxitos alcançados. Muitos «pacientes» ainda se lembram de mim apesar de eu lhes ter «tentado meter na cabeça» que a razão da melhoria, eram eles próprios, através do «seu trabalho», do treino em casa e dos exercícios que estavam a fazer e a manter. Não Psicologia-Caconteceu contigo? Não continuas sem apoio de outras pessoas? Não ajudas a tua filha a ser independente e autónoma? Se fossem consultas da «hora de 50 minutos» aconteceria isso?

– Tens razão. Estava agora quase em Imaginação Orientada e fizeste lembrar coisas de há muitíssimo tempo, relacionadas com dinheiro. Não me disseste, uma vez, quando estiveste em serviço nos Açores e me deste as Boas-Festas do Natal e Ano Novo, que estavas entusiasmado por ir obter o brevet civil e esperavas entrar para a SuissAir onde ganharias muito mais do que o quíntuplo?
– Sabes que foi pouco antes de eu poder ir também para a TAP, passando à licença ilimitada depois de 8 anos de oficial do quadro permanente. Tudo isso foi «liquidado» com a minha segunda nomeação intempestiva e intimidatória para Interacção-B30Angola.

E depois de passar à reserva, em 1974?
Nessa ocasião, acompanhava a minha mulher, a fazer estágios e assistir a cursos em Inglaterra. Depois, tendo sido dado como incapaz para o serviço de vôo, passados os dois anos necessários por causa da incapacidade de voar, já não me interessava ficar constantemente longe da família em viagens de vários dias, quando estava «metido até ao pescoço» na psicologia e psicoterapia, tendo-me entusiasmado com os seminários de Victor Meyer e com trabalho que tinha entre mãos. Imaginava que poderia utilizar essas técnicas numa outra perspectiva que talvez se concretize agora com a BIBLIOTERAPIA (Q).

Saude-B– Então, pelo que sei, passaste por muitas frustrações, a começar pelo curso de Direito!
– Talvez seja por isso que o meu método terapêutico se baseie essencialmente no incitamento do paciente para ultrapassar a sua frustração do momento e preparar-se para as seguintes que, porventura, possam ocorrer. É o modo como ultrapassei as minhas, «dando a volta por cima». Lembras-te de me teres perguntado no «século passado» “cada macaco no seu galho”? O meu galho é este!

– E fazes alguma profilaxia?
– Vê lá se não me conheces como uma pessoa facilmente irritável e com colite crónica. Passei à reserva na Força Aérea com o neuropsicologia-Bdiagnóstico de neurose depressiva reactiva grave em que estava «mergulhado até ao pescoço» e a consequente colite crónica que ainda me incomoda com ulceras e hérnia. Ficava completamente desorientado e, com a medicação que era forçado a tomar, sentia-me apático, inútil e com vontade de desaparecer. Nos dois primeiros anos do ISPA não conseguia «avançar» e isso deitou-me ainda mais abaixo. Como é que eu controlo a minha irritação, senão fazendo relaxamento instantâneo? Não dou conselhos aos outros sem nada experimentar em mim próprio. Acredito que faças o mesmo, pelo menos, nos momentos de maior tensão. Depois, sempre que possível, entro em Imaginação Orientada. Aconselho aos outros aquilo que experimentei em mim e continuo a praticar. Isso é que me fez desenvolver a Terapia do Equilíbrio Afectivo. A minha ambição era e continua a ser tornar pública a minha experiência pessoal e o método terapêutico utilizado posteriormente, para o colocar nas Psi-Bem-Cmãos de cada um, dando-lhe autonomia e quase independência em relação a quaisquer especialistas (P).
“Na tua idade, não fazes uma dieta alimentar adequada, uma ingestão diária de cerca de 2 litros de água e uma caminhada de quilómetro e meio como precaução contra níveis altos de colesterol, glicemia, obesidade, etc.? Pode evitar futuros AVC e outras doenças, exigindo a consequente ingestão de medicamentos que sempre ocasionam efeitos secundários ou danos colaterais, se não ficarmos inutilizados numa cadeira de rodas ou na cama, dependentes dos outros. Acontece o mesmo em psicologia. Custa atingir, pelo menos, o grau mínimo, mas tu o dirás por experiência própria (B) (P) (Q).
“O que diz a Cidália? (C) Se pudesses falar com o Júlio (E), admirarias a sua capacidade de trabalho. E o Joel, que ficou extremamente «traumatizado» com tudo o que lhe aconteceu, apesar de melhorar substancialmente, embora sem casar com a Difíceis-Bsua única namorada? Daí a sua preocupação em ajudar os outros (G).
“É por este motivo que insisto imenso na prevenção e profilaxia. Se desde criança fôssemos habituados a ter cuidado com a alimentação, exercício físico, sono, relaxamento, etc., muitos dos problemas actuais teriam uma expressão mínima, assim como até a nossa actual crise económica, financeira e criminal. Com Guterres, depois de um macroeconomista ter sido o pai do monstro, entrámos no pântano em direcção ao qual já tínhamos começado a caminhar. Alguém tentou mudar de direcção ou inverter a marcha? Não só ninguém ousou contrariar essa orientação como até se continuaram a fazer inúmeras obras desnecessárias e inúteis, criaram-se cada vez mais instituições e organismos espúrios e dispendiosos, com gastos avultados, gestores milionários e engorda dos serviços do Estado. Faz-me lembrar muitos dos médicos meus amigos e companheiros de Liceu e residência, que Depressão-Bme aconselhavam a tomar um comprimido para não entrar em depressão, outro para dormir, um terceiro para evitar o aumento do açúcar no sangue e mais um para dar energia. Nenhum me dizia para ter cuidado com a alimentação, com o sono e com o trabalho. Muitos deles tinham sido meus contemporâneos e comensais. No meu 6º ano do Liceu, tive dois comensais de medicina; no 7º ano, tive sete; nos quatro anos seguintes, tive sempre dois.
“Também ninguém me aconselhou a fazer relaxamento que agora é a função dos psicólogos. Os médicos não eram obrigados a saber isso e eu, naquela ocasião, desconhecia-o por completo.
“Se houver uma «educação» adequada, deixarão de existir muitos dos problemas como aconteceu com a Cristina (L) e com muitos outros que me vieram e continuam a vir parar às mãos depois de o «mal» ficar instalado. O que acontece depois, é ter Organizar-Bde se reduzir o mal com uma desaprendizagem dos erros, seguida de aprendizagem de formas novas de actuar, enquanto tudo pode estar a ser contrariado em casa, com o reforço aleatório que cada um vai recebendo no ambiente em que esse «mal» foi incubado (M) (Q). Compreendes a minha preocupação com a educação e a profilaxia que sai muito mais barata?
Evita-se o mal em vez de sofrer com ele e de o tentar combater mais tarde, a muito custo e com resultados reduzidos.”

Tens razão. Dá que pensar!
– Segundo as tuas contas, além dos 40 períodos de «conversa» que tiveste comigo (apoio), fizeste 3440 períodos de treino e Imaginação Orientada em casa, contabilizando cada período em 25 a 30 minutos, que se prolongaram ou não pela noite dentro Respostas-B30sem contabilização. De certeza que não tiveste qualquer recordação «útil» antes dos primeiros 400 períodos de treino.
“A Cidália não teria enveredado pelo alcoolismo e prostituição? Obteria um emprego digno e satisfatório? Qual é agora a vida dela?
“O que seria do Júlio? Estaria na posição de empresário como agora? O tal «Dantas» do «POC» de quem ele me falou, ainda não «se encontrou» e está cada vez mais dependente da droga que lhe receitam, de vez em quando. O seu «vício» de comprar coisas desordenadamente pode ter sido substituído por qualquer outro e, por isso, eu não quis continuar com a sua psicoterapia na companhia do tal psiquiatra miraculoso (E) (M).
“O «traumatismo» do Júlio (E) só depois do relaxamento. Poderia não ser tomado na devida conta numa história pessoal para diagnóstico, por muito aprofundada que fosse, porque naquele tempo, era um facto absolutamente «normal» em muitas famílias que queriam que os filhos «estudassem», além de que ele próprio não o achara relevante.
“E o Joel, que ficou com a sua vida completamente destruída por eu não ter conseguido «deitar a mão» ao casalinho antes que os conselhos do diagnóstico psiquiátrico lhe fossem oferecidos de bandeja? Agora, com a sua experiência, até quer ajudar os outros. Já compreendeste o que pode acontecer quando não existe uma intervenção atempada e adequada, com a colaboração do próprio?
“A subtileza da Germana (L) para obrigar o Januário a fazer antecipadamente mais de 1500 períodos de treino de Depress-nao-Brelaxamento, ajudou a fazer uma psicoterapia de profundidade em 3 dias, com cerca de 50 períodos. Como estaria ele agora (L), que durante anos se submeteu à medicação, psicanálise e psicoterapia, criando uma descrença total em relação a tudo isso? Não foi expedita e económica?
“Para compreenderes melhor tanto o meu ponto de vista como a minha actuação, lembra-te daquilo que aconteceu contigo. Não faço consultas ou psicoterapia com pessoas de família ou muito chegadas porque, logicamente, pode não haver «sinceridade». Existem factos muito íntimos que as pessoas não querem expor a pessoa alguma e, às vezes, até a elas próprias. São, geralmente estes os factos, muito ou pouco escondidos e não-conscientes, que provocam os distúrbios psicológicos. Se o psicoterapeuta não conhecer esses factos, como poderá ajudar o paciente? As leituras podem esclarecê-lo muitíssimo! Achas que, mesmo depois de o paciente ter dado o seu consentimento psicoterapia2inicial voluntário, se eu não tomar em conta o seu descrédito numa psicoterapia que não lhe dá alívio imediato como o medicamento, ou até com uma aparente «compreensão» das suas dificuldades e sua «justificação», a sua possível resistência aos treinos será pouca?
“Aconteceu com a Germana, com o Júlio, com a Cidália e, se não aconteceu com o Januário, foi porque a Germana já o tinha «industriado» suficientemente, apresentando o caso dela como exemplo. Tenho de tentar combater essa resistência. Tive de insistir contigo para seres perseverante. Tu tiveste de te «zangar» com a Cidália para ela não desistir e não voltar ao medicamento. Apesar de totalmente voluntário e consciente, o Júlio (E) tentou desistir algumas vezes mas, como a psicoterapia não era paga, vês como lidei com a situação. Foi com muito mais à-vontade do que com os outros que pagam e podem achar que despendem o dinheiro sem proveito. Compreende a stress2decisão do Januário depois de devidamente esclarecido com a «visão», compreensão e a leitura do caso da Germana (L).
“Tento fazer o papel de os «empurrar» para a frente mas, às vezes, não tenho sorte. Estou a procurar uma fórmula mágica que dê ao paciente a capacidade de compreender logo de início, que tem de confiar no psicoterapeuta e colaborar com ele sem desistir. É a ele que compete aconselhar o abrandamento, a interrupção ou a finalização do processo. Por isso, estou a preparar os livros e mantenho agora os blogs. É para que as pessoas me conheçam, assim como os métodos que utilizo, mesmo antes de virem à consulta. Ao fim de cerca de 5.000 casos, em mais de 35 anos de psicoterapia, em que a taxa de resolução das dificuldades começou em mais de 20%, acrescida da melhoria em mais de 60%, com aumento substancial posterior, acho que não devo ter outra atitude perante a pqsp2minha actividade profissional. Dos que abandonam, sabes quais as razões mas, sinto-me satisfeito por ter podido ajudar muito mais que 86% e que aumentou com o tempo.

– Por mim, sei o que passei. Dou-te toda a razão e estou satisfeitíssimo com os resultados. Provavelmente, estaria neste momento ainda como um vulgar funcionário da empresa. Não sei como estaria a minha mulher. E a filha, poderia nunca ter conseguido passar do 10º ano, tanto mais que a sua melhor amiga, a Cidália, estava distante e com problemas que, por modelagem e identificação a poderiam afectar. E tu, como estarias agora se não tivesses ido para Psicologia?
Não sei. Mas, provavelmente também seria um tenente-coronel na reforma, amargurado, desocupado e desiludido com a apoio2pós-revolução dos cravos, a culpar o destino por tudo o que me tinha acontecido. Ou quiçá, como dizem muitos, um advogado a falar mal de Justiça que temos neste País, se não fosse um navegador civil reformado, com algumas «massas», o que era menos mau.

– Mas, para que não tenham o mesmo triste destino que também poderíamos ter, como é que os outros conseguirão saber alguma coisa sobre tudo isto e sobretudo acerca do que conseguem fazer para evitar os males de que se poderão vir a queixar?
– Não sei mas, em tempos, mantivemos no Centro de Psicologia Clínica e em Conhecer A PESSOA uma edição, à nossa medida, para esclarecer as pessoas ou, pelo menos, os nossos utentes.

– Agora que me explicaste quase tudo de forma sintética mas elucidativa, pergunto-te porque não publicas esta explicação sucess2em forma de conversa, como se fosse parte do nosso anterior diálogo de há 10 anos, tal como fizeste com a brochura do CPC que li no início e que me ajudou a «mudar de vida»? Não só de vida como de atitude mental. E, não só ajudou a mim em especial, como também à minha mulher, filha e, especialmente, à Cidália. Valeu a pena ela ter visto os teus rascunhos, acerca da autopsicoterapia. Deus escreve direito por linhas tortas.
– Por enquanto, além dos livros que vou actualizando e reagrupando para uma nova edição do Centro de Psicologia Clínica, iniciei em 6dez07 o blog [psyforall.blog.com], mantido até 17nov08. Passei depois para [psicologiaparaque.blogspot.com], entre 7ago08 e 17dez09. Desde 23nov09, fixei-me definitivamente em [psicologiaparaque.wordpress.com], para dar respostas a muitas pessoas que fazem perguntas, intervindo directa e pessoalmente ou através de comentários que, por serem moderados, despertam logo a minha atenção. Quero que as pessoas reed2façam comentários em vez de me enviarem e-mails. As respostas dadas através de novos posts podem servir outras pessoas, o que não aconteceria no caso dos e-mails que ficariam limitados a esse endereço. A minha ideia fundamental é fazer com que as pessoas compreendam tudo, leiam bastante e verifiquem o que é psicoterapia, para que colaborem e se tornem autónomas, a fim de enfrentar económica e eficazmente a vida, que não é fácil.”

Esperemos que as tuas boas intenções se materializem em breve e que este esforço que estás a fazer possa reverter em favor dos que mais necessitam de ajuda neste momento.
De boas intenções está o mundo cheio mas de boas acções tenho conhecimento de poucas. Como necessito de dinheiro para a publicação que não fica barata, não utilizando também o circuito comercial, os que necessitarem dos livros, que me contactem teoria2directamente e [livroseterapia.wordpress.com] vai ser o blog dos livros. Qualquer dia posso ter outro sobre BIBLIOTERAPIA no facebook.
“Aos que necessitarem de apoio, desejando-o rápido e eficaz, sem ficar na dependência do psicoterapeuta, posso dizer que:
▫ Têm o blog e os comentários… (o e-mail, só em último caso).
▫ Devem ler os posts e os livros que mais falta lhes fazem.
▫ Mas, faz mais falta ainda cada um treinar o relaxamento.
“Por mais consultas que se façam, se não houver sinceridade e um profundo empenhamento do próprio, com bastante pratica2leitura e treino ou prática, poucas melhorias se podem fazer em psicoterapia, sem ficar na dependência permanente do psicoterapeuta (L) (M).
“Acerca de tudo isto, das muitas teorias e psicoterapias importados do estrangeiro, que se propalam com nomes talvez pomposos e do treino que cada paciente necessita, lembro-me dos velhos tempos em que, em Angola, entrávamos nos gabinetes do estado-maior do Exército, em Luanda, para ouvir muitos oficiais do estado-maior, com o respectivo curso e insígnias na lapela, «dar palpites» acerca da «guerra» de que nada sabiam e na qual não sujavam as botas.
“Isso também me faz lembrar, às vezes, muitos professores da Faculdade e comentadores que dizem muita coisa e falam muito e em imensas teorias que não sabem aplicar ou que, quando aplicadas, dão resultados imprevisíveis. Depois, as culpas são dos tecnicas1outros…
“Por isso, sabendo por experiência própria que nenhuma psicoterapia dá bom resultado sem o envolvimento e o trabalho do próprio, apetece-me, às vezes repetir – para os muitos «filósofos» que, sem lerem coisa alguma útil nem praticarem o que é necessário, dizem que se querem submeter à psicoterapia – o procedimento que tínhamos com esses oficiais do estado-maior.
“Os que trabalhávamos no terreno (e no mato), dizíamos para eles, em surdina:
VAI TRABALHAR MALANDRO!”
 
Apesar desta transcrição, como o hábito de leitura e a apetência para tal é muito reduzida entre nós, vou tentar preparar um livro de 68 páginas para explicar os benefícios da BiblioTerapia (Q), já suficientemente experimentado com o Júlio (E), em 1980 e que, só agora, está a ser implementada no SNS do Reino Unido (Frude, 2004) e nos EUA.

E, para os que me criticam dizendo que não tenho um manual de procedimentos a indicar claramente, passo a passo, aquilo que cada um deve fazer, especialmente em homenagem ao Joel e como seu último desejo, vou também preparar outro manual, de 76 páginas apenas, com 45 páginas de instruções e muita bibliografia, que ajude a realizar uma Auto{psico}Terapia (P), além de cada um poder também difundir essa ideia por muita gente.

Para facilitar ainda mais a compreensão de todo este arrazoado de técnicas, metodologia e ideias e atendendo também aos comentários, sugestões, críticas e pedidos de esclarecimento feitos ao longo do tempo, espero preparar em 2017 um novo livro «PSICOTERAPIA… através de LIVROS…» (R) que elucide e oriente devidamente os interessados, de uma maneira muito precisa, de acordo com os seus interesses e situação específica, completando a colecção da Biblioterapia com 18 unidades.

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Ver também os posts anteriores sobre BIBLIOTERAPIA

É aconselhável consultar o ÍNDICE REMISSIVO de cada livro editado em post individual.

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TERAPIA ATRAVÉS DE LIVROS para a Biblioterapia

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Para tirar o máximo proveito deste blog, consulte primeiro o post inicial “História do nosso Blog, sempre actualizada”, de Novembro de 2009 e escolha o assunto que mais lhe interessa. Depois, leia o post escolhido com todos os comentários que são feitos. Pode ser que descubra também algum assunto acerca do qual nunca tivesse pensado.

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One thought on “AUTOTERAPIA – 25

  1. Um colega on said:

    Já vi na Academia o esboço do seu novo livro sobre Autoterapia, apresentado há muito.
    Gostei imenso, mas não compreendo a razão da apresentação das provas de Autoconhecimento e da Autoorientação, com as cotações à vista.
    Deste modo. a pessoa pode ver os resultados para responder às provas.
    Qual a razão de as publicar?

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